quarta-feira - 30/07/2008 - 10:14h

Secretário “do barulho” é uma “caixa-preta” delicada

O desgaste do secretário de Comunicação da Prefeitura de Mossoró, Carlos Skalarck (veja matéria abaixo), chegou ao paroxismo. Apesar disso, ele se mantém firme, mesmo sem a plenitude do cargo. Só sai de forma negociada.

Skarlack é uma caixa-preta da gestão Fafá Rosado (DEM). Os “donos do poder” sabem disso.

Tentaram ejetá-lo da cadeira há poucos dias, mas terminaram recuando. Seu substituto seria o jornalista Neto Queiroz, com quem o governismo tem maior afinação e confiança. Uma voz mais sensata recomendou que não seria inteligente defenestrá-lo. Questão de bom senso.

Há dois anos, Skarlack esteve na iminência de ser exonerado ao protagonizar uma cena bizarra em sua sala no Palácio da Resistência, em plena madrugada. Era um “serão extra.” Flagrado por um guarda municipal, terminou denunciado.

Preservou o posto ao disparar uma ameaça. Avisou com sorriso comprimido: “Eu não caio sozinho”.

Ninguém no governo quis se arriscar a descer a ribanceira de braços dados com ele. Captaram a mensagem.

Antes, o secretário chegara a ter outro problema com poucos meses de governo, ainda em 2005, comprometendo a imagem da incipiente administração. Foi poupado. O cerne da questão era uma conta de R$ 138,00 num motel da cidade, negociada com aparelho celular institucional.

Não faltaram mais e mais situações constrangedoras pela frente.

Chegou a ser localizado casualmente numa manhã de sol escaldante, vagando por ruas da cidade do Açu, ainda grogue. Foi resgatado por uma equipe do Jornal de Fato que passava pelo local. Tinha saído de Mossoró com motorista e carro oficial para festas na região. Perdera-se e estava a esmo.

Faz pouco mais de dois meses que o jornalista se meteu noutro caso degradante. Foi agredido por dois homens num restaurante de periferia, frequentado por carreteiros e mulheres de aluguel. Vítima, que se diga.

Apesar da vida desregrada, o secretário não é afeito à violência física ou qualquer outra truculência dessa esfera. O incidente poderia ter ocorrido em outro endereço, como os cabarés do “Gabriel” ou “Cineide”.

Slarlack frequenta-os com assiduidade ao lado de queridinhos da mídia local e outros convidados especiais. Os dois pontos comerciais funcionam como “gabinetes regionais”, onde muitas vezes negócios e facilidades relacionados à prefeitura são tratados. Tudo com doses generosas de uísque e o acompanhamento de meninas dessas casas.

* Aguarde. Em poucos minutos veja postagem complementar desta matéria.

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Comentários

  1. padilha_456@hotmail.com diz:

    meu caro carlos que nau E escarlate agora entendo quando falam que essa turma nau E do ramo mesmo uma verdadeira patota .rsrs eita povinho de rabo presso um bailo d gatos e gats
    .abraco amigo

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