terça-feira - 18/03/2008 - 08:20h

Semiótica e política no tempo e espaço

O areia-branquense mais mossoroense que conheço, Chico Rodrigues da Costa, envia uma contribuição interessante ao conhecimento e debate, no campo da política e da semiótica. Cita nomes, símbolos e nos remete à história. Uma aula.

Ele emite os dados, a partir da postagem feita ainda ontem à noite, quanto à disputa política em Caraúbas, entre "Pipoca" (Eugênio Alves-PR) e "Castanha" (Ademar Ferreira).

Veja abaixo, o que nosso querido webleitor registra:

"Carlos Santos, Nos EUA, em 1952, os republicanos eram o "burro" e os democratas o "elefante". No RN, em 1960, Aluízio Alves era o "verde" e Djalma Marinho o "vermelho".

No plano nacional Jânio Quadros em 1960 era "vassoura" e o general Lott a "espada".

Antes, em Areia Branca, os seguidores de Manoel Avelino eram "carcará" e "avoete" os contrários.

Aqui em Mossoró doutor Duarte Filho em 1958 era "pisa na fulô" e Antônio Rodrigues, "Toinho", o "capim", se repetindo em 1968, quando derrotou Vingt-un Rosado, o "touro".

Na minha Areia Branca, Alfredo Rodrigues, "o pão", apoiado por Chico Costa, destronava o "carcará" Manoel Avelino. Em 1972, Adelaide Costa, "a rosa", perdia para "o peixe", Carlos Antônio Soares."

Compartilhe:
Categoria(s): Blog

Comentários

  1. Junior diz:

    Nas eleições municipais de 1988 em Upanema a disputa foi entre Valério Augusto (dono de padaria) e Bezerra Filho (dona de empresa de limpeza de fossa). Na campanha a disputa era entre o pão e a merda. Venceu o pão.

  2. Almir Silveira diz:

    Num pequeno município da tromba do elefante, a disputa era do BURRO contra o FRESCO.

Faça um Comentário

*


Current day month ye@r *

Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011 - 2025. Todos os Direitos Reservados.