sábado - 12/03/2022 - 07:18h
Reunião

Categorias da Polícia Civil e Governo do RN chegam a acordo

O Governo do Estado do RN e as categorias que formam a Polícia Civil do estado chegaram a um acordo. Representantes da Associação dos Delegados da Polícia Civil no Rio Grande do Norte (ADEPOL/RN), Sindicato dos Policiados Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (SINPOL/RN) e Associação dos Escrivães de Polícia Civil do RN (ASSESP/RN) se reuniram com a governadora Fátima Bezerra (PT) nessa sexta-feira (11), fechando entendimento.

Reunião foi conduzida pela governadora Fátima Bezerra (Foto: Sandro Menezes)

Reunião foi conduzida pela governadora Fátima Bezerra (Foto: Sandro Menezes)

Todos os servidores da Polícia Civil poderiam perder 35% de seus salários decorrentes da iminente retirada de ganhos decorrentes do Adicional por Tempo de Serviço (ADTS), em face de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida em 2019 pelo Ministério Público do RN (MPRN). Após cerca de 45 dias de impasse, muito estresse, algumas propostas recusadas, governo e categorias afinaram minuta de um projeto de lei a ser encaminhado para a Assembleia Legislativa.

Segundo o governo, o projeto vai manter a estrutura atual das categorias que está na Lei complementar 670/2019, que preserva as conquistas históricas desses servidores da segurança pública.

Demanda emergencial

A partir da emenda Constitucional 18, de 1998, os servidores da segurança pública deveriam receber por subsídio, que é uma parcela única. Então, não caberia o ADTS por agentes da segurança pública.

“A proposta final aprovada não foi o que a categoria pleiteava e merecia, mas ela atende a demanda emergencial referente ao ADTS, evitando perdas, e por isso foi aprovada. Agora, a luta dos policiais civis terá continuidade para que possamos garantir o devido respeito e a dignidade que a categoria merece”, avalia Edilza Faustino, presidente do Sinpol/RN.

Além das representações das entidades repreendido das categorias da Polícia Civil, participaram da reunião o vice-governador, Antenor Roberto; a delegada-Geral da Polícia Civil, Ana Cláudia; o controlador-geral do Estado, Pedro Lopes; o procurador-geral do Estado, Luiz Marinho; e a assessora jurídica do Gabinete Civil, Luciano Daltro.

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quinta-feira - 03/03/2022 - 22:44h
ADTS

Governo faz nova proposta; Polícia Civil avaliará em assembleia geral

Adepol-RN convoca para assembleia geral no dia 4 de março de 2022A Associação dos Delegados da Polícia Civil do RN (ADEPOL/RN) recebeu nesta quinta-feira (3) uma proposta escrita do Governo do RN, feita com base na anterior, que os policiais civis apresentaram. Ela será discutida em assembleia das categorias da Polícia Civil nessa sexta-feira (4), às 14h.

A assembleia geral será na sede da Adepol/RN.

“O texto governista impacta aqueles que ainda vão entrar na Polícia Civil e atinge a carreira construída com muito esforço”, antecipa-se a Adepol/RN na análise.

O outro lado

O Governo do Estado apresentou uma proposta de Projeto de Lei sobre as carreiras da Polícia Civil construída a partir das premissas fixadas anteriormente nas diversas reuniões com os dirigentes daquelas categorias. O texto apresentado propõe de um lado a manutenção da integridade das suas carreiras e, de outro, garante a preservação dos direitos adquiridos por delegados, escrivães e agentes.

A proposta tenta evitar perdas financeiras decorrentes da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) interposta pelo Ministério Público do Estado (MPRN) em que questiona o pagamento de Adicional por Tempo de Serviço (ADTS). “O Governo do Estado reitera a disposição ao diálogo e o compromisso inegociável de proteção aos integrantes da carreira da Polícia Civil, órgão de suma importância à sociedade potiguar”, diz o governo em Nota Oficial.

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terça-feira - 22/02/2022 - 11:04h
ADTS

Governo e entidades da Polícia Civil não conseguem se entender

Polícia Civil - Logo IIO Governo do Estado e as categorias de trabalhadores da Polícia Civil do RN seguem sem falar a mesma língua. Não há entendimento sobre o Adicional por Tempo de Serviço (ADTS), que por força de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) do Ministério Público do RN (MPRN), delegados, policiais e escrivães podem perder.

As entidades de classe da Polícia Civil do Rio Grande do Norte rejeitaram nessa segunda-feira (21), a quarta proposta apresentada pelo Governo do Estado de incorporação do ADTS. “A nova proposição, assim como as anteriores, assegura todos os direitos adquiridos por agentes de polícia, escrivães e delegados, conforme preconiza a Constituição Federal”, diz em nota o governo.

A proposta apresentada à Polícia Civil do Rio Grande do Norte “é semelhante à aplicada aos militares da União, conforme Medida Provisória 2.215/2001, que extinguiu o ADTS e aos militares estaduais do Ceará, por meio da lei estadual de 2011”, destaca.

“Mais do mesmo”

Os representantes das entidades apresentaram informalmente uma proposta que cria outros níveis na carreira, cuja evolução tem como parâmetro o tempo de serviço. Sobre isso, o governo disse que irá se manifestar quando a proposta for formalmente apresentada.

“A proposta que o Governo do RN apresentou é mais do mesmo, mostrou que eles não estão ouvindo o que estamos dizendo e continuam repetindo o mesmo texto que já foi descartado pela categoria por significar perdas para os delegados e demais policiais civis”, afirmou a presidente da Associação dos Delegados da Polícia Civil no Rio Grande do Norte (ADEPOL/RN), delegada Taís Aires.

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sábado - 19/02/2022 - 23:48h
Plantões

Sinpol vê ‘retaliação velada’ contra policiais civis

Edilza faz alerta (Foto: reprodução BCS)

Edilza faz alerta (Foto: reprodução BCS)

O Sindicato dos Policiados Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (SINPOL/RN) denuncia que o Governo do Estado, através da Delegacia-Geral da Polícia Civil (DEGEPOL), tem feito retaliação velada contra os policiais civis que estão se recusando a trabalhar no horário de folga. Além disso, a Degepol tem feito maquiagem para suprir a falta de efetivo da PCRN.

“Nesta semana, várias portarias foram publicadas designando policiais civis que trabalham no serviço ordinário, em delegacias de bairros ou municipais, por exemplo, para delegacias de plantão”, cita a presidente do Sinpol/RN, Edilza Faustino.

Segundo ela, o atendimento diário, de segunda a sexta-feira, é prejudicado em muitas delegacias do Rio Grande do Norte para suprir os plantões noturnos ou de final de semana.

ADTS

Além disso, o Sinpol/RN relata que existe designação até mesmo de policial civil que está de licença-prêmio para trabalhar na Delegacia de Plantão de Caicó.

Policiais civis, delegados e escrivães discutem com governo um entendimento para se evitar perda de 35% de Adicional por Tempo de Serviço (ADTS), como quer o Ministério Público do RN (MPRN), através de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), protocolada em 2019.

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sexta-feira - 11/02/2022 - 20:06h
ADTS

Paralisação da Polícia Civil é encerrada; nova negociação é definida

Chega ao fim a paralisação das categorias que compõem a Polícia Civil do RN. A decisão foi tomada já no início da noite dessa sexta-feira (11), em Natal.

Manifestantes deixaram o prédio agora à noite (Foto: reprodução BCS)

Manifestantes deixaram o prédio agora à noite (Foto: reprodução BCS)

O movimento chegou a ocupar (veja AQUI) hoje a Governadoria (onde fica o gabinete da governadora Fátima Bezerra-PT), mas acabou recuando e tomando essa posição. Os participantes da mobilização abandonaram o prédio já agora à noite, com a garantia de que nesse sábado (12), às 15h, haverá nova rodada de negociações.

Associação dos Delegados da Polícia Civil no Rio Grande do Norte (ADEPOL/RN), Sindicato dos Policiados Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (SINPOL/RN) e Associação dos Escrivães de Polícia Civil do RN (ASSESP/RN) decidiram acatar decisão judicial que no dia passado decretou a ilegalidade da paralisação, além de determinar o retorno ao trabalho.

Delegados

Em Nota, os Delegados decidiram retomar os trabalhos ordinários na Polícia Civil do RN, em razão da reabertura da mesa de negociação e em sim atenção à decisão judicial. Contudo, deixaram claro que não realizarão qualquer serviço extraordinário até à resolução do impasse em torno do Adicional por Tempo de Serviço (ADTS).

Todos os servidores da Polícia Civil podem perder 35% de seus salários decorrentes da ADTS, em face de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida em 2019 pelo Ministério Público do RN (MPRN). As categorias cobram, do governo estadual, uma solução que preserve esses ganhos.

Estavam parados desde segunda-feira (7).

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sexta-feira - 11/02/2022 - 16:08h
Confronto

Policiais civis desobedecem decisão judicial e ocupam Governadoria

Membros da Polícia Civil do RN ignoraram decisão judicial (veja AQUI) exarada dia passado, que considerou ilegal paralisação desse segmento funcional do estado, além de determinar seu retorno ao trabalho.

O movimento está mantido, inclusive com ocupação do prédio da Governadoria no Centro Administrativo, em Natal, por vários manifestantes, nessa sexta-feira (11).

A categoria realizou um ato com cruzes e um caixão em volta da Governadoria e, em seguida, resolveu entrar no prédio para esperar alguma resposta – noticia o Sindicato dos Policiados Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (SINPOL/RN).

O outro lado

Já o Governo do RN emitiu nota reiterando interesse em manter diálogo, mas assinalando que “aguarda o cumprimento da decisão judicial”. Veja abaixo:

Nota

O Governo do Estado aguarda o cumprimento de decisão judicial por parte dos servidores da Polícia Civil do Rio Grande do Norte para retorno de suas atividades normais. E reitera a disposição em retomar os diálogos com as categorias, desde que cumpridas as determinações contidas na ação impetrada pelo Ministério Público no Tribunal de Justiça.

Pessoal da Polícia Civil quer dialogar diretamente com a governadora Fátima Bezerra (PT), que até o momento se esquiva de um encontro direto com seus representantes. Eles pedem garantia de manutenção do Adicional por Tempo de Serviço (ADTS) em seus vencimentos, que o MPRN entende como ilegal através de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI). Se houver pronunciamento judicial que acolha a tese da ADI, a Polícia Civil terá redução salarial de 35%.

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quarta-feira - 09/02/2022 - 17:22h
Polícia Civil

Governo apresenta proposta para colocar fim à paralisação

Nesta quarta-feira (09), em nova reunião, o Governo do Estado apresentou proposta de Lei Complementar para incorporação dos Adicionais por Tempo de Serviço (ADTS) aos salários, o que evitará qualquer perda às categorias, como pede a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) impetrada pelo Ministério Público do RN (MPRN) em 2019. Dia passado, representantes do governo tiveram reuniões com a Justiça e com o MPRN.

Reunião deixou categorias a par da posição do governo estadual (Foto: Elisa Elsie)

Reunião deixou categorias a par da posição do governo estadual (Foto: Elisa Elsie)

Do Ministério Público obteve-se o compromisso de aceitar uma eventual modulação após o julgamento da ADI pela Justiça do RN.

“A determinação da governadora Fátima Bezerra (PT) é não permitir perda salarial ou de direitos aos servidores”, afirmou o vice-governador Antenor Roberto (PCdoB) na reunião com os representantes do Associação dos Delegados da Polícia Civil no Rio Grande do Norte (ADEPOL/RN),  Thaís Aires; do Sindicato dos Policiados Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (SINPOL/RN), Edilza Faustino, bem como da Associação dos Escrivães de Polícia Civil do RN (ASSESP/RN), Priscila Vieira.

A proposta do Governo só será encaminhada à Assembleia Legislativa para análise e votação com a anuência das categorias.

Os policiais civis começaram paralisação na segunda-feira (7) – Veja AQUI e AQUI.

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segunda-feira - 07/02/2022 - 14:20h
Segurança

Policiais civis começam paralisação; governo pede para voltarem atrás

Grevistas cobram presença da própria governadora em negociações; Estado afirma que dialoga
Após decisão em assembleia, policiais foram às ruas em protesto e com palavras de ordem (Foto: Reprodução)

Após decisão em assembleia, policiais foram às ruas em protesto e com palavras de ordem (Foto: Reprodução)

Os policiais civis do Rio Grande do Norte se reuniram em Assembleia Geral, na manhã desta segunda-feira (7), em frente à Central de Flagrantes em Natal. Decidiram paralisar as atividades por tempo indeterminado.

A categoria espera ser recebida pela governadora Fátima Bezerra (PT) para negociar sobre a situação do Adicional por Tempo de Serviço (ADTS) , haja vista que até o momento não houve avanço nas tratativas.

Por sua vez, o Governo do Estado emitiu Nota agora à tarde, em que afirma manter diálogo, considerando necessária manutenção desse canal e não “sem eventual custo social que uma paralisação causa à sociedade”.

Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida em 2019 pelo Ministério Público pediu a retirada desse direito histórico dos policiais civis. Caso a Justiça acate o arrazoado, os servidores terão redução de salário de até 35%. No entendimento do MP, o ADTS não é direito adquirido para ser incorporado.

Edilza Faustino, presidente do Sindicato dos Policiados Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (SINPOL/RN), lembra que, desde abril do ano passado, o sindicato e as outras entidades representativas tentam negociar com o Governo. No entanto, somente em janeiro deste ano, após uma paralisação da categoria, a mesa de negociação foi aberta.

“A categoria quer a presença da governadora Fátima Bezerra na mesa de negociação, para que ela possa entender a gravidade da situação e dizer se vai atender ou não o pleito dos policiais civis”, finaliza.

Nas ruas

Policiais civis do RN fecharam cruzamento das avenidas Mor Gouveia e Interventor Mário Câmara após a assembleia. Com palavras de ordem protestaram contra o governo, mas poupando nominalmente a governadora Fátima Bezerra. “Governo a culpa é sua (…) Polícia, unida, jamais será vencida”, bradava-se.

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terça-feira - 25/01/2022 - 22:54h
ADTS

Servidores da Segurança encerram paralisação; governo faz promessa

Agora à noite, a paralisação iniciada pela manhã foi encerrada em assembleia (Foto: Sinpol/RN)

Agora à noite, a paralisação iniciada pela manhã foi encerrada em assembleia (Foto: Sinpol/RN)

Em reunião com representantes do Sindicato dos Policiados Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (SINPOL/RN), da Associação dos Delegados da Polícia Civil no Rio Grande do Norte (ADEPOL/RN) e Associação dos Escrivães de Polícia Civil do RN (ASSESP/RN), na tarde desta terça-feira (25), o Governo do Estado informou que vai estudar uma alternativa para evitar uma possível perda de até 35% na remuneração das categorias. Isso pode acontecer devido à ação judicial movida pelo Ministério Público do Estado do RN (MPRN).

O MP alega inconstitucionalidade no pagamento do Adicional por Tempo de Serviço (ADTS) das categorias. O governo reage à pressão tentando negociação. O setor começou movimento de protesto com paralisação nessa terça-feira pela manhã. Já agora à noite, os policiais civis e servidores da Segurança decidiram suspender mobilização.

Diálogo retomado

“Somente na reunião desta tarde que o Comitê Gestor do Governo disse que vai analisar e negociar uma possível solução baseada na proposta protocolada, remarcando uma reunião para a próxima segunda-feira (31), para nos dar uma resposta. Dessa forma, nós apresentamos o que foi discutido com o Executivo e os policiais civis decidiram suspender a paralisação por entender que o diálogo foi retomado e a proposta será avaliada”, comentou Edilza Faustino, dirigente do Sinpol/RN.

“A determinação da governadora Fátima Bezerra (PT) é evitar qualquer perda salarial aos servidores”, disse o Controlador-Geral do Estado, Pedro Lopes. Ele acrescentou que o Estado vai buscar a solução jurídica e administrativa possível para evitar qualquer prejuízo às categorias e voltará a se reunir na próxima segunda-feira (31) com as categorias para apresentar uma proposta.

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