quinta-feira - 15/05/2025 - 23:48h
Fruticultura

Secretário de Agricultura mostra importância de evento na China

Delegação mossoroense participa da feira internacional “Frutas do Brasil – Festival China 2025”, que acontece de 12 a 19 de maio deste ano, na cidade de Xangai, na China.

O secretário municipal da Agricultura, Faviano Moreira, mostra a importância da presença oficial do município, de produtores, técnicos e outras pessoas do setor, num evento de grande alcance.

O convite foi feito pelo presidente do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX-RN), Fábio Queiroga, e também pela Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS).

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) também reforçam a comitiva.

Entre os participantes municipais estão Moreira e o prefeito Allyson Bezerra (UB).

“O melão de Mossoró e a uva de Petrolina/PE são as únicas frutas certificadas à comercialização na China. Isso mostra o potencial da nossa economia e capacidade dos nossos empresários’’, afirmou Allyson.

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Categoria(s): Gerais / Política
domingo - 15/05/2022 - 12:20h

Negócio rural e o ser humano como grande investimento social

Por Josivan Barbosa

O comércio mundial de frutos tem um verdadeiro impacto nas comunidades e nas crianças, além da geração de postos de trabalho. Isto pode ser visto no exemplo do Peru onde os produtores levam a sério as suas responsabilidades sociais.

Hortifruti Peru (Nuevo Chao e Valle de Dios) trabalha com 600 crianças no Programa Anemia Zero (Foto: reprodução)

Hortifruti Peru (Nuevo Chao e Valle de Dios) trabalha com 600 crianças no Programa Anemia Zero (Foto: reprodução)

Eles organizam programas de impacto social destinados a melhoras as comunidades desde as crianças e idade pré-escolar e escolar até os adultos em comunidades rurais às vezes remotas.

Os trabalhos são realizados com a participação da Associação para o Desenvolvimento Agropecuário Sustentável (ADAS). É uma associação de empresas agrícolas que buscam influenciar na comunidade através de um trabalho conjunto entre a população, o Estado e as empresas privadas. Vejamos abaixo as principais atividades que pelas características das comunidades rurais do Semiárido poderiam também ser aplicadas pelas nossas empresas exportadoras de frutos tropicais.

  • Agropecuária Don Ricardo (Ica – Peru) – trabalha com 250 crianças (3 – 5 anos) espetáculos infantis para fomentar as práticas de bioseguridade e hábitos saudáveis.
  • Hortifruti Peru (Nuevo Chao e Valle de Dios) – trabalha com 600 crianças no Programa Anemia Zero.
  • Camposol – Programa Anemia Zero e oficinas para crianças
  • Grupo Cerro Prieto – Programa Anemia Zero
  • Complexo Agroindustrial S.A. – serviços médicos em geral: odontologia, obstetrícia, psicologia e nutrição em diferentes comunidades.

Exportação de castanha de caju para a China

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) realizou na última quinta-feira uma importante webinar sobre a exportação de castanhas para a China. O evento foi realizado pelo escritório da APEX – Brasil na China e teve a participação de algumas empresas interessadas no negócio.

A castanha de um modo geral é um produto muito desejado pelos chineses e o mercado está em evolução, principalmente porque a Covid – 19 impulsionou o consumo de produtos naturais e saudáveis. A castanha de caju está entre os 10 principais tipos de castanha demandados pela China.

No período 2000-2020 houve um considerável aumento na importação de castanha pela China. O Brasil está em vigésimo lugar na exportação de castanhas para o mercado chinês.

O impacto dos preços dos adubos no negócio do melão

Após ultrapassar com muita dificuldade o aumento dos custos de produção de melão e melancia  em função da pandemia, dos preços dos fretes marítimos  e das embalagens, agora o produtor desses frutos do Polo de Agricultura Irrigada RN –  CE, principal região produtora e exportadora de melão e melancia do país, vive o desafio do aumento dos custos de produção devido ao aumento dos preços dos adubos, que na sua maioria é adquirida no mercado internacional.

Os reflexos da nova alta das cotações de nitrogenados, fosfatados e potássicos em 2022, que já tinham subido de 100% a 200% no ano passado, começam a ganhar contornos concretos no dia a dia do campo em um momento importante da temporada. No segundo trimestre, há concentração de compras de insumos, agora tendo em vista a safra 2022/23.

O Brasil comprou 8% menos de fertilizantes químicos do que no intervalo de janeiro a março de 2021 e gastou 109% mais, segundo dados da Secex.

O aumento de preços dos adubos, forçará o produtor de melão e melancia na safra 2022/23 a buscar alternativas para manter a produtividade por hectare e a margem de seus negócios. Uma saída para amenizar o impacto dos preços tem sido escolher nutrientes com menos tecnologia embarcada. Se o produtor usava uma fórmula ‘premium’, ele escolhe agora uma menos concentrada.

Biocombustíveis

Produtores de biocombustíveis, como etanol e biodiesel, temem que o novo ministro de Minas e Energia (MME), Adolfo Sachsida, use a Pasta para avançar na proposta de redução de mistura de bicombustíveis aos fósseis para controlar a alta dos combustíveis aos motoristas.

Desde que os preços dos combustíveis começaram a subir e a pressionar a inflação, o Ministério da Economia vem defendendo a redução das misturas.

Os produtores argumentam que o Brasil poderia reduzir sua dependência de importação de diesel fóssil, que hoje é de 25%, com a elevação da mistura de biodiesel, o que também garantiria geração de empregos e aumento das compras de matéria-prima de cerca de 70 mil agricultores familiares pelo programa do Selo Biocombustível Social.

Outro justificativa apresentada pelos produtores é que o biodiesel pode reduzir as emissões de gases de efeito estufa em até 90% em comparação com as do diesel e diminuir a emissão de particulados, atenuando problemas respiratórios. Para cada ponto percentual de aumento da mistura de biodiesel, o benefício para a sociedade sobe R$ 30 bilhões ao ano, considerando externalidades de saúde, emprego, tributos e o PIB.

Serra do Mel

O vizinho município de Serra do Mel após vivenciar uma verdadeira revolução com os parques eólicos, agora poderá aproveitar melhor suas áreas e negociar a instalação de parques híbridos (eólica e solar). Os parques híbridos maximizam o rendimento das áreas de terra, pois o vento é melhor aproveitado a noite.

Energia Eólica offshore

O Rio Grande do Norte ainda vai esperar um pouco para o desenvolvimento da energia eólica offshore (mar). O país ainda possui grandes áreas de terra, o que não acontece em outros países, e potencial para usinas onshore.

A fonte pode fazer sentido no futuro, mas o ideal seria deixar que outros países avancem no desenvolvimento da fonte offshore, até para reduzir custos de implantação. Neste momento, não faz sentido investir, no Brasil, em uma tecnologia que é mais cara.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Ufersa

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Categoria(s): Artigo / Economia
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quarta-feira - 11/03/2020 - 21:38h
Petróleo e gás

Redepetro tenta abrir mercado internacional para empresas

A internacionalização de empresas do setor de petróleo e gás no Rio Grande do Norte foi tema de reunião entre a Associação Redepetro RN e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), nesta quarta-feira (11), na sede da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), no Rio de Janeiro (RJ).

Gutemberg e o analista de investimento da Apex Brasil, Carlos Padilha, conversaram no RJ (Foto: Redepetro/RN)

O presidente da Redepetro, Gutemberg Dias, e o analista de investimento da Apex Brasil, Carlos Padilha, trataram de missão de empresários potiguares ao evento Global Energy Show (GES), de 9 a 11 de junho de 2020, em Calgary, Canadá. A reunião também contou com a presença de representantes do Consulado do Canadá no Brasil.

“Estamos avançando nos contatos para conectar as empresas da Redepetro no mercado internacional de petróleo e gás, por meio de missões prospectivas e outras ações. Além da visita ao Canadá, também discutimos com a Apex Brasil alternativas para atrair investimentos para o Brasil, a partir das empresas congregadas na Redepetro”, diz Gutemberg Dias.

Diálogo internacional

A Apex-Brasil atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A agência realiza ações de promoção comercial, a fim de valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior. Isto é, faz a ponte entre o empresariado brasileiro e o mercado internacional.

Uma das oportunidades para isso, segundo Gutemberg Dias, é o Global Energy Show – evento líder em energia na América do Norte, que atrai mais de 53mil executivos internacionais e nacionais de petróleo e gás de mais de 22 mil empresas, além de mais de 170 especialistas do setor. “Excelente oportunidade para prospectarmos negócios”, observa.

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Categoria(s): Economia
domingo - 25/03/2018 - 08:40h

Um exemplo da Bahia para o Rio Grande do Norte

Por Josivan Barbosa

O Estado da Bahia comemora três anos de uma bem sucedida Parceria Público Privada (PPP) para a modernização, manutenção e prestação de serviços de diagnóstico por imagem para atendimento à rede de hospitais públicos de administração direta do Estado.

A empresa vencedora foi a Rede Brasileira de Diagnóstico (RDB), consórcio formado pela Alliar, pela Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico (FIDI) e pela Philips, que assinaram o contrato da PPP em 2015.O projeto foi estruturado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo International Finance Corporation (IFC), que celebraram convênio com a Bahia em 2012. O prazo do contrato é de 11 anos e seis meses, sendo que o investimento estimado é de aproximadamente R$ 100 milhões.

Antes da PPP o Estado tinha dificuldade de garantir a manutenção do parque de equipamentos, dada a sua complexidade. Os equipamentos estragavam mais rápido e isso acabava se refletindo num prolongamento do tempo de internação dos pacientes, porque eles ficavam aguardando para fazer um exame de alta complexidade. Após o estabelecimento da PPP, o Estado acabou com as filas ambulatoriais e tem folga para marcação de exames. Houve também redução do tempo de permanência nos hospitais.

Sem contar a qualidade dos laudos, a velocidade da entrega dos exames e a possibilidade de realizar exames que antes eram feitos de forma invasiva. Outro benefício foi poder levar o diagnóstico mais próximo de onde o indivíduo mora, o que permite acertar mais o tratamento.

A RDB atua em 11 hospitais do Estado, dos quais cinco em Salvador. Entre os compromissos do consórcio está a instalação de 42 novos aparelhos, entre equipamentos de ressonância magnética, tomógrafos, mamógrafos e equipamentos de raio x, nas 11 instituições de saúde.

Os serviços incluem realização de exames de radiografia, mamografia, ressonância magnética e tomografia computadorizada. A empresa também ficou responsável pela construção, reforma, adaptação, manutenção e conservação de todas as instalações necessárias à prestação dos serviços de apoio ao diagnóstico por imagem.

Mossoró precisa avançar na primeira PPP

O município de Mossoró precisa avançar e estabelecer a sua primeira PPP. Iluminação pública e mobilidade urbana representam duas áreas que poderiam ser trabalhadas em paralelo e despertar interesse da iniciativa privada.

Apesar do tamanho, mas a PPP que está sendo instalada em São Paulo pode servir de modelo para Mossoró.  Na capital paulista estão em andamento duas grandes PPPs, a de semáforos inteligentes e de iluminação pública, e um projeto para instalação de redes wi-fi, cuja modelagem ainda está em definição pela secretaria de inovação.

O contrato de R$ 6,9 bilhões foi assinado com o Consórcio FM Rodrigues/CLD, que será responsável pela modernização, expansão, operação e manutenção do parque de iluminação da capital por 20 anos. Serão substituídos 535.713 pontos de iluminação por LED, com redução de 40% no consumo de energia. A modernização do sistema semafórico será efetuada por meio de uma PPP administrativa, com investimento de R$ 1,5 bilhão do parceiro privado e remuneração dos serviços pela prefeitura. A PPP está na fase de recolhimento de Propostas de Manifestação de Interesse (PMI).

A reforma do ensino médio

Será que a reforma do ensino médio é uma mudança na direção correta? Como será sua implementação? A reforma conseguirá melhorar a educação no Brasil? Apesar do grande avanço educacional ocorrido no Brasil nas últimas duas décadas, ainda temos muitos problemas no ensino médio.

Dos 22 milhões de jovens entre 18 e 22 anos, 25% saíram da escola sem completar esse ciclo. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), que acompanham os mesmos alunos ao longo do tempo, mostram que 13% dos jovens abandonam a escola no primeiro ano do ensino médio e outros 12% o fazem no segundo ano. Ou seja, parte significativa dos nossos jovens não parece disposta a investir o tempo e o esforço necessários para obter o diploma do ensino médio.

A grande questão é como a reforma será implementada. Será que todas as escolas públicas terão condições de oferecer as diferentes trajetórias para seus alunos? Será que elas terão que contratar mais professores especialistas ou os professores existentes darão conta do recado? Há professores disponíveis nas diversas trajetórias nos pequenos municípios? Como ainda não temos respostas para todas essas perguntas, precisaremos ter muito cuidado com a implementação da reforma para não termos efeitos colaterais ruins.

Reunião da SAG-RN com produtores

Participamos na última quarta-feira de importante reunião convocada pelo secretário de agricultura do Estado do RN, engenheiro agrônomo e nosso ex-aluno, Guilherme Saldanha. O encontro serviu para aproximar a Secretaria de Agricultura do Estado aos produtores de agricultura irrigada do Polo de Agricultura Irrigada RN-CE. Contou com a importante participação do diretor da Abrafrutas e presidente do Comitê Executivo de Fruticultura do RN (COEX), Luiz Roberto Barcelos, e de diretores de órgãos que mantém um relacionamento mais direto com o setor, a exemplo do IDIARN, IGARN e IDEMA.

A principal demanda do setor produtivo continua sendo a celeridade das licenças ambientais e devolução dos créditos da Lei Kandir.

Luiz Roberto

O diretor da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), Luiz Roberto Barcelos, aproveitou a presença dos produtores e falou da abertura do mercado do Japão para as frutas oriundas da nossa região e dos recentes avanços na abertura do mercado chinês. Ele elogiou a atuação da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) com o financiamento da participação do setor produtivo na última Fruitlogística e garantiu a realização da Expofruit em 2018.

Monitoramento do lençol freático

O Governo do Estado, através do Instituto de Gestão de Águas do Rio Grande do Norte (IGARN),, defendeu o monitoramento do lençol freático Arenito-Açu como forma de garantir o desenvolvimento sustentável da região e evitar colapsos como o que ocorreu com o manancial calcário Jandaíra na região de Baraúna a partir de 2005.

De acordo com o Igarn, há um licenciamento simplificado para a outorga de poços em que o produtor necessita explorar até 20 m3/h. A outorga para água subterrânea é mais delicada, pois o Estado já perdeu o controle, o que força a necessidade urgente de cuidar do problema.

O Igarn entende que a água deve ser usada para o abastecimento normal e para o desenvolvimento do Estado, entretanto, como o órgão tem apenas três fiscais para todo o Estado, é muito difícil o controle.

Cobrança da água

De acordo com o representante do Igarn na referida reunião, a tendência é o Estado passar a cobrar pelo uso da água, o que garante o manejo racional e evita desperdícios. Com a redução do volume de água da barragem Armando Ribeiro no Vale do Açu, o produtor perfura, sem autorização, poços no aluvião, que em geral, tem muita água. O Igarn recomenda ao produtor que, antes de perfurar o poço, solicite a outorga da água.

Idiarn

O Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN (IDIARN), através de seu diretor-presidente, Camilo Collier, defendeu o uso de barreiras móveis em substituição às barreiras fixas que são mais caras e mais ineficientes. O Idiarn mostrou-se também favorável à ampliação da área livre de moscas-das-frutas o que pode ser acelerado com a redução do tempo de monitoramento de dois anos para seis meses das áreas vizinhas e que precisam ser reconhecidas como áreas livre da mosca.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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Categoria(s): Artigo
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sexta-feira - 30/05/2014 - 06:12h
Economia

Usibrás receberá importadores de castanha no Ceará

Andréh Jonathas (jornal O Povo)

Durante a Copa do Mundo, a Usibrás (empresa originária de Mossoró)  receberá importadores no Ceará. Os convidados são norte-americanos e fazem parte da ação da Apex-Brasil para trazer investidores ao País. Terão hospedagem, receptivo e ingressos para os jogos na Arena Castelão bancados pelo Governo Federal.

investidores que virão a Fortaleza para prospectar negócios na Copa do Mundo serão recebidos pela Usibras, indústria de processamento de castanha de caju no Ceará e no Rio Grande do Norte. A oportunidade de expandir as exportações está sendo viabilizada por meio de uma ação da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), vinculada ao Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic).

A Apex vai trazer ao Brasil 2,3 mil convidados de 104 países para a Copa do Mundo.

Lorena Araújo Vasconcelos, assistente executiva da diretoria Usibrás, participou do planejamento que tornou possível o contato com duas empresas norte-americanas. Uma delas é a Latitude/Specialty Commodities, uma das maiores importadoras de produtos orgânicos brasileiros. A outra é a YSA Brokers, empresa ponte entre empresários mundiais e dos Estados Unidos.

“Eles têm grandes projetos para o 2015, que é triplicar a compra de orgânicos para atender mercado asiático, por exemplo. Virão conhecer nossa fábrica”, conta. Ela revela que a Apex-Brasil está custeando a hospedagem e a ida para o jogo na Arena Castelão, inclusive com alguém da empresa local. “As empresas que estão vindo pagam as passagens. É um custo pequeno para a Usibras”, ressalta.

Nota do Blog Carlos Santos – A Usibrás é comandada pelo mossoroense Francisco Assis Neto (Grupo FAN), o “Assis da Usibrás”, um dos mais vitoriosos empresários locais, mas que há muitos anos ganhou dimensão multinacional, com negócios além das fronteiras do Brasil.

Sucesso é sempre um bom motivo para aplausos.

 

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Categoria(s): Economia
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