quarta-feira - 29/06/2022 - 12:24h
Jonny Costa

Carlos Eduardo tem nome de sua confiança no Governo Fátima

Jonny Costa: Datanorte (Foto:  reprodução)

Jonny Costa: Datanorte (Foto: reprodução)

Por Laurita Arruda (Território Livre)

Aos poucos.  o ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT) vai mostrando a força de sua parceria com a governadora Fátima Bezerra (PT).  São sinais inquestionáveis com chancela no Diário Oficial do Estado (DOE).

Hoje, a nomeação de Jonny Araújo Costa para ser o novo diretor presidente da Datanorte.

Ele vai para o lugar de Rosângela Fonsêca, que foi relocada na presidência da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Rio Grande do Norte (ARSEP).

Jonny integra o comando da campanha de Carlos Eduardo ao Senado e já foi quase tudo nas administrações do ex-prefeito; de Casa Civil a Urbana.

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terça-feira - 19/03/2019 - 23:46h
RN

Ex-prefeito passa a comandar Agência reguladora

O médico e ex-prefeito (três vezes) de Nova Cruz Cid Arruda (PSB) é o novo dirigente da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Rio Grande do Norte (ARSEP/RN).

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terça-feira - 12/03/2019 - 07:54h
Governo do RN

Ex-vereador assume Ouvidoria de Agência Reguladora

Passos: Arsep (Foto: Web)

O ex-vereador do Natal Olegário Passos foi nomeado para ser ouvidor da Agência Reguladora de Serviços Públicos do RN (ARSEP).

Passos, de origem baiana, também passou pelo secretariado da então prefeita natalense Micarla de Sousa.

Exerceu dois mandatos (1997 a 2004) de vereador na capital, tendo passado ainda pela direção da Federação Única dos Petroleiros (FUT).

Ele é muito ligado ao ex-deputado estadual Fernando Mineiro (PT).

Mineiro é o secretário Extraordinário para Gestão de Projetos e Metas de Governo do Rio Grande do Norte.

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quinta-feira - 24/11/2016 - 17:50h
Mossoró

Agência de “Francisco” guarda armadilhas para futura gestão

A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Rio Grande do Norte (ARSEP), autarquia criada em 1999 no Governo Garibaldi Alves Filho (PMDB), é uma espécie de base de justificativa para criação no âmbito da Prefeitura Municipal de Mossoró da Agência Mossoroense de Regulação dos Serviços Públicos (AMR). Apesar de propósitos parecidos, as duas tem consideráveis diferenças.

Prefeito pode "voltar" à Prefeitura via Agência (Foto: Arquivo)

O Projeto de Lei Complementar nº 126/2016 encaminhado pelo prefeito Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”, ao Legislativo, na última terça-feira (22), só foi publicizado à maioria dos vereadores e à opinião pública, por iniciativa do vereador Lahyrinho Rosado (PSB). Ele ‘descobriu-o’ nos escaninhos da burocracia da Câmara Municipal, divulgando seu conteúdo no dia passado (veja AQUI).

A AMR guarda como principal peculiaridade, o fato de ser apresentada através de projeto de lei ao “apagar das luzes” da conturbada e insolvente gestão do prefeito Francisco José Júnior (PSD). Ao mesmo tempo em que ele propaga com fervor apostolar que age há muitos meses para reduzir custo do erário, propõe-se a fabricar uma autarquia para gerar grande despesas sem uma justificativa sólida para isso. Custo mensal, inicial, de quase R$ 100 mil só com pessoal nomeado.

Intocável

O agravante é que em vários de seus dispositivos, o projeto faz da AMR uma “unidade autônoma” dentro do próprio sistema público municipal, que deixará a prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP) sem forçar à sua gestão, quase uma estranha à instituição.

O presidente da AMR, a ser escolhido pelo prefeito atual, passa a ser uma pessoa quase intocável. Veja o que diz o projeto: “O mandato do Presidente somente será abreviado nos casos de renúncia, condenação criminal, condenação por improbidade administrativa transitada em julgado ou decisão definitiva em processo disciplinar.” (Art 29, § 7º).

“O Presidente da AMR decidirá quanto a “contratação, nomeação, exoneração e aplicação de sanções disciplinares a seus servidores”. (Art 8º, XXVIII).

Em relação à Arsep, essa autarquia estadual é presidida desde o final de 2014 pela engenheira Kátia Pinto, ligada politicamente à então governadora Rosalba Ciarlini, que a nomeou no dia 26 de dezembro daquele ano, após negociar com o seu sucessor e governador eleito Robinson Faria (PSD), apoio para que o nome dela fosse acatado pela Assembleia Legislativa.

“Ex-prefeito” pode ser nomeado

No caso da AMR, não. Não há necessidade de aprovação da Câmara Municipal. Tudo estará nas mãos do prefeito Francisco José Júnior, que poderá nomear alguém de sua confiança e que, no próximo ano, terá autonomia até para aboletar o próprio “ex-prefeito” num cargo na diretoria. Essa acrobacia legal é possível de ocorrer, segundo o projeto de lei facilita implicitamente.

Kátia: nomeação negociada com Robinson (Foto: Arsep)

A Agência Reguladora do Estado funciona como uma autarquia especial, com fiscalização e regulação da Companhia Potiguar de Gás – POTIGÁS, no que se refere a definição das tarifas, fiscalização do parque gerador do Estado, no que se refere aos parques eólicos e usinas termoelétricas, além de contar com uma ouvidoria para os consumidores de energia elétrica do Estado. Ela nasceu no boom das privatizações, como necessidade fiscalizadora do próprio Estado àquele momento de enxugamento da máquina estatal.

Em relação à AMR, sua seara vai da área de atuação/fiscalização vai do saneamento e abastecimento de àgua à parte de limpeza urbana, chegando a ponto de “analisar e autorizar os reajustes e, quando for o caso, as revisões das tarifas, taxas, contraprestações pecuniárias (…)”.

Tem mais: o prefeito fica autorizado “a abrir um crédito especial de R$ 90 mil”, para fazer face “aos encargos financeiros à instalação da Agência e custear suas atividades iniciais”. O contribuinte paga a conta e a próxima gestão começará com mais um embaraço – ou armadilha – para enfrentar.

Veja também: “Isca” pode facilitar aprovação de Agência de Regulação (AQUI).

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quarta-feira - 23/11/2016 - 11:56h
Fim de governo

Prefeito envia projeto que cria autarquia com vários cargos

Desembarcou ontem (terça-feira, 22) sorrateiramente na Câmara Municipal de Mossoró, projeto de lei de origem do Palácio da Resistência (Executivo) que dispõe sobre a criação de uma Agência Mossoroense de Regulação dos Serviços Públicos (AMR) no âmbito da Prefeitura de Mossoró. Matéria polêmica.

Lahyrinho: estranheza (Foto: Valmir Alves)

A autarquia traz em seu bojo, um elenco de dispositivos que contraria de forma incisiva a maior exigência na coisa pública na atual crise: redução de gastos com eficiência. Terá custo mensal de R$ 80.575,00 em cargos comissionados e R$ R$ 11.500,00 em funções gratificadas.

A AMR garante a criação de 21 cargos comissionados. O agravante é que o seu diretor-presidente será nomeado pelo prefeito Francisco José Júnior (PSD).

Mais: o diretor-presidente terá mandato (irrevogável) de cinco anos, salário de mais de R$ 11 mil, bem como autonomia para nomeação de todos os demais comissionados.

Arsep

O mesmo projeto estabelece que a AMR terá receita de 2% sobre o que for arrecadado pelos prestadores de serviços concessionários da Prefeitura, como empresa de ônibus, Companhia de Águas e Esgotos do RN (CAERN), empresas de limpeza urbana etc.

Essa autarquia é uma versão municipal da Agência Reguladora de Serviços Públicos (ARSEP) do Estado. A Arsep tem como missão, “assegurar a qualidade, modicidade das tarifas e a universalização dos serviços públicos no âmbito de sua atuação, em benefício da sociedade do Rio Grande do Norte.”

O projeto veio às claras na sessão de hoje da Câmara Municipal de Mossoró, porque o vereador Lahyrinho Rosado (PSB) o exumou. Achou estranho algo dessa importância desembarcar ao apagar das luzes da atual gestão, mas cobrou amplo debate e audiência pública para se discutir a proposição.

Para o vereador, é como se fosse criada uma “outra prefeitura”. Francisco Carlos (PP) reiterou a ideia de audiência pública, também considerando questionável algo dessa envergadura só agora ser protocolado na Casa.

Nota do Blog – O Blog voltará ao tema, em face de sua enorme importância e gravidade. Dissecará o projeto e seus bastidores políticos.

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sexta-feira - 07/10/2016 - 09:58h
Mossoró

Kátia Pinto deverá ser nome importante da equipe de Rosalba

A engenheira Kátia Pinto, ex-secretária da Infraestrutura do Estado (SIE), é nome certíssimo ao futuro secretariado da prefeita eleita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP). Um “não” ao convite é descartado pela própria prefeita. Nem  pensa diferente.

Kátia foi cotada para ser vice (Foto: Wellington Rocha)

Em 2012, Kátia chegou a ser cogitada à campanha municipal como nome a prefeito. A  então vereadora Cláudia Regina (DEM) terminou vingando, mesmo não sendo a preferida de Rosalba em seu grupo, menos ainda por Carlos Augusto Rosado – líder desse grupo político.

No pleito suplementar de 2014, Kátia Pinto voltou a ter seu nome murmurado para a corrida eleitoral extraordinária, que terminou por eleger o vereador Francisco José Júnior (PSD) à Prefeitura.

Articulação com Robinson

Para a campanha deste ano, Kátia chegou a ser  sondada como candidata, dessa feita a vice da própria Rosalba. Não se desincompatibilizou do cargo de diretora-presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Rio Grande do Norte (ARSEP). Era pessoa da confiança do grupo para compor a chapa majoritária.

Mas durante a campanha municipal, ela foi colaborado discreta da amiga Rosalba.

O cargo de Kátia Pinto no Governo do Estado tem mandato de quatro anos. Foi nomeada no dia 26 de dezembro de 2014 pela então governadora Rosalba Ciarlini, num acordo de bastidores com o então governador eleito Robinson Faria (PSD), que deu aval para sua bancada na Assembleia Legislativa aprovasse o nome da indicada.

Kátia Pinto também integrou equipe de Rosalba à época de passagem dela pela Prefeitura de Mossoró. Sempre foi nome de grande importância em seu trabalho como gestora. Dessa feita não deve ser diferente, também no campo político futuro.

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quarta-feira - 06/07/2016 - 16:50h
Kátia Pinto

Nome da preferência de Carlos e Rosalba não pode ser vice

O casal Rosalba Ciarlini (PP)-Carlos Augusto Rosado não vai poder contar com uma pessoa de sua absoluta confiança, para o pleito municipal de Mossoró este ano. Por isso, sente-se um pouco frustrado.

Kátia segue na Arsep (Foto: Wellington Rocha)

Era da vontade de ambos, que a ex-secretária do Estado de Infraestrutura (SIN), Kátia Pinto, fosse o nome a vice na chapa à Prefeitura de Mossoró, este ano. Em pesquisas para consumo interno até recentes, o nome dela foi colocado para aferição de apoio popular.

Mas Kátia Pinto resistiu à ideia e esquivou-se da convocação. Apesar do cerco, não capitulou.

Ela não se desincompatibilizou do cargo de diretor-presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Rio Grande do Norte (ARSEP). Cumprirá mandato de quatro anos nesse órgão, para o qual foi indicada e nomeada pela então governadora Rosalba, em dezembro de 2014, com aprovação unânime da Assembleia Legislativa.

A Arsep acompanha e regula a política energética do Rio Grande do Norte.

Está em aberto, assim, o lugar de vice na chapa de Rosalba à Prefeitura de Mossoró.

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