terça-feira - 20/02/2018 - 23:38h
Bom senso

“Greve por dignidade” procura uma saída digna

Empinando uma natimorta “greve por dignidade” há mais de 100 dias, o professorado da Universidade do Estado do RN (UERN) tenta uma saída honrosa para sua mobilização. Algo menos vexatório, digamos.

Enfim, uma gota de bom senso.

O término hoje (terça-feira, 20) da paralisação dos servidores da Saúde (veja AQUI) isolou de vez a Uern e seus manifestantes.

Os grevistas uernianos seguem desdenhados pelo governo e ignorados pela sociedade. Até aqui estariam praticamente invisíveis, não fosse um spray de pimenta no meio do caminho (veja AQUI).

Voltarão de mãos abanando (como das vezes anteriores) de mais uma greve ineficaz e desgastante para a própria imagem da instituição. Não foi por falta de alerta do Blog Carlos Santos – que “cantou a pedra” diversas vezes.

A paralisação teve como grande “feito” esticar as férias de docentes e alunos por mais de 100 dias. Praia, viagens, Carnaval, Netflix, chopinho e WhatsApp deram o tom da vilegiatura à maioria dos grevistas.

Nada mais.

Aguardemos a próxima. Se houver.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
sábado - 17/02/2018 - 13:48h
Uern

Os primeiros 100 dias de uma greve “por dignidade”

O professorado da Universidade do Estado do RN (UERN) chega hoje à marca de 100 dias de greve.

A paralisação “por dignidade”, como a direção do Associação dos Docentes da Uern (ADUERN) justifica, começou dia 10 de novembro do ano passado.

Até aqui, não tem qualquer sinalizador de avanço ou de seu fim, para retomada do ritmo normal de atividades da instituição.

O governo Robinson Faria (PSD) estrategicamente tem evitado reagir ao movimento, deixando-o vagar como um zumbi.

Sem capacidade de mobilizar os próprios segmentos da Uern e sem apoio popular, a greve é praticamente ignorada.

Na Governadoria, a estratégia definida é de não judicializar o caso (veja AQUI).

A paralisação anterior dos professores durou 147 dias, em 2015. Assim, a soma das duas paralisações atinge 247 dias. Por enquanto.

Na gestão Rosalba Ciarlini (PP) também foram duas greves, que totalizaram 172 dias.

Leia também: Greves na Uern chegam a 382 dias com Rosalba e Robinson – 12-01-2018.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sexta-feira - 02/02/2018 - 13:20h
Uern

Professores mantêm greve em Universidade

Movimento não tem data para acabar (Foto: Aduern)

A greve dos professores da Universidade do Estado do RN (UERN) continua.

Decisão de assembleia geral da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN), tomada hoje.

Na segunda-feira (5), às 11h, a categoria terá mais uma audiência com o governo.

Terça-feira (6), às 8h, estará integrada a outros servidores em frente de luta na Assembleia Legislativa.

A paralisação começou dia 10 de novembro último. Professorado cobra salários em dia e outros direitos.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
segunda-feira - 18/12/2017 - 11:38h
Agora

Governador negocia diretamente com Fórum de Servidores

Começou a audiência entre o governador Robinson Faria (PSD) e Fórum de Servidores do estado, para tratar de greves do professorado da Universidade do Estado do RN (UERN), da Saúde e pleitos de outras categorias, relativos à atualização salarial.

Robinson (de perfil) abriu reunião com representantes dos servidores estaduais (Foto: cedida)

Acontece na Governadoria, em Natal.

A reunião estava inicialmente marcada para sexta-feira (150, mas foi transferida para hoje (segunda-feira, 18).

companhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Política
  • San Valle Rodape GIF
segunda-feira - 04/12/2017 - 21:12h
Em reunião

Estratégia de ocupação de Reitoria é censurada por MP

O promotor de justiça, José Alves Neto, que se reuniu hoje à tarde (veja AQUI) com representantes da Universidade do Estado do RN (UERN) e da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN), criticou a estratégia de ocupação de um imóvel público.

“Não creio que uma invasão seja a via correta para solucionar um problema desses. Isso beira o ilícito penal muito embora lá seja um prédio público”, frisou ele, em referência à ocupação da Reitoria da Uern no Centro de Mossoró, por professores temporários e estudantes, desde o último dia 30.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público
segunda-feira - 04/12/2017 - 20:32h
Reunião

MP mantém posição e temporários devem ser exonerados

O promotor de justiça José Alves Neto, substituindo Fábio Weimar Thé, titular da 7ª Promotoria do Patrimônio Público da comarca de Mossoró, descartou a possibilidade de rever a recomendação do Ministério Público do RN (MPRN), para suspensão dos contratos temporários de docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

A posição foi reiterada hoje à tarde, em audiência concedida a representantes da instituição e da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN).

O assessor jurídico da Aduern, Lindocastro Nogueira, tentou convencê-lo a fazer um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para permitir que os contratos temporários atuais sejam mantidos.

A sugestão foi prontamente rejeitada pelo promotor José Alves Neto. Alegou que o artigo 8 da Lei Estadual 9.339/15 não abre margem para uma segunda renovação dos contratos temporários.

Busca pelo entendimento

“Não vejo como emitir uma manifestação contrária a essa recomendação. Não tenho elementos para agir diferente”, explicou.

O assessor jurídico da UERN, Humberto Fernandes, alegou que tentou de todas as formas chegar a um entendimento com os ocupantes. “É uma regra que não tem como não ser cumprida. Sugerimos que ADUERN entrasse na Justiça e vindo uma decisão favorável não teríamos a menor dificuldade em cumprir”, declarou.

Lindocastro Nogueira, ao final da reunião, reconheceu que a posição da assessoria jurídica da Uern estaria correta. “A universidade passou a interpretar corretamente a lei. A nossa sugestão para corrigir esse problema é a universidade renovar desde que não ultrapasse dois anos de que essa renovação não impeça a convocação dos efetivos aprovados em concurso”, reforçou.

Ao todo 147 professores temporários não poderão ter os contratos renovados.

Leia também: Ocupação de Reitoria recrudesce e Uern teme grandes prejuízos AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público
  • Execom - PMM - Banner - Março de 2026
segunda-feira - 04/12/2017 - 10:37h
Hoje

MP recebe Uern e docentes para tratar sobre temporários

Ocupação continua (Foto: Aduern)

O Ministério Público do RN (MPRN) receberá às 15 horas de hoje (segunda-feira, 4) em sua sede em Mossoró, representantes da Universidade do Estado do RN (UERN) e da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN).

Na pauta, a recomendação que emitiu para exoneração de professores temporários/substitutos e a ocupação da Reitoria da instituição, fato que acontece desde o último dia 30 (quinta-feira).

“Intransigência”

O movimento protocolou hoje (04) um ofício conjunto reivindicando uma audiência com o Reitor e o cumprimento do conjunto de pautas dos ocupantes. A Reitoria quer o pleno trânsito de servidores de apoio, técnicos-administrativos etc. para retomada de serviços (veja AQUI).

“Nós consideramos que a posição da Reitoria foi de intransigência, ao descartar qualquer possibilidade de entrada parcial no prédio da administração, algo que nós estávamos propondo para permitir que serviços vitais funcionassem”, disse o professor substituto Vagner Ramos, segundo comunicado da Aduern à manhã de hoje para a imprensa.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Gerais / Justiça/Direito/Ministério Público
segunda-feira - 04/12/2017 - 08:22h
Em Mossoró

Ocupação de Reitoria recrudesce e Uern teme grandes prejuízos

A ocupação da Reitoria da Universidade do Estado do RN (UERN), em Mossoró, iniciada na última quinta-feira (30), por professores provisórios e estudantes, recrudesce nesse início de semana. Os ocupantes proíbem a entrada de servidores de qualquer categoria.

Reitoria: impasse (Foto: Arquivo)

Com a postura, processos administrativos, do interesse acadêmico e até de interesse jurídico dos próprios ocupantes, passam a sofrer comprometimento.

No final de semana, a Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN (ADUERN) divulgou informação à imprensa (veja AQUI) de que a ocupação “foi motivada pela deflagração da greve do professorado”, atestando “direito legítimo” desses temporários. Um equívoco.

No domingo (3), a Reitoria enviou ofício à Aduern, pedindo uma resposta oficial sobre a continuidade ou não da ocupação.

Processos comprometidos

Segundo apurou o Blog Carlos Santos, “a resposta chegou nesta segunda, com a alteração na pauta de reivindicação e condicionando a desocupação do prédio a, entre outras coisas, revisão do encerramento dos contratos dos professores provisórios”, não renovados por cumprimento à legislação estadual e recomendação do Ministério Público Estadual (MPRN).

O movimento tinha como pauta única a renovação do contrato de mais de 100 professores provisórios da instituição.

“Na Assessoria Jurídica, 136 processos de convocação, dentre os quais 125 de professores,  podem ser revogados se não forem concluídos e encaminhados ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) a tempo, assim como o envio ao tribunal das análises financeiras que possibilitarão a convocação de mais 43 concursados para a instituição”, acrescenta uma fonte da Uern.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sábado - 02/12/2017 - 04:20h
Mossoró

Ocupação de Reitoria segue e terá parecer do MPRN

Professores com contratos temporários vão continuar ocupando a Reitoria da Universidade do Estado do RN (UERN), em Mossoró. Eles iniciaram esse protesto na quinta-feira (30). O principal pleito do segmento é que os contratos sejam mantidos, uma vez que a suspensão foi motivada pela deflagração da greve, direito legítimo de todos os trabalhadores e trabalhadoras.

Durante a manhã e início da tarde dessa sexta-feira (1) foi realizada uma reunião com a equipe administrativa da universidade, buscando encontrar caminhos para resolução do impasse.

A Assessoria jurídica da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN) participou da reunião. Propôs que o Ministério Público (MPRN) seja procurado, a fim de defender a regularidade dos contratos provisórios, desde que estes não superem o prazo máximo legal de dois anos e não causem impedimento para a contratação de professores efetivos aprovados em concurso.

A assessoria jurídica da Uern concordou com a proposição. As duas partes irão procurar o MPRN, buscando parecer favorável à demanda, que solucione o impasse.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Gerais
sexta-feira - 01/12/2017 - 07:46h
Hoje

Tatiana Mendes negociará fim de paralisação na Uern

A secretária-chefe do Gabinete Civil do RN, Tatiana Mendes Cunha, realimenta hoje (sexta-feira, 1º) canal para negociação com grevistas do professorado da Universidade do Estado do RN (UERN), em greve desde o dia 13 último.

Ela recebe em Natal o reitor da instituição, professor-doutor Pedro Fernandes Neto, além de representantes dos grevistas, ligados à Associação dos Docentes (ADUERN).

Será às 9h em seu gabinete.

Ontem à noite, professores contratados ocuparam a sede da Reitoria em Mossoró, protestando contra iminente exoneração (veja AQUI).

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Política
  • Execom - PMM - Banner - Março de 2026
quinta-feira - 30/11/2017 - 20:12h
Uern

Nova ocupação

Docentes provisórios da Universidade do Estado do RN (UERN) ocuparam a Reitoria (em Mossoró) da instituição agora à noite.

Opção pela via judicial, para barrar exonerações deles, foi descartada.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
quarta-feira - 29/11/2017 - 22:36h
RN

Governo “desconhece” movimentos grevistas

O governo Robinson Faria (PSD) literalmente não toma a greve desencadeada pelos professores da Universidade do Estado do RN (UERN) como um problema seu. Nem do pessoal da Saúde, através do sindicato da categoria – o Sindsaúde.

Resolvê-las não é prioridade, como ocorrera na ameaça em relação à Polícia Militar, por exemplo.

Até aqui, não apresentou qualquer proposta palatável de atualização de salários, apenas promessa de empenho para fazê-lo.

Aos poucos, os grevistas da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN) vão se isolando ou sendo isolados mais ainda, com o passar dos dias.

Da mesma forma, os grevistas da Saúde.

Nessa terça-feira (28), a tentativa de entendimento entre as partes, no Fórum Seabra Fagundes em Natal, não tinha como avançar mesmo. O governo não escalou qualquer secretário do núcleo administrativo-financeiro e com autonomia para fechar nada.

Enfim, desdenhou de todos. Até da Justiça, que fez a intermediação.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Política
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
segunda-feira - 27/11/2017 - 13:40h
Em Natal

Polícia e sindicalistas voltam a ter novo confronto

Novo incidente entre grevistas/lideranças sindicais e forças policiais do estado foi registrado. Dessa feita, à manhã de hoje (segunda-feira, 27), em Natal, à porta da sede do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN/RN).

Vários vídeos circulam pelas redes sociais revelando diversos ângulos do conflito. Pelo menos dois sindicalistas ligados ao Sindicato dos Trabalhadores na Saúde do RN (SINDSAÚDE) foram detidos. Um deles saiu com um dos pulsos com algemas.

Os detidos foram Rosália Fernandes e João Assunção.

Os manifestantes obstruíam passagem de empregados terceirizados para o interior do Detran e a polícia foi chamada. De crescente bate-boca o estresse se transformou em luta corporal, com policiais jogando pelo dois membros do movimento ao chão, o que generalizou o tumulto.

Uso da força

O Sindsaúde e grevistas do professorado da Universidade do Estado do RN (UERN) reforçaram paralisação dos funcionários dessa autarquia. Ao contrário do pessoal da Saúde e dos membros da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN), os servidores do Detran têm salários em dia.

Na sexta-feira (24), o conflito foi na sede da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Finanças (SEPLAN).

Grevistas da Saúde e da Aduern foram retirados do imóvel que ocupavam desde a quarta-feira (22) com uso do Batalhão de Choque da Polícia Militar.

Foram desalojados com força física, spray de pimenta e bombas de efeito moral.

Em relação ao incidente de hoje, a Comunicação da PM informa que foi cumprido o dever, com reação proporcional à provocação recebida.

Nota do Blog – Era imprescindível mesmo que chegássemos a essas cenas lamentáveis? Vamos esperar o estampido de um tiro? Uma tragédia irreparável? Francamente.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
domingo - 26/11/2017 - 13:24h

Vencidos e vencedores na “Batalha da Seplan”

Por Carlos Santos

O incidente de desocupação do prédio-sede da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Finanças (SEPLAN), em Natal, à semana passada (sexta-feira, 22), suscita diversas abordagens.

A “Batalha da Seplan” é mais um ato de enredo em andamento.

Trazemos três ângulos de observações (dos grevistas, da Justiça e do Governo do Estado) que se encadeiam, ao mesmo tempo em que são excludentes pelo episódio em si.

Até então, o movimento grevista do pessoal da Saúde e do professorado da Universidade do Estado do RN (UERN) passava quase despercebido de boa parte da opinião pública.

Do ponto de vista legal, os líderes do movimento erraram na decisão e colocaram em risco a integridade de seus participantes. Sabiam disso; arriscaram.

A Justiça, através do magistrado Bruno Lacerda, assinou o despacho que cabia ao caso. Provavelmente, nenhum outro agiria de forma diferente.

Sob a ótica política, a estratégia foi um sucesso. Os manifestantes ganharam notoriedade como “vítimas’.

Quanto ao Governo Robinson Faria (PSD), mais uma vez errou feio.

Precipitou-se no uso desproporcional da força contra um “Exército de Brancaleone”. Poderia ter produzido uma tragédia.

Assim, deu musculatura e visibilidade aos protestos, até fora do estado. Paralelamente, instigou que outras categorias o façam também, encorpando aquilo que nunca foi – como anunciado – uma “greve geral”.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Para parecer forte, Robinson Faria de novo deu demonstração de fraqueza. “A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar”, aconselhou o general chinês Sun Tzu no clássico “A Arte da Guerra”, que o governador preferiu só folhear.

É um moribundo homiziado na Governadoria.

O movimento grevista ganha sobrevida, na justificativa abstrata de “luta pela dignidade”, mas ainda de bolsos vazios – o que deverá continuar.

Aguardemos os próximos movimentos das peças desse tabuleiro.

Leia também: Grevistas são retirados da Seplan com uso de força policial AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sexta-feira - 24/11/2017 - 19:08h
Em Natal

Grevistas são retirados da Seplan com uso de força policial

Terminou em confronto a reintegração de posse da sede da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Finanças (SEPLAN), ocupada por docentes da Universidade do Estado do RN (UERN) e servidores da Saúde desde a tarde da última quarta-feira (22).

Comando de greve recebeu determinação judicial, mas resolveu resistir até o confronto (Foto: cedida)

O Batalhão de Choque da Polícia Militar usou spray de pimenta, bombas de efeito moral e força física para retirar manifestantes do prédio, no final da tarde desta sexta-feira (24).

Eles receberam a determinação judicial por volta das 15 horas. Mas decidiram manter-se no imóvel.

Como não obedeceram o despacho do juiz Bruno Lacerda (veja AQUI) e a via negociada não avançou, a PM agiu.

Redes sociais

De imediato eclodiu um clima de revolta, que se espalhou também pelas redes sociais, com incontáveis áudios, textos e vídeos sendo pulverizados.

O governo ainda tentou “negociar”, antes da invasão policial. Ofereceu como alternativa o compromisso de reabertura do diálogo na próxima semana, com categorias em separado, mas nenhuma promessa de atualização salarial. Movimento grevista não aceitou.

São mais de dois meses de atraso no pagamento dos trabalhadores.

Não obstante o grave incidente, ninguém saiu ferido. A desocupação foi consumada e a Polícia Militar isolou o prédio com grades, mantendo os manifestantes a distância.

Mesmo rechaçados, os grevistas continuam no Centro Administrativo do Lagoa Nova, onde funcionam várias secretárias e outros órgãos do governo. Eles estão no local desde o último dia 13.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Gerais / Segurança Pública/Polícia
terça-feira - 21/11/2017 - 22:40h
Quarta-feira, 22

Aduern e Sindsaúde vão se reunir com governo do estado

Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN (ADUERN) e Sindicato dos Trabalhadores na Saúde do RN (SINDSAÚDE) participam amanhã (quarta-feira, 22), às 15h, de audiência com a Chefa de Gabinete do Governo do Estado e com membros da equipe administrativa.

O encontro tem como objetivo abrir negociação acerca da pauta de reivindicações das categorias, que acampam na Governadoria desde o dia 13 de novembro.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
  • Execom - PMM - Banner - Março de 2026
segunda-feira - 20/11/2017 - 20:55h
Greves

Comandos grevistas e governo estadual abrem conversação

Apesar do impasse e de greve em andamento da Saúde e do professorado da Universidade do Estado do RN (UERN), abre-se uma janela para o diálogo.

Durante o final da manhã de hoje, dirigentes da Associação dos Docentes da UERN (ADUERN) e do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde do RN (SINDSAÚDE) participaram de uma reunião na Procuradoria Geral do Estado (PGE).

“Os procuradores querem esse subsídio, com maior número de informações possíveis para poder intermediar a situação junto ao Governo do Estado e tentar resolver este impasse”, destacou o vice-presidente da Aduern, Alexsandro Donato.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Gerais
quarta-feira - 15/11/2017 - 19:50h
Governadoria

Grevistas se queixam de falta de energia elétrica

Segundo informações da Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN (ADUERN), “o  Governo do Estado preparou mais uma surpresa ingrata para os docentes da Uern e servidores da Saúde que acampam na Governadoria”.

É relatado que “o ponto de energia, que garante aos acampados a utilização de equipamentos básicos, como uma cafeteira ou carregadores de celular, foi desligado no meio da noite passada, sem qualquer diálogo, informe ou negociação com os grevistas.”

No momento do desligamento os servidores assistiam à televisão e se surpreenderam com o corte repentino, que deixou o acampamento às escuras.

Servidores da Saúde e Aduern começaram movimento de “greve geral” por tempo indeterminado na última segunda-feira (13), cobrando atualização salarial e contra projetos de supressão de direitos dos trabalhadores.

Nota do Blog – O que este Blog escreveu antecipando os fatos (veja AQUI) está ocorrendo: a anunciada “greve geral” não se confirmou. Nem mesmo os técnicos-administrativos da Uern toparam entrar nesse movimento, ‘vendido’ como “geral”.

Por outro lado, essa atitude governista não ajuda em nada no tamponamento desse fosso entre as partes conflitantes. É no mínimo intolerante, da mesma forma que a tentativa de invasão da governadoria por parte dos grevistas, na segunda-feira.

Leia também: Sugestão para fechar universidade ronda e assombra Uern AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
terça-feira - 14/11/2017 - 04:48h
Em Natal

Greve de servidores tem confronto e decisão de acampamento

Algumas categorias do serviço público estadual resolveram ficar acampadas no Centro Administrativo em Natal, em frente à Governadoria. Cobram atualização salarial. Pressionam o governo no Centro Administrativo, em Natal.

Nessa segunda-feira (13) houve confronto entre manifestantes e forças de segurança, quando houve tentativa de invasão da governadoria. Policiais usaram até spray de pimenta para contenção do grupo.

A decisão dos grevistas é pelo recrudescimento dos protestos.

A decisão do governo Robinson Faria (PSD) é diametralmente oposta: o acirramento dos ânimos não abre caminho para diálogo.

Nesse primeiro dia de mobilização no Centro Administrativo, a predominância foi de servidores da Saúde e professorado da Universidade do Estado do RN (UERN) que desde sexta-feira (10) já tinham aderido à paralisação.

Técnicos administrativos da universidade não participam da greve. Resolveram não aderir à greve.

Integrantes da Aduern participam do protesto e estiveram envolvidos em incidente (Foto: Web)

O governo já tinha negociado prioritariamente com as forças policiais no final de semana, freando o que mais temia: o seu aquartelamento, o que deixaria o estado completamente à mercê dos marginais.

Também houve acordo com servidores do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN/RN) e o Fisco não faz greve.

A tentativa de “greve geral” ficou aquém do que foi anunciado pelos sindicatos de servidores.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Gerais
sábado - 04/11/2017 - 05:30h
Nota

Docentes prometem greve na Uern “por dignidade”

A Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN (ADUERN) emitiu uma nota oficial à comunidade acadêmica e à sociedade, justificando sua decisão de promover greve por tempo indeterminado a partir do próximo dia 10.

Sob o título “Greve por dignidade”, lança desfiando argumentos. Leia abaixo:

A decisão da categoria docente da UERN de entrar em greve a partir do dia 10 de novembro de 2017 não pode ser festejada, tampouco ser tratada com indiferença ou simplesmente na retórica, respeitada. Essa greve representa a indignação da categoria frente ao descaso e desrespeito com que o governo do estado do Rio Grande do Norte tem tratado os servidores públicos e, em especial, os/as professores/as da UERN. Há 20 meses os/as trabalhadores/as do estado vivenciam uma situação de incerteza em relação ao pagamento dos salários e uma condição de precarização do serviço público que afeta grande parte da população do Rio Grande do Norte.

A greve, deliberada por ampla maioria da categoria docente da UERN, é resultado de uma política econômica desastrosa que condiciona os/as trabalhadores/as do Estado a carregarem os serviços públicos nas costas. Saúde, educação, segurança e os demais serviços só funcionam porque os/as trabalhadores/as assumem o compromisso de todos os dias exercerem o seu trabalho com responsabilidade.

É resultado, também, dos ataques recentes que têm sofrido a Universidade e a categoria docente: retirada dos aposentados da folha de pagamento da UERN; ameaça de suspensão do plano de saúde por falta de repasse do governo; rebaixamento do valor do auxílio saúde, bem como a exclusão dos aposentados a esse auxílio. Tudo isso se soma ao insustentável quadro de atrasos salariais e  cinco anos sem qualquer reposição.

Mediante essa conjuntura, o governo não tem cumprido o dever de fazer com que o Estado funcione; não tem respeito aos trabalhadores/as; não considera importante as famílias de todos e todas que dedicam suas vidas e seu trabalho ao serviço público. Por isso, os/as professores/as da UERN se somam aos milhares de trabalhadores/as do estado do Rio Grande do Norte em nome da nossa dignidade, da nossa condição de sobrevivência e em respeito aos serviços públicos e a toda população potiguar.

A história particular da UERN revela que há muito tempo estamos em luta para garantir a manutenção da instituição como universidade pública, gratuita e de qualidade. Compreendemos que a UERN é um dos maiores patrimônios do estado do Rio Grande do Norte por impulsionar o desenvolvimento econômico e social e, principalmente, por possibilitar que os filhos e filhas dos trabalhadores pobres tenham acesso ao ensino superior; por estar presente em todas as regiões do estado cumprindo a interiorização e formando a maioria dos/as profissionais do Rio Grande do Norte.

É impossível pensar no crescimento de um estado sem uma Universidade. Para os que divulgam falaciosamente o endogenismo da categoria docente indicamos que investiguem quem sempre lutou em defesa da UERN; quem esteve em confronto com o judiciário e executivo mediante o anúncio da privatização da nossa universidade.

A nossa Greve é por Dignidade sim! Exigimos salários em dia; Exigimos a retirada da mensagem à assembleia que aumenta a alíquota previdenciária; Exigimos condições melhores de trabalho; Exigimos a permanência dos aposentados na folha de pagamento da UERN; Exigimos respeito ao nosso trabalho, ao nosso suor, ao nosso saber, a nossa vida. Exigimos a existência da UERN como Universidade Pública, Gratuita e de Qualidade. É o nosso compromisso!

A Diretoria

Leia também: Sugestão para fechar universidade ronda e assombra Uern AQUI;

Leia também: Decisão de “greve geral” é permeada por alto risco AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
quarta-feira - 01/11/2017 - 11:44h
Anote

Decisão de “greve geral” é permeada por alto risco

A decisão do professorado da Universidade do Estado do RN (UERN) de fazer greve e partir pro confronto com o governo estadual, tomada dia passado, não tem apoio do segmento de técnico-administrativos.

A Associação dos Docentes da Uern (ADUERN) pode terminar tendo que esgrimar quase sozinha, com flancos descobertos.

Tem fôlego para outra longa paralisação de 147 dias como em 2015 (gestão Robinson Faria-PSD) e duas que totalizaram 172 dias com Rosalba Ciarlini (PP)?

A “greve geral” dos servidores estaduais marcada para o dia 10 caminha para ser um fiasco.

Não há sinalizador de forte adesão, da educação à saúde, por exemplo.

Outras categorias pensam e repensam esse caminho.

Astutamente, o governo também procura esvaziar movimento com negociações seccionadas por categorias. Entabula o “enrolation” de sempre com policiais.

Vai atualizar pagamentos etc., promete. Ah, tá!

Se todas as categorias não estiveram fechadas, como um monobloco, ninguém vai a lugar nenhum.

Anote, por favor.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
sexta-feira - 27/10/2017 - 21:40h
Uern

Professores vão decidir se entram ou não em greve

A Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN (ADUERN) realiza na próxima terça-feira (31/10) às 9h, Assembleia Geral para discutir a adesão à greve unificada do funcionalismo público estadual, que terá início a partir do dia 10 de novembro.

A indicação de uma greve por tempo indeterminado em todas as categorias foi definida em reunião do Fórum dos Servidores do RN, na tarde de quinta-feira (26).

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011 - 2026. Todos os Direitos Reservados.