segunda-feira - 22/02/2021 - 16:34h
Grossos

Prefeita tenta captar mais recursos para município

Prefeita fica até sexta-feira em Brasília (Foto: PMG)

Prefeita fica até quinta-feira em Brasília (Foto: PMG)

A prefeita de Grossos, Cinthia Sonale (PSDB), cumpre agenda em Brasília nesta terça-feira (23).

A prefeita visitará a bancada federal do RN, para buscar suporte de projetos e recursos que possam garantir avanço nas áreas da saúde, educação, infraestrutura e habitação.

Discutirá a possibilidade de incentivos financeiros  de custeio para os centros Covid-19, emendas para equipamentos e materiais permanentes, emenda para construção, reforma e ampliação de Unidades Básicas de Saúde (UBS), bem como recursos para aquisição de móveis à Clínica Odontológica.

Além disso, a prefeita vai com a missão de viabilizar emendas para montar a Rede de Frios no município, que é um processo de armazenagem, conservação, manutenção, distribuição e transporte de vacinas que integram o Programa Nacional de Imunização. Outras questão da saúde também estão na pauta.

Ela deverá ficar em Brasília até o dia 25 (quinta-feira), com compromissos também em alguns ministérios.

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quinta-feira - 16/07/2020 - 23:36h
Guamaré

Economista mostra projeto de Polo Cloroquímico em Brasília

Carlos Duarte expôs a ministros, técnicos e convidados no Ministério do Desenvolvimento Regional

O economista e consultor de negócios mossoroense Carlos Duarte (criador e editor do extinto Jornal Página Certa) apresentou nessa quinta-feira (16) em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento Regional, projeto de sua autoria para implantação do Polo Cloroquímico e Industrial de Guamaré (RN). Atendeu a convite do ministro titular da pasta, ex-deputado federal Rogério Marinho.

Carlos Duarte (de pé) apresenta projeto a técnicos, ministros e convidados em Brasília (Foto: cedida)

Numa exposição com suporte de elementos gráficos, por mais de três horas Duarte mostrou a viabilidade econômica do empreendimento, que tornará o Brasil um dos grandes referências mundiais no setor, haja vista as condições naturais na área, e outros aspectos, à sua operacionalização. “Também revitalizará a indústria salineira”, previu.

O Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) também participou da reunião, mas por videoconferência.

O deputado federal e coordenador da bancada federal do RN, Rafael Motta (PSB), deputado estadual Hermano Morais (PSB) e o prefeito de Guamaré, Adriano Diógenes (MDB), estiveram na palestra de Carlos Duarte como convidados pelo ministério.

Amplitude

A amplitude do Polo Petroquímico e Industrial de Guamaré para a indústria nacional e exportação é algo revolucionário. Seu alcance, sendo viabilizado, alcançará diversos setores, com componentes obrigatórios em produtos farmacêuticos, refrigerantes, solventes, lavagem a seco, algicidas, bactericidas, desodorantes, desinfetantes para piscinas, purificadores de águas portáteis, aditivos para óleos e detergentes, produtos químicos para papel, amaciantes, cosméticos, lubrificantes, defensivos agrícolas, vestuário, tintas, plásticos etc.

– Estou muito satisfeito por ter sido, finalmente, ouvido. Há muito tempo apresentei esse projeto no meu estado, mas nada saiu do lugar, nada avançou. Graças à intermediação de outras pessoas e uma conversa preliminar com o ministro Tarcísio Gomes, chegamos a ter essa oportunidade – comentou Carlos Duarte com o Blog Carlos Santos.

“Apresentamos o projeto para uma plateia de ministros, técnicos e outros convidados, que compreenderam a dimensão dele e a capacidade transformadora para fortalecimento da indústria nacional e sua independência de insumos em diversos campos de produção. A riqueza do RN é desmedida, temos tudo, tudo para avançarmos com fortalecimento do PIB (Produto Interno Bruto), empregos, renda e tributos”, projetou.

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quarta-feira - 17/06/2020 - 10:10h
Ministério

Posse de Fábio Faria acontece nesta quarta-feira

Faria: posse às 11h (Foto: arquivo)

O deputado federal em quarto mandato pelo RN, Fábio Faria (PSD), será empossado oficialmente como ministro das Comunicações nessa quarta-feira (17).

A solenidade acontecerá no Palácio do Planalto às 11 horas.

A pasta passa a agregar a Secretaria Especial de Comunicação Social, antes na Secretaria de Governo da Presidência da República, além das secretarias de Radiodifusão e Telecomunicações.

Telebras, os Correios, a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) e a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) também vão compor esse conjuntos de órgãos ligados ao ministério.

Substituições

Na Câmara dos Deputados, onde é também o atual Terceiro-Secretário da Mesa Diretora da Casa, ele será substituído pela vereadora natalense Carla Dickson (PROS), mulher do deputado estadual Albert Dickson (PROS).

O substituto dela na Câmara Municipal de Natal será Júlio César Silva de Andrade (PL), “César de Adão Eridan” (seu pai, ex-vereador).

Conheça como foi a decisão do presidente à nomeação de Faria e perfil de Carla Dickson clicando AQUI.

Conheça AQUI perfil de César de Adão Eridan.

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sexta-feira - 12/06/2020 - 10:26h
Comunicações

Jornal mostra que Fábio Faria terá papel pacificador

O jornal Correio Braziliense dá destaque nesta sexta-feira (12) ao deputado federal em quarto mandato, pelo RN, Fábio Faria (PSD). Traça perfil do político anunciado essa semana para ser o futuro ministro das Comunicações, mas também trata sobre sua vida empresarial e familiar.

Fábio, com o sogro ao centro, terá papel delicado numa pasta que está sendo recriada (Foto: reprodução)

“O novo ministro das Comunicações, deputado Fábio Faria (PSD-RN), entra no governo Jair Bolsonaro com um papel de pacificador da relação do Palácio do Planalto com o Congresso e a missão de melhorar o relacionamento do Executivo com imprensa”, abre o CB na cabeça da matéria.

Família e política

Aos 42 anos, o deputado que está em seu quarto mandato na Câmara é de família tradicional na política potiguar e foi escolhido por seu trânsito nos bastidores do Palácio do Planalto. Faria tem a simpatia do clã Bolsonaro, por suas relações com o setor de mídia e laços familiares.

É genro de Silvio Santos, dono do SBT, casado com Patrícia Abravanel, uma das herdeiras e apresentadora do canal. Ela é dona também da TV Alphaville, um canal por assinatura que leva o nome do bairro de luxo onde moram, em Barueri, na Grande São Paulo. Ministro e a mulher também são sócios numa empresa de produção artística ligada à TV aberta, a New Beginnings.

Veja a íntegra AQUI.

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sexta-feira - 22/05/2020 - 18:56h
Brasília

Ele, Bolsonaro

Vídeo sobre reunião foi revelado hoje (reprodução)

Discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é coerente com ele e com o que mostrou em campanha.

Fala para seu público.

São grosserias, palavrões, linguagem inculta para um presidente, mas tudo fiel ao que sempre revelou ser.

Cara do vídeo foi eleito presidente sendo isso e assim.

Veja AQUI e AQUI trechos de vídeo revelado nesta sexta-feira (22), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre reunião do presidente com ministro, em que faz uma série de declarações polêmicas, o mesmo ocorrendo em falas de alguns de seus auxiliares.

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terça-feira - 05/05/2020 - 18:50h
Ontem e hoje

Cale a boca, jornalista!

Livro que diz muito (Reprodução BCS)

Para que entendamos o destempero de Jair Bolsonaro e de tantos outros poderosos, irascíveis com a imprensa, leiamos “Cale a boca, jornalista” – de Fernando Jorge.

Ele faz apanhado que vem de muito longe sobre essa fúria que não é só de Messias.

Hoje, em Brasília

O presidente Jair Bolsonaro mandou repórteres calarem a boca nesta 3ª feira (5.mai.2020) e disse que não interferiu na mudança da superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, berço político de sua família. O novo diretor-geral da corporação, Rolando Alexandre de Souza, foi nomeado na segunda-feira (4) e logo que assumiu promoveu mudanças no comando da PF no RJ (Poder 360 – veja AQUI).

“O senhor pediu a troca, presidente?”, perguntou uma repórter.

“Isso é uma patifaria!”, gritou Bolsonaro.

“O senhor pediu alguma troca no Rio?”, perguntou novamente a repórter.

“Cala a boca! Não te perguntei nada!”, gritou mais uma vez.

Os apoiadores vibraram.

“O senhor pediu a troca, presidente?”, insistiu outro repórter.

“Cala a boca! Cala a boca!”, continuou.

Bolsonaro seguiu criticando a imprensa – em especial o jornal Folha de São Paulo – e foi embora, sem responder diretamente às perguntas sobre a troca na Polícia Federal do Rio.

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quarta-feira - 22/04/2020 - 23:26h
Democracia

Bolsonaro ‘dá batido’ em quem pede quebra da normalidade

Em entrevista à imprensa e em conversa com populares que o aguardavam à porta do Palácio do Alvorada nesta quarta-feira (22), em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a ‘dar batido’ em partidário que levantou voz contra fechamento de outros poderes e intervenção militar.

– Aqui não tem fechar nada. Aqui é democracia – reagiu bruscamente. “Aqui é respeito à Constituição Brasileira. Supremo aberto, transparente; Congresso aberto, transparente. Nós, o povo, estamos no poder”, completou.

Já na segunda-feira (20) – veja AQUI -, ele já tinha dado o mesmo freio.

No domingo (19), não. O presidente participou (veja AQUI) de manifestações que chegaram a pregar essa quebra de normalidade institucional e democrática.

Leia tambémEsqueça essa ideia de intervenção militar.

Nota do Blog – Há tempos repetimos aos babaquaras que falam em ditadura que não há respaldo popular, internacional e nas forças armadas para essa estupidez. O próprio Bolsonaro, apesar de nitidamente desejá-la, já ajustou o discurso mais uma vez.

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domingo - 19/04/2020 - 23:10h
Brasil

Bolsonaristas pedem intervenção militar; Bolsonaro dá apoio

Teve pouca expressividade a denominada “mega carreata” organizada por bolsonaristas em Mossoró, neste domingo (19).

Manifestantes desceram de veículos e fizeram apelo à intervenção em frente ao Tiro de Guerra (Foto: redes sociais)

A mobilização começou no Alto de São Manoel e chegou a ter como uma de suas ‘novidades’, concentração no centro da cidade, em frente ao Tiro de Guerra 07-010.

Alguns manifestantes desceram de seus carros e deram eco a pedido de intervenção militar, além de fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Natal

Em Natal, os organizadores conseguiram levar número mais considerável de carros e manifestantes às ruas, mas bem aquém do que já organizaram noutras ocasiões. 

Um dos pontos principais pontos da carreata foi em frente ao Batalhão de Infantaria Motorizada do Exército, como mostra vídeo postado pelo Blog Thaisa Galvão.

Vários integrantes sequer usavam máscaras, circulando e se aglomerando despreocupadamente.

Em Brasília

Já em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro subiu na carroceria de uma picape e discursou para dezenas de pessoas. Entre pigarros e tosses, ergueu os braços e ganhou aplausos e gritos de “mito”

Os manifestantes defenderam intervenção militar em frente ao Quartel-General do Exército.

Bolsonaro ergue braços e é aclamado por militantes aglomerados em frente ao QG do Exército (Foto: Metrópoles)

“Nós não queremos negociar nada. Nós queremos é ação pelo Brasil. O que tinha de velho ficou para trás. Nós temos um novo Brasil pela frente. Todos, sem exceção, têm que ser patriotas e acreditar e fazer a sua parte para que nós possamos colocar o Brasil no lugar de destaque que ele merece. Acabou a época da patifaria. É agora o povo no poder”, discursou Bolsonaro.

Em redes sociais, ministros do STF como Gilmar Mendes, Luís Barroso e Marco Aurélio Mello reagiram às manifestações. “É assustador ver manifestações pela volta do regime militar”, disse Barroso.

Governadores

Vinte dos 27 governadores assinaram nota conjunta denominada de Carta Aberta à Sociedade Brasileira em Defesa da Democracia (veja AQUI). Os que formam outro bloco são esses: Gladson Cameli (PP-Acre), Wilson Miranda (PSC-Amazonas), Ibaneis Rocha (MDB-Distrito Federal), Ratinho Júnior (PSD-Paraná), Coronel Marcos Rocha (PSL-Rondônia), Romeu Zema (Novo-Minas Gerais) e Antônio Denarium (PSL-Roraima).

Saiba mais clicando AQUI.

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segunda-feira - 06/04/2020 - 19:24h
Em Brasília...

Chefe, cadê você?

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), sempre durão, quer demitir o subordinado que não lhe obedece e debocha até de seus chiliques (veja AQUI e AQUI.

Mas recua.

Hierarquia segue subjugada ou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, fará a vontade do chefe loquaz?

Não falta material para chargistas no Circo Brasil.

Falastrão e intempestivo, Bolsonaro transformou um político comum em ‘grande ministro’ aos olhos do povo, que virou um problema para si.

Política é uma atividade de Inteligência e transpiração.

Jair agora tenta conter a criatura que concebeu: Mandetta.

Leia também: Bolsonaro ameaça, mas desiste de demitir Mandetta.

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quinta-feira - 02/04/2020 - 22:28h
Mulheres

Veja a história e como funciona a “cota de gênero” em eleições

Por Rafael Teodoro (Do Politize)

A presença de mulheres na política tem ganhado, nos últimos anos, um lugar privilegiado no debate público. Historicamente alijadas da vida política, as mulheres conquistaram o direito ao voto mais tardiamente do que os homens. A quantidade de mulheres no Poder Legislativo, no entanto, permanece significativamente menor em relação à de mulheres na sociedade.cotas de gênero - mulheres, eleições , nominatas

Como forma de corrigir esse problema de sub-representatividade, o Brasil vem adotando, desde os anos 90, uma série de regras eleitorais que visam a aumentar a quantidade de mulheres candidatas e eleitas em eleições proporcionais, isto é, aquelas para as casas legislativas (Câmara Municipal, Assembleia Estadual e Congresso Nacional). Neste artigo, você conhecerá um pouco dessa história e as suas consequências para as eleições municipais.

Histórico das cotas

No Brasil, o voto feminino só foi permitido a partir de 1932. Naquele ano, por decreto do Presidente Getúlio Vargas, foi criado o Código Eleitoral Provisório, primeiro código eleitoral do país. Ele estabeleceu o direito das mulheres de votar e de serem votadas, além de instituir a Justiça Eleitoral, o voto secreto e o sistema proporcional de representação.

As reformas que estenderam o voto às mulheres tornaram, também, o voto obrigatório. Entretanto, a obrigatoriedade dos votos se dirigia apenas aos homens. Já para as mulheres, em 1932 o exercício do sufrágio era condicionado a uma série de restrições. Assim, poderiam votar somente as mulheres casadas, com autorização dos maridos, e as viúvas e solteiras que tivessem renda própria.

Em 1934, as restrições ao voto feminino foram eliminadas do Código Eleitoral, mas a obrigatoriedade do voto permaneceu como um dever  exclusivamente masculino. Esse dispositivo dificultou a universalização do sufrágio e a participação feminina na vida política do país.  Apenas em 1946 a obrigatoriedade do voto foi estendida às mulheres.

Décadas mais tarde, ao longo dos anos 90, entraram em vigência as primeiras leis de ação afirmartiva para mulheres em eleições proporcionais. A Lei 9.100/95 foi a primeira proposta nessa direção. De autoria de Marta Suplicy, à época deputada federal, a legislação previa que no mínimo 20% da lista de candidatos de cada partido ou coligação deveria ser preenchida por candidatas mulheres. A proposta, apelidada de “Lei das Cotas”, valia, contudo, apenas para as Câmaras Municipais:

Lei N.º 9.100, de 29 de setembro de 1995 (Diário Oficial da União de 02/10/95)
Artigo 11. Cada partido ou coligação poderá registrar candidatos para a Câmara
Municipal até cento e vinte por cento do número de lugares a preencher.
§ 1º Os partidos ou coligações poderão acrescer, ao total estabelecido no caput,
candidatos em proporção que corresponda ao número de seus Deputados
Federais, na forma seguinte:
I – de zero a vinte Deputados, mais vinte por cento dos lugares a preencher;
II – de vinte e um a quarenta Deputados, mais quarenta por cento;
III – de quarenta e um a sessenta Deputados, mais sessenta por cento;

IV – de sessenta e um a oitenta Deputados, mais oitenta por cento;
V – acima de oitenta Deputados, mais cem por cento.
§ 2º Para os efeitos do parágrafo anterior, tratando-se de coligação, serão
somados os Deputados Federais dos partidos que a integram; se desta soma não
resultar mudança de faixa, será garantido à coligação o acréscimo de dez por
cento dos lugares a preencher.
§ 3º Vinte por cento, no mínimo, das vagas de cada partido ou coligação deverão
ser preenchidas por candidaturas de mulheres.

§ 4º Em todos os cálculos, será sempre desprezada a fração, se inferior a meio, e
igualada a um, se igual ou superior.
(grifo nosso)

A chamada Lei de Cotas resulta, em parte, de um contexto internacional mais amplo. De fato, meses antes da promulgação da Lei 9.100/95, o Brasil havia assinado a Plataforma de Ação Mundial da IV Conferência Mundial da Mulher. A resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), naquela Conferência, recomendava ações afirmativas para acelerar a diminuição das defasagens de gênero na participação do poder político.

A Lei das Eleições

Dois anos depois, em 1997, discutia-se no país a importante edição de um conjunto de normas que regulamentasse o processo eleitoral, já que o Brasil carecia de um sistema eleitoral unificado e permanente. Até aquele momento, em cada eleição eram promulgadas novas leis, abrindo margem para uma série de casuísmos, isto é, para a manobra de regras eleitorais com a finalidade exclusiva de se obter benefícios eleitorais. No bojo dessa intensa discussão, foi forjada a Lei 9.504/97 -ou Lei das Eleições.

Embora o processo de aprovação do Projeto de Lei tenha sido marcado por uma série de impasses, a questão da equidade na participação de homens e mulheres na política não foi objeto de grandes conflitos no Plenário. Assim, foi com relativa tranquilidade que a Lei das Eleições cristalizou algumas diretrizes da legislação de cotas anterior, transformando a reserva de vagas em legislação permanente.

Além disso, a Lei 9.504/97 expandiu consideravelmente o escopo das ações afirmativas. Presentes até então apenas nas Câmaras Municipais, as cotas de gênero passariam, a partir dali, a valer também para as Assembleias Estaduais e para a Câmara dos Deputados. Ficou de fora, no entanto, o Senado Federal. Conjuntamente, houve um aumento no percentual mínimo de candidaturas para as listas de candidatos(as) de partidos e coligações. Passou-se, assim, do mínimo de 20% instituído em 1995, para 30% -com a ressalva de que em 1998, na eleição um ano após a vigência da Lei das Eleições, as cotas seriam transitoriamente de 25%, atingindo 30% apenas nas eleições subsequentes.

Desafios abertos

Apesar dos avanços em termos de abrangência, a Lei das Eleições de 1997 carregou debilidades da Lei de Cotas. Ambas indicaram que o percentual de vagas a serem reservadas para mulheres deveria ser calculado sobre o total de candidaturas que um partido ou coligação pode lançar por circunscrição eleitoral, e não sobre a quantidade de candidatos efetivamente apresentados.

Por exemplo, se um partido pode lançar um número de candidatos igual a 200, essa lei garantia que 60 das possíveis candidaturas (30%) deveriam ser reservadas para as mulheres. Ocorre, no entanto, que é comum que os partidos lancem um número de candidatos abaixo do máximo teórico permitido. Assim, se esse partido hipotético lançasse 100 candidatos do gênero masculino, e nenhum do gênero feminino, ainda estaria cumprindo o exigido por essa cota: o número de candidatos homens não ultrapassou a cota de 80% das candidaturas totais que o partido poderia lançar. Quer dizer, completar os 30% não foi definido como obrigatório na legislação. Desse modo, os partidos que não preenchessem o percentual mínimo com nomes femininos poderiam deixá-lo em aberto.

Ao definir que a porcentagem de reserva de vagas deveria incidir sobre a lista potencial e não sobre a quantidade final de candidatos, a Lei das Eleições perdeu força e eficácia. Os partidos aproveitaram a brecha da legislação que determinava apenas a reserva, mas não o preenchimento, e não completaram as vagas, deixando-as no todo ou em parte vazias.

À medida em que se implementava a política de cotas, percebeu-se essa disformidade. Como forma de corrigi-la, em 2009 a Lei 12.034/2009 deu nova redação à política. Assim, ela tornou obrigatório o preenchimento do percentual mínimo de 30% para candidaturas femininas. O resultado foi um aumento expressivo do número de candidatas mulheres, significativamente maior do que o experimento nos anos anteriores.

A questão do financiamento

A política de cotas, em especial após a regulamentação de 2009, foi capaz de incentivar consideravelmente o número de candidaturas femininas. No entanto, o número de mulheres eleitas para as Cagas Legislativas não aumentou na mesma proporção. Isso porque, além da dificuldade em se candidatar, as mulheres também enfrentam desafios no que diz respeito ao apoio interno nos partidos. A quantidade de recursos e verbas que  são destinados às campanhas determinam, significativamente, as chances de sucesso e eleição dos postulantes aos cargos Legislativos.

O desenho da legislação, contudo, abria brechas para a criação de candidaturas meramente formais, já que os partidos podiam apresentar candidatas mulheres apenas para preencher os requisitos legais. Na prática, essas “candidatas laranja” não integram de fato a corrida eleitoral.  Sem qualquer investimento monetário, muitas delas eram boicotadas ou não apresentavam reais condições de se elegerem.

Esse problema levou à percepção de que, para maximizar a eficácia da política de cotas, é preciso vincular candidatura à investimento. Assim, já no bojo das discussões da Reforma Política de 2015, foram criados incentivos ao investimento em campanhas femininas. A Lei 13.165/15, produto final da reforma, previa que os partidos obrigatoriamente empenhasse recursos nas campanhas de mulheres.

Supremo julga ADI

O artigo 9º da Lei consistia na destinação de um mínimo de 5% dos recursos de campanha e, ainda, de um limite, que não poderia ultrapassar 15% de todos os recursos do Fundo Partidário destinados a esta finalidade. Embora destinada à incentivar o repasse de recursos, a redação da Lei ficou muito aquém do esperado. Na prática, ela acabou por instituir a desigualdade formal entre homens e mulheres na política: o mínimo de 30% das mulheres teria acesso, pelo Fundo Partidário, a, no máximo, 15% dos recursos.

Estátua da Justiça em frente à sede do STF (Foto: Lula Marques/Folhapress, PODER)

Estátua da Justiça em frente à sede do STF (Foto: Lula Marques/Folhapress, PODER)

Assim, ao invés de aprimorar a participação de mulheres na política, a Lei 13.165/15 dificultou a correção de sub-representação feminina. Por essa razão, ela foi objeto da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5617.

Em 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou a ADI e definiu ser inconstitucional o dispositivo da minirreforma eleitoral. A maioria dos ministros entendeu que se deve equiparar o patamar legal mínimo de candidaturas femininas ao mínimo de recursos de fundo partidário a serem destinados, que deve ser interpretado como de 30% do montante do fundo alocado em cada partido para eleições majoritárias e proporcionais.

Em caso de haver percentual mais elevado ao mínimo de candidaturas femininas, os recursos devem ser alocados, pelo menos, na mesma proporção.

O fim das coligações na proporcional

A Emenda Constitucional (EC) nº 97/2017 vedou, a partir de 2020, a celebração de coligações nas eleições proporcionais para as Casas Legislativas. Essa proibição incide diretamente sobre as cotas de gênero. Se antes o preenchimento da cota poderia se dar por coligações, ou seja, pela união de dois ou mais partidos, agora a indicação deverá ser feita por cada partido.

Espera-se que a medida fomente as candidaturas femininas, com o lançamento de um maior número de mulheres nas eleições. Os resultados desse mais novo incremento à participação feminina na política poderão ser conferidos ainda em 2020,  nas eleições para as Câmaras Municipais.

Neste artigo, você pôde conferir um pouco da história das mulheres em eleições à cargos legislativos e os mecanismos que foram criados com vistas à enfrentar o problema da subrepresentatividade de gênero.

Referências

Lei nº 9.100/95 – Lei nº 9.504/97 – Lei nº 12.034/2009 – Lei nº 13.165/2015 – Emenda Constitucional nº 97/2017 – Potencialidades e limites da política de cotas no Brasil – Gênero e acesso ao poder Legislativo no Brasil: as cotas entre as instituições e a cultura – A política de cotas e a representação feminina na Câmara dos Deputados – Arranjos institucionais e barreiras da sub-representação feminina no Legislativo: análise da política de cotas para mulheres

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terça-feira - 24/03/2020 - 17:18h
Home Office

Congresso em Foco enfrenta pandemia trabalhando em casa

Por Sylvio Costa (Congresso em Foco)

Esses últimos dias têm sido de muito trabalho, muita tensão e muita correria para quem atua como jornalista. Assim como profissionais de saúde, servidores públicos e tantos outros trabalhadores de serviços essenciais que agora colocam a vida em risco para minimizar os estragos causados pela pandemia, colegas se veem na condição de transitar por áreas de risco ou com aglomeração.

Equipe do Congresso em Foco trabalhando remotamente, sem deixar a produção cair (Fotomontagem)

Daqui enviamos saudações a tais profissionais, nos quais muitas vezes confiamos para entregar a você a melhor imagem ou as informações mais fidedignas, obtidas por quem registra in loco os desdobramentos do quadro sanitário enfrentado pelo país. Sabemos que emissoras de TV, grandes redações, serviços privados e públicos de comunicação, muitas vezes, não têm outra alternativa a não ser manter pelo menos parte de suas equipes “na trincheira”.

Solidariedade

Optamos por outro caminho. Ainda que isso gere prejuízo à qualidade final do que publicamos, desde 12 de março estamos trabalhando em regime de home office.

Curiosamente, tal iniciativa, assim como o empenho de uma equipe de altíssimo nível profissional, gerou correntes de solidariedade e apoio que têm nos ajudado a obter informações ricas, atualizadas, frequentemente exclusivas, obtidas por telefone, videoconferência e diferentes ferramentas digitais.

Apoiados nessa condição privilegiada, que sabemos não poder ser aplicada a todos ou a todos os casos, aderimos, esperamos que com antecedência segura para a nossa equipe e seus familiares, ao #FiquemEmCasa. Assim estamos.

E assim pretendemos continuar até que estejamos livres dos riscos trazidos pela pandemia.

Veja matéria completa clicando AQUI.

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quarta-feira - 11/03/2020 - 07:28h
RN

Rogério Marinho recebe governadora e bancada federal

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PSDB), recebeu a governadora Fátima Bezerra (PT) e bancada federal potiguar em seu gabinete, nessa terça-feira (10). O compromisso já tinha sido anteriormente firmado, para tratar de pauta do RN.

Fátima e ministro (ao centro) trataram de pauta já em andamento no ministério (Foto: Twitter)

Ex-deputado federal pelo RN, Marinho ouviu da governadora apelos ao andamento de questões já apresentadas ao ministério, antes da assunção dele ao cargo.

Na pauta, recursos para a barragem de Oiticica (Seridó), pedido para liberação de recursos para proteção das laterais da Ponte Newton Navarro em Natal) e para recuperação da barragem Passagem das Traíras, em São José do Seridó.

Apenas o senador Styvenson Valentim (Podemos) não pode comparecer à audiência.

Ainda estiveram presentes o procurador geral adjunto do Estado, José Santana, o assessor especial da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH Paulo Varela, o secretário da Semarh João Maria Cavalcanti, e o secretário da Infraestrutura (SIN), Gustavo Coelho.

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terça-feira - 11/02/2020 - 19:20h
Posse

Rogério Marinho manda recado direto para Fátima Bezerra

Rogério: relação republicana (Foto: reprodução BCS)

O novo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PSDB), destacou que a missão que pretende desempenhar à frente da pasta será construir pontes para cumprir a missão que está sendo dada a ele presidente Jair Bolsonaro.

“Fique tranquilo, vou dar o melhor de mim, sobretudo, para buscar construir pontes”, disse ele durante o discurso de posse nesta terça-feira (11/02).

Abriu parênteses para cumprimentos e agradecimentos, nominando pelo menos dois políticos do seu estado, o Rio Grande do Norte: o presidente do PSDB e da Assembleia Legislativa no estado, Ezequiel Ferreira, e a governadora Fátima Bezerra (PT).

Para ela, presente na primeira fila do auditório do Palácio do Planalto, onde ocorreu a solenidade, dirigiu mensagem curta e direta sobre sua presença – mesmo adversária política, à sua posse:

– A nossa é e será uma política de estado. Uma política republicana.

Veja mais detalhes clicando AQUI e AQUI.

Leia também: Fátima Bezerra e Rogério Marinho se afinam pelo RN.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 11/02/2020 - 18:18h
Brasília

Rosalba acompanha de longe desabastecimento de insulinas

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) acompanha de longe, muito longe, a crise do desabastecimento ‘repentino’ de insulinas na Prefeitura de Mossoró (veja AQUI, AQUI).

Vereadora Sandra Rosado, Rosalba e deputado federal Beto Rosado em Brasília (Foto: Facebook)

Priorizou desembarque em Brasília, onde participou hoje (terça-feira, 11) da posse do novo ministro do Desenvolvimento Regional, ex-deputado federal Rogério Marinho (PSDB).

Dia passado, com o fim do estoque da insulina NovoRapid, a municipalidade ainda tentou se justificar (veja AQUI).

Nenhum esclarecimento

Já hoje, quando acabou também o restante da Tresiba, nem isso. Ficou por isso mesmo.

A imprensa não tem qualquer esclarecimento ou estimativa de retomada de estoque para atender ao restante dos pacientes que ficaram sem o remédio.

A Prefeitura informou que tinha recebido remessa mais do que suficiente para atender os diabéticos cadastrados: 2.039 unidades de Tresiba e 600 de Novorapid. Em menos de 48 elas sumiram.

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quinta-feira - 30/01/2020 - 08:02h
João Maia

Deputado federal cuida da própria saúde

João Maia: cuidados (Foto: Câmara Federal)

O deputado federal João Maia (PL) dá um tempo na rotina de trabalho para cuidar da saúde.

Recidiva de um problema sanável o obriga a novos cuidados.

O parlamentar dirige o PL no Rio Grande do Norte e tem atuação e trânsito político importante em Brasília.

Nota do Blog – Saúde, meu caro.

Cuide-se.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 24/12/2019 - 09:20h
Brasília

Após acidente doméstico e internação, Bolsonaro tem alta

Bolsonaro: nada grave (Foto: arquivo/Antônio Cruz)

Do Congresso em Foco

O presidente Jair Bolsonaro recebeu alta do Hospital das Forças Armadas de Brasília na manhã desta terça-feira (24), após passar a noite em observação por conta de um acidente doméstico sofrido no Palácio da Alvorada.

Ele segue, contudo, de repouso e não terá compromissos oficiais nesta véspera de Natal.

Bolsonaro foi internado por volta das 21h dessa segunda-feira (23) após cair no banheiro do Palácio da Alvorada.

Já na ocasião, o Planalto e os apoiadores de Bolsonaro informaram que o quadro não era grave e que o presidente ficaria em observação apenas porque bateu a cabeça na queda. A previsão era que ele recebesse alta depois de 6 a 12 horas de internação.

Segundo nota emitida pelo Palácio do Planalto, não houve intercorrências no quadro médico do presidente durante a noite. Nesta manhã, ele foi reavaliado pela equipe médica e recebeu alta com orientação de repouso.

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Categoria(s): Política
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quinta-feira - 05/12/2019 - 09:20h
Brasília

Câmara aprova Pacote Anticrime sem Excludente de Ilicitude

Do Canal Meio

O Pacote Anticrime patrocinado pelo ministro Sergio Moro foi aprovado ontem à noite, pela Câmara dos Deputados. Mas nem todas as modificações propostas pelo ministro para o Código Penal, a Lei de Execução Penal e outras leis relacionadas passaram.

Votação ficou assim: 409 votos a favor, 9 contrários e duas abstenções. O texto segue para o Senado.

O aumento da pena máxima de 30 para 40 anos foi, assim como a substituição de penas para crimes de menor gravidade por serviço comunitário.

A pena de assassinato, quando feito com arma de fogo de uso restrito ou proibido, aumentará.

Surge a figura do juiz de garantia, responsável pela condução de uma investigação criminal, que será diferente do que dá sentença no processo. A gravação de conversas de advogados com presos, desde que autorizadas judicialmente, poderá acontecer.

Os depoimentos feitos em colaboração premiada não poderão, isoladamente, embasar medidas cautelares ou prisões, ainda que provisórias.

Crime hediondo

Quem comete crime hediondo com morte não terá direito a saída temporária da prisão.

A administração pública estabelecerá ouvidorias para receber denúncias de ‘informantes do bem’, a adaptação brasileira do whistleblower americano.

Aumentará a pena de crimes contra a honra, como calúnia, difamação e injúria cometidos na internet — a pena pode ser aplicada até o triplo. (Globo)

Três pontos foram retirados

Da proposta de Moro, três pontos foram retirados.

O principal é o excludente de ilicitude, que reduz a pena de policiais que matam em ações “de escusável medo, surpresa ou violenta emoção”.

Também saíram a prisão após segunda instância e o plea bargain, na qual suspeitos de crimes podem confessar em troca de uma pena menor, sem necessidade de julgamento. (Poder 360)

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Categoria(s): Política / Segurança Pública/Polícia
segunda-feira - 02/12/2019 - 22:14h
Fotografia

Jornalista ganha prêmio enxergando as pessoas de verdade

Do Blog Saulo Vale

A jornalista mossoroense Jeane Meire ganhou o segundo lugar do concurso de fotografia “Cidadania em Foco”, fruto de um esforço conjunto de servidores da Ouvidoria-Geral da União, em Brasília, e do Núcleo de Ações de Ouvidoria e Prevenção da Corrupção da Controladoria Regional da União no Estado de Minas Gerais (CGU MG).

jornalista mossoroense Jeane Meire fez foto de um homem comum e anônimo nas ruas da cidade

A categoria em que a mossoroense foi uma das vencedoras contempla fotografias que mostram situações nas quais os serviços e políticas públicas não estão sendo executados adequadamente e, portanto, podem ser objeto de reivindicação de melhorias, através da participação social.

Invisibilidade Social

A fotografia, com título “Invisibilidade Social”, foi feita nas proximidades do Mercado Público da Cobal, em Mossoró. A repórter fotográfica captou a realidade de centenas de pessoas que vivem nas ruas da cidade.

“Este homem trabalha limpando carros. Mas, as pessoas não olham para ele. Não sabem sua idade, se tem família, não procuram saber sua história. Ele só é visto através do trabalho e por causa do trabalho. Apenas um limpador de carros, infelizmente. Assim como ele, há centenas em nossa cidade. Precisamos olhar mais ao nosso redor. Enxergar as pessoas de verdade”, ressalta Jeane Meire.

A premiação será nesta terça-feira, 03, às 14h, em Brasília.

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quarta-feira - 20/11/2019 - 14:52h
Aliança pelo Brasil

Ex-dirigentes do PSL participarão de evento de novo partido

Sampaio: outro partido (Foto: WEB)

O médico Daniel Sampaio, que entregou a presidência do Partido Social Liberal (PSL), em Mossoró, participará da Iª Convenção do Aliança pelo Brasil, novo partido do presidente Jair Bolsonaro.

O evento acontecerá na manhã desta quinta-feira (21), às 10h, no auditório do Hotel Royal Tulip.

Daniel vai acompanhado do ex-presidente do PSL RN, o Coronel Hélio Imbrósio, que entregou o comando do partido para também ingressar e comandar a nova legenda no Estado.

Para ganhar vida, a Aliança pelo Brasil precisa obter mais de 490 mil assinaturas, por pelo menos nove estados, para ser criada.

Em Mossoró, Daniel tem trabalhado sua postulação a prefeito, na faixa de oposição.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 24/10/2019 - 16:38h
Debate

Atraso no Minha Casa/Minha Vida ameaça 200 mil empregos

Os atrasos superiores a 60 dias no pagamento de obras do programa Minha Casa, Minha Vida ameaçam 200 mil empregos diretos no Brasil. Atualmente, o Governo Federal tem um passivo de mais de R$ 500 milhões com as construtoras que executam as obras.

Preocupado com a situação, o deputado federal Rafael Motta (PSB/RN) presidiu uma audiência pública na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (CINDRA) nesta quinta-feira, 24, sobre o tema.

Comissão presidida por Motta está preocupada com possibilidade de desemprego em massa (Foto: Fábio Barros)

Em conjunto com o senador Luiz Carlos Heinze(PP-RS), Rafael Motta irá solicitar uma audiência com o ministro Paulo Guedes para discutir o tem A propósito, o ministério não enviou representante ao debate.

O presidente da Câmara Brasileira das Indústrias da Construção Civil (CBIC), José Carlos Rodrigues, afirmou que para quitar os programas habitacionais do até o final do ano seria necessários R$ 1,5 bilhão. O orçamento do ministério foi contingenciado e o previsto para os próximos meses são R$ 180 milhões. “A partir de novembro, teremos um grande volume de pessoas sem emprego e sem receber os seus direitos. O apelo é que nos ajudem a evitar esse desemprego em massa”, disse.

Falta de previsão

Com os atrasos desse ano e os contratos em execução a serem pagos no ano que vem, seriam necessários R$ 5 bilhões. O Orçamento para 2020 só prevê R$ 2,2 bilhões para o programa. “O Ministério deve renegociar esses contratos, reavaliar a capacidade de pagamento. Não é possível assinar um contrato e não ter a mínima previsibilidade”, destacou José Carlos.

O secretário Nacional de Habitação do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Daniel Ferreira, explicou que o orçamento deste ano do ministério (R$ 5,1 bilhões) é suficiente para o pagamento das obras em andamento e que há um trabalho conjunto com o Ministério da Economia para o desbloqueio desse recurso para o pagamento das construtoras. O último pagamento feito pelo ministério foi realizado no dia 23 de agosto.

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quinta-feira - 17/10/2019 - 12:26h
Educação

Allyson faz apelo por emendas à Uern, IFRN, UFRN e Ufersa

Allyson fez ponderações na Câmara Federal (Foto: divulgação)

O deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) defendeu em reunião nesta quarta-feira (17) com a bancada federal potiguar, em Brasília-DF, o investimento na educação pública. A reunião discutiu a destinação de emendas impositivas federais para diversos segmentos.

O parlamentar mossoroense sugeriu, especialmente, a alocação de emendas impositivas para a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), além do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Também apontou a importância de recursos para a Universidade do Estado do RN (UERN).

Importância

Allyson frisou a importância e necessidade do investimento. “Venho aqui ecoar a voz da educação, a voz das nossas universidades. São instituições que têm uma valor inestimável e singular contribuição para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte e para o país”, afirmou.

O deputado estadual participou da reunião da bancada federal acompanhando o reitor da Ufersa, professor Arimatea Matos e o vice-reitor Domingues Fontenele.

Allyson Bezerra é servidor concursado de carreira da Ufersa.

Com informações da Assessoria de Allyson Bezerra.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 08/10/2019 - 23:00h
Brasília

Governadores, conjuntamente, defendem PEC do novo Fundeb

Reunidos no VII Fórum Nacional de Governadores, na manhã desta terça-feira (8), em Brasília, os chefes de Executivos estaduais acataram sugestão da governadora do RN, Fátima Bezerra (PT), de apoio à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que cria um novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB). Esse, de caráter permanente e com maior participação financeira da União.

Governadores posam e assinam nota conjunta em defesa de novo Fundeb (Foto: divulgação)

A proposta relatada pela deputada Dorinha (PEC 15/15) determina que a contribuição federal passe a 15% em 2021, com acréscimos anuais de 2,5% até chegar a 40% em 2031. O impacto orçamentário total seria de R$ 279,8 bilhões. Este ano, por exemplo, a participação da União representa apenas R$ 14,3 bilhões do total de R$ 153 bilhões do Fundeb.

Os governadores emitiram nota conjunta ao final do evento. Veja abaixo:

O fundo é hoje o principal mecanismo de financiamento da educação básica, que vai da creche ao ensino médio. Equivale, segundo o Ministério da Educação (MEC), a 63% de tudo que é investido nas escolas públicas do Brasil.

O Fórum Nacional de governadores, reunido no dia 8 de outubro de 2019, na Capital Federal, reafirma, por meio da nota abaixo subscrita, a defesa do novo Fundeb, a imprescindibilidade de torná-lo permanente e a necessidade imperativa de ampliar os recursos da União para que, assim, posa manter-se o principal instrumento de redução das desigualdades educacionais.

Neste sentido, nós, Governadores de Estado e do Distrito Federal, defendemos a discussão imediata da matéria, tendo como base a PEC 15/2015, relatada pela Deputada Federal Professora Dorinha Seabra, que dialoga com a PEC 65/2019, relatada pelo Senador Flávio Arns, com a PEC 33/2019 e com a PEC 24/2017, todas em sintonia com os compromissos estabelecidos no Plano Nacional de Educação – e nos alinhamos também com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – Undime e com o Conselho Nacional de Secretários de Educação – Consede.

Entendemos que essas medidas fortalecerão as políticas para a educação básica pública e a valorização dos profissionais da educação.

Conclamamos a união de todas as forças da sociedade em defesa da educação. Conclamamos o Congresso Nacional, as entidades representativas e a sociedade civil a responderem a este desafio.

A educação é direito de todos. A defesa do Fundeb é dever de todos.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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Categoria(s): Educação / Política
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