terça-feira - 31/12/2024 - 15:50h
2024

Mossoró gera mais de 7,4 mil empregos entre janeiro e novembro

Números mostram peso da construção civil (Foto: Wilson Moreno)

Números mostram peso da construção civil com o “Mossoró Realiza” (Foto: Wilson Moreno)

Mossoró segue contabilizando números positivos na geração de novos postos de trabalho. No balanço de janeiro a novembro de 2024, foram gerados 7.439 empregos com carteira assinada, levando em consideração o saldo entre admissões e demissões.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e já superam o total de vagas geradas em 2023, quando o Município contabilizou um saldo positivo de 6.938 empregos, conforme números consolidados.

De janeiro a novembro deste ano, o segmento em que mais foram criadas vagas foi o de Serviços, com saldo de 3.627 admissões, seguido pela Construção Civil, com 1.493 empregos, e Comércio, com 1.023 vagas. Levando em consideração o período de janeiro de 2021 a novembro de 2024, foi registrado saldo de 24.520 postos de trabalho formais em Mossoró.

“Os números do Caged mostram que Mossoró é a terra do emprego e das oportunidades, registrando, ao longo dos últimos quatro anos, números elevados em novos postos de trabalho com carteira assinada. Tudo isso fruto de muitas ações de estruturação da cidade, desde grandes obras, com o programa ‘Mossoró Realiza’, passando por uma maior segurança jurídica e facilidade para emissão de licenças de instalação das empresas”, concluiu o prefeito Allyson Bezerra.

Com informações da PMM e MTE.

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sábado - 30/11/2024 - 08:32h
Mossoró e RN

“Segunda onda” do petróleo tem números que impressionam

Petróleo e gás: negócios (Foto: arquivo)

Petróleo e gás voltam a ter papel importante à economia de Mossoró e RN (Foto: arquivo)

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN) concluiu um importante estudo sobre o impacto da indústria do petróleo e gás em Mossoró e região, além do próprio RN. O documento técnico foi produzido pela Diretoria de Inovação e Competitividade da entidade, com suporte do Instituto Fecomércio (IFC).

Denominado de “Considerações e dados sobre o setor de óleo e gás do RN – 2024”, o trabalho foi provocado por um dos vice-presidentes da Fecomércio, Michelson Frota, que também dirige o Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDILOJAS). O presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz, deliberou. “Os números mostram a pujança do segmento e seus desdobramentos em várias frentes, a partir da exploração dos campos maduros pela iniciativa privada,” aponta Frota.

O processo de privatização dos campos maduros de petróleo no RN teve início no final de 2019, mas passou a ser efetivo em 2020. Desde então, o volume de petróleo bruto exportado pelo RN saltou de US$ 59,5 milhões em 2020 para US$ 361,1 milhões em 2024 (números até outubro deste ano), um incremento de 506%.

Em 2020, foram US$ 59,5 milhões exportados pelo estado. Já em em 2023 os números chegaram a US$ 256 milhões.

Em 2024, até outubro, já foram US$ 361,1 milhões. Significa um incremento de incríveis 506,9%. Ele reflete o aumento de produtividade dos poços, que em média é da ordem de 56%. A produção diária do RN atingiu a casa dos 42 mil barris/dia em terra – em 2023. É uma ampliação considerável sobre a média de 14 mil barris/dia que vinha sendo registrada no Estado até o final dos anos 2010. Mas ainda distante dos quase 100 mil barris/dia produzidos pelo RN no auge dos anos 1990.

ICMS tem grande alta

Os impactos deste incremento podem ser sentidos diretamente no setor de Comércio e Serviços da região. Apenas em Mossoró, por exemplo, o valor recolhido em Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), saiu de R$ 227,6 milhões em 2019 para 389,4 milhões em 2023.

Em 2024, somente até outubro, esse número já é de pouco mais de R$ 336 milhões.

O volume de empregos formais gerados pelo Comércio e Serviços na segunda maior cidade potiguar também reflete esssa trajetória ascendente do setor de O&G. O comércio, até setembro, em Mossoró, abriu este ano 677 novas vagas com carteira assinada, segundo o Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Novo CAGED). O petróleo e gás tem boa parcela de fomento desses números, ao lado de outros fatores, como largo crescimento de obras públicas e apostas da iniciativa privada.

Dados oficiais do Novo Caged (Reprodução do BCS)

Dados oficiais do Novo Caged (Reprodução do BCS)

Em 2021, neste mesmo período, este saldo era de 348 vagas. No setor de Serviços, na mesma base de comparação, saímos de um saldo de 2.173 novos empregos formais em 2021 para 3.749 agora em 2024 (sempre considerando o período de janeiro a setembro).

Bilhão de dólares

O Rio Grande do Norte deve receber quase USD 1 bilhão em investimentos no setor de petróleo e gás nos próximos 4 anos (USD 952,2 milhões). São diversos polos produtivos no estado, tanto onshore, como na região de Mossoró, como offshore, na Margem Equatorial.

Mas os impactos positivos desses investimentos vão muito além dos municípios limítrofes, se estendendo a todo o estado, uma vez que os royalties da produção são municipais e estaduais. Mais ainda: a economia é impactada também pela geração de emprego e renda, estimados em 20 mil novas vagas até 2028 e R$ 6 bilhões em renda para a população potiguar, que vão estimular as atividades de comércio de bens, serviços e turismo em todo o estado.

“Precisamos estar atentos e preparados para melhor aproveitamento desse quadro, alargando a atividade produtiva e discutindo também políticas públicas que possam impactar a vida dos mossoroenses e potiguares. A primeira onda do petróleo, a partir do final dos anos 70, foi subaproveitada por Mossoró e pelo RN. Essa é a segunda onda,” comenta Michelson Frota.

Michelson lembra su aproveitamento da "primeira onda" (Foto: redes sociais)

Michelson lembra o aproveitamento da “primeira onda” (Foto: redes sociais)

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segunda-feira - 08/01/2024 - 23:34h
Caged

Mossoró bate recorde na geração de empregos no RN

Obras públicas do Mossoró Realiza reforçam elevação de empregos (Foto: Lucas Bulcão)

Obras públicas do Mossoró Realiza reforçam elevação de empregos (Foto: Lucas Bulcão)

Mossoró segue contabilizando números positivos na geração de novos postos de trabalho em nível de Rio Grande do Norte. No balanço de janeiro a novembro de 2023, foram gerados 7.426 empregos com carteira assinada, levando em consideração o saldo entre admissões e demissões. Nenhuma outra cidade do estado registrou tantos empregos no período.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em novembro, o saldo positivo foi de 537 vagas de trabalho. No mês, o segmento que mais gerou vagas foi o de Serviços, com 444 admissões, seguido pelo Comércio com 192 novos empregos.

Levando em consideração o período de janeiro de 2021 a novembro de 2023, foi registrado saldo de 16.942 postos de trabalho formais em Mossoró.

Os resultados, de acordo com o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), são reflexo de ações executadas pela gestão no sentido de atrair a instalação de novas empresas para a cidade de Mossoró, modernizando processos e garantindo novos investimentos em setores como o supermercadista, que recentemente ampliou a sua atuação, com a chegada de empreendimentos como o Assaí Atacadista, Carrefour e ampliação da rede local Supermercados Cidade.

Painel de Empregos e Mossoró Realiza

“Entendemos que esse resultado é consequência das ações desenvolvidas pela Prefeitura na autorização para instalação de novos empreendimentos no município, consequentemente abertura de novas vagas, além do trabalho realizado a partir do ‘Painel de Empregos’ (veja AQUI), articulando junto a centenas de empresas os processos de recrutamento e seleção de pessoal, agilizando contratações. Tudo isso foi fundamental para o aumento no número de empregos em Mossoró”, relatou.

O Programa “Mossoró Realiza” (veja AQUI), com obras em execução em diferentes regiões da cidade, também tem contribuído para a geração de empregos na cidade, como reforça o prefeito. “É importante destacar todas as ações de estruturação da cidade, gerando melhorias logísticas, com asfaltamento e iluminação de vias, construções, reformas, além da segurança jurídica, maior facilidade para emissão de licenças de instalação das empresas, entre outras políticas públicas”, concluiu o gestor.

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segunda-feira - 30/10/2023 - 17:46h
Economia

Mossoró segue com geração expressiva de empregos

Pelo 7º mês, município tem saldo positivo - Foto: arquivo

Pelo 7º mês, município tem saldo positivo – Foto: arquivo

Mossoró registrou, pelo sétimo mês consecutivo, saldo positivo na geração de novos postos de trabalho com carteira assinada. Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nesta segunda-feira (31), o município contabilizou, em setembro, 1.251 novas vagas formais de trabalho.

Desde março o saldo na cidade vem sendo positivo, com Mossoró liderando a geração de empregos em todo o Rio Grande do Norte durante quatro meses consecutivos (de maio a agosto). Em setembro, apenas Natal, capital do estado, contabilizou mais postos de trabalho do que Mossoró, com uma diferença de somente 44 vagas.

Os números apontam que o segmento que mais gerou vagas em Mossoró foi o de Serviços, com saldo de 646 novos empregos gerados. O setor de Comércio também foi destaque, com saldo de 252 vagas, seguido da Agropecuária (+200 vagas), Construção Civil (+81) e Indústria (+72). O titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (SEDINT), Frank Felisardo, ressalta que os dados do Caged são indicadores muito importantes para o município.

“Neste período pode-se destacar a evolução de contratações no setor de serviços administrativos, informação, comunicação, financeiras e imobiliárias, com um saldo de 646 empregos, logo em seguida destaca-se o setor comércio com um saldo de 252 admissões, mostrando o crescimento em um mês de grandes movimentações na cidade de Mossoró, ligadas aos eventos da liberdade”, citou.

Frank Felisardo destaca ainda a expectativa para os próximos meses no que se refere à geração de empregos na cidade. “Para os meses que se seguem ainda há uma expectativa de continuidade de crescimento nos números de contratações, impactadas por aberturas de novas indústrias que se instalam na cidade, através do programa de revitalização dos distritos industriais, desenvolvido pela Sedint, assim como do aumento das contratações que geralmente ocorrem nos meses finais do ano”, finalizou.

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terça-feira - 07/09/2021 - 06:48h
Ministério da Economia

Mossoró tem novamente saldo positivo de empregos

Franklin: reação econômica (Foto: arquivo)

Franklin: reação econômica (Foto: arquivo)

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério da Economia, através da Secretaria de Trabalho, divulgou o balanço mensal das estatísticas de emprego formal no Brasil referente ao mês de julho deste ano. De acordo com os números do portal, o município de Mossoró continua reagindo com maior geração de empregos formais do que desemprego, tendo saldo positivo nas contratações.

No mês de julho/2021 Mossoró contabilizou 2.166 admissões e 1.490 demissões, com saldo positivo de 676 postos de trabalho mantidos.

Ainda de acordo com o CAGED, em junho/2021 Mossoró teve 2.649 admissões e 1.448 demissões (saldo positivo de 1.201). Em maio/2021 o município contabilizou 2.160 admissões e 1.283 demissões (saldo positivo de 877).

“Os números do Caged mostram que Mossoró gerou no mês de julho 14,8% vagas de empregos no Estado, possuindo apenas 8,5% da população total estimada para todo o Rio Grande do Norte. Esses dados demonstram que a economia da cidade está reagindo bem ao processo de retomada ao passo que a pandemia começa a dar sinais de arrefecimento e que a cidade está no rumo certo para reduzir ainda mais o desemprego no município”, destacou o titular da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (SEDAT), economista Franklin Filgueira.

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sexta-feira - 27/11/2020 - 08:24h
Emprego

Brasil cria 395 mil vagas formais em outubro, maior em 28 anos

Do Poder 360

O Brasil registrou em outubro a contratação líquida de 395 mil pessoas com carteira assinada. Foram 1,55 milhão de admissões contra 1,15 milhão de desligamentos no período. É o melhor resultado de todos os meses em 28 anos (desde o início da série histórica, em 1992).

Os dados constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e foram divulgados nesta 5ª feira (26.nov.2020) pelo Ministério da Economia.

Eis a íntegra do sumário (1 MB) e da apresentação (514 KB).

Para o ministro Paulo Guedes (Economia), os dados apontam para uma retomada da economia em “V” –com recuperação tão rápida quanto a queda.

“Nós não perdemos o rumo. Nós levantamos e estamos criando empregos em alta velocidade. Podemos chegar ao fim do ano com zero de perdas no mercado formal”, disse o ministro. “Se terminarmos o ano com zero perdas no mercado formal, terá sido 1 ano histórico para a economia brasileira”.

Desocupação

O desemprego geral, medido pelo IBGE, no entanto, mostra aumento da desocupação, na medida em que mais pessoas buscam por uma vaga de trabalho.

Esse foi o 4º mês seguido com resultado positivo no mercado formal, depois de 4 meses consecutivos de queda.

No ano, houve fechamento de 171.000 vagas. O país tem 38,6 milhões de pessoas com empregos formais.

Setores

O resultado de agosto foi puxado pelo setor de serviços, que abriu 156.700 mil novas vagas. Eis o resultado por segmento:

  • serviços: 156.766;
  • comércio: 115.647;
  • indústria geral: 86.426;
  • construção civil: 36.296;
  • agropecuária: -120.

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quarta-feira - 29/01/2020 - 04:30h
Economia

RN tem saldo negativo de 3.133 empregos em dezembro

No último mês do ano, o Rio Grande do Norte registrou saldo negativo (-3.133 vagas) no emprego com carteira assinada. Este foi o maior volume de cortes do ano e tem sua explicação nas dispensas de mão de obra temporária pelos diversos setores que a contrataram, exclusivamente, para fazer frente a manufatura de produtos e de vendas de fim de ano.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (CAGED).

Indústria de confecções também foi afetada no último mês de 2019, diz Caged (Foto: TN)

Neste sentido, a atividade de Serviços foi quem mais cortou empregados (-1.912). Por conseguinte, no rol das atividades desagrupadas, mostradas na tabela final – ranking individualizado de dezembro – deste sumário, o maior o volume de dispensas (-1.456 vagas) veio exatamente do segmento locação de mão de obra temporária.

Trata-se de empresas especializadas em terceirização de mão de obra destinada a setores diversos. Os demais agrupamentos setoriais com balanço negativo em dezembro foram Agropecuária (-786), Indústria (-532) e Administração Pública (-3). Apenas Comércio (+100) assinalou resultado positivo no mês.

Ainda considerando o conjunto da economia, no balanço de 2019, foram criados 3.741 empregos formais no estado.

Setor de Serviços

O setor de Serviços (+2.161) foi, também, o principal destaque, e dentro deste o agrupamento de Comércio e administração de imóveis, valores mobiliários e serviços técnico-científicos (+1.367), segundo a classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), conforme mostrado na tabela do balanço janeiro-dezembro.

Utilizando-se o enquadramento de atividades da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), estas seriam, principalmente, as atividades de Teleatendimento e de Fornecimento de recursos humanos para terceiros (ver tabela do ranking individualizado janeiro-dezembro).

Considerando-se a série histórica de saldos de vagas industriais para meses de dezembro iniciada em 2009, em que todos os balanços são negativos, constata-se que o resultado do último mês de 2019 apresenta o menor volume de dispensas (-532). Tal tendência corrobora a hipótese de que a indústria potiguar se encontra em trajetória de recuperação, ainda que em ritmo modesto.

Construção Civil

Os cortes do mês foram liderados pela Construção civil (-207 vagas), nas atividades de Construção de edifícios e de Barragens e Represas para Geração de Energia Elétrica, com destaques para Natal e Assú.

Em segundo lugar, aparece a cadeia de Têxteis e Vestuário (-201), sobretudo em Confecção e Facção roupas e de Tecelagem de fios de algodão, em Natal, Parelhas e Jardim do Seridó.

O terceiro destaque coube ao agrupamento de Alimentos e Bebidas (-170), especialmente na moagem e fabricação de produtos de origem vegetal e na manufatura de Balas e bombons, nos municípios de Mossoró e Macaíba.

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segunda-feira - 23/04/2018 - 06:54h
Em 2018

Mossoró perde mais de 1,5 empregos formais

Do Blog Maricélio Almeida

Mossoró perdeu 1.505 empregos formais no primeiro trimestre deste ano. Os dados foram divulgados na sexta-feira, 20, pelo Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (CAGED). Somente no mês de março, a cidade contabilizou saldo negativo de -340 postos de trabalho.

Segundo o Caged, entre janeiro e março, foram admitidas em Mossoró 4.666 pessoas.

No entanto, 6.171 foram dispensadas de seus empregos. O setor da atividade econômica que mais demitiu no período foi a Agropecuária (-1.750), seguido do Comércio (-108) e Indústria (-11).

Registraram saldo positivo, no período, os setores de Serviços (218) e da Construção Civil (146).

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