Mais de 110 mil cargos comissionados, 39 ministérios, gastança desenfreada com cartão corporativo.
Mesmo assim, o Governo Federal insiste em aumentar impostos.
Pô!
Jornalismo com Opinião
Mais de 110 mil cargos comissionados, 39 ministérios, gastança desenfreada com cartão corporativo.
Mesmo assim, o Governo Federal insiste em aumentar impostos.
Pô!
Por Cláudio Humberto (Diário do Poder)
Às vésperas do mês de março, a Controladoria-Geral não contabilizou um só centavo dos gastos do governo federal com cartões corporativos em 2015.
No ano passado, o governo Dilma torrou mais de R$ 65 milhões utilizando essa forma de pagamento, cuja conta é bancada pelo contribuinte.
Na Presidência da República, 90% dos gastos com cartões corporativos são escondidos sob “sigilo” desde o governo Lula.
Nota do Blog – País rico é outra coisa. Já nos Estados Unidos, na Casa Branca, o ocupante da Casa Branca tem que pagar com sua remuneração as próprias refeições que lhe são servidas.
Se recepciona um chefe de Estado estrangeiro, não. Aí a conta é do contribuinte.
Sobre o post “Claudionor acusa MP de uso gracioso de cartão corporativo” (AQUI), segue nota abaixo para esclarecimento, em resposta oficial emitida pelo Ministério Público do RN(MPRN).
O MPRN responde ao vereador e ex-presidente da Câmara de Mossoró, Claudionor dos Santos (PMDB), que fez denúncia hoje, no plenário desse poder.
Nota ao Blog Carlos Santos
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) vem esclarecer que a instituição não aplica e nunca aplicou os recursos do cartão corporativo para gastos com massagens e ginástica, conforme afirmou o vereador Claudionor dos Santos (PMDB), em pronunciamento na manhã desta sexta-feira (22), na Câmara Municipal de Mossoró – e que foi divulgado pelo blog de Carlos Santos, no post “Câmara de Mossoró- Claudionor acusa MP de uso gracioso de cartão corporativo’”.
Ressalte-se que o uso do cartão corporativo obedece a instrumentos internos (como resoluções e portarias) que exigem rigor na sua aplicação, como estabelece a Resolução 028/2010 (link: //www.mprn.mp.br/controle/file/CCI/CCI_RESOLUCAO_028-2010_Adiantamento_de_numerario_.pdf).
MPRN
O vereador e ex-presidente da Câmara de Mossoró, Claudionor dos Santos (PMDB), fez um discurso contundente contra “certos” membros do Ministério Público. Encerrou-o há pouco na Câmara.
Ele pegou “gancho” de pronunciamento da vereadora Izabel Montenegro (PMDB) – veja abaixo -, afirmando que infelizmente o MP tem integrantes que passam em concurso, mas não possuem preparo ao exercício da função pública.
Afirmou, que a sociedade precisa saber que no MP existe “cartão corporativo”, para uso em “ginástica” e “massagens”, pagas pelo contribuinte.
Foi mais além: ponderou que componentes do MP não podem pensar e agir, como poder e acima dos poderes.
Claudionor fez parte da legislatura 2005/2008, quando explodiu a chamada “Operação Sal Grosso, dia 14 de novembro de 2007.
O MP, em diligências desencadeadas pelo promotor Eduardo Medeiros e Fábio Thé, chegou a ocupar a Câmara e cumpriu mandados de busca e apreensão em outros endereços.


