sábado - 05/11/2022 - 11:48h
Magnos Alves

Jornalista estreia programa na FM 98.7 e retoma página própria

Magnos apresentará programa (Foto: cedida)

Magnos apresentará programa (Foto: cedida)

Passado o período eleitoral, o jornalista mossoroense Magnos Alves retoma dois projetos de trabalho, no rádio e na web, nesta segunda-feira (07).

Nas ondas do rádio, Magnos Alves fará a reestreia do programa Show do Magnos, na FM 98.7. A atração vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 7 às 9 horas da manhã, com vasto conteúdo, incluindo músicas, notícias – políticas, esportivas e policiais -, entrevistas, enquetes e muito mais.

O Show do Magnos vai contar com a colaboração de diversos profissionais em seus vários quadros, incluindo os jornalistas Bruno Barreto, Carlos Santos e Cesar Santos; os médicos Anax Vale e Igor Államo; o professor Josivan Barbosa; o economista Franklin Filgueira; os repórteres Reinaldo Silva e Pedrina Oliveira; o radialista Ugmar Nogueira, entre outros.

O programa poderá ser acompanhado no prefixo FM 98.7, no link //play.radios.com.br/11332, pelo App RadiosNet – baixe no link //apps.apple.com/br/app/radiosnet/id1089290449 – e nas redes sociais.

O ouvinte poderá participar pelo telefone (84) 3312-5656 ou pelo WahtsApp (84) 99915-2888.

Outro resgate é o Blog do Magnos, que terá a cobertura diária da política e de outros temas. A página ficou um tempo sem atualização, para enfoque do jornalista em outros projetos.

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Parabéns, Magnos. Sucesso.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.

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Categoria(s): Comunicação
domingo - 09/05/2021 - 04:00h

Saudades do papel

lendo jornal, jornal impresso, leitor de jornal, homens lendo jornalPor Marcos Ferreira

Porque hoje é domingo, e os domingos são especialíssimos para mim, embora muita gente goste mais das sextas-feiras e dos embalos do sábado à noite, bateu-me esta saudade romântica, singular quanto plural. Coisa de um passado ainda jovem, desabrochado numa quadra de 1997. Ano mágico em que fundamos neste município a Poetas e Prosadores de Mossoró (Poema).

Aqui tento remoçá-la — a saudade — pelo rememorar de sons, cores, olfato, legendas, fotografias. Pois é. As saudades possuem cheiro, têm ruídos, são imagéticas e quase palpáveis.

Retomo a pauta da morte material dos jornais, mortandade que se alastrou por todos os lugares deste país e do mundo. Em solo tupiniquim, entre outros vetustos diários que deixaram o suporte do papel ou faliram por completo, permito-me citar quatro veículos: Diário de Pernambuco (1825), Jornal do Commercio (1827), jornal O Mossoroense (1872) e o Jornal do Brasil (1891).

Exceto pelo Jornal de Fato, que resiste e prossegue sob a batuta de César Santos, jornalista vocacionado e gestor meritório (devemos dar a César o que é de César!), todos os veículos impressos de Mossoró quebraram. Foi assim, por exemplo, com a Gazeta do Oeste (1977).

Ao contrário de O Mossoroense, hoje limitado à sua plataforma on-line, a Gazeta extinguiu-se completamente. “Sua última edição foi às ruas no dia 31 de dezembro de 2015”, conforme registrado no blogue do Carlos Santos à época. Em tempo, Carlos é um dos pioneiros da blogosfera local.

Antes do primeiro galo bicar o sol e abrir os olhos da manhã, os jornais impressos afloravam no útero mecânico das rotativas; flores de tinta e celulose cujas pétalas-páginas revelavam a fragrância e o flagrante, o escândalo e a moral, a paz e a guerra, o Deus e o Diabo de cada novo amanhecer.

Ao menos para mim, que tive a honra de fazer parte de duas redações enriquecedoras, em O Mossoroense e na Revista Papangu, ter em mãos os veículos impressos (semanários, diários ou mensários) era algo incomensurável, uma experiência indescritível. Não havia nada mais urgente ou importante que o jornal que líamos naquelas primeiras horas do domingo.

Os jornais chegavam aos lares e leitores tão naturalmente como chegavam o leite e o pão. E, estando os três na mesa (o jornal, o pão e o leite), não raro alimentávamos primeiro os olhos.

Era uma necessidade inadiável de muita gente. Em seu bojo de alegrias e dores, sempre tão esquadrinhado, diverso e único, o jornal representava o pregão dos pregões: “Olha o jornal!”, exclamavam jornaleiros nalguns pontos do Centro, comerciando notícias ainda fresquinhas àquela época.

Eu pensava em coisas desse tipo a cada edição, especialmente quando um texto de minha autoria (um soneto, uma crônica ou conto) estava gravado em páginas do velho O Mossoroense ou da Papangu. Assim, cada qual com sua tiragem, periodicidade e público, os veículos impressos tomavam rumos imprevistos. Gostávamos de tocar o papel, manejar as folhas, sentir-lhes a textura, o olor da tinta.

Aquilo possuía vida, densidade, tinha a cara, o cheiro e a fala do povo. Eu me sentia, repito, orgulhoso de fazer parte daquela engrenagem, apesar de alguns indícios de mordaça, da tácita censura que rondava a nossa expressão escrita.

Encaramos obstáculos, uma antipatia velada, subjacente, rancores, ímpetos de ranço e prepotência, reprimendas. Mas, com a alegria com que os passarinhos anunciam cada raiar do sol, não emudecemos, tecemos nossa teia verbal, vencemos a intolerância, a ferocidade e o cerco das hienas.

Hoje tudo está modificado. Vivenciamos a hegemonia dos portais eletrônicos, dos sites, das redes sociais e da blogosfera. Jornalistas outrora assalariados, dançando conforme a música que os patrões tocavam, sem tanto crédito nem opinião própria, agora são donos das suas vozes, adquiriram autonomia para dizer o que querem ou aquilo que lhes convém.

Como está na moda falar, são empreendedores, chefes de si mesmos. Não todos, pois ainda há aqueles sob a regência do patronato, contudo grande parcela é autossuficiente. Em meio a esses, talvez em número expressivo, há homens e mulheres admiráveis, dignos de respeito.

Vejo no mister de jornalista, como em poucos outros, uma paixão e um glamour típicos. É aí que muitos, literalmente, dão o sangue pela missão de informar. Tornam o público ciente dos acontecimentos nas mais diversas esferas da sociedade, rompendo a barreira do medo e da mordaça.

Nunca fui nem me pretendi jornalista, mas tive a oportunidade de trabalhar e interagir com admiráveis pessoas desse ramo, quando o sangue e a tinta (no tempo da tinta) corriam pelas veias expostas do homem de imprensa. Desse universo advém todo o seu penar e a sua delícia, o seu torpor e o seu ópio.

Pouca coisa lhes importa mais do que isso. Até eu, na época dos impressos, lembro de que várias vezes, movido por aquela sensação do dever cumprido, não fui para casa não sem antes passar pela oficina e pôr o meu exemplar debaixo do braço.

Sentia-me atraído pela sala de impressão, gostava da voz metálica da rotativa, daquele matraquear que geralmente se estendia pela madrugada. Só depois, portanto, eu deixava a oficina com o sentimento de que fizera a minha parte, satisfeito com a crônica, o conto ou poema ali gravado.

O jornal em papel era uma espécie de viajante do tempo que noticiava e que era notícia. Quantos homens e mulheres não se uniram e se deixaram por meio de suas folhas; quantas carreiras não foram construídas e arruinadas ao longo do seu expediente e curso. Havia em sua esteira factual um ciclo de apogeu e debacle, mortes e nascimentos, otimismo e desesperança. Entre outros veículos, a mídia escrita e impressa era a mais charmosa, romântica e sedutora.

Oito e dez. Dia nublado, aspergido por uma suave garoa. Bateu-me esta saudade do papel. Penso que num domingo assim, antes de provarmos o leite e o pão, estaríamos à mesa lendo um jornal impresso.

Marcos Ferreira é escritor

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Categoria(s): Crônica
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segunda-feira - 30/10/2017 - 15:26h
Mossoró

Governo municipal estuda criação de mais um cargo

No Palácio da Resistência, sede do governo municipal, avança o plano de criação de um novo cargo em nível de secretaria. A denominação ainda é burilada.

Seria algo como “Relações Institucionais”.

Paralelamente, também se discute elenco de nomes para escolha do ungido.

São três os supostos cogitados:

– Graça Santos, irmã do sócio-diretor do Jornal de Fato, César Santos;

– Pedro Almeida Duarte, ex-secretário de estado da Educação e da Agricultura;

– Clayton Jadson Silva Rolim, o ex-vereador “Soldado Jadson”.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
terça-feira - 07/06/2016 - 23:56h
Hoje à noite

TSE rejeita embargos e deixa Rosalba livre para as eleições

Do De Fato (César Santos)

O pleno Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acaba de rejeitar embargo de declaração contra a decisão do próprio pleno de ter inocentado a ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP) no processo de cassação de mandato e perda dos direitos políticos, referente às eleições municipais de 2012.

Decisão por unanimidade. A sessão foi presidida pela ministra Rosa Weber.

Com isso, está encerrado o único processo de suspensão dos direitos políticos de Rosalba, que ainda estava pendente.

Rosalba está completamente livre e em condições de ser candidata.

Essa foi a última tentativa de impedir Rosalba disputar a Prefeitura de Mossoró, bancada por adversário. O embargo de declaração foi patrocinado pelo prefeito Silveira Júnior (PSD).

A ex-governadora disse ao Blog do Givva que recebeu o resultado do TSE com tranquilidade. “É mais uma decisão da Corte que comprova que minha vida pública tem como marca a honestidade e retidão. Estou muito feliz”.

Acompanhe nosso Twitter AQUI. Notas e comentários mais ágeis.

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Categoria(s): Política
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sexta-feira - 01/03/2013 - 17:23h
Mossoró

Rosalba e uso de máquina pública são base de cassação

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) de número 313-75.2012.6.20.0033, em desfavor da prefeita mossoroense Cláudia Regina (DEM) e do vice Wellington de Carvalho Costa Filho (PMDB), assevera que houve “abuso do poder econômico, abuso do poder político e uso indevido dos meios de comunicação”.

A inicial protocolada pela coligação ““Frente Popular Mossoró Feliz” aponta um extenso e contundente repertório de excessos com utilização da coisa pública, que teria sido encabeçado pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM), em favor dos então candidatos Cláudia e Wellington.

Veja abaixo, a base das denúncias acatadas pelo juiz da 33ª Zona Eleitoral de Mossoró, José Herval de Sampaio Júnior, para sentença cassando prefeita e vice, além de determinar realização de novas eleições em Mossoró:

Rosalba e Cláudia no dia 30 de junho de 2012: convenção partidária (Carlos Costa)

1. Da utilização de carros de som, usados na campanha eleitoral dos representados, para a transmissão de mensagem da Sra. Governadora do Estado, apregoando feitos da administração publica estadual, com a intenção de favorecer – segundo à representante -, os candidatos ora representados (paginas 14/21 e 224).

2. Do comparecimento da Sra. Governadora para inauguração e/ou a anunciação de obras públicas semanalmente, inclusive, aliado ao retardamento, ou o anúncio de futuras ações da administração publica estadual, obtendo farta cobertura dos meios de comunicação, bem como fazendo campanha pessoal, aliada ao corpo a corpo com eleitores, em favor dos investigados, utilizando-se tanto do anúncio como da realização de obras pelo Governo do Estado para a promoção dos mesmos, o que configuraria claro abuso de poder político (paginas 21/22).

3. Da realização de campanha em favor dos investigados, através de meios midiáticos, cooptados a partir da utilização dos poderes político e econômico, decorrentes do emprego de verbas publicas, pela Governadora do Estado do Rio Grande do Norte, bem como o fato da mesma supostamente ter “reaproveitado” fatos dantes anunciados, como se novos fossem (paginas 22/28).

3.1. Superexposição da movimentação da governadora, bem como de obras do governo estadual e, ainda, propaganda em prol dos investigados, como também, de forma associada, criticas e veiculação de noticias desabonadoras à candidata adversária e a políticos ligados a ela, através de blogs e jornais impressos, ligados à corrente política da governadora (paginas 28/2 e 227 à 1204). Destaque especial dado ao Blog do César Santos, sobretudo postagem do dia 14 de Agosto de 2012 (paginas 31/33), segundo a coligação investigante.

3.2. Declarações em entrevistas, comícios e outros, dando a entender, segundo os proponentes, que Mossoró só continuaria a avançar, ou que ela (Rosalba) e o governo do Estado só faria parceria “com quem é amigo, quem é leal”, assim, sua parceria “é com Cláudia na Prefeitura”, bem como diversos anúncios de obras realizadas ou a serem realizadas, inaugurações e afins, na cidade de Mossoró a cada fim de semana (paginas 33/36), com destaques de trechos de entrevistas e discursos, entre eles, “eu preciso dessa prefeita para fazer mais por Mossoró” (paginas 36), o que, segundo dar-se a entender pela argumentação acusatória, se referia às obras anunciadas durante os dias anteriores.

4. Das Práticas de favorecimento nos comícios e atos públicos, com o uso de obras do Estado como assunto de campanha, bem como o uso de avião do poder público para deslocar-se para evento (páginas 38/66).

4.1. Dos acontecimentos do dia 24 de Setembro de 2012, como exemplo das supostas condutas que estariam sendo praticadas durante o período eleitoral, como uso de obras do governo do Estado para promover a campanha dos ora investigados, bem como uso de recursos e bens públicos (Avião) para tal.

4.2. Outros exemplos de abuso do poder econômico, político e midiático, encabeçados pela governadora Rosalba Ciarlini com o intuito – segundo se afirma – de favorecimento pessoal e desequilíbrio eletivo/político (páginas 46/66).

4.2.1. Utilizações de expressões que buscariam fazer a ligação da campanha política e a propaganda institucional do município de Mossoró (páginas 46/54).

4.2.2, Referência, de forma subliminar, do número dos investigados em ato de assinatura de licitação para a construção de adutora (Páginas 54/56).

4.2.3. Utilização da exposição e amparo midiático decorrente de suas atividades políticas estatais para favorecer a campanha dos investigados, inclusive com o uso da estrutura de mídias e da influencia estadual e municipal sobre elas, bem como a intensificação desses meios para promover os investigados (páginas 56/66).

5. Da prática ilícita de cooptação de votos pela governadora, seus assessores e familiares, em prol dos investigados, à custa da influência política em função do cargo de Governadora (páginas 57/66).

6. Exemplo da utilização da máquina administrativa municipal em prol da campanha dos investigados. Inauguração de bem público em pleno evento político eleitoral, com discurso em que se utiliza obras públicas para favorecer a campanha dos investigados (páginas 67/74).

7. Propaganda irregular em favor dos investigados, através de outdoor em nome do governo do Estado e anuncio de obra pela governadora, como plataforma de campanha (páginas 74/78).

Nota do Blog – Acompanhe mais postagens sobre esse assunto neste Blog e através de nossa página no Twitter AQUI.

– Veja quais são os prováveis passos no labirinto jurídico eleitoral a serem trilhados por Cláudia e Wellington Filho;
– Cassados devem enfrentar ainda 11 processos referentes à campanha de 2012;
– MP lança mal de cabedal de denúncias contra cassados;
– E mais bastidores.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
segunda-feira - 03/09/2012 - 10:43h
Perda

Morre Manoel Enfermeiro, pai do vereador Chico da Prefeitura

Por César Santos (Jornal De Fato)

Morreu na manhã desta segunda-feira (3) o popular Manoel Enfermeiro, pai do vereador Francisco Dantas da Rocha, o Chico da Prefeitura (DEM) e do candidato a vereador João Batista da Rocha, o Dão, e irmão de ex-jogador e técnico de futebol Renê Dantas e do ex-vereador (e ex-jogador de futebol) Nivaldo Dantas.

Manoel Enfermeira era pessoa bastante conhecida dos mossoroenses, tendo se popularizado com a sua atividade profissional. Por muito tempo manteve um ambulatório na rua Idalino Oliveira, centro de Mossoró.

A familia informação que foi morte natural. Manoel Emfermeiro que tinha 95 anos foi dormir normalmente e amanhaceu morto. Deixa viúva dona Ivonete Dantas.

O corpo está sendo velado na Igreja Perpétuo Socorro, no centro da cidade. O sepultado está marcado para as 16h, no Cemitério São Sebastião.

Nota do Blog do Carlos Santos – Outra considerável perda na geografia humana de Mossoró. “Seu” Manoel Enfermeiro era uma figura por demais conhecida em nosso meio social. Que descanse em paz!

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Categoria(s): Gerais
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segunda-feira - 18/06/2012 - 11:01h
12º Batalhão de PM

Após denúncia deste Blog, Governo honra compromisso

Por César Santos (Jornal de Fato)

O Governo do Estado superou os entraves burocráticos e oficializou o novo contrato de locação do imóvel onde está instalado o 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM) – em Mossoró, à margem da BR-304, saída para Natal.

A assinatura do contrato ocorreu na tarde de sábado (16), entre o proprietário do imóvel, representado por advogados, e o comandante- geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, coronel Francisco Canindé de Araújo Silva.

Nota do Blog do Carlos Santos – O Blog fica particularmente muito feliz em, novamente, poder ter servido à comunidade mossoroense e à laboriosa Polícia Militar, além de ter ajudado ao proprietário do imóvel em questão – o senhor Assis Barbosa, que não conheço pessoalmente.

Na quarta-feira (13), às 12h14, este Blog postou a matéria Batalhão da PM pode ser despejado devido calote (veja AQUI), retratando que desde sua instalação o 12º Batalhão funcionava em imóvel alugado, sem nunca ter honrado compromissos da locação (R$ 7,5 mil por mês) etc.

Destacou a importância dessa unidade militar, não obstante as dificuldades ao seu funcionamento, além de narrar outros detalhes de bastidores.

Com a matéria publicada, em menos de 72 horas (3 dias) “os entraves burocráticos” de quase 10 meses foram solucionados. Ótimo.

Mais uma demonstração de que esta página não faz a crítica pela crítica. O Blog não é anti-rosalbista ou coisa parecida. Este ou qualquer outro governo afundando pode interessar a alguns, mas não é salutar ao povo do Rio Grande do Norte.

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Categoria(s): Administração Pública / Segurança Pública/Polícia
terça-feira - 20/09/2011 - 10:48h
Em Mossoró

Carlos Augusto visita Mossoró para “investir” no Nogueirão

O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), marido da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), desembarcou há poucos minutos no Aeroporto Governador Dix-sept Rosado, em Mossoró.

Chegou na aeronave do Governo do Estado, com a companhia da secretária estadual da Infra-estrutura, engenheira Kátia Pinto. No mesmo voo, o engenheiro Yuri Pinto, lotado no Tribunal de Contas do Estado (TCE), marido de Kátia.

Os dois engenheiros são ex-secretários do município de Mossoró.

Logo que chegaram, os três foram recebidos por correligionários, como o secretário local do DEM, bancário aposentado Pedro Moura; jornalista César Santos (diretor-geral do Jornal de Fato); ex-deputado estadual Manoel Mário e vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM).

Também os aguardavam no aeroporto, o empresário e ex-presidente do Potiguar, Manoel Barreto.

A comitiva seguiu direto para o Estádio Manoel Leonardo Nogueira (Nogueirão), bairro Nova Betânia.

Como este Blog informou ontem em primeira mão, o Estado tem projeto para investir cerca de R$ 8 milhões (inicialmente), na restauração do estádio.

A situação acontece num momento em que estão avançados entendimentos para permuta do estádio com a iniciativa privada, viabilizando construção de uma nova praça esportiva sem qualquer recurso público.

Depois trago mais detalhes sobre esse fato e seus bastidores “surpreendentes”.

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Categoria(s): Política
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