sábado - 13/07/2024 - 11:44h
Eleições Municipais 2024

Jornalistas Saulo Vale e Túlio Lemos integram série especial

Saulo Vale e Túlio Lemos farão abordagens analíticas sobre disputas deste ano (Fotomontagem do BCS)

Saulo Vale e Túlio Lemos farão abordagens analíticas sobre disputas deste ano (Fotomontagem do BCS)

A série “Eleições Municipais 2024” terá sequência amanhã (domingo, 14), em nossa página. Dessa feita, mais dois convidados que nos atenderam e gentilmente escrevem material especial pros nossos webleitores: jornalistas Saulo Vale (Blog Saulo Vale) e Túlio Lemos (jornal Diário do RN).

Dominicalmente, desde o dia 23 de junho, que nomes do jornalismo político, ciência política e marketing eleitoral têm colaborado com esse projeto do Blog Carlos Santos. Fomentam o bom debate através de material com conteúdo histórico, analítico e opinativo.

Acompanhe:

Série Eleições Municipais 2024

Leia tambémConvidados especiais vão nos ajudar a entender as eleições 2024

Leia tambémUma eleição fria, por enquanto – Por Sávio Hackradt

Leia tambémA influência das ideologias e a busca pelo voto – Por Vonúvio Praxedes

Leia tambémO desafio dos adversários de Allyson Bezerra – Por William Robson

Leia tambémO que sobrou para a oposição quase quatro anos depois – Por Carol Ribeiro

Leia tambémSem Rosados divididos e sem Rosados unidos, apenas sem Rosados – Por Christianne Alves

Leia tambémCampanha mais disputada ainda vive 56 anos depois – Por Cassiano Arruda Câmara

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Categoria(s): Política / Série Eleições Municipais 2024
sexta-feira - 30/10/2020 - 12:57h
Grande perda

Morre o constitucionalista Paulo Bonavides

Do Blog Conjur

Morreu nesta sexta-feira (30/10) um dos constitucionalistas mais respeitados do país, Paulo Bonavides, aos 95 anos.O reitor da Universidade Federal do Ceará, Cândido Albuquerque, anunciou que a entidade está de luto pela morte de Bonavides, que era professor emérito. “O mundo perdeu o seu maior constitucionalista! A Universidade Federal do Ceará está de luto!”, afirmou.

Além de jurista, Bonavides era cientista político, jornalista e membro da Academia Cearense de Letras. Nasceu em 10 de maio de 1923, em Patos, na Paraíba. Iniciou seus estudos jurídicos, em 1943, na Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde bacharelou-se em 1948. Durante a graduação, foi também Nieman Fellow Associate na universidade de Harvard, entre 1944 e 1945.

Bonavides era presidente Emérito do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional (IBDC); presidente de Honra do Instituto de Defesa das Instituições Democráticas (IDID); e fundador e diretor da Revista Latino-Americana de Estudos Constitucionais (2003).

Sua influência no pensamento jurídico nacional e internacional rendeu uma série de condecorações, como o título de doutor Honoris Causa pela Universidade de Lisboa, Universidade Federal do Rio de Janeiro e Universidade de Fortaleza.

Saiba mais clicando AQUI.

Nota do Blog – Conheci a legenda Bonavides na faculdade, estudando Direito. Foi admiração à primeira vista. A ciência política ficou ainda mais nítida para mim, com um interesse além de minha profissão.

Que descanse em paz!

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Categoria(s): Gerais
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terça-feira - 23/05/2017 - 11:10h
Brasil

Saída de Temer está decidida em conchavo de quadrilheiros

Conversei ontem à mesa de uma confraria da qual participo quase que diariamente, com gente dos mais variados matizes ideológicos, segmentos econômicos etc. Emiti minha análise sobre a atual conjuntura nacional e o redemoinho em torno do presidente Michel Temer (PMDB).

Vou resumir o que falei e continuo pensando:

As quadrilhas que ocuparam o Planalto e o Congresso Nacional nas últimas décadas já decidiram pela saída de Temer. Faltam acertar detalhes, como fizeram no bota-fora de Dilma Rousseff (PT), dando-lhe prêmio-consolação de salvaguarda dos direitos políticos, recebido de bom grado por ela.

Narro nesta página e em outros canais de nossas redes sociais e mídia convencional, como rádios e TV’s, o que tem sido negociado. Tudo é arranjado para que nada mude para os de sempre. Elementar.

Uso da lógica, relativa base em Ciência Política e conhecimento mínimo da política que se pratica no Brasil, para sustentar minha tese.

O povo, como eu repeti várias vezes, não interessa. O povo não pesa nada nisso. O povo que vai às ruas é parcela minúscula da população: massa de manobra, inocentes úteis e espertalhões que querem vender a ideia de inocência naquilo que são sócios – a ruína dessa nação.

A massa-gente, numerosa e capaz de promover mudanças, está impactada diante do que testemunha diariamente, nessa prospecção que se faz do esgoto do poder. Em quem acreditar?

Nada e ninguém merecem confiança. Entre piratas e corsários, vivemos no tombadilho de uma nau à deriva, mas mesmo assim riquíssima, que continuará sendo saqueada.

A solução que é dada em Brasília interessa prioritariamente a eles mesmos, gente das quadrilhas de sempre. Aqui e acolá se digladiam, mas em momentos pontuais, se acertam.

Esse é um momento pontual para acertos e conchavos. Não tem nada do “nós contra eles” e vice-versa. Esquerda contra direita, também não existe. As listas da Odebrecht e do Grupo JBS atestam essa realidade claramente.

Peemedebistas, tucanos, petistas e líderes de outras organizações criminosas que tomaram de assalto o Brasil, trabalham para evitar a metástase desse sistema que eles mantêm vivo, para que possam continuar vivos, passando o que é nosso para os seus bambinos.

A história mostrará adiante, daqui a anos e décadas, que o empenho de hoje é pela sobrevida dessa engrenagem e seus líderes, herdeiros e capachos.

Assim continuará, até o dia em que esse povo indolente e babaquara tome consciência de que pode tomar as rédeas do seu próprio destino, em vez de entregá-lo a essa horda – com raras exceções (ainda bem).

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog
domingo - 27/09/2015 - 05:46h

A política na vida

Ou a vida na política. Impossível nas relações da vida a ausência da política. Posto que sua interferência na convivência humana independe da nossa vontade.

Assim como ocorre na fisiologia orgânica, cujas necessidades estimuladas, manifestadas na vontade, fogem do nosso controle; tanto na intensidade quanto no momento escolhido pelo organismo.

É bem verdade que aqui não se fala de política estritamente eleitoral, partidária ou participativa. Essa sim, pode ser descartada pela vontade ou enfado. Porém, a política, no sentido amplo do conviver familiar ou social, está presente de forma tão indispensável que nem notamos. Da mesma forma que não percebemos o ar ao respirarmos. Só sentimos sua falta no afogamento ou na asma.

Politizar-se é uma forma de aprimoramento da dignidade. Seja pela participação ostensiva ou pelo simples observar conscientemente. E essa observação consciente se dá pela crítica.

A crítica é o mecanismo instrutivo que liberta. Da lição de Karl Marx: “A crítica não pretende enfeitar as grades, com flores, para atenuar o cárcere. Mas quebrá-las, para a colheita da flor viva”. Inclusive para quebrar amarras ideológicas. Marx não era marxista.

O que tem produzido certo enfado, ou até mesmo asco, com a prática política é a deformação do seu exercício, piorada a cada pleito. De tal forma que leva suas consequências ao embate primitivo das campanhas. Nesse teatro onde viramos ancestrais dos símios. De moderno, só o jogo das moedas.

Torcidas organizadas de times de pernas-de-pau. O que garante à demagogia a dominação do mando. E asseguram aos inquilinos dos palácios um atestado de quase usucapião.

Mesmo estando presente em tudo, na vida, a política não é ciência. Colega do Direito, no campo da arte/técnica. Para que um conjunto cognitivo se configure ciência é imprescindível a presença de Leis. O que há na matemática, física, química, biologia.

No Direito e na Política não há Leis. Há normas. A Política produz normas e o Direito as aplica. É uma impropriedade semântica a expressão “cientista político”. É comentarista de política. A sociologia não é ciência; não há Leis nas relações sociais e humanas. Só normas, jurídicas ou consuetudinárias.

Há uma linha tênue e invisível que une a política à literatura. Toda ela no campo da ficção. Poucos romancistas conseguem inventar roteiros tortuosos e falsos quanto os políticos. Se bem que estes estão mais para mentirosos do que ficcionistas.

É raro o país que consegue o milagre brasileiro de sobreviver à instabilidade institucional. Onde a vaidade dos membros das instituições as reduz ao tamanho do ridículo individual.

Quanto maior o ego dos componentes, menor a eficiência da instituição. Para essa gente, a exigência de impessoalidade, na Carta Magna, só serve para o povão. Não se aplica aos pavões.

Té mais.

* Texto originalmente publicado no Novo Jornal.

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Categoria(s): Artigo
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
domingo - 22/07/2012 - 10:15h

Estou pensando que não voto mais em oligarquias

Por Honório de Medeiros

Estou pensando que não voto mais em oligarquias, bem como não voto mais em quem apóia ou é apoiado por oligarquias. Qualquer oligarquia.

Na “Ciência política”,  oligarquia é a forma de governo em que o poder político está concentrado num pequeno número de pessoas identificáveis por interesses particulares tais como riqueza, laços familiares, empresas ou poder militar.

Estados em que isso acontece são muitas vezes controlados por poucas famílias proeminentes que repassam a sua influência ao longo de gerações.

Ressalvo, desde já, que já votei e, até mesmo, já trabalhei para algumas oligarquias. Assumo meu erro. O que eu não quero é continuar a errar.

Nada há de pessoal contra quem quer que seja nessa tomada de posição. Ela decorre de uma percepção amadurecida do processo político.

Trata-se de não mais crer que alianças táticas com o inimigo ideológico permitam algum tipo de avanço na luta pelo fortalecimento da Democracia e do bem-estar da Sociedade como um todo.

Ao longo dos anos foi essa minha crença, minha ilusão acalentada desde os bancos da Faculdade de Direito onde ingressei convicto da nossa possibilidade de mudar o mundo por dentro, jogar o jogo da elite política: torná-lo menos injusto.

Hoje, essa crença não existe mais.

A história demonstrou e demonstra, a cada dia, que os inimigos da Sociedade são muito mais perigosos do que supõe a nossa pretensão de entendê-los e combatê-los. Tais inimigos acreditam estarem certos em fazer, por si, e pelos seus, apenas, o possível e o impossível para sobreviverem no caos social no qual vivemos.

Nada pior que combater quem crê no que está fazendo, mesmo quando essa crença é uma distorção, um equívoco.

São eles, esses inimigos, predadores. Não têm consciência do mal que causam, ao longo do tempo, a si, aos seus, e aos outros, e quando o têm, cedem ávidos e velozes aos argumentos que pretendem legitimar suas ações equivocadas.

São elos de uma estrutura manipuladora, voraz, amoral, que os gratifica, aliena e lhes dá o amparo intelectual para seguirem em frente em sua cegueira existencial.

Os avanços que esses inimigos apresentam como progresso são armadilhas, apenas armadilhas para os desassistidos, que aparentam tudo mudar, para que tudo continue igual ao que era antes, no quê, aqui, parodio o Príncipe de Salinas, esse personagem canônico fundamental de Lampedusa e da literatura ocidental.

Não quero mais fortalecer essa estrutura.

Claro que meu gesto é uma gota d’água no Oceano da política, do jogo do poder. Demasiadamente pequena gota insignificante. Não importa. Convido outros a compartilharem, se for o caso, esse pequeno gesto.

Pode não resultar em nada, mas faz com que eu, hoje, me sinta mais limpo.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário do Natal e do Estado do RN.

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Categoria(s): Artigo
segunda-feira - 28/05/2012 - 17:25h
Ciência Política

Os cotovelos na política e no MMA

A política de Mossoró ensina em fatos bem contemporâneos, que ser “radical” não é chique.

Juscelino Kubistcheck já dizia que não tinha inimigos para sempre nem amigos eternos…

Política não se faz com cotovelos. Até no MMA (lutas de Artes Marciais Mistas) é feio demais golpe de cotovelo.

Política é uma arte; exercício de soma e não ação de centrífuga.

Quando digo que política é uma ciência, muita gente não entende. Mas é fato. Quem a conhece e a domina, rapidamente faz leitura de qualquer cenário, com base em seus princípios.

No caso do ambiente da sociologia política mossoroense, insultar alguém hoje é correr sério risco de ser seu aliado, constrangido, amanhã.

Anote.

 

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política
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