sábado - 16/11/2024 - 11:24h
Feira

Sustentabilidade e Inovação serão temas da Expofruit em 2025

Venda de estandes para evento é ponto de partida (Foto: Divulgação)

Venda de estandes para evento é ponto de partida (Foto: Divulgação)

A maior e mais importante evento de fruticultura do Brasil acontece no Rio Grande do Norte e já tem data marcada para sua próxima edição. A Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada (EXPOFRUIT) acontece de 20 a 22 de agosto de 2025, em Mossoró. Será na Estação das Artes Elizeu Ventania, Centro da cidade.

Com o tema “Sustentabilidade e Inovação: Fruticultura Tropical Responsável”, a Expofruit reunirá mais uma vez toda a cadeia produtiva da fruticultura irrigada e também irá conectar produtores, exportadores, fornecedores e investidores, além de fortalecer o setor de frutas tropicais do Nordeste brasileiro.

A feira, que é bienal, também movimenta a economia local, gerando oportunidades para empresas de diversos setores como transporte, alimentação, hospedagem, serviços e comércio, o que impulsiona o crescimento de Mossoró.

Vendas de estandes

A comercialização dos estandes já começou e os interessados devem se adiantar na aquisição com antecedência, já que a feira costuma atrair muitos expositores e visitantes nacionais e internacionais.

Os interessados podem obter mais informações sobre o evento e a venda dos estandes pelo pelos telefones (84) 3312.6939 e (84) 99950-7931 e pelo email expofruit@gmail.com.

A Expofruit 2025 é uma realização do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE/RN) e da Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA) e conta com a promoção da PromoExpo.

SERVIÇO:

Feira Internacional de Fruticultura Tropical Irrigada – Expofruit 2025

Data: 20 a 22 de agosto

Local: Estação das Artes – Mossoró/RN

Site: www.expofruit.com.br

Instagram: @expofruit2025

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sexta-feira - 30/08/2024 - 12:48h
E-Phyto

Ministro participará de lançamento de certificado digital

Carlos Fávaro tem presença confirmada (Foto: Governo Federal)

Carlos Fávaro tem presença confirmada (Foto: Governo Federal)

Na próxima segunda-feira (2), Mossoró terá o lançamento oficial do E-Phyto, certificado digital que vai facilitar e modernizar as exportações do melão destinado à União Europeia.

O evento será às 16h30 no auditório da Agrícola Famosa e contará com a presença de diversas autoridades. O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, estará presente.

A organização do evento é do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX) e da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS).

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quarta-feira - 23/08/2023 - 13:38h
Mossoró

Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada tem início

Programação diversificada vai até sexta-feira (Foto: Robson Carvalho/Arquivo)

Programação diversificada vai até sexta-feira (Foto: Robson Carvalho/Arquivo)

Realizado pelo Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE/RN) e Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA), começa nesta quarta-feira (23) a Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada (EXPOFRUIT).

A Expofruit ocorre na Estação das Artes Elizeu Ventania, no Centro de Mossoró.

Programação vai até a sexta-feira (25), com palestras, seminário, mesa redonda, visitas técnicas, exposições, negócios. A movimentação ao público será entre 18 e 23 horas.

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quarta-feira - 14/06/2023 - 16:30h
Negócios

Expofruit completa 30 anos em 2023 com novo evento em Mossoró

Volume de Negócios poderá passar dos R$ 80 milhões (Foto: Robson Carvalho/Arquivo)

Volume de Negócios poderá passar dos R$ 80 milhões (Foto: Robson Carvalho/Arquivo)

Entre 23 a 25 de agosto, será realizada mais uma edição da Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada (EXPOFRUIT), em Mossoró/RN. Será a edição de 30 anos. Um dos eventos mais importantes do agronegócio e da fruticultura irrigada brasileira tem a expectativa de movimentar uma média de  R$ 80 milhões e trazer muitas novidades para o setor produtivo da região. Será na Estação das Artes Elizeu Ventania, Centro.

A feira terá como tema “A riqueza das nossas frutas conquistando o mundo”, reforçando o crescimento das exportações do segmento ocorrido nos últimos anos. “O Rio Grande do Norte é atualmente o maior exportador de frutas do Brasil e tivemos, nos últimos cinco anos um bom crescimento no volume de exportações. Somente no ano passado, obtivemos um volume total de 253,6 mil toneladas de frutas exportadas, o que representou US$ 163 milhões. As frutas produzidas aqui abastecem quase 20 países, com destaque para a União Europeia, Estados Unidos, Rússia, Canadá, Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai e diversos países do Oriente Médio”, afirma o presidente do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), Fábio Queiroga, entidade realizadora da Expofruit.

De acordo com o diretor comercial da feira, João Manoel da Silveira Neto, as vendas estão aquecidas e já foram comercializados mais de 80% dos espaços da feira.

Nessa edição, a Expofruit terá uma estrutura maior com 420 estandes, cem a mais em relação à última feira,  que serão distribuídos numa área total de 15 mil m2 e estão sendo comercializados a R$ 4.600. Os interessados podem obter mais informações sobre o evento e a venda dos estandes pelos telefones (84) 3312.6939 e 99950-7931 e pelo email expofruit@gmail.com.

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sábado - 17/12/2022 - 23:44h
Desenvolvimento

‘Mossoró Realiza’ é apresentado e discutido com vários segmentos

A campanha do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) para apresentar e mobilizar sociedade ao conhecimento e participação no programa “Mossoró Realiza” (conheça AQUI) fecha a semana com importantes feitos. Ele e sua equipe levaram o projeto a segmentos diversos, além da própria apresentação na Câmara Municipal (veja AQUI), em Reunião Pública, na sexta-feira (16).

Comunitários ouviram esclarecimentos e puderam interagir com prefeito (Foto: cedida)

Comunitários ouviram esclarecimentos e puderam interagir com prefeito (Foto: cedida)

Neste sábado (17), outra etapa dessa programação foi cumprida, quando o prefeito recebeu dezenas de lideranças comunitárias para café da manhã em auditório do Hotel Villa Oeste. No encontro, fez uma exposição quanto ao Plano de Metas e Investimentos que é a síntese do Mossoró Realiza.

Entre os convidados, a grande maioria foi de pessoas que politicamente não estiveram com ele na campanha municipal de 2020.

Na sexta-feira, já tinha feito explanação para representantes de várias entidades empresariais de Mossoró, no auditório – lotado – da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

Apoio maciço

A apresentação do prefeito Allyson Bezerra foi acompanhada por representantes de entidades como a Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Sindicato do Comércio Varejista (SINDILOJAS), Sindicato das Indústrias da Construção Civil (SINDUSCON), Mossoró Convention Visitors Bureau, Associação de Empresas Fornecedoras de Bens e Serviços para a Cadeia de Petróleo, Gás, Petroquímica e Energia (REDEPETRO), Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), entre outras.

Auditório lotado da CDL teve apresentação do Mossoró Realiza (Foto: CDL Mossoró)

Auditório lotado da CDL teve apresentação do Mossoró Realiza (Foto: CDL Mossoró)

Várias entidades do setor produtivo já tinham dado endosso público ao programa, como Sindilojas e Sinduscon (veja AQUI e AQUI), da mesma forma que surgiram manifestações de oferta de contribuição técnica como do Sebrae e Fecomércio (veja AQUI).

“A gente acredita na geração de empregos e renda para que as pessoas possam ter sua oportunidade no mercado de trabalho e claro, ter uma oportunidade melhor enquanto cidadão. Mossoró é uma cidade forte, pujante, mas que tem hoje muitos gargalos que impedem o avanço e desenvolvimento e a consolidação e até atração de novos projetos. E o ‘Mossoró Realiza’ vem com o objetivo de resolver problemas e desenvolver Mossoró”, enfatizou o prefeito Allyson.

A PMM abriu o programa para conhecimento da sociedade, que também participa com sugestão quanto a investimentos (veja AQUI).

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domingo - 28/08/2022 - 10:28h

Os 40 anos do semiárido como exportador de melão

Por Josivan Barbosa

No próximo dia 01 de setembro o Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), que reúne as principais empresas produtoras e exportadoras de frutos tropicais do Polo de Agricultura Irrigada RN – CE, realizará a II Largada da Safra do Melão (veja AQUI). Este evento, juntamente com a Expofruit, representa uma forma de aproximação do produtor com a sociedade e com as demais empresas agregadas ao negócio rural da região.

Antigo complexo industrial da Maisa no semiárido do RN (Foto: reprodução)

Antigo complexo industrial da Maisa no semiárido do RN (Foto: reprodução)

A edição da Largada da Safra do Melão acontece às vésperas de comemorarmos 40 anos de exportação de melão para os países ricos.

A importância da MAISA 

A Mossoró Agroindustrial S/A (MAISA) foi um projeto pioneiro a em todo o país. O projeto chegou a empregar 6 mil funcionários diretos e faturar 60 milhões de dólares num ano.

Com um corpo técnico de engenheiros civis, agrônomos, mecânicos e químicos, além de economistas, administradores etc, chegou a empregar 16 engenheiros agrônomos em seu auge.

A empresa perfurou poços no Calcário Jandaíra com uma vazão média de 19 mil litros de água por hora, viabilizando o cultivo irrigado na região. Houve, também, a perfuração dos chamados poços profundos, que usavam da melhor tecnologia. Cada um deles custava em torno de 1 milhão de dólares. Esses poços, mais modernos, tinham vazão de até 200 mil litros de água por hora.

Estrutura da fábrica de industrialização da castanha de caju (Foto: reprodução)

Estrutura da fábrica de industrialização da castanha de caju (Foto: reprodução)

Em meados da década de 1990, eram bombeados 2 milhões de litros de água/hora no Projeto Maisa.

O total da área irrigada era de 1800 ha. Mas, no total a MAISA contava com cerca de 5 mil ha produtivos.

O financiamento e parcerias com o Banco do Brasil, BNDES, SUDENE e BNB tornou possível a criação desse polo agroindustrial.

As atividades agroindustriais da empresa iniciaram-se no ano de 1968. Foram seus criadores os empresários José Nilson de Sá e Geraldo Rola.

Em 1982, ocorreu a primeira exportação de melão para a Inglaterra.

A produtividade da empresa, em relação ao melão, era elevada quando comparada aos níveis atuais e no início dos anos 90 obteve com a  comercialização para o exterior, aproximadamente, US$  20 milhões/ano, representando 20%  de  toda  exportação  de  frutas  “in  natura”  do  país. Na época, esses números impressionavam, considerando as condições climáticas e da cultura na região de não se acreditar muito nos investimentos na agricultura do semiárido.

Infraestrutura da antiga MAISA

Além da grande extensão territorial da propriedade rural, com mais de 20.000 hectares com poços profundos, packinghouses e estradas vicinais internas (cerca de 300 km), a infraestrutura física do complexo MAISA era composta por fábrica de sucos, fábrica de processamento de castanhas de caju, fábrica de produção de tubos para irrigação, aeroporto privado, centro administrativo e laboratórios de pesquisa.

Nas margens da BR 304 foi construída uma vila residencial com 600 casas para as famílias dos empregados, com escola, centro comunitário, creche, posto de saúde, posto policial, áreas de lazer, pontos comerciais, rede de energia elétrica e sistemas de abastecimento de água e de saneamento.

A MAISA possuía uma serraria para produção das embalagens (paletes) para as frutas, produção de móveis e utensílios.

Além disso, tinha uma fábrica de tubos de polietileno para irrigação com capacidade produtiva de 5,5 milhões de metros de cano por ano, que eram reciclados no próprio local e uma oficina mecânica para manutenção e reparo de toda a frota da MAISA.

A cultura do caju da MAISA

O caju foi uma das primeiras estratégias escolhidas pela empresa por se adaptar bem às condições do Semiárido Nordestino depois de adulto. A área  inicial era de 12 mil ha e cerca de 650 mil plantas.

A época de colheita do caju era vista como uma festa devido a sua grande produtividade.

Com a grande estiagem no período 1979 – 2003 na região, o cajueiro, que ainda não havia atingido a fase adulta, foi praticamente dizimado pela falta d’água.

A agricultura irrigada da MAISA

Após os prejuízos decorrentes da seca com a cultura do caju, a empresa iniciou o plantio de melão, maracujá, melancia, manga, graviola, uva, acerola, sapoti, além de outras frutas com o uso das técnicas de irrigação. A área com o cultivo de melão atingiu 4000 ha por safra. O melão atendia o mercado interno e era exportado para a Europa e os EUA.

O maracujá ocupou uma área de 525 ha com produção média de 18 ton/ha/ano.

A área com manga era de 80 ha e a de acerola chegou a 180 ha.

Beneficiamento dos frutos da MAISA

O suco depois de concentrado, era armazenado em câmaras frias de onde era exportado para diversos países.

A produção de polpa era de 7200 toneladas/ano, no ano de 1995. A produção da época era majoritariamente exportada, o que representava 90%.

Era produzido a cada ano, na época, 385 toneladas de suco de maracujá, 160 toneladas de suco de caju, entre outros sucos.

A produção de castanha de caju foi planejada para atingir uma capacidade de 10 mil toneladas por ano.

Ruínas do Centro Administrativo da Maisa (Foto: reprodução)

Ruínas do Centro Administrativo da Maisa (Foto: reprodução)

A MAISA de hoje

Em 2003, para quitar suas dívidas, a propriedade da empresa foi dividida em três partes. Uma adquirida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e depois transformada em 11 assentamentos. A outra foi comprada por engenheiros agrônomos (ex-funcionários da antiga MAISA), dando lugar a Fazenda Fruta Vida, da Coopyfrutas. E a última foi adquirida por um grupo chamado Gtex, de fabricação de polpas e sucos.

Leia também (com vídeos): Maisa, história de exuberância no campo e um fim que deu frutos;

Leia também: A história de um ícone do campo.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Ufersa

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sexta-feira - 05/11/2021 - 07:40h
Evento

Expofruit 2021 começa a ter montagem de estandes

Feira será na Estação das Artes (Foto: Robson Carvalho/Arquivo)

Feira será na Estação das Artes (Foto: Robson Carvalho/Arquivo)

Com mais de 90% dos estandes da Feira Internacional de Fruticultura Tropical Irrigada (Expofruit 2021) já vendidos, a Promoexpo, promotora do evento, iniciou esta semana a montagem da estrutura desse evento na Estação das Artes, em Mossoró/RN. A feira acontece de 24 a 26 de novembro.

Há uma expectativa de público de mais de 15 mil pessoas nos três dias de feira e de movimentar cerca de R$ 60 milhões em negócios.

Esse ano a feira, que terá como tema “Valorizando as Oportunidades na Fruticultura”, acontece com um número maior de estandes devido ao aumento da procura por diversas empresas ligadas à cadeia produtiva da fruticultura do Brasil e do exterior como: de polpas de frutas, de distribuidoras de sementes, insumos agrícolas, pesquisas e tecnologia para o campo, produtos para irrigação, embalagens, entre outras.
A estrutura terá 360 estandes distribuídos numa área de 15 mil m2 .

A Expofruit 2021 é uma promoção da Promoexpo e é realizada por meio de uma parceria entre o Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte (Sebrae/RN) e a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA).

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domingo - 10/10/2021 - 12:12h

A força econômica da Expofruit e suas principais dificuldades

Por Josivan Barbosa

O Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE/RN), e a Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) intensificam os preparativos para realizar no próximo mês mais uma edição da Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada (EXPOFRUIT) 2021 (veja AQUI).

A ideia da feira de frutas (denominada de Fenafruit) no Polo de Agricultura Irrigada RN – CE nasceu com o professor Luiz Soares da Silva em 1993, quando estava à frente da Associação dos Produtores de Frutas do Nordeste (PROFRUTAS) que, na ocasião, representava praticamente a Mossoró Agro Industrial Sociedade Anônima (MAISA), Fazenda São João, Agro Now e Frunorte.Expofruit - Novembro de 2021

A primeira feira de frutas foi realizada nas dependências da antiga ESAM, com os estandes sendo colocados ao lado do antigo Rosadão (hoje Administrativo II). Contou com meia dúzia de expositores, mas foi o pontapé para que o evento fosse crescendo e se tornasse um importante vetor do desenvolvimento da agricultura irrigada do Semiárido.

A feira passou por alguns locais em Mossoró, inclusive sendo realizada uma edição na capital do Estado. Ela aconteceu na sede do SESI, onde acontecia a FICRO (Feira Industrial e Comercial da Região Oeste) e no Hotel Thermas, onde passou a ser denominada de Expofruit. A partir de 2003 tivemos a felicidade de propor ao então diretor da ESAM, professor Marcelo José Pedrosa uma ampla parceria com o COEX e SEBRAE para retornar a feira para dentro da ESAM.

Para isso, foi necessário criar o Centro de Exposição e Eventos Dix-Huit Rosado no campus Leste, por trás do estádio de futebol. O referido centro foi sendo ampliado nos primeiros anos e numa parceria com o Governo do Estado do RN e a Prefeitura Municipal de Mossoró, conseguimos instalar um local digno para a realização da feira de frutas e de outros eventos de negócios ou acadêmicos, o Expocenter.

A ideia do Expocenter teve amplo apoio da Associação Comercial e Industrial de Mossoró e foi construído com recursos oriundos do Governo do Estado e da Prefeitura de Mossoró. Coube a ESAM (hoje UFERSA) a cessão do terreno para a construção do Expocenter, com 50% dos recursos do Governo do RN e 25% dos recursos provenientes da PMM. A parte do terreno foi acordada como representando 25% na parceria estabelecida entre as quatros instituições. Com a construção do Expocenter estava consagrado o retorno da Expofruit para o campus da ESAM/UFERSA.

A partir da sua inauguração em 2006, o Expocenter passou a ser um equipamento que foi utilizado para outros eventos dessa natureza em Mossoró, como a FICRO e a Feira do Empreendedor organizada pelo Sebrae, entre outros eventos de cunho acadêmicos e técnico-científicos. Um equipamento que passou a servir ao município e a toda a região.

Expocenter na Estação das Artes

Diante da falta de interesse da direção da Ufersa no período de 2012 – 2020, a direção do Coex sentiu-se na obrigação de realizar a Expofruit fora do Expocenter (local construído para essa finalidade) e passou a montar os estandes de maneira improvisada na Estação das Artes. Foi a única saída para o Coex diante da falta de atenção por parte da universidade.

A realização da Expofruit é uma luta hercúlea da direção do Coex. Sempre no período pré-evento há uma verdadeira peregrinação dos diretores do COEX e do Sebrae junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Governo Estadual e Prefeitura Municipal de Mossoró para a liberação de recursos para a realização da feira. Além disso, nada garante que o contrato assinado com esses órgãos seja uma segurança de que os recursos serão liberados para o pagamento dos fornecedores em tempo hábil.

A realização de uma feira dessa natureza precisa de muita sintonia dos órgãos públicos e privados da nossa região, pois além de desenvolver a nossa agricultura irrigada, a Expofruit garante lotação hoteleira de Mossoró durante toda a semana do evento.

A Expofruit, em função da limitação de recursos, deixou de ser anual e passou a ser realizada a cada dois anos, mas em função da pandemia não foi realizada no ano passado.

Expofruit no Expocenter

A realização da Expofruit dentro do Expocenter facilita muito para os organizadores do evento. O Expocenter tem amplo estacionamento, local adequado e planejado para a exposição de equipamentos e máquinas agrícolas e tem condições de instalação de áreas demonstrativas de culturas, o que seria um grande atrativo para a feira ser visitada pelas crianças e jovens do ensino fundamental e médio de toda região durante o dia.

Outro aspecto muito importante é a concentração num único espaço da exposição da feira propriamente dita (frutos, insumos, equipamentos e máquinas, acessórios, complementos, serviços, etc) e da parte técnico-científica (seminários, mesas-redondas, workshop, entre outros).

A realização da feira dentro da Ufersa tem como grande beneficiado o estudante da área de Ciências Agrárias e afins que não precisam se deslocar para o centro da cidade. Lá mesmo no campus da universidade os discentes teriam a oportunidade de fazer contato com os diferentes atores do setor que mais tarde irão gerar os postos de trabalho que os discentes irão ocupar.

Dentre os discentes da Ufersa, os residentes na Vila Acadêmica Dix-Huit Rosado são os que mais aproveitariam o espaço da feira, pois não precisavam se deslocar muito para visitação. A distância do Expocenter para a Vila Acadêmica não chega a 1000 m. Esperamos que a Expofruit 2024 passe a ser realizada novamente dentro da instituição e que tenha convergência para que se consolide como um evento ímpar no Semiárido. É o nosso desejo.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Ufersa

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segunda-feira - 04/10/2021 - 21:04h
Em Mossoró

Expofruit está definida para acontecer entre 24 e 26 de novembro

A Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada (EXPOFRUIT) 2021 está confirmada para acontecer no período de 24 a 26 de novembro, na Estação das Artes Eliseu Ventania, em Mossoró. Vai trabalhar o tema “Valorizando as Oportunidades na Fruticultura”.Expofruit - Novembro de 2021

O evento será destinado a fornecedores e produtores do Brasil e de vários países. A programação contará com palestras, rodadas de negócios nacionais e internacionais, cursos e minicursos tratando sobre as mais diversas áreas da fruticultura. O evento vai seguir todos os protocolos de segurança da Organização Mundial de Saúde (OMS) e as orientações dos decretos estadual e municipal vigentes.

O evento já conta com uma ótima adesão de expositores e 90% dos estandes vendidos. Serão mais de 360 estandes com o tamanho de 12 m2, distribuídos numa área total de 15 mil m2. Os interessados devem entrar em contato com João Manoel pelos telefones (84) 3312.6939/99950-7931.

Ampliação

“Tivemos um incremento na procura de estandes em cerca de 30% e, por isso, ampliamos a área da feira e teremos a presença de diversas empresas nacionais e internacionais”, afirma João Manoel, diretor comercial da Expofruit.

A Expofruit 2021 é uma promoção da Promoexpo e é realizada por meio de uma parceria entre o Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte (Sebrae/RN) e a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA).

A feira também conta com o patrocínio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, do Governo Cidadão e da Prefeitura de Mossoró/RN e também conta com o apoio do Governo Federal, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Banco do Nordeste, Secretaria da Agricultura da Pecuária e da Pesca do Rio Grande do Norte, Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), Embrapa, FAERN/SENAR, Sistema Fiern, Codern, Idiarn e Emparn.

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domingo - 20/09/2020 - 07:30h

Melão para China, trigo e algodão movem a Agrícola Famosa

Porro: investimentos (Foto: arquivo)

Por Josivan Barbosa

Importante reportagem da Semana 38 (calendário usado pelos fruticultores) sobre a Agrícola Famosa publicada no Valor Econômico. A matéria entrevistou o CEO e sócio da empresa, o empresário Carlos Porro.

O Valor Econômico enfatiza que a abertura do mercado chinês ao melão do Brasil, em janeiro, trouxe perspectivas até há pouco inimagináveis para a Agrícola Famosa. Com o primeiro embarque à China previsto para o início de outubro, a empresa acredita que o país asiático se transformará no principal destino dos embarques em poucos anos, ultrapassando a Europa, que hoje absorve 95% das vendas externas.

Outro aspecto importante que a matéria destaca é de que as vendas internas e externas não pararam de crescer desde que o novo coronavírus começou a se espalhar. Com isso, o executivo Carlos Porro estima que o faturamento da empresa deverá subir 13% neste ano ante 2019, para R$ 700 milhões. A participação das exportações da receita, que foi de 60% em 2019, deverá subir para 70%.

Melão e melancia

De acordo com Carlos Porro, neste início de safra de melão a Famosa já fechou contratos equivalentes a 300 contêineres, um recorde. O plantio de melão e melancia iniciou-se no início de junho e a colheita para exportação teve início na semana 33 (meados de agosto) e se estenderá até fevereiro.

Nesta temporada, a expectativa é que sejam exportados 8,5 mil contêineres (mais de 160 mil toneladas) para a Europa, onde a empresa já atua há 25 anos. O Oriente Médio, para onde exporta há seis anos, deverá responder pelos 5% restantes das vendas externas.

Mercado chinês

Ainda na mesma reportagem vejam o que disse Carlos Porro: “Estamos começando os embarques para China com três ou quatro contêineres experimentais. Mas tenho certeza que tudo correrá bem e, como tudo na China é enorme, em três ou quatro safras o país pode superar as compras europeias”.  As variedades e o tratamento para o transporte das frutas destinadas ao país asiático são diferentes, uma vez que a viagem para a China leva mais tempo – cerca de 30 dias.

Produção de trigo  na Chapada do Apodi

Falando na reportagem sobre a experiência com plantio de trigo na Chapada do Apodi (Distrito de Tomé – Fazenda Macacos) em parceria com a empresa cearense Santa Lúcia Alimentos, o empresário afirmou que a Agrícola Famosa foi “provocada” a aproveitar uma nova oportunidade: o uso das terras vazias no inverno para o cultivo de trigo e algodão. “O empresário Alexandre Sales, da Santa Lúcia Alimentos, nos incentivou a criar oportunidades de negócios durante o período de inverno – e, portanto, de chuvas – na região. O melão e as outras frutas não gostam de chuva e as terras ficavam vazias e/ou com sorgo, apenas para rotação”.

De acordo com Porro, os custos de produção também ficaram abaixo do esperado. “Não fiz os cálculos ainda, mas ficaram menores que o previsto. Temos uma estrutura gigante para sustentar mesmo no inverno, quando não temos receita. Esses cultivos são perfeitos do ponto de vista financeiro e de aproveitamento de terras”, afirma ele. A Famosa tem 2 mil funcionários fixos e chega a reunir 6 mil durante o período de colheita das frutas.

Algodão também com boas perspectivas

Porro diz que fechou contrato de fornecimento antecipado de trigo com a Santa Lúcia Alimentos e, no caso do algodão, com a Santana Têxtil. Por causa dos bons resultados, é praticamente certo que a área de cultivo de trigo crescerá 100 vezes no ano que vem, para cerca de 500 hectares. E o mesmo deverá acontecer com o algodão.

Trigo no Semiárido

Também em outra reportagem da semana 38 no Valor Econômico o empresário cearense da Santa Lúcia Alimentos, Alexandre Sales mostrou-se bastante entusiasmado com os resultados preliminares da produção de trigo na Chapada do Apodi (Limoeiro do Norte). De acordo com o empresário, a variedade BR264 da Embrapa conseguiu se desenvolver com um ciclo bem curto, de 75 dias – ante o processo normal de 120 a 150 dias. Já a produtividade do campo de teste está em 5,3 toneladas por hectare, segundo as estimativas iniciais, quase duas vezes maior que as 2,4 toneladas por hectare, em média, do trigo gaúcho.

O empresário cearense aponta como vantagem o fato de a lavoura de trigo no Ceará ainda não ter pragas como nos Estados do Sul do Brasil. Com esse resultado, obteve garantia da Agrícola Famosa para semear o trigo em 500 hectares em 2020. A expectativa é que, com mais experiência, a produtividade média chegue a 5 toneladas por hectare.

Trigo no Semiárido II

Esperamos que tanto a empresa que utilizará o trigo na indústria de panificação e em outros produtos quanto as empresas parceiras no setor de produção façam um bom planejamento do uso das terras associado à disponibilidade de água, pois nesta região da Chapada do Apodi há sérios problemas de limitação de água para irrigação.

Trigo: colheita (Foto: reprodução)

Recentemente, na última grande seca (2011 – 2017) os produtores de banana tiveram sérios prejuízos com a cultura, perdendo inclusive contratos de exportação por causa da falta d`água nos perímetros irrigados do DIJA (Distrito Irrigado Jaguaribe- Apodi) e DISTAR (Distrito Irrigado Tabuleiro de Russas).

Embapa no RN

A notícia de que a Embrapa está sendo fortemente afetada no seu orçamento de custeio e investimento não pode servir de desculpa para que o RN deixe de reivindicar um centro nacional da empresa no nosso Estado. O RN e o ES são as duas únicas unidades da federação que não possuem uma unidade da Embrapa. O último Estado que conseguiu instalar um equipamento dessa natureza foi Sergipe, que num gol de letra emplacou o Centro Nacional da Embrapa Alimentos e Territórios.

A proposta precisa ser levada à ministra da Agricultura Tereza Cristina pela nova Reitora da UFERSA, Governo do RN, Prefeitura de Mossoró e parlamentares. O principal argumento para a liberação do centro é que a UFERSA colocaria à disposição da Embrapa laboratórios e escritórios e que assim, não seria necessário investimento na nova unidade.

A participação inicial da Embrapa seria na alocação de pesquisadores para desenvolver a agricultura irrigada do Polo de Agricultura Irrigada RN – CE, dando ênfase à agricultura orgânica o que justificaria a criação em Mossoró de um Centro Nacional da Embrapa Agricultura Orgânica e Agroecologia.

Embrapa no RN II

O projeto de um centro nacional da Embrapa no RN é antigo. Ele foi iniciado no Governo de Wilma de Faria. Na época colocamos à disposição da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) as instalações do recém-inaugurado Centro Tecnológico do Negócio Rural/ (CTARN)) que foi concebido numa parceria da Ufersa, Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (EMPARN) e Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

A Embrapa deu sinais de que instalaria a unidade em Mossoró e, inicialmente, liberaria 10 pesquisadores para a sua instalação. Passados 15 anos, apenas um pesquisador encontra-se em Mossoró na parceria Ufersa – Embrapa. Este foi apenas um dos inúmeros projetos em que a Ufersa mostrou-se sonolenta ao longo da última década.

Temos que aproveitar o interesse do MAPA na exportação de frutos para a Ásia e mostrar que uma forma de acelerar e se tornar competitivo mundialmente é produzindo frutos de qualidade e seguros do ponto de vista alimentar. Nada mais rápido do que contar com o apoio da Embrapa para deslanchar nesse setor muito importante para o país e para o Estado do RN e do Ceará e, também, para o Semiárido como um todo.

O CTARN – UFERSA está à disposição das entidades públicas e privadas para elaborar a proposta e discutir os principais gargalos e entraves burocráticos para tornar realidade este projeto. Precisamos acreditar que a lentidão na captação de investimentos é péssima para o nosso RN.

Eólica

A eólica é a mais barata entre as fontes renováveis de geração de energia, grupo que inclui ainda as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), a solar e a biomassa. O custo da energia eólica atingiu R$ 195 por megawatt-hora (MWh). Em seguida, aparecem a biomassa (R$ 246/MWh), as PCHs (R$ 280/MWh) e só então a solar (R$ 321/MWh).

O custo mais baixo das eólicas está associado ao barateamento das tecnologias, principalmente com a chegada dos chineses nessa indústria. Isso é explicado também pelo fato de que fabricantes de aerogeradores vieram se instalar no Brasil após certa saturação do mercado europeu.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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terça-feira - 11/08/2020 - 13:43h
Aos Vivos!

Luiz Barcelos conta sua história e pujança do agronegócio

Empresário fala sobre relação entre setores produtivo e público, mandando recados à classe política

O empresário Luiz Roberto Barcelos, referência da fruticultura irrigada e agronegócio no Brasil (Agrícola Famosa), foi o entrevistado do Carlos Santos – AOS VIVOS! dessa segunda-feira (10).

Contou a sua história nesse universo produtivo, a partir de uma decisão que o fez mudar de profissão (advogado) e de endereço (de São Paulo para Mossoró).

Também falou sobre a relação capital e trabalho, exportação de melão para China, o papel do Estado na atividade produtiva, o valor do associativismo e mandou conselhos e recados para a classe política.

– Esse povo trabalhador, muito trabalhador, maravilhoso, (potiguar) não merece a situação que está passando – disse, elogiando o perfil trabalhador e educado do Rio Grande do Norte,

Vale a pena conferir esse bate-papo.

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segunda-feira - 10/08/2020 - 19:36h
Aos Vivos!

Conversamos às 21h com o empresário Luiz Roberto Barcelos

Começa às 21 horas dessa segunda-feira (10), a 13ª edição do Carlos Santos – AOS VIVOS!, em nossa plataforma no Instagram.

Recebemos Luiz Roberto Barcelos para um bate-papo.

Ele é sócio-diretor e fundador da Agricola Famosa, diretor institucional da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados  (ABRAFRUTAS), presidente do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX) e presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Fruticultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Participe pelo Instagram – www.instagram.com/blogcarlossantos.  Acompanhe por seu computador, notebookou ou tablet através desse mesmo endereço, mesmo que não estejas nessa plataforma.

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sexta-feira - 07/08/2020 - 05:10h
Segunda-feira, 10

Carlos Santos vai receber o “Rei do Melão” no Aos Vivos!

Na 13ª edição do Carlos Santos – AOS VIVOS!, a gente vai receber o advogado e empresário paulista Luiz Roberto Maldonado Barcelos, sócio fundador e diretor da Agrícola Famosa, bem como presidente do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX).Será na próxima segunda-feira (10), às 21 horas.

Bate-papo com a participação dos internautas em nossa plataforma no Instagram – www.instagram.com/blogcarlossantos.

Uma ótima oportunidade para a gente conhecer o perfil e o pensamento de um nome representativo da fruticultura irrigada do país e do mundo, conhecido como o “Rei do Melão”.

Agende-se.

Até lá!

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domingo - 19/07/2020 - 11:04h

Projeto Umari precisa de apoio para fortalecimento econômico

Por Josivan Barbosa

O Governo do RN precisa de um olhar diferenciado para apoiar o Projeto Umari.

O Projeto Umari disponibilizará água através de três eixo sendo o principal o leito do rio Umari, além de dois outros canais menores; cuja  vazão proposta é de 1,50 m³/segundo permanente de Janeiro a Junho e de 1,50 m³/segundo intermitente de julho a dezembro. A previsão é de que  a água será disponibilizada para uso múltiplo das populações beneficiadas, contribuindo para o desenvolvimento sócio-econômico e ambiental, o que promoverá o fortalecimento das atividades como a fruticultura irrigada, pesca e a pecuária.

O ponto forte Projeto Umari é evidenciado pela disponibilidade de água, diminuições dos custos das atividades e na eficiência dos processos produtivos, além de fortalecer a produção de alimentos, em processos produtivos diversificados, gerando trabalho, renda e emprego às famílias de trabalhadores rurais dos três Municípios.

Umari é um dos reservatórios mais importantes dos recursos hídricos do estado (Foto: Sâmya Alves)

Projeto Umari II

O projeto tem como premissa básica a proposta de integração das bacias do rios Apodi e Umari. A perenização seria feita por gravidade num trecho de cerca de 45 km do Vale do Apodi. A perenização seria formada por canais naturais, através do rio Umari e dois córregos, incrementando a  oferta hídrica a mais de 200  propriedade rurais da agricultura familiar, bem como a garantia e sustentabilidade com perenidade hídrica nos açudes do Apanha Peixe, Carrilho, Pacó e Miradouro que se localizam a meia distância dos municípios de Apodi, Caraúbas e Felipe Guerra.

Projeto Umari III

As entidades representativas da sociedade civil do Vale do Apodi já avançaram muito na articulação política desse projeto, mas ainda, não foi o suficiente para sensibilizar um parlamentar do Estado a colocar uma emenda de Bancada no Orçamento do Estado para a elaboração do projeto básico de engenharia. Sem o projeto de engenharia, não há como avançar. Portanto, esperamos que esta etapa seja objeto de preocupação por ocasião da aprovação do orçamento do Estado para 2021.

As principais entidades envolvidas no projeto são as colônias de pescadores dos três municípios, as associações de agricultores familiares e a Fundação para o Desenvolvimento do Vale do Apodi. O projeto tem recebido atenção de toda a  população do Vale do Apodi.

Frutos temperados

O gerente de fruticultura do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), engenheiro agrônomo Franco Marinho Ramos, com excelente folha de serviços prestados ao desenvolvimento da agricultura irrigada do Polo de Agricultura Irrigada RN – CE, articulou e trouxe pesquisa com frutos temperados para a microrregião de Apodi através do projeto Fruticultura do qual é gestor.

Outra pesquisa que foi incrementada pelo Sebrae para diversificar a produção de frutas na microrregião foi com a cultura da uva de mesa. A consultoria para a implantação da uva na chapada de Apodi também foi através do projeto Fruticultura do Sebrae.

Iniciado com a consultoria do Dr. Django Dantas (ex-aluno da Ufersa). Atualmente há dois projetos com uva em Apodi em parceria com os produtores Marcio Valdevino e o Sr. Cesar da Germina Agrícola.

A Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) responsável direto pela pesquisa é o Centro Nacional de Pesquisa do Semiárido com sede em Petrolina, cuja proposição inicial era implantar a pesquisa em Mossoró e Apodi.

De acordo com Franco Marinho, há ainda a possibilidade de instalar o projeto também na região de Mossoró.

Em Mossoró (Ufersa) já foram produzidas sob a responsabilidade do pesquisador Vander Mendonça as mudas de pereira (cultivo da pera). Há, também, a possibilidade de instalar áreas de pesquisa com maçã, mirtilo e cacau.

O projeto em nível de Embrapa é coordenado  pelo pesquisador Paulo Roberto Coelho.

Novos caminhos à castanha

Após a ameaça de encerramento da atividade no RN da Usibras (Dunorte) e transferência das instalações para o vizinho Ceará, vem uma boa notícia para os produtores de castanha de caju da nossa região.

Produção industrial tem nova luz (Foto: arquivo)

A Greenlife adquiriu a fábrica de castanha de São Paulo do Potengi que já pertenceu à OLAM Brasil e a Iracema. A empresa fará investimentos da ordem de R$ 33 milhões, movimentando incrementando a cadeia produtiva da cajucultura do Semiárido.

A indústria, que deverá iniciar suas atividades a partir do segundo semestre, terá capacidade de processar 30 toneladas de castanha in natura por dia, totalizando mais de 17 mil toneladas por ano.

RN com nota D

A situação dos regimes de previdência dos servidores públicos de 20 governos estaduais está complicada, sendo que nove deles demonstram de forma mais clara dificuldades para honrar o pagamento de aposentadorias e pensões, por exemplo, caso não sejam implementados ajustes em seus sistemas. Isso é o que mostra o Indicador da Situação Previdenciária de Estados e municípios, divulgado pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

O indicador classifica os regimes de previdência próprio com notas de “A a D”, sendo que uma nota D aponta maior possibilidade de não honrar suas despesas. Como já era de se esperar o nosso RN sem sorte ficou com a letra D.

Agricultura irrigada

Na última quinta-feira tivemos o prazer de ministrar uma palestra para os produtores de melão e melancia que trabalham com a exportação para os mercados do Mercosul, União Européia e Estados Unidos.

O conteúdo da palestra foi disponibilizado para o Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX) e qualquer empresa ou grupo de empresas interessados em outra edição da palestra pode nos contactar.

O título da palestra é: Melão: Tecnologia Pós-colheita e Qualidade.

É direcionada para todos os colaboradores envolvidos na cadeia produtiva de frutos tropicais para atender os mercados externo e interno.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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sexta-feira - 05/06/2020 - 15:40h
Política de Mossoró

Empresário e prefeita usam fôlego para duelo por respiradores

Mossoró receberá 15 respiradores novos do Ministério da Saúde. O anúncio é feito pelo presidente do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), empresário Luiz Roberto Barcelos.

Só que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP), também garante que ela foi quem conseguiu esse benefício.

Empresário Luiz Roberto Barcelos diz ter avisado prefeita; prefeita não o citou sequer como colaborador (Fotomontagem BCS)

Os dois divulgam nas redes sociais e imprensa o feito importante para a saúde pública no momento de crescimento da pandemia da Covid-19. Cada um com sua versão.

“Durante esta semana, o presidente do COEX-RN e da Câmara Setorial de Fruticultura do Ministério da Agricultura, Luiz Roberto Barcelos, conseguiu a negociação, em caráter de urgência, de 15 respiradores para Mossoró com o Ministro da Saúde, Eduardo Pazzuello, e seu assessor direto, Airton Cascavel, sendo destinado 10 destes respiradores para as UTIs e 5 para as ambulâncias. A prefeita Rosalba Ciarlini já foi contatada e está ciente da negociação, ficando de preparar o envio do ofício ainda hoje para a concretização do envio dos equipamentos, com estimativa para que os mesmo já estejam disponíveis até a próxima semana em nossa cidade”, diz comunicado da assessoria de Barcelos.

Em Natal, o Blog do Heitor Gregório reforçou: “Barcelos é amigo pessoal de Airton Cascavel, braço direito do Ministro Eduardo Pazzuelo”.

Rosalba garante “maternidade”

“Prefeita Rosalba Ciarlini consegue mais 15 respiradores com o Ministério da Saúde e novos leitos serão abertos. A prefeita Rosalba Ciarlini conseguiu 15 novos respiradores com o Ministério da Saúde”, avisa publicação da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Acrescenta que “com a chegada desses equipamentos nós vamos poder abrir mais leitos no Hospital São Luiz e salas vermelhas na Unidade Hospitalar de Campanha do Belo Horizonte. Vamos salvar vidas de Mossoró e também de toda uma região que vem ser atendida aqui.” Outra vez voltar a falar do Hospital São Luiz (hospital de campanha), como se o administrasse:

Nós vamos poder abrir mais leitos no Hospital São Luiz…”

Leitos no São Luiz não estão deixando de ser abertos por falta de respiradores, talvez a prefeita não saiba.

No finalzinho da publicação, a municipalidade faz um agrado de lambuja a outros políticos (sem nominar ninguém) e a empresários (também sem qualquer citação) que teriam colaborado à obtenção dos equipamentos: “A mobilização da prefeita para conseguir os respiradores junto ao Ministério da Saúde também teve o apoio de empresários e políticos do Rio Grande do Norte”.

Nota do Blog – Conhecendo bem, muito bem, bem demais, a política local e seus principais atores (sem duplo sentido, claro),  além de incontáveis episódios semelhantes para narrar, não vamos nos esforçar a tentar esclarecer essa dupla paternidade.

Preferimos comemorar.

Mas lamentamos que um assunto de saúde pública em que critérios de distribuição de respirador devam ser técnicos, a versão vendida seja de que houve motivação política ou compadrio à sua efetivação. Vamos aguardar se o empresário Luiz Roberto será poupado ou tratado por “mentiroso”, “aproveitador” e outras qualificações depreciativas nas redes sociais.

Um dia essa terra ainda vai cumprir seu ideal.

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quarta-feira - 01/04/2020 - 16:20h
Negócios

Expofruit mantém data para evento, mas admite mudança

Organizada pelo Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), a Feira Internacional de Fruticultura Tropical Irrigada (EXPOFRUIT) 2020, em sua 22ª edição, está mantida.O Coex, porém, alerta estar ciente da dimensão tomada pela pandemia do coronavírus e admite tomar nova posição em relação ao evento.

A princípio a Expofruit 2020 está definida para o período de 26 a 28 de agosto em Mossoró, na Estação das Artes Eliseu Ventania (veja AQUI).

A estrutura da Expofruit 2020 tem planejamento para contar com 320 estandes com o tamanho de 12 m2 distribuídos numa área total de 15 mil metros quadrados.

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sexta-feira - 06/03/2020 - 22:26h
Expofruit

Feira de Fruticultura está marcada para o mês de agosto

A próxima Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada (EXPOFRUIT) 2020 acontecerá entre os dias 26 e 28 de agosto, em Mossoró. Será instalada na Estação das Artes Eliseu Ventania.A 22ª edição do evento tem como tema “Vai ser Docinha Assim Lá na China” se referindo à recente abertura do mercado chinês para exportação de melões. O acordo comercial com a segunda maior economia mundial pode resultar num incremento de 10 mil novos empregos diretos nos próximos três anos.

Estandes

A estrutura da Expofruit 2020 contará com 320 estandes com o tamanho de 12 m2 distribuídos numa área total de 15 mil m2 e que serão comercializados por R$ 3.600 cada.  Os interessados podem obter mais informações sobre  o evento e a venda dos estandes pelo pelos telefones (84) 3312.6939/99950-7931 e 98812-6445 e pelo e-mail expofruit@gmail.com.

A Expofruit 2020 é uma realização do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX) e do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte (SEBRAE/RN) e promoção da PromoExpo.

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sábado - 29/02/2020 - 08:48h
Economia

Exportação de melão para China “está toda suspensa”

Do Blog Diário Político

No dia 30 de janeiro este Diário Político noticiou: “Coronavírus não deverá atrapalhar exportação do melão de Mossoró para a China“.

Exportação passa a ser uma incógnita não apenas pelo avanço do Coronavírus (Foto ilustrativa)

Um mês depois esse cenário mudou completamente. A doença avançou na China e em outros países, com isso a comercialização do melão mossoroense está suspensa.

A confirmação foi dada ao jornalismo TV Cabo Mossoró (TCM Telecom) por  Luiz Roberto Barcelos da Agrícola Famosa em Mossoró e presidente do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX):

– “A comercialização com a China está toda suspensa. Enquanto a situação com a saúde pública não normalizar não haverá avanços”.

A situação econômica mundial está sendo duramente afetada por causa da doença e isso impediu essa negociação. Barcelos diz que são vários os fatores além desse novo vírus:

– “Dólar subindo muito. Por vários motivos. Juros baixos no Brasil. Atividade econômica fraca aqui também. Economia Norte-americana atraindo investimentos. E ainda o Coronavírus. Ninguém sabe onde vai parar”.

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sexta-feira - 24/01/2020 - 10:22h
Economia

Mercado Chinês está aberto para a fruticultura do RN

O Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX) tem muito a comemorar. “Uma ótima notícia: o mercado chinês está oficialmente aberto!

Segundo comunicado dessa entidade que agrega a cadeia produtiva da fruticultura irrigada no estado, o Departamento de Alfândegas da China (General Administration of Customs People’s Republic of China – GACC) disponibilizou nesse dia 22 (quarta-feira) em seu site os requisitos necessários para a exportação de melão.

“Uma grande vitória para todo o Brasil, em especial para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFA) dos Estados do RN e CE, o Coex, os órgãos de defesa do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária (IDIARN) e a Agência de Defesa Agropecuária (ADAGRI), que estiveram nesta luta por mais de 7 anos”, destaca o Coex.

Presidente da Frente Parlamentar da Fruticultura, na Câmara Federal, o deputado Beto Rosado (PP) federal também comemora o feito. “Fico imensamente feliz por ter participado ativamente na realização desse sonho”, disse.

Expectativa do setor é que sejam criados 10 mil empregos diretos e milhares indiretos nos próximos três anos.

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Categoria(s): Economia
terça-feira - 14/01/2020 - 21:20h
Melão

China pode proporcionar 40 mil novos empregos no RN

Melão é produto visado por China (Foto: autor desconhecido)

Do Blog Carol Ribeiro

Mossoró está recebendo nesta semana uma comitiva de técnicos chineses e membros do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O objetivo é a realização de uma inspeção in loco do plantio do melão, para que essa seja a primeira fruta a ser exportada do Brasil para a China.

A área livre da mosca do melão é o ponto que está sendo observado. Edilene Cambraia, coordenadora de fiscalização e certificação fitossanitária internacional do departamento de sanidade vegetal do MAPA explica: “Com a conclusão desta missão para a aprovação da área livre, nós vamos abrir o mercado para a China da primeira fruta brasileira. Esperamos que esta seja a primeira de muitas”.

“Eles vão fazer todo um acompanhamento junto ao COEX, universidades, produtores, município e estado, para que tenham uma segurança de que o nosso melão pode ser mandado para China sem oferecer risco para eles. Após a visita às fazendas, eles retornam e o compromisso é que em dez dias, caso esteja todo dentro do esperado, eles já liberem para que façamos os primeiros embarques para a China”, diz o presidente do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), Luiz Roberto Barcelos.

Produção triplicada

Em maio de 2019 uma missão esteve na China com a finalidade de abertura do mercado Chinês para o melão brasileiro, que é produzido unicamente no Rio Grande do Norte. Na época, a expectativa, segundo Barcellos, era triplicar a produção do RN e gerar cerca de 40 mil empregos com o acordo comercial.

“Se o estado conseguir atingir 10% do mercado chinês durante o inverno asiático, quando eles não conseguem produzir o melão, o estado conseguiriam triplicar sua produção, passando dos atuais 20 mil hectares para 60 mil”, disse.

*Com informações da Prefeitura de Mossoró e G1

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Categoria(s): Economia
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domingo - 01/12/2019 - 08:54h

O complexo caminho das águas no Alto Oeste do RN

Por Josivan Barbosa

A Adutora de engate rápido construída para levar a água da Barragem de Santa Cruz em Apodi para Pau dos Ferros (Alto Oeste do RN) não resolveu o problema da água daquele município. Após cinco anos de construída, a adutora apresenta sérios problemas de manutenção e a cidade vive uma situação delicada em relação ao abastecimento de água após o longo período de baixa precipitação na bacia hidrográfica da Barragem de Pau dos Ferros.

Adutora de engate de Pau dos Ferros foi iniciativa tomada para "resolver" falta de abastecimento (Foto: Caern)

A solução mais duradoura poderá ser a construção de uma adutora definitiva a partir da água do manancial hídrico Arenito Assu, cuja água é de qualidade inquestionável. Não é a toa que ao longo da região compreendida pelos pontos de recarga do lençol há várias indústrias de água mineral instaladas ou em processo de instalação.

Diante das dificuldades de recursos de investimento do Governo do Estado e da situação financeira da Caern (concessionária dos serviços de abastecimento de água no RN), a solução poderá ser a abertura de um processo de licitação para uma PPP (Parceria Público Privada).

O problema exige celeridade e a cada dia a população do município clama por uma solução definitiva.

Produção de frutas em Felipe Guerra

Após o longo período de seca na região do Polo de Agricultura Irrigada RN-CE, o município de Felipe Guerra está conseguindo atrair diversas empresas da área de fruticultura. Recentemente, uma grande empresa da região adquiriu uma área de 600 Ha próximo à Comunidade de Santana.

Pretende produzir melão e melancia no primeiro semestre do ano, em função das características arenosas do solo, o que permite produzir na época de chuvas.

Uma outra importante empresa da área de produção e exportação de melão e melancia instalou-se ao lado da BR 405 antes do trevo Felipe Guerra – Apodi (sentido Mossoró – Apodi) e construiu uma excelente infraestrutura, além de adquirir mais de 2 mil hectares na região da Chapada do Apodi.

Na microrregião de Felipe Guerra já haviam se instalado dois outros produtores de banana e mamão e, recentemente, umas das maiores empresas de exportação de mamão está fincando os pés em Felipe Guerra. A Interfruit produzirá mamão em parceria com um pequeno produtor que está se instalando na microrregião.

A empresa pretende inovar e produzir mamão com resíduo zero e mamão orgânico, além da melancia para o mercado interno.  A Interfruit atuará como compradora e exportadora.

A previsão inicial é de instalar áreas de 3 ha a cada dois meses e a primeira área já está pronta com sistema de irrigação, automação, mangueiras estiradas, bombeamento e rede de energia. Como a Intefruit já detém toda a logística de exportação, a colocação do produto no mercado será facilitada.

Cachaça Malhada Vermelha

A Nova Malhada Vermelha é a mais recente cachaça produzida na região do Vale do Apodi. Trata-se de excelente produto que, aos poucos, está conquistando o paladar regional.

A Malhada Vermelha era uma cachaça muito conhecida – originária de Severiano Melo, região Oeste – que tornou-se referência regional em termos de qualidade. Ainda há alguns exemplares da antiga cachaça que nos remete à década de 80. Apreciadores do produto guardam-na como verdadeiro troféu e relíquia.

Pátria Amada

Falando em cachaça, uma outra boa opção da região tem sido a Pátria Amada. Trata-se de excelente produto e possui boa apresentação de embalagem. Exatamente o que está faltando na Nova Malhada Vermelha. Ambas não deixam nada a desejar em relação a rótulos tradicionais do Brejo Paraibano.

Receitas bilionárias

Apesar do desempenho morno da economia brasileira, o número de municípios “bilionários” no país aumentou em 2018. Passou de 77, em 2017, para 87 no ano passado, de acordo com levantamento do Observatório de Informações Municipais (OIM), que levou em consideração as prefeituras com receita orçamentária anual acima de R$ 1 bilhão. O avanço foi impulsionado em parte pela expansão dos recursos provenientes de royalties e participação especial. E, também, pelo crescimento no volume de transferências governamentais.

O número de municípios com receita acima de R$ 1 bilhão passou de 77, em 2017, para 87 no ano passado.

Mossoró está longe de se tornar um município bilionário. A velocidade do crescimento verificada nas décadas de 80 e 90 não se repetiu nas duas últimas décadas e agora a nossa economia, precisa ser reinventada. Nessa discussão em torno da eleição municipal do próximo ano, o eleitor precisa ficar atento aos programas dos candidatos visando essa temática.

Garantias da União

A União gastou R$ 625,57 milhões em outubro para honrar dívidas garantidas dos entes subnacionais. Foram R$ 305,13 milhões relativos a inadimplências do Rio de Janeiro; R$ 204,71 milhões de Minas Gerais; R$ 88,63 milhões de Goiás; R$ 9,82 milhões do Rio Grande do Norte e R$ 17,28 do Amapá.

Frutas para a China

O Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX) e a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), representados pelo seu presidente, empresário Luiz Roberto Barcelos, demonstraram otimismo com a possibilidade de exportação do melão para a China.

De acordo com Barcelos, apesar da dificuldade de logística (30 dias de navio para exportar a fruta para a Ásia), a região já produz híbridos de melão cantaloupe que apresentam vida útil pós-colheita suficiente para chegar ao mercado asiático com qualidade.

O presidente das duas entidades defende, ainda, que não haverá problema com a expansão das novas áreas no tocante à disponibilidade de água. O representante argumenta que o meloeiro usa muita água salina que não se presta para o consumo humano ou animal e que ao usar a água do manancial Arenito-Assu, esta pode ser misturada com a água salina, reduzindo a quantidade a ser utilizada.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal do RN.

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sexta-feira - 18/10/2019 - 21:20h
Festa do Boi

Frente da Agropecuária trabalha agenda em reunião no RN

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) se reuniu nesta sexta-feira (18) com os principais representantes do setor produtivo do Rio Grande do Norte, no estande do Ministério da Agricultura instalado na Festa do Boi, em Parnamirim.

Pela primeira vez um estado no nordeste sediou a reunião da FPA. O objetivo do encontro foi ouvir as principais demandas dos setores e elaborar uma agenda que possa ser executada ao longo de 2020.

Beto discurso e mostra cenário preocupante do camarão e importância de luta pela fruticultura (Foto: assessoria)

“Melhor do que ouvir é agir. E é nessa perspectiva que vamos trabalhar juntamente com os produtores e criadores. Queremos levar as pautas para o Congresso e Governo Federal e voltar aqui ano que vem com os resultados”, declarou Alceu Moreira presidente da FPA.

O deputado Federal Beto Rosado (PP), membro da FPA e anfitrião aproveitou o momento para expor uma luta antiga da fruticultura irrigada. “Há mais de 10 anos ouço falar da necessidade de exportarmos o nosso melão para a China. E hoje é uma realidade que está próxima de se tornar realidade. Isso porque a FPA, Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX) e a ministra Thereza Cristina estão empenhados para isso acontecer”.

Camarão

Beto Rosado completou expondo a preocupação em abrir o mercado brasileiro para a entrada do camarão do Equador. “Não podemos deixar o camarão equatoriano entrar no Brasil sem proteger os nossos criadores. No passado, essa abertura quase dizimou nossa produção”, declarou.

O presidente da Associação Norte-Riograndense de Criadores (ANORC), Marcelo Passos, reafirmou a satisfação de receber uma reunião da Frente Parlamentar, que preenche um hiato na relação do parlamento com o produtor rural.

Participaram da reunião o senador Jean-Paul Prates; os deputados federais Benes Leocádio (PRB), Eliéser Girão (PSL), Rafael Motta (PSB), Roberto Pessoa (CE); Roberto Papa, superintendente do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa); Benjamin Maranhão, diretor da Anater; Luiz Roberto Barcelos, presidente da Coex e Abrafrutas; Zeca Melo, superintendente do Sebrae RN; José Álvares Vieira (Faern/Senar), Guilherme Saldanha, secretário estadual de agricultura; além das entidades: ANCC e ABCC, Emparn, CNA, Sindpesca.

Com informações da Assessoria de Beto Rosado.

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Categoria(s): Política
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