quarta-feira - 29/12/2021 - 23:24h
Reconhecimento

Prefeito e governadora dão exemplo de compromisso com comércio

Michelson Frota presidente do Sindilojas), Stênio Max CDL) e Sérgio Freire Sinduscon) do Aquece Mossoró Foto: Célio Duarte)

Michelson Frota (presidente do Sindilojas), Stênio Max (CDL) e Sérgio Freire (Sinduscon) do Aquece Mossoró (Foto: Célio Duarte)

Pela primeira vez, desde que foi operacionalizado em quatro edições, o programa de fomento de vendas no comércio mossoroense, o “Aquece Mossoró”, recebe o pagamento dos apoios da Prefeitura Municipal de Mossoró e do Governo do RN antes do final do ano do evento correspondente. Antes, o tempo corria léguas.

Quem comemorava à tarde dessa quarta-feira (29) a feliz coincidência, êxito expressivo da promoção e compromisso dos respectivos gestores, prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) e governadora Fátima Bezerra (PT), era o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL), Stênio Max.

A CDL é uma das entidades promotoras do Aquece Mossoró, ao lado do Sindicato do Comércio Varejista (SINDILOJAS) e do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mossoró (SINDUSCON Mossoró). A iniciativa aconteceu entre 30 de outubro a 30 de novembro, com o sorteio no último dia 4 de dezembro.

“Isso nunca tinha ocorrido antes”, reiterou. “E quando os procuramos deixamos claro que não se tratava de uma ‘ajuda’, pois sabíamos do retorno ao meio circulante e de tributos dessa promoção, a maior da história”, finalizou.

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Categoria(s): Economia / Política
segunda-feira - 20/02/2017 - 09:24h
Mossoró

Estado não cumpre acordo e compromete hospital-maternidade

Pediatras, fisioterapeutas e as outras três especialidades que atuavam no Hospital da Mulher Parteira Maria Correia – fechado pelo Governo do Estado em 2016 -, estão sem pagamento no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), para onde foram transferidos. Governo se esquiva do repasse financeiro para esse fim.

HMAC tem papel com excelente resultados (Fotos: arquivo)

Problema se arrasta desde o final de 2016.

Resumindo: O Estado não repassa o valor de R$ 438 mil/mês ao HMAC, compromisso fechado perante a Justiça Federal e também não paga às cooperativas médicas que atuam nessa instituição.

Por isso começa uma metástase de paralisações desses profissionais, ameaçando atividades normais do hospital.

Nota do Blog – Chego a pensar que existe conluio (outro) politiqueiro para fechar mais um hospital em Mossoró. O HMAC está sob intervenção desde setembro de 2014, sendo resgatado das sombras e com excelentes resultados e crescimento no atendimento a parturientes, seus bebês, além de suporte ao próprio Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

Veja uma série de reportagens sobre o HMAC que este Blog publicou nos dias 29 AQUI, 30 AQUI e 31 de janeiro AQUI deste ano.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
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