segunda-feira - 20/05/2024 - 18:24h
Finalmente

Desvio feito pelo Dnit é aberto em Lajes

O desvio construído pelo Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT), em Lajes, finalmente está aberto ao trânsito.

Liberação ocorreu no fim da tarde desta segunda-feira (20).

Iniciada dia 3 de abril, a obra foi necessária porque uma ponte entre os kms 204 e 206, sobre a BR-304, foi destruída por enxurrada no dia 31 de março.

Com cerca de 700 metros e paralela à BR, essa via alternativa ainda está inacabada, mas foi liberada no sistema “pare e siga”, com sinalização improvisada.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) atua no disciplinamento do tráfego.

📽️Imagens de Waschington Fernandes.

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sexta-feira - 24/03/2023 - 07:02h
Ataques criminosos

Após explosão de bomba, governo vê necessidade de reparar ponte

O pilar da Ponte Costa e Silva (conhecida como ponte de Igapó), avariado durante um ataque criminoso na última quarta-feira (22) deverá ter o reparo iniciado imediatamente. De acordo com especialistas, não há risco iminente de queda, mas caso não passe por reparo, o trecho atingido poderá ficar comprometido rapidamente com o trânsito de veículos.

Coletiva deu esclarecimentos mais seguros sobre o caso (Foto: divulgação)

Coletiva deu esclarecimentos mais seguros sobre o caso (Foto: divulgação)

A ponte, que liga as zonas Oeste e Norte de Natal, compõe um trecho da BR-101, portanto tem jurisdição federal. Por isso, assim que o ataque criminoso ocorreu, a governadora Fátima Bezerra entrou em contato com o ministro da Infraestrutura, Renan Filho, de quem ouviu palavras de total apoio. “Sendo um equipamento que interessa ao nosso estado, fizemos a ponte entre os órgãos e buscamos junto ao Governo federal toda a garantia de que esse serviço possa ser executado o mais rápido possível”, disse o secretário estadual de Infraestrutura, Gustavo Coelho.

As palavras do secretário foram ditas na tarde desta quinta-feira (23), durante uma entrevista coletiva que contou ainda com representantes do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) e Instituto Técnico e Científico de Perícia (ITEP).

Tanto o Crea como o Dnit fizeram visitas técnicas e constataram que na ponte há danos por conta da bomba que foi explodida no local por criminosos, mas que podem ser reparados.

Nota do Canal BCS – Logo após o episódio houve uma corrida às redes sociais e imprensa com duas versões em conflito: uma, garantindo que não tinha ocorrido nada demais, com uso de explosivo por facção criminosa.. Não tinha provocado qualquer avaria. Tudo era alarmismo da corrente do ‘quanto pior, melhor’. Outra, assegurava que a ponte corria perigo de ruir. Resumindo, a explosão causou dano. Não foi uma bombinha para gerar apenas pânico.

Agora, o realismo: o governo admite que precisa logo fazer reparos para que não ocorra comprometimento em seguida. Assunto encerrado.

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segunda-feira - 27/08/2018 - 11:32h
RN

Ex-deputado e mais 10 são denunciados por corrupção no Dnit

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o ex-deputado federal João Maia (PR), candidato outra vez à Câmara Federal, na Coligação Trabalhos e Superação. Além dele, mais dez pessoas são denunciadas por envolvimento no esquema de corrupção que reunia (entre os anos de 2009 e 2010) integrantes da Superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) no RN.

Os 11 foram alvo da Operação Via Trajana, realizada no último dia 31 de julho (veja AQUI) e que é um desdobramento da Operação Via Ápia, deflagrada em 2010.

Leia tambémJoão Maia estranha busca e apreensão em período eleitoral.

“(…) pelos elementos colhidos por meio dos acordos de colaboração celebrados e demais provas coligidas nessa fase da investigação, verificou-se, a bem da verdade, que João da Silva Maia era o verdadeiro chefe-mor de todo o esquema de corrupção operado no Dnit/RN”, destaca a denúncia do MPF.

Envolvidos

Além de João Maia, foram denunciados seu ex-assessor Flávio Giorgi Medeiros Oliveira, o “Flávio Pisca”; a ex-esposa e o ex-sogro do deputado, Fernanda Siqueira Giuberti Nogueira e Fernando Giuberti Nogueira; seu sobrinho Robson Maia Lins; Paulo César Pereira (irmão do ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento); o engenheiro Alessandro Machado; além de pessoas que ajudaram no recebimento da propina, como Wellington Tavares, Hamlet Gonçalves e a ex-esposa e o irmão de Flávio Pisca, Cláudia Gonçalves Matos Flores e Carlos Giann Medeiros Oliveira.

A denúncia é resultado de um trabalho conjunto do MPF com a Polícia Federal (PF)l, Controladoria Geral da União9 CGU), Receita Federal (RF) e Tribunal de Contas da União (TCU), que contribuíram com informações fundamentais para desvendar como funcionava o esquema de corrupção no Dnit/RN.

De acordo com as provas colhidas, João Maia foi o principal beneficiário e atuou desde o princípio, indicando seu sobrinho Gledson Maia para a Chefia de Engenharia da autarquia e Fernando Rocha para a Superintendência. Os dois operavam a “troca de favores” com as empresas.

Confira os crimes atribuídos a cada denunciado:

João da Silva Maia – Peculato (art. 312 do Código Penal), corrupção passiva (art. 317 do Código Penal), associação criminosa (art. 288 do Código Penal), crimes contra licitações (art. 89, 90 e 92, caput, da Lei n.º 8.666/93); e lavagem de dinheiro (art. 1º, V e VII, e § 1º, I, da Lei n.º 9.613/98).

Wellington Tavares – Corrupção passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Fernanda Siqueira Giuberti Nogueira – Corrupção passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Fernando Giuberti Nogueira – Corrupção passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Flávio Giorgi Medeiros de Oliveira – Corrupção passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Robson Maia Lins – Corrupção passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Paulo César Pereira – Corrupção passiva e associação criminosa.

Carlos Giann Medeiros Oliveira – Corrupção passiva e associação criminosa.

Hamlet Gonçalves – Corrupção passiva e associação criminosa.

Cláudia Gonçalves Matos Flores – Corrupção passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Alessandro Machado – Corrupção ativa e associação criminosa.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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terça-feira - 21/08/2018 - 13:00h
Operação Via Ápia

Ex-diretor do Dnit é condenado a mais de 13 anos de prisão

Gledson Maia: condenação (FOto: Web)

Em mais um desdobramento da Operação Via Apia (que eclodiu em 2010), como ficou conhecida a denúncia de um suposto esquema de corrupção em obras do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) no RN, o Juiz Federal Eduardo Dantas, da 14ª Vara Federal do RN, condenou duas pessoas, absolveu uma e aplicou o perdão judicial a outra.

Foram condenados Gledson Golbery de Araújo Maia, ex-diretor de Engenharia do Dnit, e o empresário Arlindo Cavalca Filho. No caso de Gledson Golbery, a condenação é de 13 anos, 6 meses e 3 dias de reclusão e ao pagamento de 422 dias-multa, com cada dia-multa no valor de 1/30 do salário mínimo vigente.

Como ele firmou o acordo de colaboração premiada,  a pena dele foi convertida a 4 anos, 6 meses e 1 dia de reclusão, inicialmente, em regime aberto.  Mas a pena de multa se mantém no mesmo valor.

Sobre Arlindo Cavalca a pena foi de 6 anos, 5 meses e 10 dias de reclusão e o pagamento de 194 dias-multa, com cada dia-multa no valor de 1/30 do salário mínimo vigente.

Favorecimento

Luciana Sbaraini foi absolvida no processo. Já Adla Érica de Queiroz Silva Maia recebeu o perdão judicial nos termos da colaboração premiada que firmou com o Ministério Público Federal.

A denúncia do Ministério Público Federal recaiu sobre favorecimento indevido de contratação para empresa Cavalca Construções e Mineração Ltda, da qual Arlindo Cavalca é sócio.

Gledson Maia é sobrinho da deputada federal e candidata ao Senado Zenaide Maia (PHS) e do ex-deputado federal e novamente candidato à Câmara dos Deputados, João Maia (PR).

Leia também: PF e MPF cumpre busca e apreensão sobre corrupção na BR-1101;

Leia também: João Maia estranha busca e apreensão em período eleitoral.

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terça-feira - 07/02/2017 - 08:58h
Assu-Itajá

Ponte sobre rio Açu ganhará reforço e alargamento após 65 anos

Obra não faz parte de projeto de duplicação da BR-304, mas é vista como imprescindível ao tráfego

Boa notícia para quem transita pelo Vale do Açu e trafega na BR-304 (Mossoró-Natal). A “Ponte Felipe Guerra”, sobre o Rio Piranhas/Açu, no limite entre os municípios de Assu e Itajá, passará por uma considerável “repaginação”.

Serão iniciados os serviços de reforço, reabilitação e alargamento da ponte que tem quase 65 anos de vida. Nesse caso, a “nova ponte” terá uma largura de 12 metros de pista, mais acostamento e passarela de pedestre nas duas laterais. Sua largura sairá dos atuais 8,60 metros para aproximadamente 18 metros.

Ponte Felipe Guerra tem quase 65 anos e deverá ser 'repaginada' até outubro de 2019 (Foto: Web)

O comprimento total da ponte será mantido nos atuais 595 metros.  A ordem de início dos serviços foi emitida no último dia 23 de janeiro, com prazo de execução de 990 dias. Previsão para que seja concluída por volta de outubro de 2019.

Os recursos investidos pela União serão da ordem de 38.700 milhões. A empresa vencedora da licitação foi a Construtora A. Gaspar S/A. Entre 60 e 90 dias deverá estar iniciando os trabalhos.

Maior ponte do Nordeste

A obra não tem vínculo com os serviços de duplicação da BR-304. Na verdade é uma iniciativa para readequá-la às necessidades contemporâneas de tráfego, segundo estudos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT).

A Ponte Felipe Guerra homenageia o ex-desembargador, ex-deputado constituinte e ex-secretário de educação homônimo, nome de expressão na primeira metade do século passado no Rio Grande do Norte.

Obra começou em 1948 e foi concluída em 1952, com investimentos federais (Foto: Fernando Caldas)

Sua edificação começou em 1948, na gestão do presidente Eurico Gaspar Dutra. O governador era José Varela. Foi concluída em 1952, na administração do presidente Getúlio Vargas. Sylvio Pedrosa era o governador, em face da morte de Dix-sept Rosado no ano anterior, em acidente aéreo (veja AQUI). O prefeito de Assu, à ocasião, era Edgard Montenegro.

Com 595 metros de extensão, ela é ainda hoje a maior ponte de concreto armado do Nordeste. Foi construída pelo técnico em carpintaria Francisco Gaag, austríacco, naturalizado brasileiro.

Clique AQUI e faça um passeio virtual pela Ponte Felipe Guerra.

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quarta-feira - 25/01/2017 - 19:14h
Seridó

MPF cobra agilidade para conclusão de obra de adutora

O Ministério Público Federal (MPF) em Caicó ingressou com um ação civil pública, com pedido de liminar, para que o Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) adotem todas providências necessárias para pôr em prática a desapropriação (formalizada desde 1976) de uma área particular, cuja ocupação vem impedindo a continuidade das obras da adutora Serra de Santana/Caicó.

O MPF alerta para o iminente colapso no abastecimento hídrico de Caicó e de algumas cidades vizinhas (Jardim de Piranhas, São Fernando e Timbaúba dos Batistas), previsto para ocorrer até o próximo mês de março, e a necessidade urgente da conclusão do novo sistema adutor.

Atrasos

Ele deveria começar a funcionar agora em fevereiro e é apontada como a principal alternativa atualmente existente, no sentido de evitar o completo colapso na região.

A obra da nova adutora estava sob responsabilidade do Governo do Estado e foi repassada, pelo Ministério da Integração Nacional, para a alçada do Dnocs. “Com a mudança de titularidade, inegável ter havido um impacto sobre o já minguado prazo para execução e conclusão das obras”, ressalta o MPF.

Saiba mais detalhes AQUI, desse imbróglio que parece sem fim.

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quarta-feira - 07/10/2015 - 21:26h
Via Ápia

MPF ajuíza ações contra grupo que desviou R$ 13,9 milhões

O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) apresentou três ações de improbidade contra 25 pessoas e quatro empresas envolvidas no desvio de recursos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), descoberto pela operação Via Ápia, em novembro de 2010. As irregularidades envolveram a duplicação do Lote 2 da BR-101.

Dentre os réus estão o ex-superintendente do Dnit/RN, Fernando Rocha Silveira, e o ex-chefe de Engenharia, Gledson Maia (sobrinho do então deputado federal João Maia-PR), além de empresários e representantes do consórcio Constran–Galvão–Construcap.

As ações são assinadas pelo procurador da República Fernando Rocha de Andrade e os réus foram divididos em três grupos. Ao todo, o MPF aponta desvio de R$ 13.902.242,02. A Via Ápia revelou a existência de diversas irregularidades na execução dos 35,2km de obras do Lote 2, entre o município de Arês e a divisa com a Paraíba.

Réus e funções de cada à época dos atos de corrupção

Gledson Golbery de Araújo Maia – chefe de Engenharia do Dnit/RN

Fernando Rocha Silveira – superintendente regional do Dnit/RN

Luiz Henrique Maiolino de Mendonça – servidor do Dnit/RN e fiscal do contrato

Frederico Eigenheer Neto – gerente comercial do consórcio executor da obra

Gilberto Ruggiero – gerente-geral do consórcio executor da obra

Adrev Yuri Barbosa Fornazier – funcionário da ATP Engenharia

Marlos Wilson Andrade Lima de Góis – engenheiro civil da ATP Engenharia

Emir Napoleão Kabbach – diretor da Constran

José Luís Arantes Horto – sócio da Pedreira Potiguar Ltda. – ME

Mário Sérgio Campos Molinar – engenheiro civil da Constran

Dário de Queiroz Galvão Filho – representante da Galvão Engenharia

Eduardo de Queiroz Galvão – representante da Galvão Engenharia

Mário de Queiroz Galvão – responsável técnico da Galvão Engenharia

José Gilberto de Azevedo Branco Valentin – presidente da Galvão Engenharia

Ricardo Cordeiro de Toledo – diretor da Galvão Engenharia

Frank Adriano Balarotti de Araújo – diretor da Galvão Engenharia

Jorge Alberto Aun – responsável técnico da Constran

José Roberto Bertoli – representante legal da Constran

Luiz Sérgio Nogueira – representante legal da Constran

Roberto Ribeiro Capobianco – sócio, diretor vice-presidente e responsável técnico da Construcap

Eduardo Ribeiro Capobianco – sócio e diretor vice-presidente da Construcap

Celso Verri Villas Boas – procurador da Construcap

José Theodózio Netto – sócio-administrador da ATP Engenharia

Marco Aurélio Costa Guimarães – responsável técnico da Construcap e lobista do consórcio

Carlos Eduardo Albuquerque de Paiva – engenheiro supervisor da ATP Engenharia

Constran S/A – Construções e Comércio – empresa integrante do consórcio executor da obra

Galvão Engenharia S/A – empresa integrante do consórcio executor da obra

Construcap-Ccps Engenharia e Comércio S/A – empresa integrante do consórcio executor da obra

ATP Engenharia Ltda.. – empresa responsável pela supervisão da obra.

Veja matéria completa AQUI.

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