“As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras.”
Friedrich Nietzsche
Jornalismo com Opinião
“As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras.”
Friedrich Nietzsche
“Nossa dor vem da distância entre aquilo que somos e o que idealizamos ser.”
Friedrich Nietzsche
“Aquele que não consegue comandar a si mesmo sempre acabará sendo comandado por alguém.”
Friedrich Nietzsche
“Falar muito de si mesmo pode ser um jeito de esconder aquilo que realmente você é.”
Friedrich Nietzsche
“A vida vai ficando cada vez mais dura perto do topo.”
Friedrich Nietzsche
“Nunca é alto o preço a pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo. ”
Friedrich Nietzsche
“Detesto quem me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia.”
Friedrich Nietzsche
“Quando você olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.”
Friedrich Nietzsche
“Nunca é alto o preço a pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo.”
Friedrich Nietzsche
“Aquele que tem um forte ‘porquê’ pode suportar praticamente qualquer ‘como’.”
Friedrich Nietzsche
“Para ver muita coisa é preciso despregar os olhos de si mesmo.”
Friedrich Nietzsche
“Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.”
Friedrich Nietzsche
“O inimigo mais perigoso que você poderá encontrar será sempre você mesmo.”
Friedrich Nietzsche
Por Francisco Edilson Leite Pinto Júnior
Era uma vez um menino que brincava de sonhar: ele sonhou ser médico para “matar” a morte (afinal seria uma maneira de se vingar: seu pai tinha morrido quando ele tinha apenas 03 meses); ele sonhou em ser professor, afinal seria uma forma de virar médico, pois o professor é na verdade um médico que luta desesperadamente para curar a pior doença, a ignorância da alma; ele sonhou também ser pesquisador, para tentar descobrir porque os professores, quando amam o que fazem, eles são verdadeiros BENJAMIN BUTTON, onde o tempo corre ao contrário, como diz Caetano: “O tempo não para, no entanto ele nunca envelhece”.
Pois bem, um a um esses sonhos foram conquistados, independente de pedras – verdadeiras dádivas de Deus no seu caminho -, que na verdade eram uma forma de ele reprogramar o seu GPS de vida.
Ele, depois de 28 anos, 08 meses e 06 dias, realmente venceu a morte.
Como?!
De forma muito simples. Ele percebeu, que o mestre Rubem Alves tinha razão:
– “Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor assim, não morre jamais.”
Ah, caro leitor, o mais estranho de toda essa história é que ele percebeu que tudo, absolutamente, tudo estava conectado, como no poema de Jonh Donne: “Ninguém é por si só uma ilha”…
Era como se ele estivesse vivendo o próprio seriado DARK, da NETFLIX, onde passado, presente e futuro viviam juntos , afinal “SIC MUNDUS CREATES EST” (E assim, o mundo foi criado)…
Hoje, ele chegou ao pico máximo da sua carreira, porém o que mais chamou atenção foi a sua disposição de iniciar tudo, novamente, como a lei do eterno retorno de Nietzsche: “Cada dor, cada alegria, cada coisa minúscula ou grandiosa retornaria para você mesmo. A mesma sucessão, a mesma sequência, várias e várias vezes como uma ampulheta do tempo.”.
Ah, ele venceu a morte e agora a sua verdadeira luta é para manter vivo dentro de si, aquela criança que um dia sonhou em ser médico, professor e pesquisador.
E ele está conseguindo isso, pois continua com os mesmos 05 anos, onde tudo começou…
Francisco Edilson Leite Pinto Júnior é professor, escritor e médico
“Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.”
Friedrich Nietzsche
“Detesto quem me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia.”
Friedrich Nietzsche
“És escravo? Então não podes ser amigo. És tirano? Então não podes ter amigos.”
Friedrich Nietzsche
Por Marcos Araújo
O mundo é regido pelos fracos, dizia o filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900). Como ateu convicto e um dos fundadores do niilismo, em sua obra “A Gaia Ciência” ele anunciou a morte de Deus (a sua frase mais conhecida é “Deus está morto!”). O niilismo (o termo vem de “nihil”, nada, em latim) é uma doutrina filosófica que nega valores na humanidade e não vê qualquer sentido ou utilidade na existência.
Outro movimento insurgente contra o valor da vida humana é o antinatalismo. O filósofo sul-africano David Benatar, dirigente da Universidade do Cabo, é um dos seus fundadores. Diz ele que a vida é tão ruim e tão dolorosa que os humanos fariam melhor se deixassem de ter filhos.
Por pior que possa parecer, seu livro intitulado Better Never to Have Been: The Harm of Coming Into Existence (Melhor Nunca Ter Sido: os danos de vir à existência) tem recebido considerável atenção no meio acadêmico. Do ponto de vista de Benatar, reproduzir-se é intrinsecamente cruel e irresponsável — não apenas porque um destino horrível pode ocorrer a qualquer um, mas porque a própria vida é “permeada por ruindade”.
Para Nietzsche, Deus morre quando a civilização conclui pela irremediável ausência de valores e sentidos definitivos. No pensamento de Benatar, não dar continuidade à procriação seria um dever porque a humanidade também não deu “sentido à vida”. No romance “Os Irmãos Karamazov”, o escritor Dostoievski escancara o problema numa fala do irmão do meio, Ivan: “Se não existe a imortalidade da alma, então não existe tampouco a virtude, logo, tudo é permitido.” Por isso, diz Ivan: “Não há virtude se não há imortalidade.”
Neste presente pandêmico, a letalidade do vírus e a convivência com a rotina da morte fortaleceu dois pensamentos niilistas: a descrença nos valores morais dos seres humanos e a negação da existência de Deus. No primeiro, para um ser minimamente esclarecido, estarrece a destruição ambiental proposital, ou, a exploração política da pandemia com o desvio de recursos e a apropriação indevida de insumos destinados à saúde.
O segundo, pode vir de uma reflexão da criatura voltada para o Criador: afinal, se Deus existe mesmo e criou tudo, por que a permissão da morte de tantos dos seus filhos?
Como bem pensou Immanuel Kant, o ser humano não é capaz de responder a certas questões metafísicas como a existência de Deus e da alma, por exemplo. Mas, pode observar o ambiente do ponto de vista sociológico. Ora, o ser humano se constrói somente na interação com os outros. O campo relacional precede a essência individual. Existência antes da essência. A essência do homem só se concretiza na alteridade, e por isso o amor condiciona a existência ética.
Por isso, fazendo uma análise do comportamento social, acredito plenamente no sentido da vida, e piamente ponho minha fé na humanidade e na prevalência dos valores coletivos que ela pode construir. Dois exemplos me bastam só nessa última semana…
No início dela, um vídeo amador mostrou a interação num semáforo entre uma criança branca de classe média, e uma outra pedinte de rua. Aproveitando a parada do trânsito, a criança dentro de um automóvel baixa o vidro traseiro e coloca os braços para fora para doar o seu brinquedo e brincar um pouco com o seu igual, outro inocente que esmola lavando carros.
No meio da semana, outro vídeo amador mostra o apoio coletivo ao vendedor de sopa Izael Menezes. Ele havia sido proibido por um morador de um condomínio em Salvador/BA de anunciar o seu produto em grito, como fazia antes. Uma moradora, tomando conhecimento do fato, reuniu um grupo de apoiadores, trouxe Izael de volta ao local e formou um coral de condôminos gritando “Olha a sopa!” (veja AQUI)
Assistam aos vídeos. O primeiro, num momento de distração, assisti enquanto fazia feira em um supermercado. As lágrimas brotaram silenciosas, e depois deu lugar a um choro discreto. Deve ser feio chorar em público, mas a moral quedou-se ao sentimento. Foi a partir desses gestos que veio o pensamento em continuar pedindo a Deus para não desistir da humanidade. Temos jeito ainda!
A leitura do evangelho deste domingo (Mc 4, 35-41) narra a cena na qual os discípulos de Jesus estavam na barca e começa a ventar. Eles gritam assustados ante o risco do naufrágio, enquanto Jesus no fundo do barco descansava. Diante do desespero, Jesus fica de pé e ordena que o vento pare. Dirige-se em seguida aos discípulos e pergunta: “por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?”
Bem a propósito a leitura desse evangelho para esses tempos. Faço uma profissão de fé no Deus que creio e na própria humanidade, esta última um pouco tatibitate, vacilante e insegura, como os discípulos. Mas, basta ter fé! A “tempestade” passará! Apenas pedimos: não desista da Humanidade, Senhor!
Post Scriptum: Existem muitas coisas boas na vida. Uma delas, atualmente, é ouvir (e torcer muito!) Bia Gurgel cantar no The Voice.
Marcos Araújo é professor e advogado
“Nenhum vencedor acredita no acaso.”
Friedrich Nietzsche
“Não sabeis que só a disciplina da dor, da grande dor, é o que permitiu ao homem se elevar?”
Friedrich Nietzsche
“Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.”
Friedrich Nietzsche
“Aquele que tem um forte “porquê”, pode suportar praticamente qualquer “como”.
Friedrich Nietzsche


