quarta-feira - 07/09/2011 - 04:00h
Gustavo e Carlos Augusto

Dois capitães e um navio que pode afundar

A sucessão mossoroense, no esquema governista, tem pelo menos dois comandos, vários nomes em evidência e quase nenhuma afinação entre os líderes Gustavo Rosado (PV) e Carlos Augusto Rosado (DEM).

O primeiro, é chefe de Gabinete da Prefeitura de Mossoró, conhecido como prefeito de fato, irmão da prefeita de direito e enfermeira Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.

Ele não abre mão de apontar suas preferências à sucessão nominal da mana. Sonha em ser líder de um grupo político, que até aqui tem características de uma facção com prazo de validade: o final do mandato de Fafá, no dia 31 de dezembro de 2012.

Já Carlos Augusto, marido da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), é uma liderança de longo curso. Até então, praticamente não era contestado ou desafiado.

“Dono” do DEM em Mossoró, sempre coube a ele decidir – com a sigla nas mãos – quem seria ou quem não seria candidato a prefeito. O galalau Gustavo muda o enredo. Enfeza-o por isso.

Essa desavença nos remete a um velho ditado turco:

Dois capitães afundam o navio.

Com quem ficará o timão dessa nau?

Heim?

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 31/08/2011 - 00:41h
Sucessão em Mossoró

Ruth evita comemoração para Cláudia Regina

O aniversário da vereadora e pré-candidata a prefeito de Mossoró, Cláudia Regina (DEM), comemorado com missa em ação de graças nesta terça-feira (30), teve uma ausência ilustre: a vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM). É irmã da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

O ritual litúrgico que lotou a igreja de São José, acabou sendo um atestado de apoio incisivo à vereadora. Demonstração patente de escolha já antecipada, da facção da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM).

Cláudia (centro) é assediada; Gustavo (à esquerda) acompanha

O líder desse esquema, agitador cultural e chefe de Gabinete Gustavo Rosado (PV), articulou desde sua sala (Palácio da Resistência), a presença de sua “tropa de choque” à homenagem.

Mas a vice, que espera a renúncia de “Fafá” para se viabilizar legalmente à sucessão municipal, justificou a ausência.

Através de contato com o Blog, na rede de microblogs Twitter, às 00h11 de hoje, sua assessoria adiantou a seguinte informação:

Após a visita que ela fez no (sic) Bom Jesus seguiu para atender um chamado de familiares. Mas, a mesma já estava na sua agenda!

Siga notas e comentários exclusivos sobre os mais variados temas, também através de nosso endereço no Twitter:

www.twitter.com/bcarlossantos

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terça-feira - 30/08/2011 - 16:38h
Mossoró "Da Gente" (deles)

Planos eleitorais, Carlos Augusto e “Argos”

O Palácio da Resistência trabalha, sem maiores alardes, para fazer barba, cabelo e bigode nas eleições do próximo ano em Mossoró. Os sonhos beiram a estratosfera.

O autodenominado Governo “Da Gente” (no caso, deles) quer se constituir em nova força do clã Rosado. Sob o comando do agitador cultural Gustavo Rosado (PV), reconhecido como prefeito de fato, no cargo de chefe de Gabinete da mana e prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), essa facção trabalha pro tudo ou nada.

A vereadora Cláudia Regina (DEM) é a preferida para candidatura a vice, depois do fracasso no “fermento” injetado no secretário da Cidadania, Chico Carlos (PV).

Para vice, o empurrão vem sendo feito no nome do secretário de Serviços Urbanos, Alex Moacir (PMDB), plantado há anos no PMDB. O partido, de novo, servindo de penduricalho.

Na corrida para ampla maioria na Câmara de Vereadores, que deverá passar a ter 21 componentes, todos os recursos possíveis e inimagináveis são para fazer de Chico Carlos vereador e, depois, presidente da Câmara Municipal.

Bem, depois de todos esses planos, falta apenas combinar com o povo e Carlos Augusto Rosado, “dono” do DEM, que como aquele personagem da mitologia grega, Argos, dorme com 50 olhos fechados e os outros 50 bem abertos.

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quinta-feira - 18/08/2011 - 21:02h
Sucessão em Mossoró

Vereador mostra preferência, mas ‘não sabe’ quem é líder

“Por mim, o candidato é Cláudia Regina (DEM)”. A frase curta, com a habitual economia nas palavras, quase inaudíveis, é do vereador Manoel Bezerra de Maria (DEM).

Em conversa informal com o Blog, à tarde de hoje, ele não tergiversou quando provocado a citar uma preferência à sucessão da prefeita de direito de Mossoró, enfermeira Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.

Em sua ótica, apesar de existirem outros nomes sendo mencionados no esquema governista, a vereadora Cláudia é a que tem perfil mais capaz de levar a melhor nas urnas.

– E quem será o principal patrocinador dessa candidatura? O chefe de Gabinete Gustavo Rosado (PV) ou o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM)? – indaguei.

– Aí eu não sei responder – reagiu Manoel, com a voz quase sumindo e já pedindo a conta, no café onde estávamos conversando.

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sábado - 13/08/2011 - 15:13h
Luta pelo poder

Subordinado e chefe, chefe e subordinado

Uma pergunta pertinente, nesses tempos de luta pelo poder nos intramuros do Palácio da Resistência (sede da Prefeitura de Mossoró):

– Quem será lugar-tenente de quem na sucessão municipal, em se tratando de Carlos Augusto Rosado (DEM) e Gustavo Rosado (PV)?

Eis a questão.

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sexta-feira - 29/07/2011 - 09:58h
Sucessão mossoroense

Gustavo intensifica “anabolizantes” para inflar Cláudia

O líder da facção governista de Mossoró, denominada de “fafaísmo”, agitador cultural Gustavo Rosado (PV), chefe de Gabinete da Prefeitura, não está para brincadeira.

A aposta na escolha e eleição da vereadora Cláudia Regina (DEM) à sucessão da prefeita de direito, Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, está feérica.

Nas últimas semanas, com pesquisas à mão, a ordem é aditivar mais ainda a postulação à Prefeitura de Mossoró, empinando o nome de Cláudia Regina.

Sua presença em eventos da municipalidade, a projeção na mídia e ações de bastidores caminham para inflar mais ainda as intenções de votos à vereadora.

Os “anabolizantes” não param.

Nota do Blog – Nessa marcha, bem antes do final do ano, será possível identificar a vereadora num patamar de predileção popular considerável, difícil de se por marcha à-ré.

Anote.

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quarta-feira - 27/07/2011 - 22:45h
Sucessão mossoroense

Dorinha Burlamaqui e o “Plano B” de Carlos-Rosalba

Do Blog do Lahyrinho Rosado AQUI

Hoje pela manhã fui questionado sobre quem seria o candidato ou candidata de Rosalba Ciarlini (DEM) ou Carlos Augusto (DEM) ao cargo de chefe do Executivo mossoroense. Respondi que acredito que será a vereadora Cláudia Regina (DEM), que já foi escolhida pela turma Gustavo-Fafá-Leonardo-Francisco Carlos.

Ouvi que Carlos Augusto não apoiaria Cláudia por uma série de motivos, os quais não vou publicar.

O cidadão disse que ou seria Ruth Ciarlini (DEM), que para ser candidata precisaria que Fafá Rosado (DEM) renunciasse ao cargo, ou Dorinha Burlamaqui, secretária adjunta da Saúde e pessoa de confiança do “primeiro-casal”.

Como Fafá e seu irmão caçula Gustavo Rosado já disseram que a prefeita não renuncia…

Nota: Dona Dorinha é sem dúvida um grande nome. Os que trabalham na saúde em Mossoró sentem muita saudade dela. Além do mais, é figura importante do segmento evangélico na cidade. Diria que tudo neste momento é especulação. Tentativa de ver até onde rende uma história. Vamos ver no futuro…

Nota do Blog do Carlos – É possível, mas não é provável.

Não acredito que a professora Dorinha seja uma espécie de “Plano B” do primeiro-casal. Nem “C”. Se o fosse, estaria sendo fermentado o seu nome em Mossoró e não a colocado na secretaria-adjunta da Saúde Pública do Estado.

Ruth Ciarlini é a prioridade de Carlos e Rosalba, ninguém mais. Hoje.

Amanhã…

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quarta-feira - 27/07/2011 - 19:58h
Sucessão em Mossoró

Incertezas que povoam o mundo de Cláudia Regina

A vereadora Cláudia Regina (DEM), em primeiro mandato e pré-candidata a prefeito de Mossoró, tem até o final de setembro deste ano para ter uma certeza ou decidir caminho alternativo.

Explico.

Em crescente posição à disputa da Prefeitura de Mossoró, conforme pesquisas, mas sem representar um consenso, ela só poderá ser candidata por outro partido se fizer a mudança até o final de setembro. É o que diz a legislação eleitoral.

Mesmo assim, corre o risco de ter seu mandato questionado sob a alegativa de “indelidade partidária”.

Até lá, se não tiver a “garantia” da postulação, ficará inviabilizada posteriormente de concorrer por outra legenda, caso seja descartada – como ocorreu em 2004.

Nota do Blog – O projeto de candidatura de Cláudia é hoje uma aposta tão somente dela e do líder da facção governista comandada pelo chefe de Gabinete da Prefeitura, agitador Gustavo Rosado (PV).

Não foi abraçada pelo líder do grupo governista, denominado de “rosalbismo”, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM).

Claro que ele vai “cozinhar” o galo até a 25ª hora, ou seja, à porta das convenções em junho do próximo ano.

E aí, vereadora?

Leia a reportagem especial desta semana, no Blog do Carlos Santos – clicando AQUI – e entenda melhor esse emaranhado de interesses conflitantes.

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domingo - 24/07/2011 - 16:00h
Disputa de poder

Clã Rosado sofre com efeitos do “gigantismo” no topo

Obsessão de Gustavo Rosado é ameaça comum para Carlos, Sandra Rosado e à própria oligarquia

O clã Rosado vive um momento paradoxal em sua existência: como grupo político de raiz eminentemente familiar, está no topo. É a mais bem-sucedida e longeva oligarquia em atividade no Rio Grande do Norte, com seu poder espraiado por todos os poros.

Mesmo assim está em xeque.

Como explicar que com tantos ventos soprando a favor, os Rosado estejam em dificuldades? E que dificuldades são estas?

Tudo é resultado do seu próprio modelo de fazer política. Adota visão reducionista, concentradora e que costuma selecionar “tropa” pelo critério da fidelidade cega e não da qualificação ao fortalecimento de seus próprios projetos de manutenção do poder. Quase ninguém prospera politicamente à sua volta, se não possuir o mesmo sobrenome.

Mas a grande ameaça aos Rosado, agora, não é o surgimento de qualquer força alternativa ou convulsão social em Mossoró. A corrosão da oligarquia é endógena, de suas entranhas, com a luta por espaços internos e supremacia de comando.

A crise não é, em si, uma anomalia. Faz parte de toda história de ascensão e gigantismo político. Quanto maior o “bolo”, maiores as tentações, conspirações e interesses conflitantes. Sempre foi assim. Dos impérios milenares no Oriente, às cortes medievais europeias.

Gustavo vai pro tudo ou nada

É Gustavo Rosado, que nos anos 80 e início dos anos 90 teve projeção pessoal na cidade como “agitador cultural”, a ameaça a esse poderio. Arqueado sobre sua mesa de trabalho na antessala da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, sua irmã, no Palácio da Resistência, ele desenhou para si uma ambição pessoal. Não estabelece limites ou artifícios.

Quer ser o novo todo-poderoso da família. O preço, não importa.

Prefeito de fato, Gustavo – chefe de Gabinete da prefeitura – passou a exercer a liderança do governo, nos campos político e administrativo. Eclipsou até mesmo irmãos mais conceituados socialmente, além de vitoriosos no campo empresarial. E a prefeita de direito foi posta numa redoma, apenas para aparecer em fotos e solenidades.

Ele é o cara. Dá as cartas.

Essa ousadia lhe deu combustão para sonhar mais alto, agindo muitas vezes como uma centrífuga: tritura tudo à sua volta, depois, se for o caso, tenta juntar os cacos. Um comportamento que torna tudo movediço e minado sob seus próprios pés.

Carlos Augusto Rosado (DEM), seu primo, quatro vezes deputado estadual, marido da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), que ganhou a reputação de líder frio e incontestável, é um “aliado” a ser suplantado. Nesse mesmo espaço geopolítico, não é possível essa diarquia (governo de dois reis). É um ou outro.

A sucessão municipal é o teatro de guerra desse duelo surdo, que os dois lados do governismo tentam disfarçar com sorrisos amarelos e entrevistas açucaradas. Em tudo há uma sincera hipocrisia, que os ajuda a conspirar contra o outro.

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“Dono” do Estado, papel que repete como fez na época das três gestões da mulher, Rosalba, na Prefeitura de Mossoró, Carlos Augusto não abre mão de comandar a sucessão de Fafá, que aboleou na cadeira de prefeita em 2005. Gustavo, também não.

Quem vai se submeter à liderança do outro? Um indica e conduz nome à sucessão de Fafá e o outro endossa e ajuda? Quem ficará com o papel de comandante-em-chefe?

Na outra extremidade dessa briga fraticida, ainda tem a deputada federal Sandra Rosado (DEM), adversária oposicionista, que há anos não experimenta o doce sabor da prefeitura. Quer fazer a filha e deputada estadual Larissa Rosado (PSB), na terceira tentativa consecutiva, prefeita de Mossoró.

Prima de Carlos, com quem mantém ótimo relacionamento social e familiar, ela não conserva a mesma simpatia ou sequer um sorriso protocolar, para Gustavo. A recíproca é verdadeira. Esse é um primo que sempre vivera a expensas de mesadas familiares ou empregos públicos, arranjados por tios e primos políticos como Sandra e Carlos. A deputada e Gustavo não são apenas adversários.

Larissa Rosado

Desse emaranhado de interesses, ressentimentos e vaidades sairá o resultado das urnas em 2012. Entre as várias conjecturas à mesa, existe hipótese de Carlos e Gustavo se afinarem. Um aceitaria a posição de lugar-tenente do outro. Outra possibilidade, é que o Palácio da Resistência tenha candidato próprio, enquanto Carlos e Rosalba escolham outro.

O prognóstico de um racha, que leve Carlos e Rosalba a acenarem para Larissa, por ser um mal menor, não deve ser afastado. Mesmo que seja algo de difícil.

Num passado relativamente distante, os Rosado já tiveram problema parecido. Outros tempos, outra conjuntura. Filho do então prefeito Dix-huit Rosado, o industrial Mário Rosado pontificou na última gestão do pai (1993-1996). O período rachou a família a ponto de gerar várias interpelações judiciais entre seus líderes, provocações através da imprensa e até incidentes truculentos.

Mário passou com a morte do próprio pai no poder, em pleno mandato, no dia 22 de outubro de 1996. Mas até hoje  é lembrado pelo estilo “arrasa-quarteirão”, ou “passando a limpo”, como era o título de um programa de rádio que apresentou, em que arrancava as vísceras da própria família.

Carlos e Sandra: afinação para se evitar o pior

Com Gustavo, a história se repete. O desiderato é o mesmo: mandar, desmandar. Ser único a reinar no “país de Mossoró”.

Quem conhece bem a natureza, perfil e história do clã Rosado, sabe que Carlos, Sandra e Gustavo representam a própria essência dessa oligarquia. Cada um com suas idiossincrasias, centralizadores e onipotentes.

O que talvez torne o primo Gustavo letal, é o fato de experimentar uma situação única de mando e esteja disposto a não largá-lo facilmente. Deve sentir calafrios ao pensar que voltará a ser um personagem periférico, longe do Palácio da Resistência.

Passional e colérico como é, se mexe como um homem-bomba. Não se intimida diante dos primos. Pode mandar tudo pelos ares.

Ele quer o meu lugar – ruminou Carlos Augusto a uma interlocutora da própria família, há alguns meses, se referindo ao agitador cultural.

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Categoria(s): Reportagem Especial
quinta-feira - 21/07/2011 - 19:12h
Família, família...

As entranhas de uma luta fraticida pelo poder

O Blog do Carlos Santos terá nova abordagem sobre a política de Mossoró em sua seção “Reportagem Especial”, no domingo (24), que promete causar muita polêmica. Vamos mergulhar na alma do clã Rosado.

O atual momento vivido por suas principais lideranças, na pré-campanha municipal mossoroense de 2012, não tem nada de harmônico, como parte considerável da imprensa divulga e alguns personagens camuflam.

A delicada convivência entre Gustavo Rosado (PV) e seu primo Carlos Augusto Rosado (DEM), além da também prima e adversária-inimiga Sandra Rosado (PSB), será esmiuçada nessa matéria especial.

O perfil político, biográfico e psicológico desses nomes vão facilitar o entendimento de parte considerável da política contemporânea mossoroense.

A luta fraticida pelo poder revela muitas surpresas.

Aguarde.

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Categoria(s): Comunicado do Blog
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segunda-feira - 18/07/2011 - 08:31h
Poder em xeque

Reflexões “ravengarianas”

“Com Leonardo eu ainda converso. Com Fafá não sai nada. Com Gustavo eu sei que ele quer o meu lugar.”

Comentário do ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), em tom de reflexão, diante de uma privilegiada interlocutora, há poucos meses.

Referia-se ao deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM); a prefeita de direito de Mossoró, Fátima Rosado (DEM), além do chefe de Gabinete da Prefeitura de Mossoró, Gustavo Rosado (PV) – que teoricamente seriam seus liderados políticos.

Teoricamente.

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Categoria(s): Política
domingo - 17/07/2011 - 12:25h
Sucessão mossoroense

Carlos e Rosalba são acuados; Ruth é descartada

Gustavo Rosado escolhe Cláudia Regina para substituir sua irmã "Fafá" Rosado e faz alta aposta

O DEM ferve em Mossoró. Como prefixo, a sigla ganha a corruptela de “demo”, ou seja, “demônio”, gente de comportamento “turbulento”, segundo seus detratores proclamam.

Na política mossoroense é um caldeirão perto de transbordar. Caudaloso. A temperatura é vulcânica. O jogo de poder, vaidades, ressentimentos e “altos” interesses econômicos dão combustão maior às intrigas e cotoveladas nos seus bastidores.

O ambiente interno, no momento, parece de difícil coabitação. Mas todos procuram disfarçar bem as animosidades, porque há consenso quanto a um ponto, não obstante as divergências: dividido, o grupo governista pode ser presa fácil aos adversários.

O DEM está mesmo rachado. O que antes era uma peça monolítica e sólida, sob o comando onipotente do ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), hoje é um corpo trincado. “Ravengar” (apelido que o ex-deputado adotou) não é mais unanimidade.

Carlos e sua mulher, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM), querem que a vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM) seja a candidata à Prefeitura de Mossoró, à sucessão da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”. Para isso, esboçam uma engenharia que além de esdrúxula, é depreciativa da própria política e suas instituições de Estado.

A aposta é que Fafá denuncie ao cargo, para habilitar legalmente Ruth, irmã de Rosalba, à disputa, sem problemas quanto à legislação que trata de casos de inelegibilidade. Para compensar o “sacrifício” da prima prefeita, Carlos  a colocaria no Tribunal de Contas do Estado (TCE), na condição de conselheira. Cargo vitalício.

Um “plus” é garantir a reeleição do marido de Fafá para deputado estadual em 2014, médico Leonardo Nogueira (DEM) e “espaços” de sua facção no próprio governo municipal de Ruth.

Mas tem uma pedra no meio do caminho, há uma pedra – também Rosado – no meio do caminho dessa arrumação canhestra.

Gustavo aproveita instabilidade do Governo Rosalba e monta estratégia para ampliar seu poder

Prefeito de fato de Mossoró, o agitador cultural Gustavo Rosado, que sequer é do DEM, mas sim do PV, afasta peremptoriamente essa hipótese. E já tem debaixo do braço um “Plano B”. Seu nome à prefeitura, em substituição à irmã, de quem é chefe de Gabinete, é o da vereadora Cláudia Regina (DEM).

Fafá fica na Prefeitura de Mossoró até o dia 31 de dezembro de 2012 – afirma ele para qualquer interlocutor próximo. Marca posição clara quanto ao pleno cumprimento do mandato de sua irmã.

A princípio, Gustavo investiu todas as fichas na postulação do professor Chico Carlos (PV), uma espécie de ideólogo do próprio governo, titular da pasta da Cidadania. Não vingou. Apesar de todos os aditivos de marketing político, ele não saiu do chão.

Cláudia não é digerida por Carlos e Rosalba. Mas é um nome menos ruim do que o de Chico, aos olhos do casal. Mesmo assim, recheado de restrições de passado e para o futuro, além de relativa autonomia que demonstra. E o fato de ser uma preferência de Gustavo, não aplaca esses senões. É agravante.

Voz ativa

Ela é historicamente ligada ao senador José Agripino (DEM). Fez parte de administração municipal de Rosalba, por indicação dele. Está no primeiro mandato eletivo, conquistado em faixa própria, como um nome de “José” e não de Carlos e Rosalba.

Com sacrifícios político-pessoais assumidos na Câmara de Vereadores, em que foi líder de bancada do governo, Cláudia credenciou-se à confiança de Gustavo e ao apoio de Fátima Rosado.

Cláudia: nome viável

Eleita prefeita, os seus compromissos basilares estarão, logicamente, atrelados ao próprio Gustavo e por extensão a José Agripino. Carlos e Rosalba sabem disso. Os dois tiveram participação distanciada nas gestões de Fafá e estão conscientes que não serão voz ativa num eventual governo de Cláudia.

A robustez de Gustavo, a ponto de partir à imposição de Cláudia, não é apenas pela sua natureza beligerante e o fato de comandar um orçamento que só este ano deve chegar a R$ 500 milhões. Há um aditivo à sua força.

É reflexo, principalmente, da fragilização do Governo Rosalba Ciarlini (DEM). Se Rosalba estivesse com aceitação nas alturas, o enredo seria outro.

Submerso em greves, sem nada para mostrar e acuado por diversos problemas administrativos, o governo estadual está politicamente descapitalizado para se impor. De forma inversamente proporcional, o governo municipal tem reduzido sobremodo seu desgaste e rejeição. Aí engrossa a voz.

Mesmo com esse cenário de instabilidade, o todo-poderoso Carlos Augusto Rosado ainda tem muita “bala”. O DEM, por exemplo, é amplamente comandado por ele. Sem a disposição de oferecer a legenda para Cláudia, ela não poderá ser candidata por outro partido, sob pena de ser punida por infidelidade partidária.

Até o final de setembro deste ano é imprescindível que Cláudia tenha a garantia de que será candidata. Se Carlos e Rosalba não abraçarem sua “causa”, não terá como concorrer por outro partido. A menos que se arrisque à migração partidária. O DEM, se isso ocorrer, pode pleitear sua cassação.

Ousadia

Sempre interessado em se impor como nova liderança dentro e fora da família, Gustavo investe em Cláudia por uma questão pragmática: ela é viável. Não é uma predileção. As pesquisas constantes que são feitas mostram que a vereadora é capaz de crescer e vencer sobretudo a deputada estadual Larissa Rosado (PSB), concorrente visível.

Rosalba e Carlos: na pressão (Robson Pires)

A aposta é que Cláudia seja eleita, além de ter Chico Carlos desembarcando na Câmara Municipal para presidir essa Casa. Os dois poderes, indiretamente, sob seu bastão. Como já aconteceu num passado não muito remoto, com Carlos Augusto Rosado.

Como Carlos Augusto vai reagir a essa situação inusitada, no papel de líder político do seu grupo, é uma incógnita. Perturbadora, que se diga.

Existem algumas conjecturas a serem feitas. Contudo serão o centro de outras matérias analítico-informativo-opinativas deste Blog, mais adiante.

O DEM ferve em suas profundezas!

E muito.

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sábado - 16/07/2011 - 10:05h
Nem tudo são "rosas"

DEM faz convenção disfarçando tensão sucessória

O DEM de Mossoró realiza sua convenção municipal hoje, em sua sede, à Rua Mário Negócio, Centro. Cartorial, como tem sido comum desde seus primórdios, ainda sob denominação de PFL, nos anos 80.

O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM) será reconduzido à sua presidência.

Apesar do regime de consenso e aparente harmonia, nem tudo são rosas na legenda.

A sucessão municipal pela primeira vez, em décadas, escapa ao centralismo e onipotência do próprio Carlos. A mesa está dividida com o agitador cultural Gustavo Rosado (PV), praticamente em pé de igualdade com ele, na conversa para formação de chapa à sucessão da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.

Gustavo, chefe de Gabinete da irmã Fafá, não está disposto a ser uma voz apenas para reverberar decisões pessoais de Carlos.

* Depois publicarei informações exclusivas de bastidores, que ratificam essas informações.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 12/07/2011 - 20:05h
Sucessão municipal

Facção de Fafá tem nome anti-Ruth à mão

Na facção política da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a simpatia pelo nome da vereadora Cláudia Regina (DEM), à Prefeitura de Mossoró, não é mais contida. Saiu do “armário”.

O líder governista, agitador cultural Gustavo Rosado (DEM), tido como prefeito de fato, do alto da Chefia de Gabinete de “Fafá”, calcula que é possível vencer a disputa com Cláudia. Quer atropelar a qualquer preço a adversária iminente, deputada estadual Larissa Rosado (DEM).

Cláudia e Fafá; Ruth, não

Falta o aval do ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM) e da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Eis a questão.

O casal não tira da cabeça – como ideia obsessiva – o nome da vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM) à sucessão de Fátima Rosado.

Cláudia “surfa” entre o aceno da facção de Fafá e o olhar taciturno de Carlos e Rosalba.

Vale lembrar que o controle do DEM está nas mãos do casal. Se Cláudia não tiver garantia de candidatura no partido até o início de outubro deste ano, não terá como concorrer por outra sigla. A situação para ela é se viabilizar com apoio de Carlos e Rosalba. Ou morrerá na “praia”.

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terça-feira - 28/06/2011 - 04:07h
"Fafá" não renuncia

Carlos Augusto pode tirar o “cavalinho” da chuva

O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), que deseja a renúncia da prefeita de direito de Mossoró, Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, pode tirar o “cavalinho” da chuva.

Ela vai continuar na prefeitura até o último dia do seu mandato, 31 de dezembro de 2012.

O líder do “fafaísmo”, agitador cultural Gustavo Rosado (PV),  já mandou o recado por via direta e indireta, por interlocutores privilegiados ou mesmo por subalternos sem expressão.

Para ser mais claro, anote aí: não haverá renúncia de Fafá para viabilizar a candidatura à prefeitura, da vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM), irmã da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

Nota do Blog – Óbvio ululante, previsível, cantado em prosa e verso por este Blog.

E cá pra nós: a facção de Fafá está corretíssima.

Poder não se dá. É para ser conquistado ou tomado.

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Categoria(s): Política
sábado - 25/06/2011 - 19:17h
Sucessão municipal

O medo de ser “devorado” assusta Carlos Augusto Rosado

Líder não consegue dobrar o prefeito de fato Gustavo Rosado e pode perder, mesmo vencendo pleito

 

Carlos e Gustavo estão atados, por conveniência e sincera hipocrisia; toleram-se

Foi em 2004, lembro muito bem.

Essa história que começo a narrar, já postei outras vezes. Mas vale a pena exumá-la, para tentarmos contextualizar tudo e transferir seu conteúdo ao nosso tempo. Talvez nos ajude a compreender a pré-campanha municipal mossoroense.

O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM) justificava, num telefonema a este repórter, o porquê de escolher a enfermeira, prima e ex-adversária Fátima Rosado (DEM), “Fafá”, à disputa da Prefeitura de Mossoró, sucessão de sua mulher Rosalba Ciarlini (DEM).

Sua frase foi incisiva, sem rodeios:

– Carlos Santos, eu não tenho mais idade para perder!

Simples assim.

À ocasião, escanteava Cláudia Regina (DEM), envolvida com Fafá numa fantasiosa disputa fabricada pelo próprio Carlos, para saber quem seria ungida. Claro que desde o princípio o nome era o de sua prima.

Retruquei, profetizando que ele e seu grupo seriam traídos adiante. Ficou silente alguns segundos, mas não quis esgrimar sobre o tema.

O tempo, sempre o tempo, me deu razão.

O grupo de Carlos e facção de Fafá, comandada por seu mano menor, Gustavo Rosado (PV), mantêm um permanente convívio de aparências, em poses para fotografias e acenos para câmeras de TV. Tudo de mentirinha.

De verdade, já disse antes, o que há de mais verdadeiro entre eles é uma sincera hipocrisia.

Um engolirá o outro na sucessão.

A dificuldade do grupo de Carlos e a facção de Gustavo se entenderem, é porque fundamentalmente um lado não confia tantinho assim no outro.

Carlos superou o medo de perder? Toparia apoiar um nome indicado por Gustavo, para perder mesmo vencendo?

Explico: se Chico Carlos for eleito prefeito, claro que Carlos e Rosalba serão penduricalhos, com influência da escadaria do Palácio da Resistência, para fora.

Nos tempos da colonização da Austrália, um irlandês foi preso acusado de antropofagia e outros crimes. Num vacilo da guarda prisional, ele conseguiu escapar ao lado de um colega de cela. Dias depois, esse companheiro de fuga foi encontrado aos pedaços dentro de uma mochila. O amigo, comedor de gente, o fizera de refeição.

A vítima confiou demais em quem, por sua natureza, devora gente.

O exemplo vale também para a política.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog
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sábado - 25/06/2011 - 16:32h
É pegar ou largar

Rosalbismo força “Fafá” à renúncia; Gustavo faz exigência

Ó dúvida cruel.

Shakesperiana, que se diga.

Renunciar ou não renunciar à Prefeitura de Mossoró?

Esse drama – com enredo teatral – consome a facção da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM).

O grupo da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) quer a vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM) como candidata a prefeito em 2012 e isso só é possível, legalmente, com a renúncia da prefeita Fátima, a “Fafá”.

O assunto ganhou ânimo novo com sinalização de que a prefeita poderia ser indicada para compor o Tribunal de Contas do Estado (TCE), numa engenhosa manobra de troca de interesses, desde que abrindo mão do cargo para Ruth, irmã de Rosalba.

O grande impasse está concentrado no prefeito de fato e irmão de Fafá, agitador cultural Gustavo Rosado (PV), seu chefe de Gabinete. Ele não aceita nem ouvir falar na proposta.

Mas admite que possa abrir mão de pelo menos nove meses de governo, desde que seu pupilo-amo-guru e faz-tudo Chico Carlos (PV),  secretário da Cidadania, seja o vice.

É aí em que aumenta o fosso entre a aspiração do grupo de Rosalba e a facção de Fafá.  Chico Carlos “não existe”, como o próprio ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM) denominou a pré-candidatura a prefeito do secretário, em recente encontro com vereadores, em sua casa de praia (Tibau).

No rosalbismo, sequer é cogitada a opção Chico Carlos, mesmo patamar em que se encontram a vereadora Cláudia Regina (DEM) e o secretário de Serviços Urbanismo, Alex Moacir.

Há fixação em Ruth, irmã de Rosalba.

Nota do Blog – Gustavo precisaria ser completamente estúpido e não apenas majoritariamente, para acreditar nessa “isca”. Ruth empossada, ele seria definitivamente destronado do poder que conquistou nos últimos seis anos, graças à inaptidão para a gestão pública, revelada por sua irmã.

Carlos e Rosalba não esquecem que Gustavo os descartou do poder e submeteu-os a certas situações humilhantes nesse tempo.

Também é inocente acreditar que o casal Carlos e Rosalba vai se esforçar para reeleição do deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM), marido de Fafá, em 2014.

Além disso, tem um detalhe muito importante: combinaram com o povo?

A facção de Fafá e o grupo de Carlos e Rosalba continuam unidos por conveniências, não por afinidades.

O que há de mais verdadeiro, entre ambos, é uma sincera hipocrisia.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 17/06/2011 - 23:30h
Uma vaga no TCE

A última tentação para “Fafá” Rosado renunciar ao cargo

Manobra permite que a vice Ruth, irmã da governadora Rosalba Ciarlini, concorra à prefeitura local

Uma vaguinha no Tribunal de Contas do Estado (TCE) é a mais nova tentação que paira sobre a cabeça da prefeita de direito de Mossoró, enfermeira Fátima Rosado (DEM), para renunciar ao cargo.

O assunto o cardápio de algumas influentes rodas de conversas, fechadíssimas, em Natal.

A proposta faria parte de uma engenharia para viabilizar a postulação da atual vice-prefeita mossoroense, ex-deputada estadual Ruth Ciarlini (DEM), à prefeitura.

Irmã da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), Ruth precisa que essa situação se forme, para poder se habilitar legalmente à disputa.

Líder dessa facção política, em Mossoró, que é apêndice do grupo da governadora Rosalba, o chefe de Gabinete da Prefeitura de Mossoró, agitador cultural Gustavo Rosado (PV), não quer nem ouvir falar na hipótese.

Gustavo emitiu esse recado há tempos.

Portaria nomeou filho de "Fafá" para assessor do TCE antes da campanha municipal de 2008

Sua irmã, Fafá, não vai ceder um único dia do mandato de quatro anos para amparar tal manobra.

Prefeito de fato de Mossoró, mesmo não sendo do ramo, Gustavo prova que não é completamente néscio e neófito no tema.

Mais vale um pássaro graúdo e cevado à mão, por mais alguns meses, do que a promessa de um cargo vitalício para a mana ou mesmo para o cunhado, deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM).

Nota do Blog – Na verdade, o casal Fafá-Leonardo já se faz representar no TCE há alguns anos, desde 29 de fevereiro de 2008.

À ocasião, o então presidente desse órgão fiscalizador, Paulo Roberto Alves, “Papau”, irmão do ministro Garibaldi Filho (PMDB), nomeou Jerônimo Emanuel Rosado Nogueira, filho do casal, para um cargo comissionado.

Ruth- Fafá- Rosalba: TCE

Foi através da portaria 031/2008 (conforme foto do Diário Oficial – com zoom do nome do beneficiado), que “Leleu”, como  Emanuel é mais conhecido, desembarcou no TCE.

Ganhou o papel de “Assessor – Símbolo CC4”.

Depois do filho, a mãe?

Quem sabe?

Possível, é.

Mas é pouco provável que se materialize.

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Categoria(s): Política
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
quarta-feira - 19/05/2010 - 10:31h

Processos em massa tentam calar Blog a qualquer preço

Obsessão pelo Blog Carlos Santos está em todo lugar, inclusive no computador do próprio Gustavo

Obsessão pelo Blog do Carlos Santos está em todo lugar, inclusive no computador do próprio Gustavo

Por Carlos Santos

“A liberdade apenas para os partidários do governo, apenas para os membros do partido, por muitos que sejam, não é liberdade. A liberdade é sempre a liberdade para o que pensa diferente“. (Rosa Luxemburgo).

Está em andamento a estratégia adotada pela patota do poder, em Mossoró, de promover ações na Justiça, em escala industrial, para me atingir. Mas a montanha pariu um rato. É um fracasso por ser amadora, rancorosa e sem conteúdo.

Essa operação que já protocolou quase 20 processos, com praticamente o mesmo enunciado, em pouco mais de um mês, é o que pode ser denominada de “blitkrieg judicial”. Seus princípios são os mesmos da doutrina militar nazista, baseada na “surpresa”, “rapidez” e “brutalidade”.

Um dos arquitetos desse modelo operacional de combate bélico, o general alemão Erich von Manstein estreou a Blitzkrieg (guerra-relâmpago) na ocupação da Polônia em 1939. Os propósitos eram “desmoralizar” e “desestruturar” o inimigo em curto espaço de tempo.

No campo da Justiça, os princípios são os mesmos e não são novos, portanto já manjados. É o que a patota procura realizar com sucesso, numa costura que começou a se formar por volta de março último, para aparelhar o Judiciário.

Irritada com um conceituado escritório natalense que não conseguia me condenar e perdera processos, o prefeito de fato Gustavo Rosado (PV) decidiu por uma “saída caseira”. Contratou advogados mossoroenses para matar dois “coelhos” de uma cajadada só.

A ideia que logo veio à tona, em forma de luminosidade intelectual, foi a de jorrar processos em massa. A adoção da Blitzkrieg foi vista pelo agitador cultural Gustavo Rosado como “genial” e “inovadora”, em sua simplória visão de tudo.

Ele foi convencido de que em face do volume de processos, em tão curto espaço de tempo, eu ficaria soterrado por essa avalanche, sem qualquer tipo de reação. Viriam condenações à revelia. Ou seja, eu teria o primado do amplo direito à defesa negado por asfixia. Seria meu fim.

Arrassoooou!!

Houve até comemorações antecipadas, sob sonoras gargalhadas e punhos cerrados. Gritos histéricos e urros de guerra exaltavam o feito. Teve até quem entoasse o bordão característico de saudação aos mandarins: “Arrassooou!!!”

Com informantes incrustados em postos privilegiados do poder e no mundo forense, ganhei tempo suficiente para me preparar à “surpresa”. Quando começou o bombardeio para “desmoralizar-me” e “desestruturar-me”, a patota encontrou um paredão encouraçado há mais de 30 dias.

O truque de circo mambembe para me intimidar e comprometer até minha sobrevivência como profissional e indivíduo, está eivado do ranço da litigância de má-fé. A sua principal substância é o medo e não o zelo à verdade e a valores éticos.

Em ano eleitoral, a patota parte para o ataque. Primeiro, comigo. Mas nos últimos dias, também dirigido a outros setores da mídia alternativa e convencional.

Diariamente uma equipe levanta textos, imagens e áudios que supõem desabonadores à sua imagem, repassando-os aos advogados. A ordem é calar ou impor o silêncio de antemão.

Parece a reprodução do pavoroso Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) da ditadura Vargas ou o Serviço Nacional de Informação (SNI) do regime militar. Falta só prender e arrebentar. Só.

Impõem que nada desagradável à gestão pública venha à tona ou fantasmas de “branco” saiam do baú.

Desse lado, minha postura é a mesma: para cada ação, reação à altura aqui e na Justiça.

Processos podem ser empilhados por hora, dia ou mês, não importa. Depois os amontoarei no devido lugar: o lixo da história. Descreverei o período em que Mossoró vive, a “Era das Trevas”, esmiuçando o perfil de seus personagens e a conduta deles em seu ambiente de insalubridade moral.

O Blog continua com sua linha de informação-opinião-análise-debate. Não há o que mudar.

Portanto, façam fila.

Foto – (Arquivo) Gustavo com a companhia diária deste Blog, na tela, em foto tirada no dia 20 de novembro de 2008, às 18h44 em seu gabinete, pelo repórter fotográfico Robson Carvalho.

P.S – Quando estou concluindo este texto, às 9h20, quem bate à porta do meu moquiço é o segundo  oficial de Justiça do dia, nosso querido Otacílio.

Outra citação judicial.

Dessa feita, tendo o agitador cultural Gustavo Rosado como único demandante. Quer R$ 10 mil por honra e reparos psíquicos.

Tá. Vou ver o que posso arranjar para ajudá-lo no tratamento.

* Veja AQUI a matéria que o irritou, por relatar drama de pacientes com problemas mentais, atendidos precariamente pela prefeitura. Ao reproduzir comentário da assistente social Helena Leite, o Blog tirou o agitador do sério. Ele quer o silêncio sobre o descalabro administrativo.

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Categoria(s): Comunicado do Blog / Política
terça-feira - 27/10/2009 - 00:45h

“Donos do poder” se sentem deslocados em evento de Rosalba

O agitador cultural Gustavo Rosado (PV) demonstrou visível desconforto na missa em ação de graças em favor da senadora Rosalba Ciarlini (DEM) hoje. Seu distanciamento foi até físico.

Enquanto Rosalba estava ladeada pela vice-prefeita e irmã Ruth Ciarlini (DEM), o filho Marlos, prefeita Fátima Rosado (DEM), deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM) e deputado federal Betinho Rosado (DEM), Gustavo isolou-se. Chegou com a liturgia em andamento, optando por acesso lateral da Igreja de São José, para evitar aglomeração à entrada.

Conhecido como “prefeito de fato” e responsável por uma série de medidas que levaram a prefeitura à bancarrota, Gustavo também ficou distante da aniversariante. Escolheu um banco bem atrás e do lado oposto à aniversariante.

Já a prefeita Fátima, apesar de colada na senadora, tinha dificuldade em manter o sorriso que a caracterizava. Alternava o riso comedido com a face circunspecta. O tailleu branco que usava era mais elouquente, ostentando uma “rosa” na lapela.

Leonardo Nogueira, marido da prefeita, não fugia ao jeito songamonga de ser: “filmava” tudo com seu olhar bovino. Por vezes parecia distante e sufocado com tanta louvação à senadora, em contraste à sua mulher – coadjuvante no templo religioso.

Saiba mais sobre os bastidores desse fato ainda hoje.

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Categoria(s): Política
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sábado - 19/09/2009 - 15:45h

Muitos políticos prestigiam evento de louvação a Gustavo

A prefeita de Natal, Micarla de Sousa (PV), dividiu com a prefeita mossoroense Fátima Rosado (DEM), os maiores níveis de aplausos hoje em Mossoró. O “aplausômetro” apontou esse resultado.

As duas superaram o próprio Gustavo Rosado – o mais novo e ilustre filiado ao PV – no Encontro Regional do partido, na Câmara de Vereadores. Na realidade, a iniciativa foi feita para enaltecê-lo.

Mas entre os presentes e até discursando, também estiveram outros políticos e nomes conhecidos.

A vice-prefeita e irmã da senadora Rosalba Ciarlini (DEM), Ruth Ciarlini (DEM), discursou em apoio a Gustavo, na opção partidária.

O vereador em Natal, Paulo Wagner (PV), ocupou a tribuna para falar com seu estilo bem humorado.

Fafá, Gustavo e Micarla: verdes

Fafá, Gustavo e Micarla: verdes

Paulo Tóffano, deputado federal (PV-SP), representou a direção nacional da sigla. Chegou a afirmar que estava à espera de Gustavo em Brasília, na Câmara Federal.

Vereadores da base governista da prefeita de direito Fátima Rosado não ignoraram a convocação, entre eles o presidente da câmara, Claudionor dos Santos (PDT).

Os deputados estaduais Gilson Moura (PV), Leonardo Nogueira (DEM) – marido de Fátima -, Gustavo Carvalho (PSB) e Walter Alves (PMDB) também engrossaram o acontecimento.

Assinale-se ainda o professor Walter Fonseca, ex-dirigente do PV em Mossoró, bem como Rivaldo Fernandes – secretário estadual de Formação do PV/RN.

O secretário da Cidadania de Mossoró, Chico Carlos, conduziu a organização da festa. Ele preside o partido no município.

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Categoria(s): Política
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