domingo - 05/02/2017 - 15:56h

Nossa “chuva de bala” de todos os dias

Por Carlos Duarte

No governo da (in)segurança, a bandidagem está agindo à vontade, em todo o RN. Invasões de cidades, arrombamentos, explosões a bancos, assaltos, assassinatos, arrastões e outras atrocidades, continuam a se multiplicar e a por  em risco a sociedade (do bem).

No “Pais de Mossoró” a “Chuva de Balas” não acontece apenas nas artes cênicas do adro da igreja de São Vicente, durante os festejos juninos. Em 35 dias deste ano, já aconteceram 25 homicídios, em Mossoró.

Estamos todos acuados (Foto ilustrativa)

Ao contrário do que ocorreu, em 1927, quando o prefeito Rodolfo Fernandes liderou a expulsão do bando do cangaceiro Lampião, hoje, a população está entregue à própria sorte por pura incompetência cumulativa dos gestores públicos.

E o que já é calamidade, poderá ficar ainda pior, uma vez que não há políticas publicas e nem vontade política dos atuais gestores em resolverem seriamente o problema. As medidas tomadas no âmbito da segurança pública do RN são todas reativas e paliativas. Nada é preventivo. Não há projeto sério capaz de estancar o caos em que vivemos – no curto e médio prazo.

A recente rebelião de Alcaçuz expôs, apenas, a ponta do iceberg da tragédia em que está se transformando a falência do sistema de segurança pública em todo o Rio Grande do Norte. Não adianta ficar, apenas, culpando o governo federal ou criando desculpas em cima da crise nacional.

Guerra nas ruas

O fato é que esse governo herdou os descasos de governos anteriores, mas foi – e ainda está sendo – medíocre em suas ações gerenciais. Tanto sabia da situação, que o governador Robinson Faria (PSD) adotou o tema da segurança pública como bandeira de sua campanha.

Seus eleitores, assim como este articulista, acreditaram que o candidato tivesse, ao menos, uma radiografia da situação, um estudo e/ou um plano de ação para resolvê-la. Pura enganação e mentira, que se revelaram durante a gestão desse governo pífio e covarde.

As ações das facções criminosas têm celeridades antagônicas às ações de governo. Em todo o Estado, até agora, foram assassinadas 208 pessoas (contra 147, no mesmo período de 2016), o que significa um aumento de 41,5%. Este cenário aponta que, no governo Robinson Faria, uma pessoa é assassinada a cada 3,30h – muito pior do que a grande maioria dos países que estão em guerra declarada.

Será que não pesa nas consciências do governador e de sua equipe as mazelas impostas a milhares de vítimas inocentes – decorrentes da violência, fruto da sua própria incompetência de gestão?

As evidências apontam que não. Mas, na retórica do governo, tudo está “sob controle”.

Que Deus nos acuda a todos!

SECOS & MOLHADOS

Fechamento – Em 2016, foram fechadas no Rio Grande do Norte 9.976 empresas, em diversos seguimentos de atividades. Isso significa um crescimento de 38,19% em relação a 2015. Resultados da crise econômica e da falta planejamento sustentável para o desenvolvimento do Estado. Nada é por acaso.

Projeto – A mudança de secretariado no novo mandado do prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT), é a sinalização de seu projeto político: fortalecimento de sua imagem em todo o RN com o objetivo de tornar viável sua candidatura a governador (ou senador) em 2018. Afinado com o projeto nacional do PDT, em lançar Ciro Gomes para presidente, Carlos Eduardo começa a ampliar as bases do seu partido no Estado.

Royalties – O articulista Gutemberg Dias (veja AQUI), mostra em seu excelente artigo que a receita da Prefeitura de Mossoró, com a arrecadação dos royalties, já chegou a ser o equivalente a 18,36% de toda a arrecadação do município. Hoje, está em torno de 3%. Isso demonstra que, no período áureo dos royalties, os gestores do município não se importaram com o futuro da cidade. Acharam que o recurso não se esgotaria e não o aplicaram em projetos sustentáveis para o desenvolvimento.

Henrique – Noticias de bastidores da imprensa nacional apontam que o ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB) pode ser a bola da vez da Operação Lava Jato. Ele é acusado de ter recebido propina da Carioca Engenharia. Sua defesa nega e diz que ele abriu a conta no exterior, porém não tinha poderes para movimentá-la.  Apareceram R$ 2 milhões na conta dele, mesmo assim, ele diz que “não sabe de nada”. Isso é incrível! Como os juízes não acreditam em Papai Noel, Henrique Alves poderá vir a raspar o cabelo ao estilo Eike, em poucos dias.

Desafio – A presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro (PMDB), tem muitos assuntos polêmicos e importantes para sua pauta inicial de gestão. Herdou uma gama de problemas deixados pela gestão do seu antecessor Jório Nogueira (PSD). Dentre eles, está a verba de gabinete dos vereadores. Tem habilidade, experiência e competência para resolvê-los. Só precisa aumentar o pavio.

MCJ – O governo Rosalba Ciarlini (PP) começa a agir em busca de patrocínio para o evento Mossoró Cidade Junina 2017 (MCJ). Apesar da crise econômica nacional, o evento tem potencialidade para captar a totalidade dos recursos necessários, através de patrocinadores. O ponto negativo é a exiguidade de tempo, neste ano, mas esse objetivo poderá ser atingido em edições futuras.

MINHA VITÓRIA – A Força-tarefa que está administrando a massa falida da Casa de Saúde Almeida Castro (CSDR)/Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) não pode ficar sujeita a sabotagens politiqueiras nem corporativas. O Blog Carlos Santos mostrou essa situação numa série de reportagens há poucos dias (veja AQUI, AQUI e AQUI), dando uma dimensão do que tem sido feito para resgatar o HMAC, apesar das sabotagens corporativistas e políticas.

A Junta Interventora, com suporta da Justiça e do Ministério Público, mostra que é possível fazer a coisa certa, quando há seriedade na gestão pública. Trouxe de volta a esperança de vida para milhares de pessoas que dependem do sistema público de saúde, em Mossoró. Expurgou uma quadrilha inescrupulosa de criminosos que ceifaram a vida de milhares de pessoas inocentes, vítimas de suas ganancias.

Em 2008, a filha do articulista Carlos Duarte nasceu prematura e faleceu por falta de assistência (Foto: cedida)

Em 2008, este articulista vivenciou de perto o submundo do crime, neste complexo de saúde, quando assistiu, impotente, o falecimento de sua filha nascida prematura. Não havia sequer os medicamentos e insumos básicos para socorrê-la, apesar da UTI Neonatal desse hospital já ter sido inaugurada de forma fictícia, apenas para poder garantir repasse de recursos federais.

Se tivesse sobrevivido aos descasos da súcia, neste mês janeiro, Vitória Gabriela teria completado nove aninhos. Compartilho a dor deste sofrimento com todas as vítimas inocentes daquele extinto matadouro.

* Veja AQUI a coluna anterior.

Carlos Duarte é economista, consultor Ambiental e de Negócios, além de ex-editor e diretor do jornal Página Certa

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domingo - 05/02/2017 - 03:56h

Não adianta chorar o ouro negro ‘derramado”

Por Gutemberg Dias

Os royalties de petróleo para o município de Mossoró, desde a década de 1990, passaram a ter grande importância nas receitas municipais, principalmente, a partir do ano 2000 quando efetivamente o município passou a receber sistematicamente os repasses dessa fonte.

Para se entender um pouco o quanto esse recurso foi e, talvez, ainda seja importante para o município, basta ver que em 2000 os cofres públicos receberam R$ 5.109.693,30 equivalente a 6,08% de toda a receita daquele ano. Já em 2004 o montante arrecadado de royalties foi  R$ 32.090.378,00 equivalente a 18,36% de toda a receita do município no respectivo ano.

Vale destacar que o período acima descrito corresponde ao último mandando da prefeita Rosalba Cialini (PP), que agora está iniciando o quarto mandato na municipalidade. Esses números revelam como a gestora teve diferencial que antecessores nunca experimentaram na Prefeitura.

Àquela época, Rosalba disponha de uma margem grande dos recursos advindos dessa fonte, potencializando investimentos no município.

A partir de 2005 até 2014 a série histórica das receitas com royalties de petróleo passa a ser crescente, tendo seu pico no ano de 2013, quando o município arrecadou o montante de R$ 47.104.697,30.

Vale destacar que no ano de 2014 a arrecadação foi um pouco menor (R$ 46.370.731,95).

Já em 2015 observa-se uma queda muito grande em relação ao ano anterior (R$ 26.775.727,88), ou seja, correspondendo a uma redução de 42,25%.

Em 2016 existia uma previsão de arrecadação na ordem de 15 milhões de reais. Ao se fazer a relação royalties x receitas, previa-se algo próximo a 3% de toda a receita do município nesse ano. Estou usando o termo previsão, pois não disponho dos números fechados para esse período, apenas inferências de valores arrecadados até o mês de junho e a previsão de arrecadação até dezembro.

Voltando a fazer a relação entre a arrecadação com royalties e a receita total do muncípio ao longo dos anos, observa-se que de 2004 até 2008 existe uma redução percentual da ordem dos 18% para 12% e, até o ano de 2014, o município conseguiu manter uma média de 10%.

A partir desses dados podemos dizer que os gestores municipais, desde o mandato iniciado por Rosalba Cialini em 2000, passando por Fafá Rosado (2005 a 2012), Claudia Regina (2013), não tiveram um mínimo de problemas com essa fonte de arrecadação. Com Francisco José Júnior (dezembro de 2013 a 2016), houve oscilação para baixo, de modo mais acentuado.

Vale destacar que o governo de Fafá Rosado manteve uma estabilidade entorno dos 10% e se comparado as demais gestões, conseguiu, teoricamente, ter maior poder de manobra sobre os recursos, já que manteve uma arrecadação superior aos 35 milhões de reais ano.

Por fim, a partir de 2015 essa relação volta aos patamares do ano 2000, deixando a municipalidade sem margem de manobra, em relação ao orçamento para uso dessa fonte de recursos, já que ela pode ser aplicada em vários setores.

Diante do que foi mostrado, fica claro que a atual gestão, caso não aconteça o aumento do preço do barril no mercado internacional ou o aumento de produção, não terá grandes expectativas quanto a utilizar essa fonte de arrecadação como um pulmão financeiro para o desenvolvimento de seu plano de governo.

E não adianta chorar o ouro negro “derramado”. Claramente, os gestores mossoroenses perderam a chance de transformar a fartura que brotou do nosso subsolo, em diferencial para presente e futuro de Mossoró.

Gutemberg Dias é geógrafo, ex-candidato a prefeito de Mossoró (2016) e presidente da Redepetro RN

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sexta-feira - 27/01/2017 - 05:53h
Salvador-BA

Evento reforçará luta da atividade petrolífera em área terrestre

O presidente do Comitê Gestor da Associação Redepetro-RN, Gutemberg Dias, participa hoje em Salvador-BA, às 9h, do lançamento do Programa de Revitalização da Atividade de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres (REATE).

Petróleo: riqueza (Foto: arquivo)

Será no Auditório do Senai/Cimatec da Bahia.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia (MME).

O evento terá como tema ‘Revitalizando a indústria petrolífera terrestre do Brasil’. A organização é de responsabilidade do MME e Governo do Estado da Bahia

– Estamos na luta pela reativação desse setor que hoje ainda é responsável por grande parte da geração de riqueza aqui no nosso Estado”, comenta Gutemberg Dias.

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sexta-feira - 11/11/2016 - 19:46h
Frente Mossoró Tem Jeito

Ex-candidato a prefeito confirma que será candidato a deputado

Gutemberg: definido (Foto: arquivo)

Candidato a prefeito de Mossoró pela “Frente Mossoró Tem Jeito”, geógrafo Gutemberg Dias (PCdoB), será candidato a deputado estadual em 2018. É decisão e estratégia partidária no plano estadual, para expansão e fortalecimento da sigla.

Ele confirmou o projeto agora à noite, em entrevista ao programa “Cenário Político”, da TV Cabo Mossoró (TCM), sendo sabatinado pelos jornalistas Carol Ribeiro e Marcello Benévolo.

– Eu serei candidato – disse

Ele saiu bem capitalizado das eleições municipais (veja matéria analítica clicando AQUI).

Sua votação expressiva para os padrões locais da chamada “esquerda”, de 11.152 (8,45%) votos é o maior em toda a história de candidatos-partidos nessa faixa ideológica em Mossoró.

Superou até o recorde que perdurava desde 1992, quando o professor Luiz Carlos Martins (PT) empalmou 6.557 (8,43%) votos.

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segunda-feira - 03/10/2016 - 12:06h
Pós-eleições 2016 - I

Gutemberg Dias sobe de patamar para ser opção real adiante

Sobe uma estrela em Mossoró. Não, não é a do PT. O geólogo Gutemberg Dias (PCdoB), candidato a prefeito nas eleições desse domingo (2) pela “Frente Mossoró Tem Jeito”, inseriu-se no seleto grupo das boas novidades da política mossoroense.

Sua votação expressiva para os padrões locais da chamada “esquerda”, de 11.152 (8,45%) votos é o maior em toda a história de candidatos-partidos nessa faixa ideológica em Mossoró. Superou até o recorde que perdurava desde 1992, quando o professor Luiz Carlos Martins (PT) empalmou 6.557 (8,43%) votos.

Gutemberg avançou e conquistou objetivo importante, mas à frente dificuldade é ainda maior (Foto: redes sociais)

Gutemberg passou Luiz Carlos, que é atualmente vice-prefeito dissidente de Mossoró e não se elegeu à Câmara Municipal, em números absolutos e em termos percentuais.

A performance de Gutemberg é ainda mais significativa, quando se olha a votação de sua coligação proporcional, com 18 candidatos a vereador do seu partido e petistas. Cumulativamente eles conseguiram 6.752 votos, sendo 5.053 votos dos petistas e 1.699 dos camaradas do PCdoB.

Voto útil

A abundância de votos, à realidade da esquerda mossoroense, ainda sofreu ameaça do “voto útil” em favor de Tião Couto (PSDB) da Coligação Unidos Por Uma Mossoró Melhor, questão que foi discutida e operacionalizada por setores petistas. A ‘sangria’, pelo visto, ficou aquém do que se esperava.

Gutemberg foi maior do que a coligação. Ponto. Nada demais, até. Seu desempenho passa a içá-lo para um patamar de maior visibilidade, pelo o que conseguiu fazer em espaços tão restritos na propaganda de rádio e TV (apenas 1 minutos e 34 segundos no Guia Eleitoral), além de êxito em movimentação operacional nas ruas.

Como candidato a prefeito, Gutemberg poderia surpreender e até ser eleito. Porém na prática, num ambiente político historicamente sujeito a poucas alterações e a mudanças bruscas de rumo, essa hipótese estava praticamente descartada. Implicitamente, o propósito era “aparecer”. Para o PT, fazer um vereador.

Bingo! Gutemberg apareceu e bem. O PT elegeu a ex-secretária da Cultura de Mossoró Isolda Dantas à Câmara Municipal.

E o futuro? Bem, Gutemberg ganhou projeção em números que as urnas atestaram, mas esse capital é sempre muito volátil, se não fortrabalhado bem.

Mossoró Tem Jeito

Em postagem especial numa série sobre a sucessão mossoroense deste ano, o Blog assinalou: “Gutemberg tenta marcar posição num cenário desvantajoso” (veja AQUI).

Depois de ser candidato a prefeito na disputa suplementar de 4 de maio de 2014, obtendo o quinto (último) colocado com 2.265 (2,90%) votos, Gutemberg dá agora um salto em número e em exposição pública. Sua aposta num perfil propositivo deu certo para poder se apresentar como opção fora das grandes estruturas, mas eleição majoritária não é como prova olímpica que segundo e terceiro colocados levam medalha.

Ele precisará fazer muito mais adiante, capaz de representar alternativa também fora da esquerda para chegar ao podium. Seu PCdoB e o PT se alojaram na prefeitura com o atual prefeito Francisco José Júnior (PSD e não acrescentaram nada além de alguns empregos e certas vantagens para alguns militantes.

É muito pouco para quem quer quer mudar Mossoró e garantiu na campanha que “tem jeito”. Veremos!

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segunda-feira - 26/09/2016 - 09:16h
Mossoró

Francisco desestabiliza Rosalba num debate pouco produtivo

O debate realizado pela InterTV Costa Branca ao final da noite desse domingo (25), com candidatos a prefeito de Mossoró, não teve vencedor, mas um perdedor: Rosalba Ciarlini (PP). Favorita às urnas, ela embaraçou-se por quase todos os quatro blocos do programa especial.

Foi acuada, ficou nervosa e não respondeu quase nada do que lhe foi perguntado, embaralhando-se principalmente num bate-boca com o prefeito e “candidato” – desistente – à reeleição Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”.

Debate foi pouco produtivo com regras amarradas principalmente pelo tempo (Foto: Redes Sociais)

Mediado pelo jornalista Murilo Meireles, o debate teve um formato draconiano (com um minuto de resposta para cada pergunta) que impediu de fato que qualquer candidato pudesse apresentar propostas e dirimir maiores dúvidas quando inquiridos por contendores.

Rosalba e Francisco, lado a lado no estúdio do debate por força de sorteio, viveram uma atmosfera de “intimidade” que não existe. Ela ficou de tal modo incomodada com sua presença próxima, questionamentos e contestações incisivas, que passou a lhe responder desviando olhar e corpo da câmera frontal, fitando-o e tentando sincronizar ideias e gestual em sua direção. Virou uma espécie de bate-boca de boteco.

Instabilidade

A candidata perdeu-se e não respondeu praticamente à nada do que lhe foi indagado. Ficou emocionalmente instável, com o debatedor que parece mexer com seus instintos mais primitivos. Esse, imperturbável  diante da instabilidade dela.

Francisco foi um franco-atirador hábil com as palavras. Teve enorme capacidade para condensar informações contundentes e tirou-a do prumo. Mesmo já tendo avisado no último dia 19 que não seria mais candidato, não retirou oficialmente a candidatura, ensejando sua convocação obrigatória para o debate.

Após debate, Francisco segura sorriso enquanto Rosalba é entrevistada (Foto: redes sociais)

No debate, alvejou a “Rosa” às vezes que teve oportunidade, contestando uma série de informações que ela debulhava em autopropaganda e no uso de retórica populista.

Para agravar seu desempenho, Rosalba erroneamente insistiu em tentar emparedar seu adversário mais próximo na disputa eleitoral, Tião Couto (PSDB), permitindo-lhe mais espaço e voz. Ele aproveitou a ‘deixa’ e também agravou seu nervosismo, que a fez produzir alguns raciocínios às vezes sem nexo.

Mentira repetida

A ex-governadora foi mal orientada. Relacionar Tião Couto à enxurrada de processos trabalhistas de uma empresa vendida pelo empresário e candidato há cerca de 11 anos e com sede em São Paulo, beirou à inconsequência e irresponsabilidade. A ideia de transformar uma inverdade em verdade, repetindo-a, não foi o melhor estratagema à ocasião. Talvez prevaleça nas redes sociais.

Tião Couto metralhou-a com questionamento quanto à gestão estadual e mais de 40 demandas judiciais. A ex-governadora convive justificou-se, sem negar acusação, que era uma pessoa pública sujeita à investigação e isso considerava algo normal e democrático.

Tião não deslanchou, principalmente nos primeiros blocos do programa. Parecia desconfortável com as câmeras e holofotes, por vezes ininteligível, com dicção sofrível (como se falasse para dentro) para expor propostas vagas.

Cresceu quando passou a ser “puxado” por Rosalba para o centro da esgrima verbal, em que vendeu bem imagem de homem do “emprego” e “ficha limpa”.

Prejuízo

Quem poderia ter se saído melhor, em meio à arenga entre Rosalba e Francisco, além de Tião, era Gutemberg Dias (PCdoB). Entretanto teimou em puxar o candidato Tião para duelo à parte baseado no maniqueísmo PSDB x esquerda (PT/PCdoB). Tempo desperdiçado. Não deve ter ganho voto também, com esse nível de discussão que não interessa ao eleitor comum.

Foi inteligente ao justificar ao final, que não fizera nenhuma pergunta a Francisco, por ele de fato não ser candidato a prefeito. Coerente, sensato. Como Rosalba não adotou igual tática e não teve inteligência emocional, acabou no prejuízo.

O candidato Josué Moreira (PSDC) não foi convidado para o debate,  porque sua coligação com o PSOL não tinha número minimo de parlamentares federais que garantissem sua convocação. Mais uma bizarrice, haja vista que quem não é declaradamente mais candidato (Francisco),  pode participar e ser protagonista.

* Fora da sede da emissora, partidários de Rosalba, Francisco e Tião andaram se atritando. Mas não houve nada mais sério.

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sexta-feira - 16/09/2016 - 10:42h
Gutemberg e Rayane

Senadora Fátima Bezerra fará campanha amanhã em Mossoró

A senadora Fátima Bezerra (PT) vai estrear na campanha municipal deste ano em Mossoró. Ela estará no sábado (17), amanhã, participando de programação a partir das 17 horas.

Fátima acompanhará e reforçará campanha da Frente Por Uma Nova Mossoró.

Cartaz faz propaganda de evento marcado para amanhã em Mossoró (Foto: reprodução)

Os candidatos a prefeito e vice dessa coligação que reúne PCcoB e PT são Gutemberg dias (PCdoB) e Rayane Andrade (PT), respectivamente.

A senadora, os candidatos majoritários e proporcionais estarão numa carreata a partir das 17h, que partirá das proximidades do Aeroporto Dix-sept Rosado, bairro Aeroporto, na Avenida Felipe Camarão/BR-405.

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sexta-feira - 16/09/2016 - 08:56h
Mossoró

“Conversa franca” com candidatos tem muita divagação

Pelo debate/sabatina dessa quinta-feira (15) à noite transmitido pela TV Cabo Mossoró (TCM) e FM 95, denominado de “Conversa Franca”, provocado pela classe produtiva do município, o quadro eleitoral não terá alterações.

Ninguém sobrou. Quase todos tergiversaram.

Sucessão municipal sem surpresa, assim continuará, se avaliarmos o cenário pelo programa e o desempenho dos candidatos.

Gutemberg Dias (PCdoB) e Francisco José Júnior (PSD) sobressaíram-se. O primeiro, didático e inteligível, dissertou sobre questões de forma pragmática e racional.

Sabatina ocorreu no estúdio da TCM à noite dessa quinta-feira (Foto: assessoria)

“Francisco”, por nítido domínio e compreensão da coisa pública, debulhou números e procurou justificar sua gestão, além de censurar opositores indiretamente.

Tião Couto (PSDB) parecia travado, arrimando-se em promessas vagas e na crítica às administrações tradicionais; Rosalba flutuou leve, mas sem ser incisiva nas abordagens.

Josué foi professoral apenas, mas longe de empolgar.

Os cinco candidatos a prefeito foram sabatinados sobre temas relacionados à economia mossoroense por representantes de entidades ligadas ao segmento.

Fizeram perguntas oportunas. Abriram o leque de apreensões do setor produtivo. Foram ouvidos, o que não é comum na história das gestões mais recentes em Mossoró.

Não sei se pelo formato, mas não há muito a ser juntado dessa sabatina, de forma prática, para aproveitarmos até à cobrança ao eleito (a).

Os candidatos divagaram muito, apostaram no genérico e soltaram críticas em contendores de forma subliminar.

Os prefeitos mossoroenses nos últimos 20 anos, quase sem exceção, não investiram em parcerias com universidades e entidades empresariais. Não pensaram o futuro da cidade.

Priorizaram eleições e a construção de imagem personalista em detrimento do cidadão e do bem-estar social como um todo.

Dificuldades

Anote: próximo prefeito adotará moratória, promoverá demissões e terá de ser administrador de folha de pessoal por longos e longos meses. Depois talvez faça algo, também bafejado por uma conjuntura que lhe seja favorável.

Aguardemos grandes cortes no custeio da máquina pública; decisões antipáticas. Isso nenhum candidato falou nem se propõe a falar.

Estamos muito atrasados com o que de moderno se faz em gestões vitoriosas, como as parcerias público-privada, consórcios intermunicipais e plena transparência e honestidade com a gestão do interesse coletivo.

Precisamos com urgência de mudança nesse modelo que se repete, na Prefeitura, gestões após gestões.

Estamos em busca de um novo paradigma que converta aspirações da coletividade em realidade e não sonhos em desastres.

Participaram da sabatina Michelson Frota, representando o Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO), Getúlio Vale, em  nome da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL) e José Carlos Matos pela Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), além de Sérgio Freire, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mossoró (SINDUSCON).

O jornalista Tuca Viegas fez sóbria e segura mediação.

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terça-feira - 13/09/2016 - 15:24h
Sucessão Municipal II

Gutemberg tenta marcar posição num cenário desvantajoso

Houve um tempo em que o mundo se dividia em dois blocos. Ocidente e Oriente viviam em choque em função das ideologias comunista e capitalista, num antagonismo marcado pela chamada “Guerra Fria” protagonizada por Estados Unidos e União das Repúblicas Socialistas Soviéticas  (URSS).

Isso é passado.

Desse lado do planeta, no Hemisfério Sul, Ocidente, precisamente no Brasil, sobrevive o Partido Comunista do Brasil (PCdoB). É nas urnas que ele tenta fazer história em Mossoró, ladeado pelo PT – partido que vive momento delicado no plano nacional, depois do apogeu.

Pela segunda vez – num espaço de pouco mais de dois anos – o PCdoB disputa a Prefeitura de Mossoró com a Frente Mossoró Tem Jeito.

Gutemberg e Rayane têm missão eleitoral difícil e tarefas políticas que também não são fáceis (Foto: redes sociais)

Em 2014, na disputa de pleito suplementar, o geógrafo e empresário Gutemberg Dias já fora candidato a prefeito. Hoje, tenta outra vez, agora numa composição que até historicamente ocorreu em outras ocasiões no município, mas sempre com a sigla em posição secundária.

Dessa feita, o PT cedeu a cabeça de chapa ao PCdoB, oferecendo a jovem Nayane Andrade como vice.

Mas a tarefa de Gutemberg e Nayane não é fácil: chegar à Prefeitura. Não obstante ser o objetivo visível do partido e do seu companheiro de chapa, o PT, a prioridade mesmo é marcar posição no tabuleiro político em movimento no município, elegendo bancada à Câmara Municipal.

Uma boa votação a prefeito pode dar maior visibilidade a Gutemberg. Mas é imprescindível para PCdoB e PT ter um palanque como o Legislativo, de onde saiu o atual vice-prefeito dissidente Luiz Carlos Martins (PT), eleito ao lado do também vereador Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”, à Prefeitura,  em 2014.

Por coincidência, ou não, PCdoB e PT fizeram parte do Governo Francisco José Júnior até bem poucos meses, sem que esses laços até hoje pareçam completamente desfeitos. Daí, sofrerem parte desse desgaste avassalador do prefeito – candidato à reeleição – e da gestão.

Partidos governistas

Na propaganda em rádio e TV, Gutemberg talvez seja o que tenha melhor desenvoltura na apresentação de um conteúdo em tom professoral, que prioriza propostas e avaliação da gestão pública de forma genérica, no pequeno escasso disponível.

Sua atuação não o coloca em oposição ao governo atual nem em contraposição ao que pareça velho ou de fachada nova. Fica no limbo. Por vezes passa a ideia de ser uma peça auxiliar do governismo ou estrategicamente equidistante dele.

A candidatura de Gutemberg não é exatamente de oposição ao Governo Francisco José, ou governista. Flutua na abordagem temática da administração, sem efetivamente enfrentar o modelo que Francisco repete, copiado com esmero da oligarquia Rosado.

PCdoB e PT vivem momento delicado no plano nacional, que se reflete em Mossoró. Conseguiram chegar ao poder municipal como peças acessórias (Gutemberg foi secretário do Planejamento), sem conseguirem melhorá-lo e sem ganho no capital imagem perante a sociedade.

Se não conseguirem eleger  um único vereador, o que não pode ser descartado, enfrentarão um difícil recomeço. A experiência não será nova, mas se desenrolará dentro de um cenário diferente.

Há reorganização de forças e o surgimento de novos atores políticos em Mossoró, como é o caso do empresário e candidato a prefeito pela Coligação Unidos Por Uma Mossoró Melhor, Tião Couto (PSDB).

Gutemberg faz parte desse elenco de ‘novidades’, com presença relativamente nova na política local. Foi candidato a prefeito em 2014 (pleito suplementar) e novamente aparece agora buscando igual cargo.

Motivar militância, ganhar a confiança das lideranças mais antigas, atrair novos partisans à defesa de um projeto de poder e criar um bloco de esquerda eleitoralmente competitivo e dinâmico são tarefas complexas que se impõem ao candidato e seus aliados.

Votos em 2012

Com 18 candidatos a vereador (dez do PCdoB e oito do PT), a coligação PCdoB terá que desenvolver esforço concentrado para o pleito, que possa pelo menos eleger um vereador. Em 2012, os sete candidatos do PCdoB empalmaram 1.509 votos cumulativamente. Já os quatro do PT obtiveram 4.058 e elegeu Luiz Carlos Martins.

Em termos de eleição majoritária, a experiência de Gutemberg em 2014 acabou dando visibilidade a seu nome, mas ofuscado pela vitória acachapante do então prefeito interino Francisco José Júnior (PSD), hoje denominado de “Francisco”.

Ele foi o quinto (último) colocado com 2.265 (2,90%) votos, numa chapa “puro sangue” do seu partido, haja vista que o PT tinha Luiz Carlos Martins como vice de Francisco José Júnior.

O que esperar das urnas agora?

Ser uma surpresa e evitar um vexame, em momento delicado da política local e da nacional.

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terça-feira - 13/09/2016 - 07:34h
Rádio Rural de Mossoró

Ponto por Ponto ouvirá candidatos a prefeito de Mossoró

A Rádio Rural de Mossoró, de olho nas Eleições 2016, promove a partir desta terça-feira,13, uma edição do programa “Ponto Por Ponto Especial”.

A emissora receberá os candidatos à Prefeitura de Mossoró para entrevista sobre Planos de Governo.

Francisco, Gutemberg, Josué, Rosalba e Tião vão estar no programa da Rádio Rural de Mossoró

O Ponto Por Ponto Especial Eleições 2016 será apresentado por Emery Costa, padre Ricardo Fernandes e Rosemberg Estevão.

De terça a segunda-feira, das 11h às 11h30, estaremos recebendo os candidatos na ordem abaixo:

Tião Couto (PSDB) – Terça-feira, 13;
Rosalba Ciarlini (PP) – Quarta-feira, 14;
Gutemberg Dias (PCdoB) – Quinta-feira, 15;
Josué Moreira (PSDC) – Sexta-feira, 16;
Francisco José Junior (PSD) – Segunda-feira, 19.

As perguntas devem ser enviadas para email: jornalismo@ruraldemossoro.com.br

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segunda-feira - 12/09/2016 - 23:34h
Campanha

“Descida do Alto de São Manoel” tem programação definida

Caberá ao candidato a prefeito Tião Couto (PSDB), da Coligação Unidos Por Uma Mossoró Melhor, fazer a tradicional “Descida do Alto de São Manoel” no próximo sábado (17/09).

No sábado passado foi Gutemberg Dias (PCdoB), candidato da Coligação Frente Mossoró Tem Jeito.

Reunião hoje entre representantes das coligações e da Comissão de Segurança das Eleições 2016 definiu a programação para esse tipo de programação até o final da campanha.

Dia 24/09  (sábado), Coligação Força do Povo, de Rosalba Ciarlini (PP);

Dia 29/09 (quinta-feira), Coligação Liderados pelo Povo, do candidato Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”;

Dia 01/10 (sábado), Coligação Frente Mossoró Tem Jeito, do candidato Gutemberg Dias.

O candidato Josué Moreira (PSDC) da Coligação Mossoró é do Povo não participou da discussão.

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quinta-feira - 08/09/2016 - 22:10h
Descida do São Manoel

Frente Mossoró Tem Jeito ganha direito de ocupar avenida

Resolvido. Finalmente resolvido. Caberá à Frente Mossoró Tem Jeito, formada por PCdoB e PT o direito de ocupar a Avenida Presidente Dutra no próximo sábado (10), à noite, em movimentação política.

A tradicional “Descida do Alto de São Manoel” só teve definição hoje, através da Comissão de Segurança das Eleições 2016 em Mossoró.

A Frente Mossoró Tem Jeito pleiteava essa prerrogativa, contestando anúncio e decisão da Coligação Força do Povo (da candidata a prefeito Rosalba Ciarlini-PP e da vice Nayara Gadelha-PP) em realizar programação nesse trecho urbano nessa mesma data.

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quarta-feira - 07/09/2016 - 22:23h
Mossoró

Segue impasse sobre descida do São Manoel

Ainda não decidiram quem desce o “São Manoel” no próximo sábado em Mossoró.

Olha, se depender de um empurrão, avisem.

É descida mesmo.

Para subir, não. Procurem outro.

A Coligação Força do Povo (Rosalba Ciarlini-PP) e Frente Mossoró Tem Jeito (Gutemberg Dias-PCdoB) duelam pela primazia de fazer essa primeira movimentação política em trecho que compreende a Avenida Presidente Dutra, no bairro São Manoel (área conhecida como o “Grande Alto de São Manoel)

A princípio, estaria definida a data para a Força do Povo (Veja AQUI), mas a Frente Mossoró Tem Jeito contestou.

Hoje, uma longa reunião entre as partes, arbitrada pela Comissão de Segurança da Campanha Eleitoral, não chegou a bom termo.

Amanhã (quinta-feira) o caso deverá ser resolvido.

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terça-feira - 06/09/2016 - 08:12h
Sucessão agora

Rosalba tem 26 dias para fazer valer dianteira; Tião, surpreender

O que é possível observarmos na sucessão mossoroense 2016, nesse momento?

Vamos lá!

Rosalba Ciarlini (PP) tem ainda boa dianteira.

Tião Couto (PSDB) está com fôlego novo com viés de alta.

“Francisco” (Francisco José Júnior-PSD) está em queda livre irreversível.

Rosalba tem 26 dias para confirmar favoritismo que trouxe à campanha.

Tião tem esse mesmo tempo para tentar uma virada extremamente difícil.

Francisco nem uma coisa nem outra.

Como assinalamos ontem, está fora do páreo (veja AQUI). Virou figurante barulhento e caricato.

Josué Moreira (PSDC) e Gutemberg Dias (PCdoB) marcam posição com muita inferioridade em relação aos de maior força eletiva e estrutura.

Momento delicadíssimo.

Olho na pista!

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sexta-feira - 02/09/2016 - 08:58h
Candidatos a prefeito

Sebrae ouvirá propostas para empreendedorismo e negócios

Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) vai realizar o que denomina de “Encontro com os candidatos a prefeito de Mossoró”, no próximo dia 6 (terça-feira).

Será às 9 horas na sede regional Oeste em Mossoró dessa instituição.

O Sebrae provoca os cinco candidatos a prefeito para ouvir propostas relacionadas “aos pequenos negócios e ao empreendedorismo no município de Mossoró.”

Cada um deles receberá o “Guia do Candidato Empreendedor e Agenda de Compromissos com os Pequenos Negócios para Geração de Emprego e Renda”.

Devem participar do evento os seguintes candidatos:

– Francisco José Júnior (PSD), “Francisco”;

– Josué Moreira (PSDC);

– Tião Couto (PSDB);

– Rosalba Ciarlini (PP);

– Gutemberg Dias (PCdoB).

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sexta-feira - 02/09/2016 - 07:44h
Mossoró

Universidade ouve candidatos a prefeito hoje à tarde

A Universidade Potiguar (UnP), Campus de Mossoró, promove sabatina com os candidatos a prefeito de Mossoró no dia de hoje.

A iniciativa acontecerá a partir das 14 horas.

Os candidatos a prefeito vão responder a perguntas feitas pelos estudantes do Curso de Direito, de onde parte a iniciativa.

– Gutemberg Dias (PCdoB);

– Francisco José Júnior (PSD), “Francisco”;

– Josué Moreira (PSDC);

– Rosalba Ciarlini (PP);

– Tião Couto (PSDB).

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sábado - 27/08/2016 - 08:14h
Mossoró

Líderes estaduais têm pouco a oferecer à sucessão municipal

Qual o peso – na atual campanha municipal – de lideranças estaduais que num passado até recente eram muito aguardadas nos palanques políticos, em Mossoró?

Será que existe apenas um esvaziamento da influência de tradicionais lideranças locais (como abordado pelo Blog ontem – veja AQUI), ou também essas expressões de nível estadual estão em baixa?

Garibaldi e Fátima são lideranças que podem ser importantes à campanha municipal (Foto: montagem)

Os primeiros dias de campanha não empolgaram o eleitor. Os próprios candidatos apostam numa programação inicial com limitações que estão longe das manifestações do passado, quando ocorriam comícios, passeatas e carreatas expressivos.

Por enquanto, o ambiente mais efervescente é a Internet e suas redes sociais, com as campanhas descarregando propaganda e fomentando participação de seus militantes, numa guerra que é irreal diante do que é visto nas ruas. São dois mundos distintos.

Robinson Faria

No palanque do atual prefeito e candidato à reeleição, Francisco José Júnior (PSD), é difícil que apareça o líder estadual do seu partido que teve votações maciças ao Governo do Estado em Mossoró, governador Robinson Faria (PSD).

Até aqui, ele refugou até mesmo presença na convenção partidária do prefeito no início deste mês, num ambiente plenamente favorável. Escalou o filho e deputado federal Fábio Faria para esse fim.

Os dois têm profundo desgaste público no município, capaz de provocar um efeito oposto à energia de uma fusão nuclear: queda livre mais acentuada de ambos.

Henrique e Garibaldi

No palanque de Rosalba Ciarlini (PP), ex-governadora, liderança como do ex-ministro e ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) não é vista como salutar, em face do seu envolvimento com escândalos de repercussão nacional.

Outro apoio, após anos sendo satanizada pelo rosalbismo, seria da ex-governadora e hoje candidata a vereador em Natal, Wilma de Faria (PTdoB). Por Mossoró, também não deve aparecer, mesmo tendo sido uma governante com bom acervo de realizações para o município.

Quanto ao senador Garibaldi Filho (PMDB), há maior leveza. Teoricamente pode acrescentar ao lado do seu PMDB à campanha de Rosalba, pois sofre menor desgaste e passa incólume a tsunami de escândalos nacionais.

Agripino

Em relação ao candidato Tião Couto (PSDB), seu partido já contou e deve contar com a presença do seu presidente estadual em Mossoró, deputado federal Rogério Marinho. Mas ele tem muito mais a capitalizar para 2018 do que acrescentar à votação do candidato Tião agora.

Henrique e Agripino: dois palanques (Foto: Câmara Federal)

Outro nome com Tião, é do senador José Agripino (DEM). Sua trajetória política em Mossoró sempre foi vinculada ao casal Rosalba-ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado. Hoje, sua referência local é a ex-prefeita Cláudia Regina (DEM) que levou o DEM para Tião Couto.

A participação de Agripino, do ponto de vista da imagem pessoal, num momento que o país caminha para fim da era PT, pode acrescentar ao discurso da chapa Tião-Jorge do Rosário (PR), mas provavelmente de forma residual.

O ex-deputado federal João Maia, dirigente estadual do PR, trabalhou para levar seu partido à coligação de Rosalba. Deverá ficar distante da sucessão, num colégio eleitoral em que tem escassa influência sua.

Fátima Bezerra

Com a candidatura de Gutemberg Dias (PCdoB), que traz como vice uma jovem militante do PT, Rayane Andrade, temos a atração esperada da senadora Fátima Bezerra (PT). Deve catalisar a participação da militância petista, mesmo num momento de desgaste de seu partido no plano nacional e flacidez local.

Já o candidato a prefeito Josué Moreira (PSDC), não tem qualquer político de expressão estadual o apoiando. O nome de maior representatividade é do vereador natalense e advogado Joanilson de Paula Rêgo.

Ele é dirigente da executiva do PSDC no Rio Grande do Norte, com largo conceito no meio forense, mas sem peso eleitoral em Mossoró.

Como chegou a definir o senador Garibaldi Filho sobre a política mossoroense, à época em que ainda era governador do Estado, “Mossoró é muito difícil”.  Se é! Ô!

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sábado - 27/08/2016 - 06:56h
Sucessão mossoroense 2016

Programas de rádio fazem séries ouvindo candidatos

Dois programas de rádio promovem série de entrevistas com candidatos a prefeito de Mossoró, neste sábado (27).

Josué estará em duas rádios hoje (Foto: Web)

Os programas “OAB em Ação no Rádio” e “Página Um, respectivamente nas rádios FM 105 e FM Rural (990 Khz), dão espaços para que os disputantes da Prefeitura de Mossoró apresentem suas ideias e conhecimento.

O OAB em Ação no Rádio, sob a apresentação dos advogados Aclecivam Soares e Canindé Maia (presidente local da Ordem dos Advogados do Brasil-OAB) vão ouvir Josué Moreira (PSDC), das 9h às 10h. Sábado (20) passado foi Tião Couto (PSDB).

Veja AQUI a sequência das entrevistas na FM 105.

Mais Josué Moreira

Já no Página Um, o apresentador Rodrigo Rodrigues e convidados começam hoje a série de sabatina dos cinco candidatos a prefeito. Por coincidência, também ouvem Josué Moreira.

O programa vai ao ar entre 12 e 13 horas.

Veja AQUI a sequência das entrevistas na Rádio Rural de Mossoró.

Segunda-feira (29), quem começará também  uma sequência de entrevistas é a FM 95, dentro do programa “Meio-dia Mossoró” apresentado por Carol Ribeiro e Bruno Barreto.

O primeiro a ser ouvido será Gutemberg Dias (PCdoB).

Veja AQUI a sequência das entrevistas na FM 95.

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sexta-feira - 26/08/2016 - 18:36h
Mossoró

Duas candidaturas são deferidas; 3 aguardam decisão judicial

Do Blog Carol Ribeiro

Francisco José Junior (PSD) e Tião Couto (PSDB) já podem respirar aliviados. O pedido de registro de candidatura deles já foi julgado e deferido (confirmado) pelo juiz da 34ª zona eleitoral, do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), Cláudio Mendes Júnior.

Todos os pedidos de candidatos a prefeito e vereador em Mossoró estão sendo constantemente avaliados e atualizados pela Justiça Eleitoral.

Dificuldades

Os demais candidatos ainda não tiveram seus pedidos de registros de candidaturas julgados porque alguns obstáculos demandam um maior tempo para o julgamento.

O candidato Gutemberg Dias (PCdoB) ainda não atingiu a proporcionalidade mínima de 30% de mulheres em sua coligação.

O candidato Josué Moreira (PSDC) precisa, primeiro, ter julgado ação de Executiva Nacional do PSOL contra sua coligação.

Já a candidata Rosalba Ciarlini (PP) precisa ter impugnação julgada para ter avaliado seu pedido de registro de candidatura.

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quarta-feira - 24/08/2016 - 22:38h
Entrevista

Candidatos vão ser ouvidos pelo “Meio-dia Mossoró”

O programa “Meio-dia Mossoró” da FM 95 vai fazer uma série de entrevistas com os candidatos a prefeito de Mossoró. Vai preencher todas as edições da próxima semana.

À noite de hoje, no programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM), os apresentadores do Meio-dia Mossoró – Carol Ribeiro e Bruno Barreto – fizeram sorteio da sequência das entrevista.

A série ficou assim definida:

Segunda-feira, dia 29, Gutemberg Dias (PCdoB);

Terça-feira, dia 30, Francisco José Júnior (PSD);

Quarta-feira, dia 31, Josué Moreira (PSDC);

Quinta-feira, dia 1º, Rosalba Ciarlini (PP);

Sexta-feira, dia 2, Tião Couto (PSDB).

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segunda-feira - 22/08/2016 - 20:48h
Rádio Rural de Mossoró

Programa “Página Um” vai ouvir candidatos a prefeito

O programa “Página Um” da Rádio Rural de Mossoró (990 Khz) vai entrevistar os candidatos a prefeito de Mossoró. O programa é apresentado pelo radialista Rodrigo Rodrigues, entre 12 e 13h, todos os sábados.

O primeiro a ser entrevistado é Josué Moreira (PSDB), no próximo sábado (27).

Já o segundo será Francisco José Júnior (PS), no dia 3 de setembro.

A ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) será no dia 10.

Tião Couto (PSDB) no dia 17 de setembro.

O último a ser ouvido será Gutemberg Dias (PCdoB) no dia 24.

Os candidatos terão 45 minutos divididos em três blocos para exporem suas idéias e falarem sobre educação, saúde e mobilidade urbana.

Participam do programa, como entrevistadores, Vicente Venâncio e Dantas Júnior.

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domingo - 21/08/2016 - 23:50h
Mossoró

Prefeito e Rosalba batem de frente em evento neste domingo

A Associação dos Panificadores e Similares de Mossoró e Região Oeste do RN (APASMO) realizou café da manhã hoje no Hotel Villa Oeste, tendo associados e imprensa como convidados, mas especialmente os cinco candidatos a prefeito do município.

Em meio ao que ficou definido pela Apasmo como “exposição de ideias”, os candidatos Francisco José Júnior (PSD) e Rosalba Ciarlini (PP) entraram em confronto verbal. Em vez de apresentarem propostas, os dois partiram para troca de acusações.

Rosalba fez réplica a prefeito (ao final da mesa, de amarelo, atento); depois a desmentiu na Net (Foto: Carlos Costa)

O prefeito e candidato à reeleição Francisco José Júnior desfiou críticas à ex-governador, por sua passagem pelo Governo do Estado, apontando que fora negligente principalmente com a Saúde, exemplificando o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

Desmentido

Rosalba fez sua réplica quando usou o microfone colocado num púlpito para os candidatos à Prefeitura. À mesa, ao lado de outros candidatos a prefeito e integrantes da Apasmo, o prefeito a encarou com leve sorriso irônico.

Rosalba falou de seu zelo pela profissão de pediatra, a ponto de destacar que chegara a cuidar – como profissional – de filho de Francisco José Júnior.

Apesar do mal-estar no ambiente, o evento terminou num tom mais ameno, também com a participação dos outros três candidatos: Tião Couto (PSDB), Gutemberg Dias (PCdoB) e Josué Moreira (PSDC).

Em endereços próprios nas redes sociais, Francisco José Júnior deu sequência à polarização que tem conseguido com a adversária. “Rosalba NUNCA atendeu meu filho, enquanto médica pediatra. E não tem o direito de USÁ-LO para sua própria promoção. Vamos fazer política considerando as ações que oferecemos para o povo. E política com VERDADE. Isso não é um jogo, é trabalho”, provocou.

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