quinta-feira - 27/10/2016 - 10:32h
Mossoró

Deputados terão audiência pública sobre caos materno-infantil

Souza aponta preocupação crescente em Mossoró e região (Foto: Eduardo Maia)

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte promove na próxima segunda-feira (31), às 14h, uma audiência pública para discutir a política materno-infantil na região Oeste. Proposta pelo deputado Manoel Cunha Neto, o “Souza” (PHS), o debate vai destacar a importância da manutenção do funcionamento do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia para a região de Mossoró.

“A audiência tem como objetivo sensibilizar a população e o poder público sobre a importância do Hospital da Mulher não só para o atendimento de parturientes e bebês, mas para toda a região oeste do Estado”, disse Souza.

Referência

O parlamentar ressaltou que a unidade é referência no atendimento a gestantes e recém-nascidos em Mossoró e Região, e o seu fechamento causará superlotação na Casa de Saúde Dix-Sept Rosado, para onde o atendimento será remanejado, podendo causar inúmeros transtornos e até mortes de mães e bebês.

“Os veículos de informação divulgam inúmeros depoimentos de vidas salvas pelo trabalho da equipe e pela qualidade do serviço do Hospital da Mulher”.

Para Souza, o Hospital da Mulher é um direito das mulheres e de toda a população de Mossoró e região, e é um dever do Estado.

Com informações da AL.

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quinta-feira - 13/10/2016 - 15:26h
Audiência Pública

Governo admite manter Hospital da Mulher, mas não garante

A Câmara Municipal de Mossoró realizou, nesta quinta-feira, 13, no plenário da Casa Legislativa, audiência pública que debateu o fechamento do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia. Com o objetivo de encontrar possíveis medidas que possam ser tomadas para solucionar a situação da maternidade, o Poder Legislativo reuniu autoridades e representantes de diversos setores da saúde e de outros segmentos da sociedade.

Após a discussão, alguns encaminhamentos foram feitos. Governo admite manter hospital funcionando,  mas não a alto custo e de qualquer forma.

George Antunes (ao microfone) deixou claro que não se fará loucura com números (Foto: Edilberto Barros)

Deliberou-se sobre a participação das Federação dos Municípios do RN (FEMURN) nos municípios, uma vez que o Hospital da Mulher atende cidades circunvizinhas; formação de uma comissão que deverá ser composta para debater o assunto com o Juiz Federal Orlan Donato, em audiência agendada para próxima terça-feira (18).

A comissão deve ser integrada por vereadores, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), funcionários do Hospital da Mulher e o secretário estadual de saúde, George Antunes, que participou da audiência.

Decisão

Ao final da audiência pública, o secretário George Antunes informou que a decisão – tomada exclusivamente por ele enquanto titular da pasta – poderá ser revista. Isso após a comissão formada pelo Legislativo visitar o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC)/Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR), dialogar com o Juiz Federal e emitir relatório. Ele não descarta a possibilidade de o fechamento não mais acontecer.

“O governo tem condições de voltar atrás. Porém, há alguns condicionantes para o não fechamento do Hospital da Mulher. Como foi uma ação perante o judiciário, peço para que essa comissão formada por esta Casa Legislativa avalie a situação da Almeida Castro. Observem se aquela maternidade tem condições ou não para o atendimento. Em seguida, conversem com o juiz federal e vejam suas colocações. A partir daí será possível reaver a nossa decisão. Todavia, ressalto que hoje não tenho como manter o hospital nesta situação. Precisamos de recursos”, concluiu George.

Quando provocado sobre o serviço fornecido ser prioritariamente pelo Serviço Único de Saúde (SUS), o secretário concordou. Todavia, ressaltou que “não às custas do estado e não a qualquer custo. Temos uma responsabilidade com o erário público”.

Participantes

Participaram da audiência pública os vereadores: Jório Nogueira (PSD), Izabel Montenegro (do PMDB, autora e presidente da audiência), Tomaz Neto (PDT), Lahyre Neto (PSB), Alex Moacir (PMDB), Claudionor dos Santos (PEN), Francisco Carlos (PP), Manoel Bezerra (PRTB), Genivan Vale (PDT), Celso Lanche (PSC), Soldado Jadson (SD), Alex do Frango (PMB), Vingt-un Neto (PSDB), Genilson Alves (PMN) e Nacízio Silva (PR).

Além dos vereadores, o Presidente da OAB-Mossoró, Canindé Maia; Secretário estadual da Saúde, George Antunes; padre Flávio Augusto, representando a Diocese de Mossoró; Evânio Araújo, advogado; Watson Peixoto, pediatra; Katherine Vitorino, da Comissão da Mulher da OAB; servidores da Saúde e outros participantes.

A audiência pública foi transmitida ao vivo pela TV Câmara Mossoró, canal 16 – TCM.

Nota do Blog – Conversa para boi dormitar. Decisão está tomada, em pleno andamento e com números que precisam ser contestados pelos defensores da manutenção do hospital.

Governo agiu politicamente com o secretário, para não ratificar um “não” na cara de todos.

Registre-se ainda, a ausência do Ministério Público; da Secretária Municipal de Saúde, Leodise Cruz; do Conselho Regional de Medicina (CRM) etc.

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terça-feira - 11/10/2016 - 16:18h
Pronunciamento

Souza é contra fechamento do Hospital da Mulher em Mossoró

O deputado estadual Manoel Cunha Neto (PHS), o “Souza” (PHS) lamentou, durante sessão plenária da Assembleia Legislativa nesta terça-feira (11), o fechamento do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, em Mossoró.

Souza citou emendas ao HRTM também (Foto: AL)

“Desde o início do mandato que solicitamos a regularização do Hospital da Mulher, que nunca foi independente financeiramente. A Secretaria de Estado da Saúde Pública fez um acordo para que os servidores da unidade de saúde fossem deslocados para a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), contrariando o que o governador disse em Mossoró”, destacou Souza.

O parlamentar aproveitou a ocasião para lembrar as dificuldades enfrentadas pelo Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), que segundo ele, precisa de um foco cirúrgico e uma mesa cirúrgica para realizar cirurgias ortopédicas. “O Governo tem dado notícias muito negativas para o Mossoró”, criticou o deputado.

Emendas

Citou, ainda, que todas as suas emendas orçamentárias do ano passado no total de R$ 1,8 milhão foram destinadas ao HRTM, mas o Governo do Estado não liberou um único centavo, apesar de elas serem constitucionalmente “impositivas”, ou seja, o Governo tem a obrigação de atender.

Ainda durante a sessão, Souza registrou a apresentação do requerimento de voto de pesar pela morte do médico Ernani Rosado, fato ocorrido no último sábado (8).

* Veja AQUI homenagem do Blog Carlos Santos a Ernani Rosado, em forma de crônica do médico, professor e escritor Francisco Edilson Leite Pinto Júnior.

Com informações da Assembleia Legislativa.

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segunda-feira - 10/10/2016 - 14:00h
Mossoró

Defensoria vê conflito envolvendo o Hospital da Mulher

A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte acionou a Justiça na Vara da Infância e Juventude em Mossoró, para se pronunciar sobre o que considera ser um “conflito” existente no campo do Judiciário. Envolveria uma decisão judicial e um acordo que envolve o Hospital da Mulher Parteira Maria Correia.

A decisão judicial proferida no último dia 17 de agosto, na Ação Civil Pública nº 0105142-75.2016.8.20.0106, que determinou a manutenção do funcionamento dos leitos de UTI Neonatal e dos serviços de obstetrícia, e o acordo firmado nos autos da Ação Civil Pública nº 0800637-65.2014.8.4.05.8401, que tramita na Justiça Federal e diz respeito à intervenção na Associação de Assistência e Proteção à Maternidade de Mossoró (APAMIM), não incluindo o Hospital da Mulher.

Hospital da Mulher é objeto de conflito (foto Carlos Costa)

O Governo do Estado começou transferência de equipamento e pessoal do Hospital da Mulher para a Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) – veja AQUI – que é da alçada da Apamim.

Veja a nota abaixo:

A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte comunica à população que, diante do fechamento do Hospital da Mulher de Mossoró, solicitou ao juiz da Vara da Infância e Juventude da Comarca daquele município que se manifeste sobre o conflito existente entre a decisão judicial proferida no último dia 17 de agosto, na Ação Civil Pública nº 0105142-75.2016.8.20.0106, que determinou a manutenção do funcionamento dos leitos de UTI Neonatal e dos serviços de obstetrícia, e o acordo firmado nos autos da Ação Civil Pública nº 0800637-65.2014.8.4.05.8401, que tramita na Justiça Federal e diz respeito à intervenção na Associação de Assistência e Proteção à Maternidade de Mossoró (APAMIM), não incluindo o Hospital da Mulher.

É importante ressaltar que a Secretaria Estadual de Saúde Pública (SESAP) tinha ciência da decisão prolatada em 17 de agosto pela Justiça Estadual, de forma que, ao participar de audiência perante a Justiça Federal, deveria ter comunicado a existência da Ação Civil Pública proposta por esta Defensoria Pública, bem como a existência de decisão judicial determinando o funcionamento regular do Hospital da Mulher, especialmente porque o Estado não recorreu da decisão proferida pela Justiça Estadual.

Ainda diante do acordo firmado, precisamos salientar que os processos que foram reunidos para julgamento em cooperação técnica pela Justiça Estadual, Federal e do Trabalho, não se referiam ao Hospital da Mulher de Mossoró, vez que em todos se discutia, única e exclusivamente, a gestão e situação da APAMIM.

A Defensoria Pública do Estado entende, sem adentrar no mérito do acordo firmado durante a audiência cooperação técnica, que a decisão sobre a transferência integral de serviços do Hospital da Mulher para o Hospital Maternidade Almeida Castro (administrado pela APAMIM), ou para qualquer outro hospital, deveria ser precedida de estudo técnico comprovando a demanda real e efetiva das unidades, a estrutura física para instalação de equipamentos oriundos do Hospital da Mulher e o número de servidores para atendimento humanitário e adequado à população, sem redução dos serviços prestados por qualquer desses Hospitais.

Em nota divulgada no sábado (8), a SESAP informa que, com a transferência da UTI Neonatal do Hospital da Mulher para a APAMIM, “os leitos de UTI Neonatal passarão dos atuais dez para 17 leitos equipados adequadamente e assistidos por profissionais em número suficiente e altamente qualificado”. Todavia, é importante esclarecer que na APAMIM já funcionam 10 leitos e que no Hospital da Mulher funcionavam 08 leitos e 02 estavam inativos apenas porque o Estado não providenciou o conserto dos equipamentos, o que foi, inclusive, solicitado na Ação Civil Pública proposta pela Defensoria Pública, de forma que não haverá ampliação do número de leitos, mas sim redução, uma vez que, ao invés da população contar com 20 leitos de UTI Neonatal, contará com 17.

Outro fato a ser considerado é que os dez leitos existentes no Almeida Castro são de UTI Pediátrica, conforme afirmou, em matérias veiculadas na imprensa, a coordenadora da Junta Interventora da unidade, Larizza Queiroz. Sendo assim, a UTI Pediátrica terá que ser transformada em UTI Neonatal e Mossoró perderá os leitos pediátricos que já existiam na unidade, deixando toda a região desassistida, tendo em vista que, a partir da mudança, os únicos leitos de UTI Pediátrica da rede pública de saúde (11 ao todo) estarão concentrados em hospitais de Natal.

Por tais razões, a Defensoria Pública do Estado solicitou ao Juízo de Direito da Vara da Infância e Juventude da Comarca de Mossoró que adote as providências cabíveis, comunicando ao Juízo de Direito da Seção Judiciária Federal de Mossoró sobre a existência da Ação Civil Pública proposta em proposta no último mês de agosto e com decisão judicial em vigor determinando a manutenção dos serviços no Hospital da Mulher de Mossoró.

Renata Alves Maia

Defensora Pública Geral do Estado

Suyane Iasnaya Bezerra de Góis Saldanha

Coordenadora do Núcleo da Defensoria Pública em Mossoró

Cláudia Carvalho Queiroz

Coordenadora do Núcleo de Tutelas Coletivas

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segunda-feira - 10/10/2016 - 08:32h
Hospital da Mulher

O silêncio que não inocenta em Mossoró

Estou sentindo falta de pronunciamento de algumas lideranças políticas de Mossoró, na defesa do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia.

Vou continuar aguardando.

Sentado, claro.

Risível!!!

* Veja AQUI posicionamento do Governo do Estado.

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sábado - 08/10/2016 - 18:31h
Nota

Governo explica o porquê de decisão sobre Hospital da Mulher

O Governo do Estado emitiu Nota Oficial sobre sua decisão relativa ao fechamento do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, situado em Mossoró.

Nessa sexta-feira (7), movimento formado por servidores, sindicalistas e segmentos organizados da população defendeu em passeata a manutenção dos serviços do hospital.

Protesto nessa sexta-feira lutou contra fechamento do Hospital da Mulher (Foto: redes sociais)

Veja a nota abaixo:

O Governo do Estado esclarece que a transferência de serviços do Hospital da Mulher para a Apamim, em Mossoró, é uma decisão que resulta de acordo Judicial, feito em reunião onde estavam presentes três juízes e promotores estaduais e federais, Conselho Regional de Medicina, secretária municipal de Mossoró e secretário estadual de Saúde.

Em Mossoró estavam coexistindo duas instituições de saúde com mesmo perfil assistencial que não estavam cumprindo seu papel de forma minimamente aceitável, pois competiam pelos escassos recursos financeiros do SUS. Portanto, a decisão foi pela realocação dos serviços, a fim de melhor atender a população.

A fusão dos dois serviços visa ainda a otimização dos recursos financeiros, tecnológicos e humanos, tornando uma das unidades mais resolutiva. Nesta unidade, no caso a Apamim, a oferta de serviços será ampliada em mais de 20 %.

Só os leitos de UTI neonatal passarão dos atuais 10 leitos para 17 leitos equipados adequadamente e assistidos por profissionais em número suficiente e altamente qualificado.

A perspectiva é de serem realizados aproximadamente 600 partos ao mês, entre outros serviços que também serão ampliados, sem prejuízo à parte mais importante nesse processo, a população mossoroense.

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sexta-feira - 07/10/2016 - 19:06h
Hospital da Mulher

A “agilidade” da Câmara Municipal de Mossoró

A Câmara de Mossoró vai realizar quinta-feira (13), às 9h, Audiência Publica sobre fechamento do Hospital da Mulher Parteira Maria Correira.

Até lá, fecha.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) faz as últimas transferências para a Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) – ou Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), como queira.

Vá entender.

Sostô!

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sexta-feira - 07/10/2016 - 07:20h
Mossoró

Mobilização tenta manter Hospital da Mulher funcionando

Movimento de servidores com atuação no Hospital da Mulher Parteira Maria Correia defende hoje a continuidade de seu funcionamento.

Está sendo organizado um protesto que vai começar em frente ao próprio hospital, a partir das 9h.

Criado em 2012 na gestão Rosalba Ciarlini (PP), até aqui o Hospital da Mulher é um poço de controvérsias e de serviço importante à população local e da região. Já passou por duas intervenções judiciais e correm demandas judiciais que tratam de corrupção à sua instalação e funcionamento.

Os planos do Governo do Estado estão definidos desde o ano passado, mas foram sendo adiados em face da pressão política e popular contra o encerramento de suas atividades.

O propósito é transferir sua estrutura para a Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR), que está sob intervenção federal desde 2014, reduzindo custos consideráveis, mas mantendo seus serviços.

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quinta-feira - 29/09/2016 - 08:27h
Estava escrito

Hospital da Mulher começa a ser transferido para a CSDR

O Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, situado em Mossoró, em imóvel alugado e que está sem ter seu pagamento de locação pago há cerca de sete meses, deve ter sua estrutura transferida para outro local. O Governo do Estado vai instalá-lo na Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR).

O novo secretário de Estado da Saúde Pública (SESAP), George Antunes, dá sequência a um plano que começara a ser traçado pelo primeiro titular da pasta (ele é o terceiro), Ricardo Lagreca. Só não foi encetado ano passado, devido pressões políticas em contrário.

Hospital da Mulher (foto Carlos Costa): problemas desde o nascedouro

A Sesap tem levantamento quanto ao custo de manutenção do Hospital da Mulher. Estudos apontam para essa necessidade de remanejamento, com alta economia de recursos, que podem ser destinados à melhoria do próprio sistema de saúde no município, como suporte ao Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

No dia 27 de outubro do ano passado (2015), o Blog (veja AQUI) antecipava que estava em andamento essa estratégia no Governo Robinson Faria (PSD). Foi desacelerada, mas nunca abandonada.

Escândalo e intervenções

O Hospital da Mulher foi criado durante a gestão Rosalba Ciarlini (DEM, hoje PP) em 2012. Virou um escândalo permanente desde seu nascedouro, porque o Ministério Público do RN (MPRN) abriu série de procedimentos que atestaram diversas irregularidades.

O próprio Governo Rosalba Ciarlini admitiu em auditoria que levou mais de seis meses para ser apresentada, o desvio de mais de R$ 8,5 milhões em seis meses, em relação a montante repassado que ultrapassou a casa dos R$ 16 milhões no período.

Passou por duas intervenções judiciais, quando teve sua melhor fase de funcionamento. O Governo Rosalba solicitou até a dilatação dessa exceção, por admitir dificuldades para geri-lo.

O caso tem desdobramentos no campo judicial, a ponto da ex-governadora e outras pessoas terem bens bloqueados (veja AQUI). Ela se manifestou sobre o assunto, defendendo-se (veja AQUI).

Nota do Blog – O Governo acerta na iniciativa. Demorou e deixou que o Hospital da Mulher fosse se asfixiando, para poder começar a fazer essa mudança.

A CSDR está sob intervenção desde 2014, com consideráveis melhoras em estrutura e serviços. Pode abrigar abrigá-lo. Com garantia de recursos repassados pelo Estado, poderá funcionar bem a custo mais razoável.

Torço por isso.

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quarta-feira - 28/09/2016 - 11:51h
Mossoró

Câmara reage à notícia falsa que prejudica vereadores

Em sessão realizada nesta quarta-feira, 28, na Câmara Municipal de Mossoró, o vereador Tomaz Neto (PDT) ocupou a tribuna para corrigir uma lista divulgada nas redes sociais, referente à presença dos vereadores que participaram da sessão ordinária da última terça-feira, que abriu espaço para debater sobre o possível fechamento do Hospital da Mulher.

Tomaz pediu notícia correta (Foto: Valmir Alves)

De acordo com Tomaz Neto, que esteve presente à sessão, o seu nome circulava entre os faltosos. “Ontem eu não só estive nesta Casa como debati, me posicionei, e ainda coloquei meu nome à disposição para resolver, juntamente com a Comissão de Saúde, este problema na Assembleia Legislativa”, disse.

Hospital da Mulher

Na oportunidade, o parlamentar solicitou que o responsável pela publicação corrigisse a postagem, que circulou nas redes sociais logo após o debate. “Quero pedir para esta pessoa que fez esta publicidade, refaça de forma correta. Lembro que o presidente desta Casa leu em voz alta o nome de todos que estavam no plenário antes de encerrar a sessão”, ressaltou.

O debate sobre a atual situação do Hospital da Mulher aconteceu durante a sessão ordinária desta terça-feira (27), quando foi aberto o espaço da Tribuna Popular para a participação de alguns servidores do hospital.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Tendo em vista circulação de informações em redes sociais, relativas à realização de suposta audiência pública, terça-feira (27.set.2016), sobre o Hospital da Mulher, a Câmara Municipal de Mossoró esclarece:

1 – O Poder Legislativo Municipal não realizou audiência pública, no último dia 27, mas sessão ordinária, a qual, entre outros assuntos, debateu a situação do Hospital da Mulher, com participação de servidores públicos da unidade hospitalar, nas galerias e na tribuna do plenário, através do projeto Tribuna Popular.

2 – Os vereadores presentes àquela sessão foram: Alex Moacir (PMDB), Alex do Frango (PMB), Celso Lanches (PSC), Tomaz Neto (PDT), Flávio Tácito (PPL), Francisco Carlos (PP), Genivan Vale (PDT), Heró Alves (PTC), Izabel Montenegro (PMDB), Jório Nogueira (PSD), Nacizio Silva (PR), Lahyre Rosado Neto (PSB) e Tassyo Mardonny (PSDB), conforme relatório de votação de presença da 52ª sessão ordinária, emitido às 11:53 do dia 27 de setembro de 2016.

Mesa Diretora da Câmara Municipal de Mossoró

Nota do Blog – Infelizmente, as redes sociais continuam sendo utilizadas por pessoas de má-fé e outras tantas irresponsáveis, que escrevem ou propagam mentiras para atenderem a interesses que estão longe da decência e do zelo à própria notícia.

Em épocas de campanhas, esse tipo de comportamento chega a ser marginal.

Enoja.

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sábado - 20/08/2016 - 07:01h
Saúde

Governo quita débitos com cooperativas médicas

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) emitiu nesta sexta-feira (19), à tarde, as ordens bancárias para pagamento às cooperativas médicas que prestam serviço aos hospitais da rede estadual de saúde, entre elas a Coopmed e a Neoclínica, além das cooperativas pelas quais são contratados pediatras e neonatologistas para o Hospital da Mulher “Parteira Maria Correia”, em Mossoró.

As ordens emitidas somam um valor total de R$ 4.060.846,65, sendo R$ 1.997.105,72 para a Coopmed/RN e R$ 2.063.740,93 destinados às cooperativas que atuam no Hospital da Mulher. Os pagamentos correspondem aos meses de abril, maio e junho, de acordo com os respectivos contratos.

Contratos mantidos

Para garantir o pagamento dos médicos e evitar novos atrasos e paralisação dos serviços, a Sesap fez uma modificação da fonte de pagamento dos contratos com as cooperativas médicas (apostilhamento).

Os pagamentos atualmente são feitos com recursos do Tesouro Estadual (Fonte 100), que enfrenta frustração de receitas, e passarão agora a ser advindos do Ministério da Saúde (Fonte 160).

A mudança não altera as bases dos contratos com as cooperativas.

Com informações da Assecom do Governo do Estado.

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quarta-feira - 17/08/2016 - 21:02h
Exemplos

Intervenções revelam que é possível ser competente

A Fundação Estadual da Criança e do Adolescente (FUNDAC), Hospital da Mulher Parteira Maria Correia e Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) são três exemplos que merecem um estudo.

Nos três casos, a melhor fase de gestão de cada um, com resultados efetivos e cumprimento de seus objetivos basilares, está associada à intervenção judicial.

A mão dos gestores originários é sinônimo de incompetência, ineficiência e malversação de recursos públicos.

A Fundac está sob intervenção desde a gestão Rosalba Ciarlini (PP).

O Hospital da Mulher, criado no mesmo Governo de Rosalba, começou errado, continuou errado e só teve equilíbrio nas intervenções judiciais, com aumento de eficiência e controle de custos que eram estelares e em boa parte alimentavam a corrupção.

No caso da Casa de Saúde Dix-sept Rosado, controlado pela Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), a mudança com intervenção iniciada em 2014 é também expressiva.

A intervenção não é uma panaceia, mas  tem provado que é um remédio necessário em certos casos.

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terça-feira - 16/08/2016 - 04:34h
Triste realidade

Hospital da Mulher definha e Justiça volta a agir

O Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, na gestão Robinson Faria (PSD), segue na mesma “pisada” do que ocorreu na administração anterior de Rosalba Ciarlini (PP).

Vive “aos trancos e barrancos”.

O juiz Manoel Padre, da Fazenda Pública em Mossoró, determinou a reabertura imediata da UTI do hospital, provocado pela Defensoria Pública do Estado, que ingressou com uma Ação Civil Pública na última sexta-feira (12), durante o plantão, após a realização de uma vistoria no hospital. À ocasião, foi constatada uma série de irregularidades como falta de manutenção em equipamentos quebrados e ausência de materiais necessários ao bom funcionamento das UTIs.

O problema se agravou na última quinta-feira (11) com a paralisação dos médicos que trabalham no local. Eles reivindicam o pagamento de cinco meses de salários atrasados.

Como sanção, em eventual descumprimento do seu despacho, o judicante estabeleceu multa diária de R$ 5 mil.

Na era Rosalba Ciarlini, o Hospital da Mulher viveu longo período de intervenção judicial, fases em que experimentou melhor desempenho e controle de custos.

Enfim, prova de como o Estado é incompetente para administrar seus próprios equipamentos. Segue incompetente, que se diga.

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quinta-feira - 28/07/2016 - 07:58h
Hospital da Mulher

Fafá Rosado nega que receba salário sem trabalhar

E ex-prefeita mossoroense Fafá Rosado (PMDB) enviou sua versão sobre investigação aberta pelo Ministério Público (veja AQUI), que apura denúncia anônima de que ela e as ex-prefeitas Cláudia Regina (DEM) e Rosalba Ciarlini (PP) estariam recebendo salário do Estado do RN, sem prestação de serviço.

Fafá licença até amanhã (Foto: arquivo)

Leia abaixo:

Sobre a postagem  do seu blog, datada de 25 de julho, com o título “Ministério Público investiga Rosalba, Cláudia e Fafá por supostamente receberem remuneração sem trabalhar”, tenho a informar que sou servidora pública estadual concursada, lotada no Hospital da Mulher Parteira Maria Correia. Atualmente estou em gozo de licença prêmio, como pode ser comprovado no documento anexo, assinado pela Sra. Francisca Marcolino, Chefe do Grupo Auxiliar de Direitos e Vantagens, da SESAP.

Diante disso, coloco-me à sua disposição para outras informações, solicitando que possa ser feito o presente registro em seu prestigiado blog.

Atenciosamente,

Fafá Rosado.

Nota do Blog – Foi enviado “print” (cópia fotográfica) do documento citado, apontando que a licença de Fafá compreende o período de 1º de maio a 29 de julho de 2016.

Portanto, na segunda-feira (1º de agosto), ela deverá voltar à sua rotina no Hospital da Mulher Parteira Maria Correia.

Até o momento, as outras investigadas não se pronunciaram publicamente sobre o assunto.

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segunda-feira - 25/07/2016 - 23:42h
Rosalba, Fafá e Cláudia Regina

Inquérito apura se ex-prefeitas recebem salários sem trabalhar

Do Blog do Magnos Alves

A promotora Micaele Fortes Caddah, da 11ª Promotoria de Justiça da Comarca Mossoró, instaurou o inquérito civil  n° 06.2016.00003565-1 para investigar denúncia anônima de remuneração sem a suposta contraprestação de serviço pelas servidoras públicas estaduais e ex-prefeitas de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), Fafá Rosado (PMDB) e Cláudia Regina (DEM).

Rosalba, Cláudia e Fafá na campanha 2012 (Foto: Carlos Costa)

A promotora já delegou diligências iniciais que não foram atendidas e agora reitera pedido de informações à Secretária Estadual de Saúde e determina que seja impetrado mandado de segurança e comunicada a suposta prática do delito caso a Secretária continue omissa.

Nota do Blog Carlos Santos – A ex-governadora e pré-candidata a prefeito, Rosalba Ciarlini, é lotada no Hospital Rafael Fernandes.

Já Fafá Rosado, no Hospital da Mulher Parteira Maria Correia.

Quanto à Cláudia, a sua repartição é II Unidade Regional de Saúde Pública (URSAP).

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domingo - 10/07/2016 - 04:36h
Hospital da Mulher

Anestesiologistas anunciam que vão parar esta semana

Os anestesiologistas que atendem a pacientes no Hospital da Mulher Parteira Maria Correia devem parar suas atividades a partir do próximo dia 15 (sexta-feira). Decisão tomada e comunicada oficialmente.

A Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), que presta serviços ao Hospital da Mulher, alega que seus profissionais continuam sendo submetidos ao “escárnio” de remuneração em atraso, que chegam a 120 dias.

Este cenário é proposital, crônico  e provocado pelos gestores da saúde para fragilizar, humilhar, denegrir  o trabalhador anestesiologista”, diz a CAM.

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quinta-feira - 19/05/2016 - 17:02h
Hospital da Mulher

Rosalba e mais 16 pessoas têm bens bloqueados por Justiça

A 2ª Vara Criminal da Comarca de Mossoró/RN bloqueou os bens da ex-governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini Rosado (PP), e de mais dezesseis pessoas, no valor de aproximado de R$ 12 milhões. A informação é passada pelo Ministério Público do RN (MPRN).

Rosalba é ré em ação penal (Foto: Arquivo)

Recai sobre Rosalba e as demais pessoas alcançadas pelo despacho, denúncia por dano ao erário decorrente de serviços superfaturados, serviços não prestados, por compra de equipamentos não instalados, uso de notas fiscais frias, além de outras formas de desvios apontados por auditoria do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN).

O problema deriva da contratação da Associação Marca para gerenciamento do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, no município de Mossoró.

O bloqueio foi pedido pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte, através das Promotorias de Defesa do Patrimônio Público em Mossoró, visando garantir o ressarcimento dos prejuízos causados pelo grupo e atinge os imóveis, veículos e valores existentes em contas bancárias.

Vários crimes

Entre os que tiveram os bens bloqueados, além da governadora, estão o Procurador do Município de Natal, Alexandre Alves, o ex-secretário estadual de Saúde, Domício Arruda, a ex-secretária de saúde adjunta, Dorinha Burlamaqui, e o Chefe do Grupo Salute Vita, Tufi Soares Meres.

Todos os requeridos são réus na ação penal, em trâmite na Comarca de Mossoró, pela prática dos crimes de peculato, dispensa indevida de licitação, corrupção passiva e formação de quadrilha, cometidos no contexto da contratação da Associação Marca para administração do Hospital da Mulher em Mossoró.

Nota do Blog – O escândalo à época era previsto. Claro que isso ocorreria.

O próprio MPRN questionou a “celeridade” da instalação do Hospital da Mulher, desobedecendo normas básicas de licitação.

O próprio Governo Rosalba Ciarlini admitiu, depois de acossado, que mais de R$ 8,5 milhões teriam sido desviados.

Houve intervenção do Hospital da Mulher e o Governo estimulou o alargamento dessa decisão judicial, admitindo não ter condições de gerir o problema que criara.

Veja o que o Blog postou ainda em 2014 clicando AQUI, antecipando os fatos.

Depois traremos maiores detalhes.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
terça-feira - 08/03/2016 - 18:44h
Oscar de Lima

Cheio de problemas, Hospital da Mulher pode perder diretor

O médico clínico Oscar de Lima Oliveira, dirigente do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia (Mossoró), está na iminência de pedir exoneração. Tem confessado a vários interlocutores.

Ele parece ter cansado de não encontrar apoio ao pleno funcionamento do hospital e “jogará a toalha”, informa uma fonte médica contactada pelo Blog.

Nesse momento, o Hospital da Mulher convive com falta de insumos básicos e até alimento suficiente para atender pacientes e pessoal.

Hoje mesmo, o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) emprestou dois laps cirúrgicos (roupa utilizada por médicos em cirurgias) ao Hospital da Mulher, que não os possuía.

Caos que se junta a outras unidades de Saúde pública do Estado e município, mostrando que Mossoró chegou à metástase na Saúde.

Oscar assumiu a direção geral em dezembro do ano passado.

O  Hospital da Mulher atende a pacientes de mais de 40 municípios.

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Categoria(s): Saúde
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sexta-feira - 15/01/2016 - 22:44h
Mossoró

Saúde segue em “estado de calamidade”, afirma Tomaz Neto

Tomaz: audiência pública retratou caos em 2015 (Foto: Valmir Alves)

O desabafo de dois médicos que atuam no Hospital da Mulher Parteira Maria Correia (Mossoró), através do Blog Carlos Santos, atestando falta de material básico para atendimento a gestantes e bebês e outras deficiências, não surpreende o vereador Tomaz Neto (PDT).

Ele lembra que o cenário já foi denunciado ano passado e não houve qualquer avanço para mudança de cenário.

– O que acho mais estranho é o comportamento do Ministério Público – afirma o vereador.

Drama diário

“Em 2015 fizemos audiência pública na Câmara Municipal, médicos retrataram o caos, eu disse que era preciso uma intervenção pois vivíamos um estado de calamidade pública e o MP considerou descabida minha afirmação”, destaca.

Para o vereador Tomaz Neto (PDT), “o quadro é de calamidade, sim”. Ele sustenta sua tese e reforça-a, com base nas próprias declarações ao Blog do obstetra Manoel Nobre (veja AQUI) e da pediatra Daniela Maia (veja AQUI).

– Os médicos que vivem esse drama diário, por respeito à vida, sabem que diariamente enfrentam escolha difícil: quem terá chance de viver e quem morrerá – lamenta.

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quinta-feira - 29/10/2015 - 12:08h
No aguardo

Cadê o dinheiro dos médicos da UTI do Hospital da Mulher?

Os 12 Médicos da UTI Adulto do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia ainda aguardam pagamento do Estado.

Promessa feita esta semana, até agora não se cumpriu.

São 3 meses de castigo.

Conversei há poucos minutos com representante dos médicos. Nadica de dinheiro. Houve promessa da Secretaria Estadual da Saúde Pública (SESAP).

Ficou nisso.

Serviço pode parar até o início de novembro.

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Categoria(s): Política / Saúde
  • San Valle Rodape GIF
terça-feira - 27/10/2015 - 12:13h
Vapt, vupt

Secretaria promete, após matéria, pagar médicos de UTI

A Secretaria de Saúde Pública do Estado (SESAP) promete saldar parte da dívida com os 12 médicos que atuam na UTI Adulta do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia.

Efeito instantâneo da matéria que o Blog Carlos Santos postou há pouco mais de duas horas (veja AQUI).

Representante dos médicos recebeu ligação da Sesap, garantindo disposição para manter hospital funcionando e os compromissos em dia.

A versão é de que processos estão em andamento, para que seja feito o pagamento.

Ah, tá!

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Categoria(s): Saúde
terça-feira - 27/10/2015 - 10:18h
Em andamento

Começa fechamento do Hospital da Mulher de Mossoró

Uma operação político-administrativa está em andamento, para materializar o fechamento do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia. Governo do Estado e Prefeitura agem em duas frentes.

Existem dois objetivos nessa articulação: político e de melhor uso de recursos financeiros da Saúde do Estado.

Hospital da Mulher está, como quase sempre, recheado de problemas (Foto: Carlos Costa)

À semana passada, através da Junta Interventora da Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR), que passou a ser tratada como Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), também como parte de uma operação para “desrosadizar” a entidade, anunciou instalação de mais quatro leitos de UTI Adulta (veja AQUI).

Paralelamente, o Governo Robinson Faria (PSD) não paga há três meses os 12 médicos que trabalham na UTI Adulta do Hospital da Mulher. Uma dívida da ordem de R$ 300 mil.

Redirecionar recursos

É possível que ocorra paralisação dos serviços nos próximos dias, apurou o Blog.

Outras cooperativas funcionais também estão com atraso em pagamento, que totalizam dois meses.

O aluguel do imóvel também não vem sendo pago.

Em articulação com o prefeito Francisco José Júnior (PSD), o Governo Robinson pretende fechar o hospital para redirecionar os recursos gastos nele. A ideia é transferir maior aporte financeiro para a Dix-sept Rosado, ou HMAC, como queira, afim de lhe garantir fôlego para funcionar.

O prefeito, que trabalhou sua intervenção e passou a dar suporte ao seu funcionamento desde outubro do ano passado, teme perder seu controle.

Tarcísio Maia

O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) também faria parte da alteração, sendo beneficiado com o “ganho” do fechamento do Hospital da Mulher. Por lá, o Governo do Estado ainda tem planos de retomar obras paradas desde a gestão Rosalba Ciarlini (DEM).

Entre 2,5 e três milhões de reais ficariam “disponíveis”, mensalmente, para que Estado e Município pudessem aplicar nessas duas frentes.

Médicos e servidores do Hospital da Mulher mobilizaram-se há poucos dias, contra o fim das atividades dessa unidade hospitalar. O discurso do governismo foi de que não existiria essa pretensão (veja AQUI).

No meio desse desgastante quadro, parturientes, bebês, famílias de Mossoró e dezenas de municípios que temem o retorno a um tempo em que parir na cidade era quase impossível. A saída seria Russas (CE) ou Ceará e Fortaleza para os mais abonados.

Pobre Mossoró!

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Categoria(s): Política / Saúde
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