terça-feira - 30/05/2023 - 23:54h
Decisão

Juiz rejeita ação para mudar edital da limpeza; licitação é mantida

Do Blog do Barreto

Magistrado não identificou trechos restritivos, como alegado (Foto ilustrativa/Wilson Moreno)

Magistrado não identificou trechos restritivos, como alegado (Foto ilustrativa/Wilson Moreno)

O juiz Pedro Cordeiro Júnior, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Mossoró, rejeitou o pedido de liminar para mudar o edital da licitação da limpeza urbana e coleta de lixo de Mossoró.

O magistrado havia suspendido o certame para ouvir a Prefeitura de Mossoró e após receber os argumentos da Procuradoria Geral do Município, ele rejeitou pedido para retirar trechos considerados restritivos na concorrência apontado pela empresa Fortline Servicos Ltda.

O magistrado entendeu que a exigência de licença de órgãos ambientais, um dos principais argumentos da ação, para poder concorrer, não fere a legislação.

“Na questão posta, por se tratar de licitação que versa sobre limpeza urbana, integrando também o transporte de resíduos poluidores, não restam dúvidas acerca da possibilidade de degradação ambiental, de tal modo a se mostrar pertinente a exigência de licença ambiental”, avaliou.

A licitação está marcada para amanhã, às 9h, no Auditório da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo.

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segunda-feira - 25/04/2022 - 12:32h
Mandado de Segurança

Juiz decide que imóvel da Porcellanati tem que voltar à prefeitura

O juiz Pedro Cordeiro Júnior, titular da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Mossoró, rejeitou mandado de segurança com pedido de liminar, da Porcellanati Revestimentos Cerâmicos Ltda. (Grupo Itagrês). Intenção era derrubar decisão da Prefeitura de Mossoró, que decretou reversão (retorno do imóvel ocupado por ela ao patrimônio ao acervo público) – veja AQUI.

Indústria, que nada produz, mantém luta há anos para ficar com imóvel que não lhe pertence Foto: Canal BCS)

Indústria, que nada produz, mantém luta há anos para ficar com imóvel que não lhe pertence Foto: Canal BCS)

O processo sob o número 0821212-88.2021.8.20.5106 teve decisão nesse último dia 21, cabendo recurso. O grupo catarinense tentou a revogação do decreto municipal nº 6.292/2021, em que houve a reversão de terreno público para o Município de Mossoró/RN. Contudo, o magistrado entendeu não existir amparo para acolher a petição.

O próprio parecer do Ministério Público foi desfavorável à demanda da Porcellanati, que se sustentava com empresa fechada, graças a uma decisão no âmbito do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), tomada por uma juíza convocada no dia 23 de novembro do ano passado (veja AQUI).

A Porcellanati tenta segurar de todas as formas o bem, que não lhe pertence, mesmo sem produzir absolutamente nada. Aberta em 2009, ela estava parada desde abril de 2014 e retomou atividades precariamente em janeiro deste ano. De lá para cá suspendeu produção três vezes, por falta de matéria-prima, gás etc. A mais recente suspensão começou dia 4 deste mês e não tem data para volta à “normalidade”.

Em 2021, a administração Allyson Bezerra (Solidariedade) reabriu procedimento para retomar o imóvel, por ele não atender há cerca de oito anos os propósitos da doação.

O Grupo Itagrês tinha conseguido estranhamente refrear a perda do imóvel na gestão municipal anterior, quando a tramitação administrativa da reversão morreu em alguma gaveta do poder público, e teve inclusive várias páginas extraviadas (veja AQUI).

Calotes em série

Na empresa falta matéria-prima e até o indispensável gás natural que aqui e ali compra de empresa sediada no Ceará (Nacional Gás). Recebe-o através de carretas especiais criogênicas. A  Potigás (companhia de economia mista com participação do Estado) não vende o produto a essa indústria, pois acumula débito milionário dela, no “prego” há muitos anos.

Contudo, a governadora Fátima Bezerra (PT) divulgou duas grandes inverdades recentemente (veja AQUI): disse que a empresa estava produzindo e que era com gás da Potigás.

A Porcellanati, que mudou de denominação – virou TB Nordeste Indústria e Comércio de Revestimentos S/A – passou por processo de recuperação judicial em sua sede em Tubarão-SC, mas tanto lá como cá é pródiga em enganar fornecedores, prestadores de serviços, instituições financeiras e sobretudo ex-empregados. Nunca pagou dívidas trabalhistas.

Porém, tem uma incrível proteção de setores da política e uma força incessante para arrastar seus problemas com a barriga nos escaninhos da Justiça, sem que os responsáveis sejam punidos e suas vítimas sejam ressarcidas.

Veja AQUI uma série de postagens relatando ao longo de vários anos, a trilha de picaretagem da Itagrês-Porcellanati.

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sexta-feira - 09/08/2019 - 04:18h
Vida real

Prefeitura segue sem quitar folha de pessoal de julho

Do Blog do Barreto

A Prefeitura de Mossoró não conseguiu quitar a folha dos servidores no mês de julho. Os guardas municipais não encontraram nas contas o pagamento das gratificações e horas extras.

Já os aniversariantes do mês de julho não receberam o 13° conforme prevê a lei.

A prefeitura tinha até quinto dia útil do mês subsequente conforme determinou decisão judicial do juiz Pedro Cordeiro Junior da Vara da Fazenda Pública.

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quinta-feira - 13/06/2019 - 11:36h
Falta de UTI

Município e Estado são condenados por morte de criança

Faltou socorro, diz decisão (Foto: ilustrativa)

O juiz Pedro Cordeiro Júnior, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Mossoró, condenou o Estado do Rio Grande do Norte e o Município de Mossoró a pagarem, solidariamente, a um casal o valor de R$ 50 mil, a título de danos morais, mais correção monetária e juros, em virtude da filha ter ir a óbito em decorrência da omissão dos entes públicos na prestação dos serviços de saúde em meados de 2013.

O falecimento ocorreu tendo em vista a ineficiência de atendimento e demora no fornecimento do leito de UTI para a criança, que na época tinha quatro anos de idade, de modo que prejudicou e intensificou a enfermidade da vítima.

Esse foi o motivo pelo qual os seus pais entendem ser cabível indenização por danos morais.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
  • Repet
terça-feira - 12/02/2019 - 15:38h
Justiça decide

Câmara e Prefeitura vão se manifestar sobre verba de gabinete

Cordeiro: Esclarecimentos (Foto: arquivo)

Do Blog Saulo Vale

O juiz Pedro Cordeiro Júnior, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Mossoró, intimou a Presidência da Câmara Municipal e a Procuradoria Geral do Município para se manifestarem sobre a liminar, através de ação popular, que pede a suspensão da verba de gabinete para os 21 vereadores.

A manifestação deve ser em 72h.

Na sexta-feira (8), os advogados Jeferson Santos e Joathan Robério entraram com esse meio processual (veja AQUI) para derrubada da denominada Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar Municipal (CEAPM).

Cada um dos 21 vereadores da Câmara Municipal de Mossoró deve receber R$ 4,5 mil/mês para despesas gerais de gabinete, segundo aprovação de lei no dia 22 de janeiro, sancionada pela prefeita Rosalba Ciarlini (PP) no dia seguinte.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
segunda-feira - 11/02/2019 - 16:40h
Mossoró

Ação popular tenta derrubar nova verba de gabinete

Jeferson e Joathan: ação cidadã (Foto: Web)

Do Blog  Saulo Vale

Os advogados  Jeferson Santos Teixeira da Silva e Joathan Robério Silva entraram com ação popular para suspender a liberação da verba de gabinete, denominada de Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar Municipal (CEAPM), para os 21 vereadores da Câmara Municipal de Mossoró.

O benefício foi aprovado pelos parlamentares em 22 de janeiro (veja AQUI), por 11 votos a oito e foi sancionado no dia 23 de janeiro deste ano.

O valor é de R$ 4,5 mil/mês, por vereador.

Os advogados alegam que a verba de gabinete viola a constituição, pois institui verba indenizatória para custear despesas pessoais, que caberiam ao próprio salário do vereador, ou ordinárias, que deveriam ser custeadas pela Câmara mediante licitação.

Pedem ainda que a Justiça determine a devolução dos valores, caso o benefício tenha sido liberado. A ação será julgada pelo juiz Pedro Cordeiro Júnior, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Mossoró.

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