Alguns webleitores pedem a intervenção do Blog para avaliar o atual estágio da campanha sucessória mossoroense, com abundância de pesquisas, atos de intolerância e frenética luta pelo voto.
Resumidamente, posso afirmar, que não há nenhuma novidade à mesa.
Tudo dentro do previsível. Não tivemos qualquer adesão de peso, não houve declaração bombástica e os ‘fatos novos’ existentes só podem ser avaliados mais amiúde com pesquisas qualitativas e não apenas no “achismo” e “olhômetro”.
Este Blog assinalou antes e no início da campanha, que teríamos um prélio renhido, que se afunilaria com disputa entre duas forças tradicionais que normalmente bipolarizam a corrida eleitoral no município.
A propósito, não existe nada de excepcional no que analisei e “antecipei”. Tudo parte de um cabedal de conhecimento, lógica e observação racional da conjuntura.
Desde a pré-campanha existe um favoritismo da candidata Larissa Rosado (PSB), mantido até o momento por todas as pesquisas. Atrás dela, uma candidata articulada e competitiva, Cláudia Regina (DEM), com o suporte de governos estadual e municipal – além de quase 16 anos de hegemonia de poder no município.
Eis uma pergunta frequente que me fazem aqui e no cotidiano das ruas:
– Pesquisa influencia o voto?
Num colégio eleitoral com as dimensões do existente em Mossoró (mais de 164 mil eleitores), suas características sociológicas e a diversidade e volume de canais de informação, creio que é residual a força da pesquisa para mudar voto e tendência.
A importância da pesquisa (manipulada ou não) é no sentido de mexer com a militância, com aqueles “soldados” de infantaria em cada partido-coligação. Levanta ânimo, baixa disposição.
O remédio para suposta pesquisa “falsa”, tenho dito há séculos: pesquisa correta. Se você tem uma, publique.
Continuemos o trabalho. Corram atrás dos votos ainda dispersos – que são muitos.
Eu estou com a vida feita e minha ‘campanha’ está ganha. Meu ‘mandato’ é vitalício.
Boa sorte.





























