terça-feira - 26/07/2011 - 04:33h
Entendimento difícil

Josivan Barbosa, no PT, inibe aliança com PSB

A inscrição do reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), Josivan Barbosa, no PT mossoroense, no sábado último (23), é o fato novo da política paroquial.

O partido adiante deverá fazer uma movimentação festiva para marcar seu ingresso.

Mas por enquanto não é questão fechada na sigla a apresentação do nome de Josivan como candidato a prefeito, pretensão pessoal do reitor.

Vale lembrar que nas eleições de 2008, o PT saiu da tradicional posição de franco atirador e crítico da oligarquia Rosado, para ser um apêndice de uma das bandas desse clã. Teve Tércio Pereira como candidato a vice da deputada estadual Larissa Rosado (PSB).

Nova composição entre os dois partidos não deve ser descartada. Contudo se acontecer, já alijará o próprio discurso de Josivan que é em defesa de uma nova via política, fora do sobrenome Rosado.

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Categoria(s): Política
domingo - 24/07/2011 - 16:00h
Disputa de poder

Clã Rosado sofre com efeitos do “gigantismo” no topo

Obsessão de Gustavo Rosado é ameaça comum para Carlos, Sandra Rosado e à própria oligarquia

O clã Rosado vive um momento paradoxal em sua existência: como grupo político de raiz eminentemente familiar, está no topo. É a mais bem-sucedida e longeva oligarquia em atividade no Rio Grande do Norte, com seu poder espraiado por todos os poros.

Mesmo assim está em xeque.

Como explicar que com tantos ventos soprando a favor, os Rosado estejam em dificuldades? E que dificuldades são estas?

Tudo é resultado do seu próprio modelo de fazer política. Adota visão reducionista, concentradora e que costuma selecionar “tropa” pelo critério da fidelidade cega e não da qualificação ao fortalecimento de seus próprios projetos de manutenção do poder. Quase ninguém prospera politicamente à sua volta, se não possuir o mesmo sobrenome.

Mas a grande ameaça aos Rosado, agora, não é o surgimento de qualquer força alternativa ou convulsão social em Mossoró. A corrosão da oligarquia é endógena, de suas entranhas, com a luta por espaços internos e supremacia de comando.

A crise não é, em si, uma anomalia. Faz parte de toda história de ascensão e gigantismo político. Quanto maior o “bolo”, maiores as tentações, conspirações e interesses conflitantes. Sempre foi assim. Dos impérios milenares no Oriente, às cortes medievais europeias.

Gustavo vai pro tudo ou nada

É Gustavo Rosado, que nos anos 80 e início dos anos 90 teve projeção pessoal na cidade como “agitador cultural”, a ameaça a esse poderio. Arqueado sobre sua mesa de trabalho na antessala da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, sua irmã, no Palácio da Resistência, ele desenhou para si uma ambição pessoal. Não estabelece limites ou artifícios.

Quer ser o novo todo-poderoso da família. O preço, não importa.

Prefeito de fato, Gustavo – chefe de Gabinete da prefeitura – passou a exercer a liderança do governo, nos campos político e administrativo. Eclipsou até mesmo irmãos mais conceituados socialmente, além de vitoriosos no campo empresarial. E a prefeita de direito foi posta numa redoma, apenas para aparecer em fotos e solenidades.

Ele é o cara. Dá as cartas.

Essa ousadia lhe deu combustão para sonhar mais alto, agindo muitas vezes como uma centrífuga: tritura tudo à sua volta, depois, se for o caso, tenta juntar os cacos. Um comportamento que torna tudo movediço e minado sob seus próprios pés.

Carlos Augusto Rosado (DEM), seu primo, quatro vezes deputado estadual, marido da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), que ganhou a reputação de líder frio e incontestável, é um “aliado” a ser suplantado. Nesse mesmo espaço geopolítico, não é possível essa diarquia (governo de dois reis). É um ou outro.

A sucessão municipal é o teatro de guerra desse duelo surdo, que os dois lados do governismo tentam disfarçar com sorrisos amarelos e entrevistas açucaradas. Em tudo há uma sincera hipocrisia, que os ajuda a conspirar contra o outro.

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“Dono” do Estado, papel que repete como fez na época das três gestões da mulher, Rosalba, na Prefeitura de Mossoró, Carlos Augusto não abre mão de comandar a sucessão de Fafá, que aboleou na cadeira de prefeita em 2005. Gustavo, também não.

Quem vai se submeter à liderança do outro? Um indica e conduz nome à sucessão de Fafá e o outro endossa e ajuda? Quem ficará com o papel de comandante-em-chefe?

Na outra extremidade dessa briga fraticida, ainda tem a deputada federal Sandra Rosado (DEM), adversária oposicionista, que há anos não experimenta o doce sabor da prefeitura. Quer fazer a filha e deputada estadual Larissa Rosado (PSB), na terceira tentativa consecutiva, prefeita de Mossoró.

Prima de Carlos, com quem mantém ótimo relacionamento social e familiar, ela não conserva a mesma simpatia ou sequer um sorriso protocolar, para Gustavo. A recíproca é verdadeira. Esse é um primo que sempre vivera a expensas de mesadas familiares ou empregos públicos, arranjados por tios e primos políticos como Sandra e Carlos. A deputada e Gustavo não são apenas adversários.

Larissa Rosado

Desse emaranhado de interesses, ressentimentos e vaidades sairá o resultado das urnas em 2012. Entre as várias conjecturas à mesa, existe hipótese de Carlos e Gustavo se afinarem. Um aceitaria a posição de lugar-tenente do outro. Outra possibilidade, é que o Palácio da Resistência tenha candidato próprio, enquanto Carlos e Rosalba escolham outro.

O prognóstico de um racha, que leve Carlos e Rosalba a acenarem para Larissa, por ser um mal menor, não deve ser afastado. Mesmo que seja algo de difícil.

Num passado relativamente distante, os Rosado já tiveram problema parecido. Outros tempos, outra conjuntura. Filho do então prefeito Dix-huit Rosado, o industrial Mário Rosado pontificou na última gestão do pai (1993-1996). O período rachou a família a ponto de gerar várias interpelações judiciais entre seus líderes, provocações através da imprensa e até incidentes truculentos.

Mário passou com a morte do próprio pai no poder, em pleno mandato, no dia 22 de outubro de 1996. Mas até hoje  é lembrado pelo estilo “arrasa-quarteirão”, ou “passando a limpo”, como era o título de um programa de rádio que apresentou, em que arrancava as vísceras da própria família.

Carlos e Sandra: afinação para se evitar o pior

Com Gustavo, a história se repete. O desiderato é o mesmo: mandar, desmandar. Ser único a reinar no “país de Mossoró”.

Quem conhece bem a natureza, perfil e história do clã Rosado, sabe que Carlos, Sandra e Gustavo representam a própria essência dessa oligarquia. Cada um com suas idiossincrasias, centralizadores e onipotentes.

O que talvez torne o primo Gustavo letal, é o fato de experimentar uma situação única de mando e esteja disposto a não largá-lo facilmente. Deve sentir calafrios ao pensar que voltará a ser um personagem periférico, longe do Palácio da Resistência.

Passional e colérico como é, se mexe como um homem-bomba. Não se intimida diante dos primos. Pode mandar tudo pelos ares.

– Ele quer o meu lugar – ruminou Carlos Augusto a uma interlocutora da própria família, há alguns meses, se referindo ao agitador cultural.

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sexta-feira - 22/07/2011 - 03:52h
Larissa Rosado

Deputada celebra aniversário com missa, hoje

A deputada estadual Larissa Rosado (PSB) celebrará seu aniversário com missa nesta sexta-feira (22), às 17h, na igreja São João Batista, bairro Doze Anos, em Mossoró.

Após a celebração, ela receberá cumprimentos na própria igreja.

A liturgia religiosa será conduzida pelo padre Rierson Carlos.

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quinta-feira - 21/07/2011 - 21:15h
Mais dificuldade

“Órfão” do Estado, rosadismo encara disputa incomum

Pela primeira vez, em 16 anos, o grupo da deputada federal Sandra Rosado (PSB) participará de uma disputa municipal em Mossoró, sem o suporte do Governo do Estado.

É uma experiência incomum, portanto.

Sandra e Larissa: missão difícil (Costa Branca News)

Desde 1996 que o chamado “rosadismo” é aliado do inquilino do Palácio do Potengi (depois Governadoria). Primeiro, em duas gestões de Garibaldi Filho (PMDB); depois, em dois governos Wilma de Faria (PSB) e o complementar de Iberê Ferreira (PSB).

Foram as eleições de 1996, 2000, 2004 e 2008, todas perdidas para o PFL (hoje, DEM). A própria Sandra em 1996; “Fafá” Rosado (apoiada por ela, no PMDB), em 2000; Larissa Rosado (PSB), deputada estadual, filha de Sandra, em 2004 e 2008.

Como vai se comportar Larissa Rosado, sua virtual candidata à Prefeitura de Mossoró, nesse novo cenário?

Eis um objeto de análise particular.

Você já pensou nisso ou tinha ciência dessas informações, webleitor?

Depois a gente mexe nas filigranas desse ângulo da sucessão mossoroense, para fomentar mais e mais o debate sadio.

P.S do Webleitor (às 8h33, 22 de julho de 2011): Amigo, permita-me uma correção. Em 2004 Larissa Rosado não recebeu apoio da então governadora Wilma de Faria. Naquela época elas ainda eram adversárias. No pleito de 2004 o então deputado estadual Francisco José era filiado ao PSB e foi candidato a prefeito com o apoio (protocolar, diga-se) de Wilma. Francisco José tinha como vice Walter Fonseca, então reitor da UERN, e usava o slogan que sugeria “férias” aos rosados. Wilma e o grupo de Sandra Rosado só se tornaram aliados em abril de 2005. Naquele mesmo ano Francisco José migrou para o PMN. Bruno Barreto, jornalista.

Nota do Blog – Grande, Bruno. Obrigado pelo reparo enriquecedor da postagem e que ratifica o caráter pluralista, democrático e aberto desta página. Valeu. Eu e os demais  internautas agradecemos sua intervenção.

 

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quinta-feira - 30/06/2011 - 15:06h
Segurança

Larissa pede reforço às polícias que atuam em Mossoró

A deputada estadual Larissa Rosado (PSB) reforça pleitos das polícias Militar e Civil e reivindica, na Assembleia Legislativa, mais investimentos em segurança pública. Esta semana, requereu reforço de policiais e viaturas para a Polícia Militar de Mossoró.

O comando do 2º Batalhão de Polícia Militar (2º BPM) informa dispor de 605 policiais para 13 municípios da região, dos quais 250 para Mossoró, enquanto são necessários 500 homens, no mínimo, segundo o comandante, tenente-coronel Túlio César. “Além disso, os 250 policiais não estão nas ruas, porque existem férias e escalas de folgas”, observa Larissa, também preocupada com insuficiência e sucateamento de viaturas.

“São apenas vinte veículos, mas a PM precisa de quarenta, no mínimo”, alerta. Larissa também requer modernização da comunicação da Polícia Militar. O sistema ainda é analógico. “A PM de Mossoró precisa de um sistema digital, como em uso na região metropolitana. Também necessita ampliar o monitoramento com câmeras”, defende.

A deputada defende ainda convocação de delegados, agentes e escrivães aprovados no mais recente concurso público da Polícia Civil, a fim de diminuir a carência histórica de pessoal na corporação. Larissa também requer estruturação da polícia Civil em Mossoró.

“Mossoró precisa de mais duas delegacias distritais, porque 1ª e 2ª DPs estão mais do que sobrecarregadas, divididas em Centro de Detenção Provisória, Denarc, Delegacia Regional. Os prédios são antigos e se tornaram obsoletos”, lamenta.

Segundo ela, a população e os crimes aumentaram, mas a estrutura da polícia continua a mesma, adequada à realidade de Mossoró de vinte anos atrás. “Também precisamos de uma Delegacia de Homicídios, com urgência”, reitera.

Com informações da Assessoria de Imprensa de Larissa Rosado.

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Categoria(s): Segurança Pública/Polícia
quinta-feira - 23/06/2011 - 19:19h
"Só Rindo 2"

Lançamento concorrido marca chegada de novo livro

Milton Marques e Padre Sátiro apontam importância do trabalho, para documentação da cultura oral

Noite de autógrafo juntou público numeroso e diversificado para o "Só Rindo 2"

Por William Vicente (TCM) e Redação do Blog do Carlos Santos

O lançamento do livro “So Rindo 2 – A política do bom humor do palanque aos bastidores” levou políticos, jornalistas, artistas, empresários e outras pessoas dos mais diversos matizes sociais às dependências da TV Cabo Mossoró (TCM)), à noite de autógrafos nesta terça-feira (21).

O evento se dilatou até próximo de meia-noite, devido fila para dedicatórias do autor. Nem a chuva que banhou a cidade em boa parte do período arrefeceu o fluxo de pessoas, que prestigiaram a iniciativa, em ambiente de descontração.

Estavam presentes à cerimônia personagens da política local, como os vereadores Genivan Vale (PR), Francisco José Júnior (PMN) e Jório Nogueira (PDT); deputada estadual Larissa Rosado(PSB). O reitor da Universidade do Estado do RN (UERN), professor Milton Marques fez a apresentação da obra e autor.

O “Só Rindo 2” nasceu quase nove anos depois do primeiro título lançado por Carlos Santos. A nova publicação tem o mesmo perfil: resgata historias  do universo político, especialmente do Rio Grande do Norte, da capital ao sertão. Retrata disparates, rompantes inteligentes, gafes e cenas picarescas, como se fossem esquetes teatrais.

No entanto, o livro não tem interesse no escárnio da imagem dos políticos, e sim, documenta o que o autor considera inusitado e pitoresco em 160 historias, extraído da cultura oral do meio.

O lançamento da obra será veiculado na TCM em formato de programa especial, em data e horário a ser definido.

No evento, em si, o marcante foi a informalidade, a partir do ceriomonial conduzido pelo jornalista Givanildo Silva, que atendeu a convite especial de Carlos Santos. “Ninguém aqui é autoridade. A proposta é realizarmos um encontro de amigos”, disse. E assim aconteceu.

Milton Marques destacou a tenacidade do jornalista, que gosta de ser tratado como “repórter”. Salientou a importância do trabalho em questão e elogiou-o pela capacidade de juntar tanta gente, dos mais diversos matizes sociais, para um evento dessa natureza.

Padre Sátiro exalta valor documental do livro (Foto: Ricardo Lopes)

Convidado especial para falar, o padre Sátiro Dantas foi aplaudido. Salientou que Carlos é “perseguido” por setores intransigentes, por “sua coragem” e por falar algumas “verdades”. Salientou que o “Só Rindo 2” tem a capacidade de juntar um apanhado de situações, de forma documental, para preservar esse lado da política local e regional.

Em seu discurso, também rápido como os demais, Carlos agradeceu a presença de todos, justificou a informalidade e desmitificou qualquer selo de “mártir”, “herói” ou “vítima” para si. “Sou apenas um repórter”, grifou.

Veja abaixo, em galeria de fotos, uma mostra do que foi o lançamento do “Só Rindo 2”. Basta clicar sobre qualquer uma delas e acionar a sequência pra frente ou para trás para ver todas.

Veja, clicando AQUI, crônica do autor sobre essa noite.

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quinta-feira - 16/06/2011 - 23:51h
Negociações

Polícia Civil vê avanço em reunião com Governo do Estado

Segundo os deputados oposicionistas Tomba Faria (PSB) e Larissa Rosado (PSB), o secretário-chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso e o procurador-geral do Estado, Miguel Josino, se comprometeram a não tentar provar a inconstitucionalidade das leis de Planos de Cargos de diversas categorias dos servidores, como sinalizado há poucos dias ou horas.

A informação foi passada a presidente do Sindicato da Polícia Civil (SINPOL), Vilma Marinho, na tarde desta quinta-feira (16). A conversa ocorreu com a participação de 12 deputados e os auxiliares da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). O encontro, que aconteceu na Assembleia Legislativa, das 12h às 13h30, garantiu ainda a realização de mais duas reuniões na próxima semana.

Vilma ouve Tomba, sob testemunho de Larissa Rosado

Uma na segunda-feira (20), entre deputados e representantes sindicais, e outra mais completa, na terça-feira (21), com a presença dos governistas.

Para Vilma, a reunião de hoje significa grande avanço no canal de negociações, não apenas porque reabre o diálogo, mas porque o Governo se comprometeu com os deputados a não encaminhar outros projetos de lei para a Assembleia Legislativa, como vinha ameaçando na imprensa.

Nota do Blog – Fico perplexo com o que vejo, ouço e leio nos últimos tempos em relação ao Governo do Estado.

Prometer que não vai arguir inconstitucionalidade das leis, quando afirmou incisivamente que elas seriam ilegais?

Não estaríamos testemunhando uma ilegalidade maior? Se é para não levar o caso adiante, por que foi atestado que as leis são ilegais? Francamente!

Crise “babélica”, como este Blog asseverou ontem.

O verbo e a linguagem não batem no governo.

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Categoria(s): Administração Pública
quarta-feira - 15/06/2011 - 09:38h
Vice

Reitor admite composição com Larissa às eleições 2012

Entrevistado à noite desta terça-feira (14), no programa Cenário Político da TV Cabo Mossoró (TCM), o reitor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), professor Josivan Barbosa, admitiu outro destino político-partidário. Mais um.

O âncora do programa, jornalista Julierme Torres, perguntou-lhe se era possível uma composição com a pré-candidatura a prefeito da deputada estadual Larissa Rosado (PSB).

– É possível! exclamou.

Nota do Blog – Josivan é um quadro político novo, que pode ajudar a arejar a política mossoroense. Seu trabalho na Ufersa, aproveitando período muito favorável de investimentos da União, é sinalizador de capacidade administrativa. É arrojado e enxerga adiante.

Entretanto no campo político ele precisa ser menos contorcionista. Já se falou na hipótese de ser candidato a prefeito de Mossoró, também de Tibau, Caraúbas e Felipe Guerra. Agora, vice de Larissa…

Um nome político em ascensão, mas ainda sem rumo e prumo até aqui (Foto: Cézar Alves)

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Categoria(s): Política
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