sexta-feira - 16/07/2021 - 20:38h
Milton Marques

Sessões de autógrafos de livro acontecem nesse sábado

Livro conta história de Milton Marques de Medeiros Foto: reprodução)

Livro conta história de Milton Marques de Medeiros (Foto: reprodução)

Vão ocorrer neste sábado, dia 17, em Upanema, sessões de autógrafos do livro Memórias de Milton Marques de Medeiros – O Menino do Poré. A obra foi organizada pela jornalista Lúcia Rocha. A autobiografia em memória conta, em ordem cronológica e em primeira pessoa, detalhes da vida do eterno Milton Marques de Medeiros – idealizador e fundador do Grupo TCM Telecom, médico, professor e comunicador.

O homenageado nasceu em 9 de julho de 1940, em Upanema e faleceu em 22 de abril de 2017, em Fortaleza.

A primeira sessão de autógrafos será às 9h na loja TCM e, à noite, também haverá programação especial, desta vez, na Fazenda Poré – que fez parte da história de Milton Marques de Medeiros e família Freire-Marques. Na ocasião, será realizada mais uma sessão de autógrafos na quadra do Centro Social do Poré e em seguida, será celebrada missa na Capela de Santo Antônio, na comunidade.

Além da presença da organizadora da obra, Lúcia Rocha, a Diretora Geral do Grupo TCM Telecom Zilene Medeiros, viúva de Milton Marques, também prestigiará a programação na Fazenda Poré.

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Categoria(s): Gerais
domingo - 13/06/2021 - 09:42h

A comédia jurídica

A divina comédia - ilustração, Dante AliguieriPor Marcelo Alves

O que falar de diferente sobre Dante Alighieri (1265-1321) e a sua “Divina Comédia”?

Sabemos que essa obra monumental – intitulada originalmente apenas de “Comédia”, mas rebatizada como “Divina” por Giovanni Boccaccio – é composta de uma introdução e de três partes principais, Inferno, Purgatório e Paraíso. Cada uma dessas três partes é constituída por trinta e três cantos, de pouco mais de uma centena de versos decassílabos cada um, apresentados (metrados) em terceto (estrofes de três versos).

Na minha edição da “Divina Comédia” (Martin Claret, 2015) consta: “A Divina Comédia é uma das obras poéticas fundamentais da literatura mundial. Seu impacto sobre os contemporâneos de Dante foi enorme e quase imediato.

Já no século XIV criavam-se em toda a Itália cátedras especiais para interpretar seu conteúdo alegórico. A posteridade só confirmou sua grandeza. Dante começou a escrevê-la em 1308 e trabalhou nela até pouco antes de sua morte.

Nela, o trágico não constitui elemento essencial, e a língua e o estilo empregados são simples e naturais. Acompanhado por Virgílio, o poeta percorre o Inferno, o Purgatório e o Paraíso”. E Dante, claro, vai ao encontro da amada Beatriz.

Dante é considerado, em razão da “Comédia” e de seus outros textos, como o fundador da língua italiana. E acho que, noves fora a Bíblia e Shakespeare, nenhum outro autor ou obra é tão badalado e dissecado quanto Dante e a sua “Comédia”. Não só nas letras. Também na arte pictórica, desde os tempos de Sandro Botticelli, passando por Gustave Doré, William Blake e Salvador Dalí, e chegando ao americano Sandow Birk. E virou assim a nossa visão – falo aqui de imagem mesmo – do mundo, dos céus ao inferno e vice-versa.

A Comédia, divina, é tudo!

De toda sorte, misturando Dante e a sua “Comédia” com a ciência política e o direito (a minha praia, acho), acredito que posso fazer duas pequenas observações sobre os ditos-cujos.

De logo, posso registrar que Dante foi autor de obras políticas, além de político ele próprio, no poder ou exilado de sua Florença. No dossier “EntreClássicos 1 – Dante Alighieri”, da Revista EntreLivros, que estou agora lendo, consta:

“Dante é raramente associado ao desenvolvimento da filosofia política e, no entanto, a política fez parte de sua vida desde a juventude, o que se refletiu no tratamento original que deu a temas importantes para a sua época. Se muitos observam a presença de figuras da cena pública italiana em suas obras poéticas, a maioria dos leitores acaba por deixar de lado o significado filosófico do fato para investigar o aspecto biográfico da relação entre o poeta, seus amigos e seus desafetos citados na Divina Comédia e em outros escritos. O fato de que o poeta teve de se exilar de sua terra natal em 1302 parece ser o acontecimento decisivo e fornecer a explicação para seu interesse pelos acontecimentos históricos, que foram marcantes para sua existência. Um estudo de alguns de seus textos mostra que a relação de Dante com a política foi muito mais intensa e criativa”.

“Convívio”, texto redigido entre 1303 e 1305, mas inacabado, seria um enorme tratado sobre filosofia, especialmente ética e retórica, direcionado aos governantes e aos homens públicos. Já em “Monarquia” (1311-1313), Dante, a partir de Aristóteles, Tito Lívio, Tomás de Aquino e Siger de Brabante, defende essa (a Monarquia) como forma universal e até divina de governo.

Doutra banda, como o fazem André Karam Trindade e Roberta Magalhães Gubert, no texto “Direito e literatura: aproximações e perspectivas para se repensar o direito”, constante do livro “Direito & literatura: reflexões teóricas” (Livraria do Advogado Editora, 2008), podemos relacionar Dante ao direito penal, em especial quando ele trabalha, no Inferno, com os critérios de “classificação dos crimes e punições que lhes são correspondentes”.

Dante foi ali severo, é verdade. Afinal, na porta do Inferno, “Deixai toda esperança, vós que entrais”. Mas as penas horrendas de Dante são a visão do mundo de então (e da região italiana, em especial), devendo ser assim interpretadas. E isso só começa a mudar seriamente com o iluminismo de Cesare Beccaria e seu “Dos delitos e das penas”, de 1764. Mas esta, claro, é outra obra.

Marcelo Alves Dias de Souza é procurador Regional da República, doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL

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Categoria(s): Crônica
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segunda-feira - 05/10/2020 - 12:52h
Leitura

“Jesuíno Brilhante” – o primeiro dos grandes cangaceiros

Novo livro (Foto: BCS)

O escritor Honório de Medeiros oferta-nos um novo trabalho que mexe com as entranhas do sertão, poder, cangaço e coronelismo.

Dessa feita, a sua viagem mergulha no século XIX, para investigar a vida de Jesuíno Brilhante, personagem controvertido da caatinga paraibano-potiguar.

Sem rodeios, escapando de estereótipos e duelando contra o lugar-comum da deificação do personagem-título, Honório de Medeiros nos leva a conhecê-lo, seu tempo e lugar: nosso sertão.

É minha leitura especial da semana.

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Categoria(s): Cultura
terça-feira - 18/08/2020 - 17:04h
Marco Bruno

Juiz da JFRN é coautor de livro sobre Código Tributário

Marco Bruno Miranda: livro (Foto: JFRN)

O Juiz Federal Marco Bruno Miranda Clementino, titular da 6ª Vara Federal em Natal, é coautor da nova edição do Código Tributário Nacional. O trabalho foi coordenado pelo Desembargador Federal Vladimir Passos de Freitas.

O magistrado escreveu três capítulos no livro onde aborda o Imposto sobre Propriedade Rural (ITR), as normas gerais de Direito Tributário e as causas de exclusão do crédito tributário.

O livro tem, entre os seus coautores, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Luiz Alberto Gurgel de Faria.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público
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domingo - 26/07/2020 - 10:14h

O Mito da Bolha

Por Francisco Edilson Leite Pinto Júnior

Se Platão fosse vivo, com certeza ele criaria, não o “Mito da Caverna”, mas o “Mito da Bolha”.

No livro “O filtro invisível”, Eli Pariser nos alerta:

– “Poucas pessoas notaram a mensagem postada no blog corporativo do Google em 4 de dezembro de 2009: “Buscas personalizada pra todos”…

A partir daquela manhã, o Google passaria a utilizar 57 “sinalizadores” para tentar adivinhar quem era aquela pessoa e de que tipos de sites gostaria…

Em outras palavras, já não existe Google único… Assim, começou a era da personalização (…). A democracia exige que os cidadãos enxerguem as coisas pelo ponto de vista dos outros; em vez disso, estamos cada vez mais fechados em nossas próprias bolhas.

E continua Eli Periser:

– “Cada indicador de clique que enviamos é uma mercadoria, e cada movimento que fazemos com o mouse pode ser leiloado em microssegundos a quem fizer a melhor oferta (…) Numa época em que as informações partilhadas são a base para a experiência partilhada, a bolha dos filtros é uma força centrífuga que nos afasta uns dos outros (…)”.

Segue:

– “Um mundo construído a partir do que é familiar é um mundo no qual não temos nada a aprender… Sem saber, estamos nos submetendo a uma espécie de lobotomia global”.

Pois bem, a cada dia que acordo, e, ao passear pelas redes sociais, encontro tantas pessoas tão cheias de “verdades”, que só me resta lamentar:

– “Pai, perdoa-os! Eles não conseguem enxergar a bolha a que estão presos”…

Francisco Edilson Leite Pinto Júnior é professor, escritor e médico

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Categoria(s): Artigo
sexta-feira - 07/02/2020 - 07:40h
Virando jogo

Derrotado e ‘excomungado’, Rogério Marinho está vivo

Se você está atravessando o inferno…não pare.” (Wilson Churchill, chanceler britânico)

A nova ascensão política de Rogério Marinho (PSDB), ex-deputado federal potiguar que não se reelegeu em 2018, ontem nomeado ministro do Desenvolvimento Regional (veja AQUI), logo me trouxe à memória um escritor e um personagem político que converteram derrotas em vitórias, cada um a seu modo.

Em ambas reminiscências, uma analogia com a reviravolta na vida de Marinho.

Marinho tem uma "queda para o alto", depois de ter sido dado como "morto" pelas cassandras (Foto: Adriano Machado/Reuters)

O livro é marcante: “A queda para o alto”. Seu título é um primor como oximoro (figura de linguagem que coloca palavras de significados opostos lado a lado, criando um paradoxo).

A publicação foi umas das primeiras obras de autoria transexual no país, lançado em 1982, como autobiografia de Anderson Herzer, nome social da adolescente e poeta Sandra Herzer, que passou parte de sua curta vida em unidades da Fundação do Bem-Estar do Menor (FEBEM) em São Paulo.

Acolhido pelo então deputado estadual Eduardo Suplicy (PT), ela teve a chance de se refazer e buscar novas oportunidades. Sua morte trágica é também um revolução em sua própria imagem, a ponto do livro ter somado em 2019 a sua 25ª edição, com permanente sucesso. Livraço que me impactou àquela época.

A outra lembrança é de Aluízio Alves, o ex-governador potiguar que revolucionou o modo de se fazer política no RN a partir do fim dos anos 50. Em 1982, ele sofreu uma derrota acachapante na tentativa de voltar ao governo, após longo período de cassação política pelo regime militar.

Maior expressão política do RN

Dado como “morto politicamente”, começou a renascer com a vitória do sobrinho Garibaldi Filho (MDB) à Prefeitura do Natal em 1985 (primeiro pleito direto nas capitais após fim do poder verde-oliva), comandou eleição do ex-vice-governador Geraldo Melo (MDB) ao governo estadual em 1986, além de outros diversos sucessos eleitorais direta e indiretamente ao longo de vários anos seguintes, bem como o fato de ter sido ministro de dois governos.

As cassandras da esquerda potiguar e brasileira tinham praguejado também a morte política de Rogério Marinho, um fim de carreira sem volta, depois que esteve na relatoria da Reforma Trabalhista no Congresso Nacional.

A chegada do ex-deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência da República criou novos horizontes para Rogério Marinho. Primeiro, como secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia; agora, como ministro titular da pasta do Desenvolvimento Regional.

Derrotado e ‘excomungado’, ele está mais vivo do que nunca. É, hoje, o nome de maior expressão da política do RN em Brasília, mesmo sem mandato. Com certeza, o mais influente.

Boa parcela do eleitorado pode ter desistido dele, mas a política teima em não largá-lo.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política
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segunda-feira - 20/01/2020 - 23:00h
Livro

“Jesuíno Brilhante” – O primeiro dos grandes cangaceiros

Honório: cangaço (Foto: arquivo)

Prepare-se.

Em abril próximo, com data, local e horário a serem definidos, receberemos novo livro produzido pelo escritor Honório de Medeiros.

Ele promete desnudar um personagem intrigante e romantizado desde o século XIX: o cangaceiro Jesuíno Brilhante.

A publicação “Jesuíno Brilhante – O primeiro dos grandes cangaceiros” está quase pronta.

Jesuíno Alves de Melo Calado (Patu-RN, 1844; Belém do Brejo do Cruz-PB, 1879) é visto como um dos precursores do cangaço – fenômeno do banditismo no Nordeste do Brasil.

Honório de Medeiros já lançou dois livros anteriormente, com foco na mesma temática, que mistura coronéis e cangaceiros: “Massilon – Nas veredas do cangaço e outros temas afins” e “Histórias de cangaceiros e coronéis”.

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Categoria(s): Cultura
sexta-feira - 06/12/2019 - 18:46h
Livro

“Os vislumbres e letras” de Josimey Costa em Mossoró

Livro é o 7º de Josimey (Foto: cedida)

Em seu mais novo livro “Entre vislumbres e letras”, a escritora e jornalista Josimey Costa, apresenta pequenos textos em prosa poética ilustrados por fotos de natureza, viagens e locais inspiradores de Natal e arredores.

O lançamento em Mossoró, acompanhado da sessão de autógrafos, acontece nesta sexta-feira (6).

Começa às 19h, na Cervejaria Petrus (Av. João da Escóssia, 711, Mossoró).

Doutora em Comunicação, poetisa e professora aposentada da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Josimey Costa desde muito jovem se dedica à escrita.

Este é o seu sétimo livro, entre prosa, poesia e de cunho científico.

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Categoria(s): Comunicação / Cultura
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sexta-feira - 06/12/2019 - 08:06h
Destaque

Trabalho da JFRN sobre Gerenciamento de Crise compõe livro

Ana Ruth: texto em livro (Foto: redes sociais)

O trabalho desenvolvido pela Assessoria de Comunicação da Justiça Federal do RN (JFRN) no segmento de gerenciamento de crise, inclusive com um comitê próprio para isso, é destaque no livro “Comunicação Pública – por uma prática mais republicana”.

A supervisora de Comunicação da JFRN, jornalista Anna Ruth Dantas, teve seu artigo com o título “O comitê permanente em empresas públicas e privadas” publicado no livro; obra resultado da parceria do Fórum Nacional de Comunicação e Justiça com a Associação Brasileira de Jornalismo Empresarial.

Apenas cinco assessores do Judiciário brasileiro tiveram artigos publicados na obra. E da Justiça Federal do país o único estudo foi o da jornalista Anna Ruth Dantas.

No artigo, a supervisora traz aspectos do gerenciamento de crise, como atuar e como preveni-la.

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Categoria(s): Comunicação
segunda-feira - 02/12/2019 - 06:42h
Lançamento

“Litoral do RN” é o novo olhar, em livro, de Canindé Soares

O repórter fotográfico Canindé Soares volta a investir numa publicação impressa. Apresentará no próximo dia 5 de dezembro (quinta-feira), das 17 às 21h, na Capitania das Artes (Natal), seu novo livro: “Litoral do RN”.

Canindé Soares é um mestre das lentes, com olhar sempre diferenciado para captar imagens com arte (Foto: Flávio Rezende)

Esse trabalho destaca em capa dura e bilíngue, 149 fotos distribuídas por 139 páginas, revelando a seu público os melhores ângulos do litoral de Natal, Extremoz, Ceará-Mirim, Rio do Fogo, Touros, São Miguel do Gostoso, São Bento do Norte, Caiçara do Norte, Parnamirim, Nísia Floresta, Tibau do Sul, Canguaretama, Baía Formosa, Galinhos, Guamaré, Macau, Porto do Mangue, Areia Branca, Grossos e Tibau.

Premiado, conhecido e muito ativo com site pessoal, fotos publicadas em veículos regionais, nacionais e internacionais, Canindé Soares é filho de São Bento do Trairi, tendo iniciado na fotografia no final dos anos 70, fazendo trabalhos na área social (casamento, aniversários etc.). Com mais de 40 anos de experiência, foi fotógrafo e subeditor de fotografia do jornal Tribuna do Norte em Natal, exibindo em seu currículo vários prêmios, entre eles o Prêmio Abril de Jornalismo.

Mago

O “mago da fotografia”, como é carinhosamente chamado pelos amigos, tem intensa participação nas lutas pela melhoria da comunicação, com passagens no Sindicado dos Jornalistas do Profissionais do RN, ocupando várias funções ao longo de várias gestões.

O livro foi aprovado pela Lei Municipal de Cultura Djalma Maranhão, obtendo pleno patrocínio da Potiguar Turismo de Decca Bolonha, contando ainda com apoio das prefeituras municipais de Natal (SETUR), Macau, Parnamirim, Supermercado Nordestão, Hemolab, JMT Service, Governo do Estado do RN e da LGN Estruturas e Eventos.

O livro é prefaciado pela professora-doutora Sylvana Kelly Marques da Silva, cientista social, que em sua tese de doutorado focou na fotografia de Canindé Soares. “As narrativas fotográficas de Canindé Soares: entre o turismo e a devoção” foi o título escolhido para sua tese de doutoramento.

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Categoria(s): Comunicação / Cultura
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domingo - 03/11/2019 - 08:24h

O perdão para quem nunca errou

Por Jeane Meire Eufrásio

A leitura inicia como um coração que começa a bater naquele momento. Abrem-se os olhos e “Contempla!”. O leitor é inserido em um organismo. E quando Ulisses e Helena se entregam parece que ali geram um filho. O livro.

O ser vivo ganha corpo nas histórias de Marco. Um estilo épico do heroico, sem o herói. Assim como as aventuras de Ulisses, ou de Polo, Marco, um nome italiano, também tem sua história narrada através das maravilhas de Veneza, Solária e Cálida. As duas últimas, cidades fictícias.

Logo que se fez a vida, faz-se a morte. A narrativa não segue a estrutura aristotélica do início meio e fim. A cronologia dos atos é feita pelo interlocutor que começa a montar um quebra-cabeça das lembranças do nosso protagonista. Personagem extraordinário, o cardiologista sonha, ou sonhou, em ser o melhor médico do mundo. Seria esse o obstáculo principal do roteiro a ser enfrentado pelo nosso doutor?!

A escrita muda de ritmo, alternando entre grandes parágrafos, destinados para descrever ambientes e situar o leitor, e pouquíssimas palavras nos diálogos para criar uma atmosfera de mesa cirúrgica. Além de uma atenção peculiar ao descrever cores e texturas. O leitor consegue pintar um quadro na mente ao fechar os olhos. O livro gera uma expectativa dupla, prepara o leitor para o erro, justificando uma das principais características do ser humano. Mas o nosso protagonista é preparado para não errar em uma mesa de cirurgia. Teria ele a mesma aptidão no amor!?

A obra que traz um humor leve não foge do romance, e apesar desses conflitos espirituais, Marco ama. A história segue então descrevendo a relação do cardiologista com a dermatologista Lara, o momento em que se conheceram, na faculdade, longe de Cálida. As férias na cidade praiana de Solária. A criação dos filhos, Pedro e Vitória.

O cotidiano do cardiologista é agitado. A relação paciente e medico é explorada no início do livro e alguns questionamentos são levantados. Conflitos e paradigmas de dentro da medicina, sobre a frieza de/do ser médico, e do amor à profissão e ao servir. A obra levanta questões do ímpeto humano, o íntimo, o ínfimo da alma. Traz valores religiosos, morais, familiares e sociais. Ao mesmo tempo em que critica o momento atual e a frieza das relações, com a distância e as novas tecnologias, apresenta um protagonista em conflito consigo mesmo.

Algo dentro de Marco aparece para ameaçar a família. Algo pequeno, como uma aranha que surge na sala da casa, à noite, enquanto todos dormem. E Marco não soube matar este sentimento tão bem quanto consegue manejar o álcool para subjugar o inseto. Momento na trama em que o fogo aparece pela primeira vez.

O anti-herói pode gerar identificação com médicos ou pessoas que tiveram uma a ascensão parecida, mas pessoas que erram ou erraram na vida dos filhos, dos amores ou consigo mesmas também poderão se identificar. Lara representa uma parcela de mulheres. Vitória, sua filha, representa o julgamento, e Pedro, o filho mais novo, seria a pedra, o perdão, aqueles que perdoam.

Marco se muda para Veneza tentando fugir das memórias. Em um espetáculo da Companhia Escarcéu de teatro, em Mossoró, a cigana Romani grita “o passado só serve para perturbar espírito.” E é em forma de Cigana que o passado de Marco se personifica. E o segue até as ruas da Itália.

Cálida poderia ser Mossoró – significa calor, quentura – Solária poderia ser uma Tibau, cidade cheia no verão, com festas até amanhecer e marchinhas de carnaval e arlequins de fevereiro que perturbam o sono de quem dorme na varanda, seja sonho ou não.

Fica a curiosidade do que acontece com os outros amigos de Marco durante a vida. Talvez seja proposital.

Por mais que haja uma relação de intimidade com os pacientes, Marco não demonstrou se importar ao deixar de visitar uma senhora que o considerava como filho.

Mas ajuda a uma prostituta com quem nunca teve relação carnal. A história inacabada dos outros ou da relação do personagem com eles desperta um interesse, mas nada que nos impeça de viver por causa dessas questões não elucidadas.

A inquietação do destino de Antônio ou de Ana, amigos de faculdade que desaparecem, sem justificativa, da vida de Marco, vai me acompanhar por menos tempo do que o próprio destino esmiuçado do protagonista. Subentendo que a relação sofreu desgastes, assim como, e talvez pelo mesmo motivo, o relacionamento com os filhos, mais com Vitória.

A frase “somente os bons se vão em dias de chuva” entra em contraste com o fogo, mas ambos os elementos podem purificar uma alma tão perturbada pelos próprios pensamentos e fantasmas. Apoteose, por absolvição dos pecados, ou punição!? No fim, sem spoiler, Marco se encontra com Pedro, na Basílica. Encontro ilustrado na capa do livro Água de Chloé.

Resta saber se seus pecados são purificados, seja através das águas da chuva, das lágrimas dele e do filho ou pelo calor de suas lembranças.

Eu li Água de Chloé, de João Paulo de Medeiros, através dos elementos que o livro me dá. Mas assim como Lara e Marco na brincadeira de adivinhar a vida das pessoas a quem observavam, eu não tenho a menor pretensão de saber se acertei. Gosto de imaginar que algumas cenas são lembranças do autor da infância, adolescência, vida vivida. Gosto de imaginar, mas nunca saber de verdade.

Se colocássemos um monitor cárdico enquanto lemos o livro talvez pudéssemos perceber o ritmo dos nossos batimentos acompanhando os momentos de inércia e contemplação com os momentos de angústia e tensão.

A música que toca começa lenta, mas os bips aceleram em alguns momentos. A escrita nos proporciona isso. João Paulo de Medeiros, como bom cardiologista que é, consegue controlar bem a pulsão do seu leitor.

Jeane Meire Eufrásio é jornalista

* O livro Água de Chloé foi lançado na última sexta-feira (1º) na Livraria Arte e Saber, no Partage Shopping, dentro da 15ª Feira do Livro de Mossoró.

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Categoria(s): Artigo
sexta-feira - 01/11/2019 - 14:44h
Lançamento

“Água de Chloé”, romance em plena Feira do Livro de Mossoró

O médico cardiologista, músico, professor e escritor João Paulo Gurgel de Medeiros lança neste dia 1º de novembro o seu terceiro livro.

João Paulo Gurgel de Medeiros lança o seu terceiro livro em meio a evento concorrido (Foto: divulgação)

Será dentro da 15ª Feira do Livro Mossoró – na Livraria Arte e Saber, do Partage Shopping Mossoró.

Encontro marcado para as 19h.

O livro é um romance – ‘Água de Chloé’.

A publicação tem o selo da Editora Tinteiro Azul, com 257 páginas.

A capa saiu da cabeça do artista plástico Carlos Careca.

Água de Chloé é o terceiro livro do escritor. Antes, ele já publicara o livro de ensaios “Impressão, Índigo”, além de coletânea com poemas sob o título “Púrpura”.

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Categoria(s): Cultura
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quinta-feira - 24/10/2019 - 06:50h
Gustavo Linhares

Escritor mossoroense concorre a grande prêmio literário do país

Livro concorrente (Foto: reprodução)

O médico neurologista e escritor mossoroense radicado em São Paulo, Gustavo Linhares, 39, concorre a importante concurso literário do país. Ele está elencado entre os 20 finalistas da 12ª Edição do Prêmio São Paulo de Literatura (veja AQUI).

Linhares situa-se em uma das duas categorias da premiação, a de “Melhor romance de ficção do ano de 2018”, ao lado de mais nove concorrentes.

O livro “O infeliz das costa oca” é sua primeira incursão na seara ficcional, com produção da Editora Patuá (veja e adquira AQUI).

Ao todo, 175 livros entraram na competição e cada ganhador receberá o prêmio de R$ 200 mil (maior do Brasil).

A cerimônia de entrega do prêmio será realizada em dezembro. Permanecem na disputa autores naturais de sete estados brasileiros: São Paulo (6), Rio de Janeiro (5), Santa Catarina (3), Paraná (2), Goiás (1), Pernambuco (1) e Rio Grande do Norte (1), além de um finalista chileno.

A iniciativa do prêmio é da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

Paralelismo de paixão

Gustavo Linhares enveredou profissionalmente pela medicina, mas a literatura o abduziu de modo profundo. Puxou-o por esses escaninhos e labirintos ainda nos bancos acadêmicos – num paralelismo de paixão.

Afeito à prosa, sua escrita trata dos conflitos da existência humana.

Atualmente, ele também se dedica a estudos da literatura e teoria literária na Universidade de São Paulo (USP), além de sequenciar suas atividades como médico.

Nota do Blog – Gustavo é filho de Gracinha Linhares e sobrinho do meu amigo querido Diassis Linhares. É outro nome de nossa origem que envereda, bem, por esse universo fascinante da literatura. Há pouco vimos surgir José Almeida Júnior em dois romances de repercussão nacional (veja AQUI o mais recente). Temos o também médico João Paulo Gurgel de Medeiros no batismo do terceiro livro (veja AQUI), com registro positivo em crítica especializada do país. Outros tantos estão por aí, escrevendo, produzindo, lançando luz onde há tantas trevas. Ave!

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Categoria(s): Cultura
quarta-feira - 23/10/2019 - 20:23h
Lançamento

Alex Medeiros se apresenta com “Três por quatro”

O jornalista e escritor Alex Medeiros vai lançar novo livro. “É para comemorar meus 60 anos”, justifica ele em conversa com o Blog Carlos Santos.

O título “Três por quatro” será apresentado ao público entre 17 e 22 horas dessa quinta-feira (24) em Natal, no Restaurante Nemésio, Avenida Rodrigues Alves, 546, Tirol, em Natal.

“Durante o lançamento, os irmãos Babal, Galvão Filho e João Galvão farão um acústico só com hits dos Beatles. Ou seja, de novo 3 Por 4”, aponta o autor.

O livro traz 50 versos em haikai (gênero japonês), onde rimando português com inglês a última linha dos poemas é sempre o título de uma canção dos Beatles, daí o nome do livro, 3 Por 4 (três linhas pros quatro artistas).

O prefácio é de João Galvão, irmão de Babal, um beatlemaníaco desde anos 60. A edição é de Mário Ivo com projeto gráfico de Gustavo Lamartine.

Três por quatro é uma publicação da Editora Livros de Papel, com impressão da Offset Gráfica.

Nota do Blog – Guarde meu exemplar, meu caro. Não vou estar nesta quinta na capital, mas esbarro logo aí.

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segunda-feira - 14/10/2019 - 14:42h
Livro

“Noite passada” de Cefas Carvalho terá noitada quinta-feira

Cefas: literatura e jornalismo (Foto: arquivo)

Jornalista e escritor Cefas Carvalho lançará seu novo livro, “Noite passada sonhei que alguém me amava”, pela editora paulista Penalux, nesta quinta-feira dia (17 de outubro), no Bardallos Comida e Arte no Centro de Natal. Será das 18h às 23h.

O livro reúne 28 contos, alguns inéditos, outros premiados em concursos regionais e nacionais e outros publicados em jornais, revistas e nas redes sociais.

Tem prefácio da escritora e jornalista Giovana Damaceno, texto da orelha da escritora e crítica literária Alexandra Vieira, revisão da escritora e poeta Jeanne Araújo, capa de Karina Medeiros e foto utilizada na capa da fotógrafa potiguar Meysa Medeiros.

O autor

Cefas tem sete livros publicados: Os romances “Ponto de Fuga” (2000), “Três” (2005), “Carla Lescaut” (2015), “Os olhos salgados” (2017) e “Combustão” (2018). Esses dois também pela Penalux, e o último em parceria com a escritora potiguar Jeanne Araújo. Além deles, o título com poesias “Reinvenções” (2006) e o livro de histórias curtas “Encontos e desencontos” (2008).

Como jornalista, trabalhou em Mossoró na Gazeta do Oeste e em veículos como Jornal de Natal e Correio de Natal.

Atualmente é editor do Portal Potiguar Notícias e apresentador da webtv PNTV, em Parnamirim.

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quarta-feira - 09/10/2019 - 16:24h
Lançamento

Mil mulheres e muitas faces da política potiguar em livro

Livro será lançado (Foto: reprodução)

Mil mulheres e 1.400 mandatos estão reunidos na primeira obra totalmente dedicada à história da participação da mulher na política do Rio Grande do Norte. Intitulado Emancipação Política da Mulher Potiguar, de autoria da professora Maria Bezerra (in memorian) o livro será lançado na próxima sexta-feira (11), no Memorial da Resistência, em Mossoró, às 18h30.

Em Natal o lançamento está previsto para o dia 23, 16h, no Centro de convivência da UFRN e dia 06 de novembro na Assembleia Legislativa.

Antes de falecer, Maria Bezerra inventariou todas as mulheres eleitas no Rio Grande do Norte entre os anos de 1929 e 2000. A pesquisa revisita o pioneirismo da mulher potiguar rememorando o primeiro voto feminino por Celina Guimarães e a eleição de Alzira Soriano como a primeira prefeita eleita, em Lages, interior do estado.

Lacuna

“O livro de Maria Bezerra, Emancipação política da mulher potiguar, vem preencher uma lacuna no que diz respeito à existência de material como fonte primária para eventuais pesquisas futuras. Sempre que nos chega material com essa espécie de conteúdo, exultamos, pois nossa História enriquece o cabedal de obras que sistematiza de maneira rigorosa o tema proposto”, declarou Márcio de Lima Dantas professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

O lançamento do livro é incentivado  pela Organização Social Amigos da Pinacoteca e a Fundação Vingt-un Rosado.

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sexta-feira - 04/10/2019 - 16:38h
Drogas

Professor mossoroense lançará livro na OAB em Brasília

O professor e advogado mossoroense Olavo Hamilton lançará na próxima segunda-feira (7), no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília, seu terceiro livro. “Drogas: criminalização simbólica” é o título da obra.

Hamilton: políticas equivocadas (Foto: Programa Cidadania)

O lançamento acontecerá às 9h, no hall do plenário, terceiro andar, com presença do prefaciador, professor-doutor Marcelo Neves.

O livro é fruto de sua tese de doutorado, desenvolvida na Universidade de Brasília (UnB) e defendida em dezembro do ano passado.  A ideia central apresentada por Olavo, é que “a criminalização das drogas nunca serviu à proteção da saúde pública, conforme promessa do discurso oficial, mas para fins políticos ocultos, no sentido de confirmação de valores sociais, demonstração da capacidade de ação do Estado e, atualmente, o de adiamento de uma efetiva solução para o problema”, comenta ele.

Legalização das drogas

O resultado inequívoco, ainda segundo o autor, teria sido o dispêndio de trilhões de dólares, a morte de centenas de milhares de pessoas e o encarceramento em massa dos mais pobres, sem que a saúde pública tenha obtido qualquer ganho – uma tragédia social e humana.

Defensor da legalização das drogas como forma de enfrentar o problema, Olavo admite que o tema é polêmico, mas que precisa ser discutido seriamente e sem tabus pela sociedade civil organizada.

Olavo Hamilton Ayres Freire de Andrade é advogado, conselheiro federal da OAB, além de professor-doutor da Faculdade de Direito (FAD) da Universidade do Estado do RN (UERN).

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sexta-feira - 27/09/2019 - 20:38h
Natal

Desembargador federal Edilson Nobre lançará livro dia 10

Nobre: livro (Foto: Web)

No próximo dia 10, às 18h, o desembargador federal Edilson Pereira Nobre Júnior lançará o livro “As normas de Direito Público na Lei de Introdução ao Direito Brasileiro”.

O evento acontecerá na sede da Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN), em Natal.

O livro aborda os paradigmas para interpretação e aplicação do Direito Administrativo.

O lançamento da obra do Desembargador Federal antecede a Quinta Jurídica especial, comemorativa aos 70 anos do curso de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, instituição da qual o magistrado é professor.

Esse evento será no dia 10 de outubro, às 19h, no auditório da JFRN.

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segunda-feira - 23/09/2019 - 09:50h
Lançamento

A história política do Apodi ganha relato em livro

Terceiro livro do autor (reprodução)

O historiador e escritor Geraldo Francisco das Chagas, popularmente conhecido como Geraldo Fernandes, prepara para o mês de outubro o lançamento de sua terceira obra, intitulada “Fotos & Fatos da História Política de Apodi/RN”.

Esse livro traz um rico acervo sobre a história política do município de Apodi, de 1948 a 2016.

Geraldo Fernandes há anos dá contribuição literária e no campo da pesquisa histórica ao município de Felipe Guerra. Agora, alonga seu trabalho para o vizinho município.

Esse é o terceiro livro que o escritor lança.

As duas obras anteriores que Geraldo Fernandes escreveu tiveram boa receptividade, praticamente zerando todo o estoque de livros.

Com informações do portal 24 horas.

Contato com o autor: (84) 9-9671-8753.

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segunda-feira - 09/09/2019 - 14:14h
Justiça Federal

Livro sobre “Princípio da responsabilidade” vai ser lançado

Confirmado para o próximo dia 19 (quinta-feira), às 18h, o lançamento do livro do Juiz Federal Fábio Luiz de Oliveira Bezerra.

“Princípio da Responsabilidade” é a obra do magistrado, que traz a sua tese de doutorado defendida na Universidade de Coimbra de Portugal.

No livro, o Juiz Federal Fábio Bezerra analisa as conexões entre responsabilidade política, criminal, impeachment e improbidade administrativa.

O lançamento da obra será na Justiça Federal do RN (JFRN).

Sairá pelo selo da Editora Juruá.

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sábado - 31/08/2019 - 15:32h
Ceará

Ex-governador palestra na Jornada Cultural do Museu do Sertão

Mota: literatura (Foto: Web)

Quem está em Mossoró nesse fim de semana é o ex-governador cearense (1983/1987) e ex-deputado federal Gonzaga Mota (PSDB).

Ele participa de programação no Museu do Sertão, zona rural de Mossoró, que tem como mentor o professor, escritor e ex-diretor da Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM, hoje Ufersa), Benedito Vasconcelos Mendes.

Jornada Cultural do Museu do Sertão é o evento em que Mota figura como palestrante, ele que também é professor e escritor, com aposta num viés cultural em sua Livraria Escritores do Ceará.

Outros escritores, intelectuais e vetores da cultura regional também integram a programação.

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quinta-feira - 15/08/2019 - 10:04h
Livro

“Talvez eu seja a solução” será apresentado nesta quarta-feira

É nesta quinta-feira (15), o lançamento do livro “Talvez eu seja a solução”.

Marilene Paiva e Rafaella Costa assinam publicação que será apresentada hoje (Foto: Célio Duarte)

Será a partir das 19h30, no Requinte Buffet em Mossoró.

O livro tem prefácio do padre Sátiro Cavalcanti Dantas e é assinado pelas repórteres sociais Marilene Paiva e Rafaella Costa.

O evento tem ainda, show de Alan Jones & Dayanne Nunes.

“É uma coletânea que traz a história de 50 homens de Mossoró, do Rio Grande do Norte e de regiões vizinhas, de várias idades e vários segmentos profissionais”, adianta divulgação do evento.

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