quinta-feira - 12/05/2016 - 19:03h
Política e economia

Homem forte de Lula é o mesmo de Michel Temer

Henrique Meirelles estará na Fazenda de Michel Temer.

Foi homem forte de Lula no Banco Central.

Eleito federal pelo PSDB de Goiás em 2002, nem chegou a assumir, atendendo convocação do presidente eleito petista.

Meirelles foi presidente mundial do Banco de Boston com sede nos Estados Unidos.

Seu retorno revela que tudo será como antes.

Essa curta narrativa Reitera tese que sustento há anos: como eles – PT e PSDB – são próximos, apesar de parecerem excludentes.

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quinta-feira - 12/05/2016 - 07:44h
História

PMDB faz terceiro presidente sem um único voto direto

Do UOL

Sem vencer nenhuma eleição para Presidência da República em seus 50 anos de história, o PMDB assumirá o cargo pela terceira vez em pouco mais de 30 anos. Com a confirmada ascensão de Michel Temer, o partido passa a ter “100% de aproveitamento” de seus três vices, que chegaram à Presidência.

Sarney, Itamar e Michel em momentos distintos e muito delicados da vida brasileira (Montagem: UOL)

O primeiro governo federal do PMDB se iniciou em 1985, com José Sarney. Ele assumiu a Presidência por causa da morte de Tancredo Neves, também peemedebista, que venceu a eleição indireta em janeiro daquele ano, mas adoeceu e morreu antes mesmo de tomar posse.

Sarney, porém, não tinha nenhum histórico no PMDB e se filiou em agosto de 1984, deixando o PDS num acordo com setores mais conservadores para poder concorrer como vice de Tancredo.

Itamar

O segundo presidente peemedebista também se filiou em cima da hora. Itamar Franco assinou ficha em maio de 1992, quando o governo Collor já enfrentava uma grave crise de popularidade.

Itamar foi eleito pelo PRN, junto com Collor, mas deixou o partido após uma reforma ministerial feita em abril daquele ano. Em 2 de outubro, assumiu como presidente interino após abertura de processo de impeachment –que viria a ser aprovado em dezembro.

A reportagem do UOL procurou a assessoria de imprensa do PMDB na terça-feira (10) para que comentasse sobre a nova ascensão de um peemedebista ao poder. Foram feitos contato por telefone e por dois e-mails, mas até a publicação da reportagem não houve resposta.

Derrotas nas urnas

O PMDB nasceu como MDB, em 24 de março de 1966, após o Ato Institucional 2, que instalou o bipartidarismo no país. Em 30 de junho de 1981, o partido se transformou em PMDB e é hoje a legenda mais antiga e com maior número de filiados do país: 2,4 milhões de pessoas.

Desde a redemocratização e a retomada das eleições diretas para presidente, o PMDB tentou por duas vezes chegar ao cargo máximo do país, mas as tentativas acabaram marcadas por fiascos.

Em 1989, o PMDB lançou Ulysses Guimarães ainda sob a égide de ter lutado pelas Diretas Já e liderado a Constituição de 1988. Porém, ficou apenas na 7ª colocação, com 4,6% dos votos válidos.

Em 1994, foi a vez de Orestes Quércia ser candidato pelo partido, mas recebeu 4,3% dos votos, também longe de chegar ao segundo turno –disputado por Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em 2002, o PMDB concorreu à chapa majoritária de José Serra (PSDB) com a vice-candidatura de Rita Camata –derrotada em segundo turno por Lula. Em 2010, voltou ao poder com a eleição de Michel Temer como vice de Dilma Rousseff (PT).

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quinta-feira - 12/05/2016 - 07:22h
Não tem do que se queixar

PT dorme com aliados e amanhece com inimigos

PT não tem moral para satanizar aliados de Michel Temer (PMDB).

Quase todos eram seus e pelos mesmos motivos. O próprio Temer, que se diga.

“Quem anda com morcego, dorme de cabeça para baixo” – diz um velho e sábio ditado.

E pode acordar cagado.

Esta quarta-feira (12) amanheceu assim para o petismo.

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segunda-feira - 11/04/2016 - 17:35h
Hoje

Temer vaza ‘sem querer’ áudio antecipando impeachment

O vice-presidente Michel Temer afirmou em uma mensagem gravada distribuída para integrantes do PMDB que é preciso “um governo de salvação nacional”. Segundo ele, o momento exige a “pacificação” e a “reunificação” do país.

De acordo com a assessoria de imprensa da Vice-presidência o áudio é um “ensaio” de Temer para o caso de o impeachment da presidente Dilma Rousseff vir a ser aprovado na Câmara. Conforme a assessoria, a gravação da mensagem foi uma “preparação” de Temer, que acabou divulgada “sem querer” para um grupo de Whatsapp.

Principais pontos

Na gravação, Temer disse que:
– Manterá programas sociais como Bolsa Família, Pronatec e Fies
– Diz que é preciso um governo de “salvação nacional”
– Defende diálogo entre os partidos
– Afirma que a Câmara decide por “votação significativa” declarar a autorização para a instauração de processo de impeachment
– Afirma que o processo de impeachment no Senado será longo

‘Reunificação do país’

“A grande missão, a partir deste momento, é a pacificação do país, a reunificação do país, é o que eu repito, o que venho pregando, como responsável por uma parcela da vida pública nacional. Devo dizer também que isso fica para – aconteça o que acontecer no futuro – um governo de salvação nacional e união nacional”, declarou Temer.

Temer inicia a gravação afirmando que se dirige ao povo brasileiro sobre alguns temas que devem ser “enfrentados” por ele. O vice-presidente destaca que deve ter “muita cautela” porque há um mês se recolheu para não “aparentar” que estaria trabalhando para ocupar o lugar da presidente Dilma.

Ao dizer que foi procurado por “muitos que estão aflitos” com a situação do país, o peemedebista monta sua fala com base na eventual aprovação do impeachment de Dilma.

Saiba mais AQUI.

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quarta-feira - 06/04/2016 - 18:27h
Depois...

PP resolve ficar com Dilma até votação do impeachment

O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), chamou jornalistas em seu gabinete nesta quarta-feira (6) para informar que, pelo menos até a votação do impeachment no plenário da Câmara, o partido vai continuar na base aliada do governo da presidente Dilma Rousseff. Ele disse também que, nesse período, a sigla não negociará cargos nos primeiros escalões.

Ciro Nogueira: por enquanto, Governo (Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil)

PP tem 51 deputados e 6 senadores. Com o desembarque do PMDB do governo, oficializado na última semana, o PP passou a ser um importante aliado do Palácio do Planalto para tentar evitar o impeachment da presidente.

No Congresso, parlamentares comentam que o governo entrou em ação para negociar mais espaço para partidos da base nos cargos dos primeiros escalões, e o PP é um dos alvos preferenciais, devido ao tamanho da bancada.

Temer

Mesmo assim, o partido tinha uma reunião marcada para esta tarde para discutir o possível rompimento com o governo. Segundo Nogueira, a reunião foi cancelada porque é a minoria dos parlamentares da sigla que defende a saída da base.

“Nós não vamos discutir mais rompimento com o governo até a votação na Câmara. Da mesma forma, não vamos negociar nenhum tipo de participação seja com o governo da presidente, seja com um provável ou possível governo de Michel Temer, e não iremos assumir nenhum cargo”, afirmou o senador.

Veja matéria completa AQUI.

Nota do Blog – Entendi. Depois serão outros quinhentos…

P.S – No RN, o PP é comandado pelo ex-deputado federal Betinho Rosado, tem o deputado federal Beto Rosado (que tem posição definida sobre o impeachment – veja AQUI) e terá a ex-governadora Rosalba Ciarlini como candidata a prefeito de Mossoró este ano.

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terça-feira - 05/04/2016 - 22:10h
Em Brasília

Garibaldi cobra que PMDB cumpra o que foi decidido

O senador Garibaldi Filho cobrou que o PMDB cumpra o que foi decidido no dia 29 de março passado, quando o Diretório Nacional do partido aprovou, por aclamação, deixar a base do governo da presidente Dilma Rousseff. Ele fez sua intervenção no Plenário do Senado, em aparte ao senador Romero Jucá, que assumiu a presidência do PMDB depois que Michel Temer se licenciou do cargo.

“O PMDB tomou uma decisão. Pode ter sido em três minutos, 30 minutos, uma hora ou 24 horas, mas tomou uma decisão. E essa decisão precisa ser respeitada”, disse.

“O PMDB precisa fazer prevalecer o que foi decidido. Afinal de contas, a cobrança existe e o PMDB precisa se mostrar novamente diante da história com aquela mesma proeminência que assumiu há muitos anos atrás com o presidente Ulysses Guimarães segurando a bandeira do partido”, declarou Garibaldi Filho.

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terça-feira - 29/03/2016 - 18:10h
Racha

PMDB se afasta de Dilma devido “escândalos de corrupção

O Diretório Nacional do PMDB decidiu nesta terça-feira (29), por aclamação, romper oficialmente com o governo da presidente Dilma Rousseff. Na reunião, a cúpula peemedebista também determinou que os seis ministros do partido e os filiados que ocupam outros postos no Executivo federal entreguem seus cargos.

O vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, não participou da reunião que oficializou a ruptura com o governo sob o argumento de que não desejava “influenciar” a decisão. No entanto, ele teve participação ativa na mobilização pelo desembarque do partido e passou toda a segunda-feira (28) em reuniões com parlamentares e ministros do PMDB em busca de uma decisão “unânime”.

Moção mostra o porquê do partido decidir se afastar do Governo Dilma e do PT (Foto: reprodução)

Comandada pelo primeiro vice-presidente do PMDB, senador Romero Jucá (PMDB-RR), a reunião durou menos de cinco minutos. Após consultar simbolicamente os integrantes do partido, Jucá decretou o resultado da votação.

Reunião histórica

“A partir de hoje, nessa reunião histórica para o PMDB, o PMDB se retira da base do governo da presidente Dilma Rousseff e ninguém no país está autorizado a exercer qualquer cargo federal em nome do PMDB”, enfatizou.

Após a reunião, Jucá disse que, com a decisão, o PMDB deixava bem clara a sua posiçào em relação ao governo e disse que quem quiser tomar uma decisão individual terá que avaliar as consequências.

“A partir de agora, o PMDB não autoriza ninguém a exercer cargo no governo federal em nome do partido. Se, individualmente, alguém quiser tomar uma posição, vai ter que avaliar o tipo de consequência, o tipo de postura perante a própria sociedade. Para bom entendedor, meia palavra basta. Aqui, nós demos hoje a palavra inteira”, afirmou.

Maior bancada

A decisão do PMDB aumenta a crise política do governo e é vista como fator importante no processo de impeachment de Dilma. Há a expectativa de que, diante da saída do principal sócio do PT no governo federal, outros partidos da base aliada também desembarquem da gestão petista.

Atualmente, o PMDB detém a maior bancada na Câmara, com 68 deputados federais. O apoio ao governo, porém, nunca foi unânime dentro da sigla e as críticas contra Dilma se intensificaram com o acirramento da crise econômica e a deflagração do processo de afastamento da presidente da República.

Veja matéria completa AQUI.

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domingo - 27/03/2016 - 21:34h
Momento delicado

PMDB caminha para rompimento com o Governo

Do Congresso em Foco

Enquanto parlamentares tentam dar ares de normalidade aos trabalhos e andamento à pauta legislativa, a presidente Dilma Rousseff vai acompanhar, com atenção redobrada, a movimentação do PMDB nesta semana. O maior partido da base aliada vai decidir sobre a permanência no governo, em que ocupa sete ministérios e centenas de cargos de segundo e terceiro escalão, na próxima terça-feira (29).

A questão começará a ser decidida em um dos auditórios da Câmara, a partir das 15h, por convocação do vice-presidente da República, Michel Temer, também presidente nacional da legenda.

Renan, Temer e Sarney conversam sobre situação complicada (Foto: Valter Campanato)

Nos bastidores, uma verdadeira batalha interna é travada devido à polarização na sigla. Entre os oposicionistas, ala encabeçada pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), há o consenso de que o desembarque tem que ser imediato – eles defendem, inclusive, a desfiliação de quem não entregar os cargos no governo.

Já os governistas, grupo formado principalmente por quem justamente ocupa ministérios, defende a permanência da aliança, mesmo diante de um quadro de rebeldia que, por mais de uma vez, inviabilizou a aprovação de matérias de interesse do Executivo no Congresso.

Primeiro na linha sucessória de Dilma, Temer vai acompanhar o processo de perto. Como este site adiantou na última quarta-feira (23), o cacique peemedebista desistiu de viajar nesta terça-feira (29) a Portugal, onde participaria de um seminário acadêmico promovido pelo Instituto Brasiliense de Direito Público, criado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Fim da aliança

A atenção especial tem explicação: dos 27 diretórios do partido, 14 já se posicionou pelo fim da aliança com o governo Dilma e o PT (Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Piauí, Distrito Federal, Acre, Pernambuco, Tocantins, Maranhão, Bahia e Mato Grosso do Sul).

No transcorrer desta semana, as duas vertentes do PMDB foram cortejadas. De um lado, o ex-presidente Lula se reuniu, na última quarta-feira (23), com os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o ex-presidente da República José Sarney, figura ainda proeminente na legenda. O objetivo: sepultar o movimento de desembarque.

Temer foi procurado por Lula, mas não se deixou encontrar. O vice-presidente parece tender à guinada oposicionista e, no mesmo dia em que Lula, Renan e Sarney se reuniram, ele teve encontro reservado com o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (PSDB-MG), principal nome de oposição a Dilma no Congresso.

A decisão sobre a permanência ou desembarque do governo tem de ser aprovada por maioria simples (metade mais um dos presentes) entre os 125 integrante da legenda com direito a voto. Com a maior bancada dessa instância decisória (12 votos), o diretório do Rio de Janeiro – que conta com o líder do partido na Câmara, Leonardo Picciani (RJ) – já manifestou a tendência de deixar a base. Diante do quadro, o Planalto agora atua para evitar um efeito cascata que, na esteira de uma eventual saída do PMDB, pode levar outros partidos da base, como PP, PR e PSD.

Comissão do impeachment

Mas a possível debandada do PMDB não é o único foco de preocupação de Dilma. Na Câmara, a comissão do impeachment continua a todo vapor – acompanhada de perto por Cunha, um dos principais opositores da presidente no Congresso. Na próxima segunda-feira (28), às 18h, o presidente e o relator do colegiado, respectivamente Rogério Rosso (PSD-DF) e Jovair Arantes (PTB-GO), farão visita de cortesia ao ministro Luiz Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, em evento aberto à imprensa. A intenção, explica Rosso, é reforçar o caráter de legalidade dos trabalhos da comissão.

A partir da próxima reunião deliberativa de plenário, Dilma terá mais cinco sessões para entregar sua defesa à comissão processante. Na última semana, o comando do colegiado decidiu excluir a delação premiada do senador Delcídio do Amaral (MS), na qual o ex-petista diz que a presidente tinha conhecimento do esquema de corrupção na Petrobras. A decisão foi tomada após a desistência da oposição de incluir o depoimento no processo, sob o receio de que chamado aditamento atrasasse a análise da matéria com uma provável batalha jurídica.

Fator Delcídio

Por falar em Delcídio, o Conselho de Ética do Senado reagiu à renovação de licença do mandato, na última quarta-feira (22), e o reconvocou para prestar depoimento no processo que pode levar à cassação de seu mandato. A nova tentativa de ouvi-lo ficou para 7 de abril.

Na mesma sessão do colegiado, senadores aprovaram a convocação do filho de Nestor Cerveró (um dos delatores da Operação Lava Jato), Bernardo Cerveró; do advogado do parlamentar, Edson Ribeiro; e do ex-chefe de gabinete de Delcídio Diogo Ferreira, na condição de testemunhas. A oitiva está agendada para a próxima quarta-feira (29), às 14h30.

Pauta

A despeito da crise política, Senado e Câmara estão envolvidos na rápida aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/2016, que trata do refinanciamento das dívidas dos estados e dos municípios. A ser votada na próxima semana, a matéria estabelece a prorrogação do prazo para quitação dos débitos em 20 anos, ao transferir de 2027 para 2047 o fim do prazo inicialmente estipulado. A questão foi decidia na quarta-feira (22), depois de uma rodada de reuniões entre governadores em Brasília, em acordo costurado com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa.

No início desta semana, senadores e governadores se reuniram com Renan, no gabinete da Presidência do Senado, para acertar a estratégia de votação. O périplo de governantes também se reuniu com Eduardo Cunha, que por sua vez acertou com líderes partidários a votação da matéria já na próxima terça-feira (28). Eles também defenderam a aprovação da proposta de emenda à Constituição que autoriza o uso de 40% dos depósitos judiciais privados para pagamento de precatórios.

Segundo o projeto de lei, além do alongamento de prazo para pagamento das dívidas junto à União, os entes federados também ganharam mais dez anos de prazo para quitar débitos com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A medida é considerada essencial para que os gestores estaduais cumpram compromissos e possam investir.

O governo está preocupado com a possibilidade de que as novas regras representem impacto orçamentário que comprometam os planos de ajuste das contas, posto em curso por Barbosa. Para compensar, o Executivo pode aumentar suas receitas se os recursos provenientes dos pagamentos forem destinados a investimento e, consequentemente, votar aos cofres da União na forma de tributos.

Caberá a cada estado, individualmente, aderir ao acordo de prorrogação do prazo para a quitação da dívida, uma vez que o projeto não determina adesão obrigatória. No caso de todos eles resolverem acompanhar a lei eventualmente criada, cerca de R$ 45,5 bilhões deixarão de abastecer os cofres da União, segundo estimativa do Ministério da Fazenda.

Crédito

Há uma única matéria a trancar os trabalhos de plenário nesta próxima semana – a Medida Provisória 710/2016, que autoriza crédito extraordinário de R$ 1,472 bilhão a ser dividido entre os ministérios da Integração Nacional (R$ 382 milhões); da Justiça (R$ 300 milhões); da Defesa (R$ 95,5 milhões); da Cultura (R$ 85 milhões); e do Turismo (R$ 10 milhões). O resto será destinado para o custeio de encargos financeiros da União (R$ 600,1 milhões).

A Integração Nacional empregará o dinheiro para atender populações atingidas por desastres naturais, oferecendo-lhes cestas básicas e distribuição de água em carros-pipa. Por sua vez, a pasta da Justiça vai adquirir equipamentos de proteção individual para a Força Nacional de Segurança, além de contratar serviços, equipamentos e soluções de informática com vistas aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Congresso

Em reunião conjunta do Congresso marada para a próxima terça-feira (29), a partir das 19h, deputados e senadores têm na pauta 16 vetos presidenciais pendentes de votação. As negativas do Executivo também trancam a pauta de votações.

Um dos vetos foi aposto ao projeto de lei que normatiza a repatriação de recursos enviados ao exterior sem a devida declaração à Receita Federal. Trata-se do Projeto de Lei 2960/2015, que resultou na Lei 13.254/2016 – uma das anunciadas medidas de ajuste fiscal destinadas à captação de recursos para reforçar o caixa do governo federal. Em um dos dispositivos vetados, parlamentares tentam destinar para estados e municípios parte dessa verba resgatada no exterior; em outro, tenta-se a repatriação de joias e obras de arte.

Também há um veto referente à lei de diretrizes orçamentárias. A Presidência da República vetou a proibição do financiamento de obras no exterior por parte do BNDES e o reajuste dos benefícios do Bolsa Família com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de maio de 2014 a dezembro do ano passado.

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sexta-feira - 29/01/2016 - 22:46h
Em Natal

Michel Temer anuncia candidatura do PMDB à Presidência

Michel Temer entende que partido tem condições de apresentar nome (Foto: Wellington Rocha)

O vice-presidente da República Michel Temer, presidente nacional do PMDB, anunciou que o partido terá candidatura própria à sucessão da presidente Dilma Rousseff (PT) em 2018. Sua declaração foi hoje em Natal, quando cumpriu compromisso político com segmentos da sociedade civil e militância partidária.

Percorrendo o Brasil em busca da união da sigla em torno do seu nome para continuar no comando nacional da legenda, Temer prega o fortalecimento da agremiação em torno deste projeto.

Colaboração

Mesmo sendo parte do governo Dilma, o vice-presidente disse que isso não é impedimento para trabalhar o projeto próprio do PMDB para a próxima eleição. Questionado sobre o que falta para a sigla virar oposição, Temer disse que o partido não pensa em deixar a gestão petista, apesar de já trabalhar publicamente um projeto paralelo ao do PT para às próximas eleições.

“Não falta nem mais nem menos. O PMDB é governo. Está no governo. Mas temos também a capacidade de pensar. Com isso, lançamos documentos em benefício do País. Nós como partido político temos o direito de lançar uma candidatura própria à Presidência da República. Vamos colaborar com o governo e mais para frente vamos lançar um candidato”, declarou o vice-presidente.

Veja mais informações AQUI.

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sexta-feira - 29/01/2016 - 22:30h
Hoje

Deputado mostra crescimento do PMDB para Michel Temer

Durante o evento denominado de “Caravana da Unidade”, realizada pelo vice-presidente da República, Michel Temer, em Natal, nesta sexta-feira (29), o deputado estadual Gustavo Fernandes (PMDB) destacou o crescimento do partido no âmbito do Rio Grande do Norte, com o decorrer das eleições.

Gustavo aponta maior força em 2016 (Foto: divulgação)

O parlamentar mostrou que, das eleições de 2008 para o pleito de 2012, o partido aumentou tanto o número de prefeitos quanto o de vereadores.

“Em 2012, elegemos 37 prefeitos. Em 2012, fizemos 50 e hoje temos 55. Em 2008, fizemos 280 vereadores. Na eleição seguinte, passamos para 336″, relatou.

Participantes

“Para 2016, vamos continuar crescendo. O nosso compromisso é com o fortalecimento do nosso partido no Brasil, no Estado e em todos os municípios do Rio Grande do Norte”, discursou Gustavo Fernandes.

Participaram do evento ainda o ministro Henrique Alves, o deputado federal Walter Alves, os deputados estaduais Hermano Morais e Nélter Queiroz, os vereadores de Natal Ubaldo Fernandes e Felipe Alves, além de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores do PMDB de todos os municípios do estado.

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quarta-feira - 27/01/2016 - 14:52h
Sexta-feira

Vice-presidente Michel Temer tem agenda definida para Natal

A agenda que será cumprida em Natal pelo Vice-Presidente da República, Michel Temer (PMDB), foi antecipada 30 minutos. Ele estará na capital do RN no próximo dia 29, sexta-feira.

Temer, que preside o PMDB nacional, estará em Natal para cumprir compromissos políticos, juntamente com a comitiva formada por dirigentes da Fundação Ulysses Guimarães (FUG) e pelos ex-ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha.

Programação

Após serem recepcionados pelo Ministro do Turismo, Henrique Alves (PMDB) e outros filiados, os líderes políticos seguirão para o Hotel Imirá, onde às 13h30 se reúnem com a militância para discutir a unidade do partido em torno das eleições municipais deste ano.

Às 15h00 a reunião será com representantes da Sociedade Civil Organizada, e logo em seguida Michel Temer terá uma conversa com a imprensa.

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domingo - 20/12/2015 - 13:12h
Estresse

A vida dura de Henrique Alves

Por Lauro Jardim, de O Globo

Na segunda-feira passada, Henrique Eduardo Alves (PMDB) ficou na casa de Eduardo Cunha até meia- noite.

Henrique Alves teve uma noite, madrugada e dia seguinte duríssimos (Foto: O Globo)

De lá, foi ao Palácio Jaburu conversar com Michel Temer.

E, às 6h de terça-feira, foi acordado por agentes da PF, que tinham em mãos um mandado de busca a apreensão em sua casa.

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sábado - 19/12/2015 - 15:02h
Propina

Gravação aponta que Temer recebeu R$ 5 milhões da OAS

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reuniu indícios de que Michel Temer, vice-presidente, recebeu R$ 5 milhões do dono da empreiteira OAS, José Adelmário Pinheiro, o Leo Pinheiro, um dos empreiteiros condenados na Operação Lava Jato.

O suposto pagamento a Temer consta como informação em uma das manifestações do ministro do STF, Teori Zavascki. A citação do pagamento está em uma troca de mensagens entre Pinheiro e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, segundo o jornal Folha de S. Paulo.

Nesta, Cunha reclama que o empreiteiro pagou a Temer e deixou adiado o repasse a outros líderes do PMDB.

Saiba mais AQUI.

Veja também: Lula depõe na Polícia Federal e afirma não saber de nada (AQUI).

Veja ainda: Dilma tem novo ministro da Fazenda (AQUI).

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segunda-feira - 07/12/2015 - 23:18h
Desconfiança

Temer envia carta à Dilma sinalizando para distanciamento

Presidente nacional do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, enviou uma carta à presidente Dilma Rousseff nesta segunda-feira (7) na qual apontou episódios que demonstrariam a “desconfiança” que o governo tem em relação a ele e ao PMDB.

A mensagem, segundo a assessoria da Vice-Presidência, foi enviada em “caráter pessoal” à chefe do Executivo e, nela, ele não “não propôs rompimento” com o governo ou entre partidos, mas defendeu a “reunificação do país”.

Num dos trechos da carta, Temer escreve que passou o primeiro mandato de Dilma como um “vice decorativo”, que perdeu “todo protagonismo político” que teve no passado e que só era chamado “para resolver as votações do PMDB e as crises políticas”. Depois, lista fatos envolvendo derrotas que sofreu com atos da presidente.

Leia abaixo a íntegra da carta obtida pela GloboNews:

São Paulo, 07 de Dezembro de 2.015.

Senhora Presidente,

“Verba volant, scripta manent” (As palavras voam, os escritos permanecem)

Por isso lhe escrevo. Muito a propósito do intenso noticiário destes últimos dias e de tudo que me chega aos ouvidos das conversas no Palácio.

Esta é uma carta pessoal. É um desabafo que já deveria ter feito há muito tempo.

Desde logo lhe digo que não é preciso alardear publicamente a necessidade da minha lealdade. Tenho-a revelado ao longo destes cinco anos.

Temer: distanciamento formalizado (Foto: Web)

Lealdade institucional pautada pelo art. 79 da Constituição Federal. Sei quais são as funções do Vice. À minha natural discrição conectei aquela derivada daquele dispositivo constitucional.

Entretanto, sempre tive ciência da absoluta desconfiança da senhora e do seu entorno em relação a mim e ao PMDB. Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo.

Basta ressaltar que na última convenção apenas 59,9% votaram pela aliança. E só o fizeram, ouso registrar, por que era eu o candidato à reeleição à Vice.

Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo usando o prestígio político que tenho advindo da credibilidade e do respeito que granjeei no partido. Isso tudo não gerou confiança em mim, Gera desconfiança e menosprezo do governo.

Vamos aos fatos. Exemplifico alguns deles.

1. Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Só era chamado para resolver as votações do PMDB e as crises políticas.

2. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários.

3. A senhora, no segundo mandato, à última hora, não renovou o Ministério da Aviação Civil onde o Moreira Franco fez belíssimo trabalho elogiado durante a Copa do Mundo. Sabia que ele era uma indicação minha. Quis, portanto, desvalorizar-me. Cheguei a registrar este fato no dia seguinte, ao telefone.

4. No episódio Eliseu Padilha, mais recente, ele deixou o Ministério em razão de muitas “desfeitas”, culminando com o que o governo fez a ele, Ministro, retirando sem nenhum aviso prévio, nome com perfil técnico que ele, Ministro da área, indicara para a ANAC. Alardeou-se a) que fora retaliação a mim; b) que ele saiu porque faz parte de uma suposta “conspiração”.

5. Quando a senhora fez um apelo para que eu assumisse a coordenação política, no momento em que o governo estava muito desprestigiado, atendi e fizemos, eu e o Padilha, aprovar o ajuste fiscal. Tema difícil porque dizia respeito aos trabalhadores e aos empresários. Não titubeamos. Estava em jogo o país. Quando se aprovou o ajuste, nada mais do que fazíamos tinha sequência no governo. Os acordos assumidos no Parlamento não foram cumpridos. Realizamos mais de 60 reuniões de lideres e bancadas ao longo do tempo solicitando apoio com a nossa credibilidade. Fomos obrigados a deixar aquela coordenação.

6. De qualquer forma, sou Presidente do PMDB e a senhora resolveu ignorar-me chamando o líder Picciani e seu pai para fazer um acordo sem nenhuma comunicação ao seu Vice e Presidente do Partido. Os dois ministros, sabe a senhora, foram nomeados por ele. E a senhora não teve a menor preocupação em eliminar do governo o Deputado Edinho Araújo, deputado de São Paulo e a mim ligado.

7. Democrata que sou, converso, sim, senhora Presidente, com a oposição. Sempre o fiz, pelos 24 anos que passei no Parlamento. Aliás, a primeira medida provisória do ajuste foi aprovada graças aos 8 (oito) votos do DEM, 6 (seis) do PSB e 3 do PV, recordando que foi aprovado por apenas 22 votos. Sou criticado por isso, numa visão equivocada do nosso sistema. E não foi sem razão que em duas oportunidades ressaltei que deveríamos reunificar o país. O Palácio resolveu difundir e criticar.

8. Recordo, ainda, que a senhora, na posse, manteve reunião de duas horas com o Vice Presidente Joe Biden – com quem construí boa amizade – sem convidar-me o que gerou em seus assessores a pergunta: o que é que houve que numa reunião com o Vice Presidente dos Estados Unidos, o do Brasil não se faz presente? Antes, no episódio da “espionagem” americana, quando as conversar começaram a ser retomadas, a senhora mandava o Ministro da Justiça, para conversar com o Vice Presidente dos Estados Unidos. Tudo isso tem significado absoluta falta de confiança;

9. Mais recentemente, conversa nossa (das duas maiores autoridades do país) foi divulgada e de maneira inverídica sem nenhuma conexão com o teor da conversa.

10. Até o programa “Uma Ponte para o Futuro”, aplaudido pela sociedade, cujas propostas poderiam ser utilizadas para recuperar a economia e resgatar a confiança foi tido como manobra desleal.

11. PMDB tem ciência de que o governo busca promover a sua divisão, o que já tentou no passado, sem sucesso. A senhora sabe que, como Presidente do PMDB, devo manter cauteloso silencio com o objetivo de procurar o que sempre fiz: a unidade partidária.

Passados estes momentos críticos, tenho certeza de que o País terá tranquilidade para crescer e consolidar as conquistas sociais.

Finalmente, sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã. Lamento, mas esta é a minha convicção.

Respeitosamente,

Michel Temer

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terça-feira - 22/09/2015 - 08:12h
Sem ministério

PMDB toma distância da presidente Dilma Rousseff

Da coluna Painel do Folha de São Paulo

Livre… A recusa de Michel Temer em indicar um nome para o ministério de Dilma Rousseff foi vista por peemedebistas como a consolidação do descolamento do vice em relação à presidente.

… leve e solto Sem um pedaço na Esplanada atribuído a ele, Temer fica “alforriado” para tomar as decisões que considerar convenientes, ponderam aliados próximos.

Piscada Temer aconselhou Dilma a discutir a indicação da Câmara com o líder Leonardo Picciani e Eduardo Cunha. A petista rebateu que o presidente da Câmara rompeu com o governo, mas o vice a convenceu a fazer o aceno.

Indisposto 1 Renan Calheiros (PMDB-AL) se recusou a participar da reunião para discutir com Dilma uma indicação para a Esplanada.

Indisposto 2 Chamado, o presidente do Senado foi até a petista para dizer que essa posição não cabia institucionalmente a ele, e que o assunto deveria ser tratado diretamente com a bancada.

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sexta-feira - 04/09/2015 - 18:40h
O fim?

Declaração de Temer parece epitáfio do Governo Dilma

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) disse que vai ser difícil o governo resistir até o fim do mandato com o atual nível de baixa popularidade.

Ele respondia a uma questão durante debate realizado em São Paulo.

“Hoje realmente o índice é muito baixo. Ninguém vai resistir três anos e meio com esse índice baixo”, afirmou.

“Se continuar assim, eu vou dizer a você, continuar 7%, 8% de popularidade, de fato é difícil passar por três anos e meio assim”, declarou o vice-presidente.

Nota do Blog – Declaração é praticamente um epitáfio do próprio Governo do qual ele faz parte.

Saiba mais AQUI.

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sexta-feira - 05/12/2014 - 17:43h
Henrique Alves e Eliseu Padilha

Rei morto, rei posto na bancada do PMDB na Câmara

Por Lauro Jardim (Coluna Radar On-Line, revista Veja)

Os deputados do PMDB que se reuniram com Michel Temer esta semana – Danilo Fortes, Hugo Motta, Leonardo Quintão, entre outros – disseram que não veem a bancada representada com a ida de Henrique Eduardo Alves e Eliseu Padilha para o ministério de Dilma Rousseff.

Alegaram que os dois não têm mandato, e defenderam que haja, entre os indicados, deputados do PMDB com mandato.

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terça-feira - 25/11/2014 - 12:31h
Veja On-line

PMDB define Henrique como um de seus “ministros”

Por Lauro Jardim (Radar On-Line, revista Veja)

Michel Temer, Renan Calheiros e Eduardo Cunha se acertaram, num encontro que tiveram a três. O motivo da conversa era a divisão dos ministérios que cabem ao PMDB da Câmara e do Senado.

Ficou acordado que Eduardo Cunha, por exemplo, indicará o nome de Henrique Eduardo Alves.

Temer quer fazer Eliseu Padilha ministro também.

O PMDB do Senado ficaria, além da vaga já certa para Kátia Abreu, com as indicações de Eunício Oliveira e Eduardo Braga.

 

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quarta-feira - 15/10/2014 - 21:21h
Coluna de Cláudio Humberto

Desfeita de Lula pode provocar saída de ministro

Por Cláudio Humberto (Coluna Diário do Poder)

Primo do candidato ao governo Henrique Alves (PMDB-RN), o ministro Garibaldi Alves (Previdência) avalia abandonar o cargo após notícia de que ex-presidente Lula irá ao Estado para pedir votos ao adversário Robinson Faria (PSD). Garibaldi confirma ter conversado com Henrique sobre a possibilidade de deixar o ministério, mas nada foi decidido: “Não pretendo tomar nenhuma decisão isolada ou precipitada”, afirmou.

Mais um

A oposição aguarda o desfecho do caso para tentar fazer Garibaldi Alves “correr para o abraço” com Aécio Neves para presidente.

Calma nessa hora

O problema com Lula será tratado inicialmente pelo vice Michel Temer num “contexto nacional”, diz Garibaldi: “Não queremos dissidência”.

Sob pressão

Henrique Alves tem sido pressionado a romper com o governo Dilma desde que Lula gravou vídeo pedindo voto para Robinson, no 1º turno.

Bem feito

Lula apoia Robinson sob pressão do PT-RN, que acusa Henrique de prejudicar Fátima Bezerra para se aliar ao DEM, PSDB e PSB.

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domingo - 12/10/2014 - 08:44h
Segundo turno

PMDB não dá apoio integral à Dilma em ao menos 10 estados

No RN, Lula empurra candidato e partido para os braços de Aécio; elege um aliado como "adversário"

Do Folha de São Paulo e Blog Carlos Santos

Em disputa acirrada pela reeleição, a presidente Dilma Rousseff (PT) ficará sem apoio integral do PMDB, principal aliado do Governo Federal, em mais um terço dos estados no segundo turno.

A notícia, em formato de reportagem especial, é publicada hoje pelo jornal Folha de  São Paulo (veja na íntegra AQUI).

Segundo a matéria do jornal paulistano, Aécio Neves (PSDB) tem apoio oficial do PMDB em  pelo menos seis estados: Acre, Bahia, Espírito Santo, Pernambuco, Roraima e Rio Grande do Sul.

Em outros estados deverá contar com empenho de setores peemedebistas, como em Piauí, Mato Grosso, Rio de  Janeiro e Santa Catarina.

Somados, esses estados reúnem cerca de 35% do eleitorado brasileiro, e incluem os dois redutos em que Marina Silva (PSB) venceu no primeiro turno: Acre e Pernambuco. Na Bahia, o ex-ministro de Lula Geddel Vieira Lima lidera o PMDB no apoio a Aécio.

No Rio Grande do Norte

Em relação ao Rio Grande do Norte, o jornal afirma que o PMDB está fechado no apoio à Dilma. Mas ignora um fato crucial para insatisfações no partido, de suas lideranças à base: é a propagação de mensagem do ex-presidente Lula em guia eleitoral, exaltando a candidatura do vice-governador dissidente Robinson Faria (PSD) ao Governo do Estado.

A posição de Lula, num estado em que o outro candidato ao governo é o presidente da Câmara Federal e aliado de Dilma, Henrique Alves (PMDB), é vista por muitos como deselegante e politicamente irracional.

A presidente Dilma não gravou mensagem para favorecer qualquer um dos dois candidatos. Pelo menos até aqui. Mas Lula o fez, material repetido também no segundo turno em rádio e TV.

A “preferência” deixa o candidato Henrique Alves à vontade para liberar sua militância ou textualmente pregar o voto em Aécio.

Posição de Henrique

Henrique defendeu Dilma em convenção (Foto: Robson Carvalho)

Vale lembrar, que na convenção nacional do PMDB, a chapa presidente Dilma-vice Michel Temer (PMDB-SP) foi aprovada por 59% dos convencionais. Entre os apoiadores e defensores da chapa, o próprio Henrique Alves.

Contudo ficou clara a divisão do partido.

No segundo turno, o PT de Dilma e Lula sabe que cada colégio eleitoral, por menor que seja, como o Rio Grande do Norte, que representa menos de 2% do eleitorado nacional, tem importância imprescindível à vitória.

Promover o desequilíbrio, com preferência para um de seus aliados, é excluir o outro ou liberá-lo para tomar o rumo que desejar.

Temer e Lula

O vice-presidente Michel Temer, segundo o Blog apurou, conversou com o presidente Lula sobre a situação do Rio Grande do Norte ainda no primeiro turno. Ponderou para o significado da equidistância do Governo Dilma e dele (Lula) da contenda estadual, haja vista que PMDB e PSD eram aliados do governo.

Esse desconversou, saiu pela tangente.

Num segundo turno tão complicado, o PT de Lula não pode exigir fidelidade de quem resolveu eleger como “adversário”. Joga Aécio nos braços de quem hostiliza direta ou indiretamente.

Não poderá reclamar depois.

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quarta-feira - 11/06/2014 - 09:26h
Política de resultados

PMDB e PT se mantêm juntos, apesar de PMDB e PT

PMDB e PT vão novamente juntos para a campanha presidencial. Com Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB-SP), candidatos a presidente e vice.

O PMDB, mesmo com uma numerosa ala sendo contra nova composição, segue com esse enlace, conturbado, que em alguns estados – como o RN – será de confronto entre as siglas.

Durante o evento, o presidente da Câmara Federal, Henrique Alves, atenuou essa crise de relacionamento:

– “Mesmo divergindo do PT no meu estado, eu sei separar as coisas”.

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quarta-feira - 26/03/2014 - 11:14h
Salada de siglas

No RN, Henrique se alia a PSB e PSDB

Por Josias de Souza (UOL)

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, anunciará nesta sexta-feira (28) sua candidatura ao governo do Rio Grande do Norte. Filiado ao PMDB, amigo do vice-presidente Michel Temer e defensor da reeleição de Dilma Rousseff, Henrique monta uma megacoligação que inclui até as legendas dos principais antagonistas da presidente: o PSB de Eduardo Campos e o PSDB de Aécio Neves.

Paradoxalmente, a coligação exclui o PT.

Henrique: mistura (Foto: André Borges)

Ao divulgar suas pretensões para 2014, Henrique posará para fotos ao lado da futura candidatura ao Senado na sua chapa: a ex-governadora Wilma Faria, do PSB. No sábado (5) da semana que vem, em novo ato político, ele anunciará o nome do seu candidato a vice: o deputado João Maia, do PR.

Até o final de maio, Henrique deseja elaborar e registrar em cartório um programa de governo. A peça será rubricada pelos dirigentes dos partidos que o apoiarão. Umas 14 legendas, ele diz.

O PT não terá candidato ao governo potiguar. Mas apresentará ao eleitor uma postulante ao Senado: a deputada Fátima Bezerra. Refugada pelo PMDB, ela negocia sua presença na chapa que será encabeçada pelo atual vice-governador do Estado, Robinson Faria, do PSD de Gilberto Kassab.

Henrique pretende procurar Dilma e Lula para dizer-lhes que seus arranjos estaduais não alteram seu apoio à reeleição de Dilma no plano federal. Para ele, as duas estrelas do PT não deveriam subir em nenhum palanque no Rio Grande do Norte, já os dois principais candidatos são fliados a legendas que o Planalto em Brasília.

De resto, o amigo de Michel Temer não cogita franquear seu palanque nem a Campos nem a Aécio.

O acerto que negociou prevê que cada partido cuida do presidenciável de sua predileção. Ah, Bom!

 

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