quarta-feira - 15/05/2024 - 22:58h
Eleições 2024

Institutos de pesquisa reagem contra “litigância de má-fé”

Pesquisas - Lupa de pesquisaVários instituto de pesquisas com atuação no RN emitiram nota conjunta, em que denunciam avalanche de ações assentadas em “litigância de má-fé”, comprometendo a atuação das empresas. Pedem a Justiça Eleitoral e Ministério Público Eleitoral atuação preventiva e repressiva. Leia abaixo:

Os Institutos de Pesquisa estão sofrendo com a litigância de má-fé na seara jurídica. As nossas pesquisas eleitorais, devidamente registradas em pleno respeito ao que preconiza a legislação vigente e a boa técnica científica, estão sendo objeto de diversas representações judiciais, gerando, a cada levantamento, um verdadeiro terceiro tempo por parte de agentes insatisfeitos com a mera quantificação elaborada a partir da correta fotografia da opinião pública.

Como não encontra freio nos tribunais ainda no período de pré-campanha, aquele que procura estabelecer o silêncio inconcebível a uma sociedade aberta liberal democrática, abre inúmeras queixas na justiça alicerçado na insofismável estratégia de exaurir os recursos das empresas com a contratação de advogados, tentar amedrontar os pesquisadores e atuar por espécie de tentativa e erro até conseguir emplacar alguma contenda.

Diante do cenário configurado, clamamos para que o Tribunal Regional Eleitoral e o Ministério Público Eleitoral fiquem atentos ao que preconiza a nova resolução 23.727/2024 recém-instituída pelo Tribunal Superior Eleitoral, na alteração do artigo 16 da resolução 23.600/2019, quando diz que é ônus do impugnante de uma pesquisa eleitoral apontar com objetividade e precisão o requisito faltante, a deficiência técnica ou indício de manipulação, sob pena de não conhecimento. E que a representação seja alicerçada na produção de prova técnica sob pena de não conhecimento.

Também que, de acordo com a mesma resolução, a ausência de fundamentação acarrete análise sobre as hipóteses de conduta temerária ou de má-fé, gerando a remessa de informações ao Ministério Público Eleitoral, para apuração de eventual prática de crimes ou ilícitos eleitorais.

Os Institutos de Pesquisa também sugerem que o Tribunal Regional Eleitoral e/ou Ministério Público Eleitoral disponibilizem para os seus profissionais um setor técnico durante o ano de eleição. Nos estados em que os TREs criaram assessoria estatística para municiar juízes e promotores sobre tema tão especializado, que não é de domínio de quem não é da área, as disputas judiciais e impugnações de pesquisa despencaram, proporcionando a diminuição de burocracia e custos para todos os envolvidos.

As empresas do segmento estão cientes do seu papel e não temem qualquer solicitação a respeito da auditoria das pesquisas eleitorais. Trata-se de direito legítimo consagrado na lei eleitoral 9.504/97 e reafirmado em resoluções do TSE. A transparência só fortalece o nosso segmento no estado que, dada a qualidade do trabalho desempenhado, já exporta os seus serviços para outras unidades da federação. O que está em risco é o próprio direito à informação protegido pela nossa magna carta.

Por fim, vale enfatizar que nenhum agente, em âmbito público e privado, é mais cobrado no processo eleitoral do que os Institutos de Pesquisa. O simples esquecimento de uma única informação no ato do registro pode acarretar pesadas multas que ultrapassam 50 mil reais. E, ao término do pleito, a credibilidade técnica dessas organizações é testada ao extremo. Temos domínio de nossas obrigações e o que representamos. O que pedimos apenas é ambiente regrado pela sustentabilidade jurídica e boa fé.

AgoraSei Pesquisa
Bramane Serviços de Comunicação
Cenpop Consultoria e Pesquisa
Data Census
Datavero Pesquisa e Consultoria
Exatus Consultoria e Pesquisa
Item Pesquisas Técnicas
Sensatus Pesquisa e Consultoria
Seta Instituto de Pesquisa

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 09/09/2022 - 16:28h
Decisão

Juíza eleitoral determina cassação de prefeito e vice

Em função da prática de abuso do poder econômico levada a efeito na campanha municipal de 2020, o prefeito reeleito do Assu, Gustavo Soares (PL), e a vice-prefeita eleita Fabielle Cristina Bezerra (PL), foram cassados à tarde desta sexta-feira (9). Decisão da juíza Suzana Paula Dantas Corrêa, da 29ª Zona Eleitoral.

Gustavo venceu eleições por apenas cinco votos, ao lado de Fabielle (Foto: reprodução)

Gustavo venceu eleições por apenas cinco votos, ao lado de Fabielle Cristina (Foto: reprodução)

Além da cassação de diploma, a magistrada ainda acrescentou sanção de inelegibilidade de oito anos para ambos, a contar da eleição. Os dois eram componentes da Coligação União que o Povo Quer.

“Embora Fabielle Cristina não tenha contribuído para a prática dos ilícitos eleitorais em apuração, mas considerando que a penalidade de cassação do diploma concedido ao candidato ao cargo majoritário alcança a chapa registrada por completo em razão do princípio da indivisibilidade de tal chapa, fica igualmente determinada a cassação do diploma que lhe foi conferido em decorrência das eleições de 2020”, justificou.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) foi quem provocou a demanda, assentado numa Ação de Investigação Eleitoral Judicial (AIJE).

A chapa venceu as eleições municipais por apenas cinco votos (16.823 contra 16.818 votos), em relação ao principal adversário, o ex-prefeito Ivan Júnior (Republicanos) – da Coligação União pelo Assu.

A decisão cabe recurso. E os condenados podem continuar nos respectivos cargos no andamento da defesa.

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quinta-feira - 01/09/2022 - 23:52h
Julgamento

Tribunal mantém candidatura de deputado estadual

Seis a zero. Esse o placar de julgamento favorável ao presidente da Assembleia Legislativa do RN, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), candidato à reeleição, em processo discutido e votado nessa quinta-feira (1º) no plenário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN).

Parecer do Ministério Público Eleitoral questionava a candidatura, por considerar que ele ocupava presidência da AL e da Fundação Djalma Maranhão, não  tendo se desincompatibilizado seis meses antes do pleito das funções dessa segunda.

No pleno do TRE/RN o entendimento apontou para legitimidade da candidatura de Ezequiel Ferreira.

Leia também: Por unanimidade, João Maia garante candidatura à reeleição.

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quarta-feira - 19/05/2021 - 09:54h
Eleições 2020

Justiça julga Rosalba por abuso eleitoral que pode torná-la inelegível

Oito dias antes das eleições municipais de 15 de novembro do ano passado, dia 7, quando era candidata à reeleição, a então prefeita Rosalba Ciarlini (PP) desembarcou na Maisa, maior polo rural do município. Sem nenhum disfarce ou qualquer temor, oficializou compromisso para viabilização de poço ao abastecimento de água na comunidade.

Mesmo ciente da irregularidade, vedada pela legislação eleitoral, ela tentou se capitalizar com o “feito”. Discursou durante o dia entre moradores, militantes, assessores, secretários municipais e candidatos a vereador. À noite, repetiu a pregação em comício, confirmando a irregularidade (veja vídeos nessa postagem).

Entretanto, o Ministério Público Eleitoral (MPE) e a Coligação Muda Mossoró formalizaram denúncia contra a prefeita-candidata. Às 10h dessa quarta-feira (19) tem audiência marcada na 33ª Zona Eleitoral, de forma remota. A ex-prefeita não reeleita responde por abuso de poder político e econômico, o que poderá levá-la à inelegibilidade, entre outras sanções.

O art. 73 da Lei das Eleições proíbe aos agentes públicos a prática de atos capazes de afetar a igualdade dos candidatos na disputa eleitoral. Essas restrições buscam impedir o uso de recursos públicos para a promoção de campanhas eleitorais. São as chamadas condutas vedadas a agentes públicos. Rosalba não tem como alegar desconhecimento da lei.

No Art. 77, da mesma Lei das Eleições, é tudo muito claro: “É proibido a qualquer candidato comparecer, nos 3 (três) meses que precedem o pleito, a inaugurações de obras públicas. Parágrafo único. A inobservância do disposto neste artigo sujeita o infrator à cassação do registro ou do diploma”.

A juíza Anna Isabel de Moura preside a audiência.

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sexta-feira - 13/11/2020 - 12:10h
Poder

Políticos compram votos com drogas, afirma delegado

Luis Fernando diz que a troca de votos por droga é pública e notória (Foto: Fim da Linha)

O delegado regional da Polícia Civil do RN, Luis Fernando Sávio de Eliezer Pinto, disse textualmente ao programa Cidade Aflita da Rádio Difusora de Mossoró, que a campanha municipal mossoroense está em boa parte movida à droga. A troca de voto por crack e maconha é uma realidade.

Chapas casadas vereador-majoritária ou nomes, individualmente, estariam movimentando somas financeiras expressivas, tendo ‘boqueiros’ como cabos eleitorais à negociação final com os viciados-eleitores.

Um ‘boqueiro’ (dono da boca de fumo), pelo que se fala no submundo da política e do narcotráfico, recebe entre R$ 2 e R$ 5 mil para o trabalho de recrutamento dos eleitores.

“Fato notório”

– Isso é um fato notório. Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Militar e Ministério Público têm ciência disso e estamos com um trabalho para coibir – comentou o delegado.

Ele também antecipou, que há acompanhamento de muitos empresários e agiotas, envolvidos em outras modalidades de compra de votos. “É fato também público e notório. Sabemos que muitos estão com dinheiro guardado para repasse aos políticos”, disse.

– Temos denúncias, já temos denúncias – garantiu. “É incrível, mas é a realidade de Mossoró”, lamentou.

A entrevista foi concedida ao repórter Pádua Júnior.

Nota do Blog – Essa semana postamos um alerta sobre esse assunto em outras plataformas nossas (veja AQUI). Houve quem fizesse piada.

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sábado - 18/10/2014 - 20:02h
Internet

Liderados pelo Povo quer apuração de matéria falsa

A assessoria jurídica da campanha da Coligação Liderados pelo Povo encaminhou à Polícia Federal e ao Ministério Publico. representação atestando veiculação caluniosa contra o candidato ao Governo do Estado por essa aliança, Robinson Faria (PSD).

O material circulou no dia passado em redes sociais na Internet.

Trata-se de uma “montagem grosseira apesar de deletéria”, se manifesta a coligação

“A montagem acusa o candidato de participação em um processo de modo a tentar reverter a expressiva ascensão eleitoral por ele alcançada e divulgada pelo Ibope (8% de maioria sobre o adversário Henrique Alves-PMDB) esta semana.

Ao contrário do que é colocado na arte, o candidato Robinson Faria é testemunha de acusação arrolado pelo Ministério Público, autor da ação penal.

Trata-se de caso envolvendo contratação de serviço de inspeção veicular no Detran do RN.

Com informações da Coligação União pela Mudança.

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quarta-feira - 15/01/2014 - 08:13h
Eleições

Procuradoria da República tenta derrubar restrição ao MP

Do Portal UOL

A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que volte atrás e derrube a regra que impede o Ministério Público Federal de abrir investigações de crimes eleitorais em 2014.

O pedido é o último passo antes da PGR entrar com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) contra a decisão. A minuta da ação já está pronta. Pelas regras aprovadas pelo TSE, os inquéritos só podem ser abertos com autorização da Justiça Eleitoral.

O presidente do TSE, ministro Marco Aurélio Mello, foi voto vencido e entende que os procuradores devem ter poderes para abrir inquéritos eleitorais.

Além do pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, um grupo de procuradores eleitorais fez moção contra a regra do TSE.

Os procuradores argumentam que a exigência do inquérito passar pela autorização de um juiz eleitoral atrapalha as investigações. “A limitação criada prejudica a agilidade que deve pautar todas as apurações, mas especialmente a investigação dos crimes eleitorais, que demanda atuação célere sob pena de perecimento dos elementos de prova, o que se torna mais provável quanto mais distante o período eleitoral”, diz o documento.

Inquérito

A moção diz ainda que a regra do TSE ofende o princípio da igualdade, uma vez que diferencia crimes eleitorais do comum. “Restringir a instauração de inquérito à determinação da Justiça é uma clara ofensa à igualdade de todos perante o sistema de justiça: crimes não eleitorais sujeitos a ações penais públicas continuam a ser apurados mediante requisição de instauração de inquérito pelo Ministério Público”.

O texto que muda as regras é do ministro José Antonio Dias Toffoli, que garante que a medida vai dar mais transparência às apurações e evitar nulidades futuras.

“Num estado democrático de direito não é admissível que haja investigações de gaveta, que não sejam públicas. E, para serem públicas, elas são submetidas ao poder judiciário”, explica o ministro. Segundo ele, com o despacho do juiz, qualquer pessoa poderá acompanhar o andamento das apurações.

“Fiz a pergunta na audiência sobre qual seria a dificuldade de se fazer o pedido ao juiz eleitoral e a resposta foi: nenhuma”, disse Toffoli. Apenas o presidente do TSE, ministro Marco Aurélio Mello, votou contra.

Nota do Blog – Quanto retrocesso. A decisão do TSE é um profundo atraso. Limita o papel do MP e favorece a bandalheira em campanhas.

Será que Mossoró viveria esse momento histórico de combate à compra de votos e uso desvairado da máquina pública, que a própria Justiça Eleitoral vai confirmando, se essa regra estivesse em vigor?

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sábado - 11/01/2014 - 07:07h
Retrocesso

TSE enfraquece e limita ações do Ministério Público

Do Portalnoar

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tirou do Ministério Público o poder de pedir a instauração de inquéritos policiais para investigação crimes nas eleições deste ano.

A partir de agora, promotores e procuradores terão de pedir autorização à Justiça Eleitoral para abrir uma apuração de suspeita de caixa dois, compra de votos, abuso de poder econômico, difamação e várias outras práticas.

Até a eleição de 2012, o TSE tinha entendimento diferente.

As resoluções anteriores que regulavam as eleições diziam: “o inquérito policial eleitoral somente será instaurado mediante requisição do Ministério Público ou da Justiça Eleitoral”.

Para o pleito de 2014, os ministros mudaram o texto: “o inquérito policial eleitoral somente será instaurado mediante determinação da Justiça Eleitoral”.

Ou seja, o Ministério Público foi excluído.

Nota do Blog – Quanto retrocesso.

A turma que gosta de fraudar eleições, influindo no resultado final dos pleitos, agradece penhoradamente aos caríssimos integrantes da corte.

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sexta-feira - 15/03/2013 - 18:00h
Eleições em Mossoró

Juiz do TRE pede informações sobre supostos abusos

“Justiça dá 10 dias para Rosalba explicar o uso da máquina do Governo nas eleição”. Eis a manchete da página 5 no primeiro caderno d´O Jornal de Hoje (vespertino natalense), edição de hoje.

A manchetinha da mesma reportagem complementa: “Juiz cobra informações sobre gastos em obras e publicidade para saber se Cláudia Regina (DEM) foi mesmo favorecida”.

O Jornal de Hoje trata de despacho do juiz Verlano Medeiros, em cima de Recurso Contra Expedição de Diploma (RECED) que advogados da candidata derrotada à Prefeitura de Mossoró, deputada estadual Larissa Rosado (PSB), protocolaram no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Verlano Medeiros cobra farta documentação (Foto Canindé Soares)

A ação tem basicamente o mesmo conteúdo de ação que corre na 33ª Zona Eleitoral em Mossoró, julgada há apenas poucos dias pelo juiz José Herval Sampaio Júnior – em que decidiu pela cassação da candidata governista Cláudia Regina e seu vice Wellington Filho (PMDB), além de lhes aplicar outras sanções.

Vale lembrar que essa sentença teve seus efeitos suspensos pelo juiz da 34ª Zona Eleitoral, Pedro Cordeiro Júnior, após apreciar embargos de declaração de advogados de Cláudia e Wellington. Cordeiro substituía Herval, que entrara em férias na 33ª Zona Eleitoral.

Ministério Público

O Ministério Público Eleitoral (MPE), não satisfeito com a decisão de Pedro, apresentou questionamento à Justiça ainda nesta semana.

O vespertino natalense informa que o juiz Verlano Medeiros, com assento no TRE, emitiu uma série de determinações para se nutrir de maiores elementos técnicos, para embasar uma decisão sobre a matéria. Ele poderá ouvir posteriormente alguns nomes citados, desde prefeita e vice-prefeito cassados a governadora.

Além do Governo do Estado, Verlano Medeiros pede informações à Prefeitura de Mossoró, à Justiça Eleitoral em primeira instância, ao Departamento de Avição Civil (DAC) e à Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (INFRAERO).

Nesses dois últimos, organismos federais, o magistrado objetiva identificar se há elementos para comprovar abuso no uso do avião Bandeirante E 110 P1 (prefixo PP-ERN) na campanha eleitoral.

A aeronave pousou 56 vezes no Aeroporto Dix-sept Rosado (Mossoró), somente no último mês da disputa eleitoral (Veja AQUI) – setembro de 2012. Em todo o ano anterior, 2011, o mesmo avião ‘pisou’ em solo mossoroense 98 vezes.

Imprensa

No mesmo despacho, Verlano Medeiros vai mais além. Cobra dos jornais De Fato, Correio da Tarde e Gazeta do Oeste, bem como das rádios Libertadora, RPC e Difusora, apresentação de relatórios e documentos referentes a pagamento de propaganda oficial do Estado e da Prefeitura nos exercícios de 2011 e 2012 (com respectivas notas fiscais). O mesmo é solicitado à TV Cabo Mossoró (TCM).

O RECED dos advogados de Larissa segue a mesma disposição manifestada implicitamente pelo MPE, através das promotoras Ana Ximenes e Karine Crispim. Identificando morosidade nos juízes de primeira instância para julgamento de denúncias, elas resolveram aportar diretamente no TRE, onde o rito de julgamento é mais célere.

Está com o mesmo juiz Verlano um RECED assinado pelas promotoras, em que elas elencam sete denúncias formuladas para pedido de cassação de diploma de Cláudia e Wellington, por captação ilícita de votos, uso da máquina pública e abuso do poder econômico.  Veja AQUI.

Acompanhe mais notícias e informações de bastidores por nosso Twitter AQUI.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público
segunda-feira - 27/08/2012 - 15:22h
Recomendação

Prefeitura de Macau suspende festejos

A Prefeitura do Macau suspendeu festejos em torno de data cívica do município. Atende à recomendação do Ministério Público Eleitoral e outros organismos fiscalizadores do erário e da lei.

Veja abaixo o conteúdo de nota sobre o assunto, que o Município emitiu:

A Prefeitura Municipal de Macau comunica a todos os interessados que, atendendo à Recomendação Conjunta nº 01/2012, do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Estado do RN, do Ministério Público do Estado do RN, do Ministério Público Federal no RN e do Ministério Público Eleitoral, que determinou que os 139 (cento e trinta e nove) Municípios do Estado do RN abrangidos pelo Decreto nº 22.637, de 11 de abril de 2012, que decretou situação de emergência nos Municípios do RN afetados por desastres naturais relacionados com a intensa redução das precipitações hídricas em decorrência da estiagem, se abstenham de realizar despesas com eventos festivos, incluindo a contratação de artistas, serviços de “buffets” e montagens de estruturas para eventos, resolveu que as despesas relacionadas à FESTA DO SAL 2012 se restringirão aos eventos cívicos.

Macau/RN, 27 de agosto de 2012.

Flávio Vieira Veras – Prefeito

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  • Repet
sexta-feira - 13/07/2012 - 17:45h
RN

MP Eleitoral busca impugnação de 157 candidatos

O Ministério Público Eleitoral (MPE) ingressou com mais 157 ações de impugnação de registro de candidatura (Airc). Natal é a cidade com a maior quantidade de impugnações. Até a manhã de hoje, 13 de julho, foram ajuizadas na capital do estado 82 Aircs. Em Parnamirim, foram 48 ações de impugnação.

No interior do estado, a ausência de comprovante de escolaridade tem sido a causa campeã do ajuizamento das ações.

Em Natal, a falta de documentos que comprovem a desincompatibilização de cargos públicos no prazo legal e a aplicação da Lei da Ficha Limpa figuram em primeiro e segundo lugar, respectivamente.

Neste último caso, estão incluídos os candidatos a prefeito de Extremoz e Maxaranguape, Enilton Batista da Trindade e Antonio Costa Filho.

Veja a página do Ministério Público Eleitoral AQUI.

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Categoria(s): Eleições 2012
quarta-feira - 04/07/2012 - 10:31h
Política

Primeira Página (Quarta-feira, 4 de Julho de 2012)

Nazareno – O vereador José Nazareno de Lemos (DEM) vai retornar à Câmara Municipal de Areia Branca, com amparo legal de decisão obtida no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de modo que possa concluir seu quinto mandato consecutivoto. Ele fora cassado por infidelidade partidária no dia 17 de maio, em decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), refeita pelo TSE esta semana. Sua posse ocorre na manhã de hoje em sessão extra da Câmara Municipal. Nazareno era do PP e migrou para o DEM, sofrendo processo de cassação. Em seu lugar tinha assumido o suplente Roberto Gonçalves (PP).

“Marquinhos de Sônia Lanches” – Antônio Marcos Rodrigues Alves, filho de minha querida amiga “Sônia Lanches”, é candidato a vereador pelo PV de Mossoró. Soube ontem do seu registro. Barrocas, Santo Antônio e bairros adjacentes são áreas que definem geopoliticamente o seu reduto. Fico na torcida por seu sucesso, Marquinhos. E um abraço na minha amiga, a quem devo uma visita para demorar muito.

Carlos Eduardo – O ex-prefeito e candidato a prefeito do Natal pelo PDT, Carlos Eduardo Alves, é um dos 45 gestores públicos listados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), em relação enviada ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), com “bronca” nessa corte técnica. A relação foi endereçada ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Francisco Saraiva Sobrinho, além do procurador chefe da Procuradoria Regional Eleitoral, Paulo Sérgio Duarte da Rocha Júnior. “A lista divulgada pelo TCE não se reveste de caráter de inelegibilidade”, fez questão de ponderar o presidente do TCE, ex-deputado estadual Valério Mesquita. Veja a lista completa AQUI.

Emílio – A ex-presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Maria Lúcia Ferreira, está representada na campanha deste ano em Mossoró através de um de seus filhos. Emílio Ferreira é candidato a vereador pelo PSD,  em coligação que apóia a deputada estadual Larissa Rosado (PSB) à prefeitura.

Goreti – A prefeita Goreti Pinto (PMDB) do Apodi, incluída na listagem ficha-suja do TCE, é candidata à reeleição. Mas seu futuro será decidido mesmo pelo TRE. A sucessão em Apodi está mais efervescente do que nunca.

Goreti: TRE com decisão

Ministério Público – Pela primeira vez, uma eleição no Rio Grande do Norte contará com promotores eleitorais em todas as 69 zonas. O procurador Regional Eleitoral Paulo Sérgio Rocha esteve reunido com todos os titulares dessas zonas, para afinar atuação, em reunião na segunda-Feira (2), em Natal. O prazo para que os partidos requeiram o registro das candidaturas termina às 19h da quinta-feira (5). Com a publicação do pedido de registro, o Ministério Público Eleitoral terá cinco dias para produzir eventuais ações de impugnação. Um volume de trabalho enorme e sempre muito delicado.

Largada – Oficialmente, a campanha municipal em todo o país terá início na sexta-feira (6). A partir daí, os partidos políticos e candidatos têm autorização legal para fazerem propaganda eleitoral, sair às ruas pedindo voto, colocar carros-de-som e até mesmo realizar comícios. Entre 8 e 22h, o pede-pede de votos é permitido nas sedes partidárias, carros-de-com etc. Comício podem ocorrer de 8 às 24h.

Cláudia Regina – Conversei demoradamente com a candidata a prefeito de Mossoró pelo DEM, vereadora Cláudia Regina. Trocamos impressões sobre convenção municipal, estrutura de campanha e a corrida eleitoral em si no município. Admitiu dificuldades, mas asseverou que não lhe faltará fôlego à contenda. Outros e outros detalhes da prosa não posso adiantar, porque não tive autorização para tal. Respeito à fonte.

Entrevista – O Blog do Carlos Santos propõe-se a fazer entrevista com todos os cinco candidatos a prefeito de Mossoró, no curso da campanha que se avizinha. Espaços equânimes. Prioridade em aspectos de gestão pública, longe de tititi, picuinhas. Interesse em ideias, conteúdo, biografia pessoal.

Quatro – Quatro candidatos disputam a Prefeitura de Macau este ano. Quando se articulava uma coalizão de oposicionista para enfrentar o grupo do prefeito Flávio Veras (PMDB), esse entendimento se volatizou com a morte à semana passada do então pré-candidato Zé Filho (DEM). Por isso que o cenário tem a vereadora Odete Lopes (DEM), Eduardo Lemos (PSB) e Wilson Roberto (PT) na corrida eleitoral, enfrentando Kerginaldo Pinto (PMDB), apoiado por Flávio Veras.

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segunda-feira - 03/10/2011 - 14:27h
Mudança partidária

Mandatos eletivos que correm muito perigo

Algumas mudanças partidárias que estão ocorrendo ou acontecerão, no Rio Grande do Norte, podem ser questionadas em juízo. A legislação dá amparo à ação.

Garantias verbais de diretórios partidários, prometendo o não-questionamento de migração de filiados, com mandatos eletivos, não têm qualquer valor legal.

O Ministério Público Eleitoral e suplentes possuem prerrogativas à cobrança do mandato.

Anote.

Vem barulho por aí.

Depois trago novidades.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público
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