quarta-feira - 14/08/2024 - 06:08h
Problema judicial

“Plano B” fará parte de campanha delicada de ex-prefeito

Souza é da Coligação União pela Mudança (Foto: Costa Branca News)

Souza foi prefeito duas vezes de Areia Branca (Foto: Costa Branca News/Arquivo)

Um dos primeiros e grandes desafios do ex-deputado estadual Manoel Cunha Neto (UB), o “Souza”, à campanha municipal 2024 em Areia Branca, não é vencer as eleições: é convencer o eleitor de que sua candidatura é de verdade.

É para valer.

Com impedimento legal, por conta de condenação devido improbidade administrativa – decisão do Tribunal de Justiça do RN (TJRN) no dia 7 de maio deste ano (veja AQUI e AQUI) – Souza marcha com enormes possibilidades de não superar essa barreira legal.

Ex-vereador, vice-prefeito em dois mandatos e prefeito duas vezes, Souza tem seu “plano B.” Um substituto. Entretanto, enquanto puder levar seu nome no estandarte, à frente da militância, ele o fará.

Sim, mas quem é mesmo essa opção?

Nem às paredes confesso.

Aguarde, por favor.

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quinta-feira - 14/03/2024 - 10:46h
Sucessão municipal

Com balão de ensaio fracassado, prefeito precisa acertar alvo

Ilustração de IA - BCS

Ilustração de IA – BCS

O balão de ensaio da secretária de Planejamento da Prefeitura de Natal, Joanna Guerra, não vingou.

O prefeito Álvaro Dias (Republicanos) bem que tentou, tentou, tentou…

Sobram-lhe as opções de apoio ao ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PSD) ou Paulinho Freire (União Brasil).

Ou tentar um plano B, C, D…

Rafael Motta (PSB), que saiu há pouco do seu secretariado, nem pensar.

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segunda-feira - 10/07/2023 - 05:50h
Sucessão municipal

Rosalbismo faz novo investimento em “Plano B” para enfrentar Allyson

Carlos e Rosalba querem um nome para à disputa, mas mantendo ela como opção principal (Fotomontagem do BCS)

Carlos e Rosalba querem um nome para à disputa, mas mantendo ela como opção principal (Fotomontagem do BCS)

O rosalbismo aposta em outra opção à sucessão do prefeito mossoroense Allyson Bezerra (União Brasil): o vereador Tony Fernandes (Solidariedade), o “Cabo Tony.”

O grupo liderado pelo ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (PP) e pela ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) tem como prioridade, claro, o nome dela. Porém, na leitura do quadro atual há temor de passar vexame na disputa nas urnas contra o prefeito, que a derrotou em 2020.

Se houver um rebaixamento de ‘teto’ de Allyson Bezerra nos próximos meses, ou seja, com queda abissal em sua popularidade e de governo, Rosalba será candidata. Assim como ocorreu em 2016: a “Rosa” só admitiu que concorreria à prefeitura no início daquele ano eleitoral, com reprovação expressiva do nome do prefeito Francisco José Júnior (PSD).

O “Plano B” para 2024 é Tony, se as perspectivas de vitória com o nome dela forem escassas. Caindo vertiginosamente a aceitação de Allyson, Rosalba é a candidata, claro. O raciocínio do rosalbismo é pragmático. A obsessão é ejetar Allyson Bezerra do Palácio da Resistência.

Cizânia

A princípio, o cerco e ‘investimento’ eram na cizânia no grupo governista, alimentando uma candidatura a prefeito do presidente da Câmara Municipal, Lawrence Amorim (Solidariedade). O casal desistiu, por entender que esse rompimento entre Lawrence e Allyson não vai prosperar até à campanha de 2024.

Líder da oposição, Tony saiu da bancada governista ainda nos primeiros meses de gestão de Allyson. Na própria campanha municipal vitoriosa de 2020, só apoiou a candidatura dele nos últimos dias, quando a eleição do jovem deputado estadual parecia iminente, contra a favoritíssima Rosalba.

Em 2022, ele concorreu à Assembleia Legislativa na mesma legenda do grupo do prefeito, algo incomum na política mossoroense.

O Rosalbismo vive seu pior momento desde que os primeiros passos como dissidência do rosadismo (grupo familiar homogêneo por décadas), nos anos 80 do século passado. Era o “elo mais fraco”, numa célebre avaliação do prefeito Dix-huit Rosado, tio de Carlos Augusto, em discurso proferido em 1985.

Depois de revelar-se muito forte, o rosalbismo não tem sequer um mandato a vereador. Contudo, não está morto. Daí a movimentação para tentar derrotar o prefeito Allyson Bezerra, direta ou indiretamente. Com Rosalba, Tony ou outra fórmula qualquer. E essa não é uma conversa de alpendre à beira-mar de Tibau-RN.

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quinta-feira - 31/03/2022 - 08:50h
Plano D

Bolsonarismo vive frustração e esperança para ter palanque no RN

Presidente joga a toalha em relação a Ezequiel, distante do seu palanque, e mira Carla Dickson

A passagem do presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo Rio Grande do Norte em Parnamirim, nessa quarta-feira (30), teve povo, várias autoridades políticas, novas declarações polêmicas e um sentimento ambivalente de frustração e esperança. O grupo do presidente continua sem chapa majoritária às eleições locais, mas tem um alento para fechar nomes.

O bolsonarismo procura desesperadamente alguém para chamar de ‘meu candidato a governador’. Dia passado, vários setores da imprensa falavam e atestavam que a deputada federal interina Carla Dickson (União Brasil) era a ‘bola da vez’.

Carla Dickson postou em suas redes sociais vídeo em que é exaltada e acena em agradecimento por "missão" (Reprodução Canal BCS)

Carla Dickson postou em suas redes sociais vídeo em que é exaltada e acena em agradecimento por “missão” (Reprodução Canal BCS)

A parlamentar foi sondada para ser o nome desse segmento político ao governo estadual. E no palanque em Parnamirim, Bolsonaro chamou-a mais para perto de si e de um de seus ministros mais próximos, Rogério Marinho (PL), afagando-os com palavras: “Esses aqui representam bem o Brasil e o Rio Grande do Norte”.

E acrescentou: “Vocês têm uma missão, vocês vão cumprir essa missão!”

Carla, efetivando-se, não é exatamente um “Plano B”, mas “Plano D”, de desespero para fechar um palanque. Sem um candidato a governador minimamente competitivo, o bolsonarismo compromete inclusive a eleição ao Senado do ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho.

A ficha caiu

Pelo tempo exíguo e ausência de nomes com mínima coragem e potencial à disputa, vai Carla mesmo.

Há meses que o bolsonarismo embalava, exalta e aposta todas as suas fichas no presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira (PSDB), como seu candidato. Isso, mesmo ele sendo aliado desde o primeiro dia de administração da governadora Fátima Bezerra (PT).

Porém, ontem finalmente caiu a ficha. Ferreira novamente, de novo, outra vez, sequer apareceu para agenda presidencial. Porém, teve o nome anunciado pelo cerimonial como se estivesse presente, uma esperança que estava no roteiro, mas que não se confirmou de fato.

O desabafo do bolsonarismo (veja AQUI), jogando a toalha em relação ao tucano que votou em João Doria para concorrer à presidência da República, em prévias do seu partido, diz muito. Caiu a ficha.

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sexta-feira - 27/07/2018 - 19:22h
"Plano B"

Rosalbismo não apoiará Larissa Rosado em outro palanque

“Existe um Plano B. Podemos lançar um candidato com muitas chances de eleição”. Essa declaração foi dada nesta sexta-feira (27) à noite, ao programa “Enfoque Político” (TV Terra do Sal, Canal 173, sistema cabo Brisanet), pelo deputado federal Beto Rosado (PSB).

Saulo ouviu Beto Rosado deixar posição bastante clara para grupo de Larissa e Sandra. Sem rodeio algum. (Foto: BCS)

“Sempre sonhamos em ter nova cadeira (…). É espaço importantíssimo na Assembleia Legislativa (…). Esperamos também lançar esse nome. Está sendo estudado”, reiterou o parlamentar.

Antes disso, admitiu que a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB) “ainda é um nome em discussão” para apoio do rosalbismo. Porém há impasse no momento para acomodação de interesses entre o grupo da deputada e de sua mãe, vereadora e pré-candidata à Câmara Federal Sandra Rosado (PSDB).

Outros nomes

Para Beto, “ela (Larissa) tem muita chance de ser o nome num grupo unificado”, ou seja com todos de um mesmo lado.

Se não for possível, “tem outros nomes interessantes. Está sendo estudado”. Mas ele praticamente descartou que seu pai e ex-deputado federal Betinho Rosado seja esse Plano B.

Explicitamente, o deputado deixou claro que o rosalbismo quer a retirada da postulação de Sandra à Câmara Federal. Em contrapartida, dará endosso à Larissa Rosado. Elas – mãe e filha – que se entendam com a cúpula do PSDB.

Simples assim.

* O Enfoque Político é apresentado pelo jornalista e blogueiro Saulo Vale.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 10/11/2016 - 08:13h
Deputado Estadual

O Plano B de Robinson Faria

Aqui e acolá já ouvimos a expressão “Plano B” vinculada ao futuro político do governador Robinson Faria (PSD).

A reeleição é vista por muitos como extremamente difícil.

Em meio a muitas especulações e ilações, estão ignorando uma hipótese real: Robinson ser candidato a deputado estadual, retornando para a Casa que presidiu por anos, sem maiores intempéries.

De lá saiu para ser vice de Rosalba Ciarlini (PP) e, em seguida, governador.

Como ela à época eleitoral sucessória, em queda livre e com escassas chances de reverter cenário devastador de reprovação popular.

O Plano B de Robinson é esse. O A, é quase um delírio: ressuscitar dos mortos políticos.

Nada de fulano ou sicrano à sua simples substituição, corrida ao Senado etc.

Quanto à reeleição…

Deixa para lá!

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  • Repet
domingo - 20/12/2015 - 13:31h
Espelho, espelho meu...

Alter ego vai dizer para o prefeito o caminho a seguir

Com acentuado desgaste do seu Governo e relações políticas esgarçadas em praticamente todas as frentes, o prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) tem matutado sobre necessidade de um “Plano B” às eleições municipais – em 2016.

Seu líder político, governador Robinson Faria (PSD), também.

Falta o prefeito ouvir seu principal conselheiro, um tal de alter ego: o espelho.

Pesquisas que encomendou para consumo interno, pelo Instituto Certus, já indicam caminho alternativo.

Então, tá.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 30/04/2014 - 10:40h
Eleições suplementares

Rosalba diz que Cláudia Regina decide sobre ‘candidatura’

Por Leonardo Dantas (Portalnoar)

Para a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) uma possível substituição do nome de Cláudia Regina na disputa a Prefeitura de Mossoró pelo DEM cabe apenas a própria candidata. A questão é que o pleito suplementar em andamento ocorre justamente devido a cassação da candidata, que se encontra inelegível e sem registro de candidatura.

Rosalba desconversou se o partido teria um “plano B” para disputar as eleições e ainda falou em decisão judicial, mesmo com votação prevista para ocorrer já no domingo (4).

Plano B

“Os advogados em nome dela fizeram o recurso, estamos aguardando. A alternativa [Plano B] tem que ser decidido por ela. Ela é a candidata e é preciso sentar  e conversar. O partido respeita isso”, disse.

Apesar de colocar a responsabilidade em Cláudia Regina, a cerca da decisão de um sucessor, a governadora assegurou que mantém o apoio e lamentou a realidade política em Mossoró. “Considero essa situação dolorosa até porque foi o povo quem escolheu Cláudia. Ela ainda não teve muitas das ações julgadas e outras foram atropeladas”, comentou Rosalba.

 

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terça-feira - 14/01/2014 - 07:14h
Sobrevivência política

“Plano B” na medida da necessidade e o delírio

De Natal ao interior, a declaração de maior repercussão na política potiguar, desde o domingo (12), é a emitida pelo vice-governador dissidente Robinson Faria (PSD), sobre hipótese de desistir de disputa ao Governo do Estado:

– Não posso pensar só no meu sonho, apenas na minha motivação. Se eu ficar isolado, o PSD ficar isolado, terei que pensar no plano B – declarou ele.

Sinceramente, acho que há um superdimensionamento ou uma dificuldade de se contextualizar as palavras de  Robinson.

Na verdade, ele não está só nas dúvidas quanto ao futuro. A diferença crucial, é que até aqui, é o único nome de expressão da política do Rio Grande do Norte, a admitir essa fragilidade de propósito e temor de sobrar na “curva”.

Foi claro, sem titubeios.

Wilma de Faria (PSB) também tem Plano B.

Em relação a Henrique Alves (PMDB) e seu PMDB, existem o Plano B, C…

No PT, a deputada federal Fátima Bezerra está no mesmo time.

Com Rosalba Ciarlini (DEM) o caso é de delírio: ela acredita, de verdade, em seu Plano A: a reeleição.

 

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Categoria(s): Política
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