sexta-feira - 24/03/2023 - 07:02h
Ataques criminosos

Após explosão de bomba, governo vê necessidade de reparar ponte

O pilar da Ponte Costa e Silva (conhecida como ponte de Igapó), avariado durante um ataque criminoso na última quarta-feira (22) deverá ter o reparo iniciado imediatamente. De acordo com especialistas, não há risco iminente de queda, mas caso não passe por reparo, o trecho atingido poderá ficar comprometido rapidamente com o trânsito de veículos.

Coletiva deu esclarecimentos mais seguros sobre o caso (Foto: divulgação)

Coletiva deu esclarecimentos mais seguros sobre o caso (Foto: divulgação)

A ponte, que liga as zonas Oeste e Norte de Natal, compõe um trecho da BR-101, portanto tem jurisdição federal. Por isso, assim que o ataque criminoso ocorreu, a governadora Fátima Bezerra entrou em contato com o ministro da Infraestrutura, Renan Filho, de quem ouviu palavras de total apoio. “Sendo um equipamento que interessa ao nosso estado, fizemos a ponte entre os órgãos e buscamos junto ao Governo federal toda a garantia de que esse serviço possa ser executado o mais rápido possível”, disse o secretário estadual de Infraestrutura, Gustavo Coelho.

As palavras do secretário foram ditas na tarde desta quinta-feira (23), durante uma entrevista coletiva que contou ainda com representantes do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) e Instituto Técnico e Científico de Perícia (ITEP).

Tanto o Crea como o Dnit fizeram visitas técnicas e constataram que na ponte há danos por conta da bomba que foi explodida no local por criminosos, mas que podem ser reparados.

Nota do Canal BCS – Logo após o episódio houve uma corrida às redes sociais e imprensa com duas versões em conflito: uma, garantindo que não tinha ocorrido nada demais, com uso de explosivo por facção criminosa.. Não tinha provocado qualquer avaria. Tudo era alarmismo da corrente do ‘quanto pior, melhor’. Outra, assegurava que a ponte corria perigo de ruir. Resumindo, a explosão causou dano. Não foi uma bombinha para gerar apenas pânico.

Agora, o realismo: o governo admite que precisa logo fazer reparos para que não ocorra comprometimento em seguida. Assunto encerrado.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
sábado - 24/09/2022 - 08:44h
Salinas

Censo 2022 chega a um minúsculo e quase ignorado bairro de Natal

O Censo 2022 foi finalizado em mais de 30% dos setores (pedaços do território) do Rio Grande do Norte. Os recenseadores avançam por cada recanto do Brasil para ajudar a montar o mosaico da sociedade. Um desses lugares é o bairro de Natal com a menor população do estado, segundo o Censo 2010: Salinas.

Recenseador Raphael Nascimento percorre o bairro Salinas, zona Norte de Natal, em meio a viveiros de camarão (Foto Marcelo Lima/IBGE).

Recenseador Raphael Nascimento percorre o bairro Salinas, zona Norte de Natal, em meio a viveiros de camarão (Foto Marcelo Lima/IBGE).

A cidade tem população estimada em de 896.708 pessoas (2021), mas Salinas pouco além de mil pessoas.

Apesar de ter mais de 10 mil metros quadrados, a maior parte das casas está espremida entre a linha férrea e viveiros de camarão.

Chegar até uma casa no meio das fazendas de camarão é quase uma aventura.  É o que vivenciou o recenseador Raphael Nascimento. Embora esteja a alguns metros da Ponte de Igapó, a Rua Siqueira Campos, por exemplo, não lembra em nada as filas intermináveis de carros que cruzam o rio em horários de pico.  O cenário é muito distante dos vídeos e fotos que vendem Natal como endereço turístico internacional.

O nome do bairro tem origem na extração de sal que existia na região. Também é símbolo do Projeto Camarão, iniciativa do governo do RN, da década de 1970, para estimular a produção do crustáceo que está na identidade dos norte-rio-grandenses. O primeiro registro histórico do local é do ano de 1.748.

Hoje faz parte da Zona de Proteção Ambiental (ZPA) 8, que abarca o estuário do rio Potengi e manguezal.   

População: 1.177 pessoas. 

Domicílios: 331. 

Limites: bairros Potengi e Redinha ao norte; rio Potengi a leste e sul; e Igapó a oeste. 

Área: 10,31 quilômetros quadrados (km²). 

Saneamento: 103 casas ligadas a rede de esgoto ou rede pluvial. 

Abastecimento de água: 327 casas recebem água da rede da companhia de água.

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