quinta-feira - 22/10/2015 - 07:33h
Audiência pública

Previdência própria nos municípios será debatida hoje

A proposta de criação dos regimes próprios de previdência nos entes federativos vem sendo matéria de grande discussão no país, em especial nos pequenos municípios.

Visando o debate do tema no Legislativo Estadual, o deputado Fernando Mineiro (PT) realiza nesta quinta-feira (22), às 14h30min, uma audiência pública para discutir os riscos e desafios oferecidos pela proposta.

“O grande questionamento que tem sido feito é se a implementação do regime próprio de previdência pode ou não ser positiva para os municípios. Queremos identificar vantagens, comparando as situações apuradas com as existentes na vinculação com o regime geral”, justifica Mineiro.

Com informações da AL.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 19/09/2014 - 08:38h
Servidores que se cuidem

Previdência própria em municípios do RN apresenta déficit

Estudo realizado pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (DIEESE) aponta que dos 20 municípios do Rio Grande do Norte que criaram Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) 18 se encontram com déficit atuarial. Os dados se referem ao mês de dezembro do ano passado e são do Demonstrativo de Resultado de Avaliação Atuarial (DRAA) do Ministério da Previdência Social.

O demonstrativo aponta ainda que dos 5.566 municípios brasileiros, 2.030 (36,5%) têm RPPS. Desse total, apenas, 594, (29,3%), estão com o Cadastro de Regularização Previdenciária (CRP) válido, e 131 estão em processo de extinção.

O CRP é uma certidão do Ministério da Previdência que garante que o município está com o seu RPPS regular e que o habilita as transferências voluntárias de recursos da União, celebração de acordos, contratos, convênios ou ajustes.

Para obter o CRP, é necessário o cumprimento de alguns requisitos pelo Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), tais como a observância do caráter contributivo deste regime, com as ressalvas legais; observância do equilíbrio financeiro e atuarial, atendidos os parâmetros estabelecidos em normas atuárias aplicáveis ao Regime Próprio; cobertura exclusiva a servidores públicos titulares de cargos efetivos e a militares e seus respectivos dependentes; existência de apenas um RPPS e uma unidade gestora do respectivo regime no ente; utilização de recursos previdenciários apenas para o pagamento de benefícios e para a taxa de administração do RPPS; pleno acesso dos segurados às informações relativas à gestão do RPPS; manutenção de contas bancárias destinadas aos recursos financeiros do RPPS distintas das contas do tesouro do ente; dentre outros requisitos de relevância para a emissão do certificado.

No Rio Grande do Norte, dos 167 municípios, 25 (15%) contam com RPPS. Desse total, apenas, cinco municípios (20%) têm CRP válido; e um em processo de extinção.

Nessa situação, esses regimes exigem da receita do referidos municípios suplemento para tentar ajustar e equilibrar a situação atuarial.

De acordo com os dados apresentados, as situações mais delicadas dos RPPS nos

municípios potiguares são: Alexandria que exige suplemento de 26,45%; Coronel João

Pessoa, com 11,99%; São Gonçalo do Amarante com 8,5%; Macau com 7,74%, Lajes

com 5,19%; Felipe Guerra com 5,16%, Macaíba e Mossoró com 5%, cada; e São Tomé

com 4,4%.

O DIEESE revela que não há indícios que se permitam afirmar sobre quais municípios estão suplementando o caixa dos RPPS, de acordo com a recomendação dos estudos atuariais.

“Assim, faz-se necessário afirmar que a manutenção do desequilíbrio atuarial dos RPPS irá resultar em desajuste nas contas desses municípios, pelo crescimento contínuo das despesas com pessoal, e comprometerá a capacidade administrativa dos entes federativos para a efetivação de outras políticas públicas de interesse da totalidade dos cidadãos”, aponta o estudo do DIEESE.S

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Categoria(s): Administração Pública
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quarta-feira - 21/12/2011 - 22:10h
Na luta

Servidores tentam anular em Justiça criação de Previdência

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) entrou com ação na Justiça pleiteando a anulação da lei que criou a previdência própria da prefeitura (o Previ Mossoró).

A entidade alega que não foram cumpridos os trâmites legais estabelecidos na Constituição Federal e na Lei 9.717/98, que preveem a participação dos trabalhadores no processo de discussão e criação de regimes de previdência própria.

Além de atuar na esfera jurídica, o sindicato também atuará em outras frentes, mobilizando os trabalhadores.

Em assembleia realizada na manhã desta quarta-feira (21), os servidores decidiram que vão informar ao sindicato toda vez que a prefeitura estiver nos locais de trabalho apresentando o sistema de previdência própria ao funcionalismo. “O servidor vai nos informar para que estejamos presentes e provoquemos o debate”, destaca a presidenta Marilda Sousa.

Os servidores decidiram ainda que será feita uma grande mobilização do pessoal da Saúde na última semana de janeiro e uma segunda, na Educação, na primeira semana de fevereiro, ambas de 2012. O objetivo é mobilizar os trabalhadores para a assembleia que será realizada em 9 de fevereiro, às 9h30, no auditório do Serviço Social da Indústria (SESI).

“É preciso que se construa outro texto. A categoria já entendeu que o regime de previdência própria, da forma como foi criado pela prefeitura, o prejudica demais. Por isso, é preciso que seja criado um novo texto”, finaliza Marilda Sousa.

 

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Categoria(s): Administração Pública / Gerais
sábado - 17/12/2011 - 10:23h
Governo Da Gente ("deles")

Previdência é questionada; servidores devem ir à justiça

“Regime de Previdência Própria dos Servidores Públicos Municipais – Um Novo Desafio”. Esse o tema de seminário promovido pela Federação dos Trabalhadores em Administração Pública Municipal do RN (FETAM-RN), nessa sexta-feira (16), no Hotel VillaOeste, em Mossoró.

“O fato é que haverá uma redução de encargos. Além disso, na maioria das vezes, os prefeitos criam leis definindo uma redução no percentual de sua contrapartida”, disse o eonomiário Jorge de Castro,  gerente regional da Caixa Econômica Federal, um dos debatedores.

Já o advogado Valdecy da Costa Alves, assessor jurídico da Fetam-CE, revelou que em alguns municípios será possível uma economia de até 50%. “Tem cidades que oque a prefeitura gasta hoje com o regime de previdência própria é metade do que gastava no regime de previdência geral. O que se questiona é o que está sendo feito com esse dinheiro que está sobrando”, analisa.

Valdecy Costa Alves diz que na maioria das vezes, os prefeitos vão ver a contribuição do trabalhador como gerador de receita e o pagamento dos benefícios como um fardo. “Alguns deles vão inclusive deixar servidores inativos recebendo da folha dos ativos para dizer que a folha está atingindo o limite prudencial para não conceder reajuste ao funcionalismo, por exemplo”, frisou.

“Em regra, os prefeitos tem-se negado a permitir a participação dos trabalhadores. Alguma coisa está errada. É preciso desconfiar do que é misterioso, do que é efeito escondido. Além da desconfiança, precisamos lembrar que a lei exige que a criação dos sistemas de previdência própria seja precedida de debates com a participação do servidor. No geral, os prefeitos estão cometendo crimes ao excluir o trabalhador desse processo. Há inclusive previsão constitucional garantindo a presença dos servidores nos debates anteriores à criação desse tipo de regime”, finalizou.

No próximo dia 21 (quarta-feira), às 8h, na sede administrativa do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), os servidores vão decidir em assembleia geral uma estratégia de ação contra a decisão autocrática da prefeitura que criou Previdência Própria (PREVI), sem qualquer debate com o funcionalismo. Às pressas e às escondidas.

Nota do Blog – Esse “pacote de bondade” do Governo “Da Gente” (deles) obriga o servidor a desconfiar, visto que essa gestão nunca foi mesmo afeita ao diálogo, impôs severas perseguições a lideranças sindicais e luta para não pagar dívida do FGTS.

Se o Previ é tão bom para o servidor, por que não foi apresentado previamente a ele e posto a debate?

Será que o servidor em geral sabe que essa gestão, através do erário, já pagou milhões à Previdência Social, devido atraso no repasse previdenciário à União? Isso, mesmo recolhendo em dia do servidor.

O servidor precisa e tem que reagir a essa molecagem.

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  • Repet
quinta-feira - 15/12/2011 - 22:21h
Mossoró

Servidor protesta contra imposição de Previdência Própria

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), reafirma a disposição de seus associados de realizar, na manhã desta sexta-feira (16/12), assembleia e ato público em frente ao Palácio da Resistência, a partir das 8h. São protesto contra a criação, de forma impositiva, da Previ Mossoró.

De acordo Marilda Sousa, presidenta do Sindiserpum, as atividades estão mantidas. “Tivemos uma reunião com representantes da prefeitura e Paulo Linhares, que será o administrador da Previ Mossoró”.

Segundo ela argumenta, “a prefeitura quer que acreditemos que esse sistema de previdência, do jeito que foi criado por ela, é bom para o servidor. Não é de jeito nenhum”, destaca Marilda Sousa.

A sindicalista aponta que há vários pontos que trazem prejuízo ao trabalhador. “Analisamos a lei que criou a Previ Mossoró e encontramos vários aspectos prejudiciais ao servidor. Se fosse tão bom, como a prefeita diz, ela não teria necessidade de fazer às escondidas, e a Câmara não teria aprovado às pressas”, critica.

Nota do Blog – Minha solidariedade ao servidor municipal. De novo, ele é tratado de forma desrespeitosa, humilhante e autocrática.

O Governo “Da Gente” e seus asseclas teleguiados da Câmara de Vereadores aprovaram um delicado projeto, que movimentará somas milionárias, mexerá com a vida de milhares de pessoas, sem ouvir simplesmente o principal interessado: o “segurado”.

Uma calhordice.

 

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sexta-feira - 09/12/2011 - 12:51h
Ludibriados

Previdência municipalizada apavora servidor de Mossoró

Os servidores públicos de Mossoró realizam na próxima sexta-feira (16), assembleia e ato público contra o projeto que cria a Previdência própria do funcionalismo mossoroense, o Previ Mossoró.

Será às 8h, provavelmente em frente ao Palácio da Resistência, sede da prefeitura.

De acordo com a presidenta do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Marilda Sousa, a proposta de criação da Previ Mossoró, feita às escondidas pela prefeita Fátima Rosado (DEM), prejudica os servidores em vários aspectos.

“O mais grave é que a composição do seu conselho contempla os trabalhadores apenas enquanto suplentes. Isso significa que os gestores terão poder irrestrito”, afirma. Ainda segundo ela, a prefeitura também quer reduzir a sua contrapartida.

“Atualmente, o servidor contribui com 11% e a prefeitura com 18%. Ela quer reduzir o seu percentual para 11%. Em suma, a Previ Mossoró já vai nascer deficitária e quando um servidor tiver que se aposentar poderá não conseguir simplesmente porque não terá dinheiro para que ele se aposente”, frisa Marilda Sousa.

Para a sindicalista, a prefeita “Fafá Rosado” agiu de má-fé ao não realizar debates sobre a criação da Previ Mossoró. “Um projeto dessa importância não deveria ter sido elaborado na calada da noite, na surdina, como foi feito. Era preciso que os trabalhadores fossem ouvidos, o Ministério Público fosse ouvido, setores da sociedade organizada, enfim, a criação deveria ter sido precedida de amplo debate, mas infelizmente a prefeita parece ignorar preceitos constitucionais, republicanos e democráticos”.

Com informações do Sindiserpum.

Nota do Blog – Os servidores devem também cobrar dos vereadores que apoiam essa pouca vergonha, um pingo de respeito à categoria. A forma como tudo tem sido conduzido é “o jeito certo” de fazer a coisa errada.

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Categoria(s): Administração Pública
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sexta-feira - 09/12/2011 - 08:51h
Mossoró

Sindicato tenta caminho para discutir Previdência Própria

O Sindicato dos Servidores do Município de Mossoró (SINDISERPUM) realiza assembleia geral neste momento, em sua sede admnistrativa, tratando de um assunto muito delicado.

A discussão é sobre o Projeto “Previ Mossoró” – Regime da  Previdência Própria do Município de Mossoró, “votado e aprovado pela Câmara Municipal em caráter de Urgência Especial sem a participação dos servidores públicos de Mossoró”, alerta o sindicato.

Nota do Blog – Esse é um assunto de extrema delicadeza, que merecia uma discussão ampla, com convocação de especialistas no assunto, exposição e relato de seu funcionamento e aplicação noutros municípios.

Outra vez, o governo chinfrin e antidemocrático que transformou Mossoró numa grande senzala e a Câmara de Vereadores em seu pasto, impõe sua vontade de forma despótica.

Pobre Mossoró!

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Categoria(s): Administração Pública
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