quinta-feira - 10/06/2021 - 18:00h
Republicando

Mossoró precisa se ver além do ‘marketing eleitoral cosmético’

Abrimos debate sobre necessidade de discussão quanto ao presente e futuro de Mossoró

Nota do Editor: Veja abaixo conteúdo de postagem especial nossa veiculada no dia 23 de outubro do ano passado, às 7h38 (veja AQUI). Faltavam 23 dias para as eleições de 15 de novembro. Resolvemos resgatar esse texto hoje quinta-feira, 10 de junho de 2021. Não devemos esquecer o quanto Mossoró tem de potencial e que é possível, sim, ‘alterar o curso do rio’.

Leia (ou releia), por favor:

Por que é tão difícil se discutir programa de governo numa campanha municipal de Mossoró? Essa pergunta faz parte de nossas pautas à cada corrida eleitoral e, sempre ao fim da disputa, fica a sensação de que nunca o vencedor esteve preocupado em fazer algo, mas apenas em vencer.

O ‘marketing eleitoral cosmético’, que é feito para enganar, é sempre mais relevante no processo eletivo, a partir da foto oficial do disputante. Com ele, a mentalidade de se triunfar a qualquer custo (aqui, no sentido financeiro e da ausência de caráter).

Infelizmente, Mossoró não é pensada para ser um lugar melhor para se viver e se produzir. A Prefeitura não funciona para tratar os desiguais na medida de suas desigualdades, zelar pela ‘res publica’ (coisa do povo, em latim) e ser eficiente.

Município, com sua área urbana, ocupa aproximadamente 2 100 km², sendo o maior do RN (Foto: arquivo BCS)

Existe uma pressa frenética em se conquistar e se manter o poder, em vez de se considerar que esse ganho talvez seja até mais fácil de se obter, com uma gestão competente.

A retórica da enganação, a promessa da empulhação e as realizações de fachada e eleitoreiras, acabam determinando o que é prioridade e o que não deve passar de propaganda da tapeação.

A cada campanha, outra vez surgem o messianismo, a falácia, a mentira e a garantia de reconstrução disso ou daquilo. Ufanismo, promessas vãs e demagogia compõem um enredo imutável.

Mossoró não oferece o básico para seus munícipes. Não trata com  generosidade mínima quem aporta aqui todos os dias, aos milhares, em busca de serviços de saúde, educação e outras necessidades, também em seu comércio e indústria, lazer etc.

Promessas vãs

Toda campanha avisam que o rio Mossoró será limpo, que irão duplicar a Avenida Francisco Mota etc. É certeza que não vão faltar médicos, remédios e atendimento cordial no sistema de saúde pública. Criam intimidade com a palavra honestidade e dissertam sobre transparência.

O município transformou-se num polo acadêmico com mais de 22 mil estudantes em universidades e faculdades, virou um núcleo de saúde – inclusive com três faculdades de Medicina. É a principal referência urbana e de negócios numa região de mais de 1 milhão de habitantes, com influência no Vale do Jaguaribe (Ceará), Vale do Açu, Costa Branca, Sertão Central, Médio e Alto Oeste, além de conexão com sertão paraibano.

Zona rural é um espaço de descaso continuado (Foto: arquivo)

Temos potencial econômico ainda com o petróleo, calcário, fruticultura, indústria da castanha, criação de bovinos, caprinos e ovinos; carcinicultura, sal, riquezas inexploradas das águas-mães e formatação de polo cloroquímico. Poderíamos ser um polo calçadista, cerâmico, têxtil. Temos meios para atração de público com o turismo cultural, de eventos e religioso.

A inteligência das academias pode gerar ambiente para multiplicação de milhares de pequenas empresas voltadas à alta tecnologia. As energias limpas têm espaço e poderiam ter mais incentivo e meios à expansão em seu território.

O potencial é enorme e incomensurável. Parte dele, por exemplo, foi apresentado num amplo e denso estudo no início desse século, trabalho realizado pela empresa de consultoria Natrontec, que levantou viabilidades econômicas de Mossoró e região. Quase ninguém deu atenção a essa bússola para o desenvolvimento, inclusive a prefeita da época, Rosalba Ciarlini (PFL, hoje no PP).

E daí?

Comprometo-me mais uma vez a reconstruir e transformar a nossa Cidade de Mossoró, para possibilitar a sua volta aos patamares de desenvolvimento já alcançados em nossas administrações e ir além, por meio de uma gestão que primará, sobretudo, pelo bem-estar do cidadão mossoroense”. Sabe quem deu essa garantia? A atual prefeita Rosalba Ciarlini, em 2016.

Agora, em 2018, é candidata à reeleição com a promessa de “fazer a melhor  administração” de sua vida.

O único trecho verdadeiro de suas declarações, que apresentaram seu programa de governo àquele ano, é esse preâmbulo em negrito, marcado no parágrafo acima. Foi mais uma promessa, outra vez falando em reconstrução, inflando o próprio ego e exercitando a mitomania.

DEPOIS DE PASSAR PELO GOVERNO DO RN como a pior governante do país, Rosalba retornou à prefeitura com o discurso de sempre. Quem leu seu programa de governo? Quem se deu a esse trabalho? Quase ninguém, claro. Mas se alguém resolver fazê-lo hoje, com um pingo de visão crítica, logo terá um choque.

Nepotismo, empreguismo, aumento expressivo do endividamento público, falta de transparência, comprometimento previdenciário, relação conflituosa com servidores, atrasos contínuos em pagamentos a prestadores de serviços e fornecedores, infraestrutura precária, ausência de fomento à atividade produtiva, deficiência em transporte público, sistema de saúde onde falta desde insulina a gazes, além de não ter praticamente nada que enxergue Mossoró para o futuro, é o conjunto da obra real que a propaganda oficial esconde.

Quando deixou a prefeitura para o sucessor Dix-huit Rosado, após seu primeiro governo (1989-1992), Rosalba tinha uma Mossoró com pouco mais de 192 mil habitantes. Passados 28 anos, é um município com mais de 300 mil pessoas (além de população flutuante expressiva).

O maior território do RN, com 137 comunidades rurais, é vítima da favelização, possui um aterro sanitário saturado, lida com grande violência urbana e no campo, saneamento e drenagens aquém de suas necessidades, está afetado por perdas econômicas expressivas – como o desinvestimento da Petrobras -, fechamento de indústrias e comércios, e sem um planejamento capaz de reconfigurar e potencializar sua economia, enxugar a máquina pública e melhorar a qualidade de vida do seu povo.

Este ano, com a pandemia, prefeitura abriu covas às pressas num terreno anexo  ao cemitério ‘novo’, sem qualquer muro, para sepultar algumas vítimas da doença (Foto: BCS)

Coloque ainda no débito, um aeroporto fechado, transporte público pífio e até cemitérios públicos lotados.

Convive com um Plano Diretor ultrapassado, que chega a ignorar até mesmo corrosivas indústrias de moagem de sal no centro da cidade. Não preparou seu Distrito Industrial para abrigar com o mínimo de estrutura, quem pense em se instalar. É desbravador investir na área que já precisaria de maior espaço.

Qual o programa de governo para os próximos quatro anos? Quem tem o que oferecer de verdade, como objeto de estudo e factível, capaz de sair dessa fanfarrice?  A imprensa, em seu papel de informar e formar, deve explorar o tema e rebobinar o que já foi prometido, confrontando passado e presente, para podermos enxergar o futuro.

Entidades de classe precisam se envolver num debate, sem compadrio ou facciosismo partidário e conveniências particulares. Os colegiados de controle social vão funcionar agora? As universidades e faculdades não podem assistir a tudo passivamente.

O cidadão comum, esse, coitado, não deve entender nada disso que estamos postando e acha tudo uma chatice. Nem quer saber de nada mesmo. Com certeza, só leu o título ou no máximo o primeiro parágrafo desse material. Não por acaso, que esse modelo de política e de político continua se dando bem. A cidade, o município, o povo e a prefeitura que se lasquem.

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quarta-feira - 23/09/2020 - 07:38h
Programa de governo

Mossoró precisa se ver além do ‘marketing eleitoral cosmético’

Abrimos debate sobre necessidade de discussão séria sobre soluções para Mossoró no presente-futuro

Por que é tão difícil se discutir programa de governo numa campanha municipal de Mossoró? Essa pergunta faz parte de nossas pautas à cada corrida eleitoral e, sempre ao fim da disputa, fica a sensação de que nunca o vencedor esteve preocupado em fazer algo, mas apenas em vencer.

O ‘marketing eleitoral cosmético’, que é feito para enganar, é sempre mais relevante no processo eletivo, a partir da foto oficial do disputante. Com ele, a mentalidade de se triunfar a qualquer custo (aqui, no sentido financeiro e da ausência de caráter).

Infelizmente, Mossoró não é pensada para ser um lugar melhor para se viver e se produzir. A Prefeitura não funciona para tratar os desiguais na medida de suas desigualdades, zelar pela ‘res publica’ (coisa do povo, em latim) e ser eficiente.

Município, com sua área urbana, ocupa aproximadamente 2 100 km², sendo o maior do RN (Foto: arquivo BCS)

Existe uma pressa frenética em se conquistar e se manter o poder, em vez de se considerar que esse ganho talvez seja até mais fácil de se obter, com uma gestão competente.

A retórica da enganação, a promessa da empulhação e as realizações de fachada e eleitoreiras, acabam determinando o que é prioridade e o que não deve passar de propaganda da tapeação.

A cada campanha, outra vez surgem o messianismo, a falácia, a mentira e a garantia de reconstrução disso ou daquilo. Ufanismo, promessas vãs e demagogia compõem um enredo imutável.

Mossoró não oferece o básico para seus munícipes. Não trata com  generosidade mínima quem aporta aqui todos os dias, aos milhares, em busca de serviços de saúde, educação e outras necessidades, também em seu comércio e indústria, lazer etc.

Promessas vãs

Toda campanha avisam que o rio Mossoró será limpo, que irão duplicar a Avenida Francisco Mota etc. É certeza que não vão faltar médicos, remédios e atendimento cordial no sistema de saúde pública. Criam intimidade com a palavra honestidade e dissertam sobre transparência.

O município transformou-se num polo acadêmico com mais de 22 mil estudantes em universidades e faculdades, virou um núcleo de saúde – inclusive com três faculdades de Medicina. É a principal referência urbana e de negócios numa região de mais de 1 milhão de habitantes, com influência no Vale do Jaguaribe (Ceará), Vale do Açu, Costa Branca, Sertão Central, Médio e Alto Oeste, além de conexão com sertão paraibano.

Zona rural é um espaço de descaso continuado (Foto: arquivo)

Temos potencial econômico ainda com o petróleo, calcário, fruticultura, indústria da castanha, criação de bovinos, caprinos e ovinos; carcinicultura, sal, riquezas inexploradas das águas-mães e formatação de polo cloroquímico. Poderíamos ser um polo calçadista, cerâmico, têxtil. Temos meios para atração de público com o turismo cultural, de eventos e religioso.

A inteligência das academias pode gerar ambiente para multiplicação de milhares de pequenas empresas voltadas à alta tecnologia. As energias limpas têm espaço e poderiam ter mais incentivo e meios à expansão em seu território.

O potencial é enorme e incomensurável. Parte dele, por exemplo, foi apresentado num amplo e denso estudo no início desse século, trabalho realizado pela empresa de consultoria Natrontec, que levantou viabilidades econômicas de Mossoró e região. Quase ninguém deu atenção a essa bússola para o desenvolvimento, inclusive a prefeita da época, Rosalba Ciarlini (PFL, hoje no PP).

E daí?

Comprometo-me mais uma vez a reconstruir e transformar a nossa Cidade de Mossoró, para possibilitar a sua volta aos patamares de desenvolvimento já alcançados em nossas administrações e ir além, por meio de uma gestão que primará, sobretudo, pelo bem-estar do cidadão mossoroense”. Sabe quem deu essa garantia? A atual prefeita Rosalba Ciarlini, em 2016.

Agora, em 2018, é candidata à reeleição com a promessa de “fazer a melhor  administração” de sua vida.

O único trecho verdadeiro de suas declarações, que apresentaram seu programa de governo àquele ano, é esse preâmbulo em negrito, marcado no parágrafo acima. Foi mais uma promessa, outra vez falando em reconstrução, inflando o próprio ego e exercitando a mitomania.

DEPOIS DE PASSAR PELO GOVERNO DO RN como a pior governante do país, Rosalba retornou à prefeitura com o discurso de sempre. Quem leu seu programa de governo? Quem se deu a esse trabalho? Quase ninguém, claro. Mas se alguém resolver fazê-lo hoje, com um pingo de visão crítica, logo terá um choque.

Nepotismo, empreguismo, aumento expressivo do endividamento público, falta de transparência, comprometimento previdenciário, relação conflituosa com servidores, atrasos contínuos em pagamentos a prestadores de serviços e fornecedores, infraestrutura precária, ausência de fomento à atividade produtiva, deficiência em transporte público, sistema de saúde onde falta desde insulina a gazes, além de não ter praticamente nada que enxergue Mossoró para o futuro, é o conjunto da obra real que a propaganda oficial esconde.

Quando deixou a prefeitura para o sucessor Dix-huit Rosado, após seu primeiro governo (1989-1992), Rosalba tinha uma Mossoró com pouco mais de 192 mil habitantes. Passados 28 anos, é um município com mais de 300 mil pessoas (além de população flutuante expressiva).

O maior território do RN, com 137 comunidades rurais, é vítima da favelização, possui um aterro sanitário saturado, lida com grande violência urbana e no campo, saneamento e drenagens aquém de suas necessidades, está afetado por perdas econômicas expressivas – como o desinvestimento da Petrobras -, fechamento de indústrias e comércios, e sem um planejamento capaz de reconfigurar e potencializar sua economia, enxugar a máquina pública e melhorar a qualidade de vida do seu povo.

Este ano, com a pandemia, prefeitura abriu covas às pressas num terreno anexo  ao cemitério ‘novo’, sem qualquer muro, para sepultar algumas vítimas da doença (Foto: BCS)

Coloque ainda no débito, um aeroporto fechado, transporte público pífio e até cemitérios públicos lotados.

Convive com um Plano Diretor ultrapassado, que chega a ignorar até mesmo corrosivas indústrias de moagem de sal no centro da cidade. Não preparou seu Distrito Industrial para abrigar com o mínimo de estrutura, quem pense em se instalar. É desbravador investir na área que já precisaria de maior espaço.

Qual o programa de governo para os próximos quatro anos? Quem tem o que oferecer de verdade, como objeto de estudo e factível, capaz de sair dessa fanfarrice?  A imprensa, em seu papel de informar e formar, deve explorar o tema e rebobinar o que já foi prometido, confrontando passado e presente, para podermos enxergar o futuro.

Entidades de classe precisam se envolver num debate, sem compadrio ou facciosismo partidário e conveniências particulares. Os colegiados de controle social vão funcionar agora? As universidades e faculdades não podem assistir a tudo passivamente.

O cidadão comum, esse, coitado, não deve entender nada disso que estamos postando e acha tudo uma chatice. Nem quer saber de nada mesmo. Com certeza, só leu o título ou no máximo o primeiro parágrafo desse material. Não por acaso, que esse modelo de política e de político continua se dando bem. A cidade, o município, o povo e a prefeitura que se lasquem.

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  • Repet
segunda-feira - 29/12/2014 - 22:56h
E aí?

Qual é mesmo o programa de governo para tirar RN da crise?

Por Vicente Serejo (O Jornal de Hoje)

O jogo de adivinhação em torno do secretariado acabou retirando a atenção de uma questão muito mais importante: qual é o programa de governo com as tais medidas duras para retirar o Estado de sua crise?

Seria justo imaginar que basta governar com as instituições poderosas com os seus gordos reajustes e a aprovação do empréstimo de R$ 850 milhões? Seria aceitar que a dureza será destinada só aos fracos?

Por exemplo: quantas secretarias e cargos comissionados serão extintos? Que outros cortes serão feitos na máquina de governo? O que será dos que aguardam a implantação dos planos de cargos e salários?

O novo governo, com um secretário de planejamento que veio de longe, não pode cair no ramerrão de ficar repetindo o argumento do limite prudencial depois de reajustados os três poderes, o TCE e o MP.

 

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 09/08/2012 - 08:02h
Programa de Governo

Cláudia promete 8 Unidades de Saúde e uma UPA

Propostas estruturantes e um olhar atento ao social é o foco do Programa de Governo da candidata Cláudia Regina (DEM) Wellington Filho (PMDB), apresentado na noite desta quarta-feira (8) no auditório do Hotel Villa Oeste. A valorização da educação e a abertura de novas oportunidades para o aperfeiçoamento do ensino nas escolas municipais estão contempladas no Programa de Governo “Mossoró para Todos”.

Educação, saúde e segurança foram os pontos que mais atraíram a atenção da expressiva plateia que prestigiou o evento.

O Programa Municipal de Complementação da Renda Familiar para Apoio ao Educando (BOLSA ALUNO), por exemplo, será criado pela Prefeitura Municipal já em 2013, no primeiro ano da nova administração. O programa é caracterizado pela transferência de renda para famílias com crianças e adolescentes matriculados nas escolas da rede municipal, existentes nos bairros e na zona rural.

Na área da Saúde, Cláudia Regina foi enfática ao anunciar o projeto da Ouvidoria da Saúde, um dispositivo que deixará o cidadão mais próximo da administração municipal. Ainda na saúde, a meta é construir 8 UBS e, com destaque, Cláudia Regina se comprometeu com a construção da UPA das Abolições. “Eu e Wellington estaremos sempre perto dos problemas de Mossoró buscando soluções. A Ouvidoria é uma iniciativa que irá nos aproximar do povo”, ressaltou a Candidata.

Cultura foi um dos momentos mais bonito da noite. Onde hoje é instalada a Arena Deodete Dias, Cláudia Regina apresentou como proposta a construção da Vila Arena, uma estrutura para constantes apresentações culturais e, o melhor, a construção de uma sede para os grupos de teatro da cidade.

Todas essas ações apresentadas, juntamente com várias outras que estão no Programa, serão estratégicas para o Plano Municipal de Segurança. A ideia de Cláudia é estruturar todos os serviços públicos do município como medida preventiva contra à violência.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Coligação Força do Povo.

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Categoria(s): Administração Pública / Eleições 2012 / Política
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quarta-feira - 08/08/2012 - 08:44h
Mossoró

Força do Povo apresenta Programa de Governo hoje

Os candidatos Cláudia Regina (DEM) e Wellington Filho (PMDB) apresentam na noite desta quarta-feira, dia 8, o Programa de Governo que pretende nortear as ações da gestão na Prefeitura de Mossoró, da coligação Força do Povo.

Será às 20h no Hotel Villa Oeste.

O documento é resultado da colaboração de diversos grupos que, em reuniões temáticas, cada setor apresentou sugestões e, ao final, o grupo definiu as ações mais importantes. São contempladas as áreas da educação, saúde, segurança, desenvolvimento social, juventude e esporte, funcionalismo público entre outras áreas de destaque na sociedade.

“Este programa é um trabalho coletivo, e tem que ser assim. São propostas para cuidar do povo de Mossoró, e não podemos pensar nisso sem ouvir o povo. Por isso fomos elaborando com paciência, para que pudéssemos escutar o maior número possível de entidades do município”, disse Cláudia Regina. Com informações da Coligação Força do Povo

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Categoria(s): Eleições 2012
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