quarta-feira - 18/12/2024 - 03:38h
Justiça gratuita

Decisão revoga parte da Reforma Trabalhista e deve impulsionar ações

Arte do Poder 360

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Do Poder 360

O TST Tribunal Superior do Trabalho (TST) definiu nesta 2ª feira (16.dez.2024) que trabalhadores com renda de até 40% do teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) não precisarão mais comprovar incapacidade financeira para arcar com os custos processuais. Assim, será concedido o acesso gratuito à Justiça de forma automática.

Já aqueles com rendimentos superiores a esse limite poderão solicitar o benefício por meio de uma declaração de pobreza. A decisão reverte parcialmente determinações da Reforma Trabalhista (13.467 de 2017), sancionada pelo então presidente Michel Temer (MDB).

Também deve contribuir para aumentar a avalanche de novas ações trabalhistas na Justiça. Isso porque a mudança na lei em 2017 determinou que trabalhadores derrotados em ações trabalhistas fossem responsáveis pelo pagamento das custas processuais e honorários advocatícios, mesmo que tivessem renda baixa. Com a nova diretriz do TST, essa exigência foi flexibilizada.

A sessão desta 2ª feira (16.dez) concluiu o julgamento iniciado em outubro de 2024, quando o TST entendeu que a declaração de hipossuficiência econômica passaria a ser suficiente para obter acesso à Justiça gratuita em processos trabalhistas. Segundo o Tribunal, essa declaração tem respaldo na lei 7.115 de 1983 e deve ser feita sob as penas da legislação (artigo 299 do Código Penal, que trata de falsidade ideológica).

O documento pode ser invalidado se a parte contrária provar que o reclamante tem condições de arcar com tais despesas. Caso haja discordância, ficou decidido que caberá à empresa processada apresentar provas de que o trabalhador tem condições de arcar com os custos caso perca a ação.

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terça-feira - 27/08/2024 - 05:34h
Reforma trabalhista

Contrato de trabalho intermitente tem julgamento no STF

Sindicatos de trabalhadores veem precarização da labuta no trabalho intermitente adotado mundo afora também (Foto: Luciano Rocha)

Sindicatos de trabalhadores veem precarização da labuta no trabalho intermitente adotado mundo afora também (Foto: Luciano Rocha)

Do IG, BCS e outras fontes

O Supremo Tribunal Federal (STF) dará sequência na quinta-feira (29), ao julgamento de três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) relacionadas à reforma trabalhista, especificamente sobre a validade do contrato de trabalho intermitente introduzido pela Lei 13.467 de 2017. O debate estava inicialmente previsto para o dia 21, mas foi adiado.

Na ocasião, o STF avaliou apenas uma ação sobre a constitucionalidade de um antigo decreto dos anos 1990, concluindo pela validade do mesmo.

As ADIs 5.826, 5.829 e 6.154 estão em análise no plenário e já receberam votos divididos, com dois votos a favor da inconstitucionalidade do contrato intermitente e dois votos a favor de sua validade. Votaram contra o contrato intermitente, alegando que ele viola a Constituição, os ministros Edson Fachin, relator do caso, e Rosa Weber, que já se aposentou. Por outro lado, os ministros Alexandre de Moraes e Nunes Marques defenderam a constitucionalidade do contrato intermitente introduzido pela reforma.

O contrato intermitente foi estabelecido pela reforma trabalhista promovida por Michel Temer em 2017. Esse modelo permite que o trabalhador seja convocado para períodos específicos e passe outros períodos sem trabalho. A convocação deve ocorrer com antecedência de até três dias, e o trabalhador tem um dia para aceitar ou recusar a proposta. Se o trabalhador recusar, não será considerado insubordinado, e a ausência de resposta é interpretada como uma recusa ao trabalho.

O pagamento é feito por hora, dia ou mês, com um valor não inferior ao salário mínimo por hora. Contudo, esse modelo pode resultar em ganhos abaixo do salário mínimo mensal, o que é questionado por representantes dos trabalhadores como sendo inconstitucional.

No contrato intermitente, o trabalhador deve receber o salário correspondente, além de férias proporcionais, 13º salário proporcional, descanso remunerado e outros adicionais, se aplicáveis. Os sindicatos que questionaram esse modelo na Justiça alegam que ele compromete a dignidade do trabalhador e a proteção ao trabalho, uma vez que o profissional não tem uma rotina definida e não sabe quando será convocado.

“Desde sua implementação, o contrato intermitente tem demonstrado sua importância para o mercado de trabalho, especialmente em setores que enfrentam sazonalidades e variações na demanda. O modelo tem contribuído significativamente para a criação de empregos”, diz Paulo Solmucci, presidente-executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL).

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segunda-feira - 11/09/2023 - 09:30h
Sindicatos

STF deve fechar hoje julgamento para volta de “contribuição”

contribuicao-assistencialO Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar nesta segunda-feira (11), o julgamento que deverá ressuscitar o imposto sindical. À semana passada, quando suspenso, o STF já somava sete votos favoráveis à cobrança, mas  agora com outra nomenclatura que suaviza impacto do termo impositivo: “contribuição assistencial.”

A maioria está formada para aprovação da matéria, mas a sua implantação em cada entidade sindical passa por discussões internas, como assembleias.  Mesmo assim, caso não queira ‘contribuir’, o indivíduo pode manifestar essa vontade formalmente ao seu sindicato. A contribuição atingirá tanto sindicalizados como os não sindicalizados.

A principal justificativa para arrimar a volta desse ganho pecuniário sindical, é que ele representará um reforço de caixa às despesas e benefícios naturais da data-base.  Na Lei 13.467/17 (Lei da Reforma Trabalhista), o imposto se tornou facultativo. Era impositivo.

O relator da demanda é o ministro Gilmar Mendes, que foi favorável. A princípio, tinha se manifestado pela inconstitucionalidade da cobrança, mas mudou o entendimento em 180 graus, este ano.

Faltam votar apenas Luiz Fux, André Mendonça, Cristiano Zanin e Nunes Marques.

Veja AQUI um amplo trabalho sobre o desmonte sindical brasileiro após a reforma trabalhista de 2017.

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sexta-feira - 06/03/2020 - 16:28h
Brasil

Bazar de ilusões

Por François Silvestre

É uma quermesse que a política usa e abusa e sempre encontra freguesia. Agora mesmo alguns produtos foram vendidos, com defeitos de fábrica, e os consumidores só podem lamber os dedos. Ou escovar a raiva. Isto é, os que acreditaram.Primeiro produto: Reforma trabalhista.

Vendida como panaceia para resolver o problema do desemprego, desafogar o empregador e garantir direitos dos empregados. Kkkkkkk. O desemprego continua nas alturas, a informalidade disparou, o empregador continua falindo e o trabalhador jogado à incerteza.

Reforma previdenciária: Promessa de alavancar a economia, reduzir o deficit previdenciário e garantir segurança aos segurados. A economia patina feito vaca em lama, o deficit previdenciário não deu sinais de recuperação e a insegurança dos segurados disparou. Virou zorra, com aposentadorias e benefícios encalhados na burocracia e burrice oficiais. Cegos em tiroteio.

Câmbio flutuante e liberalismo financeiro. O dólar disparou, o ministro diz que é bom, mas o Banco Central torra reservas para segurar a moeda, que continua subindo. O Banco Central desmente o ministro e a moeda caga para o Banco.

O PIB virou foguete de quintal, subiu meia parede e nem vê o outro lado da rua. Qual a saída? Vender novos produtos:

Reforma tributária e Reforma administrativa. São as novas ilusões da quermesse.

Na primeira vão criar novos impostos, dizendo que abolirão os velhos. Papo. Virão os novos e os velhos ficarão. Na segunda vão prometer fim de privilégios e melhoria de serviços. Papo.

Os privilégios continuarão intocáveis, os pequenos serão punidos e o serviço público continuará uma porcaria. Tudo como dantes, no quartel de Abrantes. Sem precisar de Napoleão invadir Portugal.

Aposta? O PIB é o do público ou da privada?

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terça-feira - 17/12/2019 - 07:00h
Reforma da Previdência

Braço sindical de Fátima vive dilema entre direitos e militância

Diretor estadual do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE/RN), o professor Rômulo Arnaud proclamou no último dia 12 (quinta-feira), posição já tomada pela entidade quanto ao projeto de Reforma da Previdência do Governo do RN:

– Nós rejeitaríamos ou rejeitaremos, qualquer projeto que retire direitos do trabalhador.

Arnaud (centro, por trás de faixa) participa de luta contra reformas nacionais; agora, duelo é mais difícil (Foto: 28-04-2019)

Essa discussão ganha nova fase essa semana, com o governo voltando a se reunir com o Fórum de Servidores do RN. E o Sinte/RN aparece em relevo nesse enredo, por alguns fatores especiais. Primeiro deles, é o fato de ser berço e braço sindical da governadora Fátima Bezerra (PT), além dos mais longevos e organizados agrupamentos de trabalhadores do serviço público estadual.

Numa “live” (vídeo ao vivo) da rede social Facebook do próprio Sinte/RN, Regional de Mossoró, Arnaud (veja AQUI) deixou aberta uma janela até mesmo para greve, se o governo ameaçar tirar ganhos previdenciários conquistados até aqui pela classe trabalhadora.

Lutas

O futuro próximo dirá se Arnaud e o Sinte/RN – que tem dirigentes ocupando cargos em todas as regiões educacionais do Estado – jogam para a plateia ou vão mesmo pro confronto, como ocorreu em relação a governos estaduais passados e às gestões federais de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro.

O slogan “Nenhum direito a menos” vem sendo empinado pelo professorado nos últimos anos, em lutas contra movimentos reformistas federais – como nos casos da alteração da legislação trabalhista e da Previdência Social.

O esboço da reforma previdenciária do Governo Fátima Bezerra tem reprovação prévia de algumas categorias, como professorado da Universidade do Estado do RN (UERN) – veja AQUI.

É quase impossível que o projeto a ser enviado à Assembleia Legislativa não penalize os servidores. A reforma não é feita para suplementar ganhos ao funcionalismo, mas uma tentativa de mitigar o déficit mensal da ordem de R$ 130 milhões na previdência estadual.

Algo precisa ser feito.

Na verdade, o Governo Fátima Bezerra se movimenta para cobrir parte do tempo perdido na tática de deixar que tudo fosse resolvido no Congresso Nacional, para não ter que se desgastar diretamente com o sindicalismo do qual ela deriva. Agora, não tem mais como se esconder, se esquivar e se esgueirar. E o sindicalismo, por sua vez, vai se encontrar com seu próprio “eu”.

Leia também: Governo estadual aprova nova reforma previdenciária.

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sábado - 16/11/2019 - 09:24h
Segunda-feira, 18

Rogério Marinho será o entrevistado do “Roda Viva”

Na próxima segunda-feira (18), a partir das 22 horas, o entrevistado especial do tradicional programa Roda Viva da TV Cultura de São Paulo-SP será o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, ex-deputado federal Rogério Marinho (PSDB).O programa, ao vivo, é apresentado pela jornalista Daniela Lima. A emissora ainda não informou quais serão os entrevistadores.

Relator da Reforma Trabalhista como deputado federal na legislatura passada e um dos responsáveis pela aprovação da Reforma da Previdência, considerada fundamental para equilibrar as contas do governo, Rogério Marinho também ajudou a formular o plano de incentivo ao emprego, que reduz os custos para empresas que abrirem vagas destinadas a jovens entre 18 e 29 anos.

Com a medida, o governo espera gerar 1 milhão e 800 mil empregos, nos próximos dois anos. O pacote também prevê a concessão de 40 bilhões de reais em créditos para pequenos empreendedores.

O programa pode ser acompanhado no site da emissora, no Twitter, no Facebook, no YouTube e no aplicativo Cultura Digital.

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sexta-feira - 08/11/2019 - 22:11h
Sessão solene

Hostilizado, Rogério Marinho exalta fim de privilégios sindicais

Marinho: protesto lá fora (Foto: João Gilberto)

Secretário especial da Previdência Social do Governo Jair Bolsonaro (PSL), o ex-deputado federal Rogério Marinho (PSDB), 55, foi homenageado nesta sexta-feira (8), em sessão solene da Assembleia Legislativa em Natal.

A solenidade ocorreu no plenário Clóvis Motta e foi comandada pelo presidente da Casa, deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB), a partir de proposição do deputado estadual Gustavo Carvalho (PSDB).

Antes do evento, manifestantes de esquerda fizeram protestos e satanizaram o ex-deputado em frente à sede da AL.

Em seu discurso, Marinho justificou a antipatia que sobretudo sindicalistas tem dele. Lembrou que a reforma trabalhista pôs fim ao aparelhamento e regalias de entidades de trabalhadores, com uso de recursos obrigatórios.

Serviços prestados

“Isso acabou, não existe mais!”

Em sua justificativa e discurso, o proponente da sessão solene falou que a sessão exaltava um político “por serviços prestados ao Rio Grande do Norte e ao Brasil”, como relator do projeto de Reforma Trabalhista e também como um dos condutores da Reforma da Previdência.

A homenagem teve presença modesta de público e autoridades.

Entre os poucos políticos, apenas três deputados estaduais – o próprio Gustavo Carvalho, além de Ezequiel Ferreira e José Dias (PSDB).

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 18/02/2019 - 22:20h
Reforma da Previdência

Após ruína nas urnas, Rogério Marinho está em alta

Marinho: prestígio (Foto: Agência Brasil)

Ex-presidente da Câmara Municipal de Natal e ex-deputado federal Rogério Marinho (PSDB), secretário especial de Previdência e Trabalho da União, consolida-se como homem estratégico do governo Jair Bolsonaro (PSL).

Foi ele, por exemplo, quem confirmou à imprensa nacional que o presidente da República irá ao Congresso Nacional entregar a proposta da reforma da Previdência nesta quarta-feira (20).

Na última quinta-feira (14), coube a Rogério Marinho adiantar alguns pontos da proposta, que prevê idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres dos setores público e privado, com 12 anos de transição para quem está próximo dessas idades.

Por ter relatado o projeto da Reforma Trabalhista no Governo Michel Temer (MDB), ele enfrentou corrosiva pregação satanizando seu nome. Não se reelegeu, mas começa novo governo em alta.

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segunda-feira - 07/01/2019 - 09:10h
Governo Bolsonaro

Rogério Marinho é nomeado Secretário da Previdência

Marinho: confirmação (Foto: Fábio Rodrigues)

Da Exame e Blog Carlos Santos

O governo federal formalizou a nomeação do economista e deputado federal Rogério Marinho (PSDB) no cargo de secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Governo Jair Bolsonaro (PSL).

O deputado federal Marcos Montes também foi confirmado no comando da Secretaria Executiva do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

As nomeações constam de edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU) da sexta-feira, dia 4.

Rogério já tinha tido seu nome citado como provável escolhido para esse cargo.

Ele não conseguiu se reeleger à Câmara Federal no ano passado no Rio Grande do Norte.

Marinho foi relator do projeto de reforma trabalhista aprovado no Congresso Nacional, atraindo contra si uma feroz campanha de setores organizado do sindicalismo e de partidos contrários à matéria.

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terça-feira - 27/11/2018 - 09:02h
Evento

Nova legislação trabalhista é objeto de discussão científica

As Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho, série de 56 eventos científicos que vem ocorrendo por todas as regiões do país e que marca o primeiro aniversário da lei que promoveu mudanças na legislação trabalhista, chega agora ao rio Grande do Norte.

O evento será realizado nesta terça-feira (27 de novembro), às 19h, no Hotel VillaOeste, localizado na Avenida Presidente Dutra, 870 – Ilha de Santa Luzia, Mossoró – RN.

O objetivo do projeto é debater de forma técnica e sem ideologia a aplicação da nova lei trabalhista. Para tanto, os organizadores reuniram alguns dos mais renomados juristas da área do Direito do Trabalho no Brasil.

O lançamento nacional das Jornadas foi realizado no dia 19 de junho, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, em Brasília, e já percorreu 15 municípios brasileiros. A iniciativa é da própria Câmara dos Deputados.

O calendário completo está disponível em www.ibecnet.com.br, onde os interessados podem realizar as inscrições para qualquer uma das edições estaduais das jornadas.

As inscrições são gratuitas.

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segunda-feira - 12/11/2018 - 16:22h
Governo Federal

Bolsonaro pensa num cargo para Rogério Marinho

Revista Crusoé

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) pretende contemplar o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) com algum cargo em seu futuro governo.

Marinho foi relator da reforma trabalhista e não conseguiu se reeleger este ano à Câmara Federal.

Nota do Blog Carlos Santos – Ele é o segundo suplente da Coligação Trabalho e Superação.

Carla Dickson (PROS) ficou com a primeira suplência.

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sexta-feira - 29/06/2018 - 23:38h
6 x 3

STF evita exumação da contribuição sindical obrigatória

Do G1

Por maioria de 6 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta sexta-feira (29) pedidos para tornar novamente obrigatórioo pagamento pelos trabalhadores da contribuição sindical.

A Corte analisou 19 ações apresentadas por entidades sindicais contra regra da reforma trabalhista aprovada no ano passado que tornou o repasse facultativo, em que cabe ao trabalhador autorizar individualmente o desconto na remuneração.

A contribuição equivale ao salário de um dia de trabalho, retirado anualmente na remuneração do empregado para manutenção do sindicato de sua categoria.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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sábado - 21/04/2018 - 10:14h
Insegurança jurídica

Fim da MP da reforma trabalhista altera de novo regras da CLT

Por Tadeu Rover e Fernando Martines (Consultor Jurídico)

Editada com o objetivo de “ajustar” alguns pontos da reforma trabalhista (Lei 13.467/17), a Medida Provisória 808 causará um desajuste a partir de segunda-feira (23/4), quando perderá a validade.

A medida provisória deixava claro que as mudanças da lei se aplicavam, na integralidade, aos contratos de trabalho vigentes e tratava de pontos polêmicos como contrato intermitente, negociação coletiva, jornada 12×36, contribuição provisória e atividade insalubre por gestantes e lactantes.

Com sua queda, voltam a valer as regras anteriores, como se nunca tivesse existido.

Para alguns especialistas, essa situação cria uma “insegurança jurídica”.

Veja mais detalhes clicando AQUI.

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domingo - 31/12/2017 - 01:44h

Algumas saídas para a crise financeira do Rio Grande do Norte

Por Josivan Barbosa

Uma das hipóteses em estudo para que a União repasse recursos para minimizar a caótica situação financeira do RN, é usar programas nas áreas de saúde e de segurança pública.

Outra alternativa que estava sendo analisada era de um empréstimo dos bancos públicos, já que o RN não tem problema de excesso de dívida e tem nota B na classificação do Tesouro Nacional.

Um dos inconvenientes da alternativa do empréstimo é que há restrições para o uso com despesas de pessoal, que é a questão emergencial do Estado. Nesse caso, uma saída seria usar os recursos do empréstimo para outras fontes de despesa, de forma que o empréstimo de alguma forma ajudasse a resolver a crise.

Hartung

O governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (MDB), antes cotado apenas para o posto de vice, foi alçado à condição de cabeça de chapa pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. Hartung figura numa lista de outros políticos de destaque dos partidos da base aliada que poderiam concorrer à Presidência em 2018 para defender o “legado” do governo Temer com apoio de uma forte coligação. Os outros seriam o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Hartung surgiria por ser um dos principais quadros que o MDB tem a apresentar – é governador em terceiro mandato – e pelo ajuste nas contas do Espírito Santo, num discurso de austeridade fiscal afinado com o do Planalto. A candidatura, porém, é vista com restrições fora do MDB. Ele tem pouco relacionamento com os outros partidos da base e é conhecido apenas em seu próprio Estado, o 15º em população (4 milhões de habitantes).

Teto dos gastos

Em 2018 o governo passa a contar, para não ultrapassar o déficit previsto ou obter alguma folga na gestão dos gastos, com a expansão a um ritmo de 3%, o que pode representar um aumento nas receitas de R$ 100 bilhões a R$ 120 bilhões. E mesmo com o crescimento de 2,5% constante do orçamento, o ganho na arrecadação seria de R$ 92,5 bilhões.

Ainda que em escala menor, a inflação, com queda notável em 2017, deverá se manter baixa no ano que vem, reduzindo as despesas que tem por base o INPC, como benefícios previdenciários, salário mínimo e abono salarial. Enquanto o IPCA nos 12 meses encerrados em novembro foi de 2,8%, o INPC foi de 1,95%. Como as despesas, pela lei do teto, foram corrigidas em 3%, ter várias rubricas de gastos com correção inferior ajuda. Cada 0,1 ponto a menos no INPC traz uma redução de R$ 600 milhões em gastos obrigatórios. Há uma economia potencial de até R$ 7 bilhões para a execução do orçamento de 2018.

Robinson Faria

Dos governadores da região Nordeste, apenas o de Sergipe, Jackson Barreto (MDB), e do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), não firmaram o documento contra as declarações do recém-empossado ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun.

Liderados pelo petista Camilo Santana (CE), os governadores do Nordeste divulgaram uma carta que seria endereçada ao presidente Michel Temer, na qual criticam as declarações dadas por Marun que disse que o governo espera daqueles governadores que têm recursos a serem liberados uma reciprocidade no que tange a questão da Previdência. Marun afirmou que a liberação de recursos em troca de apoio não é chantagem, mas “política de governo”.

Rural

As condições de trabalho no campo têm entrado cada vez mais na pauta do Tribunal Superior do Trabalho (TST). A percepção de advogados é que o número de processos julgados tem aumentado na Corte, principalmente em relação ao descumprimento de obrigações previstas na Norma Regulamentadora nº 31 (NR-31), do Ministério do Trabalho, de 2005. A NR estabelece, dentre outros pontos, regulamento relativo à segurança e saúde no ambiente de trabalho rural.

De 2010 até início de dezembro foram publicados 2.272 acórdãos julgados pelo TST que contêm algum tema relacionado à NR 31, especialmente horas extras extenuantes, ausência de pausa para descanso, dano moral por inadequação sanitária ou de alimentação oferecida aos trabalhadores e insalubridade, sobretudo por exposição a altas temperaturas ao ar livre.

Outsiders

Há meses especula-se sobre a possibilidade de personalidades sem experiência ou tradição na política, os chamados “outsiders”, surpreenderem nas eleições de 2018, diante do quadro de grande insatisfação da população com seus atuais representantes. Pelo menos até agora, no entanto, a reação da classe política a esse movimento tem sido bem sucedida.

O cenário que se esboça, neste momento, projeta uma disputa pelo Palácio do Planalto entre políticos tradicionais. Embora a campanha para as eleições presidenciais já comece a tomar as ruas, segundo a mais recente pesquisa do instituto Datafolha, quando a intenção de voto é perguntada sem a apresentação de possíveis candidatos, 46% dos entrevistados disseram que não sabem ainda em quem votariam. Mesmo assim, os pré-candidatos mais citados nos mais variados cenários são o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado Jair Bolsonaro.

Bolsonaro

Em Brasília, Bolsonaro é visto até agora como a grande novidade das eleições. Mas não como um fator que poderá responder pelos anseios de renovação de grande parte do eleitorado. Afinal, um deputado com sete mandatos na Câmara Federal não deve ser considerado potencial protagonista de um processo de revitalização da democracia representativa brasileira, embora não faça parte do establishement político.

Bolsonaro já passou por diversos partidos. Sabe que ter o comando de uma máquina partidária será fundamental para manter sob controle a estratégia e as finanças de sua campanha presidencial, além de garantir a coesão e a estrutura de aliados nos Estados. O militar da reserva já anunciou que deverá sair do PSC e sinalizou que pretende filiar-se ao Patriota, mas até agora não efetivou o movimento devido a desentendimentos com a direção do partido.

Reforma trabalhista

Pelo menos 11 ações diretas de inconstitucionalidade (Adins) já foram ajuizadas no Supremo Tribunal Federal (STF) contra dispositivos da reforma trabalhista (Lei nº 13.467/2017), em vigor há pouco mais de um mês.

Em sete delas, assinadas por confederações e federações de trabalhadores, o assunto tratado é o fim da obrigatoriedade de pagamento da contribuição sindical. Há ainda outras duas que discutem especificamente o contrato de trabalho intermitente.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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domingo - 19/11/2017 - 17:30h
Em Mossoró

Palestra vai orientar contabilistas sobre reforma trabalhista

Do Blog da Chris

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO) e Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDIVAREJO)  vão realizar palestra sobre reforma trabalhista em Mossoró.

advogado Marcelo de Barros Dantas (Foto: cedida)

O palestrante será o professor e especialista em Direito e Processo do Trabalho, advogado Marcelo de Barros Dantas.

O público-alvo é o segmento de contabilista.

Vagas são limitadas.

Ocorrerá dia 30 de novembro, às 10h, no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL).

Inscrições abertas a profissionais na região, em contacto com o Sindivarejo (84) 3321-6124.

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sexta-feira - 29/09/2017 - 18:00h
Política

Sinal de alerta para o deputado federal Beto Rosado

O deputado federal mossoroense Beto Rosado (PP) que se cuide.

É crescente em suas redes sociais a recalcitrância de críticas a seu mandato, em particular pela postura em votações de temas como reforma trabalhista.

Esse comportamento virtual tem-se transferido para o cotidiano nos municípios, criando embaraços para aliados.

Sinal de alerta ligado.

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segunda-feira - 18/09/2017 - 08:08h
Campanha 2017

Os ponteiros que não se afinam no PSDB

Tião e Rogério: sem sintonia (Foto: arquivo)

O empresário e ex-candidato a prefeito de Mossoró Tião Couto (PSDB) e o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) tiveram dois dedinhos de prosa na sexta-feira (15), em Mossoró, onde o parlamentar participou de evento sobre a reforma trabalhista (veja AQUI).

Tião quer acertar os ponteiros com Marinho e o PSDB com vistas à campanha do próximo ano.

Ele já refluiu da ideia de ser candidato a governador.

Pensa numa postulação à Câmara Federal, a mesma do deputado.

Cá para nós e o povo da rua: os fusos horários de ambos seguem no ritmo de Brasília e Osaka (Japão).

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sexta-feira - 14/07/2017 - 17:10h
Leis trabalhistas

Fiern faz campanha para agradecer senadores pró-reforma

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN) colocou hoje no ar uma campanha de agradecimento aos senadores José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (PMDB).

Aplaude-os pelo voto em favor do projeto de reforma trabalhista no Senado.

Segundo a entidade, “foram mantidos os direitos dos trabalhadores, prestigiando o diálogo nas relações e flexibilizando as contratações. Um cenário que favorece a retomada do crescimento do Brasil”.

Dos três senadores do estado, apenas Fátima Bezerra (PT) votou contra o projeto.

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sexta-feira - 14/07/2017 - 10:58h
Jornalismo

Bom dia, Reforma Trabalhista!

O programa Bom-dia, Brasil de hoje, da Rede Globo de Televisão, apresentou reportagem especial (veja AQUI) sobre os possíveis desdobramentos práticos da Reforma Trabalhista.

As fontes ouvidas, de trabalhador a especialistas, um ex-integrante do Tribunal Superior do Trabalho (TST) etc. foram unânimes na saudação da nova legislação.

Leia também

Confira o que muda na lei clicando AQUI.

Ninguém que se contraponha à lei teve voz.

Vá entender!

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terça-feira - 11/07/2017 - 23:10h
Hoje

Senado aprova reforma trabalhista em sessão tumultuada

Do G1

Após mais de 11 horas de sessão, marcada por uma série de tumultos em plenário, o Senado aprovou no fim da noite desta terça-feira (11) a reforma trabalhista.

Os senadores aprovaram o chamado texto-base por 50 votos a 26 e, em seguida, analisaram três destaques (sugestões de alteração à proposta original). Todos foram rejeitados.

Saiba como votou cada senador

Garibaldi Filho (PMDB) e José Agripino (DEM) votam a favor; Fátima Bezerra (PT), contra – AQUI

Como os destaques foram rejeitados, a reforma, já aprovada pela Câmara dos Deputados, seguirá para sanção do presidente Michel Temer.

Segundo senadores da base, o presidente se comprometeu com alguns parlamentares a alterar trechos controversos do projeto.

Depois da publicação no “Diário Oficial da União”, pela Presidência da República, haverá um prazo de quatro meses para a entrada das novas regras em vigor.

Mudanças

Pela proposta, a negociação entre empresas e trabalhadores prevalecerá sobre a lei em pontos como parcelamento das férias, flexibilização da jornada, participação nos lucros e resultados, intervalo de almoço, plano de cargos e salários e banco de horas.

Outros pontos, como FGTS, salário mínimo, 13º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade, porém, não poderão ser negociados.

Confira o que muda na lei clicando AQUI.

Veja matéria completa clicando AQUI.

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terça-feira - 27/06/2017 - 22:42h
Tensão

Garibaldi pode assumir liderança do PMDB em lugar de Renan

Do G1 (Por Andréia Sadi)

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), procurou o presidente Michel Temer na noite desta terça-feira (27) após discutir no plenário com o líder do PMDB na Casa, Renan Calheiros (AL). Os dois divergiram, principalmente, sobre a reforma trabalhista, em análise no Senado – Jucá é o relator.

Com o aval do presidente, Jucá já articula para esta quarta (28) a troca na liderança do PMDB.

Ex-ministro de Temer, Jucá colheu assinaturas na bancada, formada por 22 senadores, para destituir Renan do posto. Ele quer Garibaldi Alves (RN) na liderança do PMDB.

Renan irritou o governo ao ameaçar fazer trocas na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que votará nesta quarta a reforma trabalhista.

Ex-presidente do Senado, Renan tem sido um dos principais oposicionistas do governo Temer desde que o presidente assumiu.

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terça-feira - 02/05/2017 - 23:48h
Antônio Jácome e Rafael Motta

Governo Michel Temer tira cargo de ‘infiéis’ do RN

Do Blog do Heitor Gregório

Os indicados dos deputados federais Rafael Motta (PSB) e Antônio Jácome (PTN) que ocupavam cargos federais no RN, amanheceram exonerados das respectivas funções.

Os deputados integravam a base de apoio ao Governo Temer, votando, inclusive, favorável ao impeachment de Dilma Rousseff. No entanto, votaram contra a reforma trabalhista (veja AQUI) e deverão também ser contrários à Reforma da Previdência.

Rafael Motta perde a superintendência do DNIT e do Departamento Nacional de Produção Mineral no Estado do Rio Grande do Norte – DNPM/RN.

Já Antônio Jácome perdeu a superintendência da FUNASA e também do IPHAN.

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