domingo - 15/10/2023 - 20:46h
Ufersa

Estudantes resgatados falam sobre conflito no Oriente Médio

Estudantes chegaram a Mossoró com reitora e familiares estavam à espera (Foto: Assecom/Ufersa)

Estudantes chegaram a Mossoró com reitora e familiares estavam à espera (Foto: Assecom/Ufersa)

Os estudantes da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Francisco das Chagas Barbalho Neto e Roosevelt de Araújo Sales Júnior, que estavam em Israel para intercâmbio, chegaram em Mossoró no início da noite desse sábado (14). Os dois integram o grupo de 207 passageiros do quarto voo da Operação Voltando em Paz, comandada pelo Governo Federal para a repatriação de cidadãos brasileiros que se encontram na região de conflito no Oriente Médio.

A aeronave deixou o Aeroporto de Ben-Gurion, em Tel Aviv, às 18h40 (horário local em Israel) de sexta-feira, dia 13, e pousou no Rio de Janeiro nas primeiras horas da madrugada de sábado. Do Rio, os dois embarcaram por volta das 10h (horário de Brasília) com destino a Fortaleza/CE, onde foram recepcionados pela reitora da Ufersa, professora Ludimilla de Oliveira, e partiram para Mossoró, chegando na Ufersa às 18h. No Gabinete da Reitoria, estavam sendo esperados por seus familiares.

Essa foi a primeira experiência com viagem internacional dos dois, que embarcaram no dia 3 de outubro, mas anteciparam a volta 10 dias depois. “A região em que a gente estava não é diretamente exposta ao conflito, mas tomamos a decisão de retornar para o Brasil quando ficamos sabendo dos primeiros sequestros de civis. Conversamos e decidimos que seria o mais adequado”, relata Chagas.

Apoio

Ele é estudante do 8º período do Curso de Biotecnologia e Roosevelt cursa o segundo ano do doutorado em Ciência Animal – PPGCA. Ambos foram selecionados pelo Edital PROPPG 031/2023 para um estágio-intercâmbio de 45 dias na empresa israelense Colors Farms. “Eu considero que essa foi uma experiência muito exitosa e intensa. Foi tudo muito rápido, mas valeu a pena, porque as portas ficaram abertas”, avalia Roosevelt.

Os dois repatriados estavam hospedados na cidade de Hatzva, região mais ao Sul de Israel, enquanto a escalada de bombardeios se concentra na Faixa de Gaza, território palestino, e em Tel Aviv, Jerusalém e Cisjordânia.

“Fizemos questão de prestar total assistência e suporte aos nossos estudantes. Eles foram muito elogiados, considerados de excelência, o que demonstra a nossa potencialidade e a importância das pesquisas que Universidade mantém com Israel”, declarou a professora Ludimilla de Oliveira.

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segunda-feira - 09/10/2023 - 09:48h
Estado de guerra

Estudantes da Ufersa em Israel vão ser resgatados

Francisco e Roosevelt estão distantes de Tel-Avi (Foto: Reprodução)

Francisco e Roosevelt estão distantes de Tel Aviv (Foto: Reprodução)

Os estudantes da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) Francisco das Chagas Barbalho Neto e Roosevelt de Araújo Sales Júnior, que se encontram em Israel, serão repatriados. O país está em estado de guerra, após ataques em massa de grupo terrorista palestino, o Hamas, já com centenas de mortos.

Em ofício encaminhado à Embaixada do Brasil em Israel, a reitora Ludimilla de Oliveira argumenta que em decorrência da situação de emergência naquele país, se faz necessário em caráter de urgência o repatriamento dos dois estudantes da Universidade, que participam de intercâmbio acadêmico em Israel.

O deslocamento dos estudantes deve ser feito dentro das prioridades do Itamaraty. Eles já preencheram formulário após a solicitação da Universidade para o retorno de ambos.

A reitora explicou que Francisco das Chagas e Roosevelt de Araújo estão no extremo sul de Israel não sendo possível o deslocamento imediato até Tel Aviv. “O momento agora é para aguardar as diligências da Embaixada do Brasil em Israel”, afirmou.

“Vamos aguardar a chegada dos aviões brasileiros em Israel e as providencias que serão tomadas para o repatriamento”, frisou. Diante das tratativas diplomáticas, a reitora acredita que a repatriação dos dois estudantes da Ufersa estará na lista de prioridades da Embaixada do Brasil no país de Israel.

Saiba mais

Leia também: Cerca de mil brasileiros em Israel já pediram para retornar ao Brasil.

Leia também: Entenda o conflito Israel-Hamas.

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quarta-feira - 23/08/2023 - 21:30h
Escuridão

Inferno astral de reitora parece sem fim

Ludimilla centro, apesar do brilho, não completou fala Foto: BCS)

Ludimilla (centro), apesar do brilho, não completou fala (Foto: BCS)

O inferno astral da ainda reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), professora Ludimilla de Oliveira, parece sem fim.

Agora à noite, na abertura da Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada (EXPOFRUIT), na Estação das Artes Elizeu Ventania, ela começava discurso quando houve pane na energia elétrica.

O dispositivo da solenidade acabou sendo encerrado, sem que ela e os demais oradores programados à oratória pudessem falar.

Ó tempos!

Leia tambémFeira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada tem início

Ludimilla enfrenta demanda para destituição do cargo, a partir da perda do título de doutora, por plágio.

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segunda-feira - 24/07/2023 - 18:28h
Ludimilla Oliveira

Parecer recomenda destituição de reitora da Ufersa

Do Blog Saulo Vale

Ludimilla já teve derrota judicial na luta para continuar em reitoria (Foto: redes sociais)

Ludimilla está nas ‘mãos’ de um colegiado que tende a lhe julgar desfavoravelmente (Foto: redes sociais)

Um parecer da comissão formada pelo Conselho Universitário (CONSUNI) da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) orientou que esse colegiado dê entrada no processo de destituição da reitora Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira junto ao Ministério da Educação (MEC).

O documento, de 24 páginas, disponível para o público no Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos, foi apresentado no início da tarde desta segunda-feira, dentro do prazo estipulado pelo colegiado.

Em resumo: diz que há fatores que embasam a anulação ou revogação do decreto que nomeou Ludimilla, uma vez que a Reitora perdeu o título de doutorado.

O próximo passo é o Consuni marcar uma reunião extraordinária, para votar se acata ou não esse parecer da comissão.

A recomendação é assinada pelos professores doutores Marta Lígia Pereira da Silva, Ulisses Levy Silvério dos Santos, Reginaldo José dos Santos Júnior e Midiã Medeiros Monteiro, além do técnico-administrativo Jeferson Santos Teixeira da Silva e do estudante Pedro Victor Cavalcante Santos.

Se o Consuni acatar – a tendência é essa – então o pedido de anulação da nomeação da Reitora será entregue oficialmente ao ministro da Educação, Camilo Santana, a quem cabe a palavra final.

Processo

Ludimilla enfrenta um processo no Consuni, por conta da anulação de seu doutorado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A instituição acatou uma denúncia de plágio em 44% de sua tese de doutorado.

Na Ufersa, só pode ser reitor quem tem doutorado.

A partir daí, o Consuni, onde a reitora tem minoria, formou, no dia 27 de junho, uma comissão, para elaborar, no prazo de 30 dias, um parecer sobre o que a universidade deve fazer no caso de Ludimilla.

O documento, apresentado nesta segunda-feira, representa mais um passo no processo que pode culminar na destituição da reitora.

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quarta-feira - 05/07/2023 - 23:44h
Ludimilla de Oliveira

Reitora continua no cargo, apesar de empenho de procurador federal

Ludimilla teve seu doutorado anulado (Foto: redes sociais)

Ludimilla, com tese de doutorado anulada, vive momentos sufocantes (Foto: redes sociais)

Mais uma ação desencadeada pelo procurador federal Emanuel de Melo Ferreira contra a reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Ludimilla de Oliveira, não vingou. O juiz Fabrício Ponte de Araújo, da 8ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, com sede em Mossoró, considerou improcedente o arrazoado do procurador.

Ela continua no cargo.

Emanuel pediu o afastamento imediato e cautelar de Ludimilla, argumentando que ela desencadeou abuso de poder e intimidação, além de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito. Para Emanuel de Melo, a reitora ao enviar um e-mail para membros do Conselho Universitário (CONSUNI), da Ufersa, órgão colegiado maior da instituição, tentou intimidá-los, na tentativa de barrar processo que poderá destitui-la da reitoria.

Plágio

Com título de doutorado anulado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por plágio, a reitora está na iminência de realmente ser destituída. Mas, o procurador tem pressa, enquanto o magistrado em sua decisão deixa claro que o devido processo legal precisa ser arrimado. Determinou que a reitora num prazo de 15 dias se pronuncie em defesa própria.

O Consuni segue seu trabalho e até o fim deste mês vai se pronunciar sobre o caso. Se for ejetada do cargo, Ludimilla abre espaço para nomeação de substituto tampão pelo Ministério da Educação.

Leia também: Em nova ação, procurador tenta saída imediata de reitora.

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terça-feira - 04/07/2023 - 19:36h
Ufersa

Em nova ação, procurador tenta afastamento “imediato” de reitora

Do Blog Saulo Vale

Juiz Orlan Donato rejeitou ação contra Ludimilla, mas procurador Emanuel usa recurso no TRF (Fotomontagem BCS)

Juiz Orlan Donato rejeitou ação contra Ludimilla, vendo postura de patrulhamento ideológico do procurador (Fotomontagem BCS)

Procurador do Ministério Público Federal do Rio Grande do Norte (MPFRN), Emanuel de Melo Ferreira entrou com uma ação na Justiça pedindo o afastamento cautelar e imediato da Reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), Ludimilla Serafim Carvalho de Oliveira.

No objeto da ação, não só o fato dela ter tido o título de doutorado anulado, após a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) aceitar uma denúncia de 44% de plágio em sua tese, mas todo o seu desdobramento.

O procurador aponta que o MPF iniciou apuração “em torno da prática de possível ato de improbidade administrativa, consistente de enriquecimento ilícito, a partir do recebimento indevido de gratificação referente ao doutorado e do exercício do cargo de Reitora”.

Ele assinala ainda que o afastamento da Reitora em caráter cautelar é necessário “a fim de assegurar a obteção de provas que possam demonstrar a prática de ato improbo de enriquecimento ilícito”.

Abuso de poder

Em outro trecho, Emanuel de Melo Ferreira descreve a carta em que Ludimilla enviou para o Conselho Universitário (Consuni) dias antes desse colegiado iniciar seu processo de destituição. Ele diz que o documento teve objetivo de “intimidar servidores públicos no exercício da função como membros do Consuni”.

Nessa carta – leia aqui – Ludimilla descreve o que o conselho deve fazer em caso de sua morte, como queimar sua pasta funcional e jogar as cinzas em “14 cajaranas, que foram plantadas na Fazenda Experimental por mim”.

Ele destaca que a Reitora cometeu “abuso de poder por parte de quem se encontra em desfavorável processo que pode levar à destituição”.

Outros pontos

Outros pontos também são elencados pelo procurador federal como intimidação durante reunião do Consuni, criação do estado de medo na instituição e constrangimento.

Ludimilla de Oliveira enfrenta processo iniciado no Consuni no dia 27 passado após o colegiado formar comissão para analisar a sua situação frente à Ufersa.

O grupo, formado por cinco professores doutores, um técnico e um estudante, deve apresentar ainda neste mês de julho um parecer que oriente a universidade sobre como proceder em caso de uma reitora que perdeu o título de doutorado após plágio, uma vez que não pode ser Reitor da Ufersa se não tiver doutorado.

Caso o colegiado vote a favor do parecer dessa comissão, então a solicitação de destituição é encaminhada para o ministro da Educação, Camilo Santana, que terá a palavra final.

De acordo com o Regimento Geral da Ufersa, se o ministro aceitar, então será nomeado interinamente o professor doutor mais antigo da instituição e novas eleições para reitor e vice serão convocadas.

Nota do Blog Carlos Santos – Contato o advogado Marcos Lanuce, que cuida da defesa da reitora, e solicito uma posição sobre o caso. Eis sua manifestação:

“Em relação a matéria difundida na imprensa no dia de hoje, sobre uma Ação de Tutela Cautelar Antecedente interposta pelo Ministério Público Federal, através do Procurador Emanuel de Melo Ferreira, a Assessoria Jurídica da Professora Ludmilla Oliveira, informa que ainda não teve conhecimento oficial de qualquer decisão no referido processo e que, em momento processual oportuno, apresentará seus argumentos defensivos, no exercício do Princípio do Contraditório.”

Vale lembrar, que o procurador Emanuel de Melo Ferreira já foi punido pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), dia 19 de dezembro do ano passado (veja AQUI), com a pena de “censura.” Noutra ação contra a reitora, a decisão do então juiz da 8ª Vara Federal, em Mossoró, Orlan Donato, teve em seu enunciado o entendimento de que a demanda, “como um todo, retrata muito mais um patrulhamento ideológico sobre a ré do que um efetivo exercício de fiscalização da lei por parte do parquet denunciante, o que não é admissível e foge à competência do Poder Judiciário”.

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terça-feira - 18/01/2022 - 12:48h
Ufersa

MPF recorre contra reitora Ludimilla; juiz vê “patrulhamento ideológico”

Duelo confronta procurador e magistrado em caso que a priori era do universo de luta acadêmica

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou recurso para pedir a condenação da reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Ludimilla de Oliveira, pelos crime de ameaça à aluna Ana Flávia de Lira, além de prevaricação. O pedido deve ser apreciado pelo Tribunal Regional Federal da 5a Região (TRF5).

Ludimilla foi absolvida em sentença da 8a Vara da Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN).

Juiz Orlan Donato rejeitou ação contra Ludimilla, mas procurador Emanuel usa recurso no TRF (Fotomontagem BCS)

Juiz Orlan Donato rejeitou ação contra Ludimilla, mas procurador Emanuel faz recurso ao TRF (Fotomontagem BCS)

Segundo o autor do recurso, o procurador da República Emanuel de Melo Ferreira, Ludimilla proferiu grave ameaça à aluna Ana Flávia de Lira ao mencionar a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) em resposta a comentário crítico da estudante em uma rede social.

A ação é baseada em precedente do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu grave desvio de finalidade das atividades de inteligência, mediante a utilização do aparato estatal para produzir relatórios e dossiês de pessoas identificadas como sendo antifascistas, em ato de perseguição política e ideológica (ADPF 722). O recurso ressalta que “a ameaça em torno da utilização da Abin era algo real e não meramente imaginário, com potencialidade lesiva. O mal injusto e grave consiste, precisamente, na busca pelo silenciamento no debate público a partir da possível elaboração de dossiês que poderiam ser compartilhados por todos os órgãos da Administração Pública que compõem o sistema de inteligência, como reconhecido pelo STF”.

Juiz vê “patrulhamento ideológico” do MPF

Na decisão de primeiro grau, o titular da 8ª Vara, com sede em Mossoró, Orlan Donato Rocha, destacou que “a presente ação penal, como um todo, retrata muito mais um patrulhamento ideológico sobre a ré do que um efetivo exercício de fiscalização da lei por parte do parquet denunciante, o que não é admissível e foge à competência do Poder Judiciário”.

O mesmo magistrado também exumou que “a questão do posicionamento ideológico em ações judiciais quanto ao membro do MPF denunciante, inclusive, está sob investigação dentro do âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)”.

O procurador também reforça que a reitora cometeu o crime de prevaricação ao adiar a colação de grau da Ufersa, em janeiro de 2020, com o objetivo de evitar protestos, alegando ser uma medida de prevenção à covid-19. A cerimônia já seria realizada virtualmente, pelo YouTube, e a reitora chegou a publicar uma portaria proibindo qualquer protesto de estudantes no chat da plataforma.

Somente quando uma decisão judicial acatou pedido da Defensoria Pública da União e anulou a portaria pela clara violação à liberdade de expressão, a reitora decidiu cancelar o evento e a colação de grau foi realizada posteriormente sem cerimônia.

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – O procurador da República Emanuel Ferreira é um dos autores da polêmica Ação Civil Pública (ACP) contra a União “por danos morais coletivos causados pela atuação antidemocrática do ex-juiz Sérgio Fernando Moro na condução da chamada Operação Lava Jato” (veja AQUI). O assunto ganhou notoriedade nacional.

Ele também  foi coautor – ao lado de outros seis procuradores – de outra ACP, em 2019, contra o então ministro da Educação, Abraham Weintraub e a União, por supostos danos morais coletivos causados à honra e à imagem de alunos e professores das instituições públicas federais de ensino. Weintraub, entre outras declarações, disse à imprensa que as universidades deveriam “melhorar desempenho acadêmico”, em vez de fazerem “balbúrdia”.

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quarta-feira - 27/10/2021 - 17:02h
Ufersa

Conselho derruba portaria de reitora que queria transferir curso

Do Blog Saulo Vale

O Conselho Universitário (CONSUNI) da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) derrubou nesta quarta-feira (27) portaria estabelecia realização de um estudo sobre a viabilidade de transferência do curso de Arquitetura de Pau dos Ferros para o campus de Mossoró.

Sem maioria no Conselho, Ludimilla vê portaria ser derrubada (Foto: Célio Duarte)

Sem maioria no Conselho, Ludimilla vê portaria ser derrubada (Foto: Célio Duarte)

A portaria, que agora perde a validade, era assinada pela reitora da instituição, Ludimilla de Oliveira, que não possui maioria no Consuni.

O documento designava uma comissão que teria 45 dias para apresentar um projeto de viabilidade de transferência, que seria ainda submetido aos conselhos competentes.

Polêmica

A ideia de transferir o curso de Arquitetura de Pau dos Ferros para Mossoró causou forte polêmica. Ludimilla afirmava que era uma reivindicação do professorado.

Do outro lado, autoridades da região se manifestavam contra, como foi o caso da prefeita pauferrense Marianna Almeida (PSD) e da direção do campus da Ufersa de Pau dos Ferros.

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terça-feira - 09/02/2021 - 19:50h
Ludimilla de Oliveira

Reitora é denunciada por intimidação de estudantes

Ludimilla: confrontos (Foto do Jornal de Fato)

Ludimilla: confrontos (Foto do Jornal de Fato)

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou uma denúncia e uma ação de improbidade contra a reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira, por ameaçar uma estudante; tentar silenciar e intimidar alunos contrários à sua nomeação; editar atos cerceando a liberdade de expressão; retardar uma cerimônia de colação de grau para atender interesse pessoal; e por espalhar informações falsas sobre a aluna Ana Flávia Lira.

A reitora, que foi a terceira colocada na eleição interna para o cargo, terminou sendo a escolhida para assumir a gestão da universidade em agosto do ano passado, o que causou reações por parte, principalmente, dos estudantes da instituição. Para o Ministério Público Federal, a forma como Ludimilla Oliveira respondeu a essa reação incluiu a prática de crimes e de atos de improbidade.

A denúncia aponta que a gestora cometeu os crimes de ameaça e prevaricação (artigos 147, 319 do Código Penal, respectivamente). O primeiro através de uma postagem em rede social e o seguinte a partir dos entraves que criou para impedir que uma colação de grau pudesse servir de palco para críticas à sua nomeação.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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sexta-feira - 21/08/2020 - 23:44h
Nova reitora

Protesto “Fora Ludimilla” é destaque nacional

O anúncio (veja AQUI) pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nessa sexta-feira (21) em Mossoró, da nomeação da professora Ludimilla Oliveira para reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), desencadeou uma campanha em redes sociais contra a escolhida.

Ela foi terceira colocada na consulta interna na Ufersa aos segmentos que formam a instituição. O professor Rodrigo Codes foi o mais votado em todos os segmentos com 35,55% dos votos. Jean Berg Alves, segundo colocado, obteve 24,84% e Ludimilla empalmou 18,33%.

Mas o presidente foi recomendado a nomeá-la, por afinidade ideológica.

Na rede social Twitter, por exemplo, a hastag #ForaLudmilla ficou entre as mais replicadas no país, nessa plataforma, durante boa parcela do dia.

Veja AQUI.

Ludmilla deverá tomar posse no próximo dia 8. Vai substituir o reitor José Arimatea Matos.

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Categoria(s): Política
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