segunda-feira - 08/05/2017 - 21:34h
Suspeição

Janot quer que STF anule decisões de Gilmar Mendes

Do portal G1

Procuradoria Geral da República (PGR) enviou pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o ministro Gilmar Mendes deixe a relatoria de um habeas corpus no qual concedeu liberdade ao empresário Eike Batista. Além disso, Janot quer a anulação de todas as decisões sobre o habeas corpus, incluindo a que mandou soltar o empresário.

Mulher de Gilmar Mendes atua no mesmo escritório que defende Eike Batista (Foto: G1)

No último dia 28, Eike obteve liberdade no STF após três meses de prisão por conta de investigação em que é suspeito de pagar propina ao ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral em troca de contratos no estado.

O pedido de Janot foi enviado à presidente da Corte, Cármen Lúcia, para ser pautada em plenário e ser decidido pelos 11 ministros.

O procurador alega que Gilmar Mendes não poderia atuar na causa porque sua esposa, Guiomar Mendes, trabalha no escritório de advocacia de Sérgio Bermudes, que defende Eike Batista.

“Em situações como essa há inequivocamente razões concretas, fundadas e legítimas para duvidar da imparcialidade do juiz, resultando da atuação indevida do julgador no caso”, diz Janot no pedido.

Incompatibilidade

“A situação evidencia o comprometimento da parcialidade do relator do habeas corpus […] tendo ele incidido em hipótese de impedimento ou, no minimo, de suspeição. Por tal motivo, suscita-se a presente arguição contra o ministro Gilmar Ferreira Mendes, a fim de se reconhecer a sua incompatibilidade para funcionar no processo em questão, bem como para que se declare a nulidade dos atos decisórios por ele praticados”, afirma.

O procurador citou o Código de Processo Civil, que prevê impedimento do juiz quando a parte for cliente do escritório de advocacia de seu cônjuge. Além disso, a lei diz que o magistrado deve deixar o caso por suspeição se a parte for credora de seu cônjuge.

“Com efeito, o julgamento por um magistrado de uma causa penal na qual figure como parte um cliente do escritório de advocacia do cônjuge do julgador ou um devedor de seu cônjuge, como previsto nos arts. 144, inciso VIII, e 145, inciso III, do Código de Processo Civil, contraria diretamente a exigência de imparcialidade, particularmente em seu aspecto objetivo”, afirma o PGR.

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sexta-feira - 31/03/2017 - 23:43h
Transpetro

Políticos do RN são envolvidos em delação sobre Caixa 2

Por Anna Ruth (Blog Política em Foco)

O procurador geral da República Rodrigo Janot solicitou ao Supremo a inclusão das citações feitas pelo ex-presidente da Transpetro a sete parlamentares em um dos inquéritos que estão em andamento na Corte para apurar fraudes na estatal.

O chefe do MP quer que o STF autorize investigações do suposto envolvimento dos senadores Valdir Raupp (PMDB-RO), Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Agripino Maia (DEM-RN), além dos deputados Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Luiz Sérgio (PT-RJ), Walter Alves (PMDB-RN) e Felipe Maia (DEM-RN).

Sérgio Machado contou na delação que esses parlamentares e outros ex-congressistas pediram doações oficiais para a Transpetro, sendo que algumas delas representaram vantagens ilícitas.

Na ocasião em que a delação de Sérgio Machado foi divulgada, em junho do ano passado, todos os políticos citados negaram irregularidades nas doações.

Desmembramento

Em petição encaminhada nesta semana a Edson Fachin, o procurador-geral da República solicitou que o relator da Lava Jato autorize o desmembramento das investigações que envolvem os políticos que perderam o foro privilegiado: os ex-deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Cândido Vaccarezza (PT-SP), Jorge Bittar (PT-RJ) e Edson Santos (PT-RJ) e a ex-senadora Ideli Salvatti (PT-SC).

Nesses casos, Janot sugeriu que as apurações sejam encaminhadas ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância.

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segunda-feira - 27/03/2017 - 17:04h
Operação Candeeiro,

Senador e dois deputados federais são citados em delação

Do G1RN

Um senador da República e dois deputados federais do Rio Grande do Norte foram citados em delações premiadas celebradas entre o Ministério Público Federal, o Ministério Público potiguar, o ex-diretor administrativo do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) e uma professora universitária.

Gutson prestou depoimento (Foto: Magnus Nascimento/Tribuna do Norte)

As citações são relativas ao esquema de desvios dentro do Idema que resultou na deflagração da Operação Candeeiro, em setembro de 2015. As delações, que ainda estão sob sigilo, foram homologadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux em 3 de março passado. O G1 teve acesso ao documento.

Com a homologação por parte do Supremo Tribunal Federal, as delações passam a servir como base para novos pedidos de inquérito e investigações das Operações Dama de Espadas e Candeeiro. A partir de agora, os autos dos processos resultantes das duas ações seguem para o STF.

Fraudes

Em novembro passado, o advogado e ex-diretor administrativo do Idema Gutson Johnson Giovany Reinaldo Bezerra assinou termo de colaboração premiada se comprometendo a delatar outras pessoas envolvidas em fraudes ocorridas no próprio Idema e na Assembleia Legislativa, inclusive “políticos que tenham praticado ilícitos”.

Luiz Fux lembra, no documento, que a Operação Candeeiro investigou “esquema de corrupção desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no âmbito do Idema”.

O texto da homologação não traz os políticos citados por Gutson Reinaldo e Vilma Rejane nas delações, mas o ministro esclarece que “em face da menção dos colaboradores ao envolvimento de parlamentares federais, especificamente dois deputados federais e um senador, nos fatos delituosos, configura-se a competência do Supremo Tribunal Federal para a homologação dos acordos”.

O ministro ressalta que os termos de acordo de colaboração premiada homologados foram conduzidos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e que as delações se baseiam na Lei 12.850/2013, que define organização criminosa e dispõe sobre a investigação criminal, os meios de obtenção da prova, infrações penais correlatas e o procedimento criminal.

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terça-feira - 14/03/2017 - 21:09h
Veja

Aécio, Lula, Dilma, Serra, Renan e outros estão na lista de Janot

Do G1

A TV Globo confirmou com várias fontes que a Procuradoria Geral da República (PGR) solicitou que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorize abertura de investigações de pelo menos cinco ministros, seis senadores, um deputado e ex-integrantes dos governos Lula e Dilma, inclusive os dois ex-presidentes.

Os nomes são os seguintes:

  • Aloysio Nunes, ministro de Relações Exteriores
  • Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil
  • Moreira Franco, ministro da Secretaria de Governo
  • Gilberto Kassab, ministro de Ciência e Tecnologia
  • Bruno Araújo, ministro das Cidades
  • Rodrigo Maia, presidente da Câmara
  • Eunício Oliveira, presidente do Senado
  • Edison Lobão, senador
  • José Serra, senador
  • Aécio Neves, senador
  • Romero Jucá, senador
  • Renan Calheiros, senador
  • Para a primeira instância vão:

  • Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente
  • Dilma Rousseff, ex-presidente
  • Antonio Palocci
  • Guido Mantega
  • As acusações de modo geral são as seguintes: corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem, fraude a licitação, formação de cartel e artigo 350 do Código Eleitoral, que é prestar falsas informações à Justiça Eleitoral.

    O relator da Operação Lava Jato no Supremo, ministro Edson Fachin, é quem decidirá se os inquéritos serão autorizados e se o sigilo será removido.

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    terça-feira - 14/03/2017 - 18:58h
    Delações da Odebrecht

    Rodrigo Janot pede a abertura de 83 inquéritos ao STF

    Do Congresso em Foco

    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (14), 83 pedidos de abertura de inquérito com base nos acordos de delação premiada firmados com 77 executivos e ex-executivos do grupo Odebrecht na Operação Lava Jato. No pacote de 320 pedidos, Janot também solicita 211 declínios de competência para outras instâncias da Justiça, nos casos que envolvem pessoas sem prerrogativa de foro, além de sete arquivamentos e outras 19 providências.

    Conforme assinala a PGR, não é possível divulgar detalhes sobre os termos de depoimentos, inquéritos e demais peças enviadas ao STF por estarem em segredo de Justiça. Rodrigo Janot pediu ao relator do caso no STF, ministro Edson Fachin, a retirada do sigilo desse material considerando a necessidade de promover transparência e garantir o interesse público.

    Dez caixas

    De acordo com informações do STF, os pedidos ainda serão registrados com um número no sistema da Corte. Devido a quantidade de pedido, a expectativa do tribunal é de que isso ocorra entre dois a três dias. Após essa etapa, Fachin começara a analisar cada caso, juntamente com a decisão sobre o sigilo.

    A assessoria do Supremo informou que não há prazo para análise e divulgação da lista com os nomes dos políticos envolvidos. O material foi enviado pela PGR em dez caixas e estão guardadas em uma sala cofre, no 3º andar do prédio principal do tribunal. Apenas funcionários autorizados podem ter acesso ao local.

    O local é o mesmo que serviu de abrigo para as delações dos executivos da Odebrecht, antes de serem homologadas pela ministra Cármem Lúcia.

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    sexta-feira - 04/11/2016 - 23:10h
    Lista

    Nove ministros e políticos do RN estão na ‘Farra das Passagens’

    A Procuradoria Regional da República (PGR) no Distrito Federal enviou para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a lista de 219 políticos que teriam feito ‘uso indevido’ de recursos públicos no caso da ‘Farra das Passagens’.

    O documento cita nominalmente deputados, senadores, ministros do Tribunal de Contas da União e governadores – políticos que detêm foro privilegiado perante o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

    Os deputados federais Fábio Faria (PSD), Felipe Maia (DEM) e Rogério Marinho (PSDB), e a senadora Fátima Bezerra (PT) – são os nomes potiguares na lista.

    Ministros

    Estão na lista de 219 políticos com foro privilegiado nove ministros do governo Temer: Eliseu Padilha (PMDB-RS/Casa Civil), que foi deputado federal (2003-2015); Bruno Araújo (PSDB-PE/Cidades); Leonardo Picciani (PMDB-RJ/Esporte); Maurício Quintella (PR-AL/Transportes); Fernando Coelho Filho (PSB-PE/Minas e Energia); Mendonça Filho (DEM-PE/Educação); Sarney Filho (PMDB-MA/Meio Ambiente); Ricardo Barros (PP-PR/Saúde); e Raul Jungmann (PPS-PE/Defesa)

    Veja matéria completa AQUI.

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    quinta-feira - 03/11/2016 - 22:56h
    Recife-PE

    Marcelo Alves assume Chefia da Procuradoria da 5ª Região

    O procurador regional da República Marcelo Alves Dias de Souza, natural de Natal, é o novo chefe da Procuradoria Regional da República da 5ª Região (PRR5), sediada em Recife-PE. Ele, que era procurador-chefe substituto desde 1º de outubro de 2015, assumiu o lugar do então titular, Antônio Edílio Magalhães Teixeira.

    Marcelo Alves é natural de Natal (Foto: ASCOM/PRR5)

    Edílio Magalhães deixou o cargo voluntariamente, por motivos pessoais, para retornar a seu estado de origem, a Paraíba.

    A permanência de Marcelo Alves, que num primeiro momento assumiu interinamente a Chefia, teve respaldo do colegiado de membros da PRR5.

    Até setembro de 2017

    O grupo também acatou o nome de Isabel Guimarães da Câmara Lima como chefe substituta.

    Eles foram formalmente designados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por meio da Portaria nº 946, de 28 de outubro de 2016, para exercer os cargos até 30 de setembro de 2017.

    Saiba mais informações AQUI.

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    quinta-feira - 20/10/2016 - 23:14h
    Campanha

    Doações a Henrique em 2014 passam a ser investigadas no RN

    Do G1

    O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o envio para a Justiça Federal do Rio Grande do Norte de inquérito aberto contra o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ex-deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e o empresário José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro, da OAS.

    Os documentos da apuração, que aponta suposto recebimento de propina disfarçada de doação de campanha, foram remetidos nesta quinta-feira (20) ao Rio Grande do Norte.

    Eduardo Cunha e Henrique Alves na mira de investigações de Janot (Foto: Luís Macedo)

    O pedido de investigação chegou ao Supremo em sigilo no mês de maio. O inquérito foi aberto, mas retirado do âmbito da Operação Lava Jato por não se referir diretamente ao esquema de desvios na Petrobras.

    Eduardo Cunha e Henrique Alves são investigados por corrupção passiva e lavagem de dinheiro e Léo Pinheiro por corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

    Conversas interceptadas

    Segundo a Procuradoria Geral da República, conversas interceptadas no celular de Léo Pinheiro mostraram uma conversa em que Cunha e o empresário falavam sobre votações de interesse da empreiteira . Depois, o parlamentar aparece cobrando doações oficiais da OAS para campanha de Henrique Alves ao governo do Rio Grande do Norte, em 2014.

    As informações foram enviadas para o Rio Grande do Norte em razão da cassação de Eduardo Cunha, que, com isso, perdeu o foro privilegiado, e porque as suspeitas apontadas na apuração ocorreram naquele estado.

    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, citou no pedido de investigação “centenas de mensagens trocadas entre Léo Pinheiro e Eduardo Cunha, apreendidas no celular daquele, o que demonstra, nitidamente, a relação espúria entre o empreiteiro e o atual presidente da Câmara dos Deputados”.

    Relação espúria

    “Havia, inclusive, doações rotineiras – a demonstrar a estabilidade da relação espúria – e doações extraordinárias. Da mesma forma, verificou-se não apenas a participação de Henrique Alves nesses favores, como também o recebimento de parcela das vantagens indevidas, também disfarçada de ‘doações oficiais'”, afirmou o procurador.

    Janot citou cobrança de Eduardo Cunha à OAS para campanha de Henrique Eduardo Alves e apontou atuação de Alves para que houvesse a destinação de recursos, oriundos da Petrobras.

    “Houve, inclusive, atuação do próprio Henrique Eduardo Alves para que houvesse essa destinação de recursos, vinculada à contraprestação de serviços que ditos políticos realizavam em benefício da OAS. Tais montantes (ou, ao menos, parte deles), por outro lado, adviriam do esquema criminoso montado na Petrobras e que é objeto do Caso Lava Jato, o que demanda a correlata análise do caso”, disse Janot, em maio.

    Doação para campanha de Henrique

    O procurador destacou que em uma das mensagens, em 2014, Eduardo Cunha pediu doação para o comitê estadual do PMDB no Rio Grande do Norte e afirmou que, no dia seguinte, “25 de julho de 2014, houve doação de R$ 500 mil, feita pela Construtora OAS, para a campanha de Henrique Eduardo Alves ao governo do Rio Grande do Norte”.

    O procurador narrou que há uma “relação de simbiose” entre Cunha e a OAS.

    “De fato, a partir de mensagens extraídas do celular do Presidente da OAS, Léo Pinheiro, foi possível verificar que Eduardo Cunha e as empreiteiras estabeleceram relação de simbiose, isto é, verdadeira troca de benefícios, em que um atendia aos interesses do outro, mediante retribuições financeiras”, disse Janot no pedido de investigação.

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    segunda-feira - 25/07/2016 - 22:46h
    Mossoró

    Fundadora do ‘Movimento Nas Ruas’ fará palestra na Ufersa

    Nessa terça-feira (25), a ativista e fundadora do movimento “Nas Ruas,” Carla Zambelli, estará visitando Mossoró. Carla vai ministrar a palestra “Estado de Direito, Liberdade de Expressão e Combate à corrupção”.

    Zambelli: nome nacional (Foto: cedida)

    O evento vai acontecer a partir das 19h no auditório da PROEC, na Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA).

    O “Nas Ruas” é um movimento de combate à corrupção e impunidade. Foi fundado em julho de 2011 e se notabilizou pela confecção de bonecos infláveis gigantes satirizando figuras como Dias Toffoli, Dilma Rousseff, Teori Zavaski, Rodrigo Janot e Ricardo Lewandowski.

    Zambelli ficou conhecida em todo Brasil quando se acorrentou a uma das pilastras da câmara dos deputados como forma de pressionar os parlamentares pela admissibilidade do impeachment da presidente Dilma.

    A palestra será aberta ao público.

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    terça-feira - 05/07/2016 - 12:24h
    Folha de São Paulo

    Cunha orientou repasse de propina a Henrique, diz PGR

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) diz que detectou pagamentos da empreiteira Carioca Engenharia na conta secreta na Suíça atribuída ao ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB). A notícia é dada hoje pelo jornal Folha de São Paulo.

    Eduardo Cunha e Henrique: ligação, segundo PGR (Foto: Eduardo Coelho/O Globo)

    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, diz que os repasses da Carioca a Henrique Alves foram feitos sob orientação do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), assinala o periódico paulistano.

    “O dinheiro, de acordo com a Procuradoria, era oriundo de propina cobrada da empresa em troca da liberação de recursos do fundo de investimentos do FGTS para obras do Porto Maravilha, no Rio.”

    Vazamento seletivo

    Os valores totalizariam pelo menos 300 mil dólares, em mais de uma transferência.

    O advogado do ex-ministro, Marcelo Leal, foi ouvido pela Folha de São Paulo. Segundo ele, Henrique “nega veementemente ter recebido qualquer recurso indevido como vantagem pessoal em contas no Brasil ou Exterior.

    Também “repudia o vazamento seletivo de informações em desrespeito à legislação e às garantias constitucionais”.

    Veja matéria completa AQUI.

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    • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
    sexta-feira - 01/07/2016 - 10:36h
    Judiciário

    Presidente do STJ é delatado pela Odebrecht

    Do Blog O Antagonista

    O presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Francisco Falcão, é alvo de um pedido de inquérito da PGR.

    Segundo Delcídio Amaral, ele participou – juntamente com Dilma Rousseff e José Eduardo Cardozo – da manobra para nomear Navarro Dantas ao tribunal e soltar Marcelo Odebrecht.

    O Antagonista soube agora que Francisco Falcão foi citado pelos delatores da Odebrecht.

    O STJ tem de ser passado a limpo. E Dilma Rousseff tem de ser presa.

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    domingo - 19/06/2016 - 11:58h
    Bastidores

    Os choros do ex-ministro Henrique Alves

    Texto da Coluna do Moreno foi publicado nesse sábado (18), mas Henrique rebate seu conteúdo (Foto: reprodução)

    Na Coluna do Moreno, assinada por Jorge Bastos Moreno, em O Globo desse sábado (18), ele escreve (veja reprodução nesta postagem) sobre bastidores de situação vivida pelo ex-ministro Henrique Alves (PMDB), em face do cerco à sua vida, denunciado pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal 9STF).

    Segundo Janot, Henrique teria conta em banco suíço (veja AQUI).

    O ex-ministro reagiu outra vez. Em endereço próprio nas redes sociais, ele desmente o colunista:

    – Ao contrário da nota publicada pelo @RadiodoMoreno (endereço no Twitter0, mantenho-me sereno, racional e republicano diante das acusações inverídicas contra mim.

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    sábado - 18/06/2016 - 20:25h
    Mais escândalo

    Janot denuncia Henrique ao STF por suposta conta na Suíça

    Do portal G1 e O Estado de São Paulo

    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ao Supremo Tribunal Federal o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) por crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas em razão de conta atribuída a ele na Suíça.

    Alves pediu demissão do cargo na última quinta (16), um dia depois da divulgação de que havia sido citado por recebimento de propina na delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

    Henrique Alves saiu há poucos dias do Ministério do Turismo e não tem foro privilegiado (Foto: Dida Sampaio)

    Em nota oficial divulgada na noite de sexta (17), após informações de que ele teria deixado o cargo em razão da existência de contas no exterior, Henrique Alves negou ligação com recursos e disse que não foi citado para prestar esclarecimentos, mas que está a disposição da Justiça (leia a íntegra da nota ao final desta reportagem).

    Em reportagem publicada neste sábado (18), o jornal “O Estado de S.Paulo” informou que a Suíça localizou conta de Alves e que os valores foram bloqueados naquele país. A TV Globo apurou que os dados foram recebidos pelas autoridades brasileiras e originaram a denúncia.

    Extradição

    A investigação, iniciada na Suíça e transferida para o Brasil, identificou uma conta ligada a Alves com saldo de 800 mil francos suíços – cerca de R$ 2,8 milhões.

    A transferência da investigação foi realizada para autoridades brasileiras nos mesmos moldes como ocorreu com o presidente afastado da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDb-, após a Suíça identificar contas ligadas ao deputado, à mulher dele e uma das filhas.

    Como Henrique Alves não pode ser extraditado para a Suíça para responder a processo porque é brasileiro nato, a transferência do caso para o Brasil assegura a continuidade da investigação.

    Ele já era alvo de dois pedidos de abertura de inquérito no Supremo. Um deles pede a inclusão do nome dele no principal inquérito da Lava Jato, o que apura se existiu uma organização criminosa para fraudar a Petrobras.

    Nota de esclarecimento de Henrique Alves

    Não recebi citação de nenhum novo processo. Tão logo tome conhecimento do seu conteúdo, certamente darei a resposta necessária diante dos fatos a serem esclarecidos. Documentos apresentados pela senhora Mônica Azambuja em processo anterior foram considerados ilegais.

    Mantenho-me sereno, racional e republicano diante do vazamento seletivo ilegalmente publicizado. Acredito na imprensa livre e nas instituições judiciárias da nossa democracia. e nas instituições judiciárias da nossa democracia.

    O outro pedido é baseado em mensagens apreendidas no celular do ex-presidente da OAS José Adelmário Pinheiro, o Léo Pinheiro, nas quais o empreiteiro trata com Eduardo Cunha de doações a Henrique Alves – a suspeita é de que Alves tenha recebido dinheiro desviado da estatal em forma de doação oficial para campanha.

    A denúncia feita pela Procuradoria Geral da República teria ocorrido em um procedimento já instaurado, que apurava outros fatos, que não a existência das contas na Suíça. No entanto, os elementos que chegaram foram suficientes para embasar uma acusação formal contra o ex-ministro pos crimes tributários e lavagem.

    Como Henrique Alves deixou o governo e perdeu o foro privilegiado, terá que ser analisado agora se o caso continuará no Supremo ou se será enviado à primeira instância.

    ‘Revista Veja’

    Reportagem publicada na noite desta sexta (17) no site da “Revista Veja” mostrou ainda que Henrique Eduardo Alves é alvo de uma ação de improbidade administrativa que tramita há cerca de dez anos na Justiça Federal de Brasília. Trata-se de uma conta diferente da que foi localizada pelas autoridades suíças.

    No processo que corre em uma das varas cíveis do Distrito Federal, a ex-mulher de Alves – Mônica Azambuja – apresentou documentos e extratos bancários que detalham gastos fora do país entre 1996 e 2004. Os valores não teriam sido declarados à Receita Federal. Ela apresentou o número de uma conta no Banco Union Bancaire Privée, batizada com as letras H e M, iniciais de Henrique e Mônica.

    A TV Globo confirmou a existência do processo, onde há inclusive detalhes sobre gastos em hotéis de luxo na Europa. O juiz responsável ainda terá que decidir se essa ação terá ou não prosseguimento.

    MPF pede bloqueio de bens de outro auxiliar do Governo Temer

    O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal o bloqueio dos bens do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), e a devolução de R$ 300 mil em uma ação de improbidade administrativa na qual o peemedebista é acusado de ter mantido uma funcionária “fantasma” em seu gabinete na época em que era deputado federal.

    A informação foi publicada na edição desta semana da revista Veja e confirmada pelo G1.

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    terça-feira - 14/06/2016 - 18:05h
    Hoje

    Conselho de Ética aprova parecer para cassar Eduardo Cunha

    O Conselho de Ética aprovou nesta quarta-feira (14), por 11 a 9, parecer do deputado Marcos Rogério (DEM-RO) pela cassação do mandato do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

    A decisão ocorre uma semana após ser divulgada notícia de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão de Cunha.

    O peemedebista é acusado, no processo por quebra de decoro parlamentar, de manter contas secretas no exterior e de ter mentido sobre a existência delas em depoimento à CPI da Petrobrasno ano passado.

    Ele nega e afirma ser o beneficiário de fundos geridos por trustes (entidades jurídicas formadas para administrar bens e recursos).

    Saiba mais AQUI.

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    terça-feira - 07/06/2016 - 07:44h
    Tutti buona gente!

    Janot pede prisão de Sarney e dos senadores Renan e Jucá

    Do jornal O Globo

    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal a prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR). A informação é de um interlocutor de ministros do STF.

    Renan, Sarney e Jucá foram flagrados tramando contra a Operação Lava-Jato em conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Os pedidos de prisão já estão com o ministro Teori Zavascki, do STF, há pelo menos uma semana.

    Jucá, Renan e Sarney juntos em reunião no Palácio do Planalto, em 2012: o procurador-geral quer a prisão dos três por terem tramado contra a Lava-Jato (Foto: André Coelho/13-12-2012)

    Janot também pediu o afastamento de Renan da presidência do Senado, usando argumentos similares aos empregados no pedido de destituição de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara e do mandato de deputado federal, o que acabou sendo atendido pelo STF.

    Os indícios de conspiração, captados nas gravações e reforçados pelas delações de Sérgio Machado e de seu filho Expedito Machado, são considerados por investigadores mais graves que as provas que levaram Delcídio Amaral à prisão, em novembro do ano passado, e à perda do mandato, em maio.

    De acordo com a fonte, Delcídio tentou manipular uma delação, a do ex-diretor de Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, enquanto Renan, Sarney e Jucá planejavam derrubar toda a Lava-Jato.

    Saiba mais AQUI.

    P.S (8h40) – Há poucos minutos, o programa “Bom dia, Brasil” da Rede Globo de Televisão noticiou que Rodrigo Janot pediu também a prisão de Eduardo Cunha.

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    segunda-feira - 06/06/2016 - 15:22h
    Reação

    Henrique Alves diz que Folha requenta notícia com má-fé

    O ministro do Turismo, Henrique Alves (PMDB), reagiu à matéria especial de hoje do jornal Folha de São Paulo (veja AQUI), que narra denúncia contra ele do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

    Ele diz através de endereço próprio nas redes sociais, que “a Folha de S. Paulo repete hoje informações veiculadas pelo mesmo jornal em dez/2015 e maio/2016 sem qualquer fato novo que justifique”.

    O ministro potiguar vai mais além.

    Má-fé

    “Provarei quando tiver ciência do teor do inquérito, não de destaques dolosos e de má-fé, ou quando ao menos tiver recebido a preliminar citação”, afirmou.

    Henrique Alves adiante argumenta que está tranquilo quanto a ilações relacionadas à interlocução com setores do empresariado nacional:

    – Sobre relações com políticos e empresários, elas são pautadas pela ética, cordialidade, respeito e liturgia institucional do cargo público ocupado”.

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    segunda-feira - 06/06/2016 - 09:50h
    Procuradoria-Geral da República

    Henrique Alves recebeu recursos do petrolão, diz Janot

    Político potiguar teria sido abastecido com recursos à sua campanha ao Governo do Estado em 2014

    Do Folha de São Paulo

    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB), do Turismo, atuou para obter recursos desviados da Petrobras em troca de favores para a empreiteira OAS.

    Parte do dinheiro do esquema desbaratado pela Operação Lava Jato teria abastecido a campanha de Alves ao governo do Rio Grande do Norte em 2014, quando ele acabou derrotado.

    Henrique Alves é ministro do Turismo pela segunda vez (Foto: Antônio Cícero da Folhapress)

    A negociação envolveria o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro.

    As afirmações da Procuradoria constam do pedido de abertura de inquérito para investigar os três, enviado no fim de abril ao Supremo, mas até hoje mantido em sigilo.

    No despacho obtido pela Folha, Janot aponta que Cunha e Alves atuaram para beneficiar empreiteiras no Congresso, recebendo doações em contrapartida.

    A investigação tem como base mensagens apreendidas no celular de Pinheiro.

    Conversas indiscretas

    Henrique Alves para Léo Pinheiro (22 de junho de 2013):

    – Charles (não identificado) poderia me procurar segunda cedo em casa? Lá marcaria com presidente do TC, irmão do Garibaldi. Discutiríamos problema. Se ele puder, 8h30! OK

    Henrique Alves para Léo Pinheiro (14 de julho de 2013):

    – Segunda em Brasília vou pra cima do TCU. Darei notícias.

    Segundo a Procuradoria, o ministro diz que procurará o então presidente do Tribunal de Contas do RN, Paulo Roberto Chaves Alves, irmão do senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), para resolver demandas da OAS.

    Eduardo Cunha para Léo Pinheiro (10 de outubro de 2014):

    – Vê Henrique segundo turno.

    – Vou ver.

    Eduardo Cunha para Léo Pinheiro (13 de outubro de 2014):

    – Amigo, a eleição é semana que vem preciso que veja urgente… (sic)

    Eduardo Cunha para Léo Pinheiro (15 de outubro de 2014):

    – Henrique, amigo?

    – Está muito complicado (Léo Pinheiro).

    – Mas amigo, tem de encontrar uma solução se não todo esforço será em vão (Eduardo Cunha).

    Henrique Alves para Léo Pinheiro (16 de outubro de 2014):

    – Amigo, como Cunha falou, na expectativa aqui. Abs e obrigado.

    Eduardo Cunha para Léo Pinheiro (17 de outubro de 2014):

    – Amigo, qual a saída para Henrique (Eduardo Cunha)?

    – Infelizmente não tenho (Léo Pinheiro).

    Eduardo Cunha para Léo Pinheiro (21 de outubro de 2014):

    – Deixa falar. Tive com Júnior. Pedi a ele para doar por você ao Henrique. Acho que ele fará algo. Tudo bem (Eduardo Cunha)?

    – Preciso que dê um reforço ao Júnior ao menos 1 dele da. Sua contra precisava de emergência (Eduardo Cunha).

    Eduardo Cunha para Léo Pinheiro (23 de outubro de 2014):

    O.K. Bom tocando com Júnior aqui na pressão ele vai resolver e se entende com você (sic).

    Segundo a Procuradoria, “Júnior é Benedicto Barbosa Silva Júnior, ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura.

    “Verificou-se não apenas a participação de Henrique Eduardo Alves nesses favores, como também o recebimento de parcela das vantagens indevidas, também disfaçadas de ‘doações oficiais'”.

    Eduardo: cobranças a Léo (Foto: Alex Ferreira)

    Entre 10 e 23 de outubro de 2014, houve ao menos oito pedidos de recursos para Alves, feitos por Cunha a Pinheiro. Também há cobranças diretas do atual ministro ao empreiteiro.

    Alves, segundo a PGR, prometeu ao comando da OAS atuar junto ao Tribunal de Contas da União e ao Tribunal de Contas do RN, onde a empreiteira tinha pendências.

    As mensagens também citam diversos encontros dos empreiteiros com Alves.

    Na prestação de contas da campanha de Alves, há o registro do recebimento de R$ 650 mil da OAS.

    Além disso, outros R$ 4 milhões doados p ela Odebrecht, são considerados suspeitos por Janot, porque as doações teriam sido feitas a pedido de Cunha para um posterior acerto da empresa com a OAS.

    Veja matéria completa clicando AQUI.

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    sexta-feira - 27/05/2016 - 00:07h
    Renan e Rodrigo Janot

    Um elogio que pegaria mal

    Rodrigo Janot – Procurador Geral da República – é tratado de “mau caráter” por Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, em recentes gravações vazadas da Operação Lava Jato.

    Certamente está aliviado com o comentário.

    Se fosse um elogio, processaria-o por danos morais.

    Elogio de Renan soaria como ofensa.

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    quinta-feira - 19/05/2016 - 07:36h
    PGR

    Lula é denunciado por tentar embaraçar investigações

    Do Congresso em Foco

    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acusa o ex-presidente Lula de ter exercido “papel central” numa trama para impedir e embaraçar “investigação criminal que envolve organização criminosa”. No caso, para tentar evitar que o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró fizesse acordo de delação premiada.

    A acusação está na denúncia feita pelo procurador-geral contra o petista ao Supremo Tribunal Federal (STF).

    A informação foi divulgada pelo Jornal Nacional, da “TV Globo”, nessa quarta-feira (18).

    A conclusão é baseada na delação do ex-senador cassado Delcídio do Amaral (MS) e de seu ex-chefe de gabinete Diogo Ferreira. Segundo a Procuradoria, há indícios de que os dois se juntaram a Lula e aos empresários José Carlos Bumlai e Maurício Bumlai para tentar comprar o silêncio de Cerveró. A PGR aponta José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente e preso um dia antes de Delcídio, como financiador da operação, estimada em R$ 250 mil.

    Por meio do Instituto Lula, o petista disse que jamais tentou interferir em decisões de Cerveró ou qualquer outro assunto relacionado à Lava Jato.

    Na denúncia, Janot pede a condenação de Lula, Delcídio, Bumlai, Diego e do banqueiro André Santos Esteves e do advogado Edson de Siqueira Ribeiro, que representava Cerveró, por obstrução à Justiça.

    Veja íntegra da reportagem clicando AQUI.

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    quarta-feira - 18/05/2016 - 11:32h
    Marcelo Navarro

    Imprensa camarada tenta proteger ministro potiguar do STJ

    Silêncio e notinhas tentam encobrir sérias dificuldades de jurista em escândalo da Operação Lava Jato

    Parcela maciça da mídia do RN, das TV´s, rádios e jornais aos endereços cibernéticos, parece que fechou questão no tocante a um personagem proeminente da “Operação Lava Jato”: o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), potiguar Marcelo Navarro.

    Culpado ou inocente? Vítima ou farsante?

    Mas o escudo que se forma em torno de Marcelo Navarro e da hagiografia que possuía até bem pouco tempo, convertida em quase prontuário, depõe muito mais contra a imprensa do que em relação a ele.

    Navarro tomou posse no STJ em 30 de setembro de 2015 (Foto: Sérgio Lima / Divulgação STJ)

    Intocável, vestal no mundo jurídico e queridinho da imprensa, Marcelo vê o círculo se fechar. Até ano passado, quando surgiram os primeiros sussurros ou notícias que apontavam para consórcio abjeto entre ele e o Governo, numa troca de favores própria de submundo, sua defesa no RN era bem maior.

    Não faltaram notas de desagravo, eventos de incenso e coro na mídia o escudando. Hoje, essa mobilização ‘espontânea’ é menor ou mesmo escassa.

    Apesar de estar frequentemente sendo citado pela chamada Grande Imprensa nacional, por supostamente ter sido nomeado para o STJ – dia 17 de agosto de 2015 – em troca de atuação em favor de empresários presos, ligados ao Governo Dilma Rousseff (PT), a aparição de Navarro – em ‘trajes sumários’ – em noticiário no estado é quase zero. É um intocável.

    O implacável Ribeiro Dantas – 20 de dezembro de 2015

    Do blog O Antagonista

    Antes de votar pela liberdade de Marcelo Odebrecht, quando ainda no TRF da 5ª Região, Ribeiro Dantas era um juiz implacável com os réus presos. O comentário veio de uma fonte do Ministério Público ouvida pela coluna Expresso, da revista Época. Por que, então, os advogados dos empreiteiros presos acreditavam que Ribeiro Dantas seria “mais sensível” aos argumentos pró-libertação de seus clientes?

    No máximo surge a defesa sem o registro das denúncias,  inclusive de fatos novos. Suprime-se da sociedade norte-riograndense o direito a ser informada dos fatos. No domingo (15), por exemplo, o mais conceituado site político do país, o Congresso em Foco, dissecou em postagem exclusiva que Navarro é objeto de pedido de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) – veja AQUI.

    Abaixo, leia o que diz um trecho da reportagem assinada pelo jornalista Sylvio Costa, diretor-editor da página:

    1) O pedido de abertura de inquérito tramita no STF como procedimento “oculto”, formalizado por Rodrigo Janot (Procurador-Geral da República) no último dia 27. “Oculto” é o processo que sequer entra para os registros oficiais da instituição, publicados no portal do Supremo, dado o sigilo que o envolve.

    2) Na peça, a Procuradoria-Geral da República (PGR) deixa clara a necessidade de investigar Navarro e o próprio presidente do STJ, ministro Francisco Falcão.

    Corrupção endêmica

    Mesmo com o impacto dessa notícia, de sua importância para entendermos a engrenagem endêmica, sistêmica e cientificista da corrupção, adotada como “política de governo”, o assunto é praticamente ignorado por essas plagas.

    A mesma matéria especial de Sylvio Costa ainda aprofunda detalhamento sobre o que é investigado, noutros parágrafos:

    4) A PGR constata, no documento, que houve “interlocução densa” entre Delcídio (ex-senador Delcídio do Amaral, cassado recentemente) e Navarro e que o depoimento prestado por Diogo Ferreira Rodrigues, assessor do ex-senador, “se harmoniza perfeitamente com o do congressista e veicula pormenores das tratativas anteriores à nomeação de Marcelo Navarro Ribeiro Dantas.

    Com efeito, como você pode verificar no original, Diogo fornece detalhes até agora desconhecidos sobre o tema, além de mensagens trocadas pelo celular com Navarro, que não deixam dúvidas quanto ao fato de que Delcídio, na condição de líder do governo Dilma, participou ativamente dos entendimentos para viabilizar a aprovação do seu nome pelo Senado.

    Roda Viva, IstoÉ

    Reforça o enredo da blindagem e proteção ostensiva do nome de Marcelo Navarro, outro fato jornalístico de grande repercussão veiculado em nível nacional no dia seguinte (segunda-feira, 16) à matéria do Congresso em Foco: entrevista de Delcídio do Amaral ao programa Roda Viva da TV Cultura.

    Janot mergulha nos subterrâneos do STJ (Foto Fellipe Sampaio)

    Na entrevista elucidativa (veja AQUI e em vídeo mais acima), Delcídio reiterou o que dissera em delação premiada da Operação Lava Jato, em relação a Marcelo Navarro. Bateu com a reportagem do Congresso em Foco.

    Antes, tivemos matéria especial que a revista IstoÉ já publicara há algumas semanas (veja AQUI), em que detalhara onde o ministro do STJ se enquadraria no esquema criminoso de proteção a réus ilustres como Marcelo Odebrecht.

    Mas a mídia norte-rio-grandense novamente não viu nada.

    Juízo de fato

    Mesmo com essa proteção cavilosa da mídia, Marcelo convive com um juízo de valor coletivo que o acusa e também o faz mergulhar no silêncio. Boa parte dos jornalistas/blogueiros que o defende de público, não sustenta o mesmo fervor advocatício no simples cafezinho do shopping ou convescote em restaurante em Ponta Negra.

    Ganha robustez maior o “juízo de fato”, uma quase-verdade que produz outro conceito sobre ele.

    Também são inaudíveis ou estão refreadas, as notas de repúdio de entidades da magistratura e outros segmentos do mundo forense às acusações e denúncias que o envolvem.

    Marcelo Navarro Ribeiro Dantas, o ministro “Ribeiro Dantas”, é inocente? É possível.

    Mas não deve estar tranquilo. O quadro não está favorável.

    Delcídio do Amaral não colocaria a própria mão no fogo por Michel Temer, presidente interino do país. Quantos o fariam por Navarro, hoje, no RN?

    Uma coisa é certa: o esforço camarada da maioria da imprensa pouco acrescentará à sua defesa e reputação empinada até bem poucos meses.

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    • San Valle Rodape GIF
    domingo - 15/05/2016 - 23:50h
    Operação Lava Jato

    Procuradoria-Geral pede para investigar membros do STJ

    Por Sylvio Costa (Do Congresso em Foco)

    Rumores sobre a participação de membros do Poder Judiciário nos esquemas ilegais desmascarados pela Operação Lava Jato tornaram-se intensos desde que veio a público a delação premiada do ex-líder do governo no Senado Delcídio do Amaral (MS).

    Delcídio disse que a nomeação do ex-procurador da República e ex-desembargador federal Marcelo Navarro Ribeiro Dantas (originário do RN) para o cargo de ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ocorreu com o fim expresso de obstruir as investigações da Lava Jato. Segundo o ex-senador, cassado na semana que passou, Navarro foi nomeado por força de uma verdadeira conspiração judicial, envolvendo a presidente afastada Dilma Rousseff, o então ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e o presidente do Superior Tribunal de Justiça, Francisco Cândido de Melo Falcão Neto.

    O principal objetivo da operação: tirar da cadeia o empresário Marcelo Odebrecht, do Grupo Odebrecht, e o principal executivo do grupo Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, ambos presos preventivamente em Curitiba pela força-tarefa comandada pelo juiz Sérgio Moro.

    Toda a imprensa brasileira também publicou que, em razão da delação de Delcídio, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot,pediria investigação de Dilma, Cardozo e Navarro. Informou ainda que o inquérito proposto ao Supremo Tribunal Federal (STF) por Janot tem outro alvo poderoso, o ex-presidente Lula. No último caso, pelo que já é de conhecimento público, em razão da denúncia de que o líder máximo petista foi o verdadeiro mentor da manobra destinada a calar, mediante corrupção, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

    Marcelo Navarro: nome originário do RN é exposto à execração (Foto: STJ)

    Definidos o contexto e os principais personagens da trama, aqui começam as novidades, apresentadas com exclusividade pelo Congresso em Foco:

    1) O pedido de abertura de inquérito tramita no STF como procedimento “oculto”, formalizado por Rodrigo Janot no último dia 27, conforme comprova imagem destacada nesta reportagem.

    “Oculto” é o processo que sequer entra para os registros oficiais da instituição, publicados no portal do Supremo, dado o sigilo que o envolve.

    2) Na peça, a Procuradoria-Geral da República (PGR) deixa clara a necessidade de investigar Navarro e o próprio presidente do STJ, ministro Francisco Falcão (que no documento chega a aparecer, incorretamente, como Joaquim Falcão, confusão feita com o nome de celebrado jurista do Rio de Janeiro).

    Com o pedido ao Supremo para apurar fatos expressamente atribuídos a Falcão e Navarro, mergulha definitivamente nas águas sulfurosas da Lava Jato o único poder (o  Judiciário, claro) que até então vinha se mantendo à margem da crise política, econômica e moral que engolfou o Executivo e o Legislativo – seja pela ação de Moro, seja pela ação do STF, a despeito de eventuais críticas a excessos cometidos por ambos.

    (ENTRE AQUI PARA VER O DOCUMENTO ORIGINAL)

    3) A PGR levou bastante a sério as informações de Delcídio sobre a ação dos personagens citados. “Trata-se de testemunho direto, de visu e de auditu, com indicação precisa de tempo, local e interlocutores. Não há recurso ao rumor nem ao ouvir dizer”. Acrescenta que o ex-líder do governo extrato da sua agenda oficial e a relação de telefonemas recebidos de Navarro, para confirmar seus encontros com Dilma (que nega ter tratado com o ex-senador da questão) e Navarro.

    De acordo com o ex-senador, sob as ordens de Dilma, ele próprio ficou de negociar com Navarro enquanto o ex-ministro Cardozo teve tratativas com Francisco Falcão para fechar a nomeação do ministro e sua indicação para a 5a Turma do STJ, onde eram julgados os recursos referentes à Lava Jato.

    Documento oculto (Reprodução)

    4) A PGR constata, no documento, que houve “interlocução densa” entre Delcídio e Navarro e que o depoimento prestado por Diogo Ferreira Rodrigues, assessor do ex-senador, “se harmoniza perfeitamente com o do congressista e veicula pormenores das tratativas anteriores à nomeação de Marcelo Navarro Ribeiro Dantas.

    Com efeito, como você pode verificar no original, Diogo fornece detalhes até agora desconhecidos sobre o tema, além de mensagens trocadas pelo celular com Navarro, que não deixam dúvidas quanto ao fato de que Delcídio, na condição de líder do governo Dilma, participou ativamente dos entendimentos para viabilizar a aprovação do seu nome pelo Senado.

    Os personagens

    Esta reportagem não tem a pretensão de esclarecer todos os fatos relativos ao enredo aqui descrito, mas é fundamental levar em conta o apito que toca cada um dos personagens (pessoas ou instituições) abaixo indicados:

    Supremo Tribunal Federal (STF) – é a única corte judicial brasileira com poder para mandar para a prisão autoridades que estão no topo da cadeia de poder nacional, tais como presidente e vice-presidente da República, ministros de Estado, ministros de tribunais superiores e parlamentares federais.

    Superior Tribunal de Justiça (STJ) – formada por 33 ministros, é a segunda corte judicial mais importante do Brasil. É a última instância para o julgamento de todas as ações que não envolvam matéria constitucional controversa (hipótese em que a palavra final é do STF) ou assuntos da alçada de tribunais específicos (como o Tribunal Superior Eleitoral, para questões eleitorais, e o Tribunal Superior do Trabalho, para questões trabalhistas). É o tribunal competente para processar e julgar crimes cometidos por governadores, desembargadores estaduais e outras autoridades com foro privilegiado.

    Procuradoria-Geral da República (PGR) – é a instituição encarregada de apurar e denunciar crimes contra autoridades com foro no Supremo. Seu chefe, o procurador-geral da República, também é a principal autoridade do Ministério Público da União (MPU), que é constituído por quatro “braços”. Os três primeiros têm como escopo atividades já evidenciadas pelos seus nomes: Ministério Público do Trabalho, Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e Ministério Público Militar.

    Implicados

    Todas as demais questões são da órbita do Ministério Público Federal (MPF). O pedido do procurador-geral é para a primeira fase de um processo criminal no Supremo, que é a do inquérito. Nessa etapa, reúnem-se elementos de provas para a formação de culpa (ou não) dos envolvidos, abrindo assim espaço para o momento seguinte, que é a apresentação da denúncia. Os implicados só se tornam réus depois que a denúncia é aceita pelo STF.

    Francisco Falcão, presidente do STJ – os assinantes da Revista Congresso em Foco sabem mais a seu respeito do que a grande maioria das pessoas que se julgam bem informadas. Em reportagem publicada em junho de 2015, mostramos os laços políticos entre Falcão e a cúpula do PMDB no Senado. A reportagem revelou que senadores peemedebistas como Romero Jucá (atual ministro do Planejamento), Vital do Rêgo (atual ministro do Tribunal de Contas da União, TCU) e Eunício Oliveira (líder do partido na Casa) apresentaram emendas para retirar R$ 175 milhões de outras áreas federais em favor do plano de saúde do STJ, cujo conselho deliberativo Falcão comandou por cinco anos. Auditoria constatou várias irregularidades no plano de saúde.

    O ministro, que completará 64 anos no próximo dia 30, é pernambucano e é filho do falecido ex-ministro do STF Djaci Falcão.

    Marcelo Navarro – Mestre e doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), tem 53 anos. Foi promotor de justiça no Rio Grande do Norte, seu estado natal, e depois procurador da República e desembargador federal, lotado no Tribunal Regional Federal da 5a Região. Tomou posse como ministro do STJ em 30 de setembro de 2015. Na 5a Turma do STJ, substituiu o ministro Newton Trisotto na relatoria das questões relativas à Lava Jato. Em 24 de novembro e em 3 de dezembro de 2015, respectivamente, votou (como relator) favoravelmente a habeas corpus que beneficiaria Marcelo Odebrecht e Otávio Azevedo – nomes, não custa lembrar, ligados às duas mais poderosas empreiteiras do país. Seu voto foi isolado e vencido. A repercussão o levou a abandonar a relatoria de processos relativos à Lava Jato.

    Congresso em Foco manteve contato, ao longo deste domingo (15), com a assessoria de comunicação do STJ, que disse não ter conseguido localizar Falcão e Navarro. Sem a manifestação dos dois ministros sobre os fatos aqui reportados, fiquemos com nota divulgada pelo ministro Marcelo Navarro em março, quando a revista IstoÉ divulgou em primeira mão a delação de Delcídio:

    “Em relação à reportagem publicada hoje pela revista IstoÉ ― e repercutida por vários veículos da mídia e nas redes sociais ―, com supostas declarações do Senador Delcídio do Amaral, algumas das quais pertinentes a meu nome, tenho a esclarecer que, na época em que postulei ingresso no Superior Tribunal de Justiça estive, como é de praxe, com inúmeras autoridades dos três Poderes da República, inclusive com o referido parlamentar, que era então o Líder do Governo no Senado. Jamais, porém, com nenhuma delas tive conversa do teor apontado nessa matéria. Os contatos que mantive foram para me apresentar e expor minha trajetória profissional em todas as funções que exerci: Professor de Direito, Advogado, Promotor de Justiça, Procurador da República e Desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região. Nunca me comprometi a nada, se viesse a ser indicado. Minha conduta como relator do caso conhecido como Lavajato o comprova: em mais de duas dezenas de processos dali decorrentes, não concedi sequer um habeas corpus monocraticamente, quando poderia tê-lo feito. Nos apenas seis processos em que me posicionei pela concessão da soltura, com base em fundamentação absolutamente jurídica, levei-os ao Colegiado que integro (5ª Turma do STJ). Voto vencido, passei a relatoria adiante, e não apenas naqueles processos específicos: levantei questão de ordem, com apoio em dispositivo do Regimento Interno da Corte, para repassar também os outros feitos conexos, oriundos da mesma operação. Tenho a consciência limpa e uma história de vida que fala por mim.”

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    quinta-feira - 07/04/2016 - 23:40h
    Casa Civil

    Parecer recomenda que Lula não deve ser empossado

    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recomendou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a anulação da nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil. Em parecer, o procurador disse ver elementos de “desvio de finalidade” da presidente Dilma Rousseff na escolha do petista para assumir o ministério, que teria a intenção de tumultuar as investigações da Operação Lava Jato.

    No último dia 28 de março, Janot havia se manifestado a favor da nomeação de Lula, mas pela manutenção das investigações com o juiz Sérgio Moro.

    No novo parecer, contudo, ele diz que mudou sua posição a partir do exame de “elementos mais amplos” nas investigações.

    STF

    O documento foi enviado ao STF para instruir duas ações sob relatoria do ministro Gilmar Mendes, que, no último dia 18 de março, suspendeu a nomeação de Lula.

    Com o parecer da PGR, o ministro poderá agora levar o caso para uma decisão definitiva do plenário da Corte, formado por 11 ministros.

    Logo após o envio do parecer, Mendes liberou seu voto para inclusão na pauta do plenário, decisão que caberá agora ao presidente da Corte, Ricardo Lewandowski.

    Segundo a assessoria do STF, a previsão é que o julgamento ocorra no próximo dia 20 de abril, para cumprir prazos processuais.

    Veja matéria completa AQUI.

    Veja também: Lula presta depoimento sobre Operação Lava Jato (AQUI).

    Veja também: Propina abasteceu campanha de Dilma Rousseff em 2014, diz Andrade Gutierrez (AQUI).

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    Categoria(s): Política
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