quinta-feira - 23/10/2025 - 10:24h
Pesquisa Diário do RN/DataVero

Lula ganha de Bolsonaro e é aprovado; Fátima tem reprovação

Arte produzida pelo jornal e portal Diário do RN (Reprodução do BCS)

Arte produzida pelo jornal e portal Diário do RN (Reprodução do BCS)

A serviço do jornal/portal Diário do RN, o Instituto Datavero foi às ruas em 50 municípios do Rio Grande do Norte para sondar o eleitorado a respeito das intenções de voto para o pleito de 2026. Além da disputa ao Governo do RN (veja postagem anterior), também foi perguntado: “Se as eleições fossem hoje e os nomes fossem esses, em quem você votaria para a presidência da República?”

Para 45,96% dos entrevistados, o escolhido seria o atual presidente da República, Lula da Silva (PT), provável candidato à reeleição.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é o segundo com 22,25% das intenções.

Em terceiro aparece o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, com 8,48%; seguido pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (PL), com 5, 43%.

Já a ministra Simone Tebet (MDB) soma 2,05%; Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná, tem 1,13%; enquanto o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), aparece com 1,06%.

Enquanto isso, Ronaldo Caiado, governador de Goiás, totaliza 0,73% e Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, tem 0,40% das intenções de voto dos potiguares.

Já 4,24% dos entrevistados não souberam ou não responderam e 8,28% disseram “nenhum.”

Lula aprovado, Fátima desaprovada

O mais recente levantamento do Instituto DataVero mostra o nível de satisfação do eleitorado do Rio Grande do Norte sobre a avaliação dos Governos Federal e Estadual.

Segundo o Instituto, a gestão do presidente Lula da Silva é aprovada por 56,42% dos entrevistados e desaprovada por 35,17%.

Já 8,41% não souberam ou não responderam a pesquisa.

Quando perguntados sobre a administração estadual, a gestão da governadora Fátima Bezerra é aprovada por 30,93% dos entrevistados e desaprovada por 59,34%. 9,74% não souberam ou não responderam.

O Instituto DataVero ouviu 1510 eleitores, de todas as regiões do Estado, entre os dias 18 e 20 de outubro. A margem de erro é de 3% (para mais ou para menos) e o nível de confi ança é de 95%.

Arte produzida pelo jornal e portal Diário do RN (Reprodução do BCS)

Arte produzida pelo jornal e portal Diário do RN (Reprodução do BCS)

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Categoria(s): Administração Pública / Política
segunda-feira - 07/08/2023 - 08:48h
Política

Depois do “nós contra eles”, governador alarga estupidez e ignorância

Romeu Zema lidera consórcio dos estados ricos (Foto de Gil Leonardi - Novo)

Romeu Zema lidera consórcio dos estados ricos (Foto de Gil Leonardi – Novo)

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), presta um desserviço ao país, que já vive há tempos atmosfera carregada do “nós contra eles.”

Agora, alarga o fosso e a arenga para o campo geográfico, neste Brasil continental e uno, apesar de tudo. Discurso no fim de semana deixou transparecer que lidera uma luta entre estados ricos do Sul/Sudeste contra o Nordeste, carregada de preconceito e visão separatista.

Sinal de que a estupidez e a ignorância vão continuar pautando a vida cotidiano desta terra, a partir da política, de onde deveriam germinar os bons exemplos. O governador mineiro quer separar Sul e Sudeste das “vaquinhas que produzem pouco,” mas que costumam obter mais vantagens do bolo orçamentário e programas de governo.

Ele lidera o Consórcio Sul-Sudeste (COSSUD), um contraponto ao Consórciou Nordeste, que reúne governadores nordestinos.

Minas ‘nordestina’

Zema ‘esqueceu’, por exemplo, que Minas Gerais faz parte do Polígono das Secas, uma área de 1.108.434,82 km², correspondentes a 1.348 municípios. Entre eles, muitos da região Norte desse estado, que tem fatores fisiográficos (clima, solo, vegetação, secas) e realidade socioeconômica semelhantes à boa parte do Nordeste.

As reações à sua fala partem de todas as direções. Em vez de representar um marco na união dos ricos, fixa-se como um abalo nas relações federativas. Outro foco de desentendimento a ser freado. O próprio governador já se pronunciou de novo, mas dessa feita afirmando que não é a divisão que defende. Foi mal interpretado, ponderou.

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Categoria(s): Opinião / Política
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sábado - 01/07/2023 - 07:34h
Condenação e "mito"

Bolsonaro e o bolsonarismo seguirão perturbadores

Jair Bolsonaro tem nomes à direita, mas está longe de querer ser apenas cabo eleitoral (Foto: arquivo)

Jair Bolsonaro tem nomes à direita, mas está longe de querer ser apenas cabo eleitoral (Foto: arquivo)

Jair Bolsonaro (PL) está inelegível por oito anos. A decisão – esperada – foi do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia passado (veja AQUI). É o fim? Não mesmo. Nem do bolsonarismo nem do próprio Bolsonaro, apesar de tantas comemorações em redes sociais e no mundo real, após o julgamento.

O ex-presidente, que é tratado por seus seguidores como “mito,” pode se transformar nisso: um mártir, vítima, herói. Ainda mais porque existe possibilidade processual de que lá adiante venha a enfrentar prisão, devido ações penais que se movimentam nos escaninhos do Judiciário.

Assim como o atual presidente Lula (PT), que foi imolado com uma prisão de mais de 500 dias, e saiu mais forte, o mesmo poderá acontecer com Bolsonaro. Não duvide nem zombe.

Que papel ele terá daqui para frente, na oposição, como líder de um movimento político de direita que saiu derrotado, em 2022, é uma das indagações do momento. Transferir votos, converter apoio em eleição de outrem, sempre é uma tarefa difícil. Contudo em duas eleições nacionais – 2018 e 2022 – Bolsonaro ensejou a eleição de muitos aliados. O Congresso Nacional é exemplo disso.

Entretanto, muito do que ocorrerá adiante, também dependerá de Lula – o inimigo íntimo de Bolsonaro. Como seu governo vai lidar com a economia, em especial, as suas relações com os outros poderes e a sociedade, vão pesar na formação do cenário de 2026, ano de sucessão presidencial.

Sem Bolsonaro, Lula está com caminho livre à reeleição? A princípio, nominalmente não tem adversário. Porém, nem assim deve se deitar em berço esplêndido. Por tudo que fez e deixou de fazer, o ex-presidente exumou Lula. O inverso poderá acontecer logo à frente. Todavia, Lula não é tão estúpido quanto o seu adversário.

O bolsonarismo e a direita, mesmo sem Bolsonaro elegível, seguem perturbadores. Nomes como dos governadores Tarcísio de Freitas (Republicano) e Romeu Zema (Novo), governadores de São Paulo e Minas Gerais, respectivamente, estão em ascensão e ocupam espaços importantes. Mas, é claro que Bolsonaro não quer apenas ser um cabo eleitoral e, personalista como é, está longe de aceitar a tarefa simplória de passar o bastão.

Sem nada de novo, alternativo e forte na política brasileira, Lula e Bolsonaro continuarão falando pros seus devotos e mantendo o Brasil imerso no populismo-fanatismo. A razoabilidade seguirá como um dom e atitude para poucos no “país do futuro.”

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