O último dia do mês de janeiro de 2022, ontem, segunda-feira (31), causou um desvario em vários servidores municipais e outros sem esse vínculo com a prefeitura local, mas igualmente ensandecidos. Estavam fora de si, possessos.
Em redes sociais, uma manada deles torcia, urrava e disparava ataques pessoais ao prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade). A aposta era que o salário e outros direitos remuneratórios não seriam liberados dentro do mês.
Para contrariedade deles, o município formalizou o crédito na data marcada. O calendário de pagamento é cumprido – e às vezes antecipado – desde janeiro de 2021, quando começou a atual gestão.
Próximo mês terão outra oportunidade para torcer contra. Até aqui perdem de goleada, mesmo com dinheiro no bolso, o que não acontecia anteriormente. Colecionam 13 meses seguidos de pagamentos em dia. É revoltante (para eles, lógico).
Essa gente precisa com urgência de um ajuda profissional. Tamanho transtorno provavelmente é sequela das eleições municipais de 15 de novembro de 2020. Caso para internamento ou no mínimo um tratamento especializado e, de choque, ouvindo 77 vezes por dia o jingle “Menino Pobrezinho”.
É tudo tão irracional, que precisamos ter paciência e tolerância com todos. Não é o caso de nos indignarmos, mas termos compaixão, sobretudo porque implicitamente pedem socorro.
Como já falei e repito há tempos: eu já vi de tudo, mas ainda não vi tudo.
Pare o mundo que eu quero descer.
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