quarta-feira - 17/12/2025 - 07:48h
Genial/Quaest

Pesquisa é dupla má notícia para Centrão e governadores direitistas

Reprodução de cenários de primeiro turno (Genial/Quaest)

Reprodução de cenários de primeiro turno (Genial/Quaest)

Do Canal Meio e outras fontes

O Centrão e os governadores de direita tiveram uma dupla má notícia com a pesquisa Genial/Quaest (veja íntegra AQUI) divulgada nesta terça-feira. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as simulações de primeiro e segundo turno, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ungido candidato pelo pai, surge em segundo lugar, à frente dos demais candidatos conservadores.

Nos diversos cenários de primeiro turno, Lula varia entre 41% e 34%, enquanto Flávio vai de 27 e 21%, superando os governadores Ratinho Júnior (PSD-PR), com 13%; Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), com 10%; Romeu Zema (Novo-MG), 6%; e Ronaldo Caiado (União-GO), 4%, e o ex-governador Ciro Gomes (PSDB-CE), com 8%.

Segundo turno

No segundo turno, Lula venceria Flávio por 46% a 36%, Tarcísio por 45% a 35% — a mesma diferença em relação a Ratinho —, Caiado por 44% a 33%; Zema por 45% a 33%.

Desaprovação

Além da fragmentação da direita, a Genial/Quaest trouxe alguns alentos para o governo, cuja desaprovação recuou de 50% para 49%. A aprovação foi de 47% para 48%. Ambas as variações estão dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Na percepção do cenário econômico, embora os números globais ainda sejam ruins para o governo, houve uma melhora.

Economia

Os que percebem piora na economia caíram de 43% para 38%; os que veem melhora subiram de 24% para 28%; e os que não veem mudança recuaram ligeiramente, de 32% para 31%. A expectativa é de que a economia melhore para 44% (42% em novembro), piore para 33% (35%) e fique igual para 19% (21% no mês passado). (Meio)

Maria Cristina Fernandes: “A pesquisa Genial/Quaest que mostra Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como principal candidato de oposição consolida o favoritismo de duas candidaturas à reeleição, a do presidente Lula e a do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Se tem chances reduzidas de bater Lula, o senador tem força suficiente para inviabilizar uma postulação nacional de Tarcísio”. (Valor)

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terça-feira - 09/12/2025 - 07:22h
Sucessão presidencial

Centrão resiste ao nome de Flávio; Tarcísio é opção mais forte

Flávio foi ungido "em casa" e Tarcísio corre por fora, com maior preferência (Fotos: Saulo Cruz/Ag. Senado e Paulo Guereta/Gov. SP)

Flávio foi ungido “em casa” e Tarcísio corre por fora, com maior preferência (Fotos: Saulo Cruz/Ag. Senado e Paulo Guereta/Gov. SP)

Do Canal Meio e outras fontes

Decidida de forma isolada dentro da superintendência da Polícia Federal em Brasília, a candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfrenta isolamento fora das acomodações em que o pai está preso. O Centrão, que deu sustentação política ao governo de Jair Bolsonaro, resiste a apoiar a iniciativa do clã, avaliando que Flávio não seria capaz de unir a oposição contra a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de apresentar forte rejeição nas pesquisas de intenção de voto.

O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), que comandou a Casa Civil no governo Bolsonaro, afirmou que os nomes competitivos para a direita são os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do Paraná, Ratinho Júnior (PSD). Cria do bolsonarismo, Tarcísio saiu pela tangente, dizendo apoiar o senador fluminense, mas avaliando que “ainda é cedo” para a direita escolher seu candidato. (Globo)

Enquanto isso… O senador/candidato recuou do recuo. Nesta segunda-feira, menos de 24 horas depois de dizer que poderia desistir da disputa “por um preço” (a anistia e revogação da inelegibilidade de seu pai), mudou de ideia. “É irreversível. Minha candidatura não está à venda”, disse. Flávio também afirmou que seu sobrenome lhe dá vantagem em relação ao governador Tarcísio de Freitas. No meio político, o movimento reforçou a percepção de que Tarcísio segue sem autonomia e não controla o próprio destino, conta Mônica Bergamo. Para dirigentes de diferentes partidos, a movimentação expôs que ele continua submetido às decisões da família do ex-presidente. (Folha)

O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator do projeto de lei da Dosimetria, afirmou que seu parecer não incluirá qualquer forma de anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro ou a investigados pelos atos golpistas de 8 de Janeiro. Segundo Paulinho, a pressão por uma anistia ampla voltou a crescer dentro da oposição após o lançamento da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. “O pessoal do PL voltou a falar nessa história de anistia. Desde o início eu estou dizendo que não tem nenhuma possibilidade de ter anistia no meu relatório”, declarou o deputado em vídeo divulgado nas redes sociais. (Metrópoles)

Dora Kramer: “Se insensatez e afobação fossem fatores primordiais na escala do eleitorado para a escolha de governantes, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) poderia se considerar eleito presidente”. (Folha)

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segunda-feira - 08/12/2025 - 11:02h
Fraqueza

Filho de Bolsonaro admite não ser candidato, mas diz ser “diferente”

Flávio garante que é mais leve e centrado do que o pai (Foto: Evaristo Sá/AFP)

Flávio garante que é mais leve e centrado do que o pai (Foto: Evaristo Sá/AFP)

Do Canal Meio e outras fontes

Durou até menos do que costumam durar os balões de ensaio políticos. Anunciado oficialmente por si mesmo na sexta-feira como o escolhido por Jair Bolsonaro para ser candidato ao Planalto, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez sua primeira aparição pública em pré-campanha neste domingo em Brasília.

Em entrevista depois de um culto evangélico, admitiu que pode não levar a empreitada a cabo. “Tem uma possibilidade de eu não ir até o fim.”

Flávio já insinuou quem deve ser o beneficiário de sua possível desistência. “Tarcísio [de Freitas] é o principal cara do nosso time hoje”, declarou o senador, contando que telefonou para o governador de São Paulo ainda na sexta-feira. Tarcísio, do Republicanos, teria, de acordo com Flávio, recebido a notícia do ungido por Jair de “peito aberto”. O governador, que vem hesitando entre a candidatura presidencial e à reeleição ao Bandeirantes, ainda não se manifestou publicamente. (UOL)

O recuo prematuro pode ter relação com a pesquisa Datafolha divulgada na noite de sábado. O levantamento aponta que Flávio ficaria 15 pontos atrás do presidente Lula se um eventual segundo turno fosse hoje. Outros nomes da direita, como os governadores Tarcísio e Ratinho Jr. (PSD-PR), marcam 5 e 6 pontos de desvantagem, respectivamente. Além disso, o senador só é visto como ideal para ser lançado por Jair Bolsonaro por 8% dos eleitores brasileiros; enquanto 22% preferem a ex-primeira-dama Michelle; e 20% escolheriam Tarcísio. A pesquisa foi a campo entre os dias 2 e 4 de dezembro, antes do anúncio de Flávio. (Folha)

Tarefa ainda mais difícil parece ser a de convencer o Centrão da viabilidade da candidatura do senador. Líderes dos partidos de direita e centro-direita manifestaram ceticismo, ainda que reservadamente. Para reverter a resistência, ou apenas negociar seus termos, Flávio inicia hoje uma série de reuniões com os presidentes do próprio PL, Valdemar Costa Neto; do União Brasil, Antonio Rueda; e do Progressistas, Ciro Nogueira.

Parte da estratégia de convencimento está em se vender como um “Bolsonaro diferente”. “Vocês terão a possibilidade de conhecer um Bolsonaro diferente. Um Bolsonaro muito mais centrado na política, que conhece Brasília”, declarou Flávio depois do culto. (Poder360)

Nota do BCS – Pré-candidato mais fraco que água de cuscuz. Desde o lançamento de seu nome pelo pai, ex-presidente Jair Bolsonaro, há mistura de incredulidade e decepção por parte de boa parcela dos dos bolsonaristas e oposição mais à direita.

Passeei na sexta-feira (05) por vários grupos no WhatsApp lotados de bolsonaristas, logo após começar a se espalhar a notícia da pré-candidatura. Muitos até chegaram a comentar que não era verdade a informação. Só caiu a ficha quando o senador Rogério Marinho (PL) emitiu nota de apoio à postulação (veja AQUI).

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sexta-feira - 31/10/2025 - 08:40h
Política

Governadores de direita anunciam consórcio de segurança

Cláudio, Ronaldo, Zema e Tarcísio: reunião (Fotos: Fernando Frazão, Rafa Neddermeyer, Agência Brasil e Ricardo Stuckert)

Cláudio, Ronaldo, Zema e Tarcísio: reunião (Fotos: Fernando Frazão, Rafa Neddermeyer, Agência Brasil e Ricardo Stuckert)

Do Canal Meio e outras fontes

Dois dias depois da operação policial mais letal da história do Brasil, o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), anunciou a criação de um “consórcio da paz” com governadores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A iniciativa, apresentada no Palácio Guanabara, busca, segundo os governadores, integrar ações e compartilhar estrutura entre estados no combate ao crime organizado. O encontro, marcado por críticas ao governo Lula (PT) e à PEC da Segurança Pública, reuniu Romeu Zema (Novo-MG), Ronaldo Caiado (União-GO), Jorginho Mello (PL-SC), Eduardo Riedel (PP-MS) e a vice-governadora do DF, Celina Leão (PP). Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) participou por vídeo; Ratinho Jr. (PSD-PR) alegou compromissos e não compareceu. Castro afirmou que o consórcio terá sede no Rio e funcionará com compartilhamento de inteligência, equipamentos e efetivos.

O governador associou a iniciativa a uma defesa da “autonomia dos estados” e criticou normas federais que regulam o uso da força policial. Governadores aliados aproveitaram o encontro para criticar o governo federal e defender atuação mais dura contra facções. Caiado associou o avanço do crime organizado no Rio à ADPF das Favelas, decisão do STF que restringiu operações policiais na pandemia, e classificou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública como tentativa da União de retirar poder dos estados. (Globo)

PEC será votada

A despeito da ação dos governadores, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a PEC da Segurança Pública deve ser votada na comissão especial no início de dezembro. Segundo ele, o relator apresentou um cronograma prevendo a conclusão das audiências públicas e a apreciação do texto na primeira semana do mês. A megaoperação no Rio, que deixou mais de 100 mortos nesta semana, reacendeu o debate sobre a proposta. O relator, Mendonça Filho (União Brasil-PE), afirmou que não há entraves e que deve apresentar uma nova versão do texto na segunda quinzena de novembro. Aprovada na CCJ em julho, a PEC é uma das prioridades do ministro Lewandowski e do governo Lula. (Metrópoles)

Integrantes do Executivo intensificaram a campanha em prol da PEC como uma das principais ações para combater o avanço das facções criminosas no país. Desde que foi formulada pela gestão de Lewandowski, há mais de 18 meses, a PEC superou divergências dentro do próprio governo, mas segue combatida pela oposição. (Globo)

Roseann Kennedy: “A união dos governadores na pauta da segurança pública deu fôlego à direita e é motivo de preocupação para o Planalto. A operação policial no Rio reorganiza o grupo político para 2026 e consegue tirar foco de Jair Bolsonaro”. (Estadão)

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segunda-feira - 04/08/2025 - 07:24h
Brasil

Governadores evitam manifestações em favor da anistia de Bolsonaro

Manifestação na Avenida Paulista em São Paulo-SP nesse domingo (03), em foco da CNN

Manifestação na Avenida Paulista em São Paulo-SP nesse domingo (03), em foco da CNN

Do Canal Meio e outras fontes

Coincidência ou não, governadores do espectro da direita que vinham marcando presença em atos em defesa da anistia aos envolvidos na tentativa de golpe, não compareceram ao ato convocado por bolsonaristas neste fim de semana. O próprio Jair Bolsonaro (PL) esteve ausente, já que cumpre medida cautelar que proíbe que ele saia de casa aos sábados e domingos.

Já os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); do Paraná, Ratinho Júnior (PSD); de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil); e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), alegaram outros compromissos para justificar sua ausência. As manifestações ocorreram em pelo menos 20 capitais, incluindo São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Belém, além de Brasília. No Rio, Bolsonaro fez uma participação por videochamada.

Segundo o Monitor do Debate Político e a ONG More in Common, 37,6 mil pessoas compareceram à manifestação “Reaja, Brasil: Agora é a hora” na avenida Paulista. A margem de erro de 12% indica um público entre 33,1 mil e 42,1 mil participantes. (Globo)

Segundo levantamento do jornal digital Poder360, a manifestação deste domingo (3) na Avenida Paulista reuniu 57,6 mil pessoas. Foram utilizadas fotos aéreas de alta resolução pelo jornal digital para realizar o cálculo de estimativa.

O pastor Silas Malafaia, organizador do evento, não poupou críticas aos governadores: “Isso prova que Bolsonaro é insubstituível! Vão enganar trouxa! E eu não sou trouxa. Estão com medo do STF, né? Por isso não vieram. Arrumaram desculpa, né? Por isso, minha gente, 2026 é Bolsonaro”. (Estadão)

Em São Paulo, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) foi a principal atração entre políticos que fizeram uso da fala durante o ato. No discurso, o parlamentar atacou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a diplomacia do governo Lula (PT) e cobrou os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), e do Senado, Davi Alcolumbre (União). Também por vídeochamada, Nikolas mostrou o ato para Jair Bolsonaro. (Metrópoles)

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segunda-feira - 14/07/2025 - 07:30h
Política nacional

Tarifaço reaproxima governo do Centrão e embaralha o bolsonarismo

Arte ilustrativa gerada com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Arte ilustrativa gerada com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Do Canal Meio e outras fontes

A taxação de 50% sobre todos os produtos brasileiros anunciada por Donald Trump na última quarta-feira buscando, segundo o próprio Trump, encerrar os processos contra Jair Bolsonaro, está provocando um rearranjo nas forças políticas por aqui. O Palácio do Planalto e o Centrão, que vinham se estranhando havia meses e entrando em guerra aberta por conta do aumento do IOF, ensaiam uma reaproximação com base no discurso de defesa da soberania nacional — e dos interesses de setores empresariais prejudicados pelo tarifaço.

Alguns nomes do Centrão, porém, alegam que o alinhamento é pontual. Além disso, a Câmara tem nesta semana votações que podem reabrir o conflito com o Executivo: no plenário, a revisão do licenciamento ambiental; nas comissões, a PEC da segurança pública e a isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil. (Globo)

Fora de Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca uma aproximação com outro setor que lhe é normalmente avesso: o empresariado. Ele se reuniu com ministros na noite deste domingo e anunciou a criação de um comitê para tratar da reação às tarifas, previstas para entrarem em vigor no próximo dia 1º. Além disso, pretende se reunir pessoalmente com líderes empresariais para discutir estratégias de defesa da produção brasileira e, de quebra, reforçar a imagem de que Bolsonaro é o responsável pelo tarifaço.

Nas redes, o governo e a esquerda intensificaram a campanha com foco na soberania, vendo a tensão com os EUA como uma oportunidade para acertar a comunicação e melhorar a imagem do presidente. (Folha)

Já na direita o cenário é de conflito e tentativa de reacomodação. Visto como potencial candidato conservador ao Planalto em 2026, já que Bolsonaro está inelegível, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), teve um fim de semana de idas e vindas. Inicialmente, ele culpou o governo federal pela elevação das tarifas e chegou a almoçar com Bolsonaro em Brasília, mas mudou o tom e, durante evento com empresários, disse que era necessário “unir esforços” e defendeu a atuação diplomática do Planalto. (g1)

A mudança de rumo tem explicação. Prejudicados pelas tarifas, empresários paulistas que vinham apoiando as pretensões presidenciais do governador começaram a questionar sua independência em relação ao bolsonarismo. (Folha)

A virada expôs ainda mais o racha com o clã Bolsonaro. Na sexta-feira, após Tarcísio se encontrar com o encarregado de negócios da embaixada dos EUA, Gabriel Escobar, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), condenou qualquer tentativa de negociação que não inclua a anistia aos golpistas de 8 de janeiro. O parlamentar, que está nos EUA desde fevereiro fazendo lobby contra o processo a que o pai responde no STF, classificou qualquer acordo nessa linha como “caracu”, uma expressão pouco educada para um resultado em que só uma parte sai ganhando.

Na mesma linha, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que as tarifas são “um empurrãozinho” para a anistia e que o Brasil não tem “poder de barganha” para enfrentar os EUA. (UOL)

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quarta-feira - 25/06/2025 - 06:00h
Pesquisa e foco

Rogério é citado à disputa presidencial, mas é pré-candidato a governo

Rogério Marinho foi colocado em planilha de entrevistas de instituto de pesquisa (Foto: Reprodução)

Rogério Marinho foi colocado em planilha de entrevistas de instituto de pesquisa (Foto: Reprodução)

Do Diário do RN

Incluído no radar nacional do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao entrar como opção possível em sondagem eleitoral da Paraná Pesquisas, divulgada nessa terça-feira (24), o secretário nacional do PL, Rogério Marinho (PL) prefere manter cautela e ratificar pretensão eleitoral ao Executivo estadual. Marinho conversou com o Diário do RN e mantém posicionamento que reforça nos últimos dias. “Sou pré-candidato a governador do Estado”, afirmou.

“Isso mostra mais uma fragilidade de Lula do que qualquer outra coisa. Eu sou hoje uma pessoa que não tenho essa dimensão nacional, não. Por mais que eu esteja fazendo esse trabalho como líder da oposição [no Senado], tem que rodar muito para ter projeção nacional. É outra dimensão”, pondera ele, que também é secretário nacional do PL e presidente do partido bolsonarista no RN.

Rogério Marinho se refere especificamente ao cenário apontado num segundo turno, em que perderia de Lula por dez pontos de diferença – 41,9% a 31,2%.

Num cenário de 1º turno Marinho aparece com 6,8%. Na sondagem, Lula (PT) apresenta 34,2%; Ciro Gomes (PDT) 15%; Ratinho Junior (PSD) 13,9%; Ronaldo Caiado (União Brasil) 7,1%; Rogério Marinho (PL) 6,8%; Helder Barbalho (MDB) 1,2%.

Confiança

A inclusão do senador potiguar entre presidenciáveis na pesquisa reforça seu papel como nome de confiança do ex-presidente Jair Bolsonaro e figura estratégica para a disputa estadual de 2026.

O dado é ainda mais simbólico pelo fato de Marinho ser um nome, como ele mesmo afirma, sem tamanha projeção nacional, como Ronaldo Caiado, que ele empatou, de acordo com a sondagem.

Neste momento, Jair Bolsonaro, que continua inelegível, ainda não bateu o martelo sobre quem apoiará na disputa presidencial de 2026. No levantamento, o nome do potiguar aparece ao lado de figuras como Michelle Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Ratinho Junior, Ronaldo Caiado e os filhos de Bolsonaro, Eduardo e Flávio.

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quarta-feira - 10/07/2024 - 20:30h
ALRN

Bolsonaro e Tarcísio de Freitas têm cidadania do RN

Tarcísio e Bolsonaro: cidadãos do RN (Foto: Alan Santos/PR)

Tarcísio e Bolsonaro: cidadãos do RN (Foto: Alan Santos/PR)

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) aprovou nesta quarta-feira (10), por 18 votos a 2, a concessão do título de Cidadão Norte-rio-grandense para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e para o governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos).

O deputado estadual Coronel Azevedo (PL) é o autor das duas proposições.

Além deles dois, mais 47 títulos semelhantes foram aprovados em sessão plenária extraordinária e secreta.

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quarta-feira - 19/06/2024 - 07:38h
Entrevista

Lula ataca presidente do BC e diz não aceitar volta do bolsonarismo

Lula diz que "fascistas" e "trogloditas" do bolsonarismo não voltarão (Foto: O Globo)

Lula diz que “fascistas” e “trogloditas” do bolsonarismo não voltarão (Foto: O Globo)

Do Canal Meio e outras fontes

Em dia de reunião do Comitê de Política Monetária (COPOM) e véspera de decisão sobre os juros, o presidente Lula voltou a atacar o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Em entrevista à CBN, afirmou que o economista “não tem nenhuma capacidade de autonomia, tem lado político e trabalha muito mais para prejudicar o país”.

Lula citou o jantar do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em homenagem ao presidente da autarquia, dizendo que o ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL) tem mais influência nas decisões de Campos Neto do que ele, como presidente da República.

Ele também afirmou que não permitirá que “um fascista” e “trogloditas” voltem a governar o país. Disse que não quer discutir a reeleição de 2026, que “tem muita gente boa para ser candidato”, mas, “se for necessário”, disputará a eleição. “Pode ficar certo que meus 80 anos virarão 40. Mas não é a primeira hipótese.”

Inflação

A inflação, segundo Lula, está totalmente controlada e o Brasil tem alta de empregos. “Nós só temos uma coisa desajustada no Brasil neste instante: o comportamento do BC”, disparou. Sobre a provável manutenção da Selic em 10,5% ao ano, Lula disse que o país não precisa disso. E em alusão ao convite que Tarcísio teria feito para que Campos Neto seja seu ministro da Fazenda, em caso de vitória na eleição de 2026, Lula indagou se o presidente do BC “está disposto a fazer o mesmo papel que Moro fez, paladino da justiça com rabo preso com compromissos políticos”. (CBN)

Tarcísio de Freitas disse a interlocutores que os juros altos “obviamente” atrapalham a administração do estado, mas afirmou que não vai rebater Lula publicamente, conta Raquel Landim. Na visão de Tarcísio, a queda dos juros tem que vir acompanhada de responsabilidade fiscal e não dá para “cortar os juros na marra, como aconteceu na época do governo Dilma”. (UOL)

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segunda-feira - 26/02/2024 - 07:28h
Avenida Paulista

Bolsonaro fala para multidão, se diz perseguido e pede anistia

Do Poder 360 e outras fontes

Ex-presidente falou para um público expressivo na Avenida Paulista (Foto: Poder 360)

Ex-presidente falou para um público expressivo na Avenida Paulista (Foto: Poder 360)

O presidente Jair Bolsonaro (PL) discursou por 22 minutos durante ato político em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP), na avenida Paulista, em São Paulo-SP, neste domingo (25). Disse a apoiadores que sofre “pancadas” antes mesmo das eleições de 2018. “Passei 4 anos perseguido também enquanto presidente. E essa perseguição aumentou a sua força quando deixei a Presidência da República”, declarou Bolsonaro diante de uma multidão.

No alto do trio elétrico ‘Demolidor’, o ex-presidente não mencionou o Supremo, apesar do discurso crítico. Rebateu versão de que teria tentado um golpe de estado, disse ser vítima de perseguição e pediu anistia a “pobres coitados” que ainda estão presos por atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro de 2023.

Ao fim, declarou que deseja pacificação e “passar uma borracha no passado”.  “Teria muito a falar. Tem gente que eu falaria, mas o que eu busco é a pacificação. É passar uma borracha no passado. É buscar maneira de nós vivermos em paz. É não continuarmos sobressaltados,” afirmou.

O início do ato estava marcado para as 15h, mas os manifestantes vestidos de verde e amarelo começaram a se concentrar na principal via da capital paulista por volta de 9h.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro fez uma oração na abertura dos discursos. Na prece, ela pediu por vingança divina contra os inimigos políticos de Bolsonaro e a absolvição de seu marido.

O pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do ato, também discursou. Criticou as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além do ministro Alexandre de Moraes.

Em seu discurso, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse que “não era nada” antes de Bolsonaro “apostar” nele.

Presenças 

Ao todo, foram quatro governadores participaram do evento em São Paulo: Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Jorginho Mello (PL-SC) e Romeu Zema (Novo-MG). O prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), também marcou presença.

No caso dos senadores, 11: Rogério Marinho (PL-RN), líder da Oposição no Senado; Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho 01 do ex-presidente; Ciro Nogueira (PP-PI); Magno Malta (PL-ES); Jorge Seif (PL-SC); Marcos Pontes (PL-SP); Marcos Rogério (PL-RO); Luis Carlos Heinze (PP-RS); Carlos Portinho (PL-RJ); Izalci Lucas (PSDB-DF); Wilder Morais (PL-GO).

A listagem aponta para participação de 81 deputados federais de todas as regiões do Brasil.

RN

Do RN, além do senador Rogério Marinho, o deputado General Girão (PL) e Sargento Gonçalves (PL) tiveram presença. Apesar de fazer parte da bancada do PL na Câmara Federal, o deputado federal Robinson Faria não compareceu. Ele está preparando saída da legenda.

O deputado estadual Coronel Azevedo (PL) foi o único parlamentar da Assembleia Legislativa do RN que prestigiou o ato político.

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segunda-feira - 12/02/2024 - 07:44h
Política

Lula e Bolsonaro empatariam de novo, diz pesquisa

Do Poder 360

Lula, se for nome à reeleição, não terá Bolsonaro como adversário, por esse estar inelegível (Fotomontagem e fotos Poder 360/Sérgio Lima)

Lula, se for nome à reeleição, não terá Bolsonaro como adversário, por esse estar inelegível (Fotomontagem e fotos Poder 360/Sérgio Lima)

Levantamento divulgado pelo Paraná Pesquisas nesta 6ª feira (9.fev.2024) mostra que, se a eleição presidencial de 2º turno fosse hoje, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) estariam empatados tecnicamente. O petista teria 43,9% dos votos contra 41,9% do ex-presidente. Outros 10,5% dizem preferir votar em branco ou anular seu voto. Já 3,8% não souberam responder.

A pesquisa indica que o país persiste na lógica de polarização entre os mesmos candidatos que disputaram a eleição de 2022. Bolsonaro, porém, foi declarado inelegível pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e não poderia disputar o pleito de 2026.

Ao todo, a pesquisa ouviu 2.026 eleitores dos 26 Estados e Distrito Federal, de 164 municípios, de 24 a 28 de janeiro deste ano. O grau de confiança é de 95%, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Eis a íntegra (PDF – 664 kB).

A pesquisa também mostra qual seria o resultado da eleição se o atual presidente da República disputasse com a ex-primeira-dama e presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Ambos avançariam para uma disputa direta contra Lula em cenários de 1º turno testados pela pesquisa.

Eis os resultados:

LULA X MICHELLE 

Lula (PT) – 45,4%;
Michelle Bolsonaro (PL) – 38,7%;
Nenhum/branco/nulo – 11,5%;
Não sabe/não opinou – 4,3%.

LULA X TARCÍSIO 

Lula (PT) – 45,8%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 34,6%;
Nenhum/branco/nulo – 15,2%;
Não sabe/não opinou – 4,4%.

APROVAÇÃO DE GOVERNO

O levantamento também indica uma diferença mínima entre os eleitores que aprovam e desaprovam a administração do petista:

Aprovam – 48%;
Desaprovam – 47,8%;
Não sabe/não opinou – 4,1%.

CERTEZA DE VOTO E REJEIÇÃO

O levantamento também perguntou aos entrevistados sobre suas certezas de voto para a Presidência. Eis o resultados:

Com certeza votaria para presidente:

Lula – 26,6%;
Bolsonaro – 26,4%;
Tarcísio de Freitas – 3,5%;
Michele Bolsonaro – 2,7%.

Poderia votar para presidente:

Lula – 46,9%;
Bolsonaro – 47,8%;
Tarcísio de Freitas – 36,6%;
Michele Bolsonaro – 47,6%.

Não votaria de jeito nenhum para presidente: 

Lula – 46,9%; Bolsonaro – 47,8%;
Michele Bolsonaro – 47,6%;
Tarcísio de Freitas – 36,6%.

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domingo - 09/07/2023 - 10:32h

Enfim, a reforma tributária

Por Ney Lopes reforma tributária

Desde 1967, uma reforma tributária foi tentada no Brasil.

Finalmente, foi aprovada em dois turnos na Câmara Federal e vai ao Senado.

Indaga-se sobre se o texto corresponde ao interesse nacional.

O simples fato da aprovação na Câmara já atende aos interesses do país.

Lacunas podem existir, que serão preenchidas

Houve muitos avanços, compensando o esforço do presidente da Câmara Artur Lira (PP-AL), do ministro da Fazenda Haddad (PT), do governador Tarcísio de Freitas (Republicano) e outros que apoiaram a matéria.

Chute – Infelizmente, o ex-presidente Bolsonaro, mais uma vez, dá chute para fora e se atrita com o seu correligionário leal governador de SP Tarcísio de Freitas, que se manifestou favorável à aprovação da reforma.

Repetição -O ex-presidente não citou nenhum argumento técnico para refutar a reforma.

Recorreu ao discurso radical usado na campanha, de que “o partido [PT] não se preocupa com povo e com a família, não respeita a propriedade privada, defende bandidos e desarma o cidadão de bem”.

Impulsividade – “Pegou mal” a reação, embora os fanáticos do bolsonarismo tenham festejado o atrito dele com o governador de SP.

Foi o mesmo, que os náufragos jogarem a boia fora em pleno oceano.

Tarcísio de Freitas é o grande nome para 2026.

O ex-presidente, sempre impulsivo, esqueceu o conselho de François La Rochefoucauld de que “é mais vergonhoso desconfiar de um amigo, do que ser enganado por ele”.

Avanços – A reforma em tramitação tem prós e contras.

Mas é palatável.

Muitas situações dependem de leis posteriores.

O período de transição para unificar os tributos vai durar sete anos, entre 2026 e 2032.

A partir de 2033, os impostos atuais serão extintos.

Um ponto que ajudará estados como o RN é que o imposto será cobrado no destino (local do consumo do bem ou serviço), e não na origem, como é hoje.

Preocupante – Um aspecto inquietante é o aumento da tributação sobre os investimentos, que pode reduzir a poupança e o financiamento de longo prazo.

CDBs serão desestimulados, mesmo sendo aplicação usual no país.

A regulamentação futura talvez possa resolver.

Aguardemos!

Voto – Vinte deputados do PL, principal partido da oposição, votam a favor da reforma.

Todos ligados a setores empresariais insatisfeitos com o bolsonarismo. Isso depois da legenda do ex-presidente Bolsonaro orientar expressamente a bancada vota contra a proposta.

No partido, querendo afastar-se do radicalismo, existiriam 40 parlamentares.

Veto – A irracionalidade política chega a extremos.

O ex-presidente Bolsonaro viu na TV o governador Tarcísio de Freitas dando entrevista sobre reforma tributária, ao lado de Haddad.

Encontro civilizado e absolutamente normal a dois homens públicos.

Veto II – Bolsonaro, indignado, vetou que o governador participasse da reunião do PL, que estava marcado para quinta à tarde.

Waldemar Costa Neto contornou a situação.

Porém, o ex-presidente discordou do seu ex-ministro, que foi vaiado pelos fanáticos presentes.

Saiu constrangido da reunião.

A notícia é que na tarde de sexta-feira (7), os dois se encontraram.

Ney Lopes é jornalista, advogado e ex-deputado federal

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Categoria(s): Artigo
  • Repet
quinta-feira - 06/07/2023 - 20:02h
Poder

Ex-presidente começa a ter sua liderança testada

Amuado, Bolsonaro interrompeu Tarcísio; não faltaram vaias (Foto: reprodução)

Amuado, Bolsonaro interrompeu Tarcísio; não faltaram vaias (Foto: reprodução)

Sem mandato, inelegível, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) experimenta o que o ‘companheiro’ Lula (PT) viveu (sem cadeia até aqui): o peso de provar que é líder, mesmo em baixa.

No teste da reforma tributária que começa a ser votada no Congresso Nacional, a insubordinação de parlamentares e governadores à sua orientação é enorme.

Tarcísio de Freitas (Republicano), governador de São Paulo, é favorável à reforma. Bolsonaro contra.

E em reunião hoje do PL, Tarcísio foi até vaiado, além de receber reprovação pública do ex-presidente.

Vale lembrar que Tarcísio, ex-ministro de Bolsonaro, é visto como um presidenciável para 2026, quando o ex-presidente não poderá ser candidato.

E tudo está só começando.

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segunda-feira - 20/02/2023 - 22:24h
São Paulo

Temporal deixa 40 mortos e um rastro de destruição

Subiu para 40 o número de mortos na tragédia provocada pelas chuvas intensas no litoral norte de São Paulo. Segundo a Defesa Civil de SP, a grande maioria dos óbitos é de São Sebastião com 39, com uma vítima em Ubatuba.

São Sebastião foi a mais afetada e já soma 39 mortes (Foto: PMSS)

São Sebastião foi a mais afetada e já soma 39 mortes (Foto: PMSS)

Guarujá, Bertioga, São Sebastião, Caraguatatuba, Ilhabela e Ubatuba foram os municípios litorâneos mais atingidos. Só em São Sebastião, em menos de 24 horas choveu 626 milímetros. Só entre 0h e 1h, São Sebastião recebeu 100 milímetros de chuva.

Mais de 40 pessoas ainda estão desaparecidas. Já existem mais de 1.700 pessoas desabrigados. O temporal é considerado o maior do Brasil em todos os tempos, tendo começado no sábado (18) e madrugada de domingo (19).

O governo de São Paulo decretou estado de calamidade em seis cidades e luto oficial de três dias. Cerca de 600 agentes da prefeitura, Defesa Civil, Forças Armadas, Corpo de bombeiros, Polícia Militar e Exército trabalham no auxílio à população.

O presidente Lula (PT) suspendeu seu feriadão na Bahia e chegou a São Paulo, fazendo observações de helicóptero e reunindo-se com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e outras autoridades, além de assegurar o máximo de apoio para superação dos problemas.

Trechos da rodovia Rio-Santos, Mogi-Bertioga e Tamoios foram duramente afetados e muitos resgates só puderam ser feitos por helicóptero.

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sábado - 29/10/2022 - 21:20h
Ipec

Veja última pesquisa em cada um dos 12 estados com 2º turno

O segundo turno ocorre em 12 estados nesse domingo (30), com disputas acirradas na maioria deles. Veja abaixo a situação da última pesquisa Ipec divulgada neste sábado (29), em cada um deles: Alagoas, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Arte produzida pelo Diário do Poder

Arte produzida pelo Diário do Poder

Alagoas

Paulo Dantas (União Brasil) – 52%

Rodrigo Cunha (MDB) – 48%

Amazonas

Wilson Lima (União Brasil) – 54%

Eduardo Braga (MDB) – 46%

Bahia

Jerônimo Rodrigues (PT) – 51%

ACM Neto (União Brasil) – 49%

Espírito Santo

Renato Casagrande (PSB) – 53%

Carlos Manato (PL) – 47%

Mato Grosso do Sul

Eduardo Riedel (PSDB) – 53%

Capitão Contar (PRTB) – 47%

Paraíba

João Azevedo (PSB) – 53%

Pedro Cunha Lima (PSDB) – 47%

Pernambuco

Raquel Lyra (PSDB) – 54%

Marília Arraes (Solidariedade) – 46%

Rio Grande do Sul

Eduardo Leite (PSDB) – 56%

Onyx Lorenzoni (PL) – 47%

Rondônia

Marcos Rogério (PL) – 52%

Marcos Rocha (União Brasil) – 48%

Santa Catarina

Jorginho Mello (PL) – 67%

Décio Lima (PT) – 33%

São Paulo

Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 52%

Fernando Haddad (PT) – 48%

Sergipe

Fábio Mitidieri (PSD) – 50%

Rogério Carvalho (PT) – 50%

Veja AQUI como foi que terminou o primeiro turno em cada um desses 12 dos estados.

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