No que se refere à incidência dos casos de Covid-19, o RN apresenta coeficiente de 8,1/por 100.000 habitantes. Está acima do coeficiente nacional (7,5/ por 100.000).
Esses números são decorrentes do mais recente levantamento sobre a expansão da doença no estado, conforme Boletim Epidemiológico do dia 8 último (quarta-feira), do Ministério da Saúde, publicado em 9 de abril (quinta-feira).
Em termos de Rio Grande do Norte, a situação mais preocupante é da região de Mossoró, com destaque para a cidade-praia de Tibau.

Foto mostra praia em Tibau, às 17h29 deste sábado (11), com movimentação de banhistas (Foto: cedida)
O município praiano de Tibau, que tem seus limites em parte com divisa do Ceará (Icapui), “é o que apresenta maior incidência (24,6/100.000) no RN”.
É seguido de perto por Mossoró (22,1/100.000) e São Gonçalo do Amarante (18,8/100.000), na Grande Natal.
Vale ser destacado, que Mossoró em números atualizados neste sábado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) e Secretaria Municipal de Saúde, aparece com 183 casos suspeitos, 65 confirmados, 51 descartados e 6 mortes pela Covid-19.
Mossoró é tem maior índice de óbitos, numa média de 2 por 100.000 habitantes, o que o coloca como um dos mais graves do país. Sua população estimada é de 297.378 habitante – segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Tibau
O pequeno município de Tibau tem 8 casos suspeitos, 4 descartados e um confirmado. Localizado a 42 quilômetros de Mossoró, Tibau possui 4.106 habitantes, segundo estimativa do IBGE, ano passado.
O Rio Grande do Norte, como um todo, com 289 casos confirmados, 2.881 suspeitos, 1.146 descartados e 14 óbitos (veja AQUI). As notificações atingem 140 dos 167 municípios do estado.
Ceará
Importante ser lembrado que o vizinho Ceará tem números expressivos de casos e óbitos, que parecem começar a ecoar no RN, exemplos de Mossoró e Tibau.
São 10.257 casos suspeitos, 1.668 casos confirmados do novo vírus, número de mortes aumentou e passou de 68 para 74.
Pelo menos 56 municípios têm casos de Covid-19.
Veja Boletim Epidemiológico mais recente, do RN, clicando AQUI.
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Que Nosso Senhor olhe por nós e que os homens de boa vontade se unam nas providências necessárias.
E o povo no mêi da rua e em aglomerações.
O gado brasileiro acha o vírus que está matando norte-americanos e europeus, não é o mesmo que chegou ao país tupiniquim. E nem vai chegar.
O gado insiste em dizer que é uma gripizinha, uma chuvinha besta, que o gado brasileiro ou é malandro ou ‘caba da peste’, tem o corpo fechado e, se muito pegar, é uma ‘aftosa fora de época.’
Fazer o quê? Se houvesse um meio de ferrar todas a cabeças de gado que foram encantadas pelo ‘Mito Traque Molhado’, néra? quando chegassem com febre e cansados a um hospital, a recepcionista diria:
– Hummmm….Você foi ferrado na testa pelo Mito. O seu tratamento só pode ser realizado no palácio do planalto. Chegando lá, procure a besta que abriu a porteira do curral e mandou você sair. Se você não tiver dinheiro pra viagem, o veterinário fica no outro quarteirão. Ah, a funerária fica atrás desse hospital. PRÓOOOOOOXIMO….!
– Muuuuuuuuuuuu……!
– Por favor, siga o garrote que acaba de sair. PRÓOOOOOXIMO….!
Ilustre jornalista,
No tocante à Covid-19, o Município de Baraúna, que se limita com o Estado do Ceará de um lado e com o Município de Mossoró de outro, também chama a nossa atenção quando se faz leitura aos Boletins Epídemiológicos da Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte – SESAP/RN. São mais de trinta casos suspeitos, segundo o último Boletim divulgado pela SESAP neste sábado, 11.
Há um tráfego enorme de pessoas de Baraúna tanto para Mossoró como para o vizinho Estado do Ceará, precisamente para o Vale do Jaguaribe. E o sentido contrário também acontece, tanto de Mossoró como do Ceará para Baraúna.
O Município de Baraúna tem uma área rural imensa, além de ser um polo de riquezas (produção de cimento e agricultura irrigada).
Na minha opinião, Baraúna merece uma ação mais intensa por parte dos agentes públicos competentes. E Deus permita que as dezenas de casos suspeitos de infecção pelo novo coronavírus de lá migrem da condição de suspeitos para descartados. Essa, aliás, é a nossa sincera torcida.
Feliz Páscoa para você!
Fique com Deus.
Bom dia,
Concordo com a análise de mossoro, no entanto, quando os números são baixos como por exemplo Tibau, a pesquisa acaba não refletindo a realidade.
Chamo atenção também para falta de dados das pessoas curadas, aí sim com a análise dessa taxa dá pra basear se a pandemia está crescendo ou regredindo localizadamente
Por exemplo, esse caso de Tibau:
Sentiu sintomas em Fortaleza, ao chegar em Tibau logo se isolou, o exame saiu quando já estava curado, não houve confirmação de mais casos, no momento a taxa de Tibau é 0/4.106hab
Digo isso, porque essa pandemia deve pendurar por longas datas com ciclos de infecção que devem alternar, então os curados são a “imunização” do rebanho, se não estiverem presentes na conta, os dados perdem efetividade