quinta-feira - 03/05/2007 - 12:24h

Blog se transforma num portal de notícias para você

Este novo Blog procura ensejar melhor facilidade à leitura, melhor acessibilidade e interação com o webleitor.

Durante os próximos dias, talvez semanas, ainda tenhamos ajustes a fazer à medida que surjam problemas. As dezenas de e-mails nessas primeiras horas sinalizam à sua aprovação. Ótimo. Responsabilidade ainda maior. Posso suportar.

Na prática, nos transformamos num portal de notícias. A partir daqui, o webleitor pode acessar o que há de melhor em termos de comunicação na infovia, sem precisar ficar saltando e teclando endereços diversos. Está tudo à mão.

Outra melhoria, é que em cada endereço nesta primeira página ou no “Mais Links” aí ao lado, aparece uma prévia de onde o mouse “sobrevoa”, um preview, oportunizando visão básica do que é procurado.

Blog de variedades, culturais, esportivos, políticos, temáticos, jornais, portais do RN e nacionais, saites etc fazem parte dessa galeria. Fique à vontade. Desfrute.

Tudo foi feito com o máximo de esforço e boa vontade. Se não ficou melhor foi por falta de talento meu e dos que trabalharam comigo até aqui.

Um abraço, saúde e paz.

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Categoria(s): Comunicado do Blog
quinta-feira - 03/05/2007 - 11:53h

De tempo, vida e caravelas…

Quero lhes falar sobre o tempo. Virtual? Talvez.

Quero lhes falar sobre a vida. Fugaz? É possível.

Quero lhes falar sobre o recomeçar. Posso, sei.

Falo da crença no possível, despojado do retrovisor da existência e evitando ser apenas trapo humano, moendo e remoendo gente e fatos.

Medo? Muitos. Ainda bem. Tenho-os pulsantes, como necessários sacrários do porvir, bússolas da sobrevivência.

Neste ambiente universal, intangível e imaterial ganho corpo. De novo. Os propósitos são abstratos: cumprir minha sina-paixão. Transpirar, existir, resistir. Ombrear-se a outros que têm minhas crenças, mas respeitando o contraditório. Estimulando-o até.

Sou filho de uma porção menor, mas nem por isso tacanha ou acovardada. Nada além de um indivíduo normal, que labuta. Estranho, talvez, por não ser parte de uma maioria incomum.

Este novo endereço eletrônico não revela nada de especial. Não o trato como avanço. É mais um passo no eterno caminhar, sem o pânico de olhar para trás. “As caravelas mandei-as queimar, para não ter a veleidade de voltar”.

Obrigado pela visita. Seja bem-vindo.

Vamos recomeçar?

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Categoria(s): Nair Mesquita
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
quinta-feira - 03/05/2007 - 11:47h

Prefeitura bota Ferro na Boneca e vê Kabaço Molhado

Olhando a programação da Prefeitura de Guamaré, alusiva à aniversário de sua emancipação, de hoje até segunda, 7, a gente tem a idéia de que tudo não passa de uma orgia.

Vamos às atrações “artístico-musicais”:

Tem Dedim (Gouveia) entrando embaixo do Saia Rodada.

Depois botam Ferro na Boneca, com o previsível Rebentões do Forró.

Desse jeito, lógico que aparece Kabaço Molhado.

Para atenuar o clima lascivo, haverá Ato Religioso Ecumênico. Amém!

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Categoria(s): Administração Pública
quinta-feira - 03/05/2007 - 04:36h

João Maia perde força com mudanças na Codern

Outra notícia do plano nacional que tem reflexo direto no RN, como a reproduzida por este Blog abaixo, sobre o Dnocs, é a relacionada ao destino da Codern.

Fontes do Palácio do Planalto entendem que o melhor destino à companhia de gestão portuária, no país, é o controle pela iniciativa privada. A avaliação é que a Codern é um ambiente de corrupção em escala industrial.

Em termos de RN, isso significa dizer que a presidência da estatal deverá ser desocupada em breve. Na cadeira está o vereador licenciado de Mossoró e indicado pelo deputado federal João Maia (PR), Renato Fernandes (PR).

A recém-criada Secretaria dos Portos e a Agência Nacional dos Transportes Aquaviários vão apenas disciplinar e fiscalizar o setor.

As reações à medida podem emergir em vários pontos do país. O choro é livre.

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Categoria(s): Sem categoria
  • San Valle Rodape GIF
quinta-feira - 03/05/2007 - 04:24h

Finalmente Elias Fernandes é confirmado para o Dnocs

"Lula bateu o martelo: como esta coluna antecipou há dois meses, o potiguar Elias Fernandes vai dirigir Departamento de Obras Contras Secas (Dnocs).”

O texto acima, na íntegra, é do jornalista Cláudio Humberto, anunciando que na queda de braço entre cearenses e potiguares, venceu a ala jerimum, comandada pelo deputado federal e líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves.

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Categoria(s): Sem categoria
quinta-feira - 03/05/2007 - 01:00h

Candidatos avulsos e essência partidária

A semana recomeça prometendo arenga continuada em vários municípios do RN, de Natal a Mossoró, na pugna por mandatos em câmaras de vereadores.

A interpretação do TSE para consulta do DEM, quando ao aspecto da fidelidade partidária, já gerou duas cassações em Pau dos Ferros à semana passada (leia matérias recentes postadas no dia de ontem no blog www.herzogcarlos.blogspot.com).

Os que tentam se manter na cadeira alegam que o TSE sequer editou medida sobre o assunto. Em verdade, ainda não foi publicada resolução sobre o caso, mas não é nele que se baseia o grosso das decisões. Não estamos tratando de uma nova lei e, sim, da obediência às normas existentes.

A lei quanto à fidelidade partidária remonta à própria Constituição de 1988 que está em pleno vigor, tratando do caso em seu artigo 14. Além disso, temos a Lei dos Partidos dissecando direitos e deveres dos filiados.

Poder-se-ia criar um comparativo com o que o próprio TSE decidiu em 2004, numa resolução que teve efeito dominó: para responder à questão quanto a número de cadeiras de vereador num pequeno município de São Paulo, a corte eleitoral terminou estabelecendo – ou ratificando – os princípios numéricos em todo o país.

Em Natal ficou mantido o total de 21 vagas à Câmara Municipal; quanto a Mossoró houve perda de oito assentos. No total, o RN ficou com mais de 100 vereadores a menos em seus 167 municípios.

Os que zombam da lei (e do povo) e promovem o escárnio no uso privado do mandato parlamentar, acabam se deparando com o pavor. Há fortes possibilidades de perda do que fora conquistado nas urnas. Nos escaninhos da Justiça e da política tudo será empurrado com a barriga ou decidido com maior brevidade.

O que parece irrefutável é a inexistência legal de “candidaturas avulsas”, algo comum no período denominado de “República Velha” (1889-1930). Os partidos, sobretudo a partir da Constituição de 1946, passaram a ser abrigo compulsório de quem quisesse ser candidato a cargo eletivo.

No caso da disputa proporcional (vereador, deputados estadual e federal), é ainda mais evidente o monopólio partidário sobre a candidatura individual. Por isso é que surge a figura do “quociente eleitoral”, ou seja, a soma dos votos válidos dividida pelo total de cadeiras disponíveis.

Dois exemplos patentes e atuais simplificam meu raciocínio.

Nas eleições de 2006, apenas o deputado estadual reeleito Robinson Faria (PMN) conseguiu no RN ser vitorioso sozinho, com 70.782 (4,313%) votos. Mesmo assim, inscrito numa sigla específica. O quociente eleitoral à Assembléia Legislativa ficou em pouco mais de 68 mil votos.

Já seu filho, Fábio Farias (PMN), não obstante os 195.148 (12,017%) votos a deputado federal, não atingiu sozinho o quociente, que foi de pouco mais de 202 mil votos. Fábio precisou da ajuda de outros candidatos da coligação, para ser eleito. E olhe que ainda atingiu o feito de ser o mais votado em 50 dos 167 municípios do Estado.

A ninguém pode ser dado o direito de alegar desconhecimento das regras, em benefício próprio. Qualquer candidato sabia de antemão que era assim que a lei estabelecia. Se não tinha conhecimento, assumiu ignorância num meio onde é imperdoável essa falta.

No futebol, recentemente, o ABC foi campeão estadual de futebol apesar de ter ficado com 13 pontos a menos do que seu adversário e vice, o goleado (5 x 2 América). Não estava em jogo a exigência da conquista em pontos corridos. Se assim o fosse, o ABC não vulneraria. Tudo estava claro.

Na proporcionalidade eleitoral, nem sempre é eleito quem tem mais voto. O legislador acertou em cheio ao implantar esse dispositivo, pois sua intenção era justamente valorizar partidos, organizações sociais e, não, apenas o indivíduo, o bicho político. Portanto, o mandato legislativo é do partido. Decisões em contrário serão “outros quinhentos”.

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Categoria(s): Fred Mercury
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