terça-feira - 13/01/2009 - 21:19h

Irmã Dalvanir na TV

A freira franciscana Dalvanir Burlamaqui, que reside em Salvador (BA), será entrevistada especial do Mossoró de Todos os Tempos (MTT).

Ela passou alguns dias no estado, entre Tibau, Mossoró e Natal, em visita a familiares.

Em Tibau, na casa do seu irmão Fernando Rosado, Dalvanir gravou o MTT com o professor Milton Marques, apresentador do programa. Deverá ser veiculado pela TV Cabo Mossoró (TCM) no mês de fevereiro.

Fui apresentado à irmã Dalvanir por "Kiko", seu sobrinho – filho da saudosa Dalvinha Rosado. Vale lembrar ainda de outra pessoa que se foi, também seu irmão e meu amigo, Tibério Rosado.

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Categoria(s): Nelson Queiroz
terça-feira - 13/01/2009 - 18:31h

Rego Júnior como desembargador

Recebo informação em primeiríssima mão, que indica a escolha de novo desembargador à Justiça do Trabalho. Ótima notícia.

Rêgo Júnior, natural de Felipe Guerra, há anos milita na comarca de Mossoró. Deve ter seu nome publicado amanhã no Diário Oficial, como ungido ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 21a Região.

Vou saber mais detalhes.

De antemão, parabéns, tricolor!

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terça-feira - 13/01/2009 - 18:29h

Mozaniel Melo vira jogo a seu favor no TRE

O prefeito eleito Mozaniel Melo é o prefeito de Guamaré. Só não sabemos até quando.

Os seus advogados desistiram do mandado de segurança que tinham impetrado. Na votação que tinha sido iniciada há poucos dias, ele perdia por 3 x 1.

Hoje à tarde, protocolando  um pedido de desistência do mandado de segurança, a defesa conseguiu acatamento pelo procurador junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Flávio Vezon.

Os advogados de Mozaniel arguiram que a reclamação tinha sido prejudicada. Daí, o plenário passou a julgar a desistência. Mas, o caso não "morre" aí.

Até a apreciação do mérito, a tensão não será menor.

E Guamaré continua sofrendo com o encolhe-estica infame. Terra rica de povo miserável.

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terça-feira - 13/01/2009 - 18:16h

Saindo do sufoco

Ufa! Que sufoco. Mais de 24 horas com problemas delicados no sistema de veiculação deste Blog. Superado, enfim. Agora é trabalhar.

Mas devagar, porque assim vamos ao longe.

Inté!

P.S: Obrigado a inúmeros webleitores, amigos e colaboradores, que deram suporte ao Blog nesse vácuo.

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segunda-feira - 12/01/2009 - 12:41h

Não-convocação de concursados gera muitas suspeitas

Enquanto os concursados não são convocados para vários cargos na Prefeitura de Mossoró, diversos não-aprovados continuam trabalhando. O vínculo é por portaria.

No Atendimento Materno-Infantil (AMI), CAPS, SAMU e Casa de Saúde São Camilo são encontrados incontáveis servidores nessas condições. Nem a demissão em massa propagada pelo governo chegou a alcançá-los.

Basta fazer um city-tour nestas unidades municipal que será fácil identificar a irregularidade, tudo com fim politiqueiro.

Há muita gente que foi abrigada, superlotando repartições públicas, para se transformar em cabo eleitoral e o emprego numa moeda de troca.

Sem falar que a prefeita Fafá Rosado (DEM) informou, em menos de um ano (2007/2008), realização de novo concurso sem chamar os aprovados no anterior. Convocou uma parte, até certo limite dos seus interesses políticos e de grupo.

Por que não aproveitou os aprovados para preencher essas necessidades? Por que tanta demora em convocar tais aprovados?

O Ministério Público não pode cruzar os braços. Tem boi na linha.

Volto ao tema.

Saiba mais AQUI.

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domingo - 11/01/2009 - 23:47h

Governo “Da Gente” evita convocar enfermeiros concursados

O mais recente concurso da Saúde da Prefeitura de Mossoró, com chamada de aprovados ocorrido em meados de março-2008, é mais uma das caixas-pretas da administração Fafá Rosado (DEM). Mistérios para convocação de enfermeiros.

Vou fazer um relato sobre o caso. Acompanhe abaixo: 

Vários foram os aprovados. No entanto, a informação da época apontava para uma deficiência enorme. Pressão do Ministério Público é que começou a mudar o quadro.

Na época, 95% dos cargos de enfermeiros e outras profissões da saúde eram portarias. A princípio foram chamados 70 enfermeiros. Na realidade atual, a cidade de Mossoró (prefeitura) necessita de aproximadamente 230 enfermeiros.

Com esse quadro daria para preencher a situação de ausência de profissional dessa área nas Unidades Básicas de saúde, UPA’s, SAMU, CAPS e casa de saúde São Camilo. Os que não foram aprovados no concurso a prefeitura manteve em outras funções. A prova é tanto que apareceu o cargo de supervisor enfermeiro na Gerência da saúde. 

Por que não chamaram os demais que foram aprovados para preencher esse novo quadro?

No mês de abril chamaram mais 30 enfermeiros, pois via-se a necessidade de mais profissionais. Nesse caso, a promotoria pública acabou fazendo pressão para a Prefeita realizar nova chamada.

Ainda nesse mês (Abril/08) saiu no Jornal Oficial do Município (JOM) uma lei completar na qual tratava da ampliação do quadro, bem como a criação de novos cargos, aprovada pelo Legislativo. 

No período, comentava-se que a próxima e ultima chamada seria até o nº 150 da lista. Havia comentário de que chegando ao nome da enfermeira e atual diretora da UPA do Santo Antônio – Maria José de Carvalho (Tia do secretário da Cidadania Francisco Carlos Carvalho) esta lista parava.

"COINCIDÊNCIA"

Houve nova chamada, desta vez sendo contemplados 37 aprovados. A lista parou mesmo no nome da tia do atual secretário. Deve ser mais uma daquelas "coincidências" comuns à política do governo "Da gente".

Prova é, que não houve mais chamada.

Até então seriam chamados só 70. Veio a nova lei de ampliação do quadro. A lei completar assinala que seriam 150 enfermeiros.

A Secretaria de Administração convocou 137 da lista normal e 01 portador de de necessidade especial, totalizando assim 138 convocados. Destes, 124 foram nomeados e 13 não compareceram para assumir o cargo.

No mês de dezembro a prefeita Fafá Rosado prorrogou o concurso. A Gerência da Saúde está com déficit de funcionários nesta área (enfermeiros), principalmente agora com as exonerações. Contudo, não convoca quem fez concurso.

Sabe o que pode acontecer? A prefeitura tende a ignorar concursados, para privilegiar contratações por portaria. Isso é um absurdo!

Volto ao tema. 

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Categoria(s): Administração Pública
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domingo - 11/01/2009 - 23:43h

Fafá Rosado sobra na “casa do povo”

Com uma maioria folgada na Câmara de Mossoró, a prefeita Fafá Rosado (DEM) começa sua segunda gestão sob a mesma batuta, nas relações institucionais. “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”, diz uma máxima popular.

Aplica-se como uma luva cirúrgica ao poder do governo em relação à câmara.

A eleição do novo presidente da Casa, Claudionor dos Santos (PDT), foi diretamente patrocinada pelo Palácio da Resistência, sede do governo. Ele é um dos quatro vereadores reeleitos, investigados pela “Operação Sal Grosso”, desencadeada ao final de 2007 pelo Ministério Público. Sem problema.

O governismo quis assim.

Em plenário, dos 13 vereadores eleitos em 5 de outubro de 2008, 11 são governistas. Apenas Lahyrinho Rosado (PSB), Genivan Vale (PR) e Francisco José Júnior (PMN) foram eleitos por partidos de oposição.

Entretanto, na eleição da Mesa Diretora da Casa no dia 1º de janeiro, Júnior (filho do ex-deputado estadual Francisco José-PMN) pousou no aprisco do governo.

Situação estranha é vivida por três governistas.

O vereador no sexto mandato, decano da câmara, Francisco Dantas, o “Chico da Prefeitura” (DEM), é-e-não-é governista. Ele foi eleito vice-presidente de Claudionor, mas renunciou verbalmente ao cargo, logo após o pleito interno. É uma incógnita. Esfinge.

Outro caso atípico é da ex-vice-prefeita Cláudia Regina (DEM), que debuta na câmara. Apresenta-se como governista, porém não aceitou votar fechado em Claudionor, por razões de ordem “ética”. Não absorve o rótulo de “oposicionista.”

DESGRAÇA

Com Jório Nogueira (PDT), o enredo é também confuso. Em seu terceiro mandato, depois de não se reeleger em 2004, ele insinuou em plena votação que elegeu Claudionor (também presidente do seu partido), que teriam ocorrido “negociatas” à vitória. Apontou o governo como operador da manobra, mas com o cuidado de eximir a prefeita de qualquer participação ou incitamento.

É fácil perceber que o governo conseguiu ampliar maioria, da eleição em outubro ao início da legislatura 2009. São números irrefutáveis na matemática.

Porém, Chico da Prefeitura, Cláudia e Jório chamuscaram a “fuselagem” do poder. Caíram em desgraça.

O comportamento de cada um desses três vereadores é também explicada por veto expresso dos líderes do governo, para que nenhum fosse habilitado à presidência da Câmara Municipal. Não atendiam ao perfil desejado.

Claudionor preencheu aos requisitos, sobretudo o de ser um aliado incondicional, geral e irrestrito. A legislatura, em seus quatro anos, tem os ingredientes basilares para repetir a que foi recentemente encerrada.

Há um desequilíbrio brutal entre governismo e oposicionismo; velhos costumes como o toma-lá-dá-cá parecem intactos e a câmara mantém formato de sala contígua ao Palácio da Resistência. 

DESEQUILÍBRIO

Por enquanto, a formação da Câmara de Mossoró indica uma avalanche pró-governo. Veja abaixo:

Governismo: Claudionor dos Santos (PDT) Flávio Tácito (PSL) Maria das Malhas (PSL) Nina Rebouças (DEM) Ricardo de Dodoca (PDT) Daniel Gomes (PMDB) Zé Peixeiro (PMDB) Cláudia Regina (DEM) Jório Nogueira (PDT) Chico da Prefeitura (DEM) Francisco José Júnior (PMN)

Oposição: Lahyrinho Rosado (PSB) Genivan Vale (PR).

Foto: Ricardo Lopes (Studio Chaplin)

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domingo - 11/01/2009 - 23:33h

Pandemônio sonoro

Não é só no interior do RN, que o uso de equipamentos sonoros em altos decibéis, causam grandes transtornos. Em Natal também perturbam cercanias.

A Polícia Militar usa equipamentos para medir os decibéis e tem recebido muitas denúncias contra os abusos.

Mas, a questão é mesmo de falta de educação e idiotia. Contra essas duas moléstias, só polícia não basta.

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domingo - 11/01/2009 - 22:28h

Rumo a Recife

Devo viajar hoje para Recife (PE). Saio aqui de Natal, ao lado de alguns amigos que militam no meio forense.

O compromisso é com a posse do juiz Barros Dias como integrante do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5a Região. A solenidade promete ser muito concorrida. Terá início às 17h30 na sede dessa corte.

Vou-me esforçar ao máximo para postar matérias em geral durante esta segunda.

Até lá.

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domingo - 11/01/2009 - 22:16h

Letra e Música – 42

Zélia Duncan premia-nos com "Catedral", versão que assina para letra de Tanita Tikaran.

Em nossa série dominical "Letra e Música", eis um belo trabalho para começar a semana a mil.

Veja Vídeo AQUI;
Veja letra AQUI.

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domingo - 11/01/2009 - 21:46h

Pensando bem…

"Toda força será fraca, se não estiver unida."

La Fontaine

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domingo - 11/01/2009 - 21:29h

Negócios na TV

A TV Mossoró, controlada pelo grupo da deputada federal Sandra Rosado (PSB), despertou interesse de uma produtora de vídeo de Natal. Negócios em andamento.

Ouvi de fonte credenciada, que existe possibilidade de parceria com a emissora ou mesmo arrendamento.

Vou colher mais detalhes.

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domingo - 11/01/2009 - 20:41h

João Maia vai conversar com setor salineiro

O deputado federal João Maia (PR) confirma reunião amanhã (segunda, 12), em Mossoró. Estará reunido com representantes da indústria do sal.

A legislação do Ibama e a padronização normativa do Idema estão em pauta. São vistas como grandes gargalos do segmento.

João Maia conversará com a indústria do sal na Regional de Saúde (2a Ursap). O Encontro foi convocado pelo Sindicato da Indústria de Refino e Moagem de Sal do RN (SIMORSAL).

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domingo - 11/01/2009 - 20:32h

Tempo quente no Judiciário

Em Natal, onde me encontro, tenho ouvido informações sussurradas de tirarem o fôlego. Envolvem o Tribunal de Justiça do Estado (TJE).

A notícia que reproduzi à semana passada, sobre investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com alcance de dois desembargadores, não é por nada. É fato.

Há situação envolvendo até mesmo a Polícia Federal.

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domingo - 11/01/2009 - 19:52h

“Sêo” Nascimento

Morreu "sêo" Nascimento Machado, 88. Quem foi "sêo" Nascimento?

Agradeço ao professor-advogado David Leite a oportunidade de conhecer esse sertanejo típico no ano de 2007, no Sítio Carmo, zona rural de Mossoró.

Fomos à festa de Nossa senhora do Carmo, julho de 2007. Ele (Nascimento) era sempre um "sustentáculo" da luta pela construçao da capela e na organização das festas da padroeira do lugar.

Também era mobilizador em outras tantas iniciativas comunitarias.

Além de agricultor, ele foi por anos a fio, o "padeiro" da região Carmo-Barrinha-Melancias, ou seja, todos os dias ia a Mossoró e logo estava de volta com o "balaio" de pão…

Ou seja, era mais um desses anônimos que dignificam a existência pelo trabalho e comportamento exemplar.

Ele faleceu na sexta (9).

Que descanse em paz.

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domingo - 11/01/2009 - 19:34h

SUSpeito…

A Constituição Federal de 1988 – que nem sei se ainda existe mais neste país, pois diversas foram as vezes em que a mesma foi rasgada – declara no seu artigo 196 que a “saúde é um direito de todos e um dever do estado”. Lindo, não?!  

Esta mesma Constituição – que nem sei se ainda existe… – juntamente com a Lei Orgânica da Saúde (8080/90) permitiu que fosse criado o SUS – Sistema Único de Saúde, “com a finalidade de alterar a situação de desigualdade na assistência à saúde da população, tornando obrigatório o atendimento público de qualquer cidadão”.

Portanto, o SUS é sem dúvida o maior programa de inclusão social, não só deste País, mais também do mundo.  Entretanto, o que é mais interessante – e por que não dizer: SUSpeito – é que essa inclusão social não inclui nenhum governante.

Deu pra entender? Não?

Pois vou tentar explicar: quando os nossos ‘queridos’ governantes adoecem, nenhum, isto mesmo, nenhum procura os nossos hospitais públicos. Todos eles têm seus planos de saúde e são atendidos nos excelentes hospitais e clínicas particulares com mármore, granito e aço escovado; e nestes hospitais não existem filas, distribuição de fichas de madrugada, macas enferrujadas, nem falta de material e nem de profissionais de saúde.

Então, por que os nossos governantes não querem ser atendidos nos hospitais do SUS? Taí uma pergunta que faço todo santo dia a mim mesmo e não consigo responder, muito provavelmente deve ser pela minha escassez de neurônios (saiba caro leitor que nasci numa cidade muito quente do interior do Estado e na infância não dei ouvidos aos conselhos de minha mãe: “Menino, coloque essa chapéu senão o sol vai rachar a sua cabeça…”).

Pois bem, o sol queimou quase todo o meu cérebro e o meu reduzido número de neurônios não consegue explicar essa questão.

Ora, se saúde é um direito de todos e um dever do estado, se todos foram criados à semelhança de Deus, se o SUS é o maior programa de inclusão social do país, etc, etc… por que não incluir os nossos governantes no SUS?

A não ser que eles não concordem que o SUS seja tão belo quanto eles dizem. Será que eles não acreditam no SUS? 

Não sei por quê, mas me veio agora à lembrança de Cristo (pra quem não sabe, Ele foi aquele que morreu na cruz para livrar-nos dos nossos pecados) que podia muito bem ter feito como os nossos governantes… Ele poderia ter colocado Pedro, ou quem sabe João, para morrer no seu lugar, mas não: Cristo sabia que o discurso tinha que corresponder à prática.

É triste, mas na minha escassa lucidez (pela falta de neurônios), só posso chegar à conclusão de que o SUS é ótimo, para os outros, é claro; porém não para os nossos governantes.

Fiz todo esse preâmbulo acima apenas para sugerir aos promotores de saúde que se realmente quiserem resolver o problema do SUS no nosso Estado, lutem para que os nossos ‘queridos’ governantes – juntamente com os seus parentes de primeiro, segundo, terceiro e quarto grau, e mais todos os seus ‘amigos’ e bajuladores afins – sejam obrigados a serem atendidos – por qualquer problema de saúde, desde cólicas menstruais até infarto agudo do miocárdio – nos hospitais e ambulatórios da rede pública de saúde do SUS.

Aí, com certeza, não teremos mais as ‘ilegalidades’ das cooperativas médicas, nem muito menos a falta de leitos nos hospitais, nem a falta de medicamentos, nem a falta de profissionais de saúde que, trabalhando em condições dignas e recebendo dignos salários – já que as bandas fantasmas deixariam ‘de tocar’ e as ‘Higias’ da vida não existiriam mais… – ficariam felizes e a população seria a maior beneficiada.

Enquanto isso não acontece, só nos resta achar uma coisa: o SUS é muito SUSpeito… Ah! Isso é…

Francisco Edilson Leite Pinto Júnior é professor, médico e escritor – edilsonpinto@uol.com.br

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domingo - 11/01/2009 - 19:32h

Memória privilegiada

A seguir continuamos a reprodução de trechos da correspondência de seu Rafael Negreiros com Diran Amaral, no ano de 1976. Faz a apologia do valor das cartas.

Infelizmente, seu Rafael não pôde desfrutar das benesses da Internet, mas escrevia com uma rapidez enorme e sem consultar nenhuma fonte, tudo de memória.

“Toda carta merece resposta. Dizia Robert Louis Stevenson (autor de ‘The Strange case of Dr. Jekyll and Mr.Hyde’ – O Médico e o Monstro) escrevendo a Mary Shelley, que por sinal foi a criadora de Victor Frankenstein, história do médico que criou o monstro e que muitos confundem Frankenstein com o anormal (crime de erudição insustentável), que nas cartas existe o refrigério, o calor humano que somente a voz pode transmitir.”

“Mas ocorre hoje que a voz é embratélica, custa os olhos da cara, não fica registrada e muitas vezes trata de assuntos aleatórios ou empíricos, sem a objetividade e o zelo da correspondência manuscrita ou à máquina”.

Volta a falar da cirurgia a que foi submetido e, bem ao seu modo, agradece um empréstimo que Diran lhe fez.

“Como você vê, o nosso corpo tem mais mazelas que nossa vã filosofia pode imaginar, pois quando se cura de uma, se entra em outra. Estou aqui no Rio tranqüilo, tranqüilão, sabendo que teve alguém que me emprestou cinqüenta milhas por uns vinte/trinta dias, conforme tinha assegurado,” e passa a descrever o próprio destinatário, Diran: “um tipozinho baixote, parecido com marroquino, dono de uma concessionária, extrovertido e complicado, às vezes neurótico, outras sentimental, espécie de ciclotimia que é até saudável, mas que sempre atende em muitas ocasiões aos amigos com um prazer inusitado.”

“Tem recebido os jornais? Pelo menos você é o único a bater nos peitos e dizer que a ninguém mais eu mando coisa nenhuma, nem por tefas nem por nefas, quer dizer, pelo menos em matéria de jornais você foi o eleito.”

Se referindo a um gerente de banco: “Vê se amaina o Meirelles, que é durinho para emprestar dinheiro, como se o banco fosse uma espécie de clausura, ou de presídio, ou de mosteiro, onde só entram os criminosos, indiciados ou agentes de fé, porra, vá ser complicado assim no inferno.”

“Como vai o inenarrável Coconha? Como ele não me fez sequer um bilhete, também não terá a honra, ou o desprazer, ou o desgosto de receber uma linha de minha parte. Tenho ou não tenho razão?”  

“E de política, como vamos? Feliz de quem não se meter nessa barafunda dos diabos e aqui, de longe, a gente vê como é ridícula, tola, insensata a luta de dois grupelhos de idiotas, cada um a querer uma prefeitura falida que dá raiva, dores de cabeças e chateações de toda espécie.”

“Dizem que uns vêem a floresta mas não enxergam as árvores, isto é, vêem o conjunto mas não se fixam nas unidades e outros, justamente ao contrário, vêem as árvores mas não enxergam a floresta, presente, onipotente, majestosa, silente, dramática no seu imenso habitat. Comigo, de mim para mim, digo sempre que evitarei entrar em qualquer luta política, pois as decepções são tantas que o melhor é ser ligado aos dois lados, tranquilamente, sem ódios mesquinhos, sem paixões preteridas, relegando os insultos a plano inferior e, com uma risada e um copo de vinho, dizer como Omar Kayam:

‘Ah, encha a Taça: – de que vale repetir
Que o Tempo passa rápido sob nossos Pés:
Não nascido no amanhã, e falecido Ontem,
Por que angustiar-se frente a eles se o Hoje pode ser doce?’

“Sou mesmo um rico pobre, ou melhor, um pobre com forças de rico, transando e curtindo na praia de Porcabana, andando para cima e para baixo, como se fosse neto de Paul Getty e não devesse a ninguém em cima da terra. Mas o nosso ministro Simonsen diz que o credor é que deve se preocupar com a dívida e jamais o devedor, conselho que adoto, sigo e considero minha meta de sempre, pô.”

“Recomendações a Maria Lúcia (mulher de Diran), diga a ela que tome parte nas carismáticas às segundas lá em casa com Elizabeth (mulher de Rafael) e um cheiro em Frederico e Andréa. Bem, dinheiro eu lhe devo, agora, cartas você é quem me deve e eu digo como o poeta: 

‘Que me importa que de inúmeras maneiras
O amor tenha nascido em minha vida
Para morrer num copo de bebida
Trespassado de luzes zombeteiras.’"

Armando Negreirosnegreiros@digi.com.br

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sábado - 10/01/2009 - 21:24h

Uma guerreira federal

Entre pessoas muito próximas à governadora Wilma de Faria (PSB), uma hipótese já é levantada: sua postulação à Câmara Federal.

Trata-se de um "plano B", à dificuldade de apostar na viabilidade ao Senado.

Entretanto, em se tratando de Wilma, ninguém pense que ela jogou a toalha. Não é do seu feitio.

Não é por acaso que o epíteto de "Guerreira" lhe caiu como uma luva cirúrgica.

A propósito, quem a adesivou assim foi o ex-deputado federal Ney Lopes (DEM), no final dos anos 80, que chegou a ser seu vice-prefeito na Prefeitura do Natal.

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sábado - 10/01/2009 - 20:41h

Pensando bem…

"Raros são os homens dotados de bastante caráter para se regozijarem com os sucessos de um amigo sem uma sombra de inveja."

Ésquilo

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sábado - 10/01/2009 - 20:30h

Jornal passa por nova modificação

O Jornal do Meio Dia, da FM 95 (Mossoró) entra em mais uma fase. Na próxima segunda (12), terá outra reestréia.

O noticioso será ancorado pelo jornalista Carlos Skarlack, ex-secretário de Comunicação da Prefeitura de Mossoró. 

Pedro Carlos e Rosemberg Estevão que tinha pedido afastamento há pouco mais de um mês, refluem da decisão. Outra vez compõem a bancada de apresentadores. 

Sucesso.

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Categoria(s): Paulo de Tarso Fernandes
  • Art&C - PMM - Festa da Liberdade - Setembro de 2026
sábado - 10/01/2009 - 20:04h

A intervenção que não vem (Guamaré)

Quem é o novo prefeito de Guamaré? Até quando ele fica no poder? Bem, para leigos ou bem-informados, essas perguntas sempre são difíceis à resposta.

Guamaré é uma ilha.

Do seu solo e costa brotam riquezas que parecem inesgotáveis. Dádivas. Em qualquer civilização avançada ou pelo menos esclarecida, todos esses bens ganhariam conversão em enormes benefícios sociais.

Um paraíso terreno. Por lá é diferente. Atrai vigaristas de todos os lados e forja uma elite espoliadora e insensível; grupelhos que se misturam e se assemelham no hábito da pilhagem do erário.

Olhando de fora, às vezes fico a imaginar como esse ambiente criminoso consegue sobreviver há tanto tempo. Por que nunca houve uma intervenção saneadora?

A resposta que encontro, passível de erro crasso, é de que esse estado de coisa dá lucro. Muita gente termina se dando bem com tamanha desgraça. Um dia o prefeito é Mozaniel Melo, outro é Auricélio dos Santos. Poderia ser Dedé Câmara ou algum novo espertalhão.

Lembro até que há alguns anos, havia político de maior envergadura regional, querendo mudar de domicílio eleitoral, desembarcando no município. Houve quem agisse assim, enxergando na frente.

Os milhões e milhões derivados do petróleo, gás etc. são realmente fascinantes. Apesar de ter uma das maiores rendas per capita do Brasil, Guamaré tem um povo paupérrimo, sem instrução e servil.

Em face da ignorância, acaba sendo presa fácil dos espertos, que vendem a imagem de salvadores da pátria, ungidos divinos, estadistas e gente de espírito público. Tudo uma enorme farsa. Enquanto existir o que possa ser saqueado e não tivermos um socorro de estado, o enredo será o mesmo.

Pobre Guamaré.

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sábado - 10/01/2009 - 20:01h

Garibaldi e Henrique Alves não se entendem

O que está acontecendo? Os primos Henrique Eduardo Alves (PMDB) e Garibaldi Alves Filho (PMDB) não se entendem.

A outrora decantada afinação política entre eles hoje é coisa do passado.

Saiba mais sobre esse e outros temas da política nativa com o jornalista Diógenes Dantas, em sua coluna no periódico "Na Semana", com o qual este Blog tem parceria.

Veja AQUI.  

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