domingo - 31/05/2026 - 14:38h
Pesquisa O Potiguar/Seta

Allyson soma 38,0%, Álvaro tem 22,8% e Cadu registra 10,9%

Gráfico do blog O Potiguar - Pesquisa Estimulada (Reprodução com IA do BCS)

Gráfico do blog O Potiguar – Pesquisa Estimulada (Reprodução com IA para melhoria de imagem do BCS)

A nova pesquisa do Instituto Seta para o Governo do Rio Grande do Norte divulgada neste domingo (31), na página “O Potiguar”, mostra novamente Allyson Bezerra (UB) na liderança da corrida estadual de 2026 e com ampla vantagem sobre os principais adversários. Pelos números, o ex-prefeito mossoroense ganharia o pleito no primeiro turno, se a votação fosse hoje: 38% contra 36,1% cumulativo dos concorrentes.

Estimulada

No cenário estimulado, Allyson aparece com 38,0% das intenções de voto, abrindo 15,2 pontos percentuais de frente sobre o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), que registra 22,8%.

A diferença se torna ainda maior em relação ao ex-secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier (PT), que aparece com 10,9%. Nesse cenário, Allyson tem mais que o triplo das intenções de voto de Cadu e mantém uma vantagem de 27,1 pontos sobre o nome apoiado pelo governo estadual.

Os demais pré-candidatos aparecem distante dos primeiros colocados. Dário Barbosa (PSTU) registra 1,1%, Robério Paulino (Psol) soma 1,0% e Karlo Rodrigo Vieira (DC) aparece com 0,3%.

O levantamento ainda aponta que 16,1% afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados, enquanto 9,8% não souberam ou preferiram não responder.

Espontânea

No cenário espontâneo, quando os entrevistados respondem sem acesso a qualquer lista de candidatos, Allyson Bezerra também lidera com folga.

O ex-prefeito de Mossoró registra 24,5% das citações, contra 15,9% de Álvaro Dias e 10,3% de Cadu Xavier.

Rejeição

A pesquisa também avaliou a rejeição dos pré-candidatos ao Governo do Estado. Nesse quesito, Álvaro Dias apresenta o maior índice, com 15,7% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de forma alguma.

Em seguida aparecem Cadu Xavier, com 12,1%, e Allyson Bezerra, com 10,1%. Também foram registrados índices de rejeição para Robério Paulino (4,0%), Dário Barbosa (3,6%) e Karlo Rodrigo Vieira (3,3%).

Além disso, 23,7% não souberam ou não responderam à pergunta sobre rejeição, enquanto 27,5% declararam não rejeitar nenhum dos nomes apresentados ou optaram por ninguém, branco ou nulo.

Gráfico do blog O Potiguar - Pesquisa Rejeição (Reprodução com IA para melhoria de imagem do BCS)

Gráfico do blog O Potiguar – Pesquisa Rejeição (Reprodução com IA para melhoria de imagem do BCS)

A pesquisa do Instituto Seta foi realizada entre os dias 26 e 28 de maio de 2026, ouvindo 1.500 eleitores em diferentes regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RN-03807/2026 e BR-01878/2026.

Compartilhe:
Categoria(s): Política
domingo - 31/05/2026 - 13:42h

Obter o controle. Controlar. Manter o controle

Por Honório de Medeiros

Desenho à mão de Bárbara de Medeiros (filha do autor), quando era criança (Reprodução do BCS)

Desenho à mão de Bárbara de Medeiros (filha do autor), quando era criança (Reprodução do BCS)

Obter o controle. Controlar. Manter o controle: faz parte da estratégia militar ou política.

Quem tem o controle tem o Poder Político, dizia, para um dos seus escravos, o extraterrestre que governava a terra no romance Campo de Batalha: Terra, de L. Ron Hubbard, aquele autor americano de ficção científica que ficou mais famoso como criador da Cientologia, estranha seita preferida por vários atores famosos americanos, dentre eles Tom Cruise.

O controle está para o Poder como a célula está para o tecido, o átomo para a matéria. É através do controle que se estabelece a hierarquia, seja qual seja o ser vivo, lembrando Sir Karl Popper e sua Teoria Evolucionária do Conhecimento, ou seja, da ameba ao humano.

Lula, que não é lido, mas não é burro, deixou bem claro ao analisar Pedro Simon e sua quixotesca candidatura a Presidente do Senado, anos atrás: “ele não é confiável”. Confiável ou controlável? Dá no mesmo nesse contexto sórdido da política.

Na raiz desse controle está a tendência inata do ser humano de explorar, absorver, extrair, para si, tudo quanto, naquilo que o cerca, amplie sua possibilidade de sobrevivência.

Richard Dawkins – esse mesmo que desencadeou uma cruzada contra Deus a partir de Charles Darwin, em Deus, Um Delírio – afirmaria que fazemos isso manipulados pelos nossos genes.

Para ele, nós somos nossos genes. O resto é invólucro. Ou seja, o resto é resto. Há controvérsias. Alguns acham muito radical essa hipótese.

Trazer para o mais íntimo de nós, no aspecto físico, o que está por trás – mesmo que remotamente, das ações humanas, deu um corpo de vantagem a Darwin sobre o velho Karl Marx.

Este, como se sabe, coloca a divisão do trabalho na raiz do problema do controle. Segundo ele, a divisão do trabalho, vai fazer surgir a propriedade privada, ou vice-versa, as relações de produção, a infra-estrutura material, a superestrutura ideológica, e, enfim, a luta de classes e a exploração do homem pelo homem.

Entretanto, o que estaria por trás do surgimento da propriedade privada? O que está no começo da exploração do homem pelo homem? Marx não disse.

Talvez seu companheiro Friedrich Engels tenha esboçado algo a respeito a partir da análise dos estudos de Lewis Henry Morgan, um antropólogo e etnólogo americano que andou estudando os nativos de seu país no final do século XIX, e publicou uma obra que é muito citada nos meios acadêmicos, e pouco lida.

Charles Darwin disse. Claramente. E, com ele, começou um novo capítulo das ciências sociais e, mais especificamente falando, da Psicologia Social Evolutiva.

Voltamos ao ponto de partida. Somos levados, instintivamente, a controlar para explorar. Isso tanto em nível pessoal quanto social. Quem controla estabelece hierarquia. O povo, que não é besta, há muito denuncia, como pode, a arrogância da elite que põe o dedo em riste e pergunta ao Zé Mané: “você sabe com quem está falando?”.

Aparentemente não há limite para a intenção de controle. O céu é o limite. “Quanto mais temos, mais queremos ter.” Quanto mais queremos ter, mais somos predadores. O povo diz, o povo sabe. O senso comum, quando devidamente criticado, é o ponto de partida para o conhecimento.

Claro que os controladores dão nomes bonitos a tudo isso. Faz parte do jogo, é uma estratégia de controle. Chamam a esse impulso predatório de ambição social, luta para deixar o legado na história, defender os interesses da sociedade, luta para ascender na escala social… Tudo lorota.

Na essência, é o ruim e velho capitalismo de guerra e sua teia de argumentos justificatórios. No âmago do âmago, como diriam os exagerados, está esse egoísmo inato cujas vísceras Chares Darwin expôs.

E os santos, alguém perguntaria. O altruísmo, diria eu, se cavarmos fundo, é sempre uma espécie de egoísmo. O egoísmo do bem…

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura de Natal e do Governo do RN

Compartilhe:
Categoria(s): Artigo
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
domingo - 31/05/2026 - 12:50h

O delicioso ontem de Natal

Por Ivan Maciel de Andrade

Rua Tavares de Lyra na Ribeira do passado (Foto: Reprodução do Tribuna do Norte)

Rua Tavares de Lyra na Ribeira do passado (Foto: Reprodução do Tribuna do Norte)

Devo admitir que considero delicioso — bote delícia nisso! — um livro escrito em 1985 por Augusto Severo Neto, com o título de “Ontem vestido de menino”, relembrando figuras e o próprio estilo de vida de Natal durante os anos 40 e 50.

Algumas dessas figuras são de uma riqueza humana tão extraordinária que se tornaram simbólicas de toda uma época de nossa cidade: Paulo Lyra, Luís Tavares, o Conde de Miramonte (João Alfredo Pegado Cortez), Luiz de Castro Cortês (dono do Zepelim, um quiosque “plantado bem no coração do Grande Ponto”), Luiz Romão (dono da Agência Pernambucana, que vendia as “revistas de maior procura da época”).

As melhores páginas são, a meu ver, sobre a antiga Doutor Barata e a Tavares de Lyra. Lá estavam lojas de artigos elétricos, de construção, de ferragens, armarinhos, confeitarias, joalherias, livrarias, farmácias, alfaiatarias, consultórios médicos e dentários e escritórios de advocacia. Era o comércio dos Lamas, dos Faraj, dos Calife, dos Gondim, de Limarujo, de Henrique Santana, de Amadeu Grandi, de Abrahão Tahim, de Vicente Mesquita, de Fortunato Aranha, de Amaro Mesquita, de Múcio Miranda, dos Farache.

Havia em Natal cinemas, bares, hotéis, lugares de encontros que constituíam verdadeiras instituições. Sua história reflete os costumes e as características socioculturais da cidade. Eram o Cine Polytheama, o Magestic, o bilhar do Acácio, o Royal Cinema, a “Rôtisserie”, o “OK” Bar, o Carneirinho de Ouro, O Cão Jaraguá, o Natal Clube, o Hotel Internacional, o Terpsichope Clube de Natal, o “Cova da Onça” (local de reunião de políticos).

O “Wonder Bar” era outro tipo de instituição. Segundo Augusto Severo Neto, “foi um capítulo à parte na vida noturna, lírica e ‘pecaminosa’ de nossa cidade”. Por sinal, eram numerosas as donas de boate (eufemismo de cabaré) que se transformaram em “rainhas da noite”: Maria Boa, Franscisquinha, Rita Loura, Belinha, Alaíde. Algumas desfrutavam de tanta popularidade que adquiriam o status de comerciantes bem-sucedidas, dignas do apreço ou pelo menos da complacência das famílias de “classe alta” menos preconceituosas.

Augusto Severo Neto: vida poética (Foto: Reprodução do BCS)

Augusto Severo Neto: vida poética (Foto: Reprodução do BCS)

Augusto Severo Neto foi empresário, poeta, apaixonado por literatura e por viagens. Tinha uma casa pitoresca na praia de Pirangi do Norte, em que recebia, com sua inteligente e simpaticíssima Lucinha, amigos de sua especial afeição. Nunca conheci ninguém que recebesse com tanta satisfação e soubesse criar um ambiente de tanta descontração, alegria, bom humor.

Havia música, poesia, bebida e liberdade para afirmar e contestar. Uma espécie de pequena Shangri-La, o mosteiro budista nas montanhas do Tibete imaginado por James Hilton em “Horizonte Perdido”.

Ivan Maciel de Andrade é professor, advogado, escritor e membro da Academia Norte-riograndense de Letras (ANRL)

Compartilhe:
Categoria(s): Crônica
domingo - 31/05/2026 - 10:10h

A tragédia do direito

Por Marcelo Alves

Arte ilustrativa exclusiva com recurso de IA para o BCS

Arte ilustrativa exclusiva com recurso de IA para o BCS

No texto “O teatro e a história do direito: a experiência da tragédia grega”, constante do livro “Direito & literatura: reflexões teóricas” (Livraria do Advogado Editora, 2008), Cristiano Otávio Paixão Araújo Pinto registra que “a história do direito percorre caminhos descontínuos e plurais. A maioria dos acontecimentos do passado tornou-se inacessível. Mario Bretone invoca uma passagem das ‘Máximas e reflexões’ de Goethe: ‘só uma mínima parte daquilo que aconteceu e que foi dito, foi também escrito; e só uma mínima parte do que foi escrito permaneceu’. Isso é dolorosamente válido em relação ao impacto do direito na sociedade. Sua história é um conjunto de fragmentos”.

Tanto quanto os diálogos de Platão (428-347 a.C.) e as obras políticas/éticas de Aristóteles (384-322 a.C.), um dos fragmentos mais aptos a nos ensinar sobre o direito e a sua história talvez seja a tragédia grega, que, desculpem o trocadilho, também só nos chegou fragmentariamente. Muitíssimo de Ésquilo (525-456 a.C.), Sófocles (497-406 a.C.) e Eurípides (480-406 a.C.), sabemos, foi perdido para sempre.

Lembremos de Sófocles e da sua “Antígona” (441 a.C.): em meio à guerra entre Tebas e Argos, a personagem-título, filha do incesto entre Édipo e Jocasta, opõe-se à proibição do rei de Tebas, Creonte, de enterrar o seu irmão Polinices, considerado um traidor da pólis tebana. Alegando um direito natural, ela dá exéquias ao irmão. E é condenada à morte, “enterrada” viva em uma caverna/túmulo. A partir daí, justa ou injustamente, mil tragédias se sucedem, até que se cumpram os “destinos” de todos.

Os versos de “Antígona” assumiram uma dimensão simbólica ímpar na história da civilização, como exemplo poético da busca pelo direito e, sobretudo, pela justiça. Segundo o sempre festejado Otto Maria Carpeaux, Antígona “anda pelos séculos, sombra comovente, e em tempos de tirania volta ao palco para consolar-nos, fortalecer-nos pelo exemplo”.

Recordemos também “Édipo Rei” (429 a.C.), outra famosa tragédia do mesmo autor: nessa narrativa/mito mui conhecida (sabidamente desenvolvida na psicanálise de Sigmund Freud), Édipo, filho do rei tebano Laio, ainda bebê, foi deixado para morrer, pois o seu destino era, segundo o Oráculo de Delfos, matar o próprio pai e desposar a mãe. Mas é salvo por um pastor. Já adulto, entre Corinto e Tebas, mata um velho homem. Chega a Tebas. Responde a um enigma proposto pela Esfinge. Salva a cidade. É feito rei, casando-se com Jocasta, sua mãe e viúva de Laio, assassinado misteriosamente. Anos após a realização da profecia, e Édipo sendo rei de Tebas, uma peste castiga a cidade.

O Oráculo de Delfos, consultado por Creonte (que sucederá como rei), vaticina que, para salvar Tebas do sofrimento, é necessário descobrir e punir o assassino de Laio. Édipo promete aos cidadãos da pólis encontrar e punir o homicida. Se já bem temos um homicídio, a partir deste ponto da estória teremos um verossímil drama jurídico – talvez o primeiro dos “courtroom dramas” da literatura universal, diriam os anglófonos –, de procedimentos típicos de uma audiência/tribunal, com Édipo se reinventando como rei, detetive, promotor, juiz e culpado.

O já referido Cristiano Pinto, abordando essa relação entre o drama grego e a prática política ateniense, cita Roland Barthes: “‘É difícil imaginar instituições mais sólidas, laços mais fortes entre uma sociedade e seu espetáculo’. O teatro se apresenta como o local da sociabilidade, da manifestação de uma inédita forma de discussão, deliberação e governo de uma comunidade política: ‘o teatro cívico, teatro da cidade responsável’”.

De fato, sempre achei que a arte – incluindo, in casu, o teatro – pode servir como instrumento de registro histórico da vida e da política de determinado lugar e/ou época, em especial dos valores e do funcionamento do seu sistema jurídico no caldo cultural onde, ao fim e ao cabo, opera onipresentemente o direito. Ela constitui uma espécie de testemunho privilegiado, embora fragmentário, da cultura jurídica coletiva/popular – uma espécie de “lex populi” – existente em determinada sociedade em certa época. Evitando outras tragédias, preservemos e estudemos esses testemunhos/fragmentos.

Marcelo Alves Dias de Souza é procurador Regional da República, doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL e membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

Compartilhe:
Categoria(s): Crônica
  • San Valle Rodape GIF
domingo - 31/05/2026 - 09:22h

Diligências

Por Odemirton Filho

Lampião nas proximidades do Rio São Francisco em 1936 (Foto: Benjamin Abrahão)

Lampião nas proximidades do Rio São Francisco em 1936 (Foto: Benjamin Abrahão/Arquivo do BCS)

Estou assistindo a minissérie Guerreiros do Sol, bem como, lendo o livro homônimo, do escritor e historiador Frederico Pernambucano de Mello. Não enveredarei pela história do cangaço, pois me falta conhecimento para tanto. Referido tema, deixarei para os competentes Honório de Medeiros e Marcos Pinto, colaboradores do “Nosso Blog”, e profundos conhecedores do assunto.

No entanto, entre as várias passagens interessantes do livro, li que, certa vez, o juiz da Comarca de Pau dos Ferros exarou o seguinte despacho:

“Manda ao oficial de justiça de sua jurisdição a quem este for apresentado, depois de devidamente assinado, que em seu cumprimento procure neste município, onde for encontrado, o bandido Virgulino Ferreira, vulgo Lampião, prenda-o e recolha-o à cadeia pública desta cidade, por ter este Juízo decretado a prisão preventiva contra o mesmo, por estar sendo processado”.

O oficial de justiça, doutro lado, certificou nos seguintes termos:

“Certifico, em cumprimento ao mandado retro, ter procurado neste município o bandido Virgulino Ferreira, vulgo Lampião, e não o encontrei. Dou fé”.

Ora, prender Lampião, com certeza, não era uma diligência das mais simples, e o oficial de justiça, acredito, não iria se embrenhar na caatinga, ao lado das famosas “volantes”, à procura do famigerado cangaceiro.

A determinação do magistrado era de difícil efetivação, uma vez que era imprescindível o apoio da Força Pública para conseguir tal objetivo, embora, creia-se, tenha sido acompanhado pela polícia.

Na verdade, estar nas ruas, cumprindo diligências, muitas vezes percorrendo ruas esburacadas, bairros afastados e em zona rural de difícil acesso faz parte do nosso cotidiano. Apesar das intimações por meio de aplicativo de mensagem facilitarem o cumprimento dos mandados, vez ou outra há algum contratempo, exigindo-se o deslocamento ao respectivo endereço.

Intimamos, às vezes, pessoas que nos atendem de forma ríspida, talvez, por não compreender o trabalho, uma vez que algumas diligências são atos executórios, com reflexo patrimonial, a exemplo da penhora de bens ou a busca e apreensão de um veículo. No geral, entretanto, as diligências são realizadas sem intercorrências.

No tocante às prisões, elas são cumpridas pela polícia, somente quando se trata de custódia por inadimplemento na pensão de alimentos é que os oficias de justiça se fazem presentes.

Por fim, diga-se, que tanto ontem, como hoje, é preciso cautela no cumprimento das diligências, uma vez que não havia bandidos somente nos tempos do cangaceirismo. Infelizmente, ainda existem muitos “bandos”, aqui e ali, tocando o terror.

No dizer do escritor Graciliano Ramos: “Comparem-se os minguados grupos dos bandoleiros antigos às grandes massas que se têm posto em armas ultimamente em certas regiões flageladas”.

Odemirton Filho é oficial de justiça

Compartilhe:
Categoria(s): Crônica
domingo - 31/05/2026 - 08:00h

A matemática, o papa e a teoria do hexa inevitável

Por Marcello Benevolo

Arte ilustrativa

Arte ilustrativa

Gostaria de dizer, logo de início e com a mais absoluta franqueza, que de futebol eu não entendo absolutamente nada. Sou daquele tipo que ainda precisa pensar duas vezes para entender a regra do impedimento. Mas, anotem aí o que estou dizendo: este ano, o hexa vem!

E eu não digo isso baseado em táticas de jogo, esquemas com falsos noves ou marcação sob pressão. Digo isso amparado em forças muito maiores.

Primeiro, porque eu tenho fé. E se o próprio papa Francisco já afirmou com todas as letras que “Deus é brasileiro”, quem sou eu, um mero mortal, para duvidar de Sua Santidade? Se o chefe lá de cima está do nosso lado, metade do caminho já está andado. Segundo, porque carrego aquele lema no meu DNA: sou brasileiro e não desisto nunca!

Mas o terceiro motivo é para os mais céticos. Eu acredito nos números, nas estrelas e nas coincidências cósmicas que regem o universo da bola. Vamos fazer as contas?

Quando o Brasil conquistou o tetra na Copa do Mundo de 1994, fazia exatos 24 anos da nossa última conquista, o lendário esquadrão de 1970. Pois bem. Sabe quantos anos faz que o Brasil não ganha um mundial? Isso mesmo, acertou quem gritou “24 anos” no fundo da sala! A última vez que a seleção levantou a taça foi na conquista do penta, em 2002. A matemática é exata e não costuma mentir.

E se você acha que as coincidências param por aí, espere até olhar para o mapa múndi. O Brasil foi tricampeão do mundo na Copa de 1970, realizada onde? No México. O tetracampeonato veio no campeonato realizado nos Estados Unidos, em 1994.

Agora, valendo um milhão de reais (na conta do editor), adivinhe onde será realizada a edição 2026? O jogo de abertura será no histórico Estádio Azteca, no México! E a grande final será disputada em solo norte-americano! É a geografia conspirando a favor da amarelinha.

Há, ainda, o fator drama, que nunca pode faltar na nossa história. A seleção brasileira de 1994 chegou àquele mundial completamente desacreditada. Estávamos todos traumatizados com aquela lambança na Copa de 1990, na Alemanha, quando a equipe canarinho fez as malas mais cedo ao ser eliminada ainda nas oitavas de final. Mas o time comandado por Parreira deu a volta por cima, calou os críticos, quebrou o amargo jejum de duas décadas e meia e levantou a taça, bordando mais uma estrela no peito.

Hoje, o roteiro é um espelho. O atual time, comandado pelo italiano Carlos Ancelotti, também chega para a disputa deste mundial sem muito crédito (para não dizer nenhum) por parte da sua torcida. O clima de desconfiança é o mesmo de quase três décadas atrás.

O cenário está montado. Os astros estão alinhados. Os números batem. A geografia concorda. Agora, para eu ter 100% de certeza de que o hexa já é nosso, só falta um minúsculo detalhe: os jogadores da seleção precisam entrar em campo nos jogos desta Copa de mãos dadas, exatamente como fez o time comandado pelo capitão Dunga lá em 1994.

Se isso acontecer logo na estreia… ah, meus amigos, podem preparar a festa. O hexa vem, e não tem quem tire!

Alô, CBF: fica a dica!

Marcello Benevolo é advogado e jornalista.

Compartilhe:
Categoria(s): Crônica
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
domingo - 31/05/2026 - 06:46h

Prato Vazio

Por Marcos Ferreira

Arte ilustrativa exclusiva com recurso de IA para o BCS

Arte ilustrativa exclusiva com recurso de IA para o BCS

Viúva há menos de um ano, foi àquela residência a fim de conversar com a senhora Elvira, mulher do prefeito. Porém ela não se encontrava. Esmeralda queria arrumar trabalho como doméstica. O marido de Elvira aproveitou para colocar as unhas de fora com um palavreado nada sutil. Esquivando-se das investidas do prefeito, a jovem viúva não deu trela àquele sujeito casado e já próximo dos setenta anos. Agradou-se, entretanto, da iniciativa dele ao convidá-la para trabalhar ali. O desemprego no pequeno município atingiu um nível tão elevado quanto o das cheias.

Filha única, órfã de pai e de mãe, Esmeralda não tem familiares ou parentes em Jangada Velha, para onde se mudou após a morte precoce dos seus genitores em um acidente de carro a caminho de Serra Pintada. Então ela foi morar com uma tia por parte da mãe, mulher de meia-idade, solteira e sem filhos, empregada na casa de um médico na função de cozinheira. Morreu vítima da pandemia.

Outro intuito de Esmeralda naquela manhã era o de conseguir comida para oferecer às filhas. Na volta da casa do prefeito, então, tencionava passar na mercearia do senhor Eufrásio. Vez por outra realizava algumas comprinhas naquele comércio na base do fiado, sobretudo quando o marido ainda era vivo. As meninas haviam feito uma refeição àquela manhã: mingau de massa de milho com leite. Há uns quatro dias ela não providenciava uma refeição de verdade, substancial. Vinha enganando a fome do jeito que podia com o pouco de que dispunha. Ao dobrar a esquina do posto de saúde avistou a mercearia do senhor Eufrásio fechada e cercada pela cheia.

Embora a contragosto, decidiu-se por pedir ajuda na casa sogra. Ali, felizmente, conseguiu remediar a situação com o apoio de sua cunhada e enfermeira Joana. Esta foi à despensa e pegou alguns víveres para Esmeralda. Encheu quatro sacolas com mantimentos. Ao chegar, a viúva disse às filhas que ia tomar um banho rápido. Sentia-se incomodada com os pés um tanto enlameados. Jangada Velha só dispõe de pavimento de paralelepípedos no Centro, que está tomado pelas águas. Em breve ela cuidaria do almoço; o horário avançara mais do que se dera conta.

Apesar de toda a calamidade das enchentes, que engoliram a cidade praticamente inteira, imaginou o quanto se encontrariam bem se Epitácio ainda estivesse entre elas. Em algumas ocasiões se via sem palavras para explicar às meninas o recente desaparecimento do pai. Mal tivera tempo de chorar a morte do marido. Pois, sem trabalho fixo, todo dia buscava recursos para si e para as pequenas.

Agora a viuvinha apresentava um semblante mais tranquilo. Respirou fundo, sentindo-se aliviada. Os gêneros que a cunhada Joana lhe dera seriam o bastante para mais ou menos uma semana. Não era benquista pela sogra, a senhora Constância, que desejava que o filho tivesse se casado com outra moça. Esmeralda pusera os mantimentos no armário de metal fixado na parede, ao lado da janela. Agora dispunha de algumas latas de sardinha, macarrão, batata-doce, arroz, feijão, farinha de trigo, margarina, biscoitos, uma bandeja de ovos e um pedaço de charque.

À mesa com Ruth e Laurinha, a viúva mastigava a refeição vagarosamente, o olhar distante, aqui e acolá se voltando para as crianças. Mostrava-se perdida em pensamentos, recordações do esposo morto também pela pandemia. Pensava no seu jeito quase sempre risonho, bem-humorado. Epitácio, que contava com trinta e cinco anos quando de sua morte, era um tipo de pele branca, olhos castanhos, cabelo aloirado. Saíra mais ao pai que à mãe, especialmente pela índole pacata e natureza extrovertida. Corpo esbelto, talhado pela rotina braçal exigida nas atividades da olaria, media pouco mais de um metro e setenta de altura e pesava menos de oitenta quilos.

Esmeralda, mulher de cabelos loiros na altura dos ombros, de corpo benfeito e olhos claros, cruzou os dedos sobre a mesa de madeira rústica, fechou os olhos por alguns segundos e agradeceu ao Todo-Poderoso por aquela refeição. A seguir, como julgasse não ser ouvida, lastimou a ausência do esposo:

— Ah, querido… Você nos faz tanta falta…

— O que disse, mamãe? — indagou Ruth, do alto dos seus cinco anos de idade. Menina inteligente e com a qual a mãe interage mais, já que Laurinha é dois anos mais nova e ainda permanece alheia a várias coisas.

— Nada, filha. Só estava aqui pensando alto.

— Ontem ouvi a senhora pensando alto.

— O que quer dizer, minha querida?

— Foi à noite, mamãe. A senhora falava dormindo. Dizia alto o nome de papai de vez em quando. Como se estivessem conversando.

— Ah, isso deve ter sido apenas um sonho.

— É verdade que ele não vai mais voltar?

— Sim, é verdade. Seu pai foi morar no Céu.

— Tia Joana falou que está num lugar melhor.

— Ela tem razão, meu anjo. Pode acreditar.

— Então por que ele não levou a gente?

— Porque foi Deus quem quis assim, meu amor. Lá onde ele se encontra está velando por nós aqui embaixo. Não nos abandonou.

A menina fez uma carinha triste e argumentou:

— Eu não queria que Deus tivesse levado papai.

— Nem eu, Ruth. Mas Deus sabe o que faz. Coma, está bem?… Senão sua comida vai esfriar demais. Está gostando do almoço de hoje?

— Sim, estou. E esse outro prato, é para o papai? A senhora colocou um prato no lugar onde ele sentava. Como se ele fosse chegar.

— Desculpe. Eu me distraí. Foi somente o costume.

Algumas lágrimas rolaram pelo rosto da viúva.

Marcos Ferreira é escritor

Compartilhe:
Categoria(s): Conto/Romance
domingo - 31/05/2026 - 03:40h

Velhos hábitos

Por Bruno Ernesto

Foto do autor da crônica

Foto do autor da crônica

Não sei se você percebeu, mas o velho hábito de personalizar nosso lar e resgatar a memória dos nossos ancestrais, vem perdendo a força de forma silenciosa e cada vez mais rápido.

É como se o último elo de familiaridade, aquele sentimento de pertencimento a um lugar ou ter uma conversa sem cerimônia, estivessem saindo de cena. O apagar das luzes.

Certo que algumas crenças e superstições ainda são levadas muito a sério, como, por exemplo, aquela de que se manter fotografias de parentes defuntos na mesa de cabeceira é um convite para fazer companhia no além mundo.

Não sei. Mas se acreditam, talvez já tenha acontecido.

O traço comum, o trejeito, os cabelos, o olhar e a expressão é fácil indicador que pode nos levar àquela que foi, talvez, a última conversa parental.

Você se olha no espelho e, de repente, parece um tio-avô.

Recebe a ligação de um primo e percebe que ele agora fala igual a um tio.

Porém, uma simples fotografia tem a capacidade de resgatar tudo isso de volta numa fração de segundo.

Experimente olhar para uma foto de um momento que jaz esquecido na memória.

Nem sempre a lembrança pode ser das melhores. Vem os conselhos, vem as observações e nem sempre o que se fala, e quem lhe fala são os melhores. Ainda que parentes. Embora não seja regra.

Como diz o velho ditado: sempre escute duas vezes. Primeiro o que lhe dizem. Depois, quem lhe diz.

Bruno Ernesto é escritor, presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Mossoró – IHGM e curador do portal cultural marsertao.com @ihgmossoro @marsertaoblog

Compartilhe:
Categoria(s): Crônica
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sábado - 30/05/2026 - 23:48h

Pensando bem…

“Eu aprendi muito mais com os meus erros do que com meus acertos.”

Thomas Alva Edison

Compartilhe:
Categoria(s): Pensando bem...
sábado - 30/05/2026 - 11:28h
Futebol

Arsenal e PSG colocam dois modelos de negócio frente a frente

Decisão começa às 13 horas em Budapeste na Hungria (magem: Sportico)

Decisão começa às 13 horas em Budapeste na Hungria (magem: Sportico)

The News para o BCS

Hoje, todos os olhos estarão voltados para Budapeste, na Hungria, onde acontecerá a final da Champions League entre Arsenal e Paris Saint-Germain. É a maior e mais rica competição entre clubes de futebol do planeta e a decisão acontecerá no  Puskás Aréna.

Enquanto o time inglês busca a inédita “orelhuda”, os franceses querem fazer história ao conquistar um bicampeonato consecutivo, marca somente alcançada pelo Real Madrid desde 1992.

O duelo também é uma disputa entre dois dos modelos de negócios mais bem-sucedidos do esporte mundial. O Arsenal é o 7° clube mais valioso do mundo (US$ 5,4 bilhões), enquanto o PSG vem logo atrás (US$ 5 bilhões).

Só que os caminhos até aqui foram bem diferentes

🔴 Do lado inglês, o crescimento veio pela construção de longo prazo. Em vez de compras frenéticas, o time foi lapidado por 7 anos sob o comando do técnico Mikel Arteta, chegando ao ápice em 2026.

Não à toa, o valuation do clube cresceu quase 200% na última década, sustentado por um faturamento recorde de US$ 930 milhões na última temporada.

🔵 Do lado francês, o PSG seguiu a rota da aceleração. Desde a compra pelo fundo Qatar Sports Investments, em 2011, o clube virou uma potência global, impulsionado por estrelas como Neymar, Messi e Mbappé.

Mesmo após a saída dos astros — o que reduziu drasticamente a folha salarial —, o clube manteve uma receita comercial avassaladora de US$ 415 milhões, sustentada por lojas próprias em metrópoles como Nova York, Tóquio e Londres.

A final de hoje vai além das quatro linhas. Ela consagrará ou o sucesso da sustentabilidade financeira e maturação esportiva do Arsenal, ou a consolidação definitiva do projeto de expansão geopolítica e comercial do Catar com o PSG.

Serviço:

📺 Transmissão no Brasil:

SBT (TV aberta)
+SBT (streaming)
TNT Sports (TV fechada)
HBO Max / Max (streaming)
Horário de Brasília – 13 horas

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Economia / Esporte
  • San Valle Rodape GIF
sábado - 30/05/2026 - 08:26h
Luto

A despedida da procuradora de Justiça aposentada Zélia Madruga

Zélia Madruga faleceu nessa sexta-feira (Foto: cedida)

Zélia Madruga faleceu nessa sexta-feira (Foto: cedida)

Faleceu nessa sexta-feira (29), em Natal, Zélia Madruga, figura de grande relevância para a vida jurídica e social do Rio Grande do Norte. procuradora de Justiça aposentada, foi uma das fundadoras da Associação do Ministério Público do Rio Grande do Norte (AMPERN). Sua trajetória foi marcada pelo pioneirismo, liderança institucional e relevantes contribuições ao fortalecimento do Ministério Público potiguar.

Também teve atuação destacada em âmbito nacional como sócia-fundadora do Conselho Nacional dos Corregedores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União, recebendo homenagens em reconhecimento aos serviços prestados.

Fora do meio jurídico, participou ativamente da vida institucional do estado como delegada da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra no Rio Grande do Norte (ADESG), sendo lembrada pela elegância, sabedoria e espírito acolhedor.

O seu velório ocorre neste sábado (30), a partir das 9h, na sede da Associação do Ministério Público do Rio Grande do Norte. O cortejo sairá às 15h30 com destino ao Cemitério de Nova Descoberta, onde ocorrerá o sepultamento, às 16h.

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
sábado - 30/05/2026 - 06:52h
Rádio

Rural FM 101.9 tem lançamento oficial neste sábado

Rural e sua nova sintonia (Logomarca)

Rural e sua nova sintonia (Logomarca)

A Diocese de Santa Luzia de Mossoró, por meio da Fundação Santa Luzia, lança oficialmente neste sábado (30) a Rural FM 101,9.

O evento ocorre a partir das 9h, no Teatro Lauro Monte Filho, Centro de Mossoró.

Já no domingo, 31 de maio, às 11h, será celebrada uma Missa em Ação de Graças, presidida pelo bispo diocesano Dom Francisco de Sales, na Catedral de Santa Luzia.

A Rádio Rural de Mossoró completa processo de migração da AM (Amplitude Modulada) para FM (Frequência Modulada), no ano em que completou 63 anos no ar (2 de abril de 1963).

A migração não representa apenas uma mudança de ponteiro no dial. É um capítulo da transformação e adaptação da Rural, que troca a limitação técnica do AM pela qualidade sonora do FM e amplitude multiplataforma da FM, sem abrir mão de sua identidade histórica e de seu papel social e evangelizador junto à população.

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Comunicação
  • San Valle Rodape GIF
sábado - 30/05/2026 - 03:50h
Acordo pré-nupcial

Casamento por amor, mas fortunas à parte

A cantora Taylor Swift e o jogador da NFL Travis Kelce movimentam cifras de muitos números (Foto: Getty Images)

A cantora Taylor Swift e o jogador da NFL Travis Kelce movimentam cifras de muitos números (Foto: Getty Images)

The News para o BCS

Se o anúncio de noivado da cantora Taylor Swift e do jogador da NFL (liga de futebol americano) Travis Kelce já foi capaz de balançar as ações do mercado de joias e artigos esportivos, os bastidores do casamento — previsto para julho deste ano — prometem movimentar cifras ainda maiores.

Com um capital conjunto que supera os US$ 2 bilhões — cerca de R$ 10 bilhões —, o casal estrutura acordo pré-nupcial bilionário que busca a separação total de bens antes de subirem ao altar.

O tamanho do bolo

A maior parte dessa fortuna vem do império construído pela cantora, que cruzou a marca do bilhão impulsionada pelo fenômeno da The Eras Tour e pela recente recompra histórica dos direitos de seus primeiros álbuns. Já Kelce soma cerca de US$ 90 milhões, fruto de sua carreira na NFL e contratos publicitários.

A engenharia por trás do contrato é complexa porque ambos possuem ativos de difícil avaliação, como propriedades intelectuais e marcas registradas. Para evitar dores de cabeça futuras, o acordo deve prever:

Patrimônios totalmente blindados e independentes.

Cláusulas rígidas de confidencialidade e não-divulgação.

Nenhuma pensão alimentícia em caso de divórcio.

A estratégia geográfica

Nos EUA, as leis de acordos pré-nupciais variam por estado. O casal tem vínculos com seis deles, mas estados como Nova York estão descartados (onde juízes costumam invalidar esses contratos com facilidade). Rhode Island, onde Taylor tem uma mansão, desponta como o cenário mais favorável para proteger o patrimônio da popstar.

No final das contas… Casar por amor, mas assinar por negócios. Enquanto os fãs especulam sobre o vestido e a data, o mundo corporativo esfrega as mãos. É outro mundo muito além do glamour.

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
sexta-feira - 29/05/2026 - 23:40h

Pensando bem…

“Quem escreve para os tolos encontra sempre um grande público.”

Arthur Schopenhauer

Compartilhe:
Categoria(s): Pensando bem...
  • Art&C - PMM - Maio de 2026 - Cidade Junina
sexta-feira - 29/05/2026 - 20:44h
Justiça do Trabalho

Semana Nacional da Conciliação faz acordos de quase R$ 30 milhões

Iniciativa teve resultados bem satisfatórios em audiências (Foto: Divulgação)

Iniciativa teve resultados bem satisfatórios em audiências (Foto: Divulgação)

Os dados mais atualizados da Semana Nacional da Conciliação Trabalhista mostram que as 23 Varas do Trabalho da 21ª Região e os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania de Natal e Mossoró conciliaram mais de R$ 29 milhões em audiências realizadas na capital e interior do estado.

Ao todo, houve, até a manhã desta sexta-feira (29), uma arrecadação total de R$ 32.803.471,00 que trata dos valores conciliados, além do INSS (R$ 3.528.653,19) e do Imposto de Renda (R$ 156.572,49).

Entre os destaques do último dia de mobilização, está um acordo realizado no  Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Natal que chega a um valor de R$ 9.8 milhões de reais e vai beneficiar cerca de 1.300 auxiliares de serviços gerais da Interbrasil Representação e Serviço de Mão de Obra Ltda.

Ainda no Cejusc Natal, no último dia da Semana, houve acordo que vai beneficiar 179 empregados da Promove, que prestavam serviço para a Prefeitura de São Tomé. O valor do acordo é de R$ 1,1 milhões e será pago pela Prefeitura em 12 parcelas mensais. O objeto do acordo trata de Verbas  rescisórias.

Mossoró

O juiz do trabalho João Paulo de Souza, que presidiu o Cejusc de Mossoró, aponta que duas conciliações foram levadas a termo nesta sexta-feira, que merecem destaque..

Na primeira, houve um acordo no valor de R$ 505.598,05 entre o Sindicato dos Trabalhadores em Laboratório e Pesquisa de Análises Clínicas, Casas e Cooperativas de Saúde, Hospitais Particulares de Mossoró e a Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) por conta de atraso no pagamento das verbas rescisórias.

E também foi assinado um acordo de 400 mil entre o Sindicato dos Empregados no Comércio Varejista e Atacadista de Gênero Alimentício de Mossoró e rede de supermercado, em virtude do não cumprimento do repouso semanal remunerado e feriado.

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Acesse nosso YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público
sexta-feira - 29/05/2026 - 19:48h
Eu creio

A fé é o bastante

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

Poucos meses depois do novo bispo da Diocese de Mossoró – Dom Francisco de Sales – chegar à cidade e, começar seu episcopado, pedi que me recebesse. “Não é para entrevista”, antecipei logo à pessoa que tinha ligação com a Cúria Diocesana e fazia a consulta sobre o encontro ou audiência, como queira, solicitado por mim.

“Quero conhecê-lo”, fui lacônico na justificativa.

Prosa boa. Aos poucos, leve e divertida, com a gente até se permitindo contar causos ao riso comum (veja AQUI e AQUI).

Lá pra tantas, minha confissão:

– Dom Francisco, eu não tenho religiosidade; sei alguma oração malfeita e herdada de casa. Não é muito, mas sou um homem de muita fé.

Sem pausa alguma, ele emendou uma frase límpida, com olhar fixo no meu rosto: “A fé é o bastante.”

Deixou-me aliviado de sentimento de culpa. Menos frágil.

É essa força espiritual, metafísica, intangível, que vez por outra me emociona.

Hoje, sexta-feira (29), abro o WhatsApp para enviar uma mensagem de trabalho e bato de frente com outra caixa de endereço, em que um amigo muito querido tecla… aguardo para ler:

– Prestes a completar cinco anos, que teoricamente seria a maior sobrevida, e preparado para pancadas, eis que sou surpreendido ao receber os exames de imagem. Uma palavra mágica: REDUÇÃO. Em todos os nódulos. Pouco, mas redução.

“Se eu chorar, não estranhe. Estou tremendo de alegria”, balbuciei.

“Por isso que estou fazendo questão de lhe informar em primeira mão”, meu amigo emendou logo.

É medicina? É. Mas tem muito, muito mesmo, disso que a gente chama de fé, aquela crença que enfrenta tudo e todos, contraria a lógica, atropela o preto no branco, duela com o imponderável e desconhece o impossível.

“Eu e o médico já choramos”, ainda li.

“Agora sou eu. Inclua-me nessa roda de gente frouxa, de coração mole”, escrevi compassadamente.

Viver é melhor que sonhar (Belchior).

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Acesse nosso YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Crônica
  • San Valle Rodape GIF
sexta-feira - 29/05/2026 - 18:40h
Saúde

Liga inaugura Centro de Diagnóstico e Ensino do Vale do Açu

Equipamento deve impactar uma área com cerca de 300 mil habitantes (Foto: Divulgação)

Equipamento deve impactar uma área com cerca de 300 mil habitantes (Foto: Luana Tayze/Divulgação)

Com foco na ampliação do acesso à saúde e do diagnóstico precoce do câncer, a Liga Norte-riograndense Contra o Câncer (LNCC) inaugurou o Centro de Diagnóstico e Ensino do Vale do Açu nesta sexta-feira (29). A solenidade reuniu diretores, colaboradores, médicos, gestores de saúde e representantes dos municípios da região.

Essa é a primeira unidade da Liga na região. Nesta etapa, entram em funcionamento os ambulatórios com atendimentos de oncologia clínica, urologia, mastologia, cirurgia de cabeça e pescoço e dermatologia e salão de quimioterapia. A segunda fase vai contemplar o posto de enfermagem, farmácia e, em seguida, será inaugurada a sala de tomografia.

“Nós não inauguramos apenas um prédio, inauguramos uma ponte entre esperança e cuidado. Essa unidade representa a chegada da Liga mais perto das pessoas, famílias e àqueles que precisam do diagnóstico precoce e do acesso ao tratamento”, afirmou Karla Emerenciano, diretora-geral executiva da Liga.

De acordo com o diretor médico Arthur Villarim, de imediato 328 pacientes da região que fazem o tratamento em Natal serão impactados pela nova unidade. A expectativa é que mais de 300 mil pessoas sejam beneficiadas pelos serviços do Centro de Diagnóstico e Ensino do Vale do Açu.

Diagnóstico precoce

“Buscamos que cada região onde existe um vazio assistencial receba uma unidade da Liga de forma planejada, gradual e sustentável. O nosso principal desafio é o diagnóstico precoce, que aumenta as chances de cura. Por isso que unidades como essa são tão importantes. Reduzir o deslocamento e ampliar o acesso é fundamental para isso”, explicou.

O deputado federal Sargento Gonçalves (PL), responsável por indicar a destinação dos recursos que viabilizaram a obra, falou da diferença que a unidade fará para a região. “Essa obra é a realização de um sonho. Quando a Liga nos apresentou o projeto, entendi que poderia contribuir através do mandato. Aqui encontramos sensibilidade e acolhimento ao paciente oncológico”, disse.

A Liga Contra o Câncer

Único Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON) do Rio Grande do Norte, a Liga Contra o Câncer foi fundada em Natal, em 1949, e oferece uma assistência integral ao paciente oncológico, desde o diagnóstico até o cuidado paliativo. Instituição filantrópica, atualmente é responsável por 65% de toda a demanda oncológica do estado, sendo 70% dos atendimentos realizados via SUS.

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Acesse nosso YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais / Saúde
sexta-feira - 29/05/2026 - 14:30h
Situação difícil

Contingenciamento de despesas dá razão ao que Waltinho previu

Walter Alves tem um partido com 45 prefeitos no RN (Foto: Reprodução do Diário do RN)

Walter Alves tem um partido com 45 prefeitos no RN (Foto: Reprodução do Diário do RN)

O vice-governador Walter Alves (MDB) não exagerou nem mentiu. Alguns fatos que se encadeiam em relação ao quadro fiscal do Estado vão-lhe dando razão.

Quando justificou não aceitar assumir governo estadual, com eventual renúncia da governadora Fátima Bezerra (PT), porque cairia uma bomba em seu colo, ele sabia exatamente o que o espreitava nas contas públicas.

O novo decreto de contingenciamento de despesas dos Poderes e órgãos autônomos publicado nesta sexta-feira (29) – veja AQUI, com estimativa de R$ 500 milhões decorrente de frustração de receitas no segundo bimestre (março-abril) de 2026, não é algo isolado. Repete-se e daqui para frente, tudo pode ficar ainda pior – como previu Waltinho.

Em abril, o governo Fátima Bezerra (PT) já publicara o decreto de n° 35.429, em que a frustração de receitas no primeiro bimestre chegava a R$ 306.070.857,42.

O somatório dos quatro meses do ano, a frustração de receita orçamentária chega a mais de R$ 800 milhões. E não faltam sobrepeso de compromissos que ampliam a distância entre receitas e passivos. Aperto deve ser ainda maior para pagar o básico do básico.

Nota do BCS – Entenda a linguagem técnica da matéria:

Contingenciamento de despesas é o bloqueio temporário de parte do dinheiro previsto no orçamento do Estado para evitar desequilíbrio nas contas públicas.

Na prática, o governo segura ou adia gastos porque a arrecadação pode ficar abaixo do esperado ou porque precisa cumprir metas fiscais. Assim, determinadas despesas deixam de ser executadas naquele momento, mesmo estando autorizadas no orçamento.

Funciona como uma “freada” nos gastos públicos para evitar déficit financeiro. Despesas obrigatórias, como salários, aposentadorias e parte da saúde e educação, costumam ser preservadas ou têm menos margem para corte.

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Acesse nosso YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Política
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sexta-feira - 29/05/2026 - 12:52h
Comunicado

Azul Linhas Aéreas inicia venda para retomar rota Mossoró-Recife

Último voo da companhia foi dia 07 de março de 2025 (Foto: Victor Rafael/TCM/Arquivo)

Último voo da companhia foi dia 07 de março de 2025 (Foto: Victor Rafael/TCM/Arquivo)

Do Blog Saulo Vale

A Azul Linhas Aéreas iniciou a venda de passagens para a rota Mossoró–Recife, que começará a operar no dia 3 de setembro de 2026, a partir do Aeroporto Dix-sept Rosado.

Os voos serão realizados duas vezes por semana — às quintas-feiras e domingos — em aeronave ATR, com capacidade para 70 passageiros. O trajeto terá duração média de 1h30.

“A volta das operações da Azul em Mossoró representa um avanço importante para a economia e turismo da região. A conexão para Recife facilita o acesso a diversos destinos nacionais e internacionais em que a companhia opera. É um grande avanço para o RN e para Mossoró. Nós estamos com uma boa expectativa em relação a isso. A tendência é de que os valores das tarifas melhorem no decorrer dos dias”, comemorou a gestora da Inbarque Viagens e Turismo, Adriana Araújo.

Até a manhã desta sexta-feira, os preços iniciais eram:

 Recife (REC) → Mossoró (MVF)
• Saída: 12h50
• Chegada: 14h20
• Tarifa a partir de R$ 609,44

 Mossoró (MVF) → Recife (REC)
• Saída: 14h50
• Chegada: 16h20
• Tarifa a partir de R$ 1.064,98

Segundo a Azul, horários, conexões e valores ainda podem sofrer ajustes nos próximos dias, conforme o processo de implantação da rota.

Reforma

A nova operação acontece em meio a grande reforma e ampliação do aeroporto de Mossoró, que está recebendo investimentos para modernização da pista, terminal de passageiros, áreas operacionais e equipamentos de segurança, preparando o terminal para receber novamente voos comerciais regulares de maior porte.

Os investimentos federais no aeroporto Dix-sept Rosado são de quase R$ 70 milhões.

Nota do Blog Carlos Santos – Último voo da companhia foi dia 07 de março de 2025 (veja AQUI). Em agosto de 2024, a VoePass/Latam, que também operava no Dix-sept Rosado, já tinha suspendido as operações. Começara os voos no dia 1º de janeiro de 2024 (veja AQUI).

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Acesse nosso YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Economia / Gerais
sexta-feira - 29/05/2026 - 12:02h
Coronel Cleide

Uma mulher no mais alto posto da Polícia Militar

A coronel Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues assumiu, nesta terça-feira (26), o comando-geral da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG).

Essa é a primeira vez que uma mulher assume o mais alto posto da corporação em quase 251 anos.

“Há muito que comemorar, mas ainda muito mais a construir, a celebrar e a sonhar para que as futuras gerações encontrem uma instrução cada vez mais forte, humana e comprometida”, afirmou a coronel de 48 anos, durante a cerimônia de posse em Belo Horizonte.

Cleide ingressou em 1997 na PMMG, consagrando uma trajetória de quase três décadas dedicada à corporação. Na cerimônia, a agente recebeu o carinho da mãe, dona Maria Geralda Barcelos dos Reis, que ficou bastante emocionada.

Bacharel em Direito, a coronel atuou em funções operacionais e de gestão dentro da PMMG, incluindo o comando da Primeira Companhia de Polícia Militar Independente de Prevenção à Violência Doméstica.

“Me sinto orgulhosa, agradecida e feliz por poder servir à nossa sociedade”, assinalou.

Nota do BCS – Que não seja única, por isso exceção. Que não seja incomum, mas rotina, para não ser notícia pela excepcionalidade. Mulher onde ela bem quiser. Elas podem. Ave, coronel Cleide.

🎥 @terragora

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Acesse nosso YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais / Segurança Pública/Polícia
  • Art&C - PMM - Maio de 2026 - Cidade Junina
sexta-feira - 29/05/2026 - 11:24h
Homenagem póstuma

Lei reconhece Titina Medeiros como Patrimônio Cultural do RN

Titina Medeiros faleceu ano passado; era natural de Acari no Seridó (Foto: Arquivo/UOL)

Titina Medeiros faleceu ano passado; era natural de Acari no Seridó (Foto: Arquivo/UOL)

O Governo do Rio Grande do Norte sancionou a Lei nº 12.746, que reconhece oficialmente a vida e a obra da artista potiguar Titina Medeiros como patrimônio cultural e artístico imaterial do Estado. A sanção foi publicada no Diário Oficial do Estado e consolida o reconhecimento institucional à trajetória de uma das maiores referências das artes cênicas potiguares.

A proposta que deu origem à lei foi de iniciativa da deputada estadual Divaneide Basílio (PT) e aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. O projeto foi apresentado após a morte da atriz, ocorrido em 11 de janeiro deste ano, em Natal, em decorrência de um câncer no pâncreas.

Ao defender a matéria em plenário, Divaneide destacou a importância de preservar o legado artístico e cultural deixado por Titina Medeiros. “Titina deixa um legado, que é para a gente um patrimônio. O objetivo é resguardar e proteger toda essa obra”, afirmou a parlamentar durante a tramitação do projeto.

Biografia

Natural de Currais Novos e criada em Acari, na região Seridó potiguar, Titina Medeiros construiu uma trajetória de mais de três décadas dedicadas ao teatro, à televisão, ao cinema e à produção cultural. Reconhecida nacionalmente por sua atuação na novela “Cheias de Charme”, da TV Globo, a atriz também integrou produções como “Geração Brasil”, “A Lei do Amor”, “Onde Nascem os Fortes”, “Mar do Sertão” e “No Rancho Fundo”, seu último trabalho na televisão.

O reconhecimento aprovado pela Assembleia Legislativa reforça a contribuição da artista para a valorização da identidade cultural potiguar e nordestina, além de destacar sua atuação em grupos teatrais, espetáculos e produções audiovisuais que levaram o nome do Rio Grande do Norte para diferentes regiões do país.

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Acesse nosso YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura / Política
sexta-feira - 29/05/2026 - 04:50h
Câmara Municipal de Mossoró

Vereadores homenageiam “Cidade Junina” em sessão solene

A Câmara Municipal de Mossoró realizou nessa quinta-feira (28), às 9h, no plenário da Casa Legislativa, a segunda edição da Sessão Solene em homenagem ao Mossoró Cidade Junina (MCJ). É uma das maiores manifestações culturais do Rio Grande do Norte e um dos eventos mais importantes do calendário turístico e econômico do município.

A solenidade foi uma iniciativa do vereador Kayo Freire (PSD), por meio do Requerimento nº 99/2026, e teve como objetivo reconhecer pessoas que contribuem diretamente para o fortalecimento da cultura junina, da economia criativa, do turismo e da promoção do Mossoró Cidade Junina em âmbito regional e nacional.

Durante a cerimônia foram entregues títulos, troféus, diplomas e premiações a artistas, empreendedores, incentivadores da cultura popular e personalidades que colaboram para o crescimento e consolidação do evento.

Também ocorreram apresentações de artistas do teatro, dança, música e poesia, com apresentação especial do poeta Antônio Francisco.

Receberam honrarias nomes como Honorina Jacinta Rodrigues da Fonseca, Danyllo Fernandes Teófilo Nunes Dias, João Wilson Leite Ribeiro, Juliana Araújo Pedrosa, Heloisa Daliane de Lima Fernandes Queiroz, Cícero de França Neto, Catharina Skarllet Jutic Campello, Alexandre Neves de Melo, Cláudio Henrique Pereira de Araújo, Marcos Antônio Bezerra de Medeiros, Igor César Belleza Ferradaes, Joriana de Freitas Pontes, Tácio Sérgio Garcia de Oliveira, Cristianny Fernandes de Queiroz, Pedro Augusto de Oliveira Silva, Kaline Evangelista de Farias, José Francisco Neto (Zé Mulher) e Airton Bittencourt Cavalcante Silva.

Sessão prestou homenagem a pessoas de várias atividades que contribuíram e contribuem para evento (Fotomontagem do BCS: Print de vídeo)

Sessão prestou homenagem a pessoas de várias atividades que contribuíram e contribuem para evento (Fotomontagem do BCS em print de vídeo)

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura / Política
Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011 - 2026. Todos os Direitos Reservados.