segunda-feira - 10/08/2026 - 23:50h

Pensando bem…

“O conhecimento funciona como o horizonte; quanto mais avançamos, maior ele se torna.”

Eduardo Galeano

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segunda-feira - 10/08/2026 - 23:30h
Pesquisa Metadata/Grupo Dial Natal

Styvenson tem 27,5%, Zenaide 15,3% e Samanda 11,1% ao Senado

Gráfico de pergunta Estimulada para 1º voto ao Senado (Arte 98 FM de Natal)

Gráfico de pergunta Estimulada para 1º voto ao Senado (Arte 98 FM de Natal)

Do Portal 98 FM de Natal

Veja na pesquisa estadual Metadata/Grupo Dial, divulgada nesta segunda-feira (10), o cenário estimulado para o primeiro voto ao Senado pelo Rio Grande do Norte. Mas também está mais abaixo, o comportamento do eleitor em relação ao segundo voto e a soma dos dois votos.

Primeiro voto

Considerando os resultados apresentados aos entrevistados, Styvenson Valentim (Podemos) aparece com 27,5% das intenções de voto.

Na sequência está Zenaide Maia (PSD), com 15,3%. Samanda de Lula (PT) aparece com 11,1%, enquanto Rafael Motta (PDT) registra 10,1%.

Coronel Hélio (PL) tem 5,5% das intenções de voto. Entre os demais nomes, Sandro Pimentel (PSOL) e Tércio Tinôco (União Brasil) aparecem com 1,1% cada, seguidos por Rosália Fernandes (PSTU), com 1%.

Sonia Godeiro (PSOL) registra 0,8%, enquanto Luciana Mandu (PSTU) e Professor Guilherme (UP) aparecem com 0,5% cada.

Segundo voto

Os números mostram uma disputa mais equilibrada nas primeiras posições e um percentual maior de eleitores ainda sem uma segunda escolha definida.

Zenaide Maia (PSD) aparece numericamente à frente, com 12% das intenções de voto, seguida de perto por Styvenson Valentim (Podemos), com 11,8%. A diferença entre os dois é de apenas 0,2 ponto percentual.

Na sequência, Rafael Motta (PDT) registra 10,5%, enquanto Coronel Hélio (PL) aparece com 8,5%. Samanda de Lula (PT) tem 6,2%.

Os cinco primeiros colocados estão separados por 5,8 pontos percentuais, e os três primeiros — Zenaide, Styvenson e Rafael — aparecem em patamares numericamente próximos.

A pesquisa evidencia uma diferença importante entre a primeira e a segunda escolha para o Senado. No primeiro voto, Styvenson aparece com 27,5%, seguido por Zenaide, com 15,3%. Já na segunda escolha, há maior equilíbrio: Zenaide tem 12%, Styvenson 11,8% e Rafael 10,5%.

Também aumenta a indefinição. Enquanto 11,8% não sabem ou não respondem qual seria o primeiro voto, esse grupo chega a 21% quando a pergunta é sobre a segunda escolha.

Soma de 1º e 2º votos

Como cada eleitor poderá escolher dois candidatos em 2026, o levantamento reúne as 3.072 intenções de voto possíveis entre os 1.536 entrevistados.

Nesse recorte, Styvenson Valentim (Podemos) aparece com 19,6% das intenções de voto, seguido por Zenaide Maia (PSD), com 13,6%.

Na sequência, Rafael Motta (PDT) registra 10,3%, enquanto Samanda de Lula (PT) aparece com 8,7%. Coronel Hélio (PL) tem 7%.

Entre os demais nomes, Tércio Tinôco (União Brasil) registra 1,9%; Sandro Pimentel (PSOL), 1,6%; Professor Guilherme (UP), 1,3%; Rosália Fernandes (PSTU), 1,1%; Sonia Godeiro (PSOL), 1%; e Luciana Mandu (PSTU), 0,9%.

O cenário agregado permite observar de maneira conjunta a distribuição das duas escolhas para o Senado. Styvenson tem vantagem numérica de 6 pontos percentuais sobre Zenaide, enquanto a diferença entre Zenaide e Rafael é de 3,3 pontos.

Rafael e Samanda aparecem separados por 1,6 ponto percentual, e Samanda tem 1,7 ponto de vantagem numérica sobre Coronel Hélio.

O resultado agregado, porém, não deve ser interpretado da mesma maneira que uma pesquisa para cargos de voto único, como presidente ou governador. Os percentuais têm como base o conjunto das duas intenções de voto de cada entrevistado. Por isso, o levantamento também apresenta separadamente os cenários de primeiro e segundo votos ao Senado.

Nas eleições de 2026, o Rio Grande do Norte escolherá dois senadores, já que estarão em disputa simultaneamente duas das três cadeiras do estado no Senado Federal.

Metodologia

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-03682/2026 e BR-05736/2026, realizada pela Metadata Soluções Inteligentes LTDA com recursos próprios. Foram entrevistados 1.536 eleitores, de forma presencial, em 63 municípios do Rio Grande do Norte, com distribuição proporcional ao eleitorado das 3 regiões geográficas intermediárias e das 12 regiões imediatas definidas pelo IBGE (correspondentes às 4 mesorregiões e 19 microrregiões), entre os dias 6 e 8 de agosto de 2026. O nível de confiança é de 95%, com uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais.

Leia tambémAllyson tem 34,2%, Álvaro 24% e Cadu com 17,01% na Estimulada

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
segunda-feira - 10/08/2026 - 22:50h
Pesquisa Metadata/Grupo Dial Natal

Allyson tem 34,2%, Álvaro 24% e Cadu com 17,01% na Estimulada

Gráfico de pergunta Estimulada ao Governo do RN (Arte 98 FM de Natal)

Gráfico de pergunta Estimulada ao Governo do RN (Arte 98 FM de Natal)

Portal 98 FM de Natal

A pesquisa Metadata/Grupo Dial Natal de abrangência estadual mostra que, no cenário estimulado para o governo estadual, o candidato Allyson Bezerra (União) lidera com 34,2%, seguido por Álvaro Dias (PL) que aparece com 24% e Cadu de Lula (PT) com 17,01%.

Ainda de acordo com a pesquisa, Rodrigo Bolsonaro (Agir) tem 1,8%, Professor Robério Paulino (PSOL) 1,6%, Dário Barbosa (PSTU) 0,3%, Arinalda do MLB (UP) 0,3%.

Já não sabe/Não respondeu (NS/NR) somam 11,1% e branco/nulo/nenhum atinge 9,6%.

Este levantamento é o primeiro realizado após as convenções partidárias, período que definiu oficialmente as chapas para as Eleições 2026.

Segundo Turno

A terceira pesquisa estadual Metadata/Grupo Dial, divulgada nesta segunda-feira (10), testou três possíveis cenários de segundo turno para o Governo do Rio Grande do Norte. As simulações colocam frente a frente Allyson Bezerra (União Brasil), Álvaro Dias (PL) e Cadu de Lula (PT).

Allyson x Álvaro Dias

Em um eventual segundo turno entre Allyson Bezerra e Álvaro Dias, Allyson registra 49,6% das intenções de voto, enquanto Álvaro aparece com 33,5%.

A diferença entre os dois é de 16,1 pontos percentuais. Outros 10,7% afirmam que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 6,2% não sabem ou não responderam.

Allyson x Cadu de Lula

A maior diferença entre candidatos nos três cenários testados aparece no confronto entre Allyson Bezerra e Cadu de Lula.

Allyson alcança 51,4% das intenções de voto, enquanto Cadu registra 27,4%, uma distância de 24 pontos percentuais.

Nesse cenário, 12,1% votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois, e 9,1% não sabem ou não responderam.

Álvaro Dias x Cadu de Lula

O terceiro cenário apresenta um confronto entre Álvaro Dias e Cadu de Lula. Álvaro aparece com 41,6%, enquanto Cadu registra 35%.

A vantagem numérica de Álvaro é de 6,6 pontos percentuais.

É também o confronto com o maior percentual de eleitores que afirmam votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos: 15,6%. Outros 7,8% não sabem ou não responderam.

Metodologia

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-03682/2026 e BR-05736/2026, realizada pela Metadata Soluções Inteligentes LTDA com recursos próprios. Foram entrevistados 1.536 eleitores, de forma presencial, em 63 municípios do Rio Grande do Norte, com distribuição proporcional ao eleitorado das 3 regiões geográficas intermediárias e das 12 regiões imediatas definidas pelo IBGE (correspondentes às 4 mesorregiões e 19 microrregiões), entre os dias 6 e 8 de agosto de 2026. O nível de confiança é de 95%, com uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais.

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segunda-feira - 10/08/2026 - 22:40h
Tênis de Mesa

Mossoró conquista mais de 60 medalhas e reassume liderança Estadual

Disputas foram no Ginásio da Ufersa (Foto: Divulgação)

Disputas foram no Ginásio da Ufersa (Foto: Divulgação)

A realização da 4ª Etapa do Campeonato Potiguar de Tênis de Mesa 2026, ocorrida no Ginásio da Ufersa Mossoró nesse fim de semana, alterou mais uma vez a liderança da competição estadual. Com os resultados das quatro primeiras etapas, a Associação Mossoroense de Tênis de Mesa (AMTM) passou a ocupar a primeira colocação geral do campeonato.

Nesta etapa do sábado (8) e domingo (9), a AMTM sagrou-se campeã, alcançando 4950 pontos, que, somados aos 7.510 pontos obtidos nas 3 etapas anteriores, totalizam 12.460 pontos na classificação geral. O agora segundo colocado, que antes liderava após a terceira etapa realizada em Parnamirim, possui 11630 pontos, ocupando o segundo lugar. A diferença entre as equipes é de 830 pontos. Outras quatro agremiações disputam a competição.

Nesta última etapa realizada em Mossoró, a AMTM registrou 14 medalhas de ouro, 21 de prata e 29 de bronze, conforme o quadro de medalhas da competição. São mais de 60 medalhas conquistadas pelo time mossoroense, composto aproximadamente por 40 atletas.

A 5ª e última etapa deste ano está marcada para os dias 21 e 22 de novembro. O clube mossoroense busca apoio para ter condições de defender o título e buscar o bicampeonato estadual.

Todos os resultados da 4ª Etapa do Campeonato Potiguar de Tênis de Mesa 2026 podem ser conferidos através da página oficial do evento, no endereço: //www.cbtm.org.br/evento/detalhe/63250.

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segunda-feira - 10/08/2026 - 17:26h
Natal

Fiern e Midiacom/RN sabatinam candidatos ao Governo e ao Senado

Banner de divulgação

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Quatro candidatos ao Governo do RN e sete ao Senado Federal confirmaram participação no Fórum Caminhos do RN – Eleições 2026, que acontece terça-feira (11) e quarta-feira (12), na Casa da Indústria, sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN), em Natal.

O evento é promovido pela Fiern e pelo Sindicato das Empresas de Rádio, Televisão, Jornais e Revistas do Rio Grande do Norte (MIDIACOM/RN), com objetivo de contribuir para o debate público qualificado e ouvir candidatos ao Governo e ao Senado sobre suas propostas e sua visão de futuro para o estado.

Na terça-feira, dia 11 de agosto, das 8h30 às 12h45, o Fórum será dedicado às sabatinas com os candidatos ao Governo: Robério Paulino, Allyson Bezerra, Cadu de Lula e Álvaro Dias.

Já na quarta-feira (12), serão ouvidos os candidatos ao Senado Federal: Rafael Motta, Sandro Pimentel e Tércio Tinoco; e das 13h30 às 17h15, segue com as sabatinas de Styvenson Valentim, Sônia Godeiro, Samanda Alves e Coronel Hélio.

Os candidatos receberão a Agenda Caminhos do RN, elaborada pela FIERN, e a Carta de Compromisso do MIDIACOM/RN.

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segunda-feira - 10/08/2026 - 13:50h
Disputa ao governo

Debate da Band tem papéis claros e um vencedor para cada militante

Allyson, Robério, Anna Ruth, Cadu e Álvaro: Band RN (Foto: Band RN)

Allyson, Robério, Anna Ruth, Cadu e Álvaro: Band RN (Foto: Band RN)

O primeiro debate entre quatro dos sete candidatos ao Governo do RN, ocorrido neste domingo (9) em Natal, no estúdio da TV Band RN, não deu sinais de que causará qualquer mudança abrupta no cenário formado na pré-campanha, dias antes do início oficial da disputa. Inaugura, porém, uma nova etapa do pleito.

É pouco provável que tenhamos, de imediato, alguma migração em massa de intenções de voto. O conteúdo, com infindáveis recortes e interpretações, é farto material para propaganda dos marketings em redes sociais, com um vencedor para cada militante.

Mais do que forjar um vencedor, o debate serviu para mostrar a estratégia de cada um e seus objetivos no programa mediado com energia e equilíbrio pela jornalista Anna Ruth Dantas.

Allyson Bezerra (UB) foi bombardeado pelos três oponentes, confirmando o que mais de 30 pesquisas apontaram até o momento: é o primeiro colocado, favorito e o nome a ser confrontado. Cerco esperado. A postura dos adversários endossa essa avalanche de números em favor dele. Precisava atuar na defensiva para não sofrer perdas e assim o fez, mas ainda reagiu com estocadas contra os oponentes que pareciam “combinados”, como julgou. Cumpriu sua estratégia relativamente bem.

Robério Paulino (Psol) ocupou o papel de força auxiliar, ou esteira, do candidato Cadu Xavier (PT) — o “Cadu de Lula”, codinome político que o ex-secretário da Fazenda do Estado adotou para a campanha. Foi “Tigrão” para cima de Allyson Bezerra e Álvaro Dias (PL), repetindo acusações e juízos de valor. Com Xavier, o tratamento foi diametralmente oposto: suavizou nas perguntas e até no tom de voz, além de repetir algumas vezes que votava em Lula (PT) a presidente, para não desagradar os companheiros petistas. Versão “Tchutchuca”. Paz e amor.

Álvaro Dias foi recorrente em não conseguir completar qualquer raciocínio, acusação ou defesa dentro do tempo regrado pelo programa. Parecia impaciente e focou obsessivamente sua presença em tentar encurralar Allyson Bezerra. Não percebeu que por enquanto, ao olhar pelo “retrovisor”, o seu problema é Cadu Xavier, e não Allyson Bezerra.

Cadu  Xavier tabelou com Álvaro Dias quando foi oportuno para ambos. Repetiu que era honesto, reiterou que daria continuidade ao Governo Fátima Bezerra (PT), chegou a criminalizar o empresariado e tentou colar em Allyson Bezerra, de forma implícita e direta, o conceito de desonesto. Foi seu alvo prioritário do começo ao fim.

Porém, irritou-se quando foi confrontado pelo adversário do União Brasil, que mostrou às câmeras cópia de documento de um processo no Tribunal de Contas do Estado do RN (TCE-RN).  Cadu é investigado – disse – por ter assinado uma resolução em 2021, no âmbito da gestão estadual, que teria inflado indevidamente os seus próprios ganhos remuneratórios.

O debate deixou claro que a tese da polarização nacional como pauta local, não se confirma nem vai vingar, como durante meses têm pregado Álvaro Dias e Cadu Xavier. Nesse primeiro grande laboratório, o experimento não prosperou.

Eles mesmos e o coadjuvante Robério Paulino optaram por satanizar Allyson Bezerra em vez de lapidar a ladainha do “nós contra eles”, que petistas e bolsonaristas tabelam desde 2018. Faz sentido: Dias já afirmou que não era bolsonarista e Xavier é petista noviço, filiado há poucos meses.

O desenho que se forma é o de uma campanha triplamente plebiscitária. Em julgamento, as gestões municipais de Álvaro e Allyson, além do governo estadual de Fátima Bezerra. Em torno delas, como no debate, vão se desenvolver o duelo pelo voto.

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  • Art&C - PMM - Refis - Agosto de 2026 - 06-08-2026
segunda-feira - 10/08/2026 - 10:02h
Assembleia geral

Servidores da Fundase/RN podem decidir por indicativo de greve

Assembleia será de frente à Governadoria (Foto: ilustrativa/Reprodução)

Assembleia será de frente à Governadoria (Foto: ilustrativa/Reprodução)

O Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do Estado do Rio Grande do Norte (SINAI-RN) e o Sindicato dos Agentes Socioeducativos do Estado do Rio Grande do Norte (SINDASERN) organizam assembleia geral com os servidores da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Rio Grande do Norte (FUNDASE/RN).

Será nessa terça-feira (11), às 9h30, em frente à Governadoria, no Centro Administrativo, em Natal.

Há possibilidade que seja definido um indicativo de greve.

“A mobilização reunirá servidores para discutir demandas da categoria e definir os próximos encaminhamentos da luta por valorização profissional”, salientam as entidades sindicais em convocação conjunta.

Pauta da assembleia:

auxílio-alimentação;
auxílio-fardamento;
promoções;
indicativo de greve;
informes;
encaminhamentos e deliberações da categoria.

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segunda-feira - 10/08/2026 - 09:30h
"Palanque eletrônico"

Candidato com mais tempo de TV venceu 5 de 8 eleições desde 1994

Arte produzida pelo Poder 360

Arte produzida pelo Poder 360

Do Poder 360

Desde as eleições de 1994, 5 dos 8 candidatos que tiveram maior tempo de propaganda eleitoral venceram a disputa ao Planalto. Dilma Rousseff (PT), Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram os eleitos que tiveram a maior exibição.

Em 2026, Lula será o candidato com mais tempo de propaganda. Deve ter cerca de 5 minutos e 32 segundos disponíveis por bloco. É o único com apoio de outras siglas na corrida pelo Planalto.

O Poder360 faz a comparação de 1994 para cá, pois foi naquele ano que as disputas para presidente, governador, senador e deputados passaram a ser realizadas simultaneamente. Veja gráfico acima) e mais detalhes abaixo:

1994 – FHC disputava o Planalto com o horário eleitoral de 7 minutos e 53 segundos. Venceu no 1º turno com 52% dos votos;

1998 – FHC venceu novamente em 1º turno, desta vez com 53% dos votos. Tinha 11 minutos e 48 segundos de propaganda eleitoral;

2002 – Lula venceu, em 2º turno, a eleição presidencial pela 1ª vez. Tinha 5 minutos e 19 segundos de tempo de rádio e TV, 5 minutos e 4 segundos a menos que José Serra (PSDB), que liderava o horário eleitoral no ano;

2006 – Geraldo Alckmin (PSB, à época PSDB) liderava o horário eleitoral com 10 minutos e 22 segundos. Perdeu para Lula no 2º turno. O petista tinha 7 minutos e 21 segundos;

2010 – Dilma Rousseff disputou o Planalto contra José Serra. Comandava o tempo de TV e rádio com 10 minutos 38 segundos no 1º turno. No 2º turno, foi eleita com 55% de votos;

2014 – Dilma venceu Aécio Neves (PSDB) no 2º turno, com 51% dos votos. A petista também liderou o tempo de TV e rádio, 11 minutos e 24 segundos;

2018 – Jair Bolsonaro (PL, à época no PSL) venceu só com 8 segundos de TV e rádio. Quebrou a série de vitórias do PT derrotando Fernando Haddad (PT) no 2º turno com 55% dos votos. Alckmin liderava o horário eleitoral com 5 minutos e 32 segundos;

2022 – Lula liderou pela 1ª vez o tempo de propagandas eleitorais, com 3 minutos e 39 segundos por bloco. Venceu Jair Bolsonaro no 2º turno, com 50,9% dos votos.

2026

Somados, os 2 primeiros colocados na corrida eleitoral devem ter 9 minutos e 52 segundos –79% do total de 12 minutos e 30 segundos disponíveis por bloco de propaganda. Lula lidera o tempo de TV e rádio. Ao final do período de propaganda eleitoral, o petista terá cerca de 332 minutos de exibição por emissora.

Tempo de Rádio e TV em 2026, nas eleições presidenciais Arte: IA, BCS e Poder 360)

Tempo de Rádio e TV em 2026, nas eleições presidenciais Arte: IA, BCS e Poder 360)

Como funciona a distribuição

A lei eleitoral distribui o tempo para as propagandas e inserções da seguinte maneira:

10% do tempo total – distribuídos igualmente entre todos os partidos ou federações que atingiram a cláusula de desempenho;

90% do tempo total – distribuídos proporcionalmente ao tamanho das bancadas de deputados federais eleitos pela coligação. As estimativas foram calculadas pelo Poder360 com base na tabela de representatividade publicada pelo TSE em 3 de agosto. O Tribunal ainda não divulgou o tempo exato de cada candidato.

O TSE sorteará, em 20 de agosto, a ordem de veiculação da propaganda em rede de cada partido, federação ou coligação para o 1º dia do horário eleitoral.

Apesar do nome, o horário eleitoral não é gratuito para os cofres públicos. Partidos e candidatos não pagam pela veiculação, mas as emissoras de rádio e TV recebem compensação fiscal pelo espaço cedido. Na prática, o custo é bancado pelos pagadores de impostos por meio da renúncia de receita da União.

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
segunda-feira - 10/08/2026 - 08:44h
Campanha 2026

MP Eleitoral alerta Segurança no RN sobre neutralidade política

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

O Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) expediu recomendação para reforçar o dever de neutralidade política das forças de segurança públicas federais e estaduais que atuarão no período eleitoral de 2026 no Rio Grande do Norte. A medida tem caráter preventivo e busca evitar o uso da estrutura estatal em benefício de candidaturas.

A recomendação alerta que policiais e demais agentes de segurança não podem permitir a participação de candidatos ou agentes políticos em operações e diligências para fins de promoção eleitoral. Também enfatiza a proibição do uso de viaturas, fardamentos, equipamentos e da imagem institucional das corporações para favorecer candidaturas ou legendas.

As corporações devem, ainda, divulgar as orientações internamente, reforçar a fiscalização pelas corregedorias e registrar contatos institucionais com candidatos ou representantes partidários durante o período eleitoral.

O documento foi encaminhado à Polícia Federal, à Polícia Rodoviária Federal, à Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), à Polícia Militar, à Polícia Civil, ao Corpo de Bombeiros Militar e aos comandos das forças federais e de cooperação no Rio Grande do Norte que atuarão durante a campanha e nos dias de votação.

Segundo o procurador regional eleitoral, Fernando Rocha, a atuação das forças de segurança deve observar os princípios constitucionais da legalidade, da impessoalidade e da neutralidade. “As forças policiais são instituições de Estado e não de governo, devendo manter absoluta neutralidade político-ideológica, não podendo o aparato repressor servir para proteger ou promover determinado grupo ou perseguir outros”.

MP Eleitoral

O Ministério Público Eleitoral é formado por integrantes do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público do RN (MPRN). A Procuradoria Regional Eleitoral, por meio do MPF, atua perante o Tribunal Regional Eleitoral do RN e coordena a atuação eleitoral no estado. Já os promotores de Justiça do MPRN são designados para atuar como promotores eleitorais perante os juízes e as zonas eleitorais dos municípios.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política / Segurança Pública/Polícia
domingo - 09/08/2026 - 23:34h

Pensando bem…

“Quanto maior for a sensibilidade do ser humano, maior será a sua evolução.”

Nelson Barh

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  • Art&C - PMM - Refis - Agosto de 2026 - 06-08-2026
domingo - 09/08/2026 - 08:28h

Nem pacífico nem ordeiro

Por François Silvestre

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

A maior fraude antropológica sobre a natureza humana do brasileiro foi a consagração dessa bobagem de que somos um povo ordeiro e pacífico.

Pra começo de conversa nem somos um povo. Somos um pré-povo, em permanente debandada, socialmente desnutrido e culturalmente embotado.

Quem pensou sobre a nossa identidade, não se arriscou ao apontamento do nosso destino. Sérgio Buarque, Gilberto Freire, Darcy Ribeiro, Rui Facó, Câmara Cascudo, Caio Prado, Josué de Castro, Manoel Correia de Andrade, Werneck Sodré e tantos outros só mostraram a nossa face. Às vezes deformada.

Somos violentos e desordeiros. Porém, a “valentia” da nossa índole é de natureza individual. Intrassocial. Em matéria política e de organização coletiva somos cordeiros. Arrebanhados. Valentes no varejo e covardes no atacado.

Todas as ditaduras aqui estabelecidas tiveram o amparo da nossa covardia. Pelo medo ou pela colaboração. E todas elas só caíram após a exaustão da sua própria superação. Nenhuma foi derrubada.

Nunca fizemos uma revolução. Só golpes. Nem reformas nós fazemos. Nossa organização partidária é uma quadrilha cartorial. Cada um em torno de uma legenda que nega o próprio nome e de um programa prostituído de adjetivos.

“A índole pacífica do nosso povo” é uma fraude antropológica. Verso de um poema de vaselina. A entrar no traseiro da incultura.

Fomos descobertos porque estávamos no caminho da ganância dos impérios e da aventura dos corsários. Num entreposto à disposição da ladroagem.

E nunca mais nos libertamos dessa sina. Roubados por portugueses, franceses, holandeses, ingleses e corsários de todos os mares. Depois, dependentes do império americano.

Mas não fica por aí. Os nossos representantes não se prestam à defesa da nossa terra. Pelo contrário, roubam-nos o que sobrou da roubalheira imperial.

Um pré-povo disponível ao saque. Assaltado pelos donos do poder econômico. Pacífico ante os mandões, mas violentos entre si. Ninguém está seguro na pátria da bandidagem. E no falso combate, os fascistas e seus holofotes assinalados.

A criminalidade crescente, sem controle, confirma a negação intrínseca da nossa falsa índole mansa. E quem deveria combater, colabora; na inutilidade festiva da mídia. As ruas são dos bandidos. Encurralados estamos entre a bandidagem e o controle de faz de conta.

Em política, no Brasil, não há correligionários. Há cúmplices. Conchavos eleitorais. Compra e venda. “Eleitos e eleitores” no mesmo forno de assar patifaria. Exuberância de geografia num país de pífia história.

Dizia Darcy Ribeiro que a naturalidade do índio, a tecnologia do europeu e a espiritualidade do africano formariam um grande povo. Resta esperar o futuro.

Constituinte Originária agora ou oportunidade perdida.

Té mais.

François Silvestre é escritor

* Texto originalmente publicado nem 10 de abril de 20-16, há mais de 10 anos.

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domingo - 09/08/2026 - 07:16h

O que leva os jovens ao crime

Por Honório de Medeiros

Alba Zaluar faleceu em 2019 (Foto: Folha)

Alba Zaluar faleceu em 2019 (Foto: Folha)

Em 13 de outubro de 2012 escrevi, e postei, em meu blog (honoriodemedeiros.blogspot.com), um artigo cujo título é “O que leva o jovem ao crime?”

Nele eu dizia o seguinte:

“Uma das consequências possíveis relacionadas com a teoria da Antropóloga Alba Zaluar, Coordenadora do Núcleo de Pesquisa das Violências (NUPEVI), ligado ao Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), de que apenas a pobreza e a desigualdade social não explicam a ida de jovens para a criminalidade, é dar razão ao senso comum do povo quando clama pelo endurecimento da legislação penal.

A teoria, exposta em matéria assinada pelo jornalista Antônio Góis, da sucursal da Folha de São Paulo no Rio de Janeiro, apresenta como uma das causas do envolvimento de jovens com a violência a estrutura cultural que induz o surgimento do que ela chamou de ‘etos da hipermasculinidade’, ou seja, trocando em miúdos, ‘a busca do reconhecimento por meio da imposição do medo’.

É algo decorrente da chamada ‘cultura machista’: os filhos homens são criados em ambientes que reproduzem condutas herdadas de desrespeito sistemático às mulheres, aos homossexuais, aos negros, às minorias, e a valorização direta ou subliminar dos ícones da masculinidade distorcida: a música, a tradição oral, o lazer, a literatura, a própria postura passiva das minorias contribuem para a construção desse perfil medíocre e ameaçador.

A antropóloga lembra que ‘se a desigualdade explicasse a violência, todos os jovens pobres entrariam para o tráfico. Fizemos um levantamento na Cidade de Deus (conjunto habitacional favelizado na zona Oeste do Rio de Janeiro) e concluímos que apenas 2% da população de lá está envolvida com o crime’.

É outra comprovação científica que respalda o senso comum: se apenas a pobreza fosse passaporte para o crime, não haveria Sociedade da forma como conhecemos. Melhor, não haveria tantos ricos criminosos.

De posse do trabalho apresentado por Alba Zaluar talvez pudéssemos pelo menos iniciar a discussão em torno da ampliação das penas no Brasil.

Quem sabe instaurarmos a prisão perpétua: não outra punição merece uma quadrilha de assaltantes recentemente presa em São Paulo, todos na faixa dos vinte anos, especializados em condomínios, que se tornaram conhecidos por torturarem suas vítimas, fossem elas novas ou idosas.

Prisão perpétua com alimentação, saúde, lazer, tudo pago com trabalho – há tantas estradas para ajeitarmos, Brasil afora, tanta terra para ser arada…

E o maior empecilho, para aumentarmos a dosagem das penas no nosso país, para criarmos a prisão perpétua, é exatamente esse remorso social – quando não é a defesa em causa própria, como por exemplo, o caso dos nossos congressistas, grande parte respondendo algum tipo de processo – hipócrita que nos corrói a capacidade de enxergar o óbvio agora corroborado cientificamente.

Sempre achamos, segmentos da elite, que a criminalidade tinha ligação direta com a pobreza. Recusávamo-nos a perceber, com o povão, que sofre nas mãos da delinquência e nas mãos da polícia, que não era assim, afinal não se justifica que haja tortura e morte desnecessária em cada assalto realizado: a crueldade é um ritual de passagem na hierarquia do crime, dependente da admiração dos companheiros; quanto mais cruel, mais admirado, quantos mais homicídios, mais enaltecido.

Agora é tempo de ir atrás do prejuízo antes que seja tarde demais: contamos nos dedos as casas e condomínios onde não há cerca elétrica e cães, isolamento e medo.

Fazemos de conta que não há guerra civil em São Paulo e Rio de Janeiro. Iludimo-nos pensando que o Estado é soberano em algumas áreas das grandes cidades do Brasil”.

Em 13 de junho de 2014, voltei ao tema, novamente em meu blog: “Da criminalidade.”

“Diferente da corrente majoritária hoje nas análises sociológicas acerca das causas da criminalidade e suas consequências, defendo uma abordagem, acerca do tema, de caráter darwinista.

Ou seja, penso que está mais que no tempo de superar a falida postura de atribuir às condições sociais, à pobreza, por assim dizer, o surgimento da criminalidade.

A pobreza não é causa, é um dos ambientes do surgimento da criminalidade. Para o senso comum, principalmente o brasileiro, é fácil entender essa hipótese: basta acompanhar, diariamente, o noticiário acerca da corrupção.

Existe uma lógica perversa, típica, por trás da difusão e aprofundamento dessa manobra diversionista que é atribuir á pobreza o surgimento da criminalidade. É uma lógica de gueto, secessionista, da qual se apropriam os interessados em usufruir da confusão que ela origina.

Em relação ao reconhecimento desse ‘ethos da hipermasculinidade’, ou seja, trocando em miúdos, ‘a busca do reconhecimento por meio da imposição do medo’, a literatura também se manifesta, mesmo que obliquamente, no sentido de reconhecê-la como uma das causas da criminalidade.

Dezenas de corpos foram expostos por comunidade após o confronto (Foto: Fabio Teixeira/Anadolu via AFP)

Pelo menos 121 corpos perfurados à bala em em confronto entre policiais e facção no Rio de janeiro em 2025 (Foto: Fabio Teixeira/Anadolu via AFP/Arquivo)

Leiam atentamente o trecho a seguir, pinçado de ‘Maigret Hesita’, do genial Georges Simenon, escrito em 1968:

‘É provável que lá também encontrasse um pobre sujeito que havia realmente matado porque não podia agir de outro modo, ou então um jovem delinquente de Pigalle, recém-chegado de Marselha ou da Córsega, que eliminara um rival para se fazer crer que era um homem’.”

Aí está o senso comum e a literatura mais uma vez mostrando, de forma inequívoca, por qual razão podem e devem essas questões serem pontos-de-partida para o conhecimento da criminalidade.

** Antropóloga e socióloga brasileira que teve seu trabalho voltado ao estudo da violência urbana. Alba fundou em 1997 e coordenou o Núcelo de Pesquisa em Violências (NUPEVI), no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ, com pesquisas sobre violências doméstica, policial, urbana, vinculada ao tráfico de drogas. Faleceu em 2019.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura de Natal e do Governo do RN

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domingo - 09/08/2026 - 06:46h

Tá bonita demais!

Por Odemirton Filho

Arte ilustrativa com uso de recursos de IA para o BCS

Arte ilustrativa com uso de recursos de IA para o BCS

Uma tarde dessas fui a Tibau. A última vez, creio, foi no comecinho deste ano. No entanto, pelas redes sociais, eu vi que a prefeitura iluminou um pedaço da praia das Emanuelas. Então, aguçou-me a curiosidade. E fui. Ou melhor, fomos eu e a minha mulher, Morgana.

No finalzinho da tarde pegamos o rumo da estrada; boquinha da noite chegamos à praia. E tá bonita demais. Sentamos à mesa numa das barracas, e ficamos a admirar tão bela paisagem, sentindo a brisa. Trocamos poucas palavras, já que lindeza do que estava a nossa frente, bastava-nos. Para nós, Tibau tem algo especial; lá nos conhecemos, lá começamos a namorar.

Mas, como ia dizendo, a praia tá bonita demais, a posteação clareava, refletindo no mar. Algumas pessoas estavam sentadas na areia, outras, caminhavam; crianças jogavam bola, tomavam banho de mar. Alguns casais saboreavam uma cerveja gelada com tira-gosto.

Sem dúvida, é mais uma oportunidade para os comerciantes locais movimentarem suas barracas, gerando emprego e renda para a população. Talvez, promovam festas, luaus, dando vida nova as noites da cidade, sendo uma excelente opção de lazer. Sem esquecer que a iluminação proporcionará mais segurança aos visitantes e moradores da localidade.

Acredito que todos que ali estavam aprovaram a iniciativa do poder público municipal, pois a cidade-praia carecia desse ambiente noturno à beira-mar.

O que nos chamou atenção foi o vai e vem de veículos. Parecia com o período do veraneio. Tibau, hoje, não fica movimentada somente no mês de janeiro. A quantidade de casas e condomínios que existem, atrai muita gente nos finais de semana. Aliás, estão mais do que certos, uma vez que é inconcebível aproveitar uma praia tão linda uma vez por ano, como era costume tempos atrás.

Para nós foi uma tarde/noite bastante leve, agradável. Contudo, sentimos falta da lua. Ela se escondeu, não deu o ar da graça. Achamos que foi de propósito, um convite pra retornarmos. Convite aceito. Qualquer noite, retornaremos com todo prazer.

Odemirton Filho é oficial de justiça

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Categoria(s): Crônica
domingo - 09/08/2026 - 05:48h

Direito, ciência e arte

Por Marcelo Alves

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA, sobre Estudo Antropométrico Criminalístico do Século XIX, para o BCS

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA, sobre Estudo Antropométrico Criminalístico do Século XIX, para o BCS

É deveras comum que a arte/literatura ficcional “imite” a vida, incluindo aí a vida “forense/jurídica”. A literatura toma do direito muitos dos seus temas. E, embora não seja bem o papel da literatura explicar tecnicamente o direito (ou outro conhecimento humano/científico), sua contribuição nesse sentido, sobretudo nas dimensões antropológica e sociológica, é inegável.

Um dos temas do direito que mais “encanta” as artes, incluindo aí a literatura, é o do “criminoso nato”, o sujeito disforme, assustador até, vocacionado ao crime, que nos acostumamos também a chamar de “lombrosiano”, em homenagem ao seu idealizador, o dito pai da antropologia criminal, o italiano Cesare Lombroso (1835-1909). Lombroso teve esse mérito de dar azo à imaginação dos literatos no sentido de que os grandes delinquentes, os criminosos cruéis, possuem, para além de uma degeneração psicológica, estigmas morfológicos à moda de Lombroso e da sua antropologia criminal. Durante muito tempo essa ideia persistiu na literatura (e isso de certa forma ainda hoje perdura). As obras literárias “lombrosianas” abundam.

Vide o exemplo célebre de “A besta humana” (1890), do naturalista Émile Zola (1840-1902). Enrico Ferri (1859-1929), outro grande criminologista italiano, aluno de Lombroso, dele lembra em “Os criminosos na arte e na literatura” (Ricardo Lenz Editor, 2001): “A besta humana, esse romance em que Zola, como ele próprio declarou, foi inspirado e guiado pelo Homem criminoso de Lombroso, é um dos mais modernos documentos da solidariedade da arte e da ciência”.

Ferri, entretanto, secundando Lombroso, admoesta o artista Zola por sua representação não inteiramente científica do criminoso nato: “Desde a sua aparição, esse romance – em que falta todavia o estudo direto e pessoal do homem delinquente – torna-se objeto de numerosos artigos de crítica científica ou literária. Dá lugar, entre outros, a dois estudos, um de Lombroso – A Besta humana e a antropologia criminal inserto na Fanfulla della Domenica, de 15 de junho de 1890 – e outro de Hérocourt – A besta humana de Zola e a physiologia do criminoso, publicado pela Revue Bleue, de 7 de junho do mesmo ano. Eis o que diz, em resumo, o sábio criador da antropologia criminal [Lombroso], a quem a estrondosa homenagem prestada à sua doutrina não pode submeter a sua imparcialidade: [Zola], que tão maravilhosamente descreve a plebe envenenada pelo álcool e também a pequena burguesia das aldeias e das cidades, não estudou, na minha opinião, os criminosos de acordo com a natureza. É que, não se os encontra tão facilmente, sem dúvida, e não se pode estudá-los, mesmo nas prisões, a menos que se tenha, como Marro e Ferri, a loucura de aí os observar durante anos. Os criminosos da Besta humana dão-me a impressão de fotografias de quadros a óleo: têm qualquer coisa de delicado e de artificial”.

O problema é que eles, Ferri e sobretudo o próprio Lombroso, talvez devam também ser tachados de “anticientíficos”. Afinal, estaria Lombroso certo nessa sua imagem morfologicamente degenerada do tal criminoso nato? Como pergunta Lemos Britto, em seu “O crime e os criminosos na literatura brasileira” (Livraria José Olympio Editora, 1946): “Será mesmo que os indivíduos de mãos imensas, pesadas ou disformes, são tipos nos quais se observa uma regressão atávica ao homem primitivo, ao selvagem, e que trazem diluída no sangue a vontade mórbida de matar por estrangulamento?”.

A classificação dos professores italianos não resistiu às críticas dos estudiosos. Hoje parece claro que Lombroso exagerou, para dizer o mínimo, no que diz respeito aos caracteres morfológicos dos criminosos. Com a diferença de que, enquanto Zola pretendia fazer arte/literatura, embora de caráter naturalista, Lombroso, esse sim, gabava-se de fazer ciência.

Marcelo Alves Dias de Souza é procurador Regional da República, doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL e membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

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Categoria(s): Artigo
  • Art&C - PMM - Refis - Agosto de 2026 - 06-08-2026
domingo - 09/08/2026 - 05:04h
Eleições 2026

Band RN faz neste domingo primeiro debate para governador

Banner de divulgação da Band RN

Banner de divulgação da Band RN

A partir das 20h, os quatro candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte se encontram pela primeira vez no 1º debate da Band Eleições 2026.

Allyson Bezerra (União Brasil), Álvaro Dias (PL), Cadu de Lula (PT) e Robério Paulino (PSOL) debatem propostas para o Estado, com mediação de Anna Ruth Dantas.

📺 18h • Prévia do debate
🔥 19h45 • Esquenta na TV
🎙️ 20h • Debate ao vivo, na tela da Band

Assista na TV ou pelo YouTube da Band RN.

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Categoria(s): Política
domingo - 09/08/2026 - 04:28h

Justo

Por Bruno Ernesto

Chico Anísio e seu personagem Justo Veríssimo (Reprodução do Diário Popular-MG)

Chico Anísio e seu personagem Justo Veríssimo (Reprodução do Diário Popular-MG)

É muito difícil encontrar alguém que não goste de um bom humor.

Particularmente, sendo bom, não dispenso uma boa piada, especialmente as sarcásticas e de humor ácido.

A despeito da inteligência artificial estar no ápice das discussões em todos os seguimentos, em especial na produção intelectual e científica, que são as áreas formadoras da sociedade moderna, o que mais preocupa o cidadão comum é se, num futuro muito próximo, o que Karl Marx denominou de classe trabalhadora, ou seja, aqueles que vendem a sua força de trabalho em troca de uma contraprestação para sobreviver, terão seu emprego ou atividade econômica garantidos quando a inteligência artificial se estabelecer como ferramenta autônoma.

Estamos vivendo uma nova corrida espacial, tal qual se deu na década de 1960, quando os Estados Unidos e a União Soviética, travavam uma guerra tecnológica para enviar o homem ao espaço e estabelecer novas fronteiras.

Muitas tecnologias desenvolvidas durante a corrida espacial hoje são utilizadas pelo cidadão comum sem nem mesmo supor a sua origem, e que trouxeram avanços práticos como, por exemplo, o revestimento teflon, que impede que o ovo grude na panela ao ser preparado no café da manhã, ou o GPS que você usa no carro.

Claro que ao falarmos de uma tecnologia tão mais complexa e tão mais impactante para economia de um modo geral, pois é possível que impacte sobremaneira o mercado de trabalho, penso que a inteligência artificial, inevitavelmente, terá o mesmo desfecho.

Entretanto, segundo dizem os especialistas, há dois aspectos cuja inteligência artificial encontra óbice: os sentimentos e a criatividade.

Embora possa ser treinada para ter emoções, o que a inteligência artificial faz é, basicamente, pensamento analítico, o que fará com que o conhecimento seja transformando numa commodity como é o café, arroz, soja ou ferro.

Não por onde, o recente lançamento da inteligência artificial chinesa DeepSeek – que tem o código aberto e foi desenvolvida por uma fração do preço da norte-america ChatGPT – causou, num só dia, um prejuízo de um trilhão de dólares nas empresas de tecnologia norte-americanas, dando um recado claro que o futuro da economia global está indiscutivelmente atrelado à inteligência artificial.

Bem, pelo menos nesse primeiro momento quem suportou o prejuízo foram as empresas e não o trabalhador, para a alegria dos marxistas.

A despeito da piada e do humor ácido, lembro muito bem de um episódio em que o brilhante Chico Anysio interpretava o personagem Justo Veríssimo, um deputado sem meias palavras ou subterfúgios quando o assunto era ter vantagem, e que tinha horror aos pobres e trabalhadores.

Na ocasião, durante uma reunião em que se debatiam as novas perspectivas de emprego, o deputado Justo Veríssimo disse que o futuro era dos robôs.

O interlocutor, apreensivo, retrucou dizendo que as pessoas iriam perder os empregos para os robôs e o deputado, de imediato, retrucou dizendo que era melhor ter robô mesmo trabalhando, pois robô não faz greve, não recebe salário, não precisa de descanso, nem namora a filha do patrão.

Nada mais justo.

Bruno Ernesto é advogado, professor e escritor

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Categoria(s): Crônica
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domingo - 09/08/2026 - 03:52h
Torres Gêmeas

Uma mensagem de amor antes que ‘quase’ tudo seja fim

Melissa Cândida Doi pressentiu que o fim estava próximo (Foto: reprodução)

Melissa Cândida Doi pressentiu que o fim estava próximo (Foto: reprodução)

Em 11 de setembro de 2001, presa no 83º andar da Torre Sul do World Trade Center, sem nenhuma rota de fuga visível, Melissa Cândida Doi pegou o telefone e ligou para o 911. Naquele momento, ela ainda esperava ser resgatada. Mas, à medida que os minutos passavam, compreendeu que talvez aquela ligação tivesse outro propósito: deixar uma última mensagem para a pessoa que mais amava.

Melissa tinha 32 anos. Morava no Bronx com a mãe, Evelyn, trabalhava como analista financeira no World Trade Center e levava uma vida tranquila. Gostava de patinar no Central Park, valorizava os momentos em família e sonhava com um futuro que, naquela manhã de setembro, parecia apenas mais um dia comum de trabalho.

Tudo mudou às 9h03.

O voo United Airlines 175 atingiu a Torre Sul em alta velocidade, provocando uma explosão devastadora. O impacto destruiu vários andares, espalhou combustível em chamas pelo edifício e bloqueou praticamente todas as rotas de fuga acima da zona atingida. Melissa estava presa no 83º andar. Ao seu redor, a fumaça se espalhava rapidamente, o calor aumentava a cada minuto e as chamas avançavam sem que houvesse qualquer saída.

Ela ligou para o serviço de emergência.

Durante vários minutos, conversou com uma operadora do 911. Apesar do caos ao seu redor, sua voz permaneceu surpreendentemente calma. Melissa descrevia o que via: a fumaça cada vez mais espessa, o calor intenso, o fogo se aproximando e pessoas tentando encontrar alguma forma de escapar. Em vários momentos, perguntava se os bombeiros já estavam chegando e se ainda havia esperança de resgate.

Enquanto isso, do lado de fora, centenas de equipes de emergência faziam o impossível para alcançar os andares superiores. Mas ninguém imaginava que restavam apenas alguns minutos.

Aos poucos, Melissa pareceu compreender a realidade.

Foi então que deixou de perguntar sobre o resgate e passou a falar da mãe.

Com enorme serenidade, pediu à operadora que transmitisse uma mensagem para Evelyn caso ela não conseguisse sair dali. Disse que a amava profundamente, que ela era a melhor mãe do mundo e que era grata por tudo o que havia feito por ela durante a vida.

Mesmo diante da morte, sua maior preocupação não era consigo.

Era que a mãe soubesse o quanto era amada.

Essas se tornaram algumas das últimas palavras conhecidas de Melissa Cândida Doi.

Às 9h59, apenas 56 minutos após o impacto do avião, a Torre Sul desabou. Todas as pessoas que permaneciam presas acima da área atingida perderam a vida.

Melissa estava entre elas.

World Trade Center em foto antiga (Reprodução)

World Trade Center em foto antiga (Reprodução)

Sua história, porém, não terminou naquele dia.

Em 2006, durante o julgamento de Zacarias Moussaoui, acusado de participação na conspiração dos atentados de 11 de setembro, diversas gravações das ligações feitas por vítimas presas nas torres foram apresentadas ao tribunal. Entre elas estava a ligação de Melissa.

Sua voz, firme e delicada ao mesmo tempo, emocionou familiares, jurados e todos os presentes. Ela lembrava que por trás dos quase três mil mortos existiam pessoas reais, cada uma com sua própria história, seus sonhos, seus medos e alguém esperando por elas em casa.

Para Evelyn, Melissa nunca foi apenas uma das vítimas do 11 de setembro.

Era a filha carinhosa, trabalhadora e generosa que encontrava felicidade nas coisas mais simples da vida. Ao longo dos anos, ela sempre fez questão de preservar essa lembrança, falando da filha não pelo modo como morreu, mas pela forma como viveu.

O 11 de setembro destruiu edifícios, mudou a história e deixou cicatrizes que permanecem até hoje. Naquela tragédia 2.606 pessoas perderam a vida.

Mas também revelou incontáveis gestos de amor e humanidade em meio ao caos.

Melissa Cândida Doi não ficou conhecida por um ato de heroísmo espetacular.

Ficou conhecida porque, quando percebeu que talvez aqueles fossem seus últimos minutos de vida, escolheu fazer aquilo que para ela era mais importante.

Dizer à mãe que a amava.

E, mais de duas décadas depois, sua voz continua lembrando ao mundo que, mesmo nos momentos mais sombrios, o amor pode ser a última coisa que alguém escolhe deixar para trás.

Nunca esquecer.

Prédios ficaram em ruínas (Foto: reprodução)

Prédios ficaram em ruínas (Foto: reprodução)

*Publicação da página História Perdida

Fontes:

Processo United States v. Zacarias Moussaoui – Exhibit P200016 (documentação oficial do julgamento e gravação da ligação de Melissa Doi ao 911).

Transcrição oficial da ligação de Melissa Doi ao 911 (Wikisource).

The Washington Post, At Moussaoui Trial, Recalling Lives Stolen by 9/11 (11 de abril de 2006).

The Washington Post, More Voices From 9/11: “I’m Going to Die, Aren’t I?” (17 de agosto de 2006).

Melissa Doi – Wikipédia (para dados biográficos gerais).

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Categoria(s): Gerais / O que não está na história
domingo - 09/08/2026 - 03:00h

Selvagem da escrita

Por Marcos Ferreira

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

Havia neste espaço um leitor cujo nome não me recordo mais. Sim, havia. Já não existe. Não ao menos que se manifeste de algum modo. Talvez, quem sabe, continue por aqui às ocultas, apenas conferindo o conteúdo do blogue sem dar um palpite a respeito de nada. O referido leitor, que não tive a oportunidade de conhecer pessoalmente, a exemplo de outros que frequentam este espaço de opinião e cultura, acompanhava em particular a minha produção, minhas crônicas. Pois é, o homem falava que me seguia desde o tempo em que atuei em outros periódicos, sobretudo em uma revista impressa que fez muito sucesso em Mossoró e também em Natal.

Tratava-se, a julgar por seus comentários em meus escritos, de um elemento dono de um intelecto acima da média. Isso, obviamente, me deixava um tanto vaidoso. Porque leitor é sempre uma categoria nobre e arisca, uma classe difícil de se cativar com qualquer meia dúzia de parágrafos. Esse, entretanto, deixou logo às claras que não perdia nenhum dos meus textos dominicais.

Comentava, entretanto, que tinha saudade do tempo em que eu, como um selvagem da escrita norte-rio-grandense, escrevia com o ímpeto de uma fera indomável e raivosa. É isso, o senhor Nelson Peixoto, vamos chamá-lo assim, volta e meia me açulava a retomar aquele estilo incivil que só me rendeu muitos desafetos e portas na cara. Naquela época, quando dos meus vinte e poucos anos, é verdade que minha parcela de leitores na dita revista era invejável. Eu me destacava no espaço do veículo destinado a publicar a opinião dos leitores.

A classe das mulheres e dos homens públicos, entenda-se os políticos, sofria um bocado com o meu verbo causticante. No mais das vezes, quando o chumbo era de grosso calibre, eu me escondia por trás de pseudônimos. Nunca fui molestado pelos engravatados, entretanto a revista ganhou alguns processos movidos por gente de poder e destaque no olimpo dos morubixabas e mandachuvas.

Hoje não faço mais isso. Sou agora uma espécie de Tereza Batista cansada de guerra, como na obra de Jorge Amado. Exceto pela adrenalina e aplauso de certo número de leitores, o fato é que não ganhei nada com aquele estilo metralhadora giratória. Não demorou para que os meus alvos ambulantes descobrissem que eu estava me escondendo nos criptônimos. Aí fui convidado a sair de pelo menos dois subempregos que ocupei neste País de Mossoró, suposta terra da liberdade.

A própria revista, sob forte pressão e influenciada por um marqueteiro da família Machado, também me apontou a porta da rua. Ou seja, terminei sozinho, fodido e mal pago. Atualmente, portanto, busco apenas sossego, e vou assim cultivando o estilo paz e amor. Por essas e por outras é que não embarquei na dica do entusiasmado Nelson Peixoto.

É isto. Depus as armas. Aposentei o trabuco e o soco-inglês da minha literatura camicase. Não tenho mais idade nem ânimo para aquela pancadaria toda. Sigo hoje no lirismo e na política da boa vizinhança. Ao prezado senhor Nelson Peixoto, acaso tenha acesso a este relato pacífico, peço desculpas por eu ter me reconciliado com esta cidade e deixado em paz os seus habitantes poderosos.

Marcos Ferreira é escritor

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sábado - 08/08/2026 - 23:00h
Eleições 2026

Audiência Pública definirá horário da propaganda eleitoral

Banner ilustrativo divulgado pelo TRE-RN

Banner ilustrativo divulgado pelo TRE-RN

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) realizará, no dia 21 de agosto, às 9h, a audiência pública com o objetivo de definir o plano de mídia da propaganda eleitoral gratuita para as Eleições Gerais 2026. O evento acontecerá no Plenário Ministro Seabra Fagundes, na sede do Tribunal, em Natal, com transmissão ao vivo pelo canal do TRE-RN no YouTube.

A iniciativa, promovida pelo Tribunal Regional do Rio Grande do Norte, reúne os representantes de partidos políticos, federações, emissoras de rádio e televisão do  Ministério Público Eleitoral. A Audiência tem como objetivo realizar a definição do plano de mídia sobre as propagandas eleitorais gratuitas, etapa que determina como candidatos e partidos vão ocupar o rádio e a televisão nos meses que antecedem a eleição.

O momento será conduzido pela Secretaria Judiciária (SJ), representado pelo secretário João Paulo Araújo, em conjunto com o Cartório Eleitoral da 2ª Zona, representado pela juíza Carmen Verônica Calafange.

A propaganda eleitoral na internet iniciará no próximo dia 16 de agosto e pode ser realizada em sites de candidatas e candidatos, partidos, federações e coligações, bem como em blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais. Já o horário eleitoral gratuito ocorre nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno, em emissoras previamente definidas pela Justiça Eleitoral, com programação distribuída entre as candidaturas aos diferentes cargos em disputa.

As datas, horários e a divisão de tempo de propaganda para cada cargo estão detalhados na Resolução TSE nº 23.610/2019, atualizada pelas Resoluções  nº 23.732/2024 e nº 23.755/2026.

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sexta-feira - 07/08/2026 - 23:56h

Pensando bem…

“Tenho amigos para saber quem eu sou.”

Fernando Pessoa

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  • Art&C - PMM - Refis - Agosto de 2026 - 06-08-2026
sexta-feira - 07/08/2026 - 19:36h
Aposentados e pensionistas

Auditores fiscais veem atraso como “uma escolha administrativa”

Banner divulgado pelo Sindifern com síntese do seu posicionamento (Reprodução do BCS)

Banner divulgado pelo Sindifern com síntese do seu posicionamento (Reprodução do BCS)

O Sindicato dos Auditores Fiscais do Rio Grande do Norte (SINDIFERN) está vigilante quanto ao atraso continuado do pagamento aos servidores inativos do Estado. Na segunda-feira (02) emitiu uma Nota de Posicionamento sobre o assunto (veja AQUI), mas sua postura vai além dessa manifestação formal.

A entidade está mobilizada porque sabe que o problema não é localizado ou passageiro. Pode se alargar também para servidores em atividade. Outro ponto, é a própria discriminação, ou falta de isonomia no pagamento a ativos e inativos. Vitimar aposentados e pensionistas seria “uma escolha administrativa.” Segue aquela máxima popular de que “o pau só quebra nas costas do mais fraco.”

Veja abaixo um trecho da Nota de Posicionamento:

O SINDIFERN reafirma que a superação desse cenário exige transparência, planejamento e responsabilidade fiscal, mas, sobretudo, respeito ao princípio da isonomia. Não é admissível que aposentados e pensionistas continuem suportando, de forma recorrente, o maior ônus das dificuldades financeiras enfrentadas pelo Estado.

Mais do que equilibrar as contas públicas, é dever da Administração preservar sua credibilidade institucional, garantir segurança jurídica e assegurar tratamento igualitário a todos os servidores públicos estaduais.

Enquanto não forem apresentados esclarecimentos consistentes sobre os critérios adotados para o pagamento da folha, a gestão das receitas públicas, a política de renúncias fiscais e as medidas efetivas de racionalização das despesas, permanecerá a legítima compreensão de que o atraso no pagamento de aposentados e pensionistas não resulta apenas de limitações financeiras, mas também de escolhas administrativas e prioridades governamentais que precisam ser revistas com urgência.

O SINDIFERN seguirá acompanhando a situação e cobrando soluções que garantam respeito, transparência e, sobretudo, a paridade no pagamento de todos os servidores públicos estaduais, ativos, aposentados e pensionistas.

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sexta-feira - 07/08/2026 - 17:30h
Extremoz

Vereadora do PL recebe Álvaro Dias para reunião política

Damares mobilizou aliados em Pitangui (Foto: Assessoria)

Damares mobilizou aliados em Pitangui (Foto: Assessoria)

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), participou na noite desta quinta-feira (6), de uma reunião com os amigos e apoiadores da vereadora Damares Sales (Podemos), em Extremoz. O ex-prefeito de Natal deu continuidade às visitas aos municípios da Grande Natal e, acompanhado da prefeita Jussara Sales (PL), ouviu as demandas da população de Pitangui, distrito de Extremoz.

Durante a reunião, a prefeita Jussara Sales destacou a necessidade de recuperação das estradas estaduais que cortam o município, defendendo o recapeamento das vias como uma demanda prioritária da população.

Álvaro também relembrou ações com as quais já havia se comprometido junto à população do município.

“Quero reafirmar também o compromisso que assumi com Extremoz. Não me esqueci da duplicação da Avenida Pedro Vasconcelos nem da necessidade de intervenções no Rio Ceará-Mirim. São compromissos que continuarão sendo tratados em diálogo com a gestão municipal.”

O encontro também contou com a presença da deputada estadual Terezinha Maia (PL); de Geane Sales, secretária-geral do município; de Pablo Sales, secretário de Esportes; e do vice-prefeito Izidoro Filho.

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Categoria(s): Política
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