quarta-feira - 25/05/2022 - 08:28h
Oremos!

A morte da cordialidade

Foto ilustrativa

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Quanta gente tem-me surpreendido ao vivo e virtualmente nos últimos anos.

Constatamos a morte da cordialidade em família e sociedade.

Surtos de cultura artificial, profundo desconhecimento sobre tudo, fanatismo e ódio, acuaram a civilidade e o bom senso.

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Categoria(s): Crônica / Opinião da Coluna do Herzog

Comentários

  1. heytor george diz:

    Vivemos tempos sombrios, onde as piores pessoas perderam o medo, e as melhores perderam a esperança.
    Hannah Arrendt – autor

  2. Inácio Augusto de Almeida diz:

    Falar em morte vejam esta notícia:
    NOVA ONDA DE COVID-19 PREOCUPA ESPECIALISTAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, USP.
    Fonte: UOL
    Os estudiosos preocupados com nova onda da COVID-19 e Mossoró preocupada com realização de festa bancada com dinheiro público que provocará aglomeração de pessoas sem uso de máscara e na maioria não vacinados.
    JÁ FOI REGISTRADO 1 ÓBITO POR COVID-19.
    Será que vão insistir na realização desta festa?
    //////
    IDOSO AGUARDA HÁ 98 DIAS A MARCAÇÃO DE UMA CONSULTA OFTALMOLÓGICA EM MOSSORÓ.
    A REQUISIÇÃO ESTÁ NA UBS SINHARIAZINHA BORGES.

  3. Rocha Neto diz:

    Verdade Carlão, os valores fraternais, educação e boas maneiras hoje em dia são deploráveis.
    As famílias (pais e filhos) já não se respeitam com a devida hierarquia, boas maneiras é coisa extinta pela nossa juventude, nos causa até espanto quando encontramos um jovem se portar com a devida educação comportamental.
    Uma pergunta que não quer calar…
    Qual colégio em nossa cidade tem em sua grade curricular, a matéria inerente a boas maneiras?
    Como isso iria ajudar na formação dos nossos jovens!!!

  4. João Claudio diz:

    A cordialidade e o amor ao próximo não é mais dado aos próximos, os humanos.

    Amor ao pet de estimação extrapolou todas as fronteiras. Humanos já era. São brutos e não sabem retribuir amor.

    O que extrapolou: o pet dorme na mesma cama do dono. O pet passeia com o dono e vai na janela do carro (já vi o pet no banco da frente do carro, o dono guiando e a esposa do dono no banco de trás). O pet toma banho com o dono. O pet quando está estressado o dono o leva para dar um rolé na praia. O pet vai ao shopping com dono. O pet faz refeição junto com o dono e na mesma mesa do dono. O dono beija na boca e conversa com seu pet.
    Enfim, o pet recebe ‘Ns’ mais atenções do seu dono do que os semelhantes do dono.

    Eu sempre dizia: o mundo vai estar perto do fim quando o humano passar a amar mais os pet do que os próprios membros da família, e seus semelhante.

    P. S – não existe relato oficial se o dono faz sexo com seu pet. Eu não duvido porque quem beija na boca e se apaixona, também tem vontade de ‘phudê’. Resta saber se o pet encara o dono ficando de quatro ou não sente tesão. Acho que não sente, embora o dono….sei não, viu?

    Por último, um padre cearense encerrou um casamento no Ceará porque quem entrou na igreja conduzindo as alianças dos noivos não foram as tradicionais crianças; foram dois pets.

    🐕 Au! Au! Au!

    – Calma! Em breve vocês dominarão o planeta e os humanos passarão a latir e a balançar o rabo.

    Axepôco e tô fora.

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