quinta-feira - 02/10/2008 - 18:45h

“Arrendamento” do PT é maior feito do grupo de Sandra

A postulação de Larissa Rosado (PSB) a prefeito foi constituída sob dois princípios: o da necessidade de impedir o surgimento de alguma candidatura não-Rosado na oposição à Fafá e com a perspectiva de vencer a prefeita, em face da vulnerabilidade de sua gestão.

O primeiro objetivo foi alcançado, mas fracionando o já flácido oposicionismo. Quanto ao segundo preceito, a campanha revela consideráveis dificuldades para superação da adversária.

A estratégia de “arrendar” um inimigo histórico, o PT, obtendo a “franquia” da marca Lula, foi o grande feito que o rosadismo empalmou na atual conjuntura. Entretanto parece não ter sido o suficiente para transformá-lo num diferencial vitorioso, adesivado à candidatura de Larissa.

A candidata tenta ser estuário da singular popularidade de Lula, de quem sua família era adversária histórica até bem poucos anos. Não é fácil fazer colar esse enxerto. Fafá, a super-estrutura da prefeitura e a liderança populista da senadora Rosalba Ciarlini indicam que o governismo local sobra.

Outro atalho tentado à vitória, é a amputação da candidatura de Fafá, derrubada no TRE, mas ainda sob esperança de expurgo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Porém mesmo nessa seara, os ventos não são de bonança. Existe revide poderoso.

A coligação que abriga a postulação de Fafá Rosado (DEM) enceta contra-ataque incisivo na Justiça Eleitoral. Pede a cassação do registro de candidatura de Larissa. Em uma dessas demandas, há adicional de sanção que pode torná-la inelegível para 2010.

* Aguarde a terceira e última parte desta reportagem especial.

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