Acompanhei o debate da audiência pública da Câmara de Mossoró, sobre "saúde da mulher" (AQUI). Realmente como você frisou o tema saúde da mulher não foi nem de longe discutido.
Vou dar apenas três exemplos do descaso:
1 – Na unidade Básica de Saúde Dr. Aguinaldo Pereira, no conjunto Vingt-Rosado, as receitas estão sendo feitas com a divisão de uma folha de papel oficio em quatro pedaços (compradas pela diretora da unidade) e depois colocado um carimbo na parte superior com a identificação da Unidade;
2 – Os exames de prevenção realizados em março ainda não tiveram seus resultados entregues (caso alguma mulher necessite de tratamento ginecológico certamente terá problemas com todo este atraso).
3 – Os exames de transvaginal pélvica, que são marcados pelo posto para serem realizados no PAM do Bom Jardim, estão também sem serem realizados. As pacientes que marcaram para o dia 02 de março ainda não fizeram (o aparelho quebrou e passou 45 dias para ser consertado), então foi remarcado para 03 de maio às 11h (mas uma vez não foi realizado – o médico faltou), e foi mais uma vez remarcado, agora para o próximo dia 09 às 06h30min (será que o médico vai estar lá neste horário? Acho difícil).
Amigo, digo isto com propriedade, pois o fato narrado refere-se ao que está ocorrendo com minha esposa. Graças a DEUS não esta doente e são apenas os exames de rotina que ela faz regularmente.
Fico imaginado – como disse anteriormente – se fosse uma mulher com algum problema. Apelaria a quem? Ao Ministério público? Talvez, porém não tenho visto, qualquer ação para mudar este cenário, pois o mesmo nem se quer participou da audiência na Câmara.
Obrigado.
Luiz Carlos – Webleitor.























