A sessão que teria a segunda votação às emendas ao projeto original do Orçamento Geral do Município (OGM) 2011 terminou de forma abrupta. Outra vez o presidente Claudionor dos Santos (PDT) pôs fim aos trabalhos, em decisão pessoal.
Com galerias lotadas por servidores municipais e outros populares (veja postagem mais abaixo), as discussões se elevaram em altos decibeis.
Claudionor entendeu que o projeto não podia continuar tramitando. Quer que um substitutivo enviado pelo governo da prefeita de direito, Fátima Rosado (DEM), seja acatado e cumpra novo cronograma de análises e votações.
Para conseguir seu intento de acabar a sessão, Claudionor botou tudo debaixo do braço, na marra, saindo do plenário sob vaias das galerias e protestos dos vereadores da oposição.
Os vereadores Daniel Gomes (PMDB) e Francisco José Júnior (PMN) ainda tentaram puxar o calhamaço, sem sucesso. Baixaria generalizada.
Outra vez o governismo, via Claudionor, faz a Câmara de Mossoró emperrar.
Depois trago mais novidades.
Foto (Cézar Alves) – Claudionor (encoberto pelo projeto) agarra calhamaço e não deixa que Francisco José Júnior (à sua direita) e Daniel Gomes (à sua esquerda) consigam tomar. Jório Nogueira, diante deles, pede ponderação.






















Carlos Santos, você sabe, sincera e francamente, qual o motivo para um homem público agir de forma a macular sua própria imagem perante a sociedade a qual, amanhã, ele vai depender? Será temor, convicção política, subserviência, interesse econômico, interesse político?
Uma coisa é certa: algo muito importante move o Presidente da Câmara Municipal desta cidade na defesa incessante do Executivo.
Esse “Olho que enxerga Mossoró”,é um TAPURÚ do esgoto da política cá dessa terra.Que nojo!
Parece programa de humor, mas estamos em Mossoró que é um país fora do sistema. Vamos nos globalizar Mossoró.
O Claudionor protagonizou uma cena prá lá de enojante. Causa náuseas. Isso é um circo ou uma Casa Legislativa ? Isso é um plenário ou o picadeiro de um circo ?