O Palácio da Resistência enganou até mesmo o jornalista César Santos (diretor-geral do Jornal de Fato), nesse redemoinho que enfrenta para justificar a crise de gestão que enfrenta. Coisa bizarra.
Passou em primeira mão para ele o elenco de medidas que adotaria para conter a crise no erário. Parte delas já antecipadas pelo Blog no domingo (2). César veiculou na terça (4), inflando a notÃcia como sendo em "primeira mão".
Ocorre que nessa quarta (5), o Jornal Oficial do MunicÃpio (JOM) suprimiu, por exemplo, a demissão de 20% dos cargos comisisonados.
Desmentiu – e desmoralizou – a própria informação oficial que a Gerência de Comunicação da PMM fornecera à imprensa à tarde de terça.
Este Blog publicou-a ontem à noite. Atendeu à lógica de dar crédito a uma fonte oficial.
A patota está perdida. Quanto mais se mexe, maior é o odor que exala de seus atos administrativos.























Não digo que ‘enganou’ (qd conversei com o secretário Canindé Maia percebi sinceridade nas palavras dele) até pq na mesma data que César divulgou a notÃcia O Mossoroense tb trouxe a informação do corte de 20% dos cargos comissionados. Se o corte é de 20% não seriam demitidos 150 comissionados, mas 90 tendo em vista que a reforma administrativa aprovada no ano passado previa 450 cargos comissionados. Para mim o que houve foi pressão mesmo. Quanto aos valores conversei com o secretário hoje. Ele me explicou que os dois jornais acertaram. A meta, segundo o secretário, é economizar R$ 26 milhões pq a arrecadação do munìcipio deve ser de R$ 300 milhões até dezembro (a previsão do OGM aprovado ano passado era de R$ 326 milhões). O secretário me falou que o esforço pode resultar numa economia de R$ 30 milhões. Não sou assessor da Prefeitura de Mossoró, mas em nome do bom jornalismo espero ter colaborado com esses esclarecimentos.
Dois motivos simples levaram a noticia do corte de 20% ser afogada em aguas tórridas: 1-A repercussão politica que essa medida traria hoje, amanhã e todos os dias dessa gestão, 2-A ausência de mais de 15 dias da Prefeita Fátima Rosado que encontra-se na capital mas que está a par de todas as tomadas de decisão. Ela sabe das noticias, ouve rádio, lê jornal, conversa ao telefone vai a “coffeur”. As cobranças das medidas desastrosas e sem medidas chegam a Fátima como uma boa música chega ao ouvidos.Foi pensando nessese dois motivos que muito barco veio à deriva.
Eu digo que ‘enganou’ um bocaim de gente, a tudo e a todos, inclsuive naô houve nem estár haveno nem haverá sensibilidade nem respeito sobre a situação de cada servidor. Seja ele gratificado, comissionado ou efetivo. O Que se perceber é uma onda de poder se alastrando pela PMM como um tsunami. Basta vc caro jornalista lembrar que tudo que a ex-prefeita deixou e ninguem pÔs a maô continua intacto, o contrário, um destroço só: exemplo? segue um ou dois , a SAÙDE depois da exoneração de Dorinha Bulamaque virou um caos, (antes nunca nem ninguem haveria citado um só desmando), a EDUCAÇAÔ depois da Educadora Ninà Reboucas tudo que possa imaginar tem aconbtecido (desde pequenos poderes a escolas fechadas(, e por fim na CULTURA com a exoneração do eterno dono da pasta GONZAGA CHIMBINHO mossoró nunca mais haverá os grandes espetaculos palco de incontaveis titulos inclusive o da CAITAL DA CULTURA, nao era a toa a devoção de cada ‘administrador’/gerente/secretário. Todos deram a vida pelos resultados, e por fim o controle financeiro, feliz época do então secretário de financas João Henrique Maia. Eu sei e tenho certeza que todo mundo sente muita saudade da administraçao da ex-prefeita Rosalba dados esses exemplos que pofdemos nomeá-los de competencia e responsabilidade. hj em total desuso…………………………..!!!!
Carlos Santos, muito bem colocado: “A patota está perdida. Quanto mais se mexe, maior é o odor que exala de seus atos admnistrativos”.