terça-feira - 01/02/2011 - 22:09h
Deu na coluna de Augusto Nunes (Veja Online):
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Ta na hora do povo acordar e dar um descanso a esse rapaz não votando mais nele. O coitado deve estar stressado e sem dinheiro e precisa de umas merecidas férias. Só trabalho, trabalho e trabalho assim não tem ninguém que aguente a barra.
O Henrique Alves é como aquela panela que se utiliza para cozinhar rápido – SÓ VAI NA PRESSÃO. Tenho dito.
Carlos:
Na última eleição entre outros votos, votei em Betinho Rosado, pois representava Mossoró, e em Garibaldi Alves, pois como Governador tinha serviços prestados ao estado, assim como Senador, eis que no dia das suas posses, estes simplesmente ignoraram os votos sulflagrados nas urnas, e simplesmente “se afastaram”, o primeiro deu lugar ao “natalense” Rogerio Marinho, e o segundo ao Paulo Davim, sendo que o primeiro ainda recebeu alguns votos, contudo havia sido reprovado nas urnas, e já o segundo nenhum voto recebeu e é agora Senador da república…
Assim não sei se é pior votar em Henrique e sua insana briga por “cargos”, ou votar em candidatos que mesmo eleitos, renegam o que o povo do Rio Grande do Norte lhes outorgou.
Luiz Carlos
É difícil para nós, cidadãos distanciados do dia a dia da política, entender o nível de decisões das quais Henrique participa. Só tem vida política quem consegue realizar projetos, comandar ações. A forma como as coisas são colocadas reduzem a batalha à busca de empregos e instalação de jabutis. Não é tão simples. Se fosse apenas isso, cargos de quinto escalão resolviam, com menos pressão e cobrança, não é? O que o Henrique quer é poder para tocar projetos. Se eles serão benéficos para a população, é outro estágio de debate. Se tivéssemos administrações mais técnicas e menos políticas, não haveria aparelhamento de governos pelo partido vencedor e não haveria necessidade dos partidos aliados brigarem por espaços para manterem o equilibrio de forças. O PT ficaria com tudo, se os outros partidos não brigarem pelos seus espaços. Acontece que o PT não ganhou as eleições sozinho e os aliados querem participar do comando administrativo e não apenas dos comicios de campanha.
Caro Luiz Carlos Martins, o seu sentimento de frustração é compreensível, mas é muito mais fácil nós mudarmos como eleitores do que o sistema mudar para ficar como gostariamos que fosse. Quando escolheu votar em Garibaldi você procurou saber quem eram os suplentes? Quando vota em um candidato majoritário, você procura saber qual é a biografia do vice? Pois é. Esses são cargos para os quais deve-se observar quem assumirá nas oportunidades de afastamento do titular. Em relação a Betinho, o seu sentimento se dá em virtude da personalização do nosso voto. A reforma política em gestação não aplacará o seu sentimento, uma vez que visa fortalecer ainda mais os partidos e não os candidatos, ao contrário da sua expectativa. Com a reforma política como se planeja, será tão importante ser indicado dentro do partido quanto receber votos nas eleições gerais, com a adoção do sistema de listas. Portanto, meu caro, fiquemos atentos às listas, aos vices, aos suplentes, porque a tendência é que a gente vote em grupos e não em individuos.
Caro Tales:
Ao votar em Garibaldi, verifiquei sim quem seriam os seus dois (2) suplentes, só não esperava que este não ficasse nenhum dia efetivo como senador, ou seja votei em Garibaldi como titular, e escolhi efetivamente o seu supleite para ser o titular.
Já quanto a Betinho Rosado, a reforma política que um dia virá, não abarcará esta situação, até porque ele é filiado ao DEM e o suplente da coligação (e não do partido) era do PSDB, se não me engano.
A mudança virá não com uma reforma política, que venha a tornar os partidos mais fortes, mas efetivamente quando tomarmos vergonha na cara, até porque, o povo do Rio Grande do Norte, tinha oito federais, que tinham certeza da reeleição, isso somente não aconteceu, porque, pela sorte do destino, apareceu o intruso do Paulo Wagner, que excluiu o que a governadora trouxe de volta, ao convocar Betinho para a secretaria.