Como já postamos hoje, uma enorme pressão polÃtica interna e externa sustou a demissão de cerca de quase 200 comissionados. O estresse é desmedido.
Outra luta paralela é para preservação de contratos de locação de máquinas pesadas, veÃculos e imóveis, bem como determinadas terceirizações. São intocáveis o cartão "Mais você" e contratos de terceirização da limpeza urbana (mais de R$ 750 mil por mês) e de mão-de-obra (contrato de mais de R$ 6,4 milhões).
Ou seja, as medidas decretadas e publicadas no Jornal Oficial do MunicÃpio (JOM), hoje, continuam sendo paliativos. No máximo provocam chagas nas costas do servidor municipal.
Na prática, a economia anunciada de R$ 26 milhões ou de R$ 30 milhões, conforme versões distintas da própria prefeitura, não é possÃvel de ser alcançada. O governo da prefeita-enfermeira Fátima Rosado (DEM) não topa cortar a "própria carne".
Reduzindo cafezinho, metendo a mão no bolso do servidor humilde e com expediente funcional corrido (como em microscópicos municÃpios sertanejos), apenas faz-de-conta que economiza.
A sangria é mais embaixo e a patota não quer avançar nelas.
Nota do Blog – engraçado é que praticamente não se vê, na mÃdia convencional, ninguém contestando essas versões desencontradas e as informações surreais que são postas.























Tudo que está acontecendo na Prefeitura de Mossoró, apesar de eu não ser vidente, já previa. Com tanto gasto em coisas fúteis para ela e tanta aquisição em ritmo acelerado de bens para o hob particular de quem a governa, não dava outra.
Temos um blog. Ele é simples, mas sempre que recebe uma visita de alguém como o ilustre jornalista Carlos Santos torna-se rico. Imagine com o seu comentário!