segunda-feira - 14/05/2018 - 09:20h
Em Natal

TJ promove hoje o III Encontro de Magistrados do RN

Desembargador Expedito abriu evento (Foto: TJRN)

O Tribunal de Justiça do RN (TJRN), sobre a presidência do desembargador Expedito Ferreira, abriu na manhã de hoje (segunda-feira, 14) o III Encontro de Magistrados do Rio Grande do Norte, na Escola da Magistratura do RN (ESMARN) – em Natal.

Os dois primeiros encontros foram promovidos pela atual administração do Poder Judiciário potiguar no ano de 2017, em 20 de fevereiro e 11 de dezembro respectivamente.

Em sua primeira edição do ano, o Encontro focará a expansão do Processo Judicial Eletrônico (PJe) para todas as comarcas do Rio Grande do Norte.

“Todos aceitaram o desafio que lançamos no Primeiro Encontro de Magistrados”, pontuou Expedito Ferreira ao acrescentar que o TJ potiguar julgou 154% processos a mais do que a quantidade que recebeu durante o ano de 2017″, disse Expedito na abertura do evento.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público
segunda-feira - 14/05/2018 - 05:36h
Quinta-feira, 17

Campanha da Fraternidade entregará o “gesto concreto”

Será na próxima quinta-feira (17), às 10h, no auditório da Cúria Diocesana em Mossoró, a apresentação do resultado e a entrega do Gesto Concreto da Campanha da Fraternidade 2018 ao “Lar da Criança Pobre”.

O Bispo Diocesano, Dom Mariano Manzana, entregará à coordenadora Irmã Liselotte Elfriede Scherzinger, mais conhecida como Irmã Ellen, a doação feita pelos fiéis no Domingo de Ramos nas paróquias da Diocese de Mossoró.

O tema da Campanha da Franternidade 2018 é “Fraternidade e superação da violência” e o lema “Vós sois todos irmãos”.

Através da Pastoral Carcerária, o Lar da Criança Pobre desenvolve um trabalho de acompanhamento dos encarcerados nas unidades prisionais da região.

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segunda-feira - 14/05/2018 - 04:28h
Série D

América avança à classificação com placar de 4 x 2

Em jogo movimentado na Arena das Dunas, o América-RN venceu o Belo Jardim por 4 a 2 e encaminhou a classificação para a segunda fase da Série D do Campeonato Brasileiro.

O principal destaque do Alvirrubro foi o atacante Flávio Carioca, que marcou dois gols, e acabou expulso no segundo tempo. Danilo também marcou e Luiz Fernando fechou o placar no segundo tempo.

Os gols do Belo Jardim foram de Thalison e Gustavo, segundo tempo. Apesar de dominar o jogo praticamente inteiro e abrir 2 a 0 com menos de 15 minutos de jogo, o América-RN sofreu o empate e dificultou um jogo praticamente resolvido.

No segundo tempo, precisou da força do jogo aéreo de Flávio Carioca para desempatar e encaminhar o resultado. Veja mais detalhes clicando AQUI.

Assu empata fora de casa

O empate sem gols entre Sparta-TO e Assu-RN foi ruim para os dois times nesse domingo (13), no Estádio Mirandão, em Araguaína-TO, pelo Grupo A5 do Campeonato Brasileiro da Série D.

O time tocantinense ocupa a quarta colocação com apenas dois pontos, enquanto o Assu segue em terceiro com quatro. O líder é Moto Club (MA) com dez seguido do Altos (PI) com cinco. Com informações do site do Futebol do Interior (veja AQUI).

Globo joga hoje

O Globo de Ceará-mirim joga nesta segunda-feira (14). Vai enfrentar o Santa Cruz (PE) no Estádio Barretão em Ceará-mirim, a partir das 21h15 pela Série C.

Os times estão no Grupo A.

Leia também: ABC deixa escapar vitória no final do jogo.

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Categoria(s): Esporte
domingo - 13/05/2018 - 23:56h

Pensando bem…

“As pessoas julgam a aparência, mas esquecem que o mal da sociedade são as pessoas sem caráter”.

Renato Russo

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domingo - 13/05/2018 - 15:08h

Às mães (Poema de nomes)

Por François Silvestre

Mariana Suassuna, Guilhermina de Alencar (Mãe-Guilé), Vevéia, largada de sua gente para cuidar de filho alheio, Madrinha Zeneida Correia de Alencar, Didi Gurgel, Tercina Pereira, Antônia de Bibiana, Diínha, Margarida Simplício.

As que partiram nas asas do beija-flor.

Dilma, irmã mais velha, cuja valentia só encontrou adversário no Alzheimer, Terezinha, mãe do filho e vice-mãe dos irmãos, Dalva, mãe acolhedora dos desvalidos nos tempos idos de Sobradinho, Aurélia Suassuna, cuja casa foi abrigo e amparo de tantos e de todos, Betaceli Suassuna, irmã de escolha, Suelene Suassuna, mãe das três, Aurélia Tâmisa, filha e mãe, Fernanda Tâmisa, filha e mãe, Raíssa Tâmisa, vice-mãe dos sobrinhos

François Silvestre é escritor

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Categoria(s): Crônica
domingo - 13/05/2018 - 07:52h
História

Geisel autorizou execução de pelo menos dois potiguares

Por Rafael Duarte (Agência Saiba Mais)

Três dias depois da reunião em que o então presidente da República Ernesto Geisel autorizou as “execuções sumárias de subversivos perigosos”, o jornalista natalense Luiz Ignácio Maranhão Filho foi preso por agentes do Estado em uma praça pública de São Paulo e desapareceu. A prisão dele ocorreu em 3 de abril de 1974 e até hoje seu corpo não foi encontrado.

Destino semelhante teve o jornalista, ator e poeta caicoense Hiram de Lima Pereira, preso pelos órgãos de segurança em 15 de janeiro de 1975.

Geisel orientou Figueiredo para que "apenas subversivos perigosos fossem executados” (Foto: posse de Figueiredo 15-03-79)

O nome dos militantes comunistas Luiz Maranhão e Hiram Pereira voltaram à tona depois que o Departamento de Estado dos EUA revelou um memorando, datado de 11 de abril de 1974, enviado pelo diretor da Agência de Inteligência Norte-americana (CIA) ao então secretário de Estado Henry Kissinger.

O documento foi trazido a público pelo pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Matias Spektor e confirma que a cúpula do governo brasileiro sabia dos assassinatos contra os opositores do regime militar. Até então, essa versão era negada oficialmente.

Dois presidentes

No memorando consta que, inicialmente, Geisel pediu para refletir sobre a questão, mas em 1º de abril de 1974, “informou ao general Figueiredo que a política deveria continuar, mas que extremo cuidado deveria ser tomado para assegurar que apenas subversivos perigosos fossem executados”. E exigiu ao Centro de Informações do Exército a autorização prévia do próprio Palácio do Planalto.

Jornalista, ator e poeta, Hiram de Lima Pereira nasceu em Caicó (Foto: Web)

Ernesto Geisel governou o país de 1974 a 1979, quando passou a faixa presidencial para o general João Batista Figueiredo.

Luiz Maranhão e Hiram Pereira estão na lista dos 89 desaparecidos políticos oficiais da ditadura militar, a partir de 1º de abril de 1974, que nunca foram encontrados. O relatório da Comissão Nacional da Verdade (CNV) diz ainda que 11 pessoas podem ter desaparecido ou morrido também a partir de abril daquele ano, mas as datas não foram esclarecidas.

Ao todo, foram confirmadas pela CNV 434 mortes e desaparecimentos de vítimas da ditadura militar no país. Entre elas, 210 estão desaparecidas.

Mortes

O destino dos corpos dos militantes desaparecidos durante o regime militar vem sendo revelado aos poucos por colaboradores e agentes da ditadura. Há depoimentos registrados pela Comissão Nacional da Verdade confirmando as mortes de vários militantes, entre eles Luiz Maranhão Filho e Hiram Pereira.

O ex-sargento do Exército Marival Chaves revelou em 2012 que Hiran foi interrogado no centro de torturas e execuções, implantado clandestinamente pelo Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI) em Itapevi, na Grande São Paulo, morreu sob torturas e teve seu corpo lançado em um rio próximo a Avaré.

Já o assassinato do jornalista Luiz Maranhão Filho foi trazido à tona, também em 2012, pelo delegado Cláudio Guerra, autor do livro “Memórias de uma guerra suja”.

Segundo ele, Maranhão foi barbaramente torturado e teve o corpo incinerado numa usina de açúcar, no Rio de Janeiro.

Maranhão teve corpo queimado em usina (Foto: Comissão da Verdade)

Impacto

O pesquisador da FGV Matias Spektor, responsável por trazer o documento que comprova a anuência de Ernesto Geisel em relação às execuções pelo regime, registrou sua perplexidade diante da informação:

– Este é o documento mais perturbador que já li em 20 anos de pesquisa.

A Agência Saiba Mais procurou o economista Roberto Monte,  principal referência em Direitos Humanos no Rio Grande do Norte e maior pesquisador sobre registros da ditadura militar no Estado.

Para ele, na prática, o documento não muda muita coisa, mas é importante:

– O documento que veio à tona agora revela o que todo mundo já sabia, mas mesmo assim uma coisa é você ouvir dizer outra é saber que aconteceu de fato, por isso é importante. Agora em termos de novidades, as grandes informações vieram do (ex-sargento) Marival Chaves e do Cláudio Guerra, que contaram com detalhes o que aconteceu e ali fica patente a participação do Estado.

Blog Carlos Santos

Leia também: Cai a máscara;

Leia também: O poder letal da “ditabranda”.

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Categoria(s): Política
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domingo - 13/05/2018 - 06:48h

Contextualização da geopolítica e os reflexos na América Latina

Por Gutemberg Dias

O que está acontecendo no Brasil não é um fato isolado. A grande mídia procura imprimir na consciência do cidadão brasileiro que tudo que estamos vivenciando é algo de Brasil, ou seja, para o senso comum o que acontece aqui é único e restrito ao nosso país.

Não é possível fazer uma análise do Brasil sem olhar para o contexto internacional. O mundo vem ao longo dos últimos anos passando por grandes mudanças no que tange ao reposicionamento geopolítico das grandes potenciais mundiais.

Um grande exemplo disso é o cenário com a China tomando a dianteira frente ao EUA no quesito economia. Essa transição vem alterando as relações de poder no âmbito dos continentes.

Já no contexto das pendengas belicosas a Rússia reassume um papel importante como potencia militar e recomeça a peitar os americanos e seus aliados históricos. Hoje a principal disputa nesse campo é em relação à Síria. Os americanos têm interesse na deposição do presidente daquele país e os russos vem cacifando a permanência de Bashar Al Assad.

Russos claramente se opõem à política de expansão americana no âmbito do oriente médio que começou com a guerra contra o Iraque e, posteriormente, com a manutenção da guerra contra o terrorismo.

Temos o surgimento do BRICS, acrônimo em língua inglesa de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, formado por países emergentes que passaram a pautar temas que atacam frontalmente os interesses do Fundo Monetário Internacional (FMI). Consequentemente, os interesses americanos no âmbito das nações que compõem esse bloco e, também, na franja de países que estão atrelados por algum motivo a essas nações.

Então o deslocamento de poder começa a mexer na engrenagem da geopolítica e, principalmente, com os EUA que passam a ser a potência mais atingida com essas mudanças. Daí é fácil se perceber que colocam em movimento sua máquina de guerra, seja bélica, comercial ou diplomática para reverter suas perdas em relação à hegemonia.

Esse movimento tem grande reflexo na América Latina. Se pararmos para analisar, veremos os eventos que vêm sendo desencadeados desde o final dos anos 1990, quando se inicia uma ascensão de governos de cunho progressista à frente dos países da América Latina, notadamente, pela eleição de Hugo Chàvez na Venezuela.

Com a mudança do perfil diretivo nesses países a influência norte-americana aos poucos veio sendo solapada e novas aglutinações de interesses passaram a se sobrepor aos interesses dos EUA. A própria reestruturação do Mercosul e o sepultamento da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA) são exemplos claros do enfrentamento desse bloco progressista em relação a política internacional norte-americana.

À medida que os países passavam a se contrapor aos interesses americanos, ocorria uma alinhamento com outros parceiros, no caso específico dos países da AL, a China começa a entrar com maior força nas relações comerciais. Não é à toa que o Brasil passa a compor esse novo bloco econômico (BRICS) numa perspectiva de romper definitivamente com a subserviência ao capital e poder norte-americano.

Essas mudanças levam os americanos a investir no processo de desestabilização política dos países que fizeram a mudança para governos progressista de linha socialista. As ações contra a Venezuela, ainda, quando Chávez estava à frente daquele país, mostra claramente essa nova investida imperialista que se iniciou por um viés militar, mas logo substituído pela associação do capital rentista, judiciário e grande mídia.

Nessa batida se inicia uma operação com foco numa bandeira de combate à corrupção, onde o estado americano passa a investir na formação de representantes do poder judiciário e policiais oriundos dos países da América Latina, bem como tem início processos de golpes contra os governos, como em Honduras (2009), Paraguai (2012) e Brasil (2016).

Todos eles possuem um viés associativo entre o poder legislativo, judiciário e à grande mídia, dando dessa forma ares de constitucionalidade às deposições dos governos legítimos eleitos pelo voto popular.

Nesse cenário são claras as movimentações das grandes potências, notadamente os EUA, que se movimentam para manter sua hegemonia internacional no campo econômico e militar ante o avanço da China e Rússia, que passam a capitanear o bloco de oposição a essa hegemonia.

Tudo isso tem impacto direto nos recentes  acontecimentos no âmbito do Brasil.

Gutemberg Dias é graduado em geografia, professor da Universidade do Estado do RN (UERN) e empresário.

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domingo - 13/05/2018 - 05:38h

Nossa saudade

Por Odemirton Filho

No decorrer de nossas vidas muitos são os caminhos percorridos. Cada um traz no coração sentimentos diversos.

Se volvermos o olhar ao passado veremos quantas perdas sofremos e quantas saudades carregamos em nossa alma.

A construção da vida é feita passo a passo. A cada momento de nossa existência conseguimos um pouco daquilo que almejamos.

Nesse trilhar muitos fatos e muitas pessoas ficaram para trás.

Da infância resgatamos os momentos mais doces. Nossos pais, irmãos, familiares e amigos faziam parte de nosso cotidiano. A preocupação era, tão somente, as notas do colégio.

O junho de nossas vidas era marcado pelas brincadeiras nas ruas, sem a violência de hoje.

Os pais guiavam nossos passos e os avós eram a referência.

O tempo passou. Da adolescência guardamos as primeiras paqueras, o primeiro beijo ou o primeiro amor. Sonhadores, queríamos conquistar e revolucionar o mundo.

Sair à noite com os amigos era sinônimo de liberdade. O dinheiro só era suficiente quando fazíamos a “cotinha” entre os amigos para comprar aquela bebida preferida.

Os mais afoitos fugiam de casa às escondidas para aproveitar o que a juventude, de sonhos e desejos, proporcionava.

Se olharmos para o passado muitos irão ver que já não temos nossos pais e avós.

A maioria dos amigos já se distanciou, poucos nos restam. Os amores adolescentes lá ficaram.

A vida continua, é certo.

Porém, as preocupações da vida cotidiana nos fazem perder um tempo precioso, distante das pessoas que amamos e daquilo que gostamos de fazer.

Atualmente, perdemo-nos nas pequenas coisas, o essencial sempre deixamos para depois.

Quando percebemos aquela viagem não deu certo. Os momentos simples passaram. Aquela pessoa que amamos já não podemos abraçar.

Vale a pena tanta correria?

Para a nossa reflexão deixo as palavras de Cecilia Meireles:

“De que são feitos os dias? De pequenos desejos, vagarosas saudades, silenciosas lembranças”.

Odemirton Filho é professor e oficial de Justiça

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domingo - 13/05/2018 - 04:44h

Sua majestade o presidente do Brasil

Por Paulo Linhares

Em tempos idos, lida com a avidez da juventude, a instigante obra de Ernest Hambloch, diplomata inglês, jornalista e brasilianista das décadas de vinte e trinta do século XX, Sua Majestade o Presidente do Brasil – Um estudo do Brasil constitucional (1889-1934), publicada originalmente em inglês em 1934 e que mereceu bem cuidada tradução de Lêda Boechat para o português, enriquecida por estudo rigoroso e enriquecedor de José Honório Rodrigues, à guisa de posfácio, que veio a lume em edição da Editora do Senado Federal, no ano 2000, por sua enorme atualidade tem sido revisitada noutros momentos, sobretudo, agora quando este país se dispõe em realizar mais uma eleição presidencial neste ano de 2018.

A vigorosa abordagem de Hambloch, mais de oito décadas depois, se mostra de uma desconcertante atualidade e, em especial, quando projeta alguns aspectos inerentes à instituição do presidencialismo à brasileira, também presente noutras repúblicas sul-americanas, marcada pelo desprezo à democracia e feroz apego ao caudilhismo e às fórmulas autocráticas e burocráticas típicas das oligarquias brasileiras, de ontem e de hoje, no exercício da magistratura suprema da nação, ou seja, da chefia do Estado brasileiro.

Segundo acentua Roberto Gomes (disponível: //bit.ly/2KaSgXw, acesso: 10 mai 2018), em abordagem recente,  “Hambloch foi membro do Foreign Office e cônsul inglês no Brasil, onde morou cerca de vinte anos, trabalhando na Câmara Britânica do Comércio, no Rio. Saiu expulso, ameaçado por uma campanha que o acusava de ‘denegrir a imagem do país’. Os nacionalistas de plantão, bobos e oportunistas, viam nele uma víbora a ser pisoteada”.

SEM DÚVIDA, a atualíssima análise de Hambloch tem como eixo a compreensão de que “as origens dos males do Brasil devem ser buscadas nos defeitos de seu regime político”, de modo que as explicações a partir de certas abordagens econômicas e sociais caem no vazio, porquanto, lastimavelmente, hoje como nos albores da República instituída em 1889, “a política no Brasil nada tem a ver com questões políticas”, o que fica por demais evidente quando se constata que o Brasil vive, neste momento, uma profunda crise institucional caracterizada pelo descompasso entre os Poderes da República que teve início com o episódio do impedimento da presidente Dilma Rousseff e a pauta política do país foi deslocada para o Poder Judiciário, aliado ao Ministério Público e à Polícia Federal. E por falar em Poder Judiciário, é bom lembrar que entre os tantos poderes do presidente da República está o de escolher, por ato de sua exclusiva vontade, todos os onze ministros do Supremo Tribunal Federal.

Esse arranjo superestrutural, todavia, é precário e tende a ser revertido quando emergir das urnas de 2018 mais um ‘predestinado’, um homem forte, que governará este país pelos próximos quatros anos. É estarrecedor imaginar que, nestes “tristes  trópicos”, para usar as palavras do franco-belga Claude Lévi-Strauss, ainda prevalece a noção captada pelo arguto Hambloch de que “os princípios e sistemas democráticos não dependem, como ainda pensa a maioria dos idealistas latino-americanos, de cartas constitucionais, mas de convicções. A fé vale mais do que o fato”.

Coincidência é que Lévi-Strauss e Hambloch colheram suas impressões sobre o Brasil numa mesma época, os anos de 1930.

Tanto isto é verdade que  no Brasil as instituições partidárias, de confusas marcações politico-filosóficas, não enfeixam projetos políticos, ideias ou visões a serem postos à disposição da sociedade quando esta é chamada a decidir sobre a renovação periódica das estruturas de poder estatal, nos três níveis federativos.

Com efeito,  no momento atual, os partidos políticos nada mais representam que biombos por onde transitam interesses individuais e de grupos que buscam capturar e manter as instituições de governo, numa ocupação burocrática e parasitária do poder, quase sempre sem definições de propostas que atendam às demandas sociais, econômicas, políticas e culturais da sociedade brasileira.

Ressalte-se, aliás, que a história constitucional republicana registra um crescimento continuo, integral e consolidado dos poderes atribuídos ao presidente da República, seja nos períodos em que vicejaram as autocracias (a era Vargas, de 1930 a 1945; a Ditadura Militar, de 1964 a 1985) ou aqueles em que se praticou, em variados graus e formas, a democracia.

Embora possa ser paradoxal, não há exagero na afirmação de que a democrática Constituição de 1988 atribui ao presidente da República bem mais competências e prerrogativas que suas antecessoras, salvo a protofascista Constituição de 1937, apelidada de “Polaca”.

A propósito da Carta de 1988, chamada de “Constituição Cidadã”, vale lembrar que no seu processo constituinte tudo indicava que dela resultaria um sistema de governo do tipo parlamentar, pois era o parlamentarismo um credo comum aos vários grupamentos políticos e lideranças – grande parte daquelas que se ombrearam nos palanques do movimento Diretas Já – que se opunham ao ciclo de governos militares e lutaram pela superação do regime autocrático que estes representaram.

Ao fim e ao cabo, falou mais alto a tradição autocrática das elites tupiniquins, de praticamente todos os matizes políticos e ideológicos, da esquerda à direita: venceu, mais uma vez, a ideia de uma presidência da República guarnecida de amplos e imperiais poderes. Isso foi confirmado cinco anos depois com a realização do plebiscito, em 21 de abril de 1993 (originalmente previsto para 7 de setembro de 1993, modificada pela Emenda Constitucional nº 2/1992), em que o povo eleitor foi chamado a decidir sobre o sistema (parlamentarista ou presidencialista) e a forma (república ou monarquia) de governo, conforme determinava a Constituição de 1988.

A despeito do alto índice de abstenção, foram vencedores o presidencialismo e a firma de governo republicano, mantida, assim, a letra da Constituição. Os parlamentaristas de passado recente sumiram e restou inalterada a assertiva de Hambloch: “Os brasileiros admiram os métodos parlamentares ingleses tão sinceramente quanto a teoria da relatividade de Einstein, sendo o grau de compreensão o mesmo em cada um dos casos.” Pano rápido.

Sem razoável dúvida, o processo constituinte que deu origem à Carta de 1988 foi mais uma (excelente) oportunidade perdida de acabar com essa presidência da República majestática que não se coaduna com os verdadeiros postulados que imantam as instituições republicanas.

E para “fechar o firo”, cabe recordar a frase mais incisiva dessa estudioso inglês – e não menos profética, se tivermos em mente atuais episódios da vida institucional brasileira! -, quando, há mais de 80 anos, repita-se, tratou do presidencialismo de forte tradição autoritária e majestática dos países sul-americanos, sobretudo, do Brasil: “Os primeiros frutos da autocracia são corruptos e geram a corrupção.”

Ernest Hambloch precisa urgentemente ser relido, esse seu olhar sobre o Brasil de ontem e que muito diz do País que fatalmente emergirá das urnas em 2018.

Paulo Linhares é professor e advogado

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domingo - 13/05/2018 - 03:50h

Por que a economia não engrenou?

Por Josivan Barbosa

Responder a essa questão não é tarefa fácil e as explicações estão longe de serem definitivas e consensuais. Mas há um conjunto de fatores que são candidatos potenciais.

Em primeiro lugar os níveis de incerteza se encontram bem elevados na economia brasileira. O calendário eleitoral e o desfecho imprevisível da corrida presidencial estão na base desse processo. Períodos de incerteza aguda geram adiamento das decisões de consumo e de investimento, afetando, portanto, a recuperação da economia.

Em segundo lugar, mesmo com a forte queda da taxa básica de juros, que está em seus níveis mínimos históricos e assim deve permanecer por algum tempo, observa-se que as taxas de juros para prazos mais longos continuam elevadas.

Em terceiro lugar está o mercado de crédito, onde tem se verificado uma lenta redução das taxas de juros ao tomador final devido ao comportamento dos spreads bancários.

Em quarto lugar está o desempenho de um setor muito importante, mas que está bastante atrasado no processo de recuperação, o da Construção. Trata-se de um setor altamente intensivo em mão de obra e, portanto, com fortes efeitos multiplicadores da renda e do emprego.

Em quinto lugar está o processo de desalavancagem das empresas e por fim, ao longo das últimas semanas, a taxa de câmbio sofreu uma depreciação rápida, saindo do patamar de R$/US$ 3,20 para valores superiores a R$/US$ 3,50. O comportamento da taxa de câmbio joga, de forma quase definitiva, uma pá de cal na já incipiente recuperação da economia.

Estradas, que estradas?

Na última terça-feira viajamos para Campina Grande – PB para proferir uma palestra no III SIMPROVS – III Simpósio Nacional de Estudos para Produção Vegetal no Semiárido. Fizemos a viagem pelos trechos das BR 110, 226 (Estado do Rio Grande do Norte) e BR 230 (Estado da Paraíba).

As condições de tráfego da BR 110 já começam a preocupar. Há trechos entre Campo Grande e Upanema que estão completamente destruídos. A BR 226, no trecho entre Triunfo Potiguar e Campo Grande encontra-se também em péssimas condições.

Mas, o trecho que se encontra sem qualquer condição de uso é o que compreende a estrada estadual que liga o município de Jucurutu ao município de Caicó. O trecho (RN 118) representa o que existe de mais desorganizado na atual estrutura administrativa do nosso RN sem Sorte.

Uma viagem que poderia ser feita em apenas 30 minutos entre os dois municípios mais importantes do Seridó e que são importantes polos de produção de laticínios, demora-se mais de 120 minutos. Tivemos a infelicidade de transitar após 21h no retorno de Campina Grande.

Eram muitos os veículos quebrados e com pneus furados ao longo daquela rodovia estadual. Isto tudo, sem falar do perigo que cada ocupante de veículo é submetido pela facilidade de se expor aos assaltantes.

3Corações avança

O Grupo 3corações (conhecido por nós como Santa Clara), líder no mercado de café no Brasil, deu mais um passo em sua estratégia de apostar em marcas locais como uma das formas de alavancar o seu crescimento. A empresa, joint venture entre a São Miguel Holding e a israelense Strauss, acaba de fechar a aquisição das marcas e maquinários da Café Manaus, que tem sede na capital amazonense e pertencia à família Assayag.

Essa é a quarta aquisição feita pelo grupo desde 2016, um sinal de que no pulverizado segmento de café brasileiro, há bastante espaço para consolidação. No começo de 2016, a 3corações adquiriu as marcas de café e derivados da Cia Iguaçu de Café Solúvel e no primeiro semestre do ano passado, comprou em leilão a marca pernambucana Cirol.

No segundo semestre de 2017 também adquiriu a marca Toko, de Juiz de Fora (MG). De 2015, antes dessas aquisições, até o ano passado, a receita líquida da empresa subiu 46%, para R$ 3,7 bilhões. E assim, aquela pequena torrefação da Serra de São Miguel do RN vai ganhando o mundo.

Um governo que exclui

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 900 mil pessoas deixaram de integrar as classes A e B no ano passado. Somente na classe A – composta por famílias com renda mensal de R$ 11.001 ou mais – foram 500 mil a menos. Essa elite passou a ser formada por 10,3 milhões de indivíduos em 2017, o que representava 4,9% da população.

O retrocesso foi maior na classe B (renda familiar per capita superior a R$ 3.566). O contingente desse topo social recuou de 13,1 milhões para 12,8 milhões de pessoas, uma baixa de 2,3%.

De modo geral, o declínio dos brasileiros para camadas menos favorecidas refletiu a crise ainda presente no mercado de trabalho no ano passado. Apesar do início de recuperação do emprego, essa melhora se deu por postos de trabalho informais, geralmente de baixa qualidade e menores salários.

Ao mesmo tempo, o setor privado seguiu fechando vagas com carteira assinada.

Compreendendo a situação da Argentina

O efeito-dominó funciona assim: os Estados Unidos elevam os juros para combater a inflação; os capitais aplicados nos emergentes batem em revoada para buscar segurança em títulos do tesouro americano; o dólar se valoriza e torna-se escasso nas economias mais frágeis; as moedas locais, consequentemente, se desvalorizam; começa a faltar dólar para pagar a dívida externa.

Para atrair dólares, conter a fuga de capitais e interromper a depreciação da moeda, os bancos centrais jogam os juros na lua; os mercados se acalmam, enquanto o governo ganha um tempinho para dar um passo politicamente difícil – negociar um empréstimo com o FMI -, especialmente neste cantinho do planeta, onde as pessoas acham que os responsáveis por nossas mazelas estão localizados em dois números da avenida Pennsylvania, em Washington: no 1.600, onde fica a Casa Branca, e no 1.900, sede do Fundo.

A Argentina cumpriu exatamente esse roteiro e, agora, está na fase de pedir dinheiro ao FMI. O que este faz é conceder um financiamento para reforçar as reservas cambiais do país.

RN fora do Fundo Brasil-China

É muito rara a possibilidade do nosso RN sem sorte emplacar algum projeto que possa captar recursos do Fundo Brasil-China. Depois de uma peneira inicial, autoridades brasileiras e chinesas selecionaram cinco projetos – quatro de infraestrutura e um na área industrial – para receber aportes de US$ 2,4 bilhões do Fundo Brasil-China de Cooperação para Expansão da Capacidade Produtiva. O dinheiro poderá ser concedido como financiamento a taxas privilegiadas ou como “equity” com participação acionária de até 40% nos empreendimentos.

Anunciado em maio de 2015, durante encontro do primeiro-ministro Li Keqiang com a então presidente Dilma Rousseff em Brasília, o fundo demorou quase três anos para ser estruturado e chegar à lista final de candidatos para receber os primeiros desembolsos.

Os nomes dos escolhidos são guardados em sigilo por causa das cláusulas de confidencialidade. No mercado, especula-se que empreendimentos como a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) – de Figueirópolis (TO) a Jequié (BA) e o terminal portuário multicargas de São Luís (MA) devem estar na lista.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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  • Art&C - PMM - Abril de 2026
sábado - 12/05/2018 - 23:44h

Pensando bem…

“Sob a direção de um forte general, não haverá jamais soldados fracos”.

Sócrates

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sábado - 12/05/2018 - 21:22h
Governo do RN

PR conversa com todos e decide até julho quem apoiará

Até final de junho o Partido da República (PR) tomará posição quanto à política de alianças e seus candidatos a cargos majoritários no Rio Grande do Norte.

João Maia: decisão adiante (Foto: cedida)

– Sucessão presidencial a gente discute em Brasília, porque é questão da direção nacional. Mas a sucessão estadual nós vamos tomar a decisão no final de junho, início de julho, na plenária de Natal – adiantou o pré-candidato a deputado federal e presidente estadual da legenda, João Maia.

Ele deu entrevista a Rádio Cabugi do Seridó neste sábado (12), em Caicó, durante o II Encontro Regional do PR.

“Nós vamos apoiar um candidato a governo (…) temos conversado internamente, temos conversado com todos”, disse Maia.

O próximo encontro regional do PR acontecerá no sábado (19) na cidade de Pau dos Ferros.

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Categoria(s): Política
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sábado - 12/05/2018 - 20:10h
Mossoró

Projeto de LDO 2019 é apresentado com previsão de queda

O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2019, da Prefeitura Municipal de Mossoró, está em discussão na Câmara de Vereadores. E seu conteúdo apresenta estimativa de redução de números (receitas).

Desde abril o projeto do Executivo tramita na Casa.

O governo trabalha com previsões abaixo até do orçamento em vigor.

A estimativa orçamentária para 2019 é de R$ 536.378.363, com receita previdenciária superior a 109 milhões.

O exercício de 2018 que está em andamento ficou em R$ 559.937,786 do Orçamento Fiscal e R$ 151.156.661 da Seguridade Social.

O que é uma LDO?

– A LDO é usada para estabelecer metas na administração pública e como base para elaborar a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o ano (exercício) seguinte.

Leia também: A realidade distorcida das leis orçamentárias e seus números

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Categoria(s): Administração Pública / Política
sábado - 12/05/2018 - 19:23h
Reunião

Garibaldi procura organizar e fortalezar posição no Vale do Açu

Reunião ocorreu hoje em Assu (Foto: cedida)

O senador Garibaldi Filho (MDB) cumpriu agenda neste sábado (12), em Assu, na região do Vale do Açu.

Reuniu-se com membros do diretório local do MDB e correligionários para discutir os rumos que o partido deverá seguir no pleito deste ano.

“O MDB tem serviço prestado em Assu e na região, então tem tudo para se fortalecer e crescer no cenário político. Nosso objetivo aqui é conversar e se planejar, ao lado do deputado federal Walter Alves (MDB) e todos que colaboram para o desenvolvimento da região”, disse Garibaldi.

A reunião contou com a presença do presidente do diretório de Assu, Helder Cortez, da vice-prefeita Sandra Alves, do chefe de gabinete do deputado Walter Alves, Saint Clair Câmara, além dos colaboradores e correligionários.

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sábado - 12/05/2018 - 18:38h
Senado

“Os Alves e Maias só pensam neles próprios”, diz Magnólia

Pré-candidata ao Senado pelo Partido Solidariedade, a ex-atleta olímpica Magnólia Figueiredo acredita que a candidatura do grupo político mais tradicional apresentada até agora no Rio Grande do Norte só traz preocupação à sociedade.

Magnólia: Solidariedade (Foto: divulgação)

“Os Alves e Maias só pensam neles próprios. A rotina política deles há 40 anos comprova isso. A função de um Alves e de um Maia ao chegar ao Poder será preparar o futuro dos próximos Alves e Maia”, assinala.

“O RN vem em segundo plano no foco das oligarquias”, afirma Magnólia.

O Solidariedade apresenta-a como “a única pré-candidata ao Senado fora dos grupos tradicionais que tem chances de disputar o Senado contra os antigos caciques do RN”.

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Categoria(s): Política
sábado - 12/05/2018 - 18:18h
Futebol

ABC deixa escapar vitória em final de jogo da Série C

No Brasileirão da Série C, o ABC deixou escapar uma importante vitória sobre o Confiança, jogando à tarde de hoje (sábado, 12) em Aracaju-SE). Placar final foi Confiança 2 x 2 ABC.

Luan abriu placar para o ABC, mas Raí empatou. Antes do final do primeiro tempo o ABC voltou a marcar com Luan. O empate do time sergipano só ocorreu aos 49 do segundo tempo, com Frontini.

O Confiança não tem do que reclamar por causa do empate em casa contra o ABC. Foi aquele típico resultado com gosto de vitória, confirmado literalmente no último minuto de partida. No confronto do melhor ataque contra a melhor defesa, o ataque mais produtivo levou a melhor.

Os proletários conseguiram balançar as redes dos potiguares duas vezes. A equipe de Natal tinha a defesa menos vazada até então, havia sofrido apenas um gol. Foi um jogo bastante interessante e mais uma prova de fogo para o time do bairro Industrial.

Liderança

Com o empate heroico, o Confiança se mantém na liderança do grupo A, agora com 10 pontos, e torce por pelo menos um empate do Atlético Acreano contra o Juazeirense neste domingo para que a siuação se mantenha assim.

Não importa o que aconteça, mas o Dragão se mantém no G-4 nesta rodada.

O ABC está em terceiro mas pode sair do grupo dos quatro primeiros a depender da combinação de resultados.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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Categoria(s): Esporte
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sábado - 12/05/2018 - 08:40h
Política e mídia

O poder letal da “ditabranda”

Num editorial publicado em sua edição do dia 17 de fevereiro de 2009, sob o título “Limites a Chávez”, com críticas ao endurecimento do regime discricionário do Governo Hugo Cháves na Venezuela, o jornal Folha de São Paulo utilizou o termo “ditabranda” (aglutinação das palavras ‘ditadura’ e ‘branda’) para compará-la com o regime militar brasileiro (1964-1984).

Na avaliação do impresso, o Brasil teria abrigado uma ditadura “branda” (ou seja, amena), que bancou o funcionamento das instituições de estado e da sociedade como um todo, sem maiores excessos, ao contrário da crescente asfixia imposta pelo ditador venezuelano ao seu país.

Agora, com as recentes revelações de que os presidentes militares brasileiros Ernesto Geisel e João Batista Figueiredo transformaram o assassinato de inimigos do regime numa política de estado (veja AQUI), como o jornal avalia seu disparate?

* A expressão ditabranda surgiu na Espanha (“dictablanda”) nos anos 30, em pleno regime ditatorial do general Dámaso Berenguer. Vendeu a imagem de que seu governo era mais flexível do que o de seu antecessor, o general Primo de Rivera, tido como violento. Entretanto, oficialmente promoveu mais penas de morte do que Rivera.

Nota do Blog – Toda ditadura é nojenta. De direita à esquerda e vice-versa. Não existe ditadura boa.

Todo poder absoluto tende a agir sem limites. A palavra “ditadura” tem origem latina (‘dignidade de magistrado ou regente supremo, dignidade do ditador’), definindo manifestação de poder nascida na república romana.

O ditador era escolhido pelo cônsules (colegiado de maior poder nessa fase), tendo um período específico (a princípio eram seis meses) para agir em defesa da preservação da república em momentos delicados como revoltas internas ou cerco inimigo. Mas com o passar do tempo se transformou no que conhecemos hoje.

“O poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente” (Lord Acton).

Leia também: Cai a máscara.

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Categoria(s): Comunicação
sábado - 12/05/2018 - 07:30h
Vereadores

Pré-candidato à Câmara Federal garante apoios em Mossoró

Vereadores e pré-candidato: fechados (Foto: divulgação)

Do Blog da Chris

O presidente do PRB no Rio Grande do Norte e pré-candidato a deputado federal, Abraão Lincoln, passou o dia em Mossoró. Na agenda, entrevistas a alguns órgãos de comunicação e visitas às lideranças do partido na cidade.

Abraão saiu da cidade com os apoios fechados dos vereadores do seu partido, Raério Araújo (Raério Cabeção) e Didi de Arnor. Ou seja, prego batido e ponta virada: Abraão será o candidato a deputado federal de ambos.

Quem não deverá gostar nada nada da novidade será a prefeita Rosalba Ciarlini (PP), já que o vereador Didi de Arnon integra a base aliada da prefeita.

Mais um sinal de que a bancada da prefeita anda bem descontente com o Palácio da Resistência.

Nota do Blog Carlos Santos – O PRB também afina-se com projeto de reeleição do governador Robinson Faria (PSD).

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Categoria(s): Política
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sexta-feira - 11/05/2018 - 23:54h

Pensando bem…

“A carruagem do passado não nos leva longe.”

Máximo Gorky

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Categoria(s): Pensando bem...
sexta-feira - 11/05/2018 - 20:38h
Eleições 2018

Cúpula do PSDB recebe prefeita mossoroense em Natal

Do Blog Política em Foco

Hoje, na sede do PSDB Potiguar, no bairro Tirol em Natal, houve a visita da prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), acompanhada do ex-deputado Carlos Augusto Rosado.

Políticos conversaram em Natal (Foto: divulgação)

O casal foi recebido pelo presidente da sigla no Estado, o deputado Ezequiel Ferreira de Souza, que também preside a Assembleia Legislativa.

Participaram ainda da conversa, os deputados estaduais Larissa Rosado (PSDB) e Gustavo Carvalho (PSDB), que integram a Executiva Estadual do PSDB.

Nota do Blog Carlos Santos – O PSDB tem laços muito fortes com o Governo Robinson Faria (PSD) até aqui, mas joga para identificar onde possa ocorrer melhor encaixe a seus interesses.

Só deputados estaduais o PSDB possui oito. Reeleger todos é próximo do improvável.

O nome do ex-governador e ex-senador Geraldo Melo é apresentado como opção ao Senado e ao governo, mas nitidamente a aposta visa disputa senatória.

Paralelamente, a reeleição do deputado federal Rogério Marinho (PSDB) é uma das prioridades eleitorais da Executiva Nacional da legenda.

Quanto ao rosalbismo, sua costura é para se reinserir nas discussões políticas no plano estadual, fortalecendo projeto para eleger pelo menos um deputado federal (reeleição de Beto Rosado-PP) e um estadual, além de sonhar com indicação de nome a vice-governador.

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sexta-feira - 11/05/2018 - 19:48h
Mossoró

Processo de licitação do Cidade Junina é “suspenso e adiado”

Licitação não teve andamento (Foto: PMM)

O processo de licitação da estrutura do Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2018 teve início na manhã de hoje (11), na sala de licitações, mas foi suspenso e adiado.

As 19 empresas presentes no pregão nº 08/2018 participam da licitação que irá resultar na contratação de montagem, manutenção e desmontagem de estruturas, sonorização e iluminação e decoração do Mossoró Cidade Junina.

Das participantes da última etapa, três não compareceram nesta sexta.

“Todo o processo está sendo gravado e pode ser solicitado para acompanhamento na íntegra”, informa a municipalidade em informação oficial.

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sexta-feira - 11/05/2018 - 19:18h
Captamos

Os bem-sucedidos da Sesap

“A Sesap é uma fábrica de gente bem-sucedida nos negócios e nas finanças pessoais.”

Comentário que o Blog Carlos Santos ouviu de um nome com grande conhecimento dos intramuros da Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) do Rio Grande do Norte.

Captamos o ‘mote’.

Mas nada podemos adiantar, apesar da vontade.

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Categoria(s): Administração Pública / Só Pra Contrariar
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