terça-feira - 20/11/2012 - 00:36h
Apodi

Prefeito eleito, de forma inédita, antecipa equipe

O prefeito eleito do Apodi, Flaviano Monteiro (PCdoB), anunciou hoje sua equipe de secretários. É algo absolutamente inédito. Antes mesmo da diplomação, um prefeito eleito anuncia sua equipe de trabalho.

Flaviano (centro, no alto) e sua equipe de governo

O evento aconteceu por volta das 20 horas na Câmara Municipal de Apodi, com expressiva participação popular e continuadas manifestações de apoio do povo.

Flaviano e seu vice Zé Maria receberam representantes de partidos aliados, populares e lideranças diversas, para o anúncio.

Veja como ficou a composição do secretariado:

Gabinete civil: Pedro Junior; Secretaria de Finanças: Roberto Morais; Secretaria de Saúde: Dr. Paulo Viana; Secretaria de Educação: Mara Marlizete Duarte; Secretaria de Agricultura: Francisco de França Pinheiro; Secretaria de obras: Samuel Nogueira; Secretaria de Urbanismo: Reginaldo Ponciano; Secretaria de ação social: Aloma Tereza Cavalcante; Secretaria de turismo: Isaac Newton; Secretaria de Administração: José Wilson Magna Filho; Secretaria de esporte: Francisco Gama; Tesoureiro: Francisco Josivan Alves.

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segunda-feira - 19/11/2012 - 23:55h

Pensando bem…

“Aquilo em que um homem livre menos pensa é na morte; e a sua sabedoria é uma meditação não sobre a morte mas sobre a vida.”

Espinosa

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segunda-feira - 19/11/2012 - 23:52h
Hoje

Chapas 1 vencem OAB no RN e em Mossoró

Os advogados Aldo Fernandes e Jonas Segundo estão eleitos à presidência e vice da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseccional de Mossoró.

O pleito realizado hoje mostrou, nas urnas, o que foi fácil se perceber durante a campanha: a categoria esteve dividida.

A Chapa 1, encabeçada por Aldo (atual vice-presidente), obteve 350 votos, enquanto a Chapa 2, dos candidatos Aurino Carlos e Thiago Rêgo empalmou 322 votos.

A maioria foi de somente 28 votos. A previsão inicial da Chapa 1, em conversas e pesquisas internas, apontava que o triunfo eleitoral seria acima de 100 votos.

No plano estadual, a Chapa 1 também venceu as eleições da Seccional do Rio Grande do Norte da OAB.

Sérgio Freire (Presidente) e Marcos Guerra (Vice) obtiveram 2.292 votos e seus concorrentes Aldo de Medeiros Filho (Presidente) e Lúcia Jales (Vice) alcançaram 2.088 votos.

A maioria da Chapa 1 em relação à Chapa 2 foi de 204 votos.

Foram computados ao todo 4.380 votos válidos, 19 em branco e 84 nulos.

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segunda-feira - 19/11/2012 - 23:43h
Tarcísio Costa

Novo presidente no Tribunal de Contas do Estado

O conselheiro Tarcísio Costa assumiu hoje a presidência do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Ele entra no lugar do ex-deputado estadual Valério Mesquita, que se aposentou pela “compulsória”, ou seja, atingiu a idade-limite de 70 anos.

Tarcísio, irmão do deputado estadual e ex-governador Vivaldo Costa (PR), ficará na presidência até a escolha do novo presidente no próximo dia 4.

A posse acontecerá em 2013.

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segunda-feira - 19/11/2012 - 23:20h
Governo Rosalba

Uma indicação do barulho

O PMDB sinaliza que topa engrossar as fileiras do Governo Rosalba Ciarlini (DEM) com mais alguns nomes, mas a “oferta” até agora tem sérias restrições.

O ex-deputado estadual Elias Fernandes (PMDB), que presidiu o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), é a indicação do partido para reforço ao secretariado.

O casal Rosalba-Carlos Augusto Rosado (que é chefe do Gabinete Civil do Governo) não quer nem ouvir falar em Elias.

Sua saída rumorosa do Dnocs, mergulhado em denúncia de corrupção, é um sério problema à nomeação.

Mas tem outro agravante que não é confessado: Elias é adversário em Pau dos Ferros e região do grupo do deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM), líder governista na Assembleia Legislativa.

Resta saber se o PMDB deseja mesmo ter maior fatia de espaço no Governo Rosalba Ciarlini ou apresenta Elias Fernandes, intencionalmente, para arranjar motivos à cisão.

Aguardemos os acontecimentos.

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segunda-feira - 19/11/2012 - 15:18h
Lançamento

O submundo do regime militar em livro

O Comitê Estadual pela Verdade, Memória e Justiça do Rio Grande do Norte em parceria com o CDHMP-Centro de Direitos Humanos e Memória Popular, está editando e lançando o livro “Relatório Veras – Subversão no Rio Grande do Norte”.

O Lançamento é hoje (segunda-feira, 19), às 18h, no IFRN-Cidade Alta, Avenida Rio Branco, 743, Cidade Alta – Natal.

Esta importante obra histórica, cujo conteúdo é um dossiê de 67 páginas contendo acusações de subversão a diversos militantes sociais do RN produzido à época do Governo Aluízio Alves, marca o início da produção editorial do Comitê da Verdade e do CDHMP.

 

Seus objetivos são produzir e divulgar relevantes documentos históricos que revelam a memória e o tempo de duros períodos de repressão e tortura durante a Ditadura Militar.

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segunda-feira - 19/11/2012 - 13:26h
Sensacionalismo

Me inclua fora disso, por favor

Assunto que me desperta um interesse incomensurável em não acompanhar: o julgamento do ex-goleiro Bruno e seu parceiro de horro, o tal do “Macarrão”.

Prefiro música de Claudinho e Bochecha.

 

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segunda-feira - 19/11/2012 - 13:24h
Justiça do Trabalho

Construção Civil voltará ao trabalho após acordo

Os trabalhadores da construção civil voltam às atividades nesta terça-feira (20). A decisão ocorreu durante audiência de conciliação e instrução realizada no Pleno do TRT-RN, na manhã desta segunda-feira (19), que reuniu representantes dos trabalhadores e dos empresários.

Ficou definido um índice de reajuste de 10% para profissionais qualificados, cujo salário passa a ser de R$ 891, e de 8,38% para serventes que passam a receber R$ 685. Além disso, serão mantidas as cláusulas da convenção coletiva e as faltas dos trabalhadores, durante a greve, serão abonadas.

“Em uma negociação as duas partes têm que ceder e foi isso que aconteceu. Estamos satisfeitos com o resultado, pois tanto os empresários quanto os trabalhadores saíram com ganhos, após esse acordo”, disse o presidente do Sindicato da Indústria da Constrição Civil do RN (SINDUSCON), Arnaldo Gaspar.

“Foi um resultado salutar onde houve ganho salarial e garantia de retorno aos trabalhos. Foi um movimento pacifico no qual mostramos que os trabalhadores da construção civil são pessoas de bem e, a partir de amanhã, retornaremos às nossas atividades”, garantiu Assis Pacheco, presidente do Sintracomp (entidade dos trabalhadores).

O vice-presidente do TRT potiguar, desembargador José Rêgo Júnior, presidiu a audiência de conciliação e instrução e ficou satisfeito com o resultado.

 

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segunda-feira - 19/11/2012 - 10:21h
Assu

Ministério Público reforça denúncias contra vereador

Nesta segunda-feira (19) promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate à Corrupção (GAECO) irão até a cidade de Assu entregar provas e petições relativas a crimes que foram imputados ao ex-presidente da Câmara de Vereadores, Odelmo de Moura Rodrigues.

Segundo a ótica do Ministério Público Rio Grande do Norte, além de ilícitos penais, os delitos praticados, pelo referido vereador, também constituem infrações político-administrativas, que podem resultar na cassação do mandato pela Câmara Municipal.

As provas que serão entregues consistem, entre outros, em: documentos apreendidos; depoimentos de testemunhas; relatórios de interceptações telefônicas; cópias de processos administrativos e das ações criminais oferecidas contra o vereador.

Todas as provas são focadas em três fatos praticados pelo vereador que violam a Lei Orgânica do Município de Assu, as leis penais do Brasil e a Constituição Federal, fatos esses paralelos aos crimes de homicídios pelos quais ele responde, quais sejam:

Denúncias

a) Odelmo de Moura Rodrigues era proprietário oculto de duas empresas (Biena e CF de Farias), que mantinham robustos contratos com o município de Assu, o que viola frontalmente as proibições de membros do poder legislativo contratar com o poder público após a diplomação;

b) Odelmo de Moura Rodrigues, enquanto Presidente da Câmara de Vereadores, contratou, sem licitação ou qualquer outro procedimento, a CF de Farias – de sua propriedade – para realizar as obras de reforma da Câmara Municipal, montando posteriormente o processo licitatório quando lhe foi requisitada a cópia de tal processo pelo Ministério Público Estadual;

c) Odelmo de Moura Rodrigues, enquanto Presidente da Câmara de Assu, disponibilizou e pagou linhas telefônicas móveis para uso privado de uma filha sua e de sua e
O compartilhamento dessas provas que será feito pelo Ministério Público Estadual foi deferido pelo Poder Judiciário.

Todos os documentos que serão entregues foram obtidos no âmbito das investigações que resultaram nas operações “Mal Assombro” e “Carrancas do Rio do Meio”, bem como nas demais diligências que continuam sendo realizadas para a elucidação dos crimes supostos de terem sido praticados pelo ex-presidente da Câmara Municipal de Assu.

No ofício de encaminhamento da documentação para análise dos vereadores de Assu, assinado por Promotores de Justiça do GAECO e pelo próprio Procurador-Geral de Justiça, pede-se a abertura de processo para cassação do mandato de Odelmo de Moura Rodrigues por condutas que violam o decoro parlamentar e vedações legais e constitucionais ao exercício de vereador.

Com informações do MPRN

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segunda-feira - 19/11/2012 - 09:14h
Opinião

Caridade e solidariedade como atos de fé

Amigos Carlos e Honório,

É sempre um prazer ler o Blog aos domingos. Primeiro, pelos escritos geniais (mas preguiçosos, nesse dia) de Carlos. Depois, porque sempre tem o mestre Honório de Medeiros com sua “pena de ouro”.

Ninguém tem mais sensibilidade e conhecimento de causa do que Honório para escrever sobre o egoísmo social, principalmente por ter sabido servir à sociedade no desempenho de elevados cargos públicos, sem servir-se do posto.

Exerceu com sabedoria e dedicação funções em prol do interesse coletivo, sem encantar-se com a finitude e a transitoriedade do poder. Isso merece uma observação à parte!

Mas, o comentário, além do elogio aos dois, era para registrar um fato: Albert Schweitzer (veja AQUI) era alemão, de família rica, que ao tornar-se pastor evangélico, fez uma opção para servir à pobreza.

Em Mossoró, duas religiosas alemãs (as freiras Liselotte Elfriede Scherzinger, a “Irmã Ellen”, e a irmã “Cristina” Scherzinger), também de rica família de Augsburg, vivem desde 1971, cuidando, medicando, educando e alimentando nossas crianças, em um ambiente não muito diferente de Lambaréné, no Gabão, onde morreu Schweitzer.

Outro exemplo que me vem à mente é o da rica Agnes Gonxha, a “Madre Teresa de Calcutá”, que deixou todo o conforto para dividir a miséria com enfermos de Calcutá.

Resumindo: a caridade e a solidariedade são atos de fé. O egoismo social é a demonstração da descrença no homem e em Deus.

Pena que as nossas igrejas (católicas, evangélicas, pentecostais…) esqueceram as ações sociais e estão cada dia mais voltadas para a teologia do infinito, buscando por meio da oração um Deus vertical, que está no céu, enquanto a teomorfia ensina que Deus está presente no rosto do próximo, do carente que anseia a comida, a bebida e o vestir.

Sem contar a prática da simonia (a venda do sagrado).

Abraços de bem-querer e admiração.

Marcos Araújo – Professor, advogado e webleitor

Nota do Blog – Professor, obrigado pelas palavras. Ao mesmo tempo, admito, meu jeito preguiçoso de encarar o domingo nesta página.

Mas o espaço é sempre aproveitado com textos diferenciados de autores consagrados, pensadores contemporâneos como Honório, poesia, folclore político, música e aforismos que possam contribuir à nossa vida.

Mas falta alguém. Cobro com ardor inquisitorial a sua presença regular entre nós, como bom escultor do verbo que és.

Então, recorro a Michelangelo em nova pressão para que sejas um de nossos colaboradores:

Parla! Parla!

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segunda-feira - 19/11/2012 - 08:15h
Câmara Federal

Henrique Alves pavimenta seu nome a presidente

Do Congresso em Foco

No Senado, Renan Calheiros (PMDB) resiste em confirmar sua candidatura. Mas seu colega na Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), está com sua candidatura confirmada e com pelo menos nove partidos confirmados na sua campanha.

O bloco PR, PT do B, PRP, PHS, PTC, PSL e PRTB, com 44 deputados, o PCdoB, com 15, e o PT – maior bancada da Câmara, com 85 deputados – apoiam Alves. A esses, somam-se os 78 deputados do próprio PMDB.

Nas últimas semanas, a candidatura de Júlio Delgado (PSB-MG), apontada como uma possibilidade real de vencer o peemedebista, sofreu um revés. Era tido como certo o apoio do PSD, quarta maior bancada da Câmara, ao socialista.

Porém, na semana passada o partido passou a pender para Alves. Se for confirmada a adesão da nova legenda ao atual líder do PMDB na Casa, a campanha de Delgado perde fôlego.

Acabou por pesar contra Júlio Delgado o peso do ótimo desempenho do PSB nas eleições municipais. Como o PT passou a acreditar que a estratégia do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente do PSB, é começar a descolar seu partido do petismo, para vir a se apresentar como alternativa em 2014 à sucessão da presidenta Dilma Rousseff, a candidatura de Júlio Delgado passou a ser vista como parte dessa estratégia.

Assim, o PT e o governo passaram a trabalhar intensamente para esvaziar tal possibilidade.

Ao contrário do Senado, o PMDB da Câmara não tem a maior bancada. Por isso, para a candidatura de Alves decolar, foi necessário um acordo em 2010. Os petistas, em troca do apoio peemedebista a Marco Maia (PT-RS), comprometeram-se a abdicar da candidatura, mesmo tendo o maior número de deputados.

Ao PT restará a primeira vice-presidência, disputada internamente entre os deputados André Vargas (PT-PR) e Paulo Teixeira (PT-SP).

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segunda-feira - 19/11/2012 - 06:56h
Eleições

OAB é objeto de desejos e disputa nesta segunda-feira

Acontece hoje as eleições para escolha de dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), tanto em nível de Seccional (Rio Grande do Norte), como em relação à Subseccional de Mossoró.

Além do presidente e vice, a eleição da OAB – Subseccional Mossoró – para o triênio 2013-2016 elegerá outros 18 membros, entre eles conselheiros, tesoureiro, e secretários.

O pleito acontecerá na sede local da OAB, das 9h às 17h. Mobilizará cerca de 700 advogados com inscrição no município.

Duas chapas concorrem à Subseccional de Mossoró. A Chapa 1 é encabeçada pelo atual vice-presidente, Aldo Fernandes. Ele tem Jonas Segundo como seu vice-presidente.

Aurino Carlos é o candidato da Chapa 2 à presidência, ladeado por Thiago Rego na condição de vice.

Para a Seccional do Rio Grande do Norte da OAB, a corrida eleitoral coloca Sérgio Freire e Marcos Guerra como candidatos a presidente e vice pela Chapa 1. Já Aldo de Medeiros Filho e Lúcia Jales são concorrentes a presidente e vice na Chapa 2.

Cerca de 5.800 bachareis em direito poderão votar.

As cédulas utilizadas no pleito serão impressas. Não houve cessão pela Justiça Eleitoral de urnas eletrônicas ou utilização de outro sistema alternativa, fornecido por empresa privada.

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domingo - 18/11/2012 - 23:45h

Pensando bem…

“O ouvido de um tolo zomba da palavra mais sábia.”

Goethe

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domingo - 18/11/2012 - 19:47h
Câncer

Acelerador linear chega para reforçar saúde

A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) vai celebrar amanhã (segunda-feira, 19) a chegada do “Acelerador Linear”, principal equipamento do Serviço de Radioterapia e que foi Doado pelo Governo do Estado.

A população Mossoroense está convidada a participar deste evento que será realizado a partir das 16h.

O equipamento tem um alto custo e só estava disponível para portadores de câncer que realizassem seu tratamento em grandes centros. A Liga espera a chegada de mais dois equipamentos que foram financiados, são os equipamentos de: Radiocirugia e Braqueterapia.

Devido a essa grande conquista a LMECC organiza uma comitiva composta por motos, carro de som, voluntárias da instituição e o próprio equipamento que irá descer a Avenida Presidente Dutra com destino à catedral de Santa Luzia.

O evento terá ainda mais dois objetivos que são: Reforçar a campanha Novembro Azul que tem como principal objetivo alertar os homens sobre os riscos de câncer de próstata e Pênis e esclarecer a população que a Lmecc vai necessitar de auxilio adicionais em forma de doação para poder colocar as máquinas em funcionamento e realizar atendimento gratuitos à população carente.

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domingo - 18/11/2012 - 14:17h
Mensalão

Agripino afirma que PT pagará por “arrogância”

O presidente nacional do DEM e um dos principais nomes da oposição ao Governo Dilma Rousseff (PT), senador José Agripino, comenta postura do PT em relação ao julgamento do “mensalão”.

Para ele, a postura do partido é precipitada e de pura empáfia:

– A escolha do PT em divulgar uma pesada nota acusando o STF (Supremo Tribunal Federal) de partidarização no julgamento do mensalão é arriscada.

E acrescenta: “Mais dia, menos dia, o PT vai pagar pela sua arrogância. A sociedade vai observar isso.”

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domingo - 18/11/2012 - 10:05h

Só Rindo (Folclore Político)

O ditador “Freenochet”

Crise na Câmara Municipal de Mossoró.

O presidente Claudionor dos Santos (PDT) demite sumariamente três indicados do vereador Ricardo de Dodoca (PDT) para cargos comissionados na Casa.

Irritado com a retaliação, Ricardo critica a postura do presidente, comparando-o a um ditador.

– É um Freenochet – rotula, criando um novo personagem da história universal, meio sem pé nem cabeça.

É a mistura da expressão “Free” (livre, em inglês), com o “nochet”, que lembra o general chileno Augusto Pinochet.

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domingo - 18/11/2012 - 09:23h
Dados oficiais

Disputa a vereador movimentou mais de R$ 2,2 milhões

Por Bruno Barreto (O Mossoroense)

De acordo com dados oficiais da prestação de contas divulgados no site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e pesquisados pela reportagem do O Mossoroense, a soma dos gastos declarados pelos candidatos a vereador atingiu R$ 2.280.547, 75.

Foi esse volume que, segundo os dados oficiais, movimentou a economia de Mossoró durante as eleições. Levando-se em conta que 137.463 eleitores foram às urnas votar em algum candidato da disputa proporcional, conclui-se que foi gasto R$ 16,59 para cada sufrágio.

Em média, cada um dos 283 candidatos gastou R$ 8.058,47. Quem mais gastou entre os eleitos foi Izabel Montenegro (PMDB), que declarou ter desembolsado R$ 208.408,19, seguida por Lairinho Rosado (PSB) com R$ 165.659,69. O pessebista gastou R$ 42.748,5 a menos.

O terceiro que gastou mais foi Alex Moacir (PMDB) com R$ 157.685,54 seguido por Francisco José Junior (PSD) com R$ 151.066 e Tássyo Mardonni (PSDB) com R$ 117.888,64.

O partido que mais gastou foi o PMDB que movimentou R$ 620.903,57. O segundo foi o PSD com R$ 285.514,06 e PSB com R$ 228.622,36.

Já entre as coligações, quem mais gastou foi o a Força do Povo II formada por PMDB e PSC que desembolsou R$ 622.153,57 seguida pelo agrupamento que reuniu PSB, PT, PDT, PTB e PPL que desembolsou R$ 481.190,07 e a PSD, PP, PPS, PHS, PRB e PTC que movimentou R$ 352.924,07.

Já num comparativo entre os aliados das principais candidatas conclui-se que os partidos aliados da prefeita eleita Cláudia Regina (DEM) gastaram R$ 1.324.427,04, enquanto os apoiadores de Larissa Rosado (PSB) desembolsaram R$ 940.139,99.

O primeiro agrupamento gastou R$ 16,66 para cada um dos R$ 79.486 votos conquistados. Um média de R$ 11.036 gasto por candidato.

Já o segundo grupo gastou R$ 17,04 para cada dos 55.164 votos obtidos, mas com uma média de gasto por candidato inferior: R$ 7.122,27.

Essa diferença na média de gastos por candidatos se explica pelo fato de a oposição ter tido 132 candidatos a vereador contra 120 do governismo e ter gasto um volume menor de recursos.

Já na questão dos votos houve um maior gasto, mas também um maior retorno para os governistas que tiveram 24.322 sufrágios a mais.

Dos 283 candidatos a vereador, 120 deixaram de prestar contas. Isso corresponde a 42,40% sem apresentar os dados na data limite de 7 de novembro.

O PT do B é a legenda com o maior número de candidatos que deixaram de apresentar os dados: 17. O PSD vem em segundo com 13 candidatos. Já o PRP conseguiu um feito: todos os sete candidatos não apresentaram seus números à Justiça Eleitoral.

O PC do B seguiu o cominho inverso e é o único partido com 100% de apresentação das contas.

O advogado Naerton Soares afirma que para as eleições deste ano a Justiça Eleitoral se tornou mais rigorosa com relação à prestação de contas. Agora quem tem as contas reprovadas poderá se enquadrado na Lei da Ficha Limpa. “Quem não apresentou as contas terá muito problemas para disputar as eleições seguintes”, explica.

Todos os 21 eleitos em 7 de outubro prestaram contas e aguardam a aprovação para saberem se podem ou não ser diplomados em dezembro.

Veja abaixo os gastos de cada candidato eleito, votos obtidos, média e custo de cada voto.

Candidato – Gastos – Votos – Média:

Alex Moacir (PMDB) – 157.685,54 – 4.701 – R$ 33,54
Francisco Carlos (PV) – 86.816,60 – 4.452 – R$ 19,50
Ricardo de Dodoca (PTB) – 73.904,19 – 2.928 – R$ 25,24
Lairinho Rosado (PSB) – 165.659,69 – 2.662 – R$ 62.23
Manoel Bezerra (DEM) – 25.444,00 – 2.658 – R$ 9,57
Fco José Junior (PSD) – 151.066,00 – 2.586 – R$ 58,41
Genivan Vale (PR) – 91.920,00 – 2.568 – R$ 35,79
Jório Nogueira (PSD) – 89.738,06 – 1.923 – R$ 46,66
Alex do Frango (PV) – 23.737,60 – 1.880 – R$ 12,62
Soldado Jadson (PT do B) 36.038,88 – 1.732 – R$ 20,80
Celso Lanches (PV) – 8.829,50 – 1.717 – R$ 5.14
Narcízio Silva (PTN) – 18,247,68 – 1.655 – R$ 11,02
Genilson Alves (PTN) – 13.490,55 – 1.344 – R$ 10,03
Izabel Montenegro (PMDB) – 208.408,19 – 2.484 –  R$ 83,90
Flávio Tácito (DEM) – 35.736,99 – 2.391 –  R$ 14,94
Claudionor dos Santos (PMDB) –  93.874,47 –  2.315 – R$ 40,55
Heró (PT do B) – 7.063 –  2.243 –  R$ 3,14
Luiz Carlos (PT) – 27.316,22 –  2.186 – R$ 12,49
Vingt-un Neto (PSB) – 42.423,55 – 2.139 – R$ 19,83
Tomaz Neto (PDT) – 42.172,44 –  2.074 –  R$ 20,33
Tássyo Mardonny (PSDB) – 117.888,64 –  1.940 – R$ 60,76.

Veja matéria completa clicando AQUI.

Nota do Blog – Ótima reportagem, Bruno. O bom jornalismo é isso: conteúdo de alto valor à sociologia política e ao debate sadio com informações densas, extraídas de fontes credenciadas.

Agora, cá para nós e o povo da rua: os números “oficiais” deveriam constar de algum romance de Gabriel Garcia Marquez e seu “realismo fantástico”. É um faz-de-conta despudorado.

Vivemos ainda um simulacro de democracia, mesmo com considerável avanço nos últimos anos.

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domingo - 18/11/2012 - 08:12h

Botecos

Por Luís Fernando Veríssimo

Tinha uma mania: colecionava botecos. Não os frequentava, apenas era um estudioso. Gostava de descobrir botecos e recomendar para os amigos.

Ultimamente, vinha se especializando — um refinamento da sua paixão — no que chamava de botecos asquerosos. Daqueles que nenhum fiscal da Saúde Pública incomoda porque não passa pela porta sem desmaiar.

Seu rosto se iluminava na frente de um boteco asqueroso recém-descoberto. Não resistia e entrava. Depois contava para os amigos.

— Uma glória. Sabe ovo boiando em garrafão com água?

— Repelente, não é?

— As galinhas não os receberiam de volta. A própria mãe! Descrevia o boteco com carinhoso entusiasmo.

— E que moscas. Mas que moscas!

Só não tinha paciência com o falso sórdido. Alguns botecos assumiam suas privações como uma declaração de falta de princípios. Ele preferia o sórdido inconsciente, o sórdido autêntico. Principalmente, o sórdido pretensioso.

Uma vez contara, extasiado, uma cena. Terminara de comer uma inominável almôndega, pedira um palito para o dono do boteco e desencadeara uma busca barulhenta e mal-humorada, com o dono procurando por toda parte e gritando para a mulher:

— Cadê o palito?

Finalmente o dono encontrara o palito atrás da orelha e o oferecera. Ele se emocionava só de contar.

Os amigos, sabendo da sua paixão, mantinham-se atentos para botecos sórdidos que pudessem interessá-lo. Muitos ele já conhecia.

— Um que tem uma Virgem Maria pintada num espelho com uma barata esmigalhada de tapa-olho? Vou seguido lá. A cachaça é tão braba que tem bula com contra- indicação.

Outro dia lhe trouxeram a notícia do pior dos botecos. Não era um boteco de quinta categoria. Era um boteco de última categoria. Ficava no limite entre a vida inteligente e a vida orgânica. Ele precisava ir lá verificar. Foi no mesmo dia.

Ficou estudando o boteco de longe, antes de se aproximar. Tinha um garoto na porta do boteco. A função do garoto era atacar cachorros sarnentos. Quando passava um cachorro sarnento o garoto o enxotava — para dentro do boteco!

Ele atravessou a rua na direção do boteco com aquele brilho no olhar que tem o pesquisador no limiar da grande revelação, ou o santo antes do doce martírio.

E tem a história do Nascimento, que um dia quase brigou com o garçom porque chegou na mesa, cumprimentou a turma, sentou, pediu um chope e depois disse:

– E trás aí uns piriris.

– O quê? – disse o garçom.

– Uns piriris.

– Não tem.

– Como, não tem?

– “Piriris” que o senhor diz é…

– Por amor de Deus. O nome está dizendo. Piriris.

– Você quer dizer – sugeriu alguém, para acabar com o impasse – uns queijinhos, uns salaminhos…

– Coisas pra beliscar – completou o outro, mais científico.

Mas o Nascimento, emburrado não disse mais nada. O garçom que entendesse como quisesse. O garçom, também emburrado, foi e voltou trazendo o chope e três pires. Com queijinhos, salaminhos e azeitonas.

Durante alguns segundos, Nascimento e o garçom se olharam nos olhos. Finalmente o Nascimento deu um tapa na mesa e gritou:

– Você chama isso de piriris?

E o garçom, no mesmo tom:

– Não. Você chama isso de piriris!

Tiveram que acalmar os ânimos dos dois, a gerência trocou o garçom de mesa e o Nascimento ficou lamentando a incapacidade das pessoas de compreender as palavras mais claras. Por exemplo, “flunfa”. Não estava claro o que era flunfa? Todos na mesa se entreolharam. Não, não estava claro o que era flunfa.

– A palavra está dizendo – impacientou-se Nascimento.

– Flunfa. Aquela sujeirinha que fica no umbigo. Pelo amor de Deus!

Luís Fernando Veríssimo é escritor e cronista

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Categoria(s): Crônica / Grandes Autores e Pensadores
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domingo - 18/11/2012 - 07:44h

Elogio da preguiça

Por Juvenal Antunes

Bendita sejas tu, Preguiça amada,
Que não consentes que eu me ocupe em nada!

Mas queiras tu, Preguiça, ou tu não queiras,
Hei de dizer, em versos, quatro asneiras.

Não permuto por toda a humana ciência
Esta minha honestíssima indolência.

Lá está, na Bíblia, esta doutrina sã:
-Não te importes com o dia de amanhã.

Para mim, já é grande sacrifício
Ter de engolir o bolo alimentício.

Ó sábios, dai à luz um novo invento:
A nutrição ser feita pelo vento!

Todo trabalho humano, em que se encerra?
Em, na paz, preparar a luta, a guerra!

Dos tratados, e leis, e ordenações,
Zomba a jurisprudência dos canhões!

Juristas, que queimais vossas pestanas,
Tudo que legislais dá em pantanas.

Plantas a terra, lavrador? Trabalhas
Para atiçar o fogo das batalhas!

Cresce o teu filho? É belo? É forte? É loiro?
– Mas uma rês votada ao matadouro!

Pois, se assim é, se os homens são chacais,
Se preferem a guerra à doce paz…

Que arda, depressa , a colossal fogueira
E morra assada, a humanidade inteira!

Não seria melhor que toda gente,
Em vez de trabalhar, fosse indolente?

Não seria melhor viver à sorte,
Se o fim de tudo é sempre o nada, a morte?

Queres riquezas, glórias e poder?
Para que, se amanhã tens de morrer?

Qual mais feliz? O mísero sendeiro,
Sob o chicote e as pragas do cocheiro…

Ou seus antepassados que, selvagens,
Viviam, livremente, nas pastagens?

Do Trabalho por serem tão amigas,
Não sei se são felizes as formigas!

Talvez o sejam mais, vivendo em larvas,
As preguiçosas, pálidas cigarras!

Ó Laura, tu te queixas que eu, farcista,
Ontem faltei, à hora da entrevista,

E, que ingrato, volúvel e traidor,
Troquei o teu amor – por outro amor.

Ou que, receando a fúria marital,
Não quis pular o muro do quintal.

Que me não faças mais essa injustiça,
Se ontem não fui te ver, foi por preguiça.

Mas, Juvenal, estás a trabalhar!
Larga a caneta e vai dormir, sonhar.

Juvenal Antunes (1883-1941) – Poeta nascido em Ceará-mirim, durante boa parte de sua vida foi advogado e promotor público no Acre.

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Categoria(s): Cultura / Poesia
domingo - 18/11/2012 - 07:02h

As armadilhas do egoísmo social

Por Honório de Medeiros

Quando se dispôs a estudar medicina para, formado, morar na África e cuidar dos miseráveis, Albert Schweitzer já era famoso na Europa inteira como um dos maiores intérpretes de Bach.

Terminado o curso, fundou um hospital no Gabão e, durante o restante de sua vida, enfrentando toda a sorte de adversidades, se doou por inteiro a mais nobre das missões: salvar vidas humanas.

Ele, mais que ninguém, tornou possível acreditarmos na espécie humana, principalmente porque suas ações não foram estimuladas por um projeto político ou vocação religiosa, mas, sim, e somente, pela nobreza de sua alma e pureza de intenções.

Longe de nós acreditarmos que temos o mesmo estofo moral de Albert Schweitzer. Quando muito, se possível, podemos apresentar a virtude de tentarmos ser honestos no dia‑a‑dia. Não é muita coisa, mas, dentro dos nossos limites, é o possível.

Entretanto, parece que até mesmo essa tentativa de honestidade está desaparecendo lentamente do nosso cotidiano.

Basta fazermos um pequeno exame de consciência e a constatação salta aos olhos. Por exemplo: quantas vezes não desrespeitamos as regras do trânsito? Quantas vezes não furamos filas, desrespeitando o direito de quem nos antecedeu? Quantas vezes não aceitamos o jogo do guarda‑de‑trânsito corrupto, e lhe damos a “bola” que ele deseja?

Alguém poderia argumentar que tais infrações são muito pequenas, “o importante é ser honesto no essencial”, e que tudo isso faz parte da sordidez que é, hoje, a vida em sociedade. Ledo engano.

Esses exemplos são reveladores de uma doença social: vivemos hoje em uma sociedade egoísta, narcisista, fútil, enfim totalmente construída a partir de valores negativos: o honesto passa por tolo, o altruísta é visto como excêntrico e, ao contrário, aquele que leva vantagem em tudo é esperto e o mundo, por derradeiro, pertenceria aos cínicos, aos amorais.

Já não existe, por exemplo, nas Universidades, o “espírito” de grandeza que caracterizava os estudantes de antigamente. Fazia‑se direito para lutar pela justiça, e medicina para curar. Hoje, a meta é a profissionalização, no mais curto espaço de tempo e o enriquecimento imediato.

Somos todos “alpinistas sociais” e nos medimos e avaliamos pelo que temos, e não pelo que somos. Esta é a realidade de uma época.

O que não dizer, por exemplo, dos nossos homens públicos? Se analisarmos os candidatos que postulam, nas eleições, esse ou aquele cargo, a qual conclusão chegaremos?

E o resultado de nossa conduta nos agride diariamente: somos vítimas de nossa omissão, colhemos aquilo que semeamos.

Que fazer? Cruzar os braços? Fazer parte, também, da multidão de indigentes morais? Ou dar, pelo menos, na medida de nossa capacidade, pequenos passos para tentar construir um mundo melhor?

Vale salientar que essa opção apresentada diariamente a cada um de nós envolve nosso presente e o futuro de nossos filhos.

Então, a título de exemplo, não deveríamos escolher nossos candidatos a partir de critérios tais como honestidade, competência, amor à coisa pública? Não deveríamos analisar, por exemplo, a conduta passada de cada um deles? Se foi honesto; se prestou algum serviço relevante à comunidade e o fez sem interesse imediato; se foi coerente ideologicamente…

É evidente que, assim como Diógenes, o Cínico, que na Grécia antiga procurava nas ruas de Atenas um homem totalmente honesto, e não o encontrava, possivelmente também não acharemos algum que esteja de acordo com nossa esperança. Mas talvez encontremos um ou outro que tenha pelo menos uma qualidade essencial: não ser corrupto.

Desprezemos, também, os arrivistas, os carreiristas, aqueles reconhecidamente incompetentes e, principalmente, os desonestos ‑ a eles, o ostracismo político. Assim, valorizando nosso voto estamos, mesmo que de forma imperceptível, dando um pequeno‑grande passo para a construção de um mundo melhor.

E, mesmo que seja difícil a luta diária que travamos conosco para sermos um pouco melhor do que éramos ontem, convém ir em frente, pelo menos por dois motivos: somos nós, através de nossas ações e omissões, que construímos o futuro que nossos filhos herdarão; por outro lado, assim agindo, talvez não tenhamos tanta vergonha (para os que a sentem) de sermos tão diferentes de Albert Schweitzer.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Estado do RN

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Categoria(s): Artigo
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domingo - 18/11/2012 - 00:50h
Tibau

Prefeito eleito não tem informações para iniciar gestão

O prefeito eleito do Tibau, Josinaldo Marcos de Souza (PSD), o “Naldinho”, aguarda pacientemente que o atual prefeito (que não se reelegeu) Rafael Freire (PMDB) defina sua equipe de transição de governo.

Naldinho apresentou grupo de sua confiança há vários dias. Precisamente, no último dia 9. Mas não recebeu resposta para início dos trabalhos.

Tibau é uma versão reduzida do que é Natal. Um caos.

O prefeito eleito deverá herdar uma montanha de problemas, com dificuldade de se situar antecipadamente quanto a detalhes técnicos dessa situação.

 

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Categoria(s): Política
sábado - 17/11/2012 - 23:56h

Pensando bem…

“Vencer a si próprio é a maior de todas as vitórias”.

Platão

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Categoria(s): Pensando bem...
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