domingo - 08/04/2012 - 12:19h
No Facebook

Micarla, “A rejeitada de Natal”

Quanta maldade… com Natal!

O bom humor, na Web, às vezes merece aplauso efusivo. Mesmo na dor, no suplício, Natal se vinga! Corre aí na rede social denominada de Facebook, essa montagem acima, que usa ingredientes de uma série da Rede Globo de Televisão (As brasileiras) com a situação vivida pela capital do Rio Grande do Norte.

Micarla de Sousa (PV), a prefeita em questão, é realmente uma rejeitada pela opinião pública.

As pesquisas, que já chegaram a apontar reprovação do seu governo acima de 90%, retratam a mais pura realidade. Não se trata de uma brincadeira.

* Acompanhe o Blog também pelo Twitter clicando AQUI, lendo notas e comentários exclusivos, numa linguagem mais coloquial.

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Categoria(s): Política
domingo - 08/04/2012 - 11:33h
Moacyr Scliar

Médico e escritor receita mais respeito ao ser humano

Moacyr Scliar, natural de Porto Alegre, divide sua vida profissional entre a medicina e a literatura. Como médico, é especialista em saúde pública e doutor em ciências pela Escola Nacional de Saúde Pública.

Foi professor visitante na Brown University e na University of Texas-Austin, nos Estados Unidos. Membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), é autor de 80 obras de vários gêneros, entre romances e livros de contos, ensaios, crônicas e ficção infanto-juvenil, com edições em pelo menos 20 países.

Como escritor, fala sobre a Medicina atual. Acha fundamental a especialização, mas não aceita a ausência do contato pessoal, do olho no olho, de humanismo.

Veja o que ele expressa em entrevista ao portal Sesc-SP:

Algumas coisas que estão acontecendo são irreversíveis. A especialização é inevitável. Com o conhecimento vastíssimo que hoje caracteriza a medicina, não há como uma pessoa saber tudo. Então os especialistas são inevitáveis. E a questão da assistência primária, o general practitioner dos americanos, também é importante. Mas nada impede que um especialista, que sabe tudo sobre determinada área, se interesse pela pessoa como pessoa. Entende de diabetes? Tudo bem. Mas entenda de pessoas também. Uma coisa não contraria a outra. É que existe também um componente de preguiça, comodismo: peço exames e prescrevo a receita. Outra pessoa que fale com o paciente.

Veja entrevista na íntegra AQUI.

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Categoria(s): Cultura / Saúde
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domingo - 08/04/2012 - 10:10h
RN no "mapa"

Fraudes em terceirização na Saúde são denunciadas

RIO – O Tribunal de Contas do Município (TCM) encontrou indícios de fraudes em contratos do Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas) com a prefeitura do Rio, para administrar cinco Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Segundo denúncia publicada na edição deste fim de semana da revista “Veja”, a organização social (OS) recebeu do município mais de R$ 2 milhões para pagar serviços que não eram previstos em contrato, além de ter anexado cópias de notas fiscais repetidas nas prestações de contas. Num dos casos, a mesma nota de R$ 58.233, referente a exames de raios X, foi cobrada três vezes entre os meses de outubro de 2010 e março de 2011.

Problemas também no Rio Grande do Norte

Ainda de acordo com a “Veja”, o Ministério Público do Rio Grande do Norte entrou com uma ação para cancelar o contrato entre a prefeitura de Natal e a ONG. Para o MP, teria havido irregularidades na contratação, por R$ 2,8 milhões, de uma empresa prestadora de serviços chamada Tefé.

A Tefé, por sua vez, funcionava no mesmo endereço da Toesa — uma das empresas denunciadas pelo “Fantástico” por tentar fraudar licitações em troca de propina. Um ex-funcionário da Toesa convidado por Ricardo José para trabalhar com ele em Natal também foi afastado, juntamente com outros dois assessores da organização social. O Tribunal de Contas potiguar também está acompanhando as investigações.

Veja mais AQUI.

 

 

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Categoria(s): Saúde
domingo - 08/04/2012 - 09:15h

Conto de um professor arrependido

Por Francisco Edilson Leite Pinto Júnior

Embora, tendo sido alertado por Fernando Pessoa – de que “Se o coração pudesse pensar, pararia”-, faço essas minhas confissões, com ele, com o coração. Até porque, pouco me importa se ele parar neste momento: estou mesmo no meu fim e, por isso, tenho a lucidez, de quem está morrendo, diante de mim.

Ah! Além da lucidez, tenho também a dor. A difícil e incontrolável dor. Não das metástases, que teimam em ganhar a minha corrente sanguínea, atingindo os meus ossos: não é a dor do meu corpo, tomado de células cancerosas, da minha próstata, que me dói. E sim, a dor da minha alma. E como ela dói. Dói por saber que dos meus 65 anos de vida – quarenta dos quais dedicados ao ensino médico-, não consegui cumprir a minha missão: fracassei como professor.

Dizem os gnósticos que “pecar é errar o alvo”… e eu pequei! Pequei por ensinar aos meus alunos, não o essencial… Ensinei-lhes sobre ressecções e reconstruções; sobre qual a melhor incisão; o melhor fio de sutura a ser empregado em cada tecido, etc. etc., mas, deixei de ensinar-lhes sobre a verdadeira essência da medicina – que é a mesma da vida: “amar o próximo, como a nós mesmos!”

Ah! Quantas não foram às vezes que ao chegar, todo engravatado, cheio de empáfia, adentrando nas enfermarias, parecia mais um deus. Alguém que estava acima do bem e do mal. Um ser infalível e, o que é pior, essencialmente frio. Sem sentimentos e muito menos sem compaixão.

Aí, ficava fácil juntar os residentes e doutorandos, em volta do doente, e nem ao menos lhe perguntar o seu nome; de onde ele vinha; se tinha família; se tinha um emprego; quais eram os seus sonhos… Nada. Absolutamente nada importava, a não ser a sua queixa principal, o seu exame físico, nem sempre minucioso e, principalmente, os seus exames complementares.

Como adorava ficar mostrando todas aquelas películas de tomografia, apontando o lugar da doença e dizendo qual a operação seria realizada… Neste cenário de insensibilidade – entre as rivalidades sublimadas de staffs, residentes e doutorandos-, o paciente limitava-se apenas a exercer o seu papel de ator coadjuvante, onde ter um número do leito e um diagnóstico bastaria…

Meu Deus! Quantas não foram às vezes em que dizia: “Não se envolvam com os pacientes! Mantenham-se distante. O nosso papel é chegar, identificar o ‘erro’, consertar e cair fora”. Por isso, é de se entender que mesmo tendo operado mais de 400 casos, por ano, ao longo de todo esse período, não consigo me lembrar de nenhum rosto, dos meus pacientes.

Nunca cheguei a olhar para eles, como seres humanos. Que pena… Afinal, “os olhos são as portas da alma”. É através deles, que poderemos enxergar a tristeza e a aflição do individuo que sofre pela sua doença.

Diz o Eclesiastes que “o sábio tem olhos, mas o tolo caminha na escuridão”. Então eu me pergunto: “Por que fui tão tolo? Por que fui tão cego? Por que via e não enxergava?” Via órgãos doentes; não enxergava pessoas doentes. E essa minha cegueira foi responsável pela formação de várias e várias gerações de máquinas repetidoras de solicitar exames… Não formei médicos, infelizmente…

Certa vez, o escritor Berkeley disse que o gosto da maçã não estava nem na própria maçã, nem na boca de quem a come. Na verdade, para surgir o gosto, é preciso um contato entre elas – a maçã e a boca. O mesmo acontece na medicina. Sozinhos, médicos e pacientes, nunca serão capazes de degustar o verdadeiro sabor, desta maravilhosa profissão. É na interação entre eles, na relação médico-paciente, respeitosa das identidades e dos respectivos nomes, que poderemos provar o melhor de todos os manjares dos deuses: o amor.

Era por isso, que sentenciou Harold Kushner: “Nenhum de nós conseguirá ser verdadeiramente humano em situação de isolamento. As qualidades que nos fazem humanos só emergem através das maneiras pelas quais nos relacionamos com os outros”. Então, para a pergunta de Drummond -“Que pode uma criatura senão, entre criaturas amar?”-, a resposta é sim! E a medicina é antes de tudo um ato de amor. Pena que só agora percebi isso…

Tinha razão Jung quando escreveu que só o médico doente é capaz de curar. Pois, só quando nos colocamos no lugar daquele que sofre, quando assimilamos todas das suas mais terríveis provações – desde a longa espera nos nossos consultórios, passando pela difícil comunicação de um diagnóstico de câncer até uma cirurgia mutiladora… – é que conseguiremos entender o que é ser médico.

Ah! Se as escolas médicas, deste país, começassem a fazer uma autocrítica dos seus projetos pedagógicos (onde cargas horárias extensas, de matérias puramente tecnicistas, fossem substituídas, por momentos, como muito bem retratado, por Samuel Luke Fildes, que teve a lucidez de colocar o médico, simplesmente, ao lado da criança que estava morrendo, para mostrar-nos que “o sofrimento somente é intolerável quando ninguém cuida”, como disse Cicely Saunders).

Pois bem! É para vocês, meus caros alunos de medicina – que representarão sempre o futuro da nossa profissão-, que escrevo esta minha última lição. Deixo aqui, o relato de quem teve a oportunidade de ter vivido e não viveu. De quem poderia ter amado e ser amado. De quem não soube aproveitar o dom que me foi dado…

P.S. Dedico este texto ao Jornalista Carlos Santos, que como muitos clamam por uma medicina mais humana.

Francisco Edilson Leite Pinto Junior É professor, médico e escritor.

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Categoria(s): Artigo
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domingo - 08/04/2012 - 08:45h

Poema de despedida

Por Rabindranath Tagore

É hora de partir, meus irmãos, minhas irmãs
Eu já devolvi as chaves da minha porta
E desisto de qualquer direito à minha casa.
Fomos vizinhos durante muito tempo
E recebi mais do que pude dar.

Agora vai raiando o dia
E a lâmpada que iluminava o meu canto escuro
Apagou-se.
Veio a intimação e estou pronto para a minha jornada.
Não indaguem sobre o que levo comigo.
Sigo de mãos vazias e o coração confiante.

Rabindranath Tagore – (1861 – 1941) – Poeta, músico, escritor, dramaturgo e romancista indiano

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Categoria(s): Poesia
domingo - 08/04/2012 - 06:40h

O que acontecerá com o livro

Por Honório de Medeiros

“A vida é líquida”, diria Zygmunt Balman, aludindo à consistência das relações entre nós e os outros, ou entre nós e as coisas e/ou fenômenos. Líquida, posto que essa consistência não tem forma definida, assume aquela que o recipiente (o contexto) impõe. Não somos estruturas rígidas que atravessam o tempo imutáveis ou pouco atingidos pelas circunstâncias, somos proteiformes, somos difusos, somos evanescentes.

Vivemos em uma época na qual as gerações mais novas escrevem tudo em uma linha. No máximo algumas poucas linhas. E somente lêem, e são treinadas pela realidade virtual com a qual convivem “full time” exatamente para isso, algumas linhas, umas poucas linhas.

Tal é o ser (e o dever-ser) que essa realidade virtual impõe: tudo é frenético, tudo é descartável, tudo é cambiante, imediato. É a maximização das potencialidades, negativas ou positivas, da nossa espécie sobrevivente e dominante, conforme descrito pela teoria da seleção natural.

O ensino, hoje, está em ruínas por vários motivos, mas desconfio que o modelo que ainda predomina está fadado ao fim, entre outras razões, mais ainda, em decorrência do descompasso com essa realidade que aos poucos se impõe, no qual não há mais espaço para uma educação que se estrutura a partir de livros, com textos pesados, longos e que exigem tempo e estudo profundo, e o tratamento do “pensar” típico dos escolásticos medievais que moldaram as bases do nosso ensino ocidental e cristão.

As gerações mais novas, que herdarão o mundo, ou o que restar dele, e sua forma de apreender e expressar a realidade, estão em processo de descompasso com aquela construída pelos nossos antepassados. Não se trata de estarmos certos e eles errados por não quererem ler livros como “Ulisses”, de Joyce, “Paidéia”, de Jaeger, ou “Em Busca do Tempo Perdido”, de Proust.

São elas, as gerações mais novas, mutações engendradas pelo meme que é a realidade virtual: caracterizam-se por viver em ritmo alucinante, pensar freneticamente, falar acelerado, em contraposição ao viver, pensar e falar arcaico, que vai sendo deixado para trás. O livro de papel sobreviverá, claro, como sobreviveu o ritual do chá no Japão moderno que a restauração Meiji instaurou, e atirar com arco-e-flecha, algo excêntrico, típico de verdadeiros “outsiders”, a partir do qual hão de se criar seitas e seus inevitáveis rituais iniciáticos.

Livros em ambientes virtuais existirão cada vez mais, óbvio. Mas nunca serão consumidos como o foram os livros de papel após Gutenberg. Assim como os monges que salvaram a civilização como nós a conhecemos, na Alta Idade Média, copiando os textos antigos e os deixando para a posteridade, será em ambiente monacal que os iniciados lerão obras como as que foram citadas acima.

O velho mundo está morrendo, viva o novo mundo, do qual serei espectador privilegiado, posto que, quando menino fui apresentado ao milagre da televisão quando já completamente cativado pelo livro de papel, e, agora cinquentão, me maravilho com as infinitas possibilidades de uma realidade sequer possível de ser imaginada antes, domínio e prisão dos que, hoje, ainda são apenas adolescentes.

Honório de Medeiros é ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Estado do RN, professor e escritor

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Categoria(s): Artigo
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domingo - 08/04/2012 - 03:19h

Os holofotes que não me veem

Por Carlos Santos

O esporte nacional brasileiro não é o futebol, como muitos imaginam: é a ‘inveja’. Inveja-se não apenas o ‘ter’, mas também o ‘ser’. Daí vem a ira. Parte das depressões advém da mesma fonte.

Na rede social denominada de Facebook, por exemplo, virou mania reproduzir foto de celebridade que era pobre e descabelada e ficou rica e bonita. São punidas pelo sucesso. Pode?

Muitos esquecem que vários desses exemplares humanos apenas estão ‘caiados’ por fora, para que pareçam também belos por dentro. Faz parte do ‘show’. Precisam parecer melhores, verdadeiras divindades.

Mas, independentemente do que tenham de bonito por dentro, todos possuem o direito de melhorar por fora. Ou será que não é esse um exercício diário de cada um de nós, feios ou bonitos, diante do espelho?

Quem é ‘normal’ é assim: cuida da própria aparência físico-exterior. Os que pretendem ser melhores, priorizam o interior. E os dois zelos não são excludentes.

No fundo, essa atitude de condenação ao êxito alheio, é inconscientemente uma crise de identidade: não nos conformamos com a própria cara e biografia. É como se disséssemos que os holofotes estão apontados à pessoa errada.

“Olha eu aqui, ó! Por que não eu?”, rosna nosso ego ferido. A inveja latente, a mesma que levou Caim a eliminar Abel. Os dois, irmãos, eram paupérrimos e anônimos pastores de ovelhas.

Entre eles, onde não existia quase nada de bem material, havia a pior das pobrezas: a do espírito.

Caim não é um personagem bíblico. É um ser humano que habita muito de nós até hoje.

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Categoria(s): Crônica
sábado - 07/04/2012 - 23:59h

Pensando bem…

“Nada mais injusto do que um amigo que não nos fala com franqueza.”

Molière

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Categoria(s): Pensando bem...
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sábado - 07/04/2012 - 13:42h
Poder em xeque

Carlos Augusto Rosado anda ‘encafifado’

Acostumado a impor nomes a seu grupo, nas eleições municipais de Mossoró, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM) está encafifado com a ‘peça’ que seus aliados lhe pregaram.

Tinha como certa a renúncia da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, para içar sua cunhada e vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM) à prefeitura.

Agora, com o tempo correndo, acuado, precisa decidir logo se digere a postulação da vereadora Cláudia Regina (DEM), se aposta no confuso vereador Chico da Prefeitura (DEM) ou se tenta uma improvável terceira opção no partido.

Ainda, na mesa, existe a remota hipótese de costurar um acordão por debaixo do pano com a prima e deputada federal Sandra Rosado (PSB), a quem jocosamente trata por “a poderosa”. É a quarta saída, ou versão “quinta-coluna” de apoio à postulação da deputada estadual Larissa Rosado (PSB) – filha de Sandra.

Resta saber, à moda Garrincha e os  adversários russos, se a prima topa dar essa mãozinha pro primo que está em apuros. Falta combinar com ela.

Nota do Blog – Já escrevi várias vezes e repito: o líder Carlos Augusto vive uma situação paradoxal: nunca teve tanto poder político e econômico em suas mãos, mas não consegue pontificar na sucessão de Natal e Mossoró. Está no meio do redemoinho de ambas.

Mas ninguém pense que ele jogou a toalha. Os dados ainda estão na mesa e estrategista político emérito, como é, o líder rosalbista não entregará os pontos. Até porque sabe que há muita coisa em jogo.

 

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Categoria(s): Política
sábado - 07/04/2012 - 13:09h
Hoje

Rumo ao “Sêbado!” Aleluia!

Hoje é dia de “Sêbado”. Aleluia!!

A melhor confraria cultural das plagas potiguares acontece todos os sábados, em Mossoró, a partir do meio-dia, em ritual comandado pelo odontólogo Marcos Almeida.

Fica à Avenida Antônio Vieira de Sá, 825, Nova Betânia.

Apareça lá, vai!

Livros, discos (os bolachões), CD´s, DVD´s, além de oportunidade de um bom papo, música ao vivo e poesia.

Inté. Fui!

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Categoria(s): Cultura / Notas Pessoais
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sábado - 07/04/2012 - 12:40h
Tempo das águas

Mar, Cachoeira e a ameaça de uma tsunami

Mossoró já hospedou Fernandinho Beira-mar e agora alberga o bicheiro (ou empresário, digamos assim) Carlinhos Cachoeira em seu Presídio Federal.

Com essa apologia às águas (beira-mar e cachoeira), meu temor é que em breve tenhamos uma tsunami.

Em tempos de estiagem, bastaria uma boa chuva.

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Categoria(s): Gerais / Opinião da Coluna do Herzog
sábado - 07/04/2012 - 12:18h
Não parem as máquinas!

A vida após a “morte” do nosso jornal impresso

No Dia do Jornalista, recebo uma pergunta recorrente pelas redes sociais: “O jornal impresso vai morrer?”

Minha resposta é monossilábica: “Não”. Mas acrescento algumas observações e análises nesta página.

O jornal impresso terá que se renovar. O pior para um jornal impresso não é a morte e, sim, ser um zumbi, um morto-vivo, sem opinião própria, incapaz de mudar o curso do rio.

Alguns são até bonitinhos, mas ordinários. Não irão longe. Em vez de jornalismo promovem “assessoria de incenso” ou “vendem proteção”, como bandos de jagunços ou forças mercenárias à margem da lei.

O mundo passou a ser digital, meu caro.

O arco e flecha ainda existem, como esporte e arma de uns poucos em operações de comandos especiais militares espalhados pelo mundo. Entretanto, ninguém deixa de ter um AK-47 (fuzil criado em 1947, é símbolo de arma eficiente, apesar de tantas outras, mais modernas, terem surgido) para empunhar arco e flecha primitivos.

Como o AK-47 que continua vivo, mas reciclado, o jornal precisa se adaptar. O jornal continuará vivo, como ainda temos máquina datilográfica e disco de vinil. Porém, será que numa escolha fria, desprovida de saudosismo e paixão, ficaremos com uma Olivetti e LP ‘bolachão” em vez de um Macintosh e um Ipod de 60 Gigas?

Os tempos são outros.

Um Fusca e uma Ferrari podem ir naturalmente da Cidade Alta à Ponta Negra, em Natal. Mas qual o melhor, heim? Qual oferecerá melhor conforto, segurança, agilidade, eficiência etc.?

Digo-lhes com metáforas e alegorias o que nem precisaria ser sustentado em rodeios para ficar tão translúcido: O mundo é digital, sem celulose e tinta. Eis o fato. O webjornalismo não é um caso de futuro: é o presente, com base no passado.

A hegemonia analógica, o pontificado da teledifusão e o reinado da voz pelas ondas do rádio, estão passando. A palavra chave é “convergência”. Ninguém vai morrer de morte matada, mas muitos desaparecerão por um cruel ‘harakiri’ (suicídio oriental, em que literalmente se corta a barriga). Pior, que sem um pingo de honra, como os guerreiros samurais.

A informação não tem mais dono e desaba a cada dia o monopólio da opinião. A Web é irreversível e não chegou para aniquilar outros meios de comunicação. Ela é a ‘prancha’, mas que precisará sempre de um bom surfista para deslizar do Hawaii à Ponta do Mel, da redação do Le monde à taba do Xingu.

O melhor disso tudo, em se tratando de jornalismo, é que em qualquer tempo, meio – ou época, a principal ‘ferramenta’ continuará sendo o homem, força-motriz de todas as transformações. Falamos em cibernética, bytes, plataformas, convergência, mídias, visão colaborativa, redes sociais, hiperlink etc., mas o homem, esse bicho antigo de alguns milhões de anos, será sempre “o cara”.

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sábado - 07/04/2012 - 10:43h
Dia do Jornalista

Uma profissão e seu novo papel no mundo cibernético

Um amigo manda o aviso e os parabéns pelo Facebook – rede social na Internet. Não é meu aniversário, mas ele se esmera em proclamar que hoje é o “Dia do Jornalista”. Escolhe-me para a manifestação.

Sinceramente, abomino esse festim de calendário. Detesto data prefixada para ser alguma coisa ou festejarmos algo. O que gosto não tem data, nem hora ou lugar. E jornalismo é uma profissão como outra qualquer.

Talvez cause maiores chiliques pela exposição e por lidar com esse tititi cotidiano. Mas com o advento das redes sociais, a informação correndo em nossas mãos (celulares, laptops, tablets, Smartphones etc.), o mundo deixou de ser analógico para ganhar uma dinâmica digital. Somos apenas mais um em meio a muitos. Isso é ótimo.

Sobreviverão, nessa selva de muitos bytes, os mais intensamente apaixonados pelo jornalismo. Estamos submetidos a uma espécie de darwinismo cibernético.

Mesmo assim, abração e obrigado pela força.

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sábado - 07/04/2012 - 10:11h
Sopa de letras

A ‘anomalia’ de ser oposição no Brasil do patriciado

Os partidos brasileiros existem desde a primeira metade do Século XIX. De lá para cá, mais de 170 anos depois, a impressão que temos é de que na verdade só existe um aglomerado de siglas, sopinha de letras. De verdade mesmo, temos o “Partido do Patriciado”.

O patriciado, na Roma republicana, era o grupo ou classe dos que, por berço ou por concessão, detinham o prestígio dos títulos nobiliárquicos que significavam poder político. Só eles ascendiam aos cargos públicos.

Através dos  séculos e neste lado do Atlântico, a prática política do pindorama brasileiro tem dificuldade de funcionar diferente.

Já dizia o acadêmico e historiador José Honório Rodrigues, que no Brasil nunca existiu partido político; o pluripartidarismo seria uma miragem. Todos querem ser do patriciado. Pertencer à oposição é uma anomalia, quase um acinte, conforme a cultura política nacional.

Por isso que não temos partidos centenários, como nos Estados Unidos da América (EUA). Lá, o Democrata nasceu em 1790. São mais de 220 anos. O Republicano foi formalizado em 1837. São quase 175 anos de vida.

O instável ambiente político-institucional brasileiro ajuda a explicar, em parte, essa vocação para a voz única e punição ao contraditório. Estamos na sétima Constituição Federal – EUA só possui uma em toda sua história -, fomos uma Monarquia que desabou numa pseudo-República e já tivemos pelo menos dois regimes ditatoriais explícitos – Estado Novo de Getúlio Vargas e Ditadura Militar de 1064.

Realmente, não é fácil ser oposição nesse Brasil varonil!

 

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sábado - 07/04/2012 - 09:21h
Fusão DEM-PSDB

“Rosalbismo” pode ser “companheiro” de Dilma Rousseff

A possibilidade de fusão do DEM com o PSDB, assunto que ganhou forte proporção nas últimas semanas, entre Brasília e São Paulo, pode dar ao grupo da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) a brecha que sonha há tempos para escapulir do seu partido.

Seu sonho dourado é fazer parte da base aliada da ‘companheira’ Dilma Rousseff (PT). José Agripino, líder estadual e nacional, que vá só.

O deputado federal Betinho Rosado (DEM) foi o primeiro membro do triunvirato que lidera o ‘rosalbismo’, a tentar escapar do DEM na direção do Palácio do Planalto, sem prejuízo político. Levou o caso à esfera do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sem sucesso.

Protocolou a petição 2812 no dia 13 de março de 2008, arguindo que estava, pasme, sendo ‘perseguido’ no partido. Seria um desligamento “por justa causa”, como definiria a legislação em vigor.

Ah, nesse episódio, um detalhe patético: o advogado Marcos Lanuce, que atuava em favor dos interesses do DEM de Mossoró, é que empinou a demanda de Betinho ao lado do também advogado Astor Nina de Carvalho Júnior (veja AQUI).

Paralelamente à empreitada, Betinho aboletou seu filho – o engenheiro agrônomo Betinho Segundo – no comando estadual do PSC. Uma válvula de escape.

O ex-deputado estadual Carlos Augusto  Rosado (DEM), marido de Rosalba e irmão de Betinho, cochilou e perdeu o comando do PSD no Rio Grande do Norte para o vice-governador Robinson Faria (ex-PMN). Robinson, que depois rompeu com o governo, é o presidente da sigla criada ano passado no país, a partir de articulação do prefeito paulistano Gilberto Kassab (ex-DEM). O PSD foi germinado para ser da base de Dilma.

Os três, Rosalba, Betinho e Carlos até aqui têm encontrado no senador e ministro Garibaldi Filho (PMDB) e no deputado federal Henrique Alves (PMDB), a tábua de salvação do seu governo. Os dois levam a governadora pra lá e pra cá, nos escaninhos e labirintos do governo Dilma.

Se der, adiante, o triunvirato Rosalba, Betinho e Carlos vão pegar esse caminho adiante com as próprias pernas, ‘companheiros’.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 06/04/2012 - 23:59h

Pensando bem…

“Não sei, deixo rolar. Vou olhar os caminhos, o que tiver mais coração, eu sigo. ”

Caio Fernando Abreu

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sexta-feira - 06/04/2012 - 11:57h
A eficiência possível

Se o patrimônio é público, é nosso!

Temos bolsões de excelência no serviço público e crescente melhoria em outros tantos. Mas em alguns outros, quase nada funciona. Por quê?

Entendo que a intervenção estatal pode dar respostas satisfatórias às demandas sociais. Basta ser cobrado, punir com rigor os maus servidores e incentivar quem queira ascender numa carreira baseada na qualificação, no interesse e em méritos, nunca no compadrio ou arranjo politiqueiro.

Na coisa pública, parece que a Saúde é ‘casa de mãe-joana’. Se não está satisfeito, peça para sair. Vaza! Inaceitável é maltratar o cidadão comum, que na prática lhe paga o salário.

No Hospital Materno-Infantil Maria Correia (Hospital da Mulher), em Mossoró, recentemente inaugurado, controlado por uma Oscip (organização civil que faz serviço público de forma terceirizada), tem médico e enfermeiro reclamando. Estão irascíveis porque são obrigados a trabalhar certinho. Não querem ser punidos por atrasos e outros desleixos.

Devem estranhar, porque no público muitos trabalham como bem entendem. Acham que não são empregados e que não possuem patrão. Se recebem uma punição, queixam-se ao chefe político e tudo é sanado em prejuízo à coisa pública.

Existe excelência no serviço público também sem Oscip, fundações, ONG´s etc. Polícia Federal, Advocacia Geral da União (AGU), Receita Federal, Previdência, Caixa Econômica (CEF), setor portuário e Correios (no passado) são exemplos de eficiência pública. A Petrobras é essa gigante transnacional que orgulha o Brasil, uma das maiores empresas do mundo, símbolo de eficiência.

O Banco Central virou paradigma, em meio à crise mundial no setor financeiro norte-americano e bancarrota europeia.

Onde há prioridade ao funcionamento técnico, os resultados têm aparecido. Onde a prioridade é politica, os resultados nós conhecemos.

As melhores universidades do país são públicas, vocês sabem? Vocês conhecem a excelência do Hospital Sara Kubistchek?

O público é viável.

O caminho do serviço público é a ‘meritocracia’, o planejamento estratégico, prêmio aos melhores e punição à escória. São alguns princípios da iniciativa privada que se fundem aos propósitos inequívocos do Estado do Bem-Estar Social, ou seja, o bem comum.

É-nos vendida a ideia de que tudo que é público é ruim, para que aceitemos a terceirização, ONGs, Oscips, fundações etc. como panaceias. Erro crasso que a propaganda dirigida espalha, tentando nos iludir com tal inverdade.

Há um monte de gente criticando o serviço público e uma multidão ainda maior querendo desembarcar nele. Que paradoxo, não? Risível.

Se o patrimônio é público, é nosso. Portanto, não permitamos que saqueadores, espertalhões e maus servidores destruam o que nos pertencem, facilitando a prosperidade de uns poucos.

O patrimônio público é nosso!

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sexta-feira - 06/04/2012 - 11:26h
Saúde Pública

Um traço mínimo de humanidade, é o que queremos

O Conselho Regional de Medicina, sempre tão austero com o Governo do Estado e prefeituras, na cobrança de meios decentes à atividade médica, precisa também cobrar zelo ao ser humano por parte dos médicos.

A medicina evoluiu sobremodo e falamos hoje em nanotecnologia, medicina molecular, robótica, Projeto Genoma, biotecnologia etc., mas tem escasseado traços mínimos de humanidade.

À melhoria da Saúde Pública, não basta gestão voltada pro bem-estar social na propaganda e ausência de respeito na prática cotidiana, transformando gente em coisa nenhuma. Chega dessa funcionalidade feita de números. Não suportamos mais esse abjeto jogo do ‘tudo por dinheiro’.

Queremos e precisamos de médicos e outros profissionais da Saúde sob a égide de Hipócrates.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Saúde
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sexta-feira - 06/04/2012 - 10:28h
Desincompatibilização

Mais um último dia no calendário eleitoral

Só para lembrar:

Hoje é o último dia, segundo o calendário eleitoral brasileiro, para que secretários municipais, estaduais e magistrados, além de defensores públicos, afastem-se do cargo para que possam se habilitar legalmente à disputa de vaga em câmara municipal. Portanto, seis meses antes das eleições de outubro.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
sexta-feira - 06/04/2012 - 10:13h
Fatos e Gente

Gerais… Gerais… Gerais… Gerais

Hoje é uma sexta-feira daquelas. Da paixão, de saudar a vida, de dizer muito obrigado à Lúcia Rosado, que aniversaria nesta data. Gente de rara beleza. Com carisma. Como diziam os gregos na antiguidade, é aquela pessoa que ‘enche o templo’, ocupa os espaços com sua presença. Muito obrigado por sua generosa amizade, querida. Saúde e paz.

A convite do Grupo Galpão de Belo Horizonte (MG), o produtor cultural Caju Oliveira começa à próxima semana um período de curso de reciclagem e estudos na capital mineira. Duas semanas imerso no aprendizado quanto à gestão, produção e outros aspectos técnicos da administração da mais conceituada companhia de teatro de rua do país, com várias excursões internacionais de sucesso, desde 1982.

Dados oficiais revelam que pelo menos 130 municípios potiguares vivem período de estiagem, o que compromete o simples abastecimento de água, inibe produção agrícola e manutenção de animais. E nossas autoridades, de novo, vêm a público falar em ‘fenômeno’ da seca. Nos tempos do Brasil império já tivemos Dom Pedro II, que era um homem culto, cientista diletante, prometendo vender até a última jóia da coroa, para não permitir mais o flagelo da seca. Pobre Nordeste!

A peça Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo terá encenação hoje no Espaço Cultural do Santuário de Santa Clara, às 20h. Populares da comunidade e do grupo teatral Amarte, sob a direção do vereador Flávio Tácito e do professor Felipe Caetano, vão participar da apresentação.

Jorge do Rosário (Repav), Sérgio Freire (SF Construções), João Luciano Neto (Jodiesel) e Edvaldo Fagundes (Grupo Líder) são alguns dos empresários mossoroenses com passaporte pronto para viagem de negócios à China. Viajarão no próximo dia 10 (terça-feira). Eles estarão na China Import and Export Fair ou Canton Fair, maior feira multissetorial do mundo, que acontece duas vezes por ano e está prestes a completar sua 111ª edição. Localizada na cidade de Guangzhou, um importante pólo industrial da China, o evento é realizado no complexo “Pazhou”. Acontecerá entre os 15 de Abril a 5 de Maio.

Edvaldo: negócios da China

Daqui dessa distância, minha fé e torcida pela recuperação da saúde do amigo petroleiro Hélio Silva, internado em hospital do Recife (PE) há alguns dias. Quando tudo o levava ao nirvana, após conquistas excepcionais, eis que surge uma lufada de forças do ‘contra’, tentando obstruir seu caminho. Mas eles passam, meu amigo. Você é passarinho, inquieto, escravo apenas dos seus próprios sonhos. Está escrito.

Tive um longo contato com Francisco Silmar da Silveira Borges, o nosso Chico Borges. Presentemente ele está cuidando da saúde e as perspectivas que têm se apresentado são muito boas para uma recuperação. Vem tomando as sessões de quimioterapia e no dia 16 de abril tomará uma outra. Que Deus o proteja e o traga logo ao nosso convívio, pois se trata de gente muito da boa. (Emery Costa, O Mossoroense). Assino embaixo. Saúde para Chico.

O ministro Garibaldi Alves Filho (PMDB) vai inaugurar a nova Agência da Previdência Social (APS) em Mossoró no próximo dia 13. Vai funcionar em prédio próprio no bairro Aeroporto. Também atenderá aos segurados dos municípios de Governador Dix-sept Rosado, Campo Grande, Caraúbas e Upanema.

Obrigado a leitura deste Blog a Heloísa Canário (Mossoró), Chrystian de Saboya (Natal) e Lindeberg Ventura (Mossoró).

O Praiamar Natal Hotel sediará de 28 a 30 de maio o XV Encontro Nacional de Educação Infantil. O tema este ano é “Educação Infantil em Perspectivas: Diálogos Possíveis”. Professores, estudantes, escritores, administradores escolares e outros segmentos ligados ao tema vão se fazer representar na promoção.

Começará no dia 1º de junho a inscrição para o concurso “Miss Bumbum 2012”. As interessadas, que acreditam ter um ‘potencial’ à vitória, podem se inscrever no portal www.missbumbumbrasil.com.br. Terão a opção de clicar no estado que deseja representar. Além de possuir a retaguarda em destaque, a candidata precisa ter entre 18 e 26 anos. Ah, um lembrete:  não são aceitas mulheres com próteses de glúteo. O bumbum precisa ser natural e até quem se considerar ‘Raimunda’, …, está habilitada ao concurso. Afinal de contas, o que vale é a beleza protuberante, proeminente, saliente, sobrestante, elevada, bojuda, abaulada, saída, destacada… ufa!  As vencedoras além dos prêmios em dinheiro ganharão uma viagem para Miami-EUA.

Amanhã, 7 de abril, o “Sábado de Aleluia”, às 21h, a Praça de Eventos de Major Sales no Oeste do Rio Grande do Norte, a noitada promete ser bastante diferenciada, com o XXII Concurso de Caboclos, Malhação do Judas e outras manifestações culturais. Em seguida, ainda haverá show da supla Sirano & Sirino e apresentação da Orquestra Sanfônica Trupe do Sertão e do Forró Danado de Bom.  Bateu vontade de esbarrar por aí, viu?

O Hotel Thermas e Resort apresentará amanhã, a encenação da Paixão de Cristo. Será a partir das 20h. Hóspedes e detentores do cartão-passaporte têm acesso livre.

O “Sábado de Aleluia” (amanhã, dia 7) vai ser movimentado no antigo “O Sujeito”, agora “Clube Carcará”, centro de Mossoró, à margem esquerda do Rio Mossoró/Apodi. Por lá teremos Gianini Alencar e Forró Danado, além do Forró dos 3 a partir das 22h. Arrasta-pé até amanhecer o dia, como convém.

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Categoria(s): Gerais
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
quinta-feira - 05/04/2012 - 23:55h

Pensando bem…

“É nosso dever moral, e obrigação, desobedecer a uma lei injusta.”

Martin Luther King

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quinta-feira - 05/04/2012 - 21:31h
Microcrônica

Um tempo de cura pelo afeto

Sou das antigas. Daquele tempo em que sentávamos à calçada, brincávamos de ‘tique’, ‘garrafão’, ‘queimado’ e trocávamos figurinhas.

Das figurinhas vinha o jogo de ‘bafo’, em que batíamos com a mão côncava sobre elas, tentando virá-las com o deslocamento de ar e certa malícia. Muita malícia.

Tinha jogo de botão e meu Fluminense, imbatível. Sob meu comando, claro.

A porta de minha casa ficava aberta. A dos nossos vizinhos, também. Crime hediondo, no máximo, era furto de galinha e aqui e acolá aparecia alguém morto: normalmente por violência passional, decorrente de bebedeira ou em em nome da honra.

Serpenteávamos de uma casa a outra e a TV não era tão atraente assim. Internet? Não existia nem nas aventuras futuristas de Júlio Verne, que eu já lia.

Éramos felizes. Inocentes. Talvez felizes por isso.

Até médico da família nós tínhamos. Era comum. A nossa casa tinha o seu, sempre vestido num branco impecável.

Médico que tomava café à cozinha e sabia o nome de todos, sem embaraços. A valize parecia trazer o milagre da cura. O estetoscópio rastreava e ascultava supostas mazelas cardíacas e respiratórias. Sua caneta deslizava sobre o receituário uma letra ininteligível, puro hieroglifo a meus olhos.

A medicina tinha o poder de curar pela atenção e afeto.

Mas faz muito tempo. Nem sei por que ainda lembro disso…

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Categoria(s): Crônica
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