quinta-feira - 23/06/2011 - 10:26h

Gerais… Gerais… Gerais… Gerais

Será amanhã (sexta-feira, 24), às 17h, na Igreja do Coração de Jesus (Centro de Mossoró), a missa de sétimo dia de dona Nazareth Medeiros. Lúcida e ainda ativa, morreu aos 98 anos no sábado passado, na Casa de Saúde São Lucas, em Natal. Era viúva do farmacêutico Eduardo Medeiros. Lembro deles demais, em minha infância mais remota, menino mirrado.

O poeta e professor Gualter Alencar circula com seu cordel “Chuva de Balas”. É um trabalho interessante, diferenciado. Além da poesia, informações textualizadas e ilustrações situam o leitor no contexto histórico do ataque do bando de Lampião a Mossoró. Bacana mesmo.

A ex-vereadora upanemense Maria José Barbosa andou com sua saúde claudicando. Chegou a ser internada no Hospital Wilson Rosado. Mas as informações que chegam sinalizam para plena recuperação de “mãinha”, como é carinhosamente tratada por seus filhos.

Com larga experiência na área de alimentos, Jaqueline Melo aposta na expansão do mercado para produtos naturais. Por isso, potencializa a venda, sob encomenda, de sanduíche com essas características, com variadas composições e sabores. O contatos em Mossoró são estes: (84) 8841-4102/9917-7871.

A Prefeitura de Baraúna realizará amanhã e sábado a 1ª Fejub (Festa Junina de Baraúna), reunindo quadrilhas juninas da cidade e zona rural, que vão se apresentar numa arena montada pela municipalidade, também à acomodação do público. Depois a massa vai curtir as bandas Forrozão Rebenta, Magnatas do Forró e Jogo de Cintura. A organização é da Secretaria de Turismo e Lazer, com a titular Graça Barbosa, gestão do prefeito Aldivon Nascimento (PR).

Lançamento confirmado para a próxima quinta-feira (30), à noite, em Areia Branca, do “Só Rindo 2 – A política do bom humor do palanque aos bastidores“, meu segundo livro.  Será na Câmara Municipal, sob a presidência do vereador Aldo Dantas (PMDB). Oportunidade de me reencontrar com amigos de todos os matizes sociais e políticos, prosear um pouco e apresentar esse novo trabalho.

Infelizmente não pude comparecer à posse do novo venerável da Loja Maçônica Amâncio Dantas (Mossoró), jornalista e publicitário Phabiano Santos. Ocorreu no mesmo dia e horário do lançamento do meu livro. Mas depois esbarro aí em sua sala, meu caro, para saudá-lo, além de botarmos a conversa e muito trololó em dia.

Já ontem (quarta-feira, 22), aconteceu a posse do advogado André Luís Gomes de Oliveira, como venerável-mestre da Loja Maçônica Sebastião Vasconcelos; Alcivan de Oliveira Medeiros, da Loja Maçônica 30 de Setembro, além de Édson Nogueira Leite da Loja Maçônica Universitária Ivanildo Martins Formiga. Infelizmente, uma recidiva de virose me impediu de prestigiá-los.

O “Trio Mossoró”, que originalmente era formado por três irmãos cantores originários de Mossoró, foi refeito para apresentação hoje no “Cidade Junina”. Será antes do espetáculo “Chuva de Bala”, no adro da Capela de São Vicente. Uma bela iniciativa da organização do evento, que este ano está mais dinâmico, apostando em células estanques de atrações e não apenas na concentração da Estação das Artes Elizeu Ventania. Parabéns.

Hoje tem missa às 17h, na Igreja de São João Batista, bairro Doze Anos, em Mossoró. Ao seu término, haverá procissão até o Santuário do Coração de Jesus, Centro, para encerramento sob a condução do bispo Dom Mariano Manzana.

Hoje à noite tem o tradicional São João do Riacho Grande, zona rural de Mossoró. Há tempos não esbarro por lá. Em época mais remota, de maior tranquilidade e menos obrigações, gostava da simplicidade, organizaçao e alegria desse tipo de festa no lugar.

Obrigado a leitura deste Blog a Fausto Maia (Mossoró), professora Emiliano Rosado (Natal) e Jaílton Rodrigues (Areia Branca).

O professor e músico Walter Silva promoverá o sorteio de alguns equipamentos de sonorização, no dia 9 de julho (um sábado), em encontro de amigos no “Sêbado”, à Avenida Antônio Vieira de Sá, Nova Betânia (Mossoró). Começará a partir do meio-dia. Oportunidade ainda para comemorarmos aniversário do comandante-em-chefe desse lugar, odontólogo Marcos Almeida. Se eu melhorar do “gogo”, até lá, confirmo presença. A iniciativa objetiva levantar recursos para cobrir dívidas do “Projeto Artes X Lixo Cultural, que ele empreende em escolas, mas que não tem o devido apoio do setor público. Fones para contatos são estes: (84) 8893-8132/8848-2592.

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quarta-feira - 22/06/2011 - 23:59h

Pensando bem…

“Na longa história da espécie humana (e do gênero animal, também), prevaleceram os indivíduos que aprenderam a colaborar e a improvisar com mais eficácia.”

Charles Darwin

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quarta-feira - 22/06/2011 - 14:01h
Articulando-se

Robinson amplia contatos políticos em Mossoró

Robinson Faria (PMN), vice-governador, desembarca por volta de 15h em Mossoró.

Sua agenda ainda não está fechada, mas é prioritariamente política, com contatos com vereadores, ex-vereadores e lideranças em destaque na cidade.

Almoça com alguns convidados, como os vereadores Jório Nogueira (PDT) e Ricardo de Dodoca (PDT).

O presidente da Câmara de Mossoró, Francisco José Júnior (PMN), é seu “cicerone” em Mossoró.

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quarta-feira - 22/06/2011 - 13:47h
Na pressão

Estado resolve cortar ponto de grevistas

A ordem é radicalizar. Dentro da lei, lógico.

O Governo do Estado decidiu cortar o ponto dos servidores que estão em greve. A notícia é confirmada pelo secretário-chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso Fernandes.

É mais uma medida coercitiva que a gestão Rosalba Ciarlini (DEM) toma, no sentido de conseguir a retomada da normalidade do serviço público em vários setores, alguns vistos como essenciais.

– Vamos apenas cumprir o que determina a Lei – justificou Paulo de Tarso.

Detran, professores e Polícia Civil são situações especialmente delicadas para o governo.

Nota do Blog – A greve é um legitimo instrumento de pressão a serviço do trabalhador.

O corte no ponto, por sua vez, amputando salário, é um meio legal do empregador.

O que não aparece nesse enredo, é como o trabalhador voltará ao trabalho, caso realmente essa estratégia dê certo.

O Governo do Estado pode obter uma “vitória de Pirro”, ou seja, um êxito com tantos prejuizos que não terá como se emendar adiante.

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quarta-feira - 22/06/2011 - 13:39h
Mudança

Incra tem novo comando no Rio Grande do Norte

O Diário Oficial da União (DOU) da segunda-feira (20) trouxe a nomeação do potiguar Valmir Alves da Silva para ocupar o cargo de superintendente regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), ligado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Valmir substitui Paulo Sidney Gomes. Ele é namorado da deputada estadual Larissa Rosado (PSB).

Valmir é indicação do PT, assim como Paulo Sidney.

Valmir ocupava o cargo de Delegado Federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Foi diretor administrativo do Hospital Regional Tarcísio Maia.

Em Mossoró, ele foi líder sindical e membro da direção executiva da CUT.

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quarta-feira - 22/06/2011 - 13:30h
Um ano

Missa lembra a vida do grande Nilo Santos

Lembra-me o ex-deputado estadual e radialista (Difusora de Mossoró), Jota Belmont, que hoje tem missa de 1º aniversário da morte do jornalista Nilo Santos.

Será na Igreja Coração de Jesus, centro da cidade de Mossoró, às 17h.

“Nilão” foi embora muito cedo. Mas a vida terrena foi prodigiosa em colecionar amizades, com um sorriso muito próprio, espontaneidade e inteligência fulgurante.

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quarta-feira - 22/06/2011 - 12:40h
Ele de novo

O blindado Mário Rosado

Saindo do banho, o celular toca.

A voz não é-me estranha. A forma de abordagem confirma minha suspeita:

– Amigo, vai demorar a aparecer no lançamento do seu próprio livro?

E insistiu:

– Tá reconhecendo a voz? Sabe quem é?

Não errei. Na “mosca”.

– Mário Rosado – disparo.

Exatamente.

O ex-deputado federal Mário Rosado, filho do prefeito Dix-huit Rosado, falecido em 1996, aportou em Mossoró e mesmo às pressas – como sempre – apareceu para prestigiar o lançamento do “Só Rindo 2 – A política do bom humor do palanque aos bastidores”, nesta terça-feira (21), às 19h30, na TV Cabo Mossoró (TCM).

Além do permanente bom humor, Mário ainda levou livro para si e à irmã, Naide Rosado.

Não tive tempo de esticar conversa com ele, devido o burburinho da noite de autógrafos. Deixou com um amigo, cartão pessoal para contato.

No cartão encimado pelo brasão da Escola Superior de Guerra, novamente, o estilo Mário Rosado de ser.

Em seu verso, uma fotografia estampa o ex-deputado no “cockpit” de um blindado de 20 toneladas, com o canhão apontado na direção de quem manusear o impresso.

Mário continua incomum. Arrasa-quarteirão.

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quarta-feira - 22/06/2011 - 12:15h
Só Rindo 2

À chuva que fertiliza minhas amizades

“Carlos, e agora? Está chovendo muito aqui. Como vai ser com essa chuva?”

Ouvi essa angústia ontem à noite, pertinho do horário definido para lançamento do meu segundo livro, o “Só Rindo 2 – A política do bom humor do palanque aos bastidores”, na TV Cabo Mossoró (TCM). Ao telefone ainda, sem me exasperar, glacial com o verbo, redargui:

– Amigo, que chova mais. Não sou egoísta a ponto de querer que a chuva pare de fertilizar meu sertão, por conta de um livro meu. Chego já aí.  Sem estresse, !?

Há mais de um ano, tentando fechar o preâmbulo do Só Rindo 2, escrevi aquela que seria uma de minhas homenagens no livro em formação. Agradeceria a um dos meus principais bens: meus amigos.

No curso do tempo, até à noite passada, percebi que não exagerara. Fora até premonitório. Sem eles, uma legião de amigos, não teríamos alcançado êxito tão superlativo.

Autógrafo especial para o padre Sátiro Dantas, um dos oradores da noite (Ricardo Lopes)

Meu culto é à amizade. E ela não precisa ser virtuosa e magnânima. Basta ser leal e solidária. Eleva-se quando é capaz de transbordar com o sucesso alheio, que pode ser meu ou seu, mas acima de tudo é nosso. A vocês, meus amigos, muito obrigado por tudo – mensagem impressa na página 27 do Só Rindo 2.

A verdadeira “operação de guerra” pro lançamento, numa noite fria e chuvosa, cheia de eventos concorrentes, não arrefeceu o ânimo da equipe de organização: todos amigos, gente voluntária, incansável.

– Carlos, cadê a relação de autoridades? E o que você quer que eu diga? Qual o formato da solenidade? bombardeou-me o jornalista Givanildo Silva, cerimonialista, logo que me viu no local.

Fui claro. Translúcido quanto à essência daquele acontecimento: “Givinha, aqui não tem autoridade. São todos amigos ou gente que me respeita, apesar das divergências de pensamento. Faça uma condução informal, sem amarras, protocolos ou exigências burocráticas. Fale o que quiser.

E assim foi o lançamento do Só Rindo 2. Intenso. Emocional. Descontraído.

Também surpreendente com a presença de gente humilde, cândida, que apareceu para compartilhar minha alegria. Como o cabelereiro Francisco, do bairro Santo Antônio; falo do caseiro “Doidão”, que trabalha num condomìnio no Ulrick Graff, que costumo pousar. “Rapaz, você me desculpe… eu queria muito comprar um livro e você assinar, botar umas coisas”, desabafou para me emocionar.

Doidão, o livro eu lhe dou de presente. Eu vou assinar e botar umas coisas bonitas. Não precisa pagar nada – atalhei.

O lojista Rafael do Monte Negreiros, o “Rafaelzinho da Agrotec”, resumiu em comentário enviado ao Blog, o que foi essa confraria:

– Há tempos não participava de uma reunião de amigos, todos com um só obejtivo: prestigiar você. E fazer com que outros novos livros surjam tão bem elaborados e com tanto o que se ler de bom.  Presença de padre Sátiro Dantas, o cerimonial de Givanildo, a apresentação de doutor Milton Marques e mais uma plateia cheia de bons amigos, acho que era tudo o que você merecia e talvez, muito mais.  Parabéns, um abraço grande e que outros Só Rindo venham por aí.

Rafaelzinho, não sei se mereço.  Mas sei que devo exaltar: Muito obrigado!

P.S – Agora vamos retomar o ritmo normal de trabalho. É minha doce labuta.

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terça-feira - 21/06/2011 - 08:34h
Só Rindo 2 - A missão

O corre-corre lá e cá

Amigos, postar matéria regularmente hoje, certamente será muito difícil. Mas vou tentar, garanto-lhe que vou.

O lançamento oficial do livro “Só Rindo 2 – A política do bom humor do palanque aos bastidores” só vai ter seu ciclo fechado quando tudo terminar. De verdade. Até lá, tudo fica em aberto.

Além disso, compromissos em alguns programas de rádio e TV consomem outra parte do meu tempo.

Às 6h45, estive no noticioso da FM 105, apresentado pela jornalista Denise Santos.

Daqui a pouco, às 9h, esbarro no Manhã TCM da TV Cabo Mossoró (TCM), para conversar com Lilian Martins.

Às 14h30, na mesma emissora, converso com os apresentadores do programa “Entre no Clima”.

Um pouco depois, lá para as 15h30, o bate-papo é com Jota Belmont na Rádio Difusora de Mossoró.

E nesse ínterim, as minudências do encontro de logo mais à noite.

É isso. Ufa!

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terça-feira - 21/06/2011 - 05:58h
Só Rindo 2

Ao filho querido; vivo para ser amado

Convite oficial de lançamento do "Só Rindo 2" nos jardins da TCM nesta terça-feira, 21

É hoje, amigo internauta, o lançamento do livro “Só Rindo 2 – A política do bom humor do palanque aos bastidores”.  Será a partir das 19h30 nos jardins da TV Cabo Mossoró (TCM), em Mossoró.

O jornalista Givanildo Silva – amigo-irmão – será o cerimonialista, despido de maiores formalidades. O reitor da Universidade do Estado do RN (UERN), professor Milton Marques, fará a apresentação, naquele diapasão sereno de seu estilo.

Nosso encontro promete ser leve, em ambiente enxuto, como uma confraria à esquina de casa. Ah! não precisa levar cantil, encomendar uma quartinha, empunhar garrafinha com água mineral ou portar saco com gelo! Ninguém vai morrer desidratado: água e refrigerante serão fartos.

O livro é um trabalho que reúne 160 histórias ambientadas no universo político do Rio Grande do Norte, em especial.

Nele não há interesse no escárnio, não se busca o enxovalhamento da imagem de políticos, seus asseclas e anônimos e, sim, documentar o inusitado e pitoresco. É isso que procuro apresentar, ao assiná-lo.

O convite formal, por escrito, entregue solenemente em mãos, ficou a cargo de uma das editoras responsáveis pela edição, a “Sarau das Letras”, parceira do meu selo próprio – a “Editora Herzog”. Entretanto como é comum a quase toda produção do gênero, chegou “em cima da hora”, impedindo distribuição mínima.

Tudo bem.

A grande maioria dos meus convidados não tem rosto, não conheço pessoalmente; falta-me a intimidade da prosa à calçada, nem sei endereço físico. Se é gordo, magro; baixo, alto. Evangélico, cristão, islâmico, agnóstico…

São médicos, advogados, jornalistas, professores, comerciantes, empresários, engenheiros, políticos. Mas são também taxistas, frentistas, policiais, estudantes, donas-de-casa, engraxates, comerciários, desempregados etc.

É um mosaico humano, gente de todos os matizes, que ao longo dos últimos anos foi se reunindo por aqui, transformando esta página numa “ágora” grega, num fórum de debates.

Convidá-los um a um, impossível. Humanamente, impossível.

Quem não estiver presente, não estará ausente.

É! Meu novo filho nasceu. Outros virão. Cada um, em papel ou carne e osso, é único. Querido! Incensado. Com história própria. Título e subtítulo; nome e sobrenome. Feito em partilha, vivo para ser amado.

A paternidade responsável tem ônus e bônus. Topei fazer para me realizar sendo. Só isso.

Que belo dia para dizer “muito obrigado”.

Até mais tarde!

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segunda-feira - 20/06/2011 - 08:39h
Governo "Da Gente"

A incrível vocação para patinhar na lama

Grupo da prefeita "Fafá" aparece envolvido em mais uma artimanha politiqueira usando um "laranja"

Jack Nicholson, do filme "O iluminado", parece ser a inspiração dos poderosos

O servidor da Prefeitura de Mossoró, com cargo comissionado, Onézimo Oliveira Morais, assina ação popular que tenta impedir a TV Mossoró de veicular apoios culturais e tirar da sua grade de atrações programas como o “Observador Político” e o “Mossoró Comunidade”,  que na ótica do demandante estariam servindo apenas para ataques politiqueiros.

Por trás dele, pasme! Quem aparece? A figura do próprio Governo “Da Gente”, simbolizado pela prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, que nos últimos anos se notabilizou em promover enxurrada de processos e interpelações judiciais contra quem não elogia e promove oba-oba à sua gestão.

Onézimo é diretor da Agência II da Fundação para Geração de Emprego e Renda (Funger), localizada no bairro Bom Jardim, no prédio onde funcionou a Plasmol. Cargo de confiança. Vacilou, demissão. Cumpre ordens.

A história de Onézimo com a comunicação não começa com a ação contra a TV Mossoró. Ele já foi alvo de ação da Polícia Federal por crimes contra a radiodifusão por manter uma estação de rádio em funcionamento sem autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O processo acabou prescrevendo e arquivado em 2 de julho de 2009.

Outra vez, o enredo mostra que os donos do poder escolhem atalhos e labirintos dos subterrâneos, para impor suas vontades. Reitera sua enorme capacidade de patinhar na lama.

O servidor usado para essa nova empreitada, também tem o escritório de advocacia, que serve à prefeita e seus principais familiares e assessores, tratando da demanda. O mesmo que cedeu um de seus componentes para ocupar a Procuradoria-Geral do Município há poucos dias.

Essa história é contada em detalhes, com enorme clareza e profissionalismo, pelo jornalista Bruno Barreto.

Ele assina reportagem especial – repleta de documentos e arrazoados – que mostra mais um desatino dos poderosos, antes já flagrados na farsa do caso “Capitão 40” em plena campanha eleitoral de 2008. Recentemente, integrantes do governo foram flagrados em investigação judicial, com envolvimento no caso da página anônima “Paulo Doido”, na Internet.

Até endereço do próprio Palácio da Resistência, sede do governo, apareceu em relatório entregue à Justiça.

Parece uma vocação viver no pântano.

Veja tudo clicando AQUI. Mas antes tape o nariz.

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segunda-feira - 20/06/2011 - 07:28h

Gerais… Gerais… Gerais… Gerais

Minha saudação efusiva para o DJ Saldanha (Ex-FM 95 de Mossoró), que atua na FM 98 de Natal. Está prestes a colar grau em marketing pela Universidade Potiguar (UnP). Gente da melhor espécie, profissional zeloso. Que avance mais.

Recebo informações seguras e as repasso a você, webleitor, sobre o empresário Fernandinho Rosado. “Ele está internado na Beneficência Portuguesa em São Paulo. Sofreu um infarto na quarta à noite. Estava na companhia da esposa, Vera. Na sexta (17), passou por cirurgia para a implantação de 3 stenters. Ontem já estava no apartamento e fez vários exames. O resultado desses exames devem sair nesta segunda. Mas o quadro é satisfatório”, conta-me o repórter social do Jornal de Fato, Sérgio Chaves. Saúde, então.

O sábado (18) foi de trabalho denodado na Zenitech, empresa responsável pelo desenvolvimento desta nova página. Permanentes relatórios enviados com a enorme colaboração dos nossos webleitores apontaram entraves à navegação através da Internet Explorer. A turma beirou a meia-noite, mas identificou problemas nas “tabs” e no “contador”. Foram temporariamente retirados para análises minuciosas, à plena resolução desses problemas. O certo é que as informações recebidas indicam que está muito satisfatória a navegação a partir daí. Mas continue nos ajudando para fazer esta página funcionar à plenitude.

Ontem (domingo, 19), estive na FM 105 a convite do Caby da Costa Lima. Conversamos sobre o lançamento do meu segundo livro, o “Só Rindo 2 – A política do bom humor do palanque aos bastidores”, que será nesta terça-feira (21), às 19h30, na TV Cabo Mossoró (TCM). Atendi a seu convite e gostei. Boa música, papo descontraído e vendi meu “peixe”. Além de existir a perspectiva de “vitimá-lo” com a venda de um livro na noite de autógrafos.

Hoje (segunda-feira, 20), às 10h, esbarro nos estúdios da RPC (antiga Rádio Tapuyo). A prosa é com o Haroldo Jácome, que brilha nas manhãs da radiofonia regional com bom conteúdo para seus ouvintes.

Obrigado a leitura deste Blog ao professor, jornalista e publicitário Ricardo Rosado (Natal), fotógrafo Alex Gurgel (Natal) e jornalista Nara Andrade-O Mossoroense (Mossoró).

A prefeita natalense Micarla de Sousa (PV) foi internada no final de semana com arritmia cardíaca. Passou por exames e observação. Ficou internada na Promater até a tarde de ontem. Só deverá retomar sua rotina na terça-feira (21).

A prefeita de direito de Mossoró, Fátima Rosado (DEM), recebeu delegação numerosa de quase 20 prefeitos em sua mansão, no sábado (18). Por lá, ainda, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM), ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), diversos vereadores e mais alguns convidados. Em seguida, toda essa gente foi ver o “Chuva de Bala”, espetáculo apresentado no adro da Capela de São Vicente.

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domingo - 19/06/2011 - 23:36h

Pensando bem…

“O covarde nunca começa, o fracassado nunca termina, o vencedor nunca desiste.”

Normam Vincent Peale

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domingo - 19/06/2011 - 22:19h
Patu Fu

Letra e Música – 143

Canção pra você viver mais, do Patu Fu, banda mineira, é um bom exemplar da musicalidade desse grupo.

Fernanda Takai canta em homenagem ao pai, já falecido.

A letra de John, um dos componentes da banda, fala dessa separação física, da implícita espiritualidade e do vácuo das grandes perdas. Mas tem duplo sentido. É também uma declaração de amor à cantora e esposa.

Ela tinha colocado o título sobre um papel, mas não conseguia escrever nada para exaltar o pai enfermo. Estava abalada.

John resolveu fazer a letra e lhe apresentou: “Sei que era tudo que você queria dizer (…)”.

A canção remete-me à lembrança de quem partiu, sem sair de minha vida. Faz-me viver mais por tudo que representa até hoje.

Nunca pensei um dia chegar
E te ouvir dizer:
“Não é por mal
Mas vou te fazer chorar
Hoje vou te fazer chorar.”

(…) Não tenho muito tempo
Tenho medo de ser um só
Tenho medo de ser só um
Alguém pra se lembrar.

Faz um tempo eu quis
Fazer uma canção
Pra você viver mais.

Tenha uma ótima semana, webleitor.

A minha, outra vez, será de superação e conquistas.

Amém!

Veja a letra AQUI.

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domingo - 19/06/2011 - 16:31h

Bem-aventurados

Bem-aventurados os pintores escorrendo luz
Que se expressam em verde
Azul
Ocre
Cinza
Zarcão!
Bem-aventurados os músicos…
E os bailarinos
E os mímicos
E os matemáticos…
Cada qual na sua expressão!

Só o poeta é que tem de lidar com a ingrata linguagem alheia…

A impura linguagem dos homens!

Mario Quintana (1906-1994) – Poeta e cronista gaúcho

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domingo - 19/06/2011 - 08:41h
Opinião

“Rosalba precisa mudar o discurso”

Por Givanildo Silva

Não tenho certeza se são palavras do padre Sátiro. Mas se o disse, falou bobagem.

Vai carregado pela onda de minoria barulhenta e suspeitável. O que é absolutamente anormal, tratando-se de dignidade eclesiástica calejada e bem-intencionada.

Preocupação com o interesse público demonstrada. No sermão e no programa de rádio.

Rosalba, até agora, só cometeu um erro grave. Deixou de alertar a justiça, nem sempre confiável, da necessidade de se punir exemplarmente a caterva que assolou o estado.

Porque só se faz acontecer o hoje resolvendo-se o passado. E o Rio Grande do Norte padece de pendência perversa, malvada. Desagradável, detestável, amaldiçoada.

Givanildo Silva é jornalista, radialista e bacharel em direito, além de editar o blog www.givva.com.br AQUI.

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domingo - 19/06/2011 - 08:22h

Canção de homens e mulheres lamentáveis

Por Antônio Maria

Esta noite… esta chuva… estas reticências. Sei lá.

Quem seria capaz de abrir o peito e mostrar a ferida? De dizer o nome? De lembrar, sequer lembrar, o rosto?

Quem seria capaz de contar a história? De chamar o maior amigo, ou melhor, o inimigo, e dizer:

— Estou me sentindo assim, assim, assim…

A humanidade está necessitando, urgentemente, de afeto e milagre. Mas não sabe onde etão as mãos, nem os deuses. E, quando souber, vai achar que as mãos e os deuses são de mentira. Os olhos de todos estarão cheios de medo, os olhos das jovens raparigas, os olhos, os braços, o ventre e as pernas das jovens raparigas, receosos de pagar com os quefazeres do sexo.

Nesta noite, com esta chuva, as jovens raparigas não são importantes. Apenas uma tem importância. Mas quem seria de todo livre e descuidado, a ponto de dizer o seu nome? De pensar o seu nome? Você diria em público o nome da Amada? E suportaria ouvi-lo? Não, não; o nome dela, em sua boca ou na dos outros, é tão proibido como sua nudez (dela). Não há diferença.

E por que você não se transforma no homem banal, que se encharca de álcool, para apregoar a desdita? Seria mais fácil. Talvez alguém lhe chamasse de porco e você revidasse com um soco no rosto, um só rosto, de todo o Gênero Humano. Viria a polícia, que simplifica tudo, generalizando. E tudo se transformaria em notícia: “Preso o alcoólatra, quando injuriava e agredia a Família Brasileira, na pessoa de um sócio do Country”.

Há poucos minutos, em meu quarto, na mais completa escuridão, a carência era tanta que tive de escolher entre morrer e escrever estas coisas. Qualquer das escolhas seria desprezível. Preferi esta (escrever), uma opção igualmente piegas, igualmente pífia e sentimental, menos espalhafatosa, porém. A morte, mesmo em combate, é burlesca.

Uma pergunta, que não tem nada a ver com o corpo desta canção. Quem saberia discriminar o ódio do amor? Ninguém. Os psicologistas e analistas têm perdido um tempo enorme.

Ontem à noite, voltando para casa, senti-me espectador de mim mesmo. E confesso que, pela primeira vez, não achei a menor graça. Saíra, pela primeira vez, de óculos e o porteiro do edifício me recebeu com esta agradável pergunta:

— Que é que houve? O senhor está mais velho? Tirei os óculos e, fitando-o, esperei as desculpas. Mas o homem continuou:

— O que é que houve? De ontem para cá, o senhor envelheceu.

Tinha pensado que, sem os óculos…

Não estou escrevendo para ninguém gostar ou, ao menos, entender. Estou escrevendo, simplesmente, e isto me supre: contrabalança, quando nada. Esta noite, esta chuva — e poderia escrever as coisas mais alegres, esta noite. Neruda, coitado, as mais tristes.

Só há uma vantagem na solidão: poder ir ao banheiro com a porta aberta. Mas isto é muito pouco, para quem não tem sequer a coragem de abrir a camisa e mostrar a ferida.

Antônio Maria (1921-1964) era jornalista, escritor e compositor.

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domingo - 19/06/2011 - 07:51h

Só Rindo (Folclore Político)

Damião sem freio

Aluizista histórica, integrante do movimento denominado de as “Senadoras”, Wanda Gondim sempre foi muito espirituosa. Mesmo em situações que podiam lhe embaraçar, tinha uma saída carregada de bom humor.

Casada com o empresário Damião Queiroz, formava com ele um casal com larga aceitação na sociedade mossoroense.

Numa manhã, entrecostada na sacada de sua casa à Avenida Alberto Maranhão, centro da cidade, ela acompanha uma multidão passando à frente. É mais uma missão do mitológico Frei Damião.

Não falta gente simples acenando para Wanda Gondim, retribuindo sua forma natural de se relacionar com pessoas dos mais diversos matizes sociais.

Em meio aos passantes, uma mulher em trajes modestos, que a conhecia muito bem, aproxima-se e puxa assunto:

– A senhora também está esperando Frei Damião passar, né?

Sorrindo, sem qualquer rodeio, nossa personagem não disfarça que sua espera é outra:

– Não! Estou aguardando o outro. Meu marido ‘Damião sem freio’!!!

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domingo - 19/06/2011 - 06:39h

Governo x Servidores Públicos

Por Honório de Medeiros

O que se percebe hoje, no Rio Grande do Norte, no que diz respeito ao embate entre categorias de servidores públicos e Governo, não é uma crise no Estado, entendido este, na percepção do senso comum, como “lugar” no qual ocorrem acontecimentos sócio-políticos.

O Estado, na verdade, é uma cristalização, uma “formalização” de como a Sociedade se auto-organiza e, nesse aspecto, continua incólume: funciona o Poder Legislativo; funciona o Poder Judiciário; até mesmo funciona o Poder Executivo; e a vida real, concreta, o dia-a-dia no campo social, as relações de produção fluem normalmente.

Mas há uma crise no Governo, e esta é grave.

As raízes do embate entre o atual Governo e algumas categorias de servidores públicos são antigas e profundas. Aqui não é o local apropriado para esmiuçar todas elas, muito embora seja possível detectar, como nexo a lhes dar unidade, a contínua e ancestral espoliação dos servidores públicos, via apropriação de sua força de trabalho.

Um exemplo situa o abstrato no concreto: os tributos que sobem indiscriminadamente enquanto o poder de compra dos servidores públicos cai. No que diz respeito ao servidor público há, inclusive, um epifenômeno específico: enquanto outros segmentos da classe média têm como limite para seu crescimento econômico-financeiro as leis do mercado, o barnabé, ao longo dos anos, sente na pele os efeitos do congelamento artificial de sua remuneração, ao travar a luta diária contra as gôndolas dos supermercados, os preços da educação particular, os cutos da medicina privada.

Entretanto é necessário analisar uma dessas raízes exposta pela circunstância político-institucional vivida em nosso Estado pelos servidores públicos, expondo suas causas e suas conseqüências.

E qual é ela?

Quanto a este Governo, embora pudéssemos abarcar os anteriores, a histórica postura da elite dirigente que o compõe em estimular as negociações com os servidores públicos por categorias. O objetivo da estratégia ancestral é maquiavélico: dividir para reinar. E o que era para ser uma vitória estratégica, se revelou um erro histórico.

Na medida em que a discussão é encetada por categorias, separadamente, e especificamente com aquelas que têm poder de barganha, como os auditores fiscais, a polícia militar, ou os médicos, todo o restante dos servidores públicos – e é uma imensa maioria – é deixada de lado e condenada à submissão: aqui convém lembrar os ASGs, os Técnicos de Nível Superior e Médio, e assim por diante.

Perdem, assim, ambos: Governo e categorias. O Governo, governabilidade; as categorias, legitimidade.

Até recentemente essa estratégia surtiu aparentes efeitos favoráveis e, mesmo equivocada, garantiu sobrevida. Todos os governos, desde as capitanias hereditárias em sua essência conservadores, até mesmo reacionários, constituídos que foram pela mesma elite que há séculos se apropriou dos aparelhos do Estado – embora às vezes aparentemente dividida por cores, bandeiras e músicas -, têm como seus uma “memória” no trato com a “coisa pública” que induz a mesma conduta, a mesma ação, o mesmo procedimento, ano após ano, em relação aos servidores públicos.

Mas um dia a casa – mal construída – cai, e a causa é claramente perceptível: as contradições inerentes à postura conservadora de governar, que se materializa por intermédio do exacerbamento radical da tentativa de implantar um modelo financista de gestão, ou seja, fazer caixa para obras (a face perversa da “Teoria do Bolo Econômico”), e a conseqüente necessidade de “enquadrar” as categorias de servidores públicos que ameaçam tal modelo gerencial via crescimento da folha de pagamento do Estado.

E como “fazer caixa” equivocadamente, sem atacar os chamados “nós estruturais” como, por exemplo, o número de Secretarias, de cargos em comissão, o déficit previdenciário, o repasse para os outros Poderes, a gestão do patrimônio do Estado, origina, em curto prazo, um déficit de legitimidade, eis a conseqüência: o Governo não conta com as categorias com as quais litiga porque não conseguiu atraí-las para seu plano de gestão; e não conta com a maioria submissa do restante dos servidores públicos por que sequer percebe sua existência; não conta com a Sociedade por que seu discurso, contraditório, conseqüência de sua percepção autoritária de gestão, confunde e suscita antipatia.

Esse modelo conservador de gestão e suas conseqüências, radicalizado ao extremo em sua face mais perversa, a de confrontar as categorias “fortes”, e relevar a massa “fraca”, de servidores públicos, e suas entranhas ocultas, secundado por uma mídia obsequiosa e/ou incapaz de perceber o pano-de-fundo dos acontecimentos, parte dela a esgrimir com o olho no descalabro dos governos anteriores, alheia ao fato de que as elites governantes historicamente são as mesmas, e parte a exibir seu desnorteio ante o que realmente está acontecendo, conseguiu reunir, como adversários internos, embora ainda separados entre si, as categorias enganadas pelos artifícios eleitoreiros dos personagens políticos locais que se revezam no Poder desde sempre.

E em que erraram as categorias ao longo do tempo?

Erraram por caírem no canto de sereia das elites governantes aceitando discussões remuneratórias unilaterais, confiando em seu poder individual de pressão. Agora, quando precisam da maioria dos servidores públicos para dar legitimidade às suas pretensões, não são capazes de mobilizá-la, e como não o são, não se legitimam ante a Sociedade. Sociedade cansada da mesma prática encampada tantas e tantas e que somente lhe trás prejuízos.

Pagam o preço de seu erro histórico: ao encontrarem um Governo disposto a radicalizar sua opção ideológica cuja face exposta é o modelo de gestão “fazer caixa para tocar obra”, e disposto a destruir, ainda mais, a imagem do servidor público ante a Sociedade, apresentando-o como ganancioso, estão passíveis de saírem derrotados nesse enfrentamento, “perdendo a parada”.

Agora, a conseqüência para a Sociedade.

Suponhamos que o Governo consiga dobrar as categorias. Qual o resultado concreto dessa vitória de Pirro?

O “caixa” melhora, substancialmente. O Governo vai “tocar obras”, repetindo a mesma toada de sempre, desde as Capitanias Hereditárias e a construção do Forte dos Reis Magos.

E dificilmente avançaremos quanto às políticas publicas.

Políticas públicas, para se concretizarem, necessitam de servidores públicos treinados, bem remunerados, e, principalmente, fundamentalmente, persuadidos a darem o melhor de si.

Políticas públicas não se concretizam com servidores ressentidos.

E existe um ressentimento histórico nos servidores públicos do RN, em sua imensa maioria, com exceção de algumas castas privilegiadas, que já construíram, para si, um ambiente “legal” apropriado no qual se mantêm, distantes das agruras pelas quais passam os professores, os médicos, os policiais, os técnicos de nível médio, os ASGs…

Com servidores ressentidos, nada funciona no serviço público. O exemplo nem sempre lembrado é o Governo Geraldo Melo.

Nada funciona em decorrência da “greve branca” que, insidiosa, não declarada, se instala. É um desânimo geral: os processos administrativos não andam, ou passam a andar em círculos. Ações não se concretizam; programas definham; políticas públicas passam a ser pura retórica governamental. Tudo isso, como se sabe, gera conseqüências eleitorais.

E a grande vítima, claro, é a Sociedade, que paga o preço por estar entre o touro enfurecido e o abismo.

Por fim: o que faltou ao atual Governo em sua relação com os servidores públicos?

Uma percepção não autoritária de gestão pública, com o desdobramento óbvio: respeito no trato com quem está do outro lado da mesa de negociação e compõe essencialmente a Administração Pública. Compreender a premência de uma Reforma do Estado, sempre postergada, legitimada pela Sociedade, da qual participem os outros Poderes e os Servidores Públicos. Ações que sinalizem claramente uma firmeza de propósitos, como a extinção de Secretarias, cargos em comissão, revisão dos repasses financeiros aos outros Poderes, déficit previdenciário, e assim por diante.

O servidor público, que juntamente com os fornecedores do Estado, foram as primeiras vítimas desse modelo financista de gestão implantado pelos atuais governantes, como não estão sujeitos ativos de sua história, a esta altura dos acontecimentos, salvo uma mudança de mentalidade quase impossível de acontecer, já consolidou a percepção de que a Governadora é seu inimigo. Isso é terrível.

Assim ocorre, também, com a linha de frente do Governo e sua ingênua tática de “morde e assopra”. Está ela sendo moída, lentamente, no “moinho ideológico” do qual fazem parte enquanto inocentes úteis, no capital simbólico que é sua imagem pública.

A se manter este estado de coisas, outras moendas virão. A roda do moinho continua girando, e como o tempo passa muito rápido, e o senso comum muda lentamente de opinião depois que consolida sua imagem das coisas e dos fenômenos, talvez, em breve, não haja mais condições de lidar com o futuro sem concebê-lo a partir do passado e presente. Ou seja: o amanhã somente será percebido a partir do ruim que nossa memória evoca.

E o Estado, essa excrescência que a Sociedade vê, perplexa, trabalhar contra si, na medida em que nada funciona no que diz respeito ao essencial, passa a ser sinônimo de algoz, e seus protagonistas, supondo deterem as rédeas dos acontecimentos, responsabilizados, muito embora, pelo seu lado, sejam também meras vítimas das próprias armadilhas que ajudaram a construir.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Governo do Estado do RN

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Categoria(s): Artigo
sábado - 18/06/2011 - 17:03h
Novo Blog!

Navegação sofre ajustes; Firefox tem ótima performance

Vários webleitores têm enviado relatos sobre o novo Blog. Atendem a nosso pedido.

O lay-out ganha quase 100% de apoio, além das novas ferramentas e canais de informação. A linha editorial continua a mesma, além do fomento ao debate entre os internautas, ponto alto da página.

As queixas desabam quanto o acesso e navegação.

Assinalo que a equipe da empresa Zenitech (autora do projeto), formada por especialistas no assunto, está empenhada em identificar o “xis” da questão, à apresentação de resultado compatível com as necessidades do Blog e seus webleitores.

Adianto-lhe, porém, que quem navega com o Mozila Firefox não tem resmungado. Faz sentido, ele é muito superior ao Explorer, além de menos suscetível a vírus etc.

È realmente no Explorer que estão existindo travamentos de página e dificuldades de abas (páginas adicionais do próprio blog ou outra que é aberta acessoriamente.

Durante alguns dias, ainda deve perdurar o duelo entre a inteligência-capacidade de trabalho e esses estorvos tecnológicos.

Contudo como se diz no meu sertão… “a luta é medonha mas a vitória é certa”. Pode apostar.

Tenha só mais um pouquinho de paciência.

Trabalhamos duro. Fazer bem feito sempre é mais exaustivo, porém mais seguro e melhor.

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Categoria(s): Comunicado do Blog
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sábado - 18/06/2011 - 16:35h
Rindo da gente

Os bandidos continuam levando a melhor

A bandidagem continua se dando bem e ridicularizando a tudo e a todos. Audiência pública para discutir violência em Mossoró? Eles comem com “farinha”. Não estão nem aí.

Agora, no início da tarde, a mais movimentada casa lotérica da cidade, que funciona no centro, foi assaltada pela enésima vez.

O modus operandi é o mesmo: dois rapazes chegaram numa motocicleta, usando capacetes. Um ficou à espera enquanto o outro fazia o “rapa” com arma de fogo em punho, ameaçando estourar os miolos de quem olhasse pro seu rosto.

Em seguida, saltou sobre a garupa do veículo, colocou mão sobre a placa e ambos saíram em disparada, sem qualquer motivo para preocupação.

Há poucas semanas, quando a cidade estava próxima de completar 100 homicídios somente este ano, o Governo do Estado “desovou” cerca de 50 policiais militares para uma exibição de forças. Ficavam amontoados nas esquinas do centro da cidade, desfilando em motos e veículos.

E daí?

E daí, nada.

O novo governo usou a mesma farsa que a gestão Iberê Ferreira (PSB) produziu durante a campanha eleitoral, com resultado zero. Faz-de-conta.

Até quando, meu Deus?

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Categoria(s): Segurança Pública/Polícia
sábado - 18/06/2011 - 11:05h
Saúde

Transplante pioneiro no Nordeste tem médico de Mossoró

Médico Alfredo Sávio integra grupo que alcançou esse feito; cirurgia mostra um grande avanço médico

 

Doutor "Savinho" (à direita) faz história; um bom exemplo de sucesso

Francisco Eudes Aguiar, 43, foi submetido a um procedimento histórico para o Norte e Nordeste brasileiro. Ele teve um dos pulmões transplantado no “Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes”, Ceará.

Especializada no diagnóstico e tratamento de doenças pulmonares e cardíacas, a unidade foi a primeira das duas regiões a realizar uma cirurgia desse tipo. Além do Ceará, somente São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais têm estrutura para isso.

“É um grande avanço, porque estamos diminuindo desigualdades regionais”, comemora a coordenadora da Central de Transplantes, Eliana Barbosa.

Entre os membros da equipe pioneira está um mossoroense, o doutor Alfredo Sávio, o “Savinho” para familiares e amigos próximos, em Mossoró. É filho do casal Pedro Jorge Nogueira-Madalena.

Saiba mais sobre essa matéria clicando AQUI.

Nota do Blog – Conheço boa parte da história de sucesso do doutor Sávio.

Nada é por acaso. Tem relação direta com a boa base familiar e o esforço pessoal desmedido.

Prova que o pai da indústria automobilística, Henry Ford, continua atualíssimo na conceituação do que é o sucesso: “É 99% de transpiração e 1% de inspiração”.

Parabéns, meu caro. Você é um exemplo.

Eu sempre desconfio dos que não produzem nada e ficam ricos em poucos meses ou anos, vendendo isso como “sucesso”.

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Categoria(s): Saúde
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