Ela abandona a "síndrome do retrovisor" (que imputava tudo ao ex-prefeito Carlos Eduardo Alves-PDT) e encara outro lugar-comum. Agora é a "teoria da conspiração".
Sente-se vítima dos "poderosos", que não aceitariam sua vitória (ocorrida em 2008) à Prefeitura de Natal.
É sua justificativa para uma campanha nas redes sociais, que chegou às ruas, pedindo sua saída do governo.
O "fora, Micarla" é a expressão da vontade popular, mas ela prefere vender a tese de vítima de uma trama supostamente urdida nos subterrâneos de Natal.
Certamente, a prefeita pediu o álibi emprestado. Ou arrebatou das mãos da ex-governadora Wilma de Faria (PSB).

























